30 março 2015

A Precariedade da Agricultura Cratense - por Pedro Esmeraldo

        Queremos trazer na memória os efeitos negativos que foram percorridos aleatoriamente no decorrer dos séculos passados. É bom lembrar que esta cidade foi o berço da civilização caririense.
        Confirmamos que, em outros tempos, iniciava-se em regime rudimentar o direito de viver condignamente, trazendo progresso igualitário neste município e em todo Cariri. Era uma agricultura totalmente arcaica. Não havia investimento agropastoril. Por causa disso, iniciou-se no século XVIII o crescimento econômico nos ramos da agricultura e da pecuária, que ocorreu a profilerização dos engenhos e do crescimento econômico proveniente da agricultura, isto é, na fabricação da rapadura.
        Auxiliava na caminhada de ligação da agricultura canavieira rasteira. Serviu para englobar na alimentação básica dos nordestinos.
    Iniciou-se no começo do século XX o investimento rememorável com muita garra e dificuldade. Não havia conjuntos de qualidades adequadas. Naquelas priscas eras surgiram conjuntos de melhorias de qualidades, mesmo aos poucos, mas com pouca perfeição, dava-se o inicio da aplicação de nova tecnologia. Houve grandes alterações na programação de bons serviços, apreciando o desenvolvimento sustentável com muita monotonia através desse ultimo século.
        O tempo passou, não houve alteração sistemática que pudesse avançar a melhoria de qualidade na produção canavieira. Não alcançavam a passagem progressiva de um tempo que foi um expoente propulsor da agricultura moderna.
        A politica caririense, por essa razão se desanimou e não houve a progressão, que podia evoluir-se e marchar em maré mansa nos anos que se passavam.
        Os agricultores caíram no desanimo total e não souberam aproveitar a dispersão do vento e os anos que se seguiram. Mantiveram uma sucessão de agricultura rasteira, conduzida pelos espaços vazios e sem conhecimentos.
        Esses homens acomodaram-se no tempo e no espaço. Permaneceram sempre quietos e inofensivos, já que ficam permanecendo lenientes aos encantos dos ventos que seriam favoráveis no trato da produção agrícola. Não se coadunavam com dignos trabalhos. Mesmo assim não havia execução com bons desempenhos, sem procurar a melhoria de qualidade. Caiam em desanimo permanente.
        Por essa razão, devida à ignorância do homem o ruralista caririense não possuía ação e nem se quer procurava elevar-se o espirito para seguir no caminho da sobriedade e do progresso prometedor.
    Sempre permaneceram quietos e insolventes. Não conduziram o barco em direção das aguas profundas que poderiam trazer grande avanço no desenvolvimento regional. Não esboçavam fazer a promoção de trabalho digno que poderia desenvolver com melhoria de qualidade do produto. Pisavam sempre em terrenos tenebrosos que caiam no desespero em direção à pobreza.
        Às vezes, não compreendia o porquê da questão e não apelavam para praticar a tecnologia com amor. Por isso houve grandes tempestades, porque teimavam em permanecer em uma cultura rudimentar causando efeito negativo. Não desbravavam com esperança e tenacidade o trabalho útil que seria a redenção econômica do Cariri. Por isso, a agricultura caririense caiu no esquecimento tecnológico.
        Alguns homens procuraram avançar através de uma usina antiquada que se instalou em outro município. A usina não prosperou devido ser de péssima qualidade e obsoleta, deixando o homem acabrunhado e a agricultura ao Deus dará.
        É preciso que o agricultor reaja com movimento dinâmico e exigindo que olhem mais para expansão da agricultura moderna. Isto e uma necessidade premente e o desejo do homem subir com melhoria de qualidade e trabalho digno. Vamos ver para crer.
Por: Pedro Esmeraldo

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