xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> A impaciência dos revolucionários - Por: Emerson Monteiro | Blog do Crato
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26 julho 2015

A impaciência dos revolucionários - Por: Emerson Monteiro

Isso é o que lhes leva às ações precipitadas, por vezes violentas, cruéis, no sentido de coibir injustiças e atrasos de mentalidade na massa humana, chegando às raias da temeridade. Um grau de animosidade alimenta, por isso, os revolucionários. Conspiram e trabalham acreditando possuírem o melhor a oferecer no âmbito dos grupos sociais quais Sócrates aceitou de caso pensado as consequências imediatas dos seus princípios e retratou fiel o desejo intenso de mudar o panorama da sociedade, isto sem, contudo, o amparo regular na ordem natural do tempo, fator por demais preponderante dos rumos a tomar os acontecimentos, independente da vontade extrema de quem vê mais longe, lá adiante. 

No entanto há revolucionários persistentes nos mesmos propósitos, a ponto de baixar a cabeça e receber o castigo da coragem de afrontar a mediocridade com antecipação, semelhantes a Nelson Mandela, Sri Aurobindo, Mahatma Gandhi, afeitos que foram ao exercício heroico de permanecer fincados nos ideais ainda que punidos do sistema e dos estados reacionários. 

Quantas e tantas vezes, no silêncio das noites, mulheres e homens mergulham de corpo e alma nessa função de ampliar a possibilidade dos que dormem a sono solto vítimas de questões mal cozinhadas e esquecidas, quiçá alienados pela rotina estafante dos dias da sobrevivência. Enquanto que os revolucionários aspiram de olhos abertos os desejos de transformar o mundo.

Movimentos de resistência nas guerras de ocupação, as famílias comprometidas no afã do martírio dos seus, na ânsia do inconformismo perante os gestos de dominação e terror, falam dessas considerações da impaciência dos revolucionários. 

Quem sabe disso, das chances de reverter o drama das nações na forma da participação efetiva através das atitudes, bem compreende a importância da política e das instituições que comandam a vida comunitária, conquistas milenares de outros revolucionários. Trabalham as aspirações da honestidade, do bom senso e da igualdade nos gestos do crescimento coletivo. Acordam cedo na aspiração de ampliar fronteiras e realizações neste mundo prenhe de todas as maiores possibilidades. 

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