xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 14/02/2015 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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14 fevereiro 2015

O Santuário de Nossa Senhora dos Impossíveis –– por Armando Lopes Rafael

Existe na cidade de Patu, localizada no Estado do Rio Grande do Norte, um moderno santuário (detentor do título de Basílica Menor) dedicado a Nossa Senhora dos Impossíveis (foto da imagem ao lado). Na época quando trabalhei no BNB-Agência de Catolé do Rocha (PB), cidade vizinha a Patu, tive oportunidade de visitar, muitas vezes, aquela igreja, erguida no cume da Serra do Lima...
    Por que esse título de Nossa Senhora dos Impossíveis?  Ensina-nos a Igreja Católica que esta invocação à Virgem Maria decorre do fato de ter acontecido com Nossa Senhora três coisas humanamente impossíveis, a saber:
                     Maria concebida sem pecado original,
                     Maria Virgem e Mãe,
                     Maria Mãe de Deus.
      Voltando ao Santuário do Lima (como é mais conhecido o templo construído em Patu-RN): reza piedosa tradição que um rico proprietário de terra, o Coronel Antônio de Lima, saiu certo dia a caçar nas imediações do local onde hoje se encontra o santuário. Com o passar das horas, esquecido de que a noite se aproximava, o coronel quis voltar e não acertou o caminho por onde subira. Passavam-se as horas e o Coronel Antônio de Lima chegou à conclusão de que de maneira alguma acertaria voltar. Foi quando se lembrou de fazer uma promessa a Nossa Senhora dos Impossíveis: Se achasse o caminho para o retorno, ele doaria, naquele local, um terreno para construção de uma capela em honra de Nossa Senhora dos Impossíveis.  Imediatamente sua oração foi ouvida. E o Coronel não encontrou dificuldades para achar o caminho de volta.
No site do Santuário do Lima, encontramos a versão histórica da construção da capela original: “Em 29 de Janeiro de 1758, o coronel Antônio de Lima Abreu Pereira e sua esposa Paula Moreira Braga Pessoa, moradores de Apodi e proprietários da serra construíram uma capela e trouxeram a estátua de Nossa Senhora dos Impossíveis, de Portugal. Cerca de 30 anos depois, o mesmo Coronel doou a capela ao Bispado, passando-se a desenvolver as romarias celebrando-se a festa no dia 21 de novembro e 1º de janeiro. Vale acrescentar que os doadores passaram, por escritura, meia légua quadrada da terra para a Congregação dos Missionários da Sagrada Família.
Desde o ano de 1920 que o santuário é administrado pelos Missionários da Sagrada Família, cujo fundador foi o Pe. João Batista Berthier. Para ficarem com a administração do Santuário, os missionários alemães teriam que construir um novo templo, fazer estrada de acesso e ampliar a estrutura do local. Em todo esse tempo os serviços foram se seguindo e hoje o Santuário pode ser considerado como a 13º Basílica do Brasil, título honorífico que recebeu. Segundo seu administrador na época, o Padre Henrique Spitz, a estética para a forma arquitetônica do atual Santuário foi tirada de algumas plantas de igrejas europeias”. “Os americanos fizeram cápsulas para levar gente até à lua e nós levaremos gente ao Céu”, gostava de dizer o Pe. Henrique Spitz em suas alegres conversas.
Abaixo, uma foto aérea do santuário,mostrando como ele fica no alto da Serra do Lima.
  (Fonte de Consulta: http://www.santuariodolima.com.br/p/historia.html)

Carnaval

Semana do carnaval na Colômbia. Bogotá e Cartagena. Até a volta.

O plano b da solidão - Por: Emerson Monteiro

Isso de pensar que as coisas só acontecem em outros vagões e com outros passageiros deixou de ser novidade e caiu de moda numa veloz rapidez. Agora qualquer artista principal periga perder a mocinha para qualquer bandido em abrir e fechar os olhos. E filmes de finais bem sucedidos murcharam de orçamento nos tempos sadomasoquistas das telas do momento. Inversamente proporcional aos prêmios maiores das loterias, que dão só para lugares mais distantes e pessoas menos conhecidas, os titulares da pasta individual trabalham no elemento surpresa e sujeitam receber a conta dos desmanches dessa vida querendo ou não e a qualquer hora. Portanto, ligar as antenas e avaliar uma saída para as crises que queimam os corações alheios e outras barbas, que significa norma de sabedoria desses quadrantes televisivos que correm soltos na avenida principal e nas manchetes perdidas da terceira página.

Dizer palavras desse naipe devido as emoções interrompidas, que voam soltas em cima das histórias sofridas das gentes nos jornais. O cidadão juntara lá suas vaidades guardadas a sete chaves e esquecera-se de quem nem vaidade alimentava por causa da pouca vergonha dos chefes políticos. Os ausentes do amor sabem disso. Nunca mereceram um único beijo fervoroso e amarguravam o convencimento dos heróis, e que ficavam à margem dos romances, em face de haverem chegado tarde e os mais ativos comeram a rifa sozinhos, detrás das moitas, longe das visões coletivas.

As dores de cotovelo do percurso mexem no juízo de toda criatura, seja bicho ou gente bicho. Ninguém de sã consciência cantaria vitória antes do final, pois o tempo no nascente vira com a maior facilidade. Fere, e dói, e desatina.  Conquanto acumulem riqueza nas casas cheias das noites animadas, os vencedores duram no pódio apenas o intervalo dos comerciais, e olhe lá se chegam a tanto.  Cadernos andam abarrotados de situações nessa área empregatícia. De uma estação a outra, os vendedores de macaxeiras trocam de figura, porquanto coração vive de portas abertas e nenhum morador garanta o direito de manter endereço fixo todo ano naquele velho lugar. Inquilinos mudam de quarto a todo instante, no movimento das composições que chegam e saem na festa dos amores, nas espeluncas e nos hotéis de primeira classe.

Com tais argumentos, as humanas majestades necessitam quanto antes aprender os passos da dança e levantar a cabeça às nuvens, mas pisar com força no chão, para revelar a humanidade que têm todo dia. Aceitar as condições transitórias do capricho que empalha ilusões nas caminhadas e exige, contudo, renúncia dos acessórios do orgulho, dispensáveis na arte de trabalhar a emoção gostosa do amor comum, o que impõe certa sagacidade. Um olho no sentimento e outro no pensamento, até equilibrar sofrer menos a ingratidão adversária e correr menos o risco de reclamar as reservas de paciência que o mundo solicitar.  


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