xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 20/06/2013 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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20 junho 2013

Aliados criticam governo Dilma e pedem reforma ministerial

Em meio à onda de manifestações em várias cidades brasileiras nos últimos dias, alas do PT e do empresariado recrudesceram as reclamações sobre a falta de interlocução do governo Dilma Rousseff com setores empresarial, político e social e pressionam por troca de ministros.A insatisfação tem sido explicitada em encontros desses grupos com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Segundo a Folha apurou, o petista respondeu a seus interlocutores que tem a mesma avaliação e que iria conversar com Dilma sobre a necessidade de abrir canais de diálogo com empresários, aliados políticos e líderes de movimentos sociais. O ex-presidente esteve anteontem com sua sucessora em reunião emergencial em São Paulo para falar das manifestações de rua no país.

A Folha ouviu tanto de petistas quanto de empresários nos últimos dias que o governo precisa de uma chacoalhada e que o ideal seria fazer trocas na atual equipe para azeitar a interlocução do Palácio do Planalto com os demais setores da sociedade.

INTERLOCUTOR

O marqueteiro João Santana também foi escalado para melhorar o diálogo com os empresários. Uma espécie de ministro sem pasta, Santana jantou nesta semana com um grande empresário. Em comum nas conversas de industriais com Lula estão reclamações contra o estilo intervencionista da presidente e sobre o que consideram uma aversão à relação com o mercado. Para eles, Dilma precisa ter um ministro com livre trânsito no empresariado e estar mais aberta a sugestões da iniciativa privada.

Dentro do governo, assessores reconhecem que a administração dilmista precisa melhorar sua interlocução com esses setores, mas afirmam que não está nos planos da presidente fazer uma reforma ministerial agora. A troca viria apenas no início do próximo ano, quando até 14 dos 39 ministros podem deixar o governo para disputar as eleições. Nos setores petistas, a avaliação é que a presidente Dilma precisa mudar sua articulação com o Congresso e dar mais poder a Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), que estaria sem autonomia para dialogar com os movimentos sociais.

São comuns em Brasília relatos da falta de diplomacia de Dilma ao tratar com aliados no meio político e empresarial. Há algumas semanas, por exemplo, Lula foi ao Peru e se encontrou com o presidente Ollanta Humala. "Tem sido difícil o relacionamento", disse ele ao petista. E citou um episódio: o Peru apoiou a eleição do brasileiro Roberto Azevedo para diretor da Organização Mundial do Comércio, mas até aquele momento Dilma não havia ligado para agradecer.

Cenas nunca vistas - CAOS, VANDALISMO e DESTRUIÇÃO ( no meio da passeata pacífica dos manifestantes )


Veja o vídeo abaixo:





Cenas nunca vistas - CAOS, VANDALISMO e DESTRUIÇÃO ( no meio da passeata pacífica dos manifestantes ) - Estes não nos representam.

Manifestantes invadem a Alerj e entram em confronto com a PM

Mais de 150 policiais do Batalhão de Choque entraram em confronto com um grupo de cerca de 300 manifestantes por volta das 23h30 desta segunda-feira após a invasão do prédio da Assembleia Legislativa do Rio. Ao menos, oito pessoas foram detidas.

A invasão da Alerj aconteceu por volta das 23h e durou alguns minutos, até a chegada da Tropa de Choque. Os policiais chegaram às 23h15 em vinte carros e um blindado, o chamado caveirão, e atiraram várias bombas de efeito moral para dispersar os manifestantes, que correram em direção à Candelária.

O ato tinha começado pacificamente seis horas antes, reunindo 100 mil pessoas. Antes da invasão, um grupo de 80 policiais, sendo vinte deles feridos, chegou a ficar encurralado pelos manifestantes no prédio da Alerj.

Por volta das 22h30 policiais conseguiram entrar pelos fundos do prédio da Assembleia para resgatar os que estavam feridos.

Os atos violentos da passeata começaram por volta das 19h30, quando um grupo se dispersou dos que caminhavam em direção à Cinelândia e decidiu seguir para a Assembleia Legislativa, onde, na quinta (13) já tinha acontecido outro confronto.

Um carro de som que acompanhava o grupo anunciou: "Ocupamos o Congresso", referindo-se ao que acontecia em Brasília. A multidão então começou a gritar: "ocupa, ocupa, ocupa a Alerj" e "isso aqui vai virar um inferno".

Entre os detidos, está o estudante de economia da Universidade Federal Fluminense Mateus Costa, que disse que sua prisão foi arbitrária, já que estava apenas nos arredores da área do conflito. Filho de um dos fundadores da ONG Rio da Paz, Antonio Costa, Mateus disse que o grupo com o qual tinha participado da passeata caminhava nos arredores do terminal Menezes Cortes, quase em frente à Assembleia, quando foi preso.

Em uma das ruas próximas ao terminal, lojas e agências bancárias foram saqueadas. O primeiro carro foi virado e incendiado. Os poucos policiais presentes foram acuados e se refugiaram dentro do prédio.

Folha de São Paulo





Pesquisa CNI/Ibope: Governo Dilma cai 8 pontos e fica com 55% de aprovação

("O POVO", 20-06-2013)

A pesquisa não capta os efeitos dos protestos que vêm tomando as ruas das principais capitais brasileiras desde a semana passada


Uma nova pesquisa de opinião pública divulgada ontem reforça a tendência de queda na avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff (PT), com uma queda de oito pontos percentuais. O levantamento feito pelo Ibope, por encomenda da CNI (Confederação Nacional da Indústria) mostra também queda de oito pontos percentuais na sua avaliação pessoal. Os recuos se deram acima da margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Os entrevistados que consideram o governo “ótimo” ou “bom” agora são 55%, contra 63% em pesquisa realizada em março deste ano. Já os que avaliam de forma positiva a forma de a presidente Dilma governar são 71%, contra 79% na pesquisa anterior.

Embora tenha sido divulgada agora, a pesquisa não capta os efeitos dos protestos que vêm tomando as ruas das principais capitais brasileiras desde a semana passada. Isso porque os entrevistadores foram a campo entre os dias 8 e 11 deste mês. O protesto realizado em São Paulo, com forte reação da Polícia Militar e que acabou servindo de estopim para outras manifestações mais numerosas em todo o país, ocorreu no dia 13. Ainda assim, a pesquisa mostra mudança na curva de aprovação do governo, em sintonia com o que já havia sido apontado pelo Datafolha, em pesquisa realizada nos dias 5 e 6 deste mês, quando foi apontada uma queda de oito pontos percentuais na aprovação do governo Dilma, na comparação com pesquisa de março.

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