02 novembro 2013

Para você refletir - Por Maria Otilia

Nestes últimos dias, o  nosso município diariamente está na mídia. Não pelo fato de grandes acontecimentos que tragam melhorias para a população.Infelizmente por inúmeras denúncias de mal uso dos recursos públicos. Até agora são questionamentos, disse me disse, acusações de ambas as partes. Sendo urgentemente necessário que se faça as devidas apurações dos fatos.É muito triste e até vergonhoso o que vem acontecendo dentro da Câmara de Vereadores. Este espaço público  que deveria representar muito bem os interesses da comunidade cratense. Posto abaixo uma fábula que fala da falsidade. Que todos os nossos nobres vereadores leiam e façam uma reflexão: Será que estamos agindo como a aranha e o gafanhoto ?

                                                    A Aranha e o Gafanhoto. 

"A confiança no colega sincero é o melhor alimento para o colega hipócrita."

De todos os maus colegas que temos que enfrentar no trabalho, o pior é o colega falso. Aquele que parece que quer ajudar, mas trama algo e nós só vamos descobrir isto tarde demais.

Uma pequena fábula sobre a falsidade.

Um gafanhoto desconfiava das intenções de seu colega, um camaleão. E o preocupado gafanhoto, sem saber o que fazer, foi se aconselhar com a aranha  E aí, o gafanhoto se pôs a contar as suas preocupações para a aranha. Disse que achava que o camaleão era um falso de carteirinha, pois mudava de cor conforme a ocasião. Além disso, disse o gafanhoto, o camleão ficava na sempre moita com com aquela cara de sonso, imóvel, sem produzir nada de útil, só esperando um momento de descuido para esticar a sua língua pegajosa e abocanhar os descuidados.

 A aranha, surpresa, arregalou os oito olhos e disse para o gafanhoto que nunca havia pensado na situação por aquele ângulo. Mas agora, pensando melhor, ela concordava que era mesmo necessário tomar muito cuidado com o camaleão. E acrescentou que só havia uma maneira de lidar com um colega falso, os bons precisam se unir para neutralizar o mal. Interessado, o gafanhoto deu um passo para frente, e a sua pata grudou na teia da aranha. Imediatamente, a aranha avançou e começou a embrulhar o gafanhoto para o almoço. Surpreso, o gafanhoto perguntou: pera aí aranha, nós não somos colegas e parceiros? E a aranha respondeu: Não me leve a mal, meu caro gafanhoto, mas aqui o que vale é a lei da selva. Boa intenção é uma coisa, mas prioridade pessoal é outra.

E ali, de sua moita, observando a cena, o camaleão filosofou: a confiança do colega sincero é o melhor alimento do colega hipócrita.

Max Gheriger

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