xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 21/05/2012 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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21 maio 2012

III Estação Rock em Juazeiro do Norte

No próximo dia 26 de maio, a partir das 18 às 23h, acontecerá a 3ª Estação Rock, uma parceria da Secretaria de Cultura de Juazeiro do Norte com o SESC local. 

Participarão do evento duas bandas locais, a Banda 4º Stágio e a Banda BR-87, e um grupo de Rap. Para o Secretário Adjunto de Cultura, Franco Barbosa, “o projeto do Estação Rock é um embrião do JuáRock e que as duas edições realizadas na estação da RFFSA foi um sucesso, e agora com a parceria do SESC de Juazeiro do Norte podemos fazer muito mais”. A 4º. STÁGIO Uma das bandas de pop Rock do Cariri com 13 anos de caminhada, com produção de Ivanildo (Ninja), letras e músicas de sua autoria, mesclando com grandes nomes do rock nacional. Conferir o trabalho da banda no site www.bandasdegaragem.com.br/4stagio. 

A banda esteve uma temporada sem atividades e agora volta a todo vapor fazendo shows pelo Cariri e Fortaleza. SUPERAÇÃO Em 2002, nasce o Superação, que chega com o compromisso de fazer rap e retratar com uma visão critica e verdadeira a realidade do interior nordestino, usando uma linguagem simples e criativa. Saulo Superação coloca o Cariri em rimas, versose poemas, sem perder a essência do rap nacional nem o sotaque cearense. Entra pelo mundo regional com estilo próprio, trazendo assim uma nova cara ao rap juazeirense, com letras realistas e cheias de sentimentos, características de Saulo Superação. 

Dois anos após a criação, vem o primeiro CD intitulado Revolução Desarmada, que é bem recebido pelos críticos do interior e da capital cearense, dando uma projeção ao rap juazeirense e ao Superação, representante do Juazeiro em uma coletânea de rap cearense, e no mesmo ano representando o Ceará em uma coletânea nacional. Saulo Superação ganha o reconhecimento não só do movimento hip hop como do meio dos que fazem a cultura em juazeiro do Norte. Quatro anos depois, em 2008, mais maduro, Saulo vem com seu segundo CD, intitulado Minha Fé é Meu Combustível, com clássicos da musica nacional e regional, em cima de batidas fortes, envolventes. As letras e seu conteúdo são facilmente reconhecidos pela ideologia e postura de Superação, trazendo a consciência e valorização da cultura caririense em poemas de protestos. 

A música nasce e renasce a cada nova rima escrita nas linhas que a vida inspira e o poeta escrever. Não se limitar é um dos segredos que faz com que o som do Superação ultrapasse as barreiras do óbvio e agora, em 2012, Saulo vem com o seu mais novo CD, intitulado à Resistência. No Estação Rock, Saulo Superação será uma das grandes atrações deste sábado. Banda BR-87 Formada em 28 de Fevereiro de 2001, na cidade de Juazeiro do Norte-CE, por músicos nascidos na Região, com o propósito de resgatar o rock n’roll brasileiro em sua essência filosófica. Com o trabalho autoral - todo esse cantado em português - valorizando toda criatividade do rock brasileiro. A BR-87 (Brazuca Rock 1987), ano este de destaque de nosso rock n’roll retrata em suas músicas mais a liberdade de expressão conquistada naquela época, anseios amorosos, nostalgia e cotidiano, tudo isso aliado a uma pegada forte característica da banda A banda tem como integrantes: Adriano Dias - Voz e bateria, Admilson Mattias – Baixo e Voz, Alexandre Spartano – Guitarra, e Higor Diego - Guitarra Solo.

Momento de Reflexão -Por Maria Otilia

 A GENTE SE ACOSTUMA
Marina Colasanti

Eu sei que a gente se acostuma.
Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E porque à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora.
A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíches porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às besteiras das músicas, às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À luta. À lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir passarinhos, a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.

                     

A realidade nua e crua de Cuba

“– A liberdade, Sancho, é um dos mais preciosos dons que os céus deram aos homens; com ela não se podem igualar os tesouros que encerra a terra nem o mar encobre; pela liberdade assim como pela honra, se pode e deve aventurar a vida, e, pelo contrário, o cativeiro é o maior mal que pode vir aos homens”. – Miguel Cervantes, “Dom Quixote de La Mancha”.

   Um livro que deveria ser lido por todos, esse “Viagem ao Crepúsculo”, (2ª edição) escrito por Samarone Lima, 42, jornalista e escritor, nascido em Crato e hoje residente em Recife (foto ao lado).
Li-o, emprestado que me foi  pelo pai do escritor, o ex-craque de futebol de salão dos anos 60 em Crato, José Vicente Lima, hoje aposentado do Banco do Brasil.  O livro mostra o cotidiano da população cubana, uma realidade vivenciada por Samarone Lima. Este, conheceu a vida real da infelicitada população da ilha-cárcere, pois, ao invés de percorrer itinerários pré-estabelecidos pela ditadura da dinastia dos Castros – roteiros falsos, enganosos e manipulados –  preferiu ficar hospedado em residências de cubanos anônimos.

   Com isso ganhou a confiança dessas pessoas. E constatou a triste realidade social e econômica de Cuba, onde as pessoas, para sobreviver, vendem e compram –  no mercado negro – gêneros alimentícios desviados dos armazéns e hospitais do Estado. Até para fazer uma curta viagem – de ônibus ou trem – a população cubana é vítima da máfia na venda das passagens. Os bilhetes de viagem são ofertados, pela máquina estatal,  com grande antecedência, todos pré-datados,  para serem utilizados semanas e até meses à frente.

   Interessante que Samarone Lima viajou a Cuba levando a ilusão que é vendida ao imaginário dos turistas: a de que, naquela ilha da fantasia, a  saúde e a educação  pública funcionam; impera a igualdade social; não existem nem fome, nem violência, nem corrupção na máquina administrativa. “Todas, absolutamente todas as pessoas que me relataram viagem a Cuba como turista, falam de outro país, onde há conforto, bons carros, comida farta, mulheres, charutos, rum. Esse é o mundo do turismo, não o mundo real”, constatou Samarone. A realidade que ele viu lá foi exatamente o contrário do que falam por aqui.

   Numa fila para a compra de alimentos, ele presenciou esta cena e escreveu: “Jaime (um cubano em cuja casa Samarone se hospedou nos primeiros dias em Havana) entregou sua caderneta de controle e comprou dois pacotes de macarrão, meio libra de arroz (que dá menos de um quilo). Neste dia não havia óleo vegetal para venda. Comprou ainda 250 gramas de carne de soja. Era a sua cota mensal”. Na fila de compra, o escritor cratense ouviu: “Quando esse inferno vai acabar?”. A declaração aspeada é de uma senhora cubana, logo após uma tentativa frustrada de adquirir sua cota mensal de carne de porco,  já que a carne de gado não existe para o consumo da população.


     No livro “Viagem ao Crepúsculo” (226 páginas), o autor descreve a violência que domina as ruas de Havana (ninguém lá fala disso, a não ser do que acontece no bairro onde mora,  pois a imprensa estatal só divulga falácias favoráveis ao regime); fala da miséria que domina as camadas sociais, onde a prostituição é negócio rendoso; descreve diálogos com jovens que sonham em fugir de Cuba; da corrupção generalizada em todos os setores da máquina pública e da falta – ampla, geral e irrestrita – das liberdades democráticas.

    Na sua obra, Samarone conseguiu descrever os efeitos dos 53 anos de um regime que há muito perdeu as rédeas do rumo a ser tomado. “Os cubanos não são livres. Não podem sair do país. Não podem criticar o regime na fila do pão, sob o risco de serem rapidamente presos pelos infiltrados, e condenados a 20, 30 anos de prisão, após julgamentos rápidos”, diz o autor cearense.

Escrito e postado por Armando Lopes Rafael

Informação: O livro de Samarone pode ser adquirido em qualquer
filial da  Livraria Cultura.
Em Fortaleza ela funciona no Shopping Varanda Mall
Av. Dom Luís, 1010 - Lojas 8,9 e 10
Meireles - Fortaleza - CE

Ranking da Dengue - Fortaleza, Crato e Juazeiro nos 3 primeiros lugares


Mesmo com a marcante ausência de chuvas no Ceará, o Estado e o Icó continuam registrando novos casos de dengue em 2012. Até a última sexta-feira [18], são 11.517 e 256 confirmações, respectivamente, de acordo com o último boletim da Secretaria da Saúde do Estado [Sesa]. Apesar da queda nos números de 78,24% em comparação entre janeiro a abril de 2012 e de 2011, os dados confirmados da doença mais que dobraram [107 para 256] nos boletins de 28 de março a 18 de abril de 2012. A incidência de casos por 100.000 habitantes, de 391,10, é o dobro do Ceará, 136,44.

As novas confirmações fizeram o Icó ultrapassar Barbalha [232 casos] e se aproximar de Canindé [283 casos]. Na liderança, encontra-se Fortaleza, que concentra 66,7% da dengue no Estado 7.681 casos].

RANKING DO CEARÁ:

1°_Fortaleza - 7.681 casos e quatro óbitos [três com Febre Hemorrágica da Dengue e um por Dengue com Complicação];
2°_Crato - 840 casos;
3°_Juazeiro do Norte - 819 casos e uma morte [Dengue com Complicação];
4°_Canindé - 283 casos;
5°_Icó - 256 casos;
6º_Barbalha -232 casos.


NO CEARÁ - O boletim da Sesa ainda informa que foram confirmados 30 casos de Febre Hemorrágica da Dengue [FDH], sendo 21 em Fortaleza e 9 no interior. Em relação a Dengue com Complicação [DCC], foram 45 casos: 29 em Fortaleza e 16 no interior. No tocante aos casos em investigação, o informe apresenta 26 casos, sendo 21 na capital cearense e 5 no inteiror. Foram ainda confirmados 18 óbitos, 11 em Fortaleza e 7 no interior. Estão em investigação 22 óbitos.

RANKING DA REGIÃO - Os números atualizados da Secretaria da Saúde confirmam um novo registros da doença em Umari e outro em Lavras da Mangabeira, nos meses anteriores. Estes municípios, juntamente com Baixio, Orós, Ipaumirim e Cedro compõem a 17ª Coordenadoria Regional de Saúde, sediada em Icó. O ranking da região está assim:

1°_Icó - 256 casos [20 em janeiro, 47 em fevereiro, 52 em março e 137 em abril];
2°_Cedro - 3 casos [em março];
3°_Lavras da Mangabeira - 2 casos [um janeiro e um em março];
4º_Umari - 1 caso [em abril].

* Baixio, Ipaumirim e Orós ainda não têm caso confirmado
Yuri Guedes ( Colaboradordo Blog do Crato ).

Ceará chega a dois milhões de veículos nas ruas


Segundo o Detran-CE, a marca foi alcançada em abril. Entre automóveis, motos, microônibus e outros tipos, há 2.002.366 veículos registrados no Ceará.

O estado do Ceará alcançou, em abril, o número de 2.000.000 de veículos circulando em nossas estradas. A marca foi registrada em abril e inclui todos os tipos de veículos, como automóveis, motos, caminhões, microônibus, ônibus e reboques. E como a entrada de novos veículos no mercado não para, já ultrapassamos a marca. Segundo o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-CE), chegamos ao final de abril com 2.002.366 veículos registrados no Ceará.  A marca de dois milhões de veículos é reflexo da alta velocidade na venda. Somente nos quatro primeiros meses de 2012, quase 60 mil novos veículos passaram a circular no Estado. Foram feitos 59.202 novos cadastros. O equivalente a 489 veículos a mais por dia circulando em nossas ruas.

Segundo dados do Detran-CE, a média de novos veículos ingressando por dia vem aumentando nos últimos anos. De 2001 a 2011, a média diária de novos registros passou de 184 veículos para 648 veículos. Por isso, é bem provável que ao pegar o trânsito na próxima segunda-feira para ir ao trabalho, o fortalezense encontre 1.200 carros nas ruas do que quando encerrou o expediente na sexta-feira. De acordo com o Departamento de Trânsito, o crescimento na frota de veículos no Ceará foi 157,50% nos últimos 11 anos. Esse aumento foi puxado, sobretudo, pelas cidades do Interior, que registraram alta de 225,44% na frota.

Incentivo aumenta vendas

Para a professora do campus Sobral da Universidade Federal do Ceará (UFC) e pesquisadora de mobilidade humana, Gislene Macedo, existem muito incentivo à compra de veículos particulares e pouco investimento em transporte público. O resultado é um trânsito caótico. "O aumento da frota vem junto com vários incentivos do Governo Federal em larga escala, como a redução do IPI (Impostos sobre Produtos Industrializados) sob o argumento de manter a economia estável", afirma. Com mais carros nas ruas, a disputa por espaço fica, segundo a pesquisadora, mais acirrada e estressante.

Para piorar, não há, segundo Macedo, estímulo para o uso de transporte de público. "A quantidade de pessoas que usam o transporte público é maior do que o número de pessoas que usam transporte individual, mas a maior parte dos recursos públicos é utilizada para atender quem anda motorizado e não para quem depende de transporte coletivo", afirma Gislene Macedo. Para mudar essa realidade, a pesquisadora acredita que é preciso que os administradores públicos conheçam o transporte coletivo de perto. "Enquanto o transporte público não for utilizado pelos gestores por não considerarem digno, então esse transporte não é digno para as pessoas que usam", afirma.

Via "O Povo"

Dólar sobe rápido e BC pode intervir vendendo moeda


O dólar no mercado doméstico renovou suas máximas seguidas vezes na manhã desta segunda-feira. A expectativa dos operadores de mesas de câmbio é de que, se as cotações continuarem subindo abruptamente, o Banco Central poderá voltar a vender moeda no mercado futuro, antecipando a zeragem do próximo vencimento de swap cambial reverso, de cerca de US$ 1,6 bilhão em 1º de julho. A autoridade monetária já adotou essa postura na sexta-feira, quando vendeu no mercado futuro num momento de maior volatilidade, avaliaram vários operadores ouvidos pela AE.

Às 10h38, a moeda norte-americana registrou o pico da sessão até o momento: subia 0,94%, a R$ 2,0390 no balcão e avançava 0,83%, a R$ 2,0368 na BM&F. Já o dólar para junho de 2012 ganhava 0,86%, a R$ 2,0445 - também na máxima. ÀS 11h02, o dólar no balcão desacelerava para R$ 2,035% (+0,74%) e o dólar junho/12 subia 0,72%, a R$ 2,0415.

O forte e rápido ajuste de alta dos preços locais da moeda nesta manhã acompanha, em parte, a valorização do dólar no mercado internacional. No entanto, o ritmo abrupto da evolução de preço da moeda por aqui está parecendo com o comportamento visto na sexta-feira à tarde, quando o dólar à vista no balcão acelerou os ganhos e atingiu máxima de R$ 2,057. Neste nível de preço, o Banco Central anunciou um leilão de venda de moeda no mercado futuro. A autoridade monetária vendeu US$ 654,3 milhões em contratos de swap cambial com vencimento em 1º de junho de 2012, e devido à grande demanda pagou juros nominais e lineares negativos. Esta operação, no entanto, apenas conseguiu aliviar os ganhos da moeda na sexta-feira, quando encerrou em R$ 2,020 (+1,05%).

Finanças.br

Lula reaparece na TV no 'Programa do Ratinho'


O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, 66, será o convidado do "Programa do Ratinho", na próxima terça-feira, às 21h15. Ele será entrevistado pelo apresentador Carlos Massa, o Ratinho. A informação é do site “F5”. Será a primeira participação ao vivo em TV aberta de Lula, desde a recuperação da cirurgia em que ele extirpou um câncer na região da garganta. De acordo com a publicação, Lula escolheu o "Programa do Ratinho" pelo seu caráter popular e por estar em horário nobre.

Yahoo

Ações do facebook caem 12% no seu segundo dia na Bolsa


Nova York, 21 mai (EFE).- As ações do Facebook, a maior rede social do mundo, caíam mais de 12% nesta segunda-feira, em seu segundo dia na bolsa e eram operadas por pouco mais de US$ 33 cada uma, com o que perdiam o preço de US$ 38 alcançado em sua histórica estreia em Wall Street na sexta-feira passada.

Meia hora depois do início da sessão no mercado Nasdaq, os títulos da rede social comandada por Mark Zuckerberg perdiam 12,27% (US$ 4,69) e o valor em bolsa da empresa caía abaixo dos US$ 100 bilhões, até US$ 96 bilhões. Com essa queda, os títulos de Facebook eram operados abaixo até mesmo da última categoria de preço calculada pela empresa antes de estrear na bolsa (US$ 34).

A rede social que conecta mais de 900 milhões de pessoas no mundo todo estreou na bolsa na última sexta após arrecadar pelo menos US$ 16 bilhões com sua oferta pública de venda de ações (OPV), um número que poderia chegar até US$ 18,4 bilhões. Em meio a uma expectativa inédita em Wall Street nos últimos anos, os títulos da empresa começaram a operar valendo US$ 42, uma alta de 11%, mas minutos depois foi freando o avanço até praticamente não registrar mudanças.

Finalmente, o Facebook terminou o dia com uma mínima alta de 0,6%, de modo que seus títulos fecharam levemente acima de seu preço de saída, em US$ 38,23, em um dia no qual foram trocadas mais de 500 milhões de suas ações.

Yahoo Notícias

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