xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 04/05/2013 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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04 maio 2013

Para você Refletir - Por Maria Otilia

Nos últimos dias nos deparamos com muitas notícias, veiculadas através de emissoras de rádios, televisão, jornais, etc,de tomadas de decisões por parte de alguns políticos.Inclusive mensagens por que não dizer "ilárias" como é o caso das férias prolongadas para vereadores, deslocamento rural (diárias) ,ajudas de custos exorbitantes e muito mais.
Para nós cidadãos eleitores, isto é uma chamada de atenção, para que reflitamos sobre o verdeiro papel de cada eleitor. Até que pontos estes " desmandos" no poder público  não é culpa nossa.Se fomos nós que elegemos nossos representantes, neste caso, efetivamos  e delegamos poder para que eles nos representassem seja no Senado, Assembléia , na Presidência da República, na Câmara de vereadores ou Prefeituras.
Posto abaixo, uma reeleitura de uma fábula  de Tommy C Douglas  que trata das decisões de poder na política.Faça uma boa leitura.

                                                     A    RATOLANDIA
Era uma vez uma terra distante e esquecida o país dos ratos,conhecida pelo nome de Ratolãndia.
Ratolândia era um país de ratos, onde todos os ratos viviam como nós...livres...onde podiam brincar e trabalhar. Ondem nasciam e viviam até o fim de seus dias, onde viviam do mesmo modo que nós.
Até tinham um parlamento e de quatro em quatro anos havia eleições, altura em que marchavam às urnas para poder exercer seu direito de voto.
Alguns percorriam grandes distâncias, outros não, alguns iam a pé, outros de carro, alguns tinham facilidades em ir votar, outros precisavam de boleia e auxilio para poder la chegar e votar. uma grande aventura que tinham a cada quatro anos, tal como eu, tal como tú, tal como todos nós.
E em cada eleição todos os ratinhos habituavam-se a ir as urnas eleger um Governo, um Governo formado por gatos, sim gatos. Gatos pretos grandes e gordos. Parece-lhe estranho não? Mas se pensa que é estranho elegerem um governo de gatos, veja um pouco da historia de alguns países que ao longo dos anos e verá que não eram mais estupidos do que nós somos, sim eu, tú e todos nós.
E não é que haja algo contra os gatos, até eram bons rapazes, conduziam o governo com dignidade e aprovavam boas leis, boas leis para os gatos. Contudo as leis que eram boas ara os gatos, não eram muito boas para os ratos.
Uma das leis dizia que o buraco da porta das casas dos ratos tinham que ter tamanho suficiente para que la coubesse a pata de um gato.
Outra das leis dizia que os ratos só podiam andar a uma certa velocidade para que um gato conseguisse o pequeno almoço sem muito esforço fisico.
Todas estas leis eram boas leis para os gatos mas muito duras para os pequenos ratos. E a vida dos ratos era dificil e ficava mais e mais dificil e dura. E quando os ratos já não aguentavam mais decidiram que alguma coisa tinha de ser feita, tinham de mudar. E foram às urnas em peso, votaram contra os gatos pretos. E elegeram os gatos brancos.
Os gatos brancos tinham feito uma campanha genial:
O que a Ratolândia precisa é de mais visão
        O problema da Ratolândia são as entradas redondas das casas dos ratos.
        Se nos elegerem fazemos entradas quadradas.
       E assim fizeram, mas as entradas quadradas tinham o dobro do tamanho, e agora cabiam as duas patas de um gato. E a vida dos ratos ficou ainda mais dura e dificil.
E quando já não podiam mais com os gatos brancos votaram nos gatos pretos.
E depois novamente nos gatos brancos.
E depois outra vez nos gatos pretos.
E depois tentaram metade pretos metade brancos, chamando-lhes coligação.
E como não resultou tentaram gatos malhados, eram gatos que tentavam falar como os ratos mas comiam como gatos.
Portanto o problema não era a cor dos gatos, mas sim no facto de serem gatos. E por serem gatos naturalmente defendiam os interesses dos gatos.
E um lindo dia chega um ratinho novo no país vindo de muito longe, que tinha uma ideia.
Este ratinho novo disse a todos os outros ratos.
Vejam meus companheiros, porque continuamos a eleger um governo maioritário de gatos? Porque não um governo com maioria de ratos?
E os ratos de ratolãndia disseram:
O Quê????
    OH ÉS UM COMUNTISTA.
E assim o colocaram na prisão.
Porém é importante relembrar que se pode encarcerar um rato, ou um homem...mas nunca uma ideia.
Havendo assim a possibilidade de se fazer diferença, estando agora em nossas mão contar o final da história, criemos a nossa. E que no próximo pleito possamos vivenciar esta história.

A fênix - Por: Emerson Monteiro


Ave lendária, que, quando na idade do desaparecimento, levanta voo e busca lugar elevado, nos picos das montanhas distantes, estabelece um pouso e inicia o processo de se entrega aos desígnios do tempo.
Após viver os estertores da morte, seus restos entram em combustão espontânea. Queimam até restarem só as cinzas do corpo desfalecido.

Outro período depois, qual semente que brota do chão, das cinzas da fênix surgirá pássaro novo, nova fênix, que reviverá dos restos queimados. Renasce das cinzas, e crescerá na sua rara beleza.

Civilizações remotas guardaram esse mito nas histórias que preservaram. Chineses. Egípcios. Hindus. Persas. Há notícias dele em eras milenares, com descrições pormenorizadas do porte e dos costumes da espécie. Dizem os gregos clássicos que essa ave possui a força suficiente de transportar consigo pesados fardos, até animais gigantescos, e dispõe da força misteriosa de virar uma ave de fogo. Dura na faixa de quinhentos anos, vestida em penas brilhantes, arroxeadas de vermelho dourado, além de tons de azul e branco, no porte aproximado das maiores águias.

Através das avaliações de quem pesquisa a mitologia dos povos, a fênix representaria no inconsciente coletivo à alegoria do nascer e o pôr do Sol. Já estudos cristãos querem nela interpretar a crucificação e a ressurreição de Jesus, na Palestina, que recebeu vida nova em troca da que sacrificara no Calvário. Este o mito do eterno retorno, que corresponde à perpetuação, à sensação da esperança em tudo, o que envolve e conforta o transcorrer incessante da existência.

Heródoto, grego considerado o primeiro a registrar acontecimentos da história, escreveu: Existe outro pássaro sagrado, também, cujo nome fênix. Eu mesmo nunca o vi, apenas figuras dele. O pássaro raramente vem ao Egito, uma vez a cada cinco séculos, como diz o povo de Heliópolis. É dito que a fênix vem quando seu pai morre.

Às vezes procuramos escrever quanto às lendas, diante do prazer que nutre pessoas de gostar das narrativas. Mas chegamos a supor que antes o fizera dentro do mesmo tema. Ainda assim, trazemos a lenda dessa ave, rica de valores imortais.


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