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01 agosto 2015

1º de Agosto: Dia do Selo

(Fonte: Correios)
Em tempos de comunicação digital, os selos ainda despertam interesse em muitas pessoas. Viajando em cartas (cada vez mais raras) ou guardados em coleções, reúnem grandes histórias em pequenos formatos. Em Crato existem dezenas de colecionadores de selos.São os "filatelistas" como são maisconhecidos.
Era 1º de agosto de 1843 quando a famosa série de selos Olho de Boi foi lançada, introduzindo a autenticação postal no Brasil. No país, o segundo do mundo a utilizar a “etiqueta”, já são 172 anos contando histórias em pequenos formatos. Para marcar a data, está previsto para este mês de agosto o lançamento da segunda emissão especial do selo das Olimpíadas de 2016. Os selos surgiram na Inglaterra, em 1840, como uma necessidade de tarifar correspondências. Quem pagava pelo envio era o destinatário que, em diversos casos se recusava, causando prejuízos às empresas de entrega. Para solucionar os desencontros, o professor inglês Rowland Hill elaborou uma proposta: o valor seria cobrado na hora da postagem, e comprovado por um pequeno papel colado ao envelope – o selo postal. Muito além de tarifar a postagem, os selos passaram a ter valor histórico e cultural.
Colecionando histórias
Para os amantes da filatelia, a atividade está longe de modismo e transcende o conceito de hobby. Os colecionadores “profissionais” encaram como uma arte, muitas vezes passadas por gerações. Roberto de Azevedo Moreira Filho, 76, começou aos 14, influenciado pelo pai, também colecionador. A coleção própria começou na década de 1960, quando descobriu sua predileção por peças defeituosas. Para ele, o valor é afetivo. “Vale mais que qualquer dinheiro que ofereçam”.
Júlia de Mello, 63, acredita que o potencial educativo do formato é o grande diferencial para atrair público jovem. Graduada em administração, ela monta coleção sobre História do Brasil, do descobrimento à independência. “É um encontro do didático com o lúdico”, diz a aposentada, que palestra sobre a história dos selos para crianças, além de mostrar os cuidados que se deve ter ao iniciar a coleção. Para ela, o “ideal” seria que a filatelia voltasse ao currículo escolar, como na época do Império. “Tem muito a ver com a sede de conhecimento dos jovens, que hoje têm o acesso à internet como aliado às pesquisas. Só falta o incentivo”.
Raridade e valor
Para um selo ser considerado valioso, Valécia Souza explica que vários critérios colaboram - tiragem, estado de conservação, procura e curiosidade dos filatelistas, erros gráficos. Segundo registros, a peça mais cara da filatelia brasileira e latino-americana é a carta porteada (correspondência que foi selada, paga e circulou) com a série completa dos Olhos-de-Boi. A peça foi negociada em 5 de outubro de 2007 por mais de U$ 1 milhão.

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