xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 24/08/2013 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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24 agosto 2013

A inexistente "proclamação da república"—por Fernando Mascarenhas Silva de Assis (*)


Há uma versão um tanto idealizada da chamada "proclamação" da República (que nunca ocorreu). Esta versão, embora fantasiosa, tem sido incentivada pela propaganda oficial. Abaixo, a descrição correta de uma das mais negras páginas de nossa História.

A verdadeira causa da pseudo proclamação da república chama-se Adelaide... Deodoro estava no Comando Militar do Rio Grande do Sul. O influente político Silveira Martins ocupava a Presidência da Província. Ambos disputavam os encantos e favores de uma viúva, cujo nome era Adelaide. Parece que ela preferia o Silveira Martins, deixando Deodoro em segundo plano. Por conseqüência, tornaram-se inimigos ferrenhos... Daí, anos mais tarde, a conduta tresloucada do Marechal que não proclamou a república...

De fato, as chamadas "causas" da proclamação (que nunca ocorreu) desta República (que não é, e nunca foi) não passam de eventos maquiados pela propaganda golpista (que não menciona a Viúva Adelaide). São poucos, muito poucos, os que já ouviram falar na Viúva Adelaide. É natural. A historiografia oficial, por motivos óbvios, faz o possível para que seja esquecida.

Portanto, a chamada Proclamação da República no Brasil é uma fábula. Nunca aconteceu. Contudo, resta a pergunta: Se não houve uma proclamação, como foi implantada a República no País? Após ter gritado "Viva o Imperador”, (que a propaganda oficial mudou para “Viva a República), Deodoro voltou para casa. Volta ao leito e, na cama, recebeu a visita alguns militares republicanos. Tentaram fazer com que Deodoro assinasse o documento que viria a ser o decreto Nº 1 da república. O velho militar se recusou: havia jurado fidelidade ao Imperador.

Deodoro não era republicano. Havia mesmo escrito, poucos dias antes, a um de seus sobrinhos, o General Clodoaldo que: "República no Brasil e desgraça completa são a mesma coisa”. De má fé, os militares golpistas disseram ao Marechal que o Visconde de Ouro Preto seria substituído por Silveira Martins. Sabiam da inimizade entre os dois. Deodoro não havia perdoado seu antigo rival na disputa pelos favores da Viúva Adelaide.

Tresloucado, como sempre ficava quando se lembrava de sua antiga paixão, Deodoro disse textualmente: "Deixe-me assinar esta porcaria". A “porcaria” era o primeiro decreto do “governo provisório” documento este que efetivamente implantou o regime republicano no Brasil.

(*) Fernando Mascarenhas Silva de Assis, residente em Belo Horizonte, é Engenheiro Civil pela UFMG, pós-graduado em Engenharia Econômica. Diretor do CETEC - Centro Tecnológico do Estado de Minas Gerais, Diretor da Faculdade de Administração da Fumec, Auditor de Sistemas e Auditor Ambiental.

Lançado novo livro sobre o golpe militar que implantou a república no Brasil

1889, o ano que ainda não terminou
(Do site da revista VEJA)
 O jornalista Laurentino Gomes com a trilogia '1808', '1822' e '1889' (Divulgação)

Se a Proclamação da República, feita em novembro de 1889 por um militar monarquista e adoentado, era a conclusão inevitável do processo de Independência do Brasil, detonado em 1822 pelo herdeiro da coroa real portuguesa, não era, por outro lado, o ponto final do projeto de construção nacional. Essa é, em resumo, a leitura feita pelo jornalista paranaense Laurentino Gomes, que lança agora 1889 (Globo Livros, 416 páginas, 44,90 reais), última parte da trilogia sobre as datas que marcaram o Brasil no século XIX, iniciada com 1808 e 1822. Como os dois primeiros livros, que conquistaram dois prêmios Jabuti de Não-Ficção e venderam juntos, aqui e em Portugal, cerca de 1,5 milhão de exemplares, a expectativa para este é alta. 1889 chegou às lojas nesta semana com tiragem inicial de 200.000 exemplares.

Abaixo, excertos da entrevista com o escritor Laurentino Gomes, publicada no site da VEJA:

Alguns estudiosos entendem que o conceito de revolução implica mudanças profundas na sociedade e participação popular. Este foi o caso da nossa República?
Esse conceito de revolução é discutível. Acho que a gente nunca teve nenhuma revolução no Brasil, se tomar esses critérios. A Independência e a República, assim como a Revolução de 1930, foram movimentos de grupos restritos. O que o Brasil tem muito na sua história é golpe de Estado. Mas a gente pode dizer também que a campanha das Diretas Já, trinta anos atrás, foi uma revolução que pôs fim ao regime militar, provocou uma ruptura drástica e contou com o povo na rua. Acho que foi uma segunda Proclamação da República, uma revolução pacífica, a partir da qual estamos vivendo trinta anos ininterruptos de democracia.

Sobre as amizades de Dom Pedro II: o texto na contracapa de 1889 diz que ele e o marechal Deodoro da Fonseca eram amigos. Eles eram próximos, mesmo?
Não chegavam a ser íntimos, mas havia uma admiração. Deodoro disse que gostaria de carregar as alças do caixão do imperador. Ele se considerava realmente um súdito do imperador, o que torna a atitude do marechal, no dia 15 de novembro de 1889, ainda mais estranha. Um ano antes, ele escrevia cartas para o sobrinho Clodoaldo, no Rio Grande do Sul, dizendo que República e desgraça eram a mesma coisa. Ele era claramente um monarquista. Mas era também um homem vaidoso e magoado. Um copo de mágoa transbordado. Ele se considerava desprestigiado pelo governo imperial, achava que o Exército era desconsiderado nos seus méritos. Acaba dando o golpe republicano mais por mágoa pessoal que por convicção política.

Entre as mágoas pessoais do marechal, está a rivalidade com o fazendeiro gaúcho Gaspar da Silveira Martins, para quem ele havia perdido a baronesa do Triunfo.
É, tem uma história de alcova que ajuda a explicar a decisão do Deodoro na madrugada de 16 de novembro. Porque ele havia destituído o ministério do visconde de Ouro Preto, mas não havia proclamado a República até ali, até saber que Dom Pedro II havia escolhido Silveira Martins para chefiar um novo ministério.

A maçonaria teve papel importante em 1822 e 1889. O senhor sabe dizer se ela ainda é relevante hoje na política nacional?
Não é. Hoje existem cerca de 150 000 maçons no Brasil, eles estão profundamente divididos e já não têm nem sombra do papel político que desempenharam no passado. Quando havia de fato uma razão para isso. Na época da Independência, não existiam partidos políticos capazes de organizar, de canalizar o debate a respeito das coisas que precisavam ser decididos naquele momento. E isso acontecia nas lojas maçônicas. A maçonaria, tanto como a Igreja Católica, funcionou como um proto-partido. Na proclamação da República, a maçonaria esteve presente, mas já não tinha a importância que possuía na Independência. Ela vai aos poucos cedendo lugar a outras instituições.
                                                                                                 

A volta dos “navios-negreiros”... E a Lei Áurea? – por Paulo Panossiam


Deixa ver se eu entendi. O governo do PT faz um acordo com Cuba e a Organização Panamericana de Saúde (Opas) para a contratação de 4 mil médicos da terra de Fidel, e esses profissionais serão obrigados a trabalhar exclusivamente numa região designada pelo governo federal. Dos R$ 10 mil a que terão direito todos os outros possíveis profissionais contratados para o Mais Médicos, estes, de Cuba, receberão somente 30%, ou R$ 3 mil por mês.

Ou seja, o contrato do governo brasileiro com Cuba e a Opas será de R$ 511 milhões até fevereiro de 2014. Descontado o valor a ser pago aos possíveis 4 mil médicos cubanos, vão sobrar para essas entidades R$ 357,7 milhões. Recursos esses milionários, como se fossem a fundo perdido ou desviados do erário, como vem ocorrendo com muita frequência nestes últimos anos no País.

Se concretizado este acordo, como parece que sim, o governo petista estará ressuscitando a escravidão no Brasil, por tráfico de médicos cubanos que receberão 70% a menos do que os outros profissionais da saúde, sejam eles brasileiros ou não, para atender pacientes nas regiões mais longínquas do País.

Isso é um absurdo! Talvez o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e a presidente Dilma achem que esses médicos não são humanos e não vão perceber, ao chegar ao Brasil, que estão sendo enganados! E que, como verdadeiros escravos, vão trabalhar garbosamente respeitando seus senhorios, ou donos, a partir de então, os petistas. Não sou advogado, mas tenho certeza de que, pelas leis brasileiras, esse contrato é inconstitucional. Além do mais, fere a dignidade da sociedade brasileira, que já tem uma dívida moral enorme com os cidadãos vindos da África séculos atrás.

Em 1888, esse estúpido comércio humano felizmente foi extinto com a vigência da Lei Áurea. Assim o governo petista continua afrontando o País. Não pode tudo!

Paulo Panossian -- paulopanossian@hotmail.com
São Carlos (SP)

Associação Brasileira de Medicina–AMB vai ao Supremo Tribunal Federal–STF para barrar o “Mais Médicos” e “proteger a população”



(Matéria publicada no “Estado de S.Paulo” deste sábado)

AMB vê ‘manobra político-eleitoral para impor algo inócuo e populista’ e diz que bolsistas do programa vão integrar nova categoria médica no País, como ‘escravos’

 A Associação Médica Brasileira (AMB) entrou nesta sexta-feira, 23, com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) para tentar suspender o programa Mais Médicos. A intenção da categoria foi adiantada pela coluna Direto da Fonte desta sexta. O governo federal não se pronunciou ainda sobre a Adin, mas o Ministério da Saúde teve de vir a público para explicar que os médicos cubanos trazidos por convênio seguirão a lei e a ética brasileiras e os acertos trabalhistas de Cuba.

No texto enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), com apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM), o advogado da AMB, Carlos Michaelis Jr, pontua que o Mais Médicos é inconstitucional por ser adotado por medida provisória - manobra "político-eleitoral para impor algo inócuo e populista" - e por dispensar de revalidação do diploma profissionais graduados no exterior, o que "põe a população em risco".

Na mesma Adin, Michaelis Jr. contesta a falta de exigência de proficiência na língua e diz que, se aprovado, o Mais Médicos criará duas medicinas no País, uma de livre exercício e outra "de escravidão moderna". "A primeira terá os que poderão exercer a profissão livremente em todo o território nacional. A segunda é composta pelos médicos intercambistas, que terão seu exercício profissional limitado, com qualidade duvidosa para atender a população."

A nova disputa entre a classe médica e o governo chega ao STF antes mesmo de passar pelo Congresso. A ideia é barrar o programa agora, desde o início, uma vez que nesta sexta-feira já começaram a chegar os primeiros interessados do exterior. Além disso, neste fim de semana chegam ao País os primeiros dos 4 mil cubanos que atenderão cidades não requisitadas na primeira fase do Mais Médicos.

Comentário de Armando Rafael


O governo brasileiro e a Organização Pan-Americana de Saúde–Opas (a serviço da ditadura dos irmãos Castro) precisam explicar o destino desses milhões de reais que serão gastos com os médicos cubanos, os quais – com roupas surradas – já começaram a desembarcar no Brasil. Além dessa vultosa importância (pois  se forem levados em conta o custo individual de R$ 10 mil, os 4 mil médicos previstos custarão todo santo mês 40 milhões de reais ao erário brasileiro), a rapidez com que o acordo foi feito levantou suspeitas de entidades médicas brasileiras. Essas entidades médicas brasileiras são instituições sérias. Além do mais, um convênio desse porte não é feito da noite para o dia. Conclui-se, pois, que o governo do Brasil e a ditadura cubana já vinham planejando esse assalto há muitos meses. O acordo com a Opas foi assinado na última quarta-feira e no mesmo dia foi anunciado que os médicos cubanos começariam a chegar neste fim de semana... Além desses milhões serem destinados a ajuda para sustentar a ditadura na ilha-prisão, aí tem coisa...
 
                                                                                                 

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