xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 09/09/2014 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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09 setembro 2014

Para você refletir ! -Por Maria Otilia

Estamos vivendo um momento crítico na cidade do Crato. Muitas são os questionamentos sobre novas políticas públicas efetivadas ou a falta delas, a nível de município.E quando dialogamos com algumas pessoas  grande parte delas diz" O Crato sempre foi assim,sem sorte..." ou as coisas nunca mudam por aqui.....já estamos conformados. Ora, somos sabedores que todos os nossos gestores que ocupam cargos públicos, por representatividade, deve governar para o povo que o escolheu.E Seja no legislativo ou executivo deve atender as demandas e anseios deste povo. Cabendo a nós, sociedade civil exigir que este governo seja um líder de todas aqueles munícipes , independente das convicções políticas, religiosas, gênero,etc.Não podemos e não devemos nos acomodar e ficarmos apenas nas lamentações. Lembramos aqui uma frase da música de Geraldo Vandré.."quem sabe faz a hora não espera acontecer"...Isso nos faz refletir que  a vontade do  povo ainda é soberana.Vamos juntos buscar soluções para que o nosso Crato realmente saia  do banho de imersão que já perdura por muitos anos.Faça uma leitura da fábula abaixo.Boa reflexão.E que traga ânimo para todos nós cratenses esperançosos de  boas novas.
                                       
  Os Macacos e as Bananas       

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o enchiam de pancadas. Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.
Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada.
Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas.
Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui...".
Não perca a oportunidade de passar esta história para seus amigos, para que, vez ou outra, questionem-se porque estão "batendo"!
autor desconhecido.

Esta fábula nos traz como mensagem que se compararmos os macacos com todos nós, observamos que também nos acomodamos. Talvez se todos os macacos tivessem subido juntos, e não ficassem parado olhando o outro subir e alcançar o seu objetivo, eles não ganhariam uma jato de água fria, pois esse jato é justamente pra eles acordarem e fazerem algo também, pois se ficarem parados mais cedo ou mais tarde vão sofrer as consequências de não fazer nada!

Coragem moral - Por: Emerson Monteiro

Ou a dignidade, essa boa fé que justifica viver neste mundo em paz consigo mesmo. Se não, a que se está aqui?... Profissões, fama, riquezas, informações guardadas, tudo o mais que perde o sentido quando some o valor pleno da dignidade face as razões da existência. Postular cargos, destaques, conduzir multidões, reunir patrimônio, são motivos pequenos diante da ordem natural que rege os acontecimentos deste chão. Correr atrás de ilusões pode explicar só enquanto a realidade permanecer à sombra dos dias. A poeira das circunstâncias humana, no entanto, demonstra claramente o nada de vender a alma ao preço das vaidades, pura perda de tempo, energia, saúde, juventude e oportunidade.

Ainda assim, a ausência de sentido sujeita toldar de cinza os projetos sucessivos das pessoas, devido àquela tendência de passar nos cobres a essência de existir, submissos aos instintos imediatos, vítimas da facilidade em trocar por lentilhas o trato bom da verdade absoluta qual instrumento de busca da Perfeição. Poucos, talvez raros, demonstram compreender a urgência de conhecimento verdadeiro na prática das realizações individuais. Largam aos pedaços a juventude nas baladas e nos vícios, abandonado bestialismo que, de perto, acompanha o séquito dos desavisados.

Conquanto as respostas rasguem os olhos de gerações e gerações face aos frutos estragados que produziram as histórias melancólicas, inúmeros batem cabeça no erro. Padecem da teimosia de representar papeis secundários, esquecidos da possibilidade dos papeis principais, nos palcos das jornadas pessoais.

Nisso, o que bem caracterizaria crescimento evolutivo nesta escola do tempo, haverá inestimável infinito maravilhoso na Criação que vira mero prejuízo de irresponsabilidades e satisfações indiferentes.  

Quanto ao preço de ser digno se pagará, sim, pois este lugar provisório onde ora habitamos impõe condições por vezes extremas, dados limites da pequenez relativa das sementes que nascem com esforço. Isso lembra frase de  de Castro Alves, quando diz: Que sou pequeno, — mas só fito os Andes... E adiante persistirá sempre sol no caminho de quem aceita de viver com Dignidade as honras de ser feliz.


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