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16 julho 2015

MPF cobra estratégias para reduzir fila de cirurgias eletivas no Ceará

mpf

Há cerca de 6 mil pacientes na fila de espera de três hospitais públicos aguardando cirurgia, no Ceará. O número pode ser precisamente esse ou até menor, mas a situação real só será conhecida quando o Complexo Integrado de Regulação de Fortaleza (Cirf) conseguir atualizá-lo e mantê-lo assim. “Acreditamos que uma parcela já realizou cirurgia. Os dados das filas são historicamente desatualizados. Nosso papel é saber como a fila está e qual estratégia precisa ser adotada. Isso vamos saber quando tivermos a noção real do tamanho do problema”, explica o coordenador do complexo, Mozart Rolim.
Essa estratégia vem sendo cobrada pelo grupo coordenado pelo Ministério Público Federal (MPF) que acompanha a crise na saúde pública do Ceará. Nesta semana, o Cirf encaminhou ao MPF um primeiro levantamento das demandas por cirurgias eletivas. No relatório, estão os primeiros dados colhidos nos hospitais públicos e conveniados do Sistema Único de Saúde (SUS) localizados na cidade, que começam a ser integrados em um único sistema – trabalho iniciado, conforme Rolim, há dois meses. Entre as informações, está a de que três hospitais privados da rede conveniada do SUS conseguem realizar as cirurgias dos pacientes que estão na fila de espera dentro de um mês.
Embora os dados demonstrem que a situação nos hospitais conveniados está sob controle, a maior preocupação do grupo coordenado pelo MPF é com a rede pública. Na opinião do procurador da República Oscar Costa Filho, a fila de cirurgias eletivas nos hospitais públicos está obstruída. “Precisamos saber o que fazer, pois a rede pública não tem condições de realizar as cirurgias. Temos que buscar alternativas”, disse. Segundo o relatório, o Cirf tem negociado a realização de procedimentos originalmente cadastrados na rede pública em unidades da rede privada, como forma de diminuir a fila de espera. Os dados apresentados, no entanto, não são suficientes para o procurador.
O coordenador do Complexo Integrado de Regulação explica que o paciente tem o direito de ser operado pelo médico de sua preferência, de forma que a transferência não é uma decisão da gestão municipal. Ele afirma ainda que os hospitais públicos realizam um grande número de cirurgias e têm grandes filas de espera, por isso há dificuldade de controlar as informações sobre os pacientes e procedimentos, o que agrava esse cenário. “Os hospitais públicos possuem uma densidade tecnológica muito alta. Então, são poucos os que possuem, num só local, tomografia, ressonância, tratamento oncológico etc. Por isso, os pacientes acabam se aglomerado nessas unidades e, muitas vezes, eles são operados e não são retirados da fila.”
De acordo com o procurador da República Oscar Costa Filho, o grupo interinstitucional de gestão da crise na saúde pública de Fortaleza e do Ceará deve se reunir nesta sexta-feira (17) para analisar o relatório enviado pelo Cirf e elaborar encaminhamentos.

Agência Brasil

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