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10 outubro 2015

Líderes da economia global travam luta milionária pelo clima

lideresOs líderes da economia mundial buscam conseguir nesta sexta-feira os milhões que faltam para um fundo contra a mudança climática.

A reativação da economia mundial é o foco da reunião anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (BM) em Lima. No entanto, os responsáveis pela economia de aproximadamente 60 países abordarão também como juntar o dinheiro necessário para limitar o aquecimento global a dois meses da Cúpula Mundial sobre o Clima (COP21) em Paris.

Essa é uma tarefa que, segundo o ministro das Finanças da França, Michel Sapin, devem envolver mais os bancos de desenvolvimento, como o Banco Mundial.

Segundo a OCDE, a ajuda financeira aos países em desenvolvimento contra as mudanças climáticas chegou a 62 bilhões de dólares em 2014, mais da metade da meta de 100 bilhões fixada para 2020. Nesta sexta-feira, a esperança é conseguir mais alguns compromissos.

Um esforço ao qual também se juntaram os países com menos recursos. Aqueles mais vulneráveis às mudanças climáticas formaram o V20, para tentar influenciar e mobilizar recursos a seu favor. Reúnem 700 milhões de pessoas.

"A cúpula de Lima é crucial para conseguir um financiamento para o clima", afirmou em comunicado a fundação francesa Nicolas Hulot.

"O principal objetivo será conseguir um melhor financiamento para o ano de 2020 para os países mais vulneráveis. Até agora o financiamento climático consiste principalmente em empréstimos no lugar de subsídios, que beneficiam principalmente as ações de mitigação dos principais emergentes", acrescentou.

Que paguem

A reunião plenária dessa sexta-feira começou com um pedido do presidente do Peru, Ollanta Humala, para que a "economia mundial planeje expressamente o objetivo de uma economia sustentável", em um mundo onde os países emergentes assistem milhões de dólares das transnacionais evaporarem de suas economias todos os anos, apoiados em sofisticados regimes fiscais.

Diante disso, os ministros das Finanças das grandes potências do G20 aprovaram um plano contra brechas legais que permitem às multinacionais evadir impostos nos países em que operam.

"É um momento histórico", disse o vice-ministro turco das Finanzas Cevdet Yilmaz, em Lima.

O grupo dos emergentes G24, integrado por Argentina, Brasil, Guatemala, México, Peru e Venezuela, apoya la medida, porque permitirá a "sustentabilidade das finanças públicas".

A iniciativa surge após anos de polêmicas sobre os impostos ínfimos pagos por empresas como McDonald's, Starbuck's e Google, graças a brechas legais, truques de contabilidade e até mesmo a transferência direta de recursos para paraísos fiscais.

O protesto

O tema fundamental, entretanto, continua sendo a reativação da economia mundial, golpeada pela desaceleração da China, que até pouco tempo era uma voraz compradora de matérias-primas e cuja menor demanda tem prejudicado grande parte da América Latina.

O Banco Mundial já advertiu que a desaceleração econômica, que na América Latina será de 0,3% em 2015, pode afetar os avanços na redução da pobreza e começa a ser sentida na geração de empregos.

"(O crescimento) não é o suficientemente forte para satisfazer as necessidades de 200 milhões de pessoas sem trabalho", resumiu a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde.

Disso os sindicatos dos trabalhadores, que rejeitam o modelo neoliberal, sabem bem. Trabalhadores, estudantes e desempregados marcharam hoje até a sede da reunião do FMI para entregar um documento contra a redução de pessoal nas empresas públicas do país.

A marcha pacífica reuniu cerca de 2.000 pessoas convocadas pela Confederação Geral de Trabalhadores do Peru (CGTP), com protestos contra os governos e os organismos financeiros multilaterais.

Enquanto isso, permanece no horizonte a possibilidade de aumento da taxa de juros dos Estados Unidos, que pode atrair capitais das economias emergentes, elevando o preço do dólar em relação às suas moedas.

"A América do Sul se vê ameaçada por um choque nas matérias-primas que afeta o crescimento", disse o presidente do Banco Central mexicano, Agustín Carstens.

Diante desse cenário, Lagarde lembrou aos Estados Unidos que o melhor é esperar um pouco mais para tomar a polêmica medida.

 

 

AFP

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