xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 12/01/2014 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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12 janeiro 2014

A figueira seca - Por: Emerson Monteiro

Neste tempo de inteligências formarem uma só unidade, quando o conhecimento das disciplinas totaliza único bloco de valores, não mais é possível distinguir seja psicologia de religião, mitologia de ciência e os fenômenos físicos dos espirituais. Tudo em um todo vem providenciado leituras de mundo. A imagem que domina, panorama das ciências, equivale dizer que subiu a cortina dos mistérios e os protagonistas investiram na solução dos problemas, sem, contudo, dividir as possibilidades e os detalhes.

Bom, digo isso querendo considerar uma das parábolas de Jesus, de quando saída de Betânia e viu a figueira coberta de folhas, indo buscar nela os frutos. E sendo fora da época dela frutificar, nada achou. Em reação imediata, o Mestre determinou: Nunca jamais coma alguém fruto de ti; e seus discípulos ouviram isto. (Marcos 11:12-14)

Dia seguinte, os apóstolos notariam que a figueira secara até as raízes. Jesus, então, acrescentou: Tende fé em Deus. Em verdade vos digo que quem disser a este monte: Levanta-te e lança-te no mar, e não duvidar no seu coração, mas crer que se faz o que ele diz, assim lhe será feito. Por isso vos afirmo: Tudo quanto suplicais e pedis, crede que o tendes recebido, e tê-lo-eis. Quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai-lha; para que também vosso Pai que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas. (Marcos 11:20-25)

Quanto à figueira que secara, silenciou. Entretanto a imagem forte persiste até agora do que aquilo significaria, em termos humanos, vez que sempre visava lições no que praticou.

Em resumo, frutificar tão só nas colheitas representaria produzir apenas obrigação pura e simples. Qualquer figueira assim faria. No entanto gerar frutos no tempo das ausências, na vinda do Mestre, outra dimensão e qualidade isto traduz, de inteira dedicação das atitudes pessoais em qualquer momento andar pronto a responder aos desafios.

Brasil tem novo cardeal: Papa eleva arcebispo do Rio de Janeiro ao cardinalato

O brasileiro Dom Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, foi anunciado pelo papa Francisco como novo cardeal da Igreja Católica neste domingo. Dom Orani Tempesta está na lista de 19 cardeais de 12 países anunciados pelo pontífice argentino durante a cerimônia do Ângelus, realizada tradicionalmente aos domingos na Praça de São Pedro, no Vaticano. Essa é a primeira vez que o Papa anunciou nomes para o Colégio Cardinalício desde que assumiu o cargo, em março de 2013.
   

A dúvida que não quer calar: Império ou República?

(excerto de matéria publicada no “Diário do Nordeste” deste domingo)

No Ceará, grupo defende que o Brasil poderia ser menos corrupto com um monarca no poder, em vez de presidente

E se em vez da presidente Dilma Rousseff, escolhida através de voto direto, a direção do País estivesse nas mãos de um monarca, o que seria diferente na nossa economia e política?

Ao lado, quadro de D. Pedro II. Graças a seu governo, o Brasil-Império se projetou e foi tido no mundo de então como um país extremamente importante, segundo o médico João Batista Holanda. O fato não é argumento suficiente para a volta da Monarquia para o cientista político Valmir Lopes

Na opinião do médico cearense João Batista Holanda, a volta da monarquia seria uma solução para os muitos desmandos do Brasil de hoje. Para ele, o Império Brasileiro foi um exemplo de boa administração. "O Império deu ao mundo exemplos de honestidade e amor ao trabalho, virtudes não encontradas em nossos políticos. Estas qualidades que existiam no Império faltam nas atuais administrações, quando não cumprem os programas que elaboram para beneficiar a população, uma vez que os objetivos são pessoais e eleitoreiros. O monarca se considerava pai da nação, e como moderador exigia o cumprimento das metas programadas", explica.
O cientista político Valmir Lopes contesta que haja qualquer relação entre monarquia e corrupção. "Corrupção tem uma matriz completamente diferente da monarquia. Quando muito secundária ou até inexistente", afirma.

Chegada dos Príncipes D. Fernando e D. Antônio ao Museu do Ceará, onde se vê, no alto do portal, o brasão do Império. Ao lado (acima), integrantes do Instituto Cultural D. Isabel I diante da estátua de D. Pedro II, no Centro de Fortaleza. Em baixo, D. Fernando e D. Antônio com Heriberto Rebouças, autor dos retratos dos Imperadores

Em 1993, o Brasil realizou um plebiscito para consultar a população sobre qual deveria ser o regime governamental adotado no País. A maioria optou pela manutenção do regime republicano, 86,6%, contra 13,4%, que pediram a volta da monarquia.
A diferença foi menor entre a escolha dos sistemas. O sistema presidencial venceu, com 69,2% dos votos. O sistema parlamentarista ficou com 30,7%. A abstenção foi uma das maiores da história. Mais de 23 milhões de pessoas preferiram não ir às urnas. Na defesa do regime monárquico como o mais adequado para o Brasil, João Batista Holanda se fundamenta em pensadores como o historiador Ricardo Salles. "Para Ricardo Salles, um gramsciano (insuspeito, portanto), autor de Nostalgia Imperial, o Império do Brasil, ao engendrar a nacionalidade brasileira, baseou-a em uma série de mitos nacionais, como fizeram todos os Estados-Nação do mundo. Bons ou maus, é deles que nos alimentamos para atuar social e politicamente no Brasil. De maneira que está no Império, e não na República, a formação da nacionalidade brasileira", diz.

João Batista Holanda destaca que o Brasil era um império importante no século XIX. "O Brasil-Império se projetou e foi realmente tido no mundo de então como um país extremamente importante, graças a D. Pedro II", lembra.

A vitória da barbárie no Maranhão


Como o desgoverno de anos resultou nos horrores dos últimos dias, desde os bandidos degolados na penitenciária até a menina Ana Clara, de 6 anos, que morreu queimada, vítima de ataque criminoso a um ônibus urbano
Por Leslie Leitão e Alana Rizzo, da revista VEJA
A vida da menina Ana Clara Santos Souza nunca deveria ter cruzado a de W.T.F., o bandido conhecido como Porca Preta, que aparece na foto abaixo empunhando um revólver. Aos 6 anos de idade, Ana Clara se preparava para ir à escola pela primeira vez. Adorava vestir-se de princesa e andar de bicicleta. Tinha acabado de dispensar as rodinhas da sua, e por esse motivo andava muito orgulhosa. Era um universo sem ponto de contato com o mundo sinistro habitado por Porca Preta. 
O bandido, de 17 anos, é um dos membros do Bonde dos 40, a sanguinária facção criminosa que disputa o mercado de drogas de São Luís e domina parte das cadeias do Maranhão à base de métodos que incluem a decapitação de adversários e o estupro de suas mulheres. O que fez com que Ana Clara e Porca Preta se encontrassem no último dia 3 não foi o azar, mas uma combinação de duas tragédias: a situação nacionalmente calamitosa das prisões brasileiras e a gestão particularmente funesta do problema pelo governo do Maranhão, onde o descaso, o apadrinhamento e o descontrole elevaram o horror a uma escala nunca vista.
Parte desse horror transbordou na semana retrasada para uma rua da periferia da capital maranhense. Da prisão de Pedrinhas, partiu a ordem para que bandidos atacassem ônibus em circulação na cidade em represália à entrada da Polícia Militar na cadeia depois de mais uma rebelião sangrenta. Um dos alvos escolhidos foi o carro em que haviam embarcado Ana Clara, sua mãe, Juliane Souza, e a irmã de 1 ano, Lorane. 
Porca Preta foi o encarregado de render o motorista, enquanto seus comparsas espalhavam gasolina no interior do veículo. Juliane, internada em estado grave, contou à mãe o que houve em seguida. Segundo disse, ela e as filhas já estavam na porta de entrada quando alguém riscou um fósforo e o ônibus explodiu em chamas. As três foram atingidas. Juliane atirou-se sobre a caçula e, com as costas e os braços queimando, rastejou com ela por baixo da roleta em direção à porta de trás. Achava que a filha mais velha a seguia. Ana Clara, no entanto, havia se desgarrado e permaneceu na parte da frente, onde as chamas ardiam altas. Com 95% do corpo queimado, ela ainda conseguiu sair do carro. São excruciantes as imagens feitas pelas câmeras de segurança do ônibus, que mostram a menina perambulando em choque, sozinha, com o corpo em chamas. Ana Clara morreu na última segunda-feira.

LAGOSTA, DÓLARES E CAVIAR - Em meio à crise, o governo Roseana Sarney encomendou lagosta. Criticado, substituiu o pedido por caviar. A governadora (ao lado do ministro José Eduardo Cardozo) entregou a administração dos presídios do estado ao amigo e sócio da família que, em 2002, a socorreu quando a PF encontrou 1,3 milhão de reais na sede da empresa de seu marido.

13º Intereclesial das CEBs chega ao fim. Veja os números

(Postagem original: Site Miséria)

Participaram e colaboraram com a realização do 13º Intereclesial em Juazeiro do Norte (CE), 5.046 pessoas, sendo: 4.036 delegados das 27 unidades da federação brasileira e dos 18 regionais da CNBB: 2.248 mulheres e 1.788 homens. Os bispos presentes somaram 72; os padres, 232 e os religiosos e religiosas, 146. Representantes de 75 lideranças indígenas; de 20 de outras Igrejas cristãs, 35 de outras religiões, 36 estrangeiros e 68 assessores e membros da coordenação ampliada.

A missa ao final do evento foi presidida pelo Bispo de Crato, Dom Fernando Panico

Cerca de quatro mil pessoas visitaram Juazeiro do Norte participando do 13º Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), evento que começou no último dia 7 e foi finalizado neste sábado, 11, evento que acontece desde 1975 e este ano foi promovido pela Diocese de Crato. Durante as atividades, os romeiros enviaram uma carta de agradecimento ao Papa Francisco em resposta a outra enviada em dezembro pelo Pontífice, na qual informava que estava rezando pelo sucesso do movimento sediado na Região do Cariri.
“Aqui em Juazeiro do Norte, CE, diocese de Crato, as comunidades eclesiais de base reafirmam sua vocação, no jeito de ser Igreja das primeiras comunidades e também no espírito das missões populares”, afirmavam em trecho da carta.
Desde as 15h00 desde sábado uma multidão esteve reunida no Ginásio Poliesportivo partindo em caminhada para a Basílica de Nossa Senhora das Dores onde o encontro foi encerrado com uma missa presidida pelo Bispo da Diocese de Crato, Dom Fernando Panico.


   

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