xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 27/12/2014 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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27 dezembro 2014

O cerco começa a se fechar

Dilma é citada em ação nos EUA contra Petrobrás
(Fonte: "Estado de S.Paulo")
por Alexa salomão e Fernando Scheller

Presidente é listada, com mais 11 autoridades, em processo aberto pela capital de Rhode Island
O escritório americano Labaton Sucharow, que representa Providence, capital do Estado de Rhode Island, em uma ação contra a Petrobrás e duas de suas subsidiárias, adotou uma estratégia jurídica agressiva: incluiu na ação a presidente Dilma Rousseff e outras 11 autoridades públicas e empresários na condição de "pessoas de interesse da ação".
Constam da lista o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o empresário Jorge Gerdau, do grupo Gerdau, e o executivo Fábio Barbosa, presidente do Grupo Abril, todos ex-integrantes do conselho de administração da Petrobrás. O processo nos EUA ajudou a derrubar em mais de 6% as ações da estatal ontem. Ele tem entre os réus a presidente da estatal Graça Foster e um ex-membro do conselho de administração, o empresário Josué Gomes da Silva, presidente da Coteminas. O grupo de 12 pessoas está em outro situação: é citado por ter assinado prospectos que serviram de base para as emissões de títulos de dívida e ADS (American Depositary Share) que são discutidos no processo.
Os demais são: Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobrás; Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); Miriam Belchior, ministra do Planejamento; Silas Rondeau e Márcio Zimmermann, ambos ex-ministros de Minas e Energia; Sérgio Quintella, ex-presidente do Tribunal de Contas da União; Marcos Antônio Menezes, do Instituto Brasileiro de Petróleo; e o general Francisco Roberto de Albuquerque. A reportagem tentou contato com todos os citados. Os que responderam até o fechamento da edição não quiseram comentar a ação

Do (interminável) seriado “Coisas da República” (postado por Armando Rafael)

1 – Racha no clube do bilhão da propina da Petrobras: Camargo Corrêa negocia acordo
(Fonte: VEJA desta semana)

Empreiteira negocia um acordo de leniência com o MP e pode ser a primeira das grandes a abrir o jogo sobre o esquema de corrupção na Petrobras
A Camargo Corrêa está negociando com o Ministério Público a possibilidade de fechar um acordo de leniência com a Justiça. O acordo de leniência equivale à delação premiada para pessoas jurídicas — empresas envolvidas em crimes decidem contar o que sabem em troca de benefícios e atenuantes penais. Dois advogados da empreiteira confirmaram a VEJA que as conversas nesse sentido com os procuradores responsáveis pela Operação Lava-Jato estão em curso e devem ser retomadas logo depois do Ano-No-vo. Se elas derem resultado, a Camargo Corrêa será a primeira dissidente do clube do bilhão, grupo formado pelas maiores empreiteiras do país que, segundo o doleiro Alberto Youssef, combinava o resultado de licitações da Petrobras, superfaturava os preços e pagava a propina destinada a subornar políticos e funcionários da estatal. Três executivos da empresa estão presos desde a segunda semana de novembro: Dalton Avancini, diretor¬presidente, João Ricardo Auler, presidente do Conselho de Administração, e Eduardo Leite, vice-presidente.
Junto com eles, a Polícia Federal prendeu naquela data outros dezoito altos executivos de grandes empreiteiras — onze, incluindo os funcionários da Camargo Corrêa, continuam detidos na carceragem da PF em Curitiba (PR). Logo depois das prisões, as construtoras chegaram a conversar sobre a possibilidade de fechar um acordo coletivo de colaboração com a Procuradoria, mas a iniciativa foi rechaçada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que considerou a proposta um “cartel da leniência”. Desde então, os advogados indicavam ter desistido do acerto. Mas, há duas semanas, um dos advogados da Camargo Corrêa voltou a se reunir com os procuradores para discutir os termos de um acordo. A empresa já concordou em fazer a admissão de culpa, uma das exigências do Ministério Público que o grupo que tentou fazer o acordo coletivo não aceitava.
2 – O Congresso brasileiro em 2014: um ano para lembrar. E esquecer
Das cassações de Vargas e Donadon à farsa na CPI, o Legislativo protagonizou momentos memoráveis – em meio a um recesso informal longo demais

No ano em que a Operação Lava Jato da Polícia Federal trouxe à tona a existência de um megaesquema de corrupção operado na Petrobras, o Congresso foi sacudido pelas delações premiadas decorrentes das investigações. Pelo menos 28 políticos foram citados, incluindo os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Mas o furacão provocado pelo petrolão não foi suficiente para demover os parlamentares do descanso auto-concedido ao longo de boa parte de 2014. O recesso informal teve início com a Copa do Mundo, em junho, e se estendeu praticamente até depois das eleições – ignorando uma extensa lista de matérias que aguardavam votação. Ainda assim, o Congresso foi palco de momentos memoráveis neste ano – embora o país preferisse esquecer muitas das cenas protagonizadas pelos parlamentares. A seguir, o melhor e o pior do Congresso neste ano que se encerra.
Chantagem oficial
Ainda que sob protestos da oposição, o governo obteve aval do Congresso para aprovar a maquiagem na meta fiscal e permitir o descumprimento do patamar mínimo de economia para pagar juros da dívida pública, o chamado superávit primário. Por trás da bênção dos parlamentares, a oficialização da chantagem: após o adiamento da análise do projeto por causa da ausência da base, o governo editou decreto que condicionou a liberação de 444 milhões de reais em emendas à aprovação da medida.
3 – Energia fica mais cara e risco de racionamento de luz não está descartado para 2015
Situação dos reservatórios na região Sudeste sugere que qualquer incidência de chuvas abaixo das expectativas obrigará o governo a agir
A previsão de que o volume de chuvas no chamado período úmido ficará próximo à média histórica afasta, mas não elimina o risco de racionamento de luz ao longo de 2015. A atual situação dos reservatórios na região Sudeste, abaixo de 20% da capacidade de armazenagem, sugere que qualquer incidência de chuvas abaixo das expectativas obrigará o governo brasileiro a agir para garantir o abastecimento ao mercado.
                                                                                                

Crise da ditadura: Cuba restitui templos católicos confiscados há 56 anos

(Fonte: O Globo)
Governo de Havana acelera devolução de propriedades católicas tomadas na década de 60
Um vigia caminha dentro da capela da antiga Universidade de Santo Tomás de Villanueva , em Havana: deteriorado, espaço agora volta a pertencer à Igreja Católica - Ramon Espinosa / AP
HAVANA — Enquanto outra reabertura ganhava os holofotes na semana passada, quando os governos de Cuba e dos Estados Unidos anunciavam ao mundo o fim das hostilidades, pelo menos diplomáticas, outra mudança, silenciosamente, ia tomando forma. De maneira discreta, as autoridades cubanas vêm acelerando a restituição de antigas propriedades da Igreja Católica, que por muitos anos manteve uma relação conturbada com os Castro. O processo de devolução começou em 2009 e, até agora, pelo menos 12 imóveis voltaram para a Santa Sé.
                                

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