xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 10/01/2014 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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10 janeiro 2014

Do seriado "Coisas da ré-pública"


Barbárie do Maranhão

Menina queimada viva no Maranhão é capa da “Veja” desta semana. A revista  mostra como o desgoverno de décadas resultou nos horrores dos últimos dias no Estado. A morte da menina Ana Clara e decapitação de presos na penitenciária são sinais gritantes de que o Brasil  precisa acordar.


Maranhão impede entrada de comissões de Direitos Humanos em Pedrinhas
(Matéria publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo”)

Antes de ser barrado, grupo havia chegado de surpresa e constatado péssimas condições no Centro de Detenção Provisória
Artur Rodrigues - Enviado especial a São Luis
SÃO LUÍS - O governo de Roseana Sarney (PMDB da Base de Sustenção do Governo Federal) impediu nesta sexta-feira, 10, que uma comitiva formada por deputados da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Maranhão e por integrantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrasse em presídio do Complexo de Pedrinhas. A deputada Eliziane Gama (PPS) tentou conseguir autorização para entrar, mas teve pedido negado pelo secretário de Administração Penitenciária, Sebastião Uchôa, por meio de mensagem de texto. 
Um agente afirmou que o grupo só entraria se alguém fizesse "alguma ligação". "Quer dizer que só pode entrar aliado", disse a deputada enquanto tentava entrar. "Peço-lhe a compreensão e uma comunicação prévia para realizarmos o plano de segurança para visitação de autoridades às nossas unidades prisionais", disse Sebastião Uchôa, por mensagem de texto. Desde o ano passado, 62 presos morreram no Complexo de Pedrinhas.

Enquanto isso...

O presidente nacional do PT, Rui Falcão, publicou uma nota oficial no site do partido nesta sexta-feira (10) conclamando a militância petista a contribuir com doações para ajudar José Genoino a pagar a multa de R$ 667,5 mil estipulada pelo (STF) Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão.

Confira abaixo a íntegra da nota:
"Nota do PT Nacional
O presidente nacional do PT, Rui Falcão, conclama os militantes, filiados, simpatizantes e amigos(as) do PT a contribuírem para o pagamento da multa injustamente imposta ao companheiro José Genoino Neto.
Embora indevida e, além disso, desproporcional, trata-se de sentença judicial, obrigando, portanto, ao seu cumprimento.
Como o PT, em virtude da lei, não pode utilizar recursos próprios e nem do Fundo Partidário, propomos esta corrente de solidariedade que deve, igualmente, estender-se aos companheiros José Dirceu, Delúbio Soares e João Paulo Cunha.
As contribuições devem atender aos requisitos legais de origem e identificação do doador, com RG e CPF.
A conta corrente aberta para a contribuição ao Genoino é: José Genoino Neto, Caixa Econômica Federal - Agência: 0269, Conta Poupança: 013.22277-7.
Rui Falcão
Presidente Nacional do PT"

Imagens do 13º Intereclesial no penúltimo dia


Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras...
Os delegados do 13º Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) participaram na colina do Horto,em Juazeiro do Norte, junto à estátua do Padre Cícero,  da celebração dos Mártires e Profetas, presidida pelo bispo de São Gabriel da Cachoeira (AM), dom Edson Damian. Na parte da manhã houve reunião no Ginásio Poliesporivo, do bairro Triângulo Crajubar.
   
Indígenas conversam com o anfitrião do evento, Dom Fernando Panico

Já para repórter do Caderno de Turismo  da "Folha de S.Paulo" romarias ao Pe. Cícero tendem a diminuir

Na sua edição do último dia 09, um dos maiores jornais do Brasil prevê a decadência das romarias de Juazeiro do Norte. A conferir:
"Juazeiro do Norte, no Ceará, é tema do álbum de viagem desta semana

ALEXANDRE DALL'ARA
DE SÃO PAULO


O repórter-fotográfico Reinaldo Canato foi a Juazeiro do Norte na época da romaria de Finados para registrar a movimentação na cidade. Conhecida como a terra de padre Cícero, a cidade cearense recebe milhares de visitante nessa época todos os anos. Segundo Canato, no entanto, o fluxo tem diminuído e os moradores já falam no fim da tradição.
"As pessoas viajam de pau de arara e isso está acabando com a fiscalização das rodovias pela polícia", explica. A tradição é comum entre os mais velhos e pouco disseminada entre os jovens. "A tendência da peregrinação é diminuir até acabar", diz.  
 

Para você Refletir - Por Maria Otilia

Faz pouco tempo que fizemos algumas escolhas, ou seja,  elegemos nossos representantes para o  poder executivo e legislativo. Este ano de 2014, faremos novamente novas  escolhas.Escolhas estas que deveriam ser bem mais consciente, mais democráticas, pautadas no bom senso e uma efetiva prática de cidadania.Infelizmente não acontece desta forma. E na maioria das vezes  não acertamos nas nossas escolhas e colhemos por um bom e longo tempo frutos não muito desejáveis. Que neste ano de eleição, fiquemos mais cuidadosos, cautelosos,com  um "pé atrás", antes de homologar o nosso voto.Não acreditando em falsas promessas, projetos miraculosos, procurando conhecer realmente as propostas e projetos de interesse da coletividade.
Para que reflitamos mais, posto abaixo uma fábula que trata do resultado  de todas as pessoas que não tem uma visão holística das coisas, dos acontecimentos. Apenas cala, lamenta ou aceita tudo que está  acontecendo por acreditar que todo este ciclo compõem uma roda viva....Faça uma boa  leitura.
          A decepção é normalmente o preço 
                        da preguiça...

Havia um sábio que não poupava esforços para ensinar bons hábitos a seu povo. Frequentemente fazia coisas que pareciam estranhas e inúteis; mas tudo que fazia era para ensinar o povo a ser trabalhador e cauteloso.
Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada.Depois foi se esconder atrás de uma cerca, e esperou para ver o que acontecia.
Primeiro veio um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes que ele levava para moagem na usina e desviou sua carroça
Logo depois, um jovem soldado, veio cantando pela estrada. Ele pensava na maravilhosa coragem que mostraria na guerra e não viu a pedra.
Tropeçou nela e se estatelou no chão poeirento. Ele também se afastou, sem pensar uma única vez que ele próprio poderia retirar a pedra.
Finalmente, ao cair da noite, a filha do moleiro por lá passou. Era muito trabalhadora, mas disse a si mesma: já está quase escurecendo, alguém pode tropeçar nesta pedra à noite e se ferir gravemente. Vou tirá-la do caminho. Tentou, tentou arrastar dalí a pedra até que conseguiu retirá-la do lugar. Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra. Na tampa havia os seguintes dizeres: "Esta caixa pertence a quem retirar a pedra." Ela abriu a caixa e descobriu que estava cheia de ouro.
Quando o fazendeiro e o soldado e todos os outros ouviram o que havia ocorrido, foram para o local onde a pedra estava na esperança de encontrar um pedaço de ouro.
Então o sábio falou:
Meus amigos, com frequência encontramos obstáculos e fardos no caminho. Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles se assim preferirmos, ou podemos erguê-los e descobrir o que eles significam.

                                           A decepção é normalmente o preço da preguiça.

Favela - Por: Emerson Monteiro

Diversos personagens deixam suas histórias cheias de verve pitoresca na vida dos lugares, que as propagam mundo afora, estabelecendo rico manancial de tradições populares. O temperamento de cada núcleo social permanece registrado nessas características dos habitantes, nos modos deles responderem aos desafios, situações, oportunidades.

Contaremos, neste texto, duas tiradas espirituosas de Manoel Favela, figura típica de Crato, meio urbano onde cumpriu, na segunda metade do século anterior, o papel de homem simples, gente do povo, devotado à música através da secular Banda Municipal, assíduo frequentador das rodas alegres nas noites boêmias, possuidor do senso aguçado de humor inigualável, restando, na memória do tempo, momentos raros de sábia convivência.

Bem cedo, certa manhã, enquanto mordia com gosto um desses pães quentinhos, saborosos, recém saídos do forno das padarias, se viu perante as  exigências de uma amiga, que lhe disse em tom reprovativo:

- Mas, Favela, você comendo pão no meio da rua?!

O músico nem pensou direito e, à queima-roupa, sentencioso respondeu:

- A senhora quer bem que eu vá alugar uma casa só para comer esse pão?!

A propósito, segundo me contou Mazim, noutra ocasião, também ao encontrar antiga conhecida, Favela se sujeitou a ouvir um tanto de coisas a respeito da influência dos corpos celestes no dia a dia das pessoas, o que há pouco ela descobrira entusiasmada.

Nesse papo, a mulher, estendeu o quanto pôde aquele conversa no encontro com o amigo. Falava na Lua e suas diferentes fases. Explicava os efeitos magnéticos do astro nos partos, marés, colheitas; na determinação do sexo das crianças; no equilíbrio emocional; fluxo das mulheres; corte de madeira; na força do clima, chuvas, estações; etc.

Depois, olhando para o céu escurecendo no final da tarde, recortado as formas sinuosas da Serra do Araripe, que viajava nas nuvens quarto estreito de lua, perguntou:

- Favela, sabe me dizer se essa lua é nova?

Perdidos nos pensamentos de outras preocupações, colhido na interrogação, sem identificar de todo o que acabava de escutar, Favela calculou na idéia o jeito melhor de não decepcionar, e se saiu com essa:

- Comadre, nova, essa lua? Uh! Pelo que sei, não é muito nova, não, pois desde menino que avisto ela no céu. A não ser que a senhora ache que sou novo. Vai precisar de boa vontade, mas... – depois, tranquilo, seguiu o seu caminho.

Crise de identidade - Por: Emerson Monteiro

Ele, um trabalhador da roça desses que vivem para a família, mulher, filhos e os bichos da vazante. Porém se internava nos matos e quase nunca buscava a rua, não fosse no dia da feira. Juntava os trocados e comprava o pouco que precisava, querosene da lamparina, sal, alguns metros de pano, agulha, linha, comprimidos, arnica, coisas de cidade, porque do resto fornecia o patrão por conta do saldo no fim da safra.

Orientado pela mulher, arrastou os currulepos na rodagem e foi buscar, além das rotinas, dois quilos de toucinho salgado, a encomenda especial daquela vez. Sobrasse qualquer troco, cortava o cabelo, rapava barba e bigode, pois o eito lhe deixara parecendo o pai da mata, lhe dizia a companheira, preocupada com o desleixo do marido.

Agiu obediente. Andou nas vendas. Cumpriu à risca o determinado. Quanto a tirar cabelo, barba e bigode pensou mais de duas vezes. Dinheiro coçando no bolso, avaliava jogar no bicho, almoçar na pensão de Galdina, ou calibrar umas e outras das bebidas fortes. Escolheu a terceira alternativa, puxado pelos colegas, que nessas horas chegam sempre.

Na bodega, mãos ferradas na compra, bebeu de cachaça a conhaque o que restava do dinheiro, espírito ligado em voltar à casa, aonde seguiu tão logo escureceu.

Já andava meio penso quando o mundo rodou nas vistas e foi arreando o peso do corpo sob efeito da bebida. Tombou estirado no barro e ali permaneceu até que passassem os dois barbeiros com quem contaria o cabelo, que moravam no mesmo rumo para onde seguia. Ao notarem caído na beira da estrada o freguês cabeludo, barbado, de pilhéria, resolveram raspar a zero a cabeça do homem, limpando de quebra também a barba e o bigode.

Terminavam o ofício e perceberem o saco das compras. Examinaram o que havia dentro, pegaram o mercado de toucinho e levaram a preço do serviço que acabavam de executar.

Daí mais com pouco, o caboclo despertou, só preocupado em rever a família. Esfregou o rosto, viu que a barba e o bigode que desapareceram. Alisou as duas mãos na cabeça pelada, lustrosa, diferente da véspera. O cocuruto liso lhe causou susto.

- Êpa! Esse não sou eu, não sou! – reagiu incontinenti.

Correu e abriu o saco da feira, sem, no entanto, achar o toucinho.

- Não disse que esse não sou eu! Cadê o toucinho da mulher que tava aqui? – se angustiou.

Parou. Pensou. Juntou os restos que sobraram no saco e partiu desconsolado. Andou... Andou... Numa das dobras da estrada, viu a casa humilde onde vivia, crescendo na preocupação. O escuro da noite quase envolvia o mundo todo.

Apressou o passo quase chorado. No juízo, fervilhava a pergunta: Quem poderia ter tomado seu corpo, que aquele não era mais o dele?! Não era ele, tinha certeza.

Chegou apreensivo, bateu palmas, escutou a voz familiar da companheira. Ganhou alma nova. Sarapantado, se mostrou à luz do lampião da sala. A mulher quando viu aquela figura pelada exclamou:

- Seu cachorro, isso é hora de chegar? E por cima melado, depois de fazer um estrago desses no cabelo, sujeito!

Então, mediante as palavras velhas conhecidas, refeito da apreensão, o maturo correu animado e abraçou a esposa, enquanto repetia:

- Ah, graças a Deus! Vejo agora que sou eu mesmo, minha velha! Sou eu, Maria!

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Que tal um cafezinho gostoso ? - Cafeteria DI CAFFÉ - No centro do Crato




Cafeteria DI CAFFÉ, localizada no Shopping Residence, no centro do Crato. Um local muito aprazível, que está cada vez mais se transformando no novo "point" para aquele bate-papo gostoso, e claro, saborear o melhor café da cidade. Nós que já éramos fãs de carteirinha do DI CAFFÉ, agora, mais do que nunca estaremos por lá encontrando os amigos. E aproveitando, deixo aqui o convite: Que tal tomar um delicioso café na DI CAFFÉ ?



O local mais aconchegante para você saborear um delicioso café... 


No centro da cidade, bem ali no Shopping RESIDENCE 


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A Pátria de chuteiras - Por: Marcos Tavares (*)


É um pouco ufanista e fora do propósito o governo dizer que quem é contra a Copa é contra o Brasil. Por mais que o futebol tenha importância na nossa sociedade, é bom estabelecer a diferença que existe dentro e fora dos gramados. Brasil é uma coisa muito mais ampla, mais complicada, mais gente do que simplesmente onze marmanjos correndo atrás de uma bola. Que o governo use a Copa como plataforma política, até aí tudo bem, mas transformar as críticas ao futebol em crime de lesa pátria é um pouco demais, mesmo neste país redondo, onde a bola e o Carnaval dominam a cena.

Tivéssemos nós menos 'neymares' e mais cientistas seria bem diferente nossa situação. E se não temos é porque não temos escolas boas o suficiente para formar gênios em outras áreas que não sejam o futebol. Se não temos é porque nossa infância é abandonada, subnutrida e encontra apenas nos campos de pelada seu mundo onde galgar barreiras sociais e crescer na vida. Nada contra o goleador do Barcelona, mas nós não temos um Nobel para exibir com orgulho, o que mostra o estado crítico de nossa área de pesquisa e estudos avançados.

Vamos à Copa com patriotismo sim, mas sem ufanismos. Ganhar ou perder são condições do jogo e uma vitória da Canarinha não colocará mais pão na nossa mesa, nem impedirá que políticos corruptos metam a mão no dinheiro público. Perdemos em 1950 num Maracanã lotado e nem por isso o país dissolveu-se. Ganhamos cinco vezes e nem por isso deixamos de ser subdesenvolvidos aos olhos do mundo. Portanto, a Copa o que é da Copa e a Nação os grandes problemas que ela vive e dos quais precisa se livrar para ter realmente um povo campeão.

Marcos Tavares
(*) Colunista do Jornal da Paraíba nas versões impressa e on line do dia 10 de janeiro de 2014

Enviado por: Chico do Crato



13º Intereclesial debate, nesta 6ª feira, a realidade dos povos indígenas


(Fonte: site da CNBB)

Entre os 4 mil participantes do 13º  Intereclesial das CEBs em Juazeiro do Norte (CE),evento promovido pela Diocese de Crato,  marcam presença as lideranças indígenas do Brasil que pedem maior agilidade na defesa de seus territórios e a preservação de suas culturas. Então representadas as etnias Pataxó e Pataxó Hã-Hã-Hãe (Bahia), Xukuru-Kariri e Jeripancó (Alagoas), Potiguara (Paraíba), Xavante (Mato Grosso), Pankararú (Pernambuco), Kassupá e Wajoro (Rondônia), Xerente (Tocantins), Nukini e Nawa (Acre), Munduruku e Tembé (Pará), Tremembé e Pitaguari (Ceará).
 O tema do 13º  Intereclesial “Justiça e Profecia a serviço da Vida” e lema “CEBs romeiras do reino no campo e na cidade”, está inserido nas comemorações pelo centenário de criação da Diocese de Crato e vem contribuir para reflexões sobre as realidades vividas pelos povos indígenas. Durante a análise de conjuntura social e eclesial apresentada pelo padre Manfredo Oliveira, Raquel Rigotto e Roberto Malvezzi, apareceram como grandes desafios a demarcação, homologação e ocupação das terras indígenas.
     As orações iniciais desta 6ª feira foram feitas nas diversas línguas das comunidades indígenas brasileiras.

Rotary Club do Crato prestigia os fotógrafos Dihelson Mendonça e Pachelly Jamacaru





Acima: Dihelson Mendonça profere palestra sobre a Arte da Fotografia no Rotary Club do Crato

Homenagem ao dia do fotógrafo no qual foram prestigiados Pachelly Jamacaru e Dihelson Mendonça, cabendo a mim a honra de entregar o Certificado da casa ao mano Pachelly Jamacaru.
Aproveitamos para agradecer a iniciativa dessa Instituição visto que tal atitude fortalece e estimula o crescimentos da arte cratense como um todo.

Por Roberto Jamacaru ( Texto e Fotos )


13º Encontro Nacional das Comunidades Eclesiais de Base será encerrado amanhã

Cerca de 4 mil pessoas participaram dos eventos no Ginásio Poliesportivo de Juazeiro do Norte

Tendo alcançado um êxito superior ao esperado, será encerrado amanhã, dia 11, o 13º Encontro Nacional das Comunidades Eclesiais de Base–CEBs, que nesta versão de 2014 foi promovido pela Diocese de Crato, dentro das programações do centenário de criação desta Igreja Particular.
Desde 3ª feira passada o encontro vem se desdobrando em várias solenidades, aí incluídas visitas a lugares consagrados pelo imaginário popular, como aconteceu ontem á tarde na colina do Horto, em Juazeiro do Norte. Milhares de romeiros de todo o Brasil e de países da África, Europa, Ásia e América Latina participaram do 13º Intereclesial.

   
Neste sábado a partir das 15 horas terá início a solenidade de encerramento do 13º Intereclesial, com transmissão direta pelos órgãos de comunicação social da Região do Cariri.
Um verdadeiro mutirão envolvendo TVs católicas, rádios, jornais impressos, jornalistas, comunicadores e amantes da comunicação foi montado a partir do Ginásio Poliesportivo de Juazeiro do Norte, para cobrir todos os processos de debate, visitas além de acompanhar os romeiros e romeiras que trouxeram na bagagem a pluralidade de vivências, experiências, desafios e muitas histórias de luta e resistência para partilhar.

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