xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 19/05/2014 | Blog do Crato
.

VÍDEO - Em breve, estaremos de volta com as novas transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, alguns programas ao vivo ). O modelo será mais ou menos como no vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos em que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



Comunidade Cratense no Facebook - Mais de 25.000 seguidores. Clique em Curtir e adicione a sua Foto !

19 maio 2014

Para Você Refletir ! - Por Maria Otilia

Como falei antes em outras postagens, este é mais um ano de escolhas.E este é o momento para avaliarmos tudo que está acontecendo. Manifestações, ora por uma causa justa, ora apenas para anarquizar, quebrar, denegrir, desrespeitar, etc. Bem como a postura de alguns dos nossos representantes políticos , nas diversas  esferas que insistem em  ferir os nossos direitos constitucionais, não atendendo no mínimo aos direitos básicos como: saúde,educação, moradia, segurança, etc.
Chegamos a este ponto porque somos nós os responsáveis pelas escolhas que fazemos. Seja na vida pessoal ,profissional ou coletiva. Para que façamos uma boa reflexão, posto uma fábula muito interessante. Boa leitura!
                     ATITUDE É TUDO

João era o tipo do cara que você gostaria de conhecer. Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer. Quando alguém lhe perguntava como ele estava, a resposta seria algo: - Se melhorar, estraga.  Ele era um gerente especial, pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes. Ele era um motivador nato. Se um funcionário estava tendo um dia ruim, João estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação. Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:  - Você não pode ser uma pessoa tão positiva o tempo todo. . . . . Como você faz isso?  Ele me respondeu: - A cada manhã,  ao acordar digo para mim mesmo: "João, você tem duas escolhas hoje:  Pode ficar de bom humor ou de mau humor".  E eu escolho ficar de bom humor. Cada vez que algo de ruim acontece, posso escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o ocorrido. Eu escolho aprender algo. Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação ou mostrar o lado positivo da vida.  - Certo, mas não é fácil, argumentei.   É fácil, disse-me João. A vida é feita de escolhas. Quando você examina a fundo, toda a situação sempre há uma escolha.  Como diria Sócrates: "Três coisas devem ser feitas por um juiz: ouvir atentamente, considerar sobriamente e decidir imparcialmente.  Você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas afetarão o seu humor. É sua a escolha de como viver a sua vida. Eu pensei sobre o que João disse, e sempre lembrava dele quando fazia uma escolha. Anos mais tarde soube que João cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã, foi rendido por assaltantes.  Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo. Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele. Por sorte ele foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para um hospital. Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas alojadas em seu corpo.  Encontrei João mais ou menos por acaso. Quando lhe perguntei como estava, respondeu:  - Se melhorar, estraga.   Contou-me o que havia acontecido perguntando:  - Quer ver minhas cicatrizes? Recusei ver seus antigos ferimentos mas perguntei-lhe o que havia passado em sua mente na ocasião do assalto.  A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de trás, respondeu. Então deitado no chão, ensanguentado, lembrei que tinha duas escolhas: poderia viver ou morrer. Escolhi viver.   Você não estava com medo?, perguntei. . . . . Os paramédicos foram ótimos. Eles me diziam que tudo ia dar certo e que eu ia ficar bom. Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado. Em seus lábios eu lia: "esse ai já era". Decidi então que tinha que fazer algo. . . . . - O que fez?, perguntei. . . . . - Bem, havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. . . . . Perguntou-me se eu era alérgico a alguma coisa. . . . . Eu respondi: "sim". . . . . Todos pararam para ouvir a minha resposta: Tomei fôlego e gritei: "SOU ALÉRGICO A BALAS !" Entre as risadas lhes disse: . . . . "Eu estou escolhendo viver, operem-me como um ser vivo, não como um morto."

 João sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas também graças a sua atitude. . . . . Aprendi que todo dia temos a opção de viver plenamente. Afinal de contas, "ATITUDE É TUDO

Autor desconhecido.  

CRATO PRECISA DE UMA OPOSIÇÃO FIRME e COERENTE



De vez em quando aparecem uns movimentos dizendo-se em favor do Crato, parecendo campanha política. Como sempre falo, em tudo, há pessoas boas e más. É sempre necessário separar o joio do trigo, para que os bons não paguem pelos crimes dos maus. E é sempre bom ficarmos atentos, para não descaracterizarmos os movimentos sociais VERDADEIROS do povo daqueles que querem ser TRAMPOLIM para futuros palanques políticos. A verdade hoje é que a cidade do Crato está se destruindo, com uma administração PÉSSIMA, e precisa de oposição. Mas, uma oposição responsável. Precisamos de movimentos de reivindicação nas ruas que cobrem das autoridades soluções para os problemas, não de movimentos para denegrir a imagem de pessoas. Não é sábio jogar todo mundo no mesmo bolo. Tem gente que quer o bem do Crato e tem aproveitadores e militantes políticos infiltrados nestes movimentos. O Crato precisa ACORDAR. A LUTA DEVE CONTINUAR, MAS UMA LUTA SENSATA.

Dihelson Mendonça



Minha mãe - Por: Emerson Monteiro

Quando casou, em 1944, ela deixou a casa de sua avó, em Crato, e foi morar com meu pai em Lavras da Mangabeira, no sítio do sogro, meu avô Amâncio Lacerda Leite, numa fazenda típica do sertão cearense. Lugar dotado de açudes, a casa grande dos ancestrais da família, engenho movido a vapor, situações de cana, algodão, feijão, milho e arroz. E casas de taipa dos moradores espalhadas em mais de 1.500 tarefas de carrasco e baixio. Curral. Gado. Chiqueiro de criação. Uma capelinha próxima da casa que meu pai construiu em outeiro defronte da antiga estrada Crato - Fortaleza, que cortava as terras.

Nesse pouso, permaneceria por dez anos, tempo em que vieram os quatro dos cinco filhos do casal.

Quando engravidara do terceiro filho, nos afazeres de ensolarada manhã, varria o terreiro da casa e se surpreendeu com a presença, nas imediações, de tio Edson, irmão mais novo de meu pai, que sofria de epilepsia. Vivia na fazenda coberto dos mimos de minha avó, a dar trabalho aos pais pelos caprichos que lhes impunha. Andava por volta dos 18 anos de idade esse tio, que dispunha do físico desenvolvido das pessoas adultas; olhos espantados, rosto bochechudo, roliço, cabelos escuros, aparados, conforme os registros fotográficos que existem.

No meio das suas manias, antipatizava minha mãe, causa da apreensão nas suas aproximações furtivas, cheias de surpresas e gestos agressivos, pois pouca reserva de tolerância demonstrava para com as pessoas. Perante mínimas contrariedades, se excedia nas proporções da reação. Existe a notícia de haver sustentado uma marrã de cabra pelas patas traseiras e matado batendo com ela de encontro ao chão.

Desta vez, ao avistar minha mãe no terreiro da casa, lá de longe atirou banda de tijolo na sua direção, projétil que só pararia quase lhe chegando aos pés. Surpresa com o gesto descabido, ainda que recobrasse a tranquilidade seria vítima do susto e perderia o filho que carregava no ventre; abortou sem maiores apelações.

Um ano depois, em 1949, grávida de novo, na fase da gestação do sétimo para o oitavo mês, seguiu de montaria até a cidade de Lavras para, acompanhada de minha avó paterna e de uma cunhada, ir de trem a Aurora comprar tecido para o enxoval da criança a nascer.

Na casa de tia Nildes antes de viajar, nesse dia chegou o tio Edson já aborrecido por motivo de que seu cavalo de estimação haver torcido uma das patas. Exigia de imediato do cunhado, tio Expedito, outro animal. Aos gritos, adentrou o quarto onde viu minha mãe e outras pessoas reunidas. Incontinenti, aproximou-se e desferiu-lhe soco violento do lado da cabeça, jogando-a no solo.

Acalma daqui, acalma dali, chamaram uma parteira, por ausência de médico, que indicou chá de gergelim tostado como antídoto às possíveis consequências do abalo sofrido. Mesmo perdendo líquido, o que esconderia dos demais, fora na viagem programada. Ao regressar, se houve do jeito que pode também para retornar à fazenda, e se restabeleceu no suficiente de controlar a gravidez. Teria o filho no período certo.

Não demorou muito além desses acontecimentos e tio Edson morreria dormindo. Dentre as suas condenáveis peripécias, cegara um dos olhos da própria mãe, munido de canivete, nas atitudes desvairadas com que exteriorizava os instintos celerados.

Em 1953, a família fixaria residência em Crato, onde minha mãe, pessoa inteligente e aplicada, exerceu o ofício de professora da rede pública estadual, partilhando com dedicação seus conhecimentos na formação da juventude daquela época.

VÍDEO - CRIMES VIRTUAIS - Funcionário é difamado por grupo de Fakes do Facebook e diz que quem fizer oposição é intimidado.



Num patrocínio exclusivo de RVNET - O melhor provedor de Internet do Cariri

História do Brasil: ‘A República foi um golpe de Estado’


(entrevista concedida e publicada no jornal “O Globo”)
Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança

No Brasil para lançar um livro sobre as viagens de Dom Pedro II à Alemanha, tataraneto do imperador diz que Brasil é maior que qualquer governo
“Tenho 82 anos, oito filhos e dezesseis netos. Estou lançando um livro sobre as viagens de meu tataravô, Dom Pedro II, à Alemanha. Sou casado há 46 anos com uma prima, tataraneta da rainha da Áustria. Meu nome é um conglomerado de nacionalidades. Vivo em Portugal, mas morei 12 anos no Rio, em Copacabana’’
Conte algo que não sei
Na autobiografia de Dom Pedro II há um pedaço do diário anexado ao livro que estou lançando sobre suas visitas à Alemanha. Ali ele escreve como deve ser um imperador, e diz que inveja os presidentes da República. Muitos disseram que ele era republicano. Não era republicano nada. Tinha mais de 20 anos de governo. Era um peso. Tinha que governar até morrer. Um presidente depois é livre, vai ter um boa vida, viajar, estudar. Foi inveja mesmo, um grito à liberdade.
O que mais o livro revela?
Dom Pedro descreve como se tratam os dinheiros públicos. Qualquer desperdício é um furto à nação. Por exemplo, fazer um porto em Cuba ou no Uruguai. Isso ele não teria feito.
Por que escrever sobre a relação com a Alemanha?
Já foi escrito sobre a viagem dele à Rússia, à Escandinávia, ao Egito. Ano passado foi o ano do Brasil na Alemanha, e nada se sabia sobre as quatro viagens que ele fez ao país. Muito material sobre a viagem não existia porque Dom Pedro viajava como particular, não fazia viagens oficiais, pagava seus deslocamentos. Ele praticamente iniciou o que hoje temos como viagens à prestação.
O que motivou as viagens?
Em 1870, morreu de tifo, em Viena, sua filha, irmã de D. Isabel, a princesa Dona Leopoldina, sepultada na Alemanha. Ele queria ir, rezar no túmulo dela. Na quarta viagem, já como imperador destronado, só lhe davam bom-dia, sem honras. Visitou grandes indústrias, como a Krupp. Não queria comprar canhões, era antimilitarista, mas achou que o Brasil tinha que estar na vanguarda da técnica e bem guarnecido, depois do caso do Paraguai.
Como foi viver no Brasil, com esta herança?
Um peso. Antes muita gente dizia: com esse nome, facilita. É o contrário. Se eu me chamasse Antônio, teria sido muito mais fácil. Mas temos que oferecer uma parte própria de sabedoria e de prática. As pessoas valem pelo que elas são e não pelo nome que levam.
Qual a história do nome?
Sou um conglomerado de nacionalidades. Tenho parentes no mundo inteiro, sangue italiano, alemão, inglês, português, espanhol. Procuro tirar o melhor de cada pedacinho.
Seus filhos falam a língua?
Todos. Fizeram estágio aqui. E têm nome brasileiro: um é Afonso Carlos, o outro José, outro Antônio, outra Leopoldina… Quanto mais conheço o mundo, mais aprecio o Brasil, com todos os seus defeitos. É um país extraordinário, com uma natureza maravilhosa. Gostaria de voltar a ser fazendeiro, criar umas vaquinhas.
O Brasil esquece a história?
Muita coisa caiu no esquecimento voluntariamente pela República. A História é escrita pelo vencedor. As grandes bases da República de hoje foram feitas pelo Império, em todos os sentidos. Uma delas foi a dignidade que o imperador imprimiu à coisa pública.
A República foi culpada pela deterioração da política?
A República, antes de mais nada, foi um golpe de Estado. Eles tiveram medo de uma reação do povo, por isso embarcaram Dom Pedro de noite. Isso já foi um sinal de fraqueza muito grande. Não posso dizer que a culpa seja da República. O Brasil é tão rico! E sempre se falava: está à beira do abismo. Por pior que o governo seja, o Brasil caminha. Ele é maior.
("O Globo")


RESPOSTA À MONS. ROCHA, 43 ANOS DEPOIS - Por: George Macário de Brito




No próximo dia 22 de maio será comemorado o centenário de nascimento de Mons. Pedro Rocha de Oliveira. Outro dia, escrevi uma matéria sobre o amigo Antonio Mascarenhas, hoje, na supremacia dos seus 95 anos, cuja sua imagem de Vaqueiro permanece indelével até hoje. Não poderia ser diferente, com um outro amigo que tive e que nos deixou muito cedo...Mons. Rocha é a mais aproximada expressão de santidade, que um ser humano possa alcançar em vida. Este fato se completou com o seu passamento e que, ao longo dos anos, com a extinção de suas qualidades, que não mais se repetem nos tempos hodiernos...

Sim! Fomos amigos! Apesar da diferença de idade e da minha impossibilidade de compreender os assuntos de "gente grande", Mons. Rocha voltava a ser "criança" e conversamos de "igual para igual"... Jamais esquecerei de sua gargalhada maravilhosa e alta, apesar do silêncio hospitalar... Mas não dava para segurar!

Em muitas oportunidades eu acompanhava meu Pai ao Hospital São Francisco de Assis, onde Mons. Rocha era Diretor. Eu via, apensar da tenra idade, que os dois faziam uma "dobradinha perfeita", quando se tratava de cuidar dos Pobres, dos mais humildes... Mons. Rocha e meu Pai era amigos porque a sintonia dos seus "Corações Humanos" falavam a mesma língua, tinham as mesmas ideias e suas atitudes convergiam para um só caminho, sem demagogia, por puro altruísmo.... era a prática da CARIDADE, na mais pura acepção do termo. Saudade do amigo, que prenunciava ser eu um futuro médico, pela palavras deixadas em sua Carta, endereçada à minha pessoa, quando completei meus cinco anos de vida. É certo que ele não acertou em minhas escolhas profissionais. Entretanto, meu amigo Mons Rocha, acertou quando vaticinou que eu seria, "UM BOM FILHO, UM BOM CRISTÃO, UM BOM AMIGO, UM CIDADÃO QUE HONRA A SUA FAMÍLIA, A SUA TERRA E A SUA PÁTRIA", em 29 de outubro de 1970.

Escrevo estas palavras com o peito arrochado de emoção e, apesar de não ter tido a oportunidade de conversar com ELE - de homem para homem - pois sua breve partida, para assumir de volta a sua cadeira cativa no "parlamento celestial", nos deixou um vazio até hoje inocupado...
Mas, o que me deixa feliz, apesar de ter vivido toda esta ausência de um amigo, que pouco ficou entre nós, é ter tido o privilégio de assistir parte de sua história, de ver o seu exemplo, de observar as suas ações de um verdadeiro executor da obra de Cristo. Sua curta passagem, valeu muito mais do que muitas vidas longas e infrutíferas...

Ao amigo Mons. Rocha (in memoriam) agradeço pelas palavras desta Carta, que agora respondo após passados 43 anos, pelas belas palavras, principalmente, por ter tratado a criança George Macário de Brito sempre com muita alegria, generosidade...e, em muitas e muitas vezes... ter voltando no tempo, para falar comigo, de igual para igual, como duas crianças de cinco anos.
A História de homens como Mons. Rocha nunca será esquecida...
Não é por acaso que ele é chamado de APÓSTOLO DA CARIDADE.

George Macário de Brito
Advogado e Artista Plástico


Crato: Falta de médicos e remédios no chão são um dos problemas enfrentados em Posto de saúde

PARTIDOS GRADEADOS – FALÊNCIA E FANÁTICOS - Por: Augusto Monteiro Rodrigues




Defender partidos no Brasil tornou-se a idiotice mais esquisita que um determinado fanático cidadão pode cometer. Todos eles são corruptos, fazem conchavos os mais esquisitos possíveis. Normalmente, quando bandidos se unem, formam uma QUADRILHA. Na política brasileira, quando eles também se unem, para concretizar as mais diferentes MARACUTAIAS, desculpam-se usando o termo GOVERNABILIDADE – união de corruptos das mais diferentes procedências para trabalhar melhor em prol do país – leia-se “...melhor em prol de seus próprios bolsos”. Em nome da GOVERNABILIDADE é que estão num mesmo saco – Renan, Sarney, Collor de Melo, Lula, Dilma. Fernandinho Beira Mar, mensaleiros, metrozeiros... Esse saco, por incrível que possa não parecer, é muito largo e comprido, de modo que sempre cabem mais uns nele, dependendo das oitavas intenções da ocasião. Fanáticos, como é de praxe, nunca se reconhecem como tais, a não ser que se vislumbre um novo holocausto. Aí já é tarde.

Prof. Augusto


Histórias e Estórias do Crato de Antigamente - 19 de Maio de 2014



O Dr. Luis de Borba Maranhão era advogado, bem conceituado, e político. 

O JOGADOR

Uma das características do Dr. Luís de Borba Maranhão era ser extremamente simples. Não ligava a mínima para nada. Chegava a ser até ingênuo. Era rico desde que vendera uma mina de pedras semi-preciosas que ele tinha no Rio Grande do Norte. Carros ele tinha vários. Mas tudo era velho. Quando trocava de carro era por outro velho. E o filho, João de Borba Maranhão, era do mesmo jeito. Ambos eram assíduos freqüentadores do jogo de “buraco” na casa do Luís. Com um detalhe: quando o pai ia o filho não ia:

- Não, Luís, não vou não. Muito obrigado. Meu pai joga muito mal e acha que joga.

O INFARTO

Certo dia, o jogo de buraco corria solto na casa do Luís. De repente, ele começou a suar muito e com uma dor no peito, correndo para o braço esquerdo. Alguém, de pronto, ligou para o Dr. Raimundo Bezerra. Do outro lado da linha veio a ordem:
- Leva rápido para a Casa de Saúde que ele está tendo um infarto!
O João de Borba Maranhão, imediatamente se prontificou:
- Eu levo o Luís!
Mais do que de repente, os jogadores carregaram o Luís e o instalaram no banco traseiro do carro, onde ele ficou deitado.
Foi aí que ele pode comprovar a mania da família por carro velho. Era uma batedeira total. Parecia que não tinha amortecedor e nenhum parafuso. Apesar de toda a dor, só pensando em morrer, o Luís notou que o carro estava com o freio de mão puxado até o último ponto. O motor zunia e o carro não desenvolvia. O Luís com uma dor terrível, que não o deixava falar. Só conseguia pensar:
- Porra, vou morrer por causa de um freio de mão! Puta que pariu! Que sorte essa minha! Nessa velocidade, quando chegar ao Hospital, eu já estarei morto!
Quando conseguiu estacionar na emergência da Casa de Saúde do Dr.Raimundo, a fumaceira tomou conta de todo o carro. Então, o João de Borba, na maior calma do mundo, exclamou:
- Ih! É por isso que o carro não desenvolvia! Eu doido para chegar rápido e o carro não andava! Deixei o freio de mão ligado!

O PERUANO

Apareceu no Crato, em determinada época, um peruano. O Luís não sabe explicar como ele foi esbarrar por lá. Mas conseguiu se firmar na cidade. Casou com uma filha do Dr. Luís de Borba Maranhão.
Certo dia, numa roda de amigos, ele falava das suas criações. Era capêto pra aqui, capêto pra lá. Participava da roda o Sr. Joaquim Bezerra, pai do Dr. Raimundo Bezerra. Ele soltou aquela sua gargalhada característica, e disse:
- Este cara está aqui há tanto tempo e ainda não aprendeu a falar! Não é capêto não, homem, é CAPOTE!

O TÉCNICO

Três clubes se destacavam no futebol do Crato. O Sport - o melhor - mais organizado e de maior torcida. Provavelmente devido às cores das camisas rubro-negras, como as do Flamengo. O Atlético, com as camisas mais para laranja do que vermelho. E o Cariri, de camisas brancas com duas listras separadas na diagonal, em preto e vermelho. Dos três, o mais modesto.
A Diretoria do Cariri decidiu convencer o Dr. Luís de Borba Maranhão de que ele era um excelente técnico de futebol. Na verdade, estavam de olho era no dinheiro dele. O certo é que ele pegou a corda e a sua estréia foi num clássico contra o Sport. O jogo foi no campo do adversário, no Bairro Barro Vermelho. O campo era de terra, o alambrado era um único arame que cercava as quatro linhas, e o fechamento do estádio era com palha. Joguei algumas vezes nesse campo, em torneio de times de garotos. A bola era oficial, de “pito”, como se chamava, e todos jogavam descalços.
Com o patrocínio do Dr. Maranhão, o Cariri lançou um atacante, Meinha, que tinha fama de goleador.

O Luís se colocou ao lado do novo técnico, para observar suas instruções. O jogo disputadíssimo, mas com maior pressão por parte do Sport. Quase ao final do jogo, córner contra o rubro negro. A bola é lançada para o tumulto da pequena área. E o Meinha, entra de peixinho e, com a cabeça, empurra a bola para o fundo das redes do Sport. O técnico virou-se para o Luís e disse:
- Essa jogada eu combinei para lançar na cabeça do Meinha!
Ao final da partida, com a vitória do Cariri, o novo técnico foi carregado nos ombros pelos jogadores e Diretoria. Afinal de contas, era o grande patrocinador da Equipe...

Clube Atlético Cratense. O primeiro, em pé, da esquerda para a direita, é o Alagoano, cunhado do Luís. Foi quem me levou para assistir ao meu primeiro jogo de futebol. O segundo, agachado, da esquerda para a direita, é o Ossian Alencar Araripe, que chegou a ser prefeito do Crato e Deputado Federal. Era o craque do time e da seleção cratense.

OS DOCUMENTOS

Depois de aposentado ficou cuidando de sua propriedade que ficava para as “bandas da Batateira”, na Serra do Araripe. A Batateira é o local de uma famosa fonte de água artesiana, que jorra alguns milhares de litros por hora. É tão intensa que comporta uma mini-turbina, para gerar energia elétrica. É na subida as Serra para quem vai do Crato para Pernambuco, mais propriamente o Exu, cidade do famoso Luís Gonzaga, o Gonzagão. Na saída da cidade, depois do “Seminário dos Alemães”, existia um posto fiscal. Tinha uma fiscalização mais intensa principalmente por ser o último posto de fronteira com outro estado. Todos que por lá passavam, tinham que se submeter a uma revista. Portanto, só se passava quando o “guarda autorizava”... Para o Dr. Luís não tinha essas revistas. Todos os guardas já o conheciam e ele passava direto.Mas, um belo dia, estava de serviço um guardinha novato. E, portanto, não conhecia o Dr. Maranhão. Sendo assim, ordenou que parasse. Por essa razão, dessa vez, ele teve que se submeter à revista, muito a contragosto.

O guarda se dirigiu até ele e disse a conhecida frase:
- Os documentos, por favor.
O Dr. Luís não titubeou. De imediato abriu a braguilha e, facilitado pela cueca “samba canção”, juntou tudo com as duas mãos e disse:
- “Taqui” os documentos...

Nunca mais foi parado...

Por: Ivens Mourão
Todos os direitos reservados
Publicação exclusiva no Blog do Crato - www.blogdocrato.com 


Não adianta anunciar onde ninguém vê - BLOG DO CRATO - 200 mil visitas por mês !




Faça como:










Entre em contato pelo E-mail: blogdocrato@hotmail.com

A SOLIDEZ DE QUEM JÁ ESTÁ NO MERCADO HÁ 9 ANOS

Crato - Previsão do Tempo - 19 de Maio de 2014


Bom dia, Crato!


Hoje, Segunda-feira, 19 de Maio de 2014, dia de grandes decisões na vida de várias pessoas do Crato. Hoje considero um marco importante que estaremos dando na direção da justiça e para por a nossa cidade de volta aos trilhos após essa saída desastrosa em que se encontra atualmente. Em algum tempo, o Crato voltará a ser uma cidade que almeja o desenvolvimento e o bem-estar do seu povo, pois estará nas mãos de pessoas que verdadeiramente se dedicarão à terra de Frei Carlos Maria de Ferrara e afugentará algumas almas sebosas que circulam pela cidade e a estão destruindo. Tenham todos uma excelente semana!

PREVISÃO DO TEMPO

Para hoje, a previsão indica dia de Sol com algumas núvens e não chove.
Nascer do sol: 05h41   Pôr do sol: 17h27
Temperaturas: Max 29º e Min 22º
Ventos a SSE  a 16km/h
Umidade Relativa do Ar: Max 86% e mínima de 48%
Índice UV: Extremo


Infraero começa a pagar indenizações da ampliação do aeroporto de Juazeiro a partir desta segunda-feira (19)


A Infraero encerra nesta sexta-feira (16), a conclusão dos estudos para o pagamento indenizatório dos proprietários dos imóveis próximo ao Aeroporto Regional do Cariri, em Juazeiro do Norte.
Esse primeiro bloco, segundo o assessor jurídico da Infraero Luís Ribeiro de Andrade, é referente a quem comprou terreno pertencente ao espólio de Antônio de Sá Barreto.

Esses proprietários foram cadastrados e devem comparecer nesta segunda e terça-feira, dias 19 e 20 de maio, munidos de documentos pessoais e a escritura do terreno para assinar o termo de compra e venda na presença do juiz federal Leonardo Coutinho. Quem discordar do valor avaliado pela Caixa Econômica Federal poderá pedir uma nova avaliação. Na próxima semana, a assessoria jurídica da Infraero deve concluir o valor das indenizações do segundo bloco.

Via Flavio Pinto News


Ex-chanceler alemão alerta para risco de 3ª Guerra Mundial



Em entrevista, Helmut Schmidt , hoje com 95 anos aborda o agravamento da crise na Ucrânia
Ex-chanceler alemão Helmut Schmidt.

HelmutSchmidtO ex-chanceler alemão Helmut Schmidt advertiu sobre os riscos de uma Terceira Guerra Mundial e atribuiu à União Europeia parte da responsabilidade no agravamento da crise ucraniana, em uma entrevista divulgada nesta sexta-feira.

“O risco de que a situação se agrave, como em agosto de 1914, cresce a cada dia”, assegurou o social-democrata de 95 anos, que nasceu pouco depois do fim da Primeira Guerra Mundial e serviu ao exército alemão na Segunda, em entrevista ao jornal Bild. “A situação me parece cada vez mais comparável. A Europa, os americanos e também os russos se comportam como o autor (de origem australiana) Christopher Clark descreve em seu livro ‘Os sonâmbulos’”, acrescentou.

Neste livro, Clark descreve as causas que levaram a Europa à sangrenta Primeira Guerra Mundial.
O ex-chanceler alemão também criticou os burocratas de Bruxelas que entendem muito pouco da política externa e “colocam a Ucrânia diante da suposta opção de escolher entre o leste e o oeste”.
“O exemplo mais recente é a tentativa da Comissão Europeia de integrar a Ucrânia. E isso depois da Geórgia (que teve uma breve guerra com a Rússia em 2008). É preciso lembrar que a Geórgia está fora da Europa. Isso é megalomania por parte de Bruxelas”, acrescentou o homem que foi chanceler entre 1974 e 1982.

Para compensar o poder da Comissão Europeia, “composta por 28 comissários e milhares de burocratas”, Schmidt convoca um golpe que daria mais prerrogativas ao Parlamento europeu.
“Isso ocorrerá apenas se houver uma rebelião do Parlamento”, disse, a 19 dias das eleições europeias.


Inocente!!! SABE DE NADA!!!



EXCLUSIVO Confira na edição desta semana de ISTOÉ a primeira entrevista de José Genoíno na cadeia. De dentro da Penitenciária da Papuda o deputado federal conta como se sentiu ao voltar à prisão, como está sua saúde e o que espera do futuro.

Cont. de Laudenilson Botelho


Que tal um cafezinho gostoso ? - Cafeteria DI CAFFÉ - No centro do Crato




Cafeteria DI CAFFÉ, localizada no Shopping Residence, no centro do Crato. Um local muito aprazível, que está cada vez mais se transformando no novo "point" para aquele bate-papo gostoso, e claro, saborear o melhor café da cidade. Nós que já éramos fãs de carteirinha do DI CAFFÉ, agora, mais do que nunca estaremos por lá encontrando os amigos. E aproveitando, deixo aqui o convite: Que tal tomar um delicioso café na DI CAFFÉ ?



O local mais aconchegante para você saborear um delicioso café... 


No centro da cidade, bem ali no Shopping RESIDENCE 


DI CAFFÉ - Rua Santos Dumont, 38 - Shopping Residence Loja 8A
O mais aconchegante Café do Crato.


Edições Anteriores:

Setembro ( 2017 ):

01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30