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08 setembro 2015

Levy admite que aumentar Imposto de Renda pode ser opção do governo


Levy-olw6m20182946Rombo no Orçamento de 2016 foi o principal assunto de uma reunião,
nesta terça-feira (8), da presidente Dilma com ministros em Brasília.

O rombo no Orçamento do ano que vem foi o principal assunto de uma reunião, nesta terça-feira (8), da presidente Dilma Rousseff com ministros. Três admitiram aumentar impostos para equilibrar as contas.

O aumento da Cide - a contribuição sobre os combustíveis - não depende de autorização do Congresso. Atualmente, é de R$ 0,22 por litro de gasolina. Se aumentasse R$ 0,50, o governo arrecadaria, em 2016, mais R$ 15 bilhões.

A proposta do Orçamento de 2016 tem rombo de R$ 30,5 bilhões. Mas é uma saída impopular, já que o consumidor pagaria a conta cada vez que abastecesse. A equipe econômica calcula que o efeito colateral seria aumentar a inflação em um ponto percentual. Por isso, o governo se movimenta com cautela.

“Nós não queremos é apresentar uma proposta a priori e depois observar a reação tanto dos atores econômicos quanto políticos. Nós queremos construir junto com a sociedade quais são as alternativas para construir o superávit para o Orçamento de 2016”, diz o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini.
O vice-presidente, Michel Temer, vai defender o aumento da Cide no jantar na noite desta terça com governadores do PMDB e os presidentes da Câmara e do Senado. Cerca de R$ 5 bilhões da arrecadação extra iriam para os estados, que vivem sérios problemas financeiros.
Mas Temer já avisou que o partido não vai apoiar o aumento nas alíquotas do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) porque afetariam a produção no país.

O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, disse que o governo já discute criar um imposto temporário.

Em Paris, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, admitiu que o aumento do Imposto de Renda das pessoas mais ricas pode ser um caminho.

“Pode ser um caminho. Essa que é a discussão que a gente está tendo agora e que eu acho que tem que amadurecer mais rapidamente”, afirmou Joaquim Levy.
Mas o presidente do Senado, Renan Calheiros, do PMDB, o mais influente aliado do governo no Congresso – que tem que aprovar a proposta –, disse que primeiro é preciso cortar gastos.

“Aqui no Congresso não se discutiu nada com relação à elevação da carga tributária. Eu continuo achando que a primeira coisa a se fazer é cortar despesa, é melhorar o gasto público”, afirmou Renan Calheiros.

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