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14 agosto 2015

Kerry pede "democracia genuína" no hastear da bandeira em Cuba

 

 

bandeiracuba

Fotografia © REUTERS/Pablo Martinez Monsivais/Pool

Secretário de Estado dos EUA, o primeiro a visitar Havana em 70 anos, presidiu à cerimónia antes de se reunir com o chefe da diplomacia cubana e de se encontrar com dissidentes.

Foram precisos 54 anos para a bandeira dos EUA voltar a drapear nos céus de Cuba, numa cerimónia histórica que marcou o reatar das relações diplomáticas entre Washington e Havana. E foram precisas sete décadas para que um secretário de Estado norte-americano voltasse à ilha. No seu discurso na embaixada,John Kerry elogiou a "decisão corajosa" dos presidentes dos EUA, Barack Obama, e de Cuba, Raúl Castro, que com o reatar das relações "deixaram de ser prisioneiros da história". Mas não deixou de dizer que "o povo cubano seria melhor servido por uma democracia genuína, onde as pessoas são livres de escolher os seus líderes".

A 4 de janeiro de 1961, coube a três marines arriar a bandeira pela última vez. Ontem, Jim Tracy, Larry Morris e Mike East voltaram a Havana para participar na cerimónia, entregando uma nova bandeira dobrada aos militares que a voltaram a hastear ao som do hino norte-americano. Para o evento não foram convidados dissidentes cubanos, que estiveram mais tarde num encontro à porta fechada com Kerry, na residência oficial do encarregado de negócios, Jeffrey DeLaurentis.

Mas nem por isso deixou de abordar os temas políticos no discurso, lembrando contudo que "cabe aos cubanos moldar o futuro de Cuba". E deixou o aviso: "As nossas políticas do passado não conduziram a uma transição democrática em Cuba. Seria pouco realista esperar que a normalização de relações tenha um impacto transformador a curto prazo."

DN Globo

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