xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 08/08/2013 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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08 agosto 2013

Coragem de ousar - Por: Emerson Monteiro


Nesse mundo cheio das receitas prontas, acomodação representa quase toda atitude que sujeita dificultar a caminhada de pessoas e grupos sociais. Ninguém foge da mediocridade quando espera apenas a concordância dos demais, daqueles por vezes agentes do atraso. Permanece onde esteja, que anda tudo bem, dizem as regras do mercado competidor. Enquanto isso, no silêncio das noites, os tais orientadores da conformação dominam as teias do desenvolvimento. Armam as arapucas só querendo pegar medíocres desavisados e faltos de vontade pessoal.



Lá adiante, os lerdos verão que ousar caracteriza a lei dos vitoriosos. Deixar de lado as cassandras e críticas desestimuladoras de quem não entra nem quer deixar que outros cheguem ao território das conquistas serve isso também às comunidades. Os caretas propagam ideologias de contenção dos impulsos inovadores e as multidões abrem mão do ouro das oportunidades. Usam, pois, a tal pouca iniciativa no proveito próprio. Falsos líderes, pobres almas gananciosas, cevadas nos interesses particulares.

Carece, no entanto, dar passos largos que pretendam conquistas preciosas. Os maiores nomes da política, das artes, da ciência, religião, ousaram como ninguém. Acreditaram, e a história andou com eles, a demonstrar, no turbilhão das vitórias de Alexandre Magno, Napoleão Bonaparte, Tomás Edison, Paulo de Tarso, Maomé, Cristóvão Colombo, de tantos e tantos, que ultrapassar limites do imponderável vive à disposição dos fortes em vencer as barreiras humanas, marcando sobremodo a expansão das civilizações pela face da Terra. O gosto de vencer existe e alimenta a alma dos povos desde que eles aqui chegaram nos pés dos primeiros conquistadores do impossível que antes reinava.

Populações necessitam da disposição de líderes ousados que queiram evoluir nas ações, que demonstrem virtudes positivas superiores, no trabalho honesto e nas marcas que deixam às gerações porvindouras. O futuro, ao seu modo, jamais perdoará os tímidos, mornos e entregues ao vício do desânimo e do medo crônico da novidade positiva, conquanto um Sol nascerá todos os dias sempre.

Oportunidades utilizadas com sabedoria, sim, recompensam o sentido de construir, fomentar meios de progresso e de transformar desafios nas chances melhores, procedimento dos que sabem do ânimo das respostas criadoras do tempo revertido nas bênçãos da promessa.

Por: Emerson Monteiro


Eike Batista vê seu império implodir, diz ‘Financial Times’


Agência Estado

Foto: Fábio Motta/ Estadão

Fernando Nakagawa, correspondente da Agência Estado

LONDRES – O jornal britânico Financial Times - FT, dedica uma página inteira da edição desta quarta-feira para analisar a ascensão e a queda do empresário brasileiro Eike Batista. Com o título “Reverso da fortuna”, a reportagem diz que Batista “já foi o mais rico do Brasil, mas vê seu império de empresas startups de petróleo, mineração e logística implodindo”. Para o jornal, o empresário “encarna melhor que ninguém a euforia com o Brasil e outras nações emergentes durante a primeira década do século XXI”.

Com chamada na primeira página do jornal, a reportagem diz que “a empresa de petróleo carro-chefe (a OGX) está à beira da falência depois de declarar o fracasso em poços de produção que podem ser desativados”. “Isso fez com que o magnata – que encarna melhor que ninguém a euforia com o Brasil e outras nações chamadas Brics durante a primeira década do século XXI – esteja à beira da ruína. Sua fortuna, estimada no ano passado em mais de US$ 30 bilhões, foi reduzida a US$ 200 milhões”, diz o jornal.

A reportagem assinada por Joe Leahy, chefe da sucursal do FT em São Paulo, e Samantha Pearson, repórter do jornal britânico no Brasil, classifica a recente evolução dos negócios como uma “morte” para o empresário. “Sua morte também é um sinal mais amplo dos tempos mais difíceis à frente para empresários brasileiros agora que a onda das commodities está diminuindo”, diz o texto. “A era da liquidez fácil acabou e as empresas brasileiras terão de lutar contra os concorrentes de outros mercados emergentes pelo capital cada vez mais escasso”, diz a reportagem.

O FT diz que a queda do empresário “que já foi garimpeiro e campeão de esportes náuticos e se casou com uma capa da (revista) Playboy é certamente um teste para o exército de parceiros e investidores estrangeiros”. “Eles vão desde a General Electric até o fundo de pensão das professoras de Ontário. E seus credores incluem a gestora de fundos Pimco e uma gama de bancos brasileiros”, diz o texto.

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