xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 01/11/2013 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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01 novembro 2013

A santidade da menina Benigna – por Armando Lopes Rafael

   Analisando a fama de santidade de Benigna Cardoso da Silva, o que de início mais  chama a atenção, sobre este fato, é a perseverança da população de Santana do Cariri em manter viva essa aura de virtude que cerca a história da Heroína da Castidade.
Benigna foi martirizada há 72 anos – em 1941 – e de lá para cá sua fama de santidade só fez crescer. Até que o próprio Bispo de Crato, Dom Fernando Panico, ouvindo o clamor do seu povo, resolveu nomear uma comissão para estudar as virtudes desta menina.

Recorde-se que quando Benigna foi assassinada, o pároco de Santana do Cariri, Padre Cristiano Coelho, procurou o Livro de Batismos nº B-08, e, na página 36, onde estava escrito o Registro de nº 470 – referente ao batismo de Benigna – e anotou, ao lado, Ipsis litteris: “Morreu martirizada, às 4 horas da tarde, no dia 24 de outubro de 1941, no Sítio Oiti. Heroína da Castidade, que sua santa alma converta a freguesia e sirva de proteção às crianças e às famílias da Paróquia. São os votos que faço à nossa santinha. Pe. Cristiano Coelho”.   
     Vox Populi, Vox Dei. A voz do povo é a voz de Deus!

O que é a santidade?

Em 05 de julho de 2007, o Papa Bento XVI definiu, de uma maneira muito feliz, o que é a santidade: “Ser santo significa parecer-se com Jesus Cristo em tudo: pensamentos, sentimentos, palavras e ações. O traço mais característico da santidade é a caridade (amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo), que dá forma a todas as virtudes: humildade, justiça, laboriosidade, castidade, obediência, alegria... É uma meta a que todos os batizados são chamados, e que só é alcançada no Céu, depois de lutar a vida inteira, contando com a ajuda de Deus”.

Uma vida vivida em meio à pobreza

Considere-se ademais, que além de piedosa, humilde e dotada de uma vida pura, Benigna experimentou a pobreza durante toda a sua existência terrena. Pobríssima, e de origem humilde, era a família de Benigna. Seu pai, José Cardoso da Silva, ganhava o sustento como trabalhador rural, ocupando-se no Sítio Oiti dos Cireneus, imóvel pertencente ao Sr. Cireneu Sisnando Leite. A mãe da menina, Tereza Maria da Silva, executava as tarefas domésticas da casa e cuidava dos quatro filhos menores. Com o falecimento dos seus pais, Benigna e seus irmãos foram adotados pelas irmãs Rosa e Honorina Sisnando Leite, estas filhas do proprietário do Sítio Oiti dos Cireneus, àquela altura já falecido. A pequena propriedade foi herdada por essas duas senhoras, as quais – apesar da herança recebida – também viviam modestamente, como era o padrão econômico-financeiro-social dos pequenos proprietários rurais no município de Santana do Cariri, nas primeiras décadas do século XX.

   Numa coisa, as famílias do município de Santana do Cariri – naquele recuado tempo – se igualavam, tanto as paupérrimas, como as que dispunham do mínimo necessário à subsistência.   As famílias respiravam um ambiente de piedade cristã, vivido de maneira simples, é verdade, mas voltado para o amor a Deus, à devoção a Nossa Senhora, à Senhora Santana – padroeira da cidade – a São José e ao Anjo da Guarda. Os filhos tinham o costume de pedir a bênção aos pais, tanto ao acordarem como à hora de se recolherem para dormir. As famílias rezavam antes das refeições. Ao entardecer era comum pais e filhos rezarem juntos o terço do Rosário. Os tempos litúrgicos – Advento, Quaresma, Páscoa – eram celebrados com respeito por todos.

   Outra forte tradição religiosa no município de Santana do Cariri – e, por extensão, em todo o Sul do Estado do Ceará – era (e ainda permanece nos dias atuais) o costume de as famílias realizarem sua consagração ao Sagrado Coração de Jesus. A primeira solenidade dessa consagração ocorria quando a família entronizava – ou seja, colocava “no trono” – no lugar de honra de suas residenciais, dois quadros com gravuras do Sagrado Coração de Jesus e do Imaculado Coração de Maria.  Isso ocorria num ato religioso, independente da presença de um sacerdote, para simbolizar o compromisso de a família viver o Evangelho e seguir a Deus pela obediência às suas leis na fé, esperança e caridade.

Anualmente, no aniversário da “entronização”, as familiares faziam a “renovação” desse compromisso. A tradicional Renovação da Consagração da família ao Sagrado Coração de Jesus, tão comum naquele tempo (e que persiste nos dias atuais) em vasta parte do Sul do Estado do Ceará.

    Na sua curta existência a menina Benigna participou de muitas dessas “renovações”, pois a quase totalidade das famílias da sua comunidade conservavam essa bonita tradição católica.
    Estas algumas considerações sobre a santidade de Benigna. Voltaremos ainda a este assunto.
   

No Crato, uma montanha está sendo destruída IMPUNEMENTE !




Até quando em nome do progresso irão destruir o que ainda resta da nossa Chapada do Araripe ? Até quando, em nome do progresso irão queimar madeiras extraídas da nossa floresta ?

Foto: Dihelson Mendonça


Justiça determina reintegração de posse parcial na Câmara Municipal do Crato


Ouça o áudio do programa Jornal da Educadora do Cariri de hoje, dia 01 de Novembro de 2013



Rádio Educadora ( parceira do Blog do Crato )






A Lista de Chuck. A novela continua... - Por: Dihelson Mendonça



Como num clássico filme de terror, a cidade vive em polvorosa ante cada capítulo da novela que se formou, onde todos os dias, a população aguarda novos nomes que estão sendo paulatinamente revelados à mídia. Ontem surgiram mais dois, o do vereador Fernando Brasil, que segundo Dárcio Luiz é um dos mais "esforçados" em tentar prejudicar o ex-prefeito Samuel Araripe, e o nome do ex-presidente da câmara, Florisval Coriolano. 

Em conversas ontem à noite com amigos meus no Facebook, ficamos num questionamento que acho pertinente, embora essas análises pertençam mais ao nosso repórter e "montador de quebra-cabeças" Ed Alencar ( E que virão ), é importante agora saber do próprio Florisval, se este esteve MESMO na bendita reunião que houve na casa do Sr. prefeito um dia antes da votação das contas, a confirmar pelas testemunhas que não poderão mentir, sob crime de perjúrio, e se confirmado, o que este fazia plantado lá. Pelo que se depreende da gravação enviada pelo ex-prefeito, Dárcio fala como se Florisval estivesse dando algum tipo de orientação técnico/regimental acerca dos procedimentos sobre a votação, mas isso é apenas uma especulação, e somente as investigações é que poderão concluir com certeza.

E por falar em investigações, mais uma peça do enigma começa a ser desvendado. Nos últimos dias, a população se perguntou se diante de tantos relatos, o Ministério Público estaria mesmo calado e sem nada fazer ? A resposta veio com uma frase simples, porém certeira, emitida pelo promotor de justiça da segunda vara do Crato, Dr. Lucas Azevedo de Brito, quando disse na Câmara Municipal, por ocasião da visita àquele recinto, que ( transcrição ipsis litteris ):

"As iniciativas que o Ministério Público vem tomando de cunho investigatório acerca dos fatos que foram noticiados pela imprensa, elas continuam. Em breve teremos novidades"

Como dizia meu velho avô: "Quem fala assim, não é gago!" Vamos aguardar o desenrolar dessa novela e torcer para que essas "novidades" apontadas pelo emérito promotor, possam vir à tona, pois a bem da verdade, a população já não suporta mais tanto suspense. Andaram propagando antes dessa celeuma, nas redes sociais, que o ex-prefeito Samuel Araripe depois da votação que o eliminou do páreo, que este estaria agora "morto e enterrado". Vemos que a realidade é ainda mais contundente. Voltando ao caso do filme de terror, quando começamos, este parece ser um daqueles em que os mortos retornam, e se não tiverem cuidado, ainda poderão fazer um grande estrago e enterrar os coveiros. Enquanto isso, a platéia vibra, chora e ri do imenso circo de horrores, com a célebre frase do Galvão Bueno como trilha sonora: "Haja coração"...

Por: Dihelson Mendonça


Em novas gravações divulgadas à Imprensa, Dárcio Luiz cita Fernando Brasil e ex-vereador Florisval Coriolano


Na tarde desta quinta-feira dia 31 de outubro, o ex-prefeito do Crato, Samuel Araripe liberou mais 3 gravações à imprensa onde o vereador Dárcio Luiz, mais conhecido como "Pinto de Granja", continua a citar os nomes envolvidos no chamado escândalo do mensalão do Crato, onde segundo o próprio vereador Dárcio Luiz, o atual prefeito Ronaldo Gomes de Mattos teria dado 50 mil reais a 9 vereadores numa reunião ocorrida um dia antes da votação das contas do ex-gestor, que estava programada para o dia 08 de outubro. EM gravações anteriores liberadas à imprensa, dos 14 vereadores que votaram contra o parecer do TCM e se reuniram na residência do prefeito, nem todos teriam recebido dinheiro, mas segundo Dárcio Luiz afirma em uma das gravações, o prefeito teria dito que "cortaria tudo", caso não votassem contrários ao parecer do Tribunal de Contas, desaprovando as contas do ex-gestor. O próprio vereador Dárcio Luiz confirma que tem 28 empregos na administração do Crato, e que caso não votasse contra, estaria "frito".

Nas novas gravações, o vereador delata o colega de distrito, Fernando Brasil, como o principal interessado na desgraça do ex-gestor.

TRANSCRIÇÃO DAS GRAVAÇÕES DIVULGADAS POR SAMUEL ARARIPE
Dia 31 de Outubro de 2013

Dárcio Luiz fala: "Na reunião lá tinha 15 vereadores. O mais forte para lhe derrotar, chamava-se Fernando Brasil."

Numa segunda gravação, Dárcio diz:

"Ronaldo me disse lá...Fernando Brasil todo dia tpa aqui na minha...todo dia...nós temos que acabar com Samuel.
Samuel responde: "Tudo bem, rapaz, e você vai concordar com um negócio desse ? 
Davi Araripe fala: "Põe tua mão na consciência, Dárcio!" tem certeza ?
Dárcio responde: "Se eu fizer isso meu pessoal tá todo fora...28 pessoas tenho empregadas aqui"

Já na terceira gravação, o vereador Dárcio Luiz cita o ex-presidente Florisval Coriolano:

"Aí escute bem...aí Florisval ( Coriolano ) entra na história e diz: "Olha, prefeito, se amanhã derrotou e com 8 dias mesmo que ele ganhe, não vale não, vale é o que tá derrotado hoje"


Governo anuncia plano com SP e RJ para conter vandalismo em protestos


BRASÍLIA, 31 Out (Reuters) - Os governos federal e dos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro anunciaram o aprofundamento e a integração das atividades de inteligência já existentes para mapear, lidar e punir atos de vandalismo em manifestações populares, afirmou nesta quinta-feira o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Após reunião com os secretários de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, e de São Paulo, Fernando Grella Vieira, o ministro afirmou que esses governos pretendem ainda discutir e firmar um protocolo de atuação das polícias.

São Paulo e Rio de Janeiro também pretendem propor alterações legislativas para, ao mesmo tempo, assegurar o direito à manifestação e evitar depredações e agressões. "Não se trata de recrudescer sobre manifestantes, a manifestação é livre, vivemos num Estado Democrático de Direito", disse o ministro a jornalistas após a reunião.

"O que nós estamos falando é de situações ilícitas, de abusos", explicou Cardozo, referindo-se aos recentes episódios protagonizados por grupos de manifestantes mascarados que têm atuado em diferentes protestos e que entraram em confronto com as polícias do Rio e de São Paulo. Os grupos, conhecidos como "black blocs", têm ganhado visibilidade desde as manifestações que levaram mais de 1 milhão de pessoas às ruas de diversas cidades do país em junho.

Dentre as medidas estudadas para criar um protocolo para as manifestações está a institucionalização de um acordo já cumprido informalmente em alguns casos: um acerto entre a polícia e os manifestantes sobre horário e trajeto dos protestos. Segundo Cardozo, a partir do momento em que for articulado esse protocolo entre as polícias, será possível diminuir situações de abuso policial.

Nesta semana, a presidente Dilma Rousseff cobrou que a Justiça e os órgãos responsáveis impeçam a ação violenta de manifestantes mascarados e considerou esses atos uma barbárie.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello)


Crato - Previsão do Tempo - 01 de Novembro de 2013


Para hoje, os serviços de meteorologia apontam dia de sol com algumas núvens e não chove. 

Sexta-Feira, 01/11 Nascer do sol: 05h10 Pôr do sol:17h32
Temperaturas: Max 34º e Min 21º
Ventos a Leste a 16km/h
Umidade Relativa do Ar: 84% e mínima de 31%
Índice UV: Extremo 

Fontes: INPE e GOES 13


Crato - Notícias Administrativas - 01 de Novembro de 2013


Secretaria de Serviços Públicos ultima serviços de limpeza nos cemitérios

A Secretaria de Serviços Públicos continua os serviços de limpeza e capinação nos cemitérios do Crato. O trabalho visa deixar a área totalmente pronta para as visitas no Dia de Finados. A ação também vem sendo realizada nas ruas que de acesso aos cemitérios, proporcionando um tráfego seguro e tranquilo. Os cemitérios estarão abertos a partir das 5 horas da manhã, neste dia 2, sábado, e vários serviços serão prestados no cemitério Nossa Senhora da Piedade, como atendimento do Conselho Tutelar, ambulância de plantão atendendo a todos os cemitérios, banheiros químicos, água mineral será servida a todos, em parceria com a empresa Purific, tendas de apoio no interior do cemitério, ronda ostensiva da Guarda Municipal, com plantão de 26 homens, a partir do dia 1º, sexta-feira, até 5 horas da manhã, do dia 3, no domingo.

O Departamento Municipal de Trânsito informa que as ruas Teófilo Siqueira, Leandro Bezerra, Padre Sucupira e Nelson Alencar serão bloqueadas para o trânsito de veículos, facilitando o tráfego de pedestres no acesso ao cemitério, com segurança e tranquilidade.
Informações: Cemitério Nossa Senhora da Piedade – Rua Nelson Alencar – 3521 1066

Prefeitura do Crato injeta mais de R$ 6 milhões na economia, com pagamento de folha dos funcionários

A Secretaria de Finanças do Crato estará iniciando o pagamento da folha salarial dos funcionários públicos do município, referente ao mês de outubro. A partir do início deste mês, o pagamento começa a ser depositado na conta dos servidores, e vai até o quinto dia útil..
A folha total representa o valor de R$ 6.867.984,62 (seis milhões, oitocentos e sessenta e sete mil, novecentos e oitenta e quatro reais e sessenta e dois centavos), que será injetado na economia do Crato.

Orçamento Municipal para o exercício financeiro de 2014 aprovado no Legislativo cratense

Aprovado por unanimidade em sessão extraordinária da Câmara Municipal, realizada no dia 31/10, no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), o projeto de lei do orçamento do Município para o exercício financeiro de 2014. O orçamento prevê o valor de mais de R$ 216,4 milhões. Na ocasião, também foram aprovadas cerca de 45 emendas dos parlamentares, entre elas, aditivas e modificativas. Após a aprovação no Legislativo, o projeto, juntamente com as emendas, segue para análise, e depois para a sanção do Executivo.

Comunicado sobre a capacitação regional para Conselheiros Tutelares

A Capacitação Regional para Conselheiros Tutelares acontecerá nos próximos dias 06/11 e 07/11, no Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA), a partir das 8h. A Prefeitura do Crato, através da Secretaria Municipal do Trabalho e Desenvolvimento Social (SMTDS) sediará a capacitação.
Na ocasião, a Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento do Estado (STDS) aplicará um treinamento sobre como trabalhar o sistema operacional dos Conselhos Tutelares, e a atualização dos cadastros. Todos os municípios da região do Cariri irão participar.

Fonte: PMC


Entrevista com o Poeta Cleilson Ribeiro - Por: Wilson Bernardo






O POETA, FROFESSOR DE LITERATURA E FOTOGRAFO WILSON BERNARDO Entrevista Um dos maiores poetas da Nova Literatura Brasileira, Ainda obscura para muitos intelectuais, mas reconhecido e conhecido no Ceará e no Cariri de reinos encantados com sua poética Imagística e inusitada.

Wilson Bernardo – Entrevista o Poeta Cleilson Ribeiro:

WB-A estranheza dos títulos que você nomeia seus livros nos faz lembrar Manoel de Barros, existe alguma influência do que você escreve com a obra do grande poeta Manoel de Barros.

Comecei a escrever muito cedo. Aos treze anos já tinha um livro no ponto para publicação. Claro, que com poemas péssimos, impublicáveis. Mas fui aprendendo o que era a poesia ao longo da vida. Neste decurso, já na Universidade, conheci o trabalho do poeta pantaneiro e tomei um susto. Em 97, ele ganhou o prêmio da Bienal Nestlé de literatura e começou-se a falar muito sobre sua obra. Virou moda imitar Manoel de Barros. Perdi alguns concursos literários nessa época para algumas caricaturas poéticas, que imitavam o poeta genial. De todos os poetas que respiram nesse século de solidão e angústia, é o mais original. Foi capaz de Construir uma poesia inaugural. Enorme. Sem comparações. Por isso busquei um afastamento do que ele escreve, por acreditar que posso construir minha própria dicção. Sempre andei sozinho e nunca acompanhei modismos estéticos. Isso foi importante porque não tive a linguagem afetada por essa poesia estupenda. Em relação aos títulos, posso assegurar que não há relação alguma entre o que faço e a sua obra. O simbolismo da unidade que pretendo, é pessoal, algo muito subjetivo. Mas esteticamente, somos tragados pelo viés mágico da infância. Ele lá no seu pantanal e eu no meu sertão combusto. Em alguns momentos, exijo como ele a reconstrução semântica do sentido. Em Manoel o entulho e o traste funcionam como alicerce para o pensamento. Para mim, essas sobras pesam como anomalias restritas as intempéries que presencio, por que ardem e doem fundo na alma. Afora a infância, que em nós lateja e se instaura por vezes absoluta, somos distantes. Outro aspecto, que nos separa, é o caráter agramatical de Manoel de Barros, seus neologismos. Nesse sentido ele é tão intenso quanto Guimarães Rosa. Eu nunca fui capaz de criar palavra alguma. Tudo que falo já fora escrito há séculos. Não sou nada original. No meu processo criativo, quando muito, tento e nem sei se consigo, renovar as palavras, tirando-as do seu sentido natural.

WB- Qual é a estrutura poética de simbolismos dos seus poemas na feitura DOS MESMOS DENTRO DE UMA ESTRUTURA GRAMATICAL?

O poder simbólico da palavra é inegável. Como todo poeta, escrevo em silêncio, ponderando sobre esse poder invisível que me é dado exercer. Durkheim considera o conhecimento como resultante dos sistemas simbólicos, já que precisamos reconstruir as condições sociais dessas estruturas para arbitrarmos sobre elas. Ora, se o que escrevo é pensamento, e faz parte de uma tradição idealizada, e por tanto objetiva, acabo também me inserindo dentro daquilo que Pierre Bourdieu chama de “estruturas estruturadas”. Isso é uma visão da sociologia. Então aí eu entro como poeta. Meu modus operandi, está sistematicamente inserido no contexto em que atuo. Sofro a linguagem que falo por que ela é trabalho e suor. Gramaticalmente reproduzo que escuto e tudo aquilo que aprendi escrever. As palavras para o poeta são instrumentos que fornecem os subsídios para a reconstrução do mundo. Sou constantemente transfigurado pelo lugar onde habito. Por isso posso dizer que as experiências que adquiri na vida, desde oralidade, ampliam as expressões que recrio. A isso também se soma o dialeto próprio do nordeste como outra possibilidade lógica, capaz de alterar, ou pelo menos modificar, semanticamente, minha linguagem. Na poesia toda unidade é singular. Nós, os poetas, somos subjetivamente distintos. Podemos construir mensagens parecidas dentro das grandes temáticas humanas, mas acabamos criando imagens diferentes, de significados altamente substanciais. Isso tem a ver com a estrutura da língua, que possui singularidades, e, portanto está ligado ao fato do poeta falar sobre si e consigo mesmo no ato de criação do poema. Logicamente o poeta em seu processo criativo consolida seu trabalho como um artefato do encanto que lhe cabe na vida como testemunho. Somos tomados pela força do elo da criação que tem sua origem indeterminada. Eu costumo pensar que tradicionalmente pertenço à linhagem dos bardos provençais. Desde Lentini, que inventou o soneto, até o grande poeta cearense Francisco Carvalho, falecido recentemente, a história vem se repetindo. Testemunhamos nosso tempo e nele deixamos os rastros de nossos sonhos e a fuligem espessa de nossas mal-assombradas esperanças.

WB-O que se percebe é que existe um conflito entre o poeta, a infância e suas lembranças remanescentes de um sertão ainda ao Deus dará, de políticas publicas e a busca dos homens pela mística da fé. Qual é a verdade de tudo isso?


A infância é o meu país de exílio. Historicamente minha palavra foi gravada em sua carne, onde freme e se empluma. Não sei ao certo se de maneira conflituosa, exijo de mim, como motivação poética a captura das imagens que envelheceram em minha infância. Para lá sempre retorno, morrendo de medo do menino que fui e do fantasma que serei. Mas de acordo com os fatos que ocorrem na minha realidade presente, continuo fiel ás minhas origens. Obedeço, porém aos significados que me foram oferecidos como ensinamentos e a eles dou credibilidade. Por tanto para mim, pouco interessa se são ou não verdadeiros esses ensinamentos. Se os descubro agora como crendices, por exemplo. A antropologia cultural explica isso como um sistema de valores, mas eu qualifico como um relicário edificante. Quem conhece um pouco de história sabe que o nordeste já viveu uma prosperidade econômica. Isso durante mais de duzentos anos, no período colonial, através da atividade açucareira, o que tornou um o primeiro centro urbano do Brasil, recém-descoberto. Aí, vieram os metais preciosos e houve uma mudança sociológica. Afundamos no esquecimento, o que nos fez mais fortes, pelo trabalho, pelo pensamento, pela criatividade. Semeamos aqui nesse solo combusto nosso imaginário e nossa cultura. O imaginário é meu escudo. O imaginário se compõe da imagem, que edificamos. Nisso entra nossa história e a visão que construímos dela. Nietzsche , quando menciona o ponto de vista, mesmo que tente conceituar a verdade, acaba nos dando a indefinição da certeza, já que a visão particular é contextual, e por assim dizer, subjetiva. Como nasci, cresci e vivo, no sertão, suas reminiscências são cargos presentificados em minha escrita. Sou um elemento primitivo na paisagem. Considero o que Octávio Paz fala sobre a imagem, quando coloca que nós poetas designamos significados contrários ás imagens que criamos. Por isso causamos estranhezas. Por outro lado, dessas estranhezas retiramos a pluralidade e a unidade simbólica, recriando novas paisagens literárias. Isso é primordial para a feitura do poema e para a edificação da imaginação criadora. Deturpamos o original para criarmos o espaço do inesperado na poesia. Sei que estou envelhecendo dentro do sonho e do mundo. Percorrendo o caminho das idades da vida. Nesse sentido, gradativamente acompanho minha sombra rumo ao inesperado. Se ele está lá na infância, é lá que preciso buscá-lo. Sou criticado por isso. Por conservar, o que muitos chamam de ingenuidade criativa. Não posso mudar o fato de minha alma se alimentar dessas lembranças.

WB-Deus e o diabo na terra do sol de Glauber Rocha fazem sentido com a Posologia Residual da Palavra.

Só se for pelo lado da valorização do nordeste como leitmotiv. Mais pode haver outras implicações possíveis. Eu digo possível, pois não tenho consciência se elas existem. Mas vamos lá: no filme Deus e o diabo na terra do sol, Glauber cria um rito de passagem para conduzir as vidas do sertanejo Manoel e sua mulher Rosa, num ambiente hostil, aonde os dois personagens tentam sobreviver. Na posologia residual da palavra, esse rito de passagem existe, mais de maneira mais imbricada, os poemas se estabelecem no chão calcário, mais tencionam uma migração pra dentro da linguagem, numa certa reinvenção lingüística. Acho difícil dissecar o que escrevo, mas é mais ou menos isso. Lá no filme, há um acordo entre os sertanejos e o coronel, que no fim é desrespeitado. A fatalidade acontece pois se tece num ambiente de conflito. O gado morre no percurso. Sobram apenas a falta de palavra do coronel e a revolta de Manoel. Presenciamos isso há séculos nesses des-sertões. No meu livro, em alguns poemas, escrevo com as mãos revoltadas, exijo meu quinhão negado na infância. Como uma espécie de des-herança, que não me chegou ás mãos. Tem também o lado da cordelística trovadoresca, que é o fio condutor do filme, e em meu livro funciona como o genoma do meu processo criativo. Outra coisa a considerar é o catolicismo primitivo, presente na força fílmica, que na posologia, uso como um artefato bruto, tradicional, a que eu era obrigado a digerir pela imensa precisão que nos obrigava à fé. Bem, mas estou apenas conjecturando. Tudo que posso afirmar é que não sou com toda certeza, nem o santo Sebastião, envolto na poeira dos caminhos nem o fatídico Antônio das mortes embevecido pelo sangue de seus desafetos.

WB- De Orós ao Barro, do medo no universo das rimas, do sertão a ficção, de onde o poeta Cleison alimenta a SEDE DAS PARAGENS E DO SEU RISIDUAL METABOLOISMO DE RECEITAS POÉTICAS DENTRO de uma bula Posológica da palavra.

Venho desde as grandes águas até me semear no húmus do chão que escolhi por vida. Quem te disse que temo o universo das rimas? Muito pelo contrário, aprendi dominar os seus impulsos e capturá-las. Isso desde o princípio. Estou misturado as reações químicas próprias de minha pátria. Drummond se assumia de ferro, porque de Itabira. Eu sou de barro, enlameado pelo cuspo antigo da água mirrada, apesar da ancestralidade do jorro indelével do Orós, que só me chegava em sonho e deslembrança. O que me transforma vem do ideário que comungo. Das suas substâncias não-líquidas, das referências históricas que me aproximam da precisão para que eu possa sintetizar os sonhos que constituem a base da vida. A poesia me alimenta e me corrói. Na verdade, me vejo caminhando em busca do indecifrável, do insólito. Pela poesia e em seu chão, eu luto a força de sementes temerárias. Mas sou contra totalmente a receita pronta que torne a poesia digerível. Antes, o engasgo ou língua queimada, quando se pretenda a ingestão da linguagem poética, por desaviso de sua enormidade. O que lanço na posologia é o modo de usar a palavra que herdamos, suas doses de tradição, seus tons arcaicos, suas combinações dialéticas, para que se alcance uma humanidade lingüística. O que vejo muito nos novos poetas é essa pretensa formulação da novidade como retórica para um canto para além das tradições. Pura besteira. Requebrado estético não é poesia. Os poetas concretos tentaram retirar o sentimento e o lirismo da poesia e quebraram a cara. Fizeram uma coisa sem gosto, sem som, sem equilíbrio, e chamaram de poema concreto. Viajaram além do horizonte e acabaram caindo no vazio.

WB- A sua formação literária de mundo tem dois confrontos, o acadêmico e o estiado de ruminâncias agrestes. Qual desses caminhos te faz organicamente construído?

Só tem dicção poética que tem voz poética. Alguns poetas buscam o entendimento do que escrevem, porque pensa que assim se tornarão populares e ganharão os leitores. Esse é o maior erro que se pode cometer durante a evolução do processo criativo. Em sua gênese da escrita nos exige a tomada de posicionamento diante da vida e de suas temáticas históricas. Não se ter referências históricas nos remete ás imitações. Lemos nos afetamos, depois é só imitar para conquistar leitores desavisados. Já falei isso, quando citei Manoel de Barros. De forma geral, os aspectos tradicionais da poesia sobrevivem ao tempo, por que são bons e também porque são bonitos, encantadores. Mas lidamos o tempo todo com a questão do intelectual, concepção que abrange o sentido de autoridade sobre o que é escrito. Então se começa a inferir ao poema os aspectos de erudito ou popular, tecendo a trama do bom, e do ruim, o que culmina com o conceito de beleza. 

Só pode ser belo o erudito, esse é o pensamento. O mito do arauto do conhecimento é construído, como única pessoa histórica capaz de acessar o conhecimento cultural. O intelectual se articula numa posição ilusória mas que interpõe o seu poder, pelo discurso, submetendo as tradições orais ao ostracismo. Acho isso gritantemente impiedoso. Chegamos então a um fim que erige a concepção da poesia, e não só dela, mas também da arte, como uma posição ocupada dentro do universo social. Entre o intelectual e o poeta popular trava-se uma luta de classes, onde impera a lei da mais valia. Mesmo vivenciando condições de pluralidade, somente os intelectuais é que têm voz e vez. Não me sinto intelectual e nem quero fazer parte dessa classe. Antes sou um poeta, brasileiro e nordestino. Comigo meu umbigo e minha sombra. Canto o que sinto, desde o aboio até o fado. Minha trajetória é marcada pela tradição e seus resíduos funcionam em mim como segunda pele. Conviver com a invernia e o estio, tem função estatutária dentro do que canto. A Grosso modo fui e sou construído por esses fundamentos climáticos, atmosféricos, sertânicos.

WB-O imaginário real dos aboios de histórias do seu avô é uma presença constante em seus livros, quem é seu avô que teima em se manter vivo dentro do que você escreve.

O real e o imaginário andam juntos por esse mundo há milênios. É um chão fecundo para se procurar as relações entre poética e historicidade. É entre o real e o imaginário, que fabulamos. Reinventamos o mundo. Construímos, para desconstruirmos, os estatutos do tempo. Desde tenra idade estou imerso nesse fabulário cultural, pelo qual adquiri certos conhecimentos tradicionais. Sem saber, meu avô, a seu modo, semeava nas noites do sertão, os flambloian, que estavam guardados em seu inconsciente. Pra quem não sabe essa expressão, conceitua determinadas estórias, do cotidiano, cujas narrativas, traziam ensinamentos, exemplos a serem seguidos, e sua moral instruía. Meu avô era detentor natural de muitas dessas narrativas. As estórias aproximavam-se da realidade. Mesmo que avançassem muitas vezes para uma ambientação fantástica. Fato é que sou o que sou pelo que ouvi. O povo nordestino tem esse diferencial. Assume mesmo uma postura medievalesca. É uma coisa intuitiva, residual, inconsciente. Meu avô era um griô camponês. Com postura trovadoresca, medieval. Um filósofo agreste. Griô, ou griot, significa “o sangue que circula”. O sangue de meu avô ainda está por aí, circulando, por que conto o que ele me contou de quem o contou. Minhas filhas contarão aos seus filhos e netos, que perpetuarão esse sangue do real e do imaginário para todo sempre, como tradução da tradição. Lembro-me com nitidez das noites do sertão, as estórias, os romances de cordel, o fantástico em linhado no maravilhoso, a luz dançarina das lamparinas. São coisa, situações, que marcaram minha vida. Num outro extremo da vida tínhamos o aboio, que não era lá de casa, pois meu avô não era homem de gado, era homem de terra e grão, de fruto colhido, de suor e calo, de desesperança e fartura, de seca e de invernia. Mas estava ali, o aboio, aquele canto sem palavras, conduzindo rebanhos funestos e magricentos. Meu avô é uma sombra acesa dentro da memória. Um estirão do estilhaço desse aboio eterno, que me guia pela vida, o atalho, o rastro no chão que me indica o caminho do açude, a natural magia que me prende ao meu cordão umbilical.

WB- No livro Posologia o poema OS EXECUTORES alimenta a inteiriça das palavras como SOPESOU... São novos silogismos no aleijo das esmolas entre o místico e o real dos homens.
Ainda bem que você menciona os silogismos e não os neologismos. Explico: dentro do universo de referências históricas que utilizo como ponto de partida para minha criação, permanece constantemente buscando uma conexão entre as idéias que tento promover e a compreensão de mundo que tenciono construir. Minha argumentação se articula no raciocínio. Isso é a base filosófica do silogismo. Conectar palavra e pensamento até chegar a alguma conclusão sobre a vida em seu estado natural. O outro lado da moeda são os neologismos. Dentro da linguagem, enquanto fenômenos criam novas substâncias lingüísticas que interferem no sentido das coisas. Uma vez que eu sou um poeta de meu tempo, minha ocupação mais imediata é reinventar o mundo, refletindo sobre ele. Como não nasci dotado de talento para inventar palavras novas, desenvolvo a tessitura de meus pensamentos fazendo conexões com meu passado, alinhavando significados arcaicos que se transfiguram agora,como elementos distintivos da realidade.

WB-. Os poetas são anjos engasgados “... Que engasgos comportamentais são esses e o que são os malditos?

Isso é uma teoria de ficção científica minha, para justificar o dom da poesia. Penso o seguinte: num determinado momento após a criação da humanidade, Deus deve ter enviado alguns de seus anjos para conviver aqui na terra, com os homens. Todos falavam uma mesma língua e havia uma disciplina lingüística, nunca alterada. Deus falava aos homens pela voz dos anjos e isso bastava para haver comunicação. Certo dia, porém, os anjos se engasgaram sem razão, e esse elo, entre Deus e os homens foi quebrado. Deus então, chama de volta todos os anjos para fazer um curso de reciclagem, e saber o real motivo daquele problema. Após algumas dezenas de segundos os anjos voltaram a terra, mais sabidos e coordenados e tudo se normalizou. Porém, já era tarde de mais. O som do engasgo da voz dos anjos ficou impregnado no subconsciente de alguns uns, que habitavam aquelas sesmarias. Foi impossível controlar a força daquela língua nova, com a qual, eles falavam coisas para muitos inteligíveis. A língua foi batizada de poesia e aqueles homens passaram a ser denominados de bardos, desde então. Deus, surpreso e admirado, consagrou-lhes com imerecimento e a solidão. Mas por compaixão, semeou no coração dos poetas, um pequeno grão de esperança.

WB- Quem é Cleison Ribeiro dentro da Literatura.

Dentro da literatura, acho que apenas, um pequeno, minúsculo grão de poeira. Mas espero ventos que me possam levar através do tempo, dentro do mundo, para além do sonho e da vida. Assino meu nome com o sangue da esperança, tentando lavrar uma escrituração humana, que fale de fé e justiça e funcione como um artefato de beleza e claridade. Meu caminho está sendo construído para alcançar o inesperado. Tenho origem e linguagem. Minha linhagem não vem graças a Deus, dos comensais. Desde muito tempo pertenço ao povo, dele provim, de forma simples, e convivo desde sempre com a precisão e o sofrimento. E é Isso que fez minha alma forte, meu olhar austero e meu coração semeado de ternuras.

Por: Wilson Bernardo


Dois bicudos não se beijam - Por: Ed Alencar


Acima: Vereador Dárcio Luiz, que denunciou Fernando Brasil


Acima: O vereador Fernando Brasil

Assim diz o dito popular, que, ”dois bicudos não se beijam”.  Esse dito popular, se enquadra perfeitamente aos vereadores: Dárcio Luiz e Fernando Brasil. Realmente, os dois não se bicam neste mundo, seja no território de Dom Quintino, onde vivem, ou no território da Câmara Municipal do Crato, onde legislam. Ou seja: esse mundo é pequeno para os dois. Esses dois inimigos Arquirivais, estão sempre em pé-de-guerra dentro da câmara. São muitas as demonstrações de rivalidade. Recentemente Dárcio Luiz, votou contra a doação do terreno da igreja do Sagrado Coração de Jesus, destinado para o grupo Bras Tudo, para não beneficiar a família de Fernando.

As pessoas que compareceram à sessão da câmara de terça feira 29 de outubro de 2013, se surpreenderam ao ver o vereador Fernando Brasil, na ausência de Dárcio Luiz, quando usou o microfone no plenário, e faz elogios na defesa do rival colega, onde disse diante dos fatos de hoje, que não votaria contra ele. A imprensa também ficou surpresa.  Quem diria! quem te viu quem te vê! quem explica  os mistérios da política, ou o que a política faz.

Ai vem às interrogações.., em tempos de tempestade que envolve a câmara  de vereadores do Crato, em tempo de vereador endiabrado como disse  o Guri, que assim estava Dárcio Luiz, teria imaginado o Fernando Brasil, que esse “endiabrado” poderia com seus “amargos” espetos, lhe atingir  também nas denúncias, e por isso levantou a bandeira branca da paz, como um pedido de; “ me poupe, satanás”! 

Parece que não chegou até ele, esse pedido.., porque  o vereador  Fernando Brasil, vai virar “HUCK”, verde de raiva, com  estas  últimas declarações de Darcio Luiz, envolvendo o seu nome e do ex-presidente da câmara, Florisval Coriolano, nas gravações do ex-prefeito Samuel Araripe.   Ai eu digo.. , É DE LASCAR”     

Por: Ed Alencar



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