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15 junho 2015

CNI defende redução da poluição sem ameaças ao crescimento econômico

CNI13

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou hoje (15) documento encaminhado semana passada ao Ministério das Relações Exteriores com a posição do setor industrial sobre a agenda de mudanças climáticas. O objetivo do texto é subsidiar o governo brasileiro nas negociações da 21ª Conferência das Partes da ONU sobre Mudanças Climáticas, a COP-21, marcada para dezembro, em Paris.

No documento Propostas da Indústria Brasileira para o Novo Acordo de Mudança do Clima, elaborado em parceria com 11 associações setoriais e com federações estaduais das indústrias, a CNI defendeu a necessidade de o Brasil buscar um acordo para reduzir as emissões de gases poluentes, sem comprometer a competitividade e o crescimento da produção e do consumo no país.

Para alcançar esse objetivo, o especialista em Meio Ambiente da CNI, Mário Cardoso, ressaltou a importância da negociação na COP-21 respeitar o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas, entre países desenvolvidos e em desenvolvimento.

“Países desenvolvidos emitiram muitos gases de efeito estufa para chegar onde chegaram. Temos desafios que eles já não têm. Não que queiramos seguir a mesma rota. Queremos seguir outra trajetória, mas chegar a um grau de desenvolvimento favorável à população. Para isso, temos de emitir gases de efeito estufa, mas não na intensidade dos países desenvolvidos", esclareceu.

O documento ressaltou que os esforços brasileiros para construção de uma economia de baixo carbono devem ser reconhecidos e contabilizados. Segundo Mário Cardoso, o Brasil tem muitas propostas a apresentar durante as negociações em Paris, entre elas a redução do desmatamento da Amazônia. "Podemos conseguir vantagens por isso."

“Vários setores da economia brasileira já fizeram esforços, por medidas compulsórias ou não. Temos de considerar esse esforço. Muitos países não fizeram o dever de casa e não podemos ser tratados da mesma maneira. A CNI quer que isso seja considerado na equação”, explicou Cardoso.

Outra recomendação do texto indicou a necessidade de o acordo climático prever mecanismos de mercado que criem condições atrativas para participação da indústria, como acesso a fontes de financiamento e tecnologias de baixa emissão.

“O Brasil está carente de instrumentos econômicos que incentivem as empresas a se enquadrarem numa economia de baixo carbono. Temos discutido muito sobre a coerência entre as diversas políticas, como a tributária, fiscal, de Meio Ambiente e Resíduos Sólidos. Cobramos muito essa coerência, porque muitas vezes uma política aponta para um lado e a outra sinaliza para o lado inverso”, acrescentou Mario Cardoso.

Agência Brasil

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