xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 14/10/2014 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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14 outubro 2014

Presidente da Câmara do Crato, Luis carlos Saraiva anuncia rompimento com o prefeito


O presidente da Câmara do Crato, vereador Luís Carlos Saraiva (PSL), convocou uma coletiva de imprensa, na manhã desta terça-feira (14), para anunciar seu rompimento político com o prefeito Ronaldo Mattos (PMDB). O anuncio, feita antes da sessão ordinária, na própria Câmara Municipal, foi motivado, segundo Luís Carlos, por uma ação contra ele movida pelo prefeito.

O presidente destacou que foi vítima de uma comunicação falsa nas redes sociais (facebook), onde afirmava que o prefeito estaria distribuindo gasolina para a carreata do seu candidato ao Governo do Estado. Segundo Luís Carlos, jamais faria uma comunicação do tipo, o que, foi entendido pelo prefeito como fato verídico. Luís Carlos disse, ainda, que já havia pensado muito sobre o assunto e, na entrevista, chegou a criticar setores da administração como saúde e educação que, segundo ele, não funcionam a contento.

Prefeito Ronaldo rebate

Sondado sobre o assunto, o prefeito Ronaldo Matos, disse estar surpreso com a atitude do presidente da Câmara, Luís Carlos, e que jamais moveu qualquer ação contra o vereador. Segundo o prefeito, tudo o que fez foi se defender, junto ao Ministério Público do Estado, em Crato, para garantir sua integridade administrativa frente ao que foi noticiado. O prefeito disse, ainda, que espera que o presidente repense sua atitude e que explique ao povo do Crato, os reais motivos que o levaram ao rompimento, já que, o argumento da ação não cabe nesse caso por que não existe. 

Fonte: Site Miséria



Os cinemas do Crato - Por: Emerson Monteiro

O derradeiro filme que vi num dos cinemas cratenses foi Dança com lobos, com Kevin Costner, no Cine Cassino, pertencente a Mário Correia, durante sessão noturna de meio de semana. Com isso, para mim se fechavam as cortinas dos históricos cinemas, nesta terra de cultura e educação.

Ainda lembro com intensidade grandes filmes que vi no Cine Moderno, sessões das 16h dos sábados e domingos. As séries das 14h, no Cassino, no Moderno, superlotadas, gente em pé, corredores tomados, assobios, gritos, palmas, calor de sauna, suor de escorrer pelo pescoço, fachos dos projetores cruzando o escuro da sala, pessoas frenéticas em movimento constante quase a sessão toda, enormes fila na entrada, meninos vendendo revistas em quadrinhos, tabuleiros de bombons, carros de pipoca do lado de fora, ventiladores de coluna zoando alto, recepcionistas com uma lanterna indicavam as poltronas vazias aos retardatários e a sonorização característica para abrir as cortinas (zuuuuuuuum, num sinal elétrico demorado), em preparação ao espetáculo, etc. A reforma do Moderno pelo seu derradeiro proprietário, Macário de Brito Monteiro, sucessor do tio, Ormínio de Brito, foi acontecimento que marcou época e a história da cidade.

Depois, abriria suas portas em noite memorável o Cine Educadora. Outro teatro de inolvidáveis películas trazidas a público. Na sua inauguração, exibiu O carrasco dos mares, filme americano com Victor Mature (foto). Era uma sala confortável, cheia de janelas venezianas, de poltronas estufadas, espaçosa, um luxo só.

Já sumira o Cine Rádio, da Rádio Araripe, na Rua Nélson Alencar, onde assistira O cangaceiro, sucesso mundial do diretor brasileiro Lima Barreto, junto com meus pais. Também até 14 anos, mas acompanhado conseguira entrar com o coração aos pulos. Uma semana antes da idade mínima ainda cheguei a ser barrado na entrada do Moderno, para minha contrariedade. O Comissariado de Menores, ao qual depois pertenceria, funcionava com presteza e eficiência, terror da garotada ansiosa pelos filmes proibidos, sempre os mais procurados.

Nesse meio tempo de salas de exibição maiores, uma experiência de cinemas menores aconteceu em paralelo. José Hélder França (o poeta Dedé França), na década de 60, chegara a iniciar, pelos bairros, rede alternativa que exibia filmes na bitola 16 mm, no entanto a proposta durou poucos meses.

Lembro desses cinemas menores, um na esquina de cima do Colégio Diocesano (Rua Ratisbona), o Cine São Francisco, e outro no Bairro do Seminário, o Cine São José. Se a memória não me engana, houve também outro nas imediações da Igreja de São Miguel, na Rua da Cruz, ainda a ser confirmado pelos memorialistas.

Em um dos armazéns existentes no final da Rua Santos Dumont, proximidade dos postos de Antônio Almino de Lima, quiseram, na primeira metade da década de 60, também montar um cinema em 16mm. Porém a tentativa frustrara nas primeiras sessões; a máquina emperrava após iniciada a projeção. Na primeira noite, recebemos saídas para a noite seguinte. Voltamos, eu e um operário de meu pai. De novo não passou da metade do filme. Retornamos na terceira e última noite. Pois, quando a máquina quebrou deu-se por perdido e até o dinheiro dos presentes eles devolveram.

Tenho notícias de outro cinema do Crato, que não cheguei a conhecer. Sei dele através dos escritos de Florisval Matos, o Cine Paraíso, que funcionou em prédio da Praça da Sé, no quarteirão onde ora existe a loja Hippie Chic e que antes abrigara a Cooperativa do Banco do Brasil e a Biblioteca Municipal.

Jackson Bola Bantim por sua vez nos informou que seu bisavô, Luiz Gonzaga de Oliveira (Gonzaguinha), nascido no Crato na segunda metade do século 19, fotógrafo, aqui acompanhou a visita de um grupo francês que exibia filmes pelo interior cearense. Interessado na nova arte, viajaria a cavalo até Fortaleza, lá adquiriu um projetor e fundou, no prédio n.º 25 da Rua Miguel Limaverde, o primeiro cinema cratense, denominado Lanterninha Mágica, isso bem nos primeiros anos do século XX.

Outros cinemas, segundo Huberto Cabral, que me fornecerá a lista completa de todos eles: Cine Operário e Cine Crato. Isto sem contar as exibições catequéticas feitas em praça pública pelo Padre Argemiro Rolim, do gosto dos apreciadores de películas de cunho religioso.

Eis, portanto, ligeiro apanhado da história das salas de cinema no Crato, anotada nesta fase em que aguardamos o retorno de um estabelecimento que corresponderá, em nossa comunidade, ao progresso avançado da apreciada e resistente Sétima Arte no resto do mundo, pois no momento, para contrariedade dos muitos apreciadores, não há um único lugar de exibição de filmes em nossa cidade.

Quem inventou essa charge, merece um prêmio !





Nível do mar registrou aumento sem precedentes nos últimos 100 anos

mar

O nível do mar aumentou 20 centímetros nos últimos 100 anos, um fenômeno sem precedentes em milênios, mostra estudo divulgado hoje (14) na Austrália. A pesquisa, publicada no Proceedings of the National Academy of Sciences, analisa as flutuações do nível do mar nos últimos 35 mil anos com base nas mudanças no volume de gelo na terra. "Nos últimos 6 mil anos, antes de começar a aumentar o nível da água, o nível do mar foi bastante estável", disse um dos coautores do estudo, Kurt Lambeck, pesquisador da Universidade Nacional Australiana.Lambeck explicou que, durante esses milênios, não foram encontradas provas de oscilações de 25 a 30 centímetros em períodos de 100 anos, mas que essa tendência mudou a partir do processo de industrialização, com um aumento que classificou como incomum."Nos últimos 150 anos, assistimos a um aumento do nível da água à velocidade de vários milímetros por ano e nos nossos registos mais antigos não verificamosum comportamento similar", disse o cientista, vinculando esse fenômeno ao aumento da temperatura do planeta.A investigação concluiu ainda que, mesmo assim, as flutuações naturais do nível do mar nos últimos 6 mil anos foram menores do que sugeriam estudos anteriores."Esse ponto foi bastante polêmico porque muita gente assegurava que o nível do mar tinha oscilado em grandes quantidades, vários metros em centenas de anos, e não encontramos provas que o demonstrem", acrescentou Lambeck.O estudo aborda também a complexa relação entre o degelo e o aumento do nível dos oceanos, no qual intervêm fatores como a gravidade, que provoca aumento no nível do mar em algumas áreas e queda em outras.
Agência Brasil

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Ministério Público investiga outros batalhões da PM no Rio de Janeiro



Promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), da Promotoria da Auditoria Militar e da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública investigam outros batalhões da Polícia Militar (PM), após a Operação Ave de Rapina, que prendeu, na última quinta-feira (9), 16 policiais militares do 17º Batalhão, na Ilha do Governador.
Os policiais militares presos são acusados de sequestrar e exigir R$ 300 mil para libertar traficantes do Morro do Dendê, na Ilha do Governador, zona norte do Rio, e da Favela da Coreia, em Senador Camará, na zona oeste do Rio. A operação contou, ainda, com a participação de agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI).

Entre os presos estão o tenente-coronel Dayzer Corpas Maciel, comandante da unidade, e o chefe da Segunda Seção (P-2), primeiro-tenente Vítor Mendes da Encarnação. Durante a operação, foram apreendidos R$ 14 mil em dinheiro na casa do comandante. No gabinete do tenente-coronel, foram encontradas notas fiscais e documentos de despesas com materiais de construção, comprados para o batalhão na loja que pertence à mulher do oficial e aos cunhados dele. Ao todo, foram cumpridos 32 mandados de busca e apreensão. Os policiais tiveram prisão preventiva decretada pela Justiça e, por ordem judicial, estão afastados de suas funções.

Os crimes ocorreram dia 16 de março deste ano, quando PMs receberam a informação de que traficantes armados sairiam da Ilha do Governador. Cinco foram abordados na altura da cabine da PM da Base Aérea do Galeão. A ação foi flagrada por uma câmera de segurança da Aeronáutica. Os traficantes estavam de posse de quatro fuzis, 18 granadas, três pistolas, oito carregadores e munição, além de cordões de ouro e relógios. Segundo promotores, o primeiro-tenente Vítor Mendes dividiu tarefas entre os policiais e decidiu que apenas três traficantes e um fuzil seriam encaminhados à 37ª Delegacia de Polícia, na Ilha do Governador.

Os demais presos, com influência na hierarquia do tráfico na Favela da Coreia, tiveram resgate negociado com uma advogada. Eles foram libertados após o pagamento de R$ 300 mil. Os policiais também venderam a traficantes, por R$ 140 mil, os três fuzis apreendidos.
Conforme  informações do Ministério Público do Rio, as investigações estão em curso e, além dos 16 já denunciados, será apurado o envolvimento de outros policiais.

Fonte: Agência Brasil


Projeto brasileiro de conservação da natureza é mostrado em conferência da ONU


Uma iniciativa pioneira no Brasil no pagamento por serviços ambientais (PSA), o Projeto Oásis, será um dos destaques do fórum que ocorre no próximo dia 15, durante a 12ª Conferência das Partes (COP 12) da Conferência  sobre Diversidade Biológica (CDB) das Nações Unidas, na Coreia do Sul. O projeto mescla conservação da natureza e economia e visa à proteção de mananciais de abastecimento público de água, por meio de parcerias entre instituições públicas e privadas e representantes da sociedade civil. O projeto premia financeiramente os proprietários rurais que protegem suas áreas de vegetação nativa e que adotam práticas de conservação de uso e de manejo do solo. Segundo informou hoje (13) à Agência Brasil o coordenador do Oásis,  Guilherme Karam, da Fundação Boticário de  Proteção à Natureza, 226 proprietários de terras brasileiros foram beneficiados até hoje, resultando na preservação de quase 2,5 mil hectares de mata nativa.

O projeto foi implantado inicialmente em São Paulo (SP), em 2006, e, em 2011, devido à demanda externa de outros municípios interessados em replicar o modelo de PSA, ele  teve sua forma de valoração alterada, de modo que pudesse atender às especificidades de cada cidade.
“O novo modelo do Oásis, replicável, que tem uma fórmula padrão bem didática e bem fácil  de ser aplicada, foi lançada na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, no Rio de Janeiro”, disse Karam. A partir daí, foram firmados termos de cooperação técnica com nove municípios interessados em implantar o projeto em suas regiões. Quatro projetos estão pagando aos proprietários rurais envolvidos e que se comprometem a conservar suas áreas naturais.
Além de São Paulo, que no momento  discute a renovação do Oásis, as cidades que estão replicando o projeto são a região metropolitana de Curitiba (PR); São Bento do Sul (SC);  Brumadinho (MG), em parceria com o Ministério Público Estadual; São José dos Campos (SP); o distrito de Taquaruçu, em Palmas (TO); a região da Área de Preservação Ambiental (APA) do Piratigi, no sul da Bahia;  Bonito (MS).  Em Santa Catarina, se acha também em etapa final  consulta pública para  inclusão do método do Oásis na legislação estadual, acrescentou Karam.

Karam vê a participação na COP-12 como uma possibilidade de levar o projeto para outros países,  por meio de parcerias locais. “É uma possibilidade”. Ele esclareceu que uma das maiores dificuldades hoje em dia  é definir quanto deve ser pago por hectare protegido. “A nossa fórmula facilita aos municípios chegarem a essa resposta, porque ela foi construída com apoio do economista Carlos Eduardo Young, professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro [UFRRJ]”.
Além da quantidade de hectares que a pessoa está disposta a deixar conservada ou a recuperar , a fórmula considera  o custo de oportunidade da região. Ou seja, quando o proprietário decide participar do projeto, ele, “teoricamente”, abdica de uma prática agrícola ou pecuária que poderia desenvolver naquela área. Somam-se então a quantidade de hectares disponibilizados, o custo de  oportunidade da região e as práticas conservacionistas que o proprietário está disposto a implantar no projeto, e chega-se a um valor sugerido de pagamento para eles. Um sistema online (SisOasis), também disponibilizado pelo projeto, facilita o gerenciamento do pagamento.

A remuneração aos proprietários depende de município para município e de fatores como vocação agrícola ou pecuária  e valor da terra. Guilherme Karam disse ainda que os proprietários que participam do modelo entram recebendo,  pelo menos, 25% do custo de oportunidade da região. Em funções de ações que desenvolve na área, pode ir melhorando o índice e chegar a  receber até duas vezes o custo de oportunidade da região, “se for uma propriedade perfeita no serviço ambiental”.
As fontes pagadoras podem ser  as prefeituras; companhias de águas, que dependem da conservação  das bacias hidrográficas;  empresas de mineração, por meio de medidas compensatórias acordadas com o Ministério Público, caso de Brumadinho (MG); doações de organizações não governamentais (ONGs) internacionais, conforme ocorreu em São Paulo; empresas de bebidas; e o próprio setor agrícola, que depende da água para o seu negócio, entre outras.

Agência Brasil


IFCE de Cedro é bicampeão em torneio nacional de robótica



Pelo segundo ano consecutivo, o campus de Cedro do Instituto Federal do Ceará (IFCE) vence a Freescale Cup Brazil – Intelligent Car Racing e ganha a credencial para representar novamente o Brasil na etapa mundial do torneio de robótica, a se realizar em 2015 na Alemanha. A seletiva nacional, ocorrida no dia 8 de outubro, em São Paulo, consagrou duas equipes do campus como primeiro e segundo lugares. Ambos os grupos eram formados por estudantes do 7º semestre do curso de Mecatrônica Industrial. Além do IFCE de Cedro, outras instituições de ensino, como USP, Udesc e Unicamp participaram da competição.

O Worldwide Freescale Cup Challenge é um campeonato mundial em que alunos constroem e programam um carro para completar, de forma autônoma, um percurso em uma pista de corridas composta de curvas, rampas, túneis, quebra-molas e cruzamentos. Aquele cujo desempenho for mais rápido e não descarrilar vence. A equipe vencedora cedrense realizou o trajeto em pouco mais de 12 segundos.

Diario do Nordeste – Regional


Segundo exame descarta suspeita de ebola no Brasil


O Ministério da Saúde informou hoje (13) que deu negativo o resultado do segundo exame feito no paciente com suspeita de ebola. O Instituto Evandro Chagas, em Belém, confirmou que o homem de 47 anos, procedente da Guiné, não tem o vírus. Segundo o ministro Arthur Chioro, os critérios para a alta do paciente serão analisados pela equipe médica do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio, onde está internado. As pessoas que tiveram contato com ele, e que ficaram em observação, foram liberadas do monitoramento. O ministro disse que as medidas de prevenção da doença permanecem iguais. “Todas as medidas de prevenção e de vigilância em relação ao ebola permanecem. Ao mesmo tempo em que passamos tranquilidade à população, entendemos que se trata de uma enfermidade de risco pequeno, mas que não podem ser descartadas as medidas de prevenção”, avaliou o ministro.

O homem natural da Guiné chegou ao Brasil no dia 19 de setembro. Em Cascavel, o africano sentiu febre no dia 8 de outubro, e, no dia seguinte, procurou uma Unidade de Pronto-Atendimento. O Ministério da Saúde foi acionado e o paciente transferido para o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, onde permanece internado para a identificação do problema que o levou ao hospital.
Foram feitos dois exames de sangue no paciente, um no dia em que o ministério foi avisado da suspeita e outro 48 horas depois. É o procedimento indicado pela Organização Mundial da Saúde para confirmação ou descarte de um caso da doença.

A Guiné é um dos países da África Ocidental onde há uma epidemia de ebola. No país, pelo menos 1.350 pessoas foram contaminadas e 778 morreram com a febre hemorrágica, desde o começo do ano.

Fonte: Agência Brasil 


Justiça condena Lojas Americanas e indenizar cliente que teve o tablet explodido


O juiz da 2ª Vara da Comarca de Barbalha, na Região do Cariri, Leonardo Afonso Franco de Freitas, condenou a rede Lojas Americanas S/A a pagar indenização de R$ 5.068,00 para servidora pública que comprou tablet com defeito. Além disso, deverá restituir o valor de R$ 227,15 pago pelo produto.
Segundo os autos, no dia 22 de março deste ano, a consumidora comprou um tablet pelo site da empresa. Em menos de cinco dias da chegada do equipamento, ele superaqueceu e explodiu. A cliente entrou em contato com a central de atendimento da loja para efetivar a troca do produto danificado, mas a empresa não recolheu o produto. Em nova tentativa para solucionar o problema, recebeu da empresa autorização de postagem de encomenda. O código de envio, no entanto, estava inválido. Ao perceber que não conseguiria resolver a situação, registrou reclamação na Defensoria Pública do Município de Barbalha. Em audiência, a empresa se comprometeu a restituir o valor pago pela servidora pública, com as devidas correções monetárias, em até 15 dias. Mais uma vez, o acordo não foi cumprido. Sentindo-se prejudicada, em 24 de julho, ajuizou ação requerendo a restituição do valor pago pelo equipamento, e reparação por danos morais. Na contestação, a Americanas alegou falta de provas que justificassem o pedido de indenização.

Ao analisar o caso, o magistrado julgou “prudente e razoável a condenação no valor igual a sete salários mínimos vigentes para reparar o mal causado à parte requerente (consumidora”. Disse ainda que a decisão poderá inibir condutas ilícitas de empresas semelhantes, de modo a forçá-la a adotar uma cautela maior.

TJCE



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