08 julho 2014

Quando as palavras falam mais alto - Por: Emerson Monteiro


- Barrabás ou Jesus? – gritara Pôncio Pilatos. De novo, perguntou-lhes o governador: Qual dos dois quereis que eu vos solte? Responderam eles: Barrabás! Replicou-lhes Pilatos: Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo? Seja crucificado! Responderam todos. Mateus 27.21,22

Quantas e tantas vezes assim acontece, sujeito a jogar pessoas no ostracismo da inutilidade e do arrependimento, sem jeito de voltar logo a outras oportunidades pela modificação das decisões que caberiam no momento da certeza abandonada. Normas morais, ações coerentes e verdades necessárias pedem ação, porquanto a história exige firmeza, invés de fugas e equívocos. Plantar a justiça são os meios ofertado, a céu aberto, pelas próprias palavras.


O mundo anda cheio desses equívocos de gente jogar no lixo as chances reais da construção ideal. Todo tempo, a estrada impõe opções de alternativas. Desde cedo, da hora de acordar, ao final da vigília, fatores da escolha oferecem as saídas da mediocridade, da desonestidade, sendo a porta da liberdade, porquanto viver é decidir.


Os orientadores, professores, emissários das religiões, etc. vivem disso, das palavras, por vezes, no entanto, esquecidos das práticas equivalentes ao que afirmam. Mestres que ensinaram as leis do Bem afirmaram a necessidade do exercício fiel do que se transmite, contudo nem sempre ocorre no jeito autêntico e correto.

A indicação repassada à multidão, ao instante quando Pilatos com ela dividia o direito à sobrevivência de um entre dois, isto se repete todo tempo nas estradas da existência. Mora na intenção o direito de selecionar o que fazer do passo seguinte. Queira conhecer alguém, e se lhe dê nas mãos o poder. Dirigir representa, por isso, o gesto soberano de tomar atitudes, gerenciar o movimento dos reis, governantes, representantes da massa humana.

Guardadas as proporções, as palavras expressam tais respostas que decidem a sequência natural da harmonia dos indivíduos e das coletividades.

- Barrabás ou Jesus? – gritara Pôncio Pilatos. De novo, perguntou-lhes o governador: Qual dos dois quereis que eu vos solte? Responderam eles: Barrabás! Replicou-lhes Pilatos: Que farei, então, de Jesus, chamado Cristo? Seja crucificado! Responderam todos. Mateus 27.21,22

Quantas e tantas vezes assim acontece, sujeito a jogar pessoas no ostracismo da inutilidade e do arrependimento, sem jeito de voltar logo a outras oportunidades pela modificação das decisões que caberiam no momento da certeza abandonada. Normas morais, ações coerentes e verdades necessárias pedem ação, porquanto a história exige firmeza, invés de fugas e equívocos. Plantar a justiça são os meios ofertado, a céu aberto, pelas próprias palavras.

O mundo anda cheio desses equívocos de gente jogar no lixo as chances reais da construção ideal. Todo tempo, a estrada impõe opções de alternativas. Desde cedo, da hora de acordar, ao final da vigília, fatores da escolha oferecem as saídas da mediocridade, da desonestidade, sendo a porta da liberdade, porquanto viver é decidir.

Os orientadores, professores, emissários das religiões, etc. vivem disso, das palavras, por vezes, no entanto, esquecidos das práticas equivalentes ao que afirmam. Mestres que ensinaram as leis do Bem afirmaram a necessidade do exercício fiel do que se transmite, contudo nem sempre ocorre no jeito autêntico e correto.

A indicação repassada à multidão, ao instante quando Pilatos com ela dividia o direito à sobrevivência de um entre dois, isto se repete todo tempo nas estradas da existência. Mora na intenção o direito de selecionar o que fazer do passo seguinte. Queira conhecer alguém, e se lhe dê nas mãos o poder. Dirigir representa, por isso, o gesto soberano de tomar atitudes, gerenciar o movimento dos reis, governantes, representantes da massa humana.

Guardadas as proporções, as palavras expressam tais respostas que decidem a sequência natural da harmonia dos indivíduos e das coletividades.

(Foto: Jackson Bola Bantim).

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