xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 15/05/2013 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
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15 maio 2013

São Mamede - Por: Emerson Monteiro


Alguns dias na Paraíba, neste final de semana do Dia das Mães, e revejo uma cidade próxima da BR logo antes de subir a Serra da Borborema no sentido Sousa - João Pessoa, São Mamede, que conhecera desde a primeira vez em que viajei a Capital paraibana, e me causara admiração devido a singeleza de sua capela de torre única. Era noite e o ônibus entrara só enquanto cumpria o roteiro de raros passageiros, deixando vislumbrar a construção. Daí, planejei quando pudesse fotografá-la. Isto agora nesta viagem aconteceu no meio da tarde do domingo dia 12 de maio de 2013.

Ao entrarmos na cidade próxima da estrada principal, comentava a propósito do padroeiro São Mamede, que conhecia apenas de nome. E nisso, senti o interesse de saber mais a seu respeito, tempos de Internet, a reunir alguns dados disponíveis.

Mamede, santo venerado nas Igrejas Católica e Ortodoxa, nasceu no século III, na cidade turca de Cesareia, hoje denominada Kyaseri, à época do domínio do Imperador romano Aureliano. Seus pais, cristãos, viram no cárcere na ocasião do nascimento. Logo seriam executados diante da perseguição romana aos cristãos, deixando o filho órfão aos cuidados de Ammia, uma senhora amiga, até que ele inteirasse os 15 anos.

A ligação de Mamede com o Cristianismo lhe renderia outras perseguições, capturado e torturado pela fé. Diz a história que, na prisão, receberia a visita de um anjo, ganhando de volta sua liberdade. Orientado que seguisse rumo a montanhas próximas da cidade, no caminho defrontou leões selvagens, os quais dominaria na força da espiritualidade. Uma das feras dele se afeiçoou, acompanhando-o sempre.

A fama de que Mamede domesticava animais bravios ganhou os ouvidos de Alexandre, o duque de Cesareia, motivo de condená-lo à morte, considerando que possuísse parte com as forças do mal. As feridas que daí sofreria lhe causaram a morte depois de conseguir regressar às montanhas e lá merecer a cicatrização das marcas deixadas pelos agressores.

No século VIII, católicos trouxeram as relíquias do santo para a França, depositando-as na Catedral de São Mamede, na cidade de Langres, onde permanecem recebendo a devoção de padroeiro dos recém nascidos e dos que atravessem problemas nos ossos, sobretudo na coluna.   

Assim, devido ao gosto que em mim despertou a beleza da igrejinha da cidade paraibana de São Mamede, quis conhecer mais da personalidade histórica desse mártir cultuado pela população do lugar, e ora partilho dos que leram tais palavras.

Ex-secretário do Turismo do Ceará teme efeitos da insegurança para imagem do turismo


Allanaguiar

Com o título “Turismo: risco real e imediato”, o ex-secretário do Turismo do Ceará, Allan Aguiar, aborda neste artigo a questão da insegurança atualmente registrada em Fortaleza. Ele avalia os efeitos econômicos que poderão advir, caso se consolide a imagem de Fortaleza como cidade insegura. Confira:
São graves os efeitos econômicos que poderão advir caso se consolide a imagem de Fortaleza como cidade insegura, onde a violência saiu dos padrões de razoabilidade. Na hierarquia das prioridades de quem viaja, a segurança do Destino Turístico ocupa a primeira colocação e mostra-se como principal variável na equação decisória do Turista. Óbvio, ninguém quer expor-se, muito menos sua família, a riscos do gênero.
São muitos os exemplos, no Brasil e no mundo, de Destinos turísticos que passaram pela degradação de suas imagens e levaram anos contabilizando prejuízos representados pela queda do fluxo turístico e, consequentemente, da receita e da renda turística.
No Nordeste do Brasil temos o exemplo de Recife que chegou a perder quase que a totalidade do fluxo de lazer e entretenimento e, por conseguinte, dos investimentos privados voltados pare esse perfil de consumidor, por ser considerada uma cidade arriscada demais para passear. No ranking nacional, Recife figurava como a cidade de maiores índices de violência por cem mil habitantes, rivalizando com Maceió, Aracaju, Salvador, Rio e São Paulo. A grande imprensa nacional reverberava essa fragilidade, consolidando na cabeça do brasileiro o risco de optar pela capital pernambucana.
Hoje, assistimos nossa Fortaleza ocupar a linha de frente das variadas pesquisas que comparam o quadro de violência urbana das principais cidades do Brasil. Estamos sempre perto do topo, quando não nele, dos indicadores de violência. Os esforços promocionais do marketing turístico do Estado, que tem na Capital seu destino mais requisitado pelos consumidores de viagens, estão em risco diante da mais desconcertante má fama que um Destino pode ter: Insegurança.
Ninguém topa ir conhecer a faixa de gaza, a Síria ou o Iraque, inobstante serem regiões muito bonitas. Existe uma correlação quase perfeita de inversa proporcionalidade entre as linhas do gráfico de violência e de fluxo turístico de lazer.
Nesse ponto, alguns veículos de comunicação poderiam tratar o tema com menos estardalhaço, procurando não pautar a grande imprensa dos mercados emissores de Turistas, assemelhando-se a prática de muitos destinos americanos e europeus que procuram atenuar os efeitos midiáticos das ocorrências policiais acontecidas em seus domínios, que não são poucas. Nesses Destinos, existe uma consciência bem difundida dos efeitos nefastos dessa má fama.
As pesquisas que o setor realiza, regularmente, junto aqueles brasileiros que compram o Destino Fortaleza não captam a insegurança pública como fator crítico de sucesso, ainda. Inobstante os indicadores do Ministério da Justiça apontarem que violência em Fortaleza já tomou contornos de epidemia, a sensação de segurança nos principais corredores turísticos é garantida pelas Hilux e os Troller’s da PM e do seu Batalhão PMTUR, que, registre-se, foi uma criação elogiável do Governo do Estado.
Aos gestores públicos e ao trade turístico, restam reflexão e ação planejada no sentido de não permitir a degeneração da nossa imagem de ambiente de alegria, cultura e muito sol e mar, vantagens comparativas vitais para a atividade, para a de assaltos, latrocínios, furtos, roubos e etc. São milhares de postos de trabalho em jogo, em uma cidade que tem no Turismo (serviços) sua monocultura.
*Allan Aguiar,
Ex-secretário do Turismo do Ceará, foi também presidente da Fundação de Turismo Integrado do Nordeste (CTI – Nordeste).
Blog do Eliomar

O seresteiro e a sua História – Arte Retirante


15demaio2013


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