xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 01/02/2012 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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01 fevereiro 2012

Declaração feita por Dilma em Cuba foi considerada infeliz – postado por Armando Rafael

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(Da Agência O Globo)

Decepção. Essa é a palavra mais usada pelos dissidentes cubanos para avaliar a visita da presidente Dilma Rousseff a Havana. Para os opositores ao regime dos irmãos Castro, a presidente perdeu uma oportunidade histórica de defender os direitos humanos na ilha. E os comentários de Dilma a favor de um debate amplo sobre o tema que inclua a situação dos detentos de Guantánamo não foram suficientes para acalmar os ânimos.

— Isso é hipócrita. É possível ser contra o embargo americano, contra a situação dos presos em Guantánamo e contra a repressão em Cuba. O comentário não está à altura da história política de Dilma. Não está à altura do povo brasileiro e da importância do país na política mundial. Dilma é uma lutadora em prol da liberdade, mas tratar o tema dessa maneira não me parece correto — disse Oscar Chepe, economista e dissidente.

A expectativa gerada pelo visita de Dilma, que também foi vítima dos abusos de uma ditadura, aumentou a irritação com as declarações oficiais da presidente, embora o governo já houvesse sinalizado que a presidente não comentaria o assunto em declarações públicas, respeitando a tradição de não interferência em assuntos internos de outros países. Ainda assim, os opositores esperavam, na prática, algum tipo de retratação depois que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparou, durante visita ao país em 2010, a situação dos prisioneiros políticos com a de detentos comuns.
— O tema de direitos humanos é universal, mas deve ser abordado sem exclusões. A presidente Dilma Rousseff preferiu olhar para outro lado, no lugar de observar a triste situação do povo cubano. Queremos apenas ter os mesmos direitos que os brasileiros têm — disse Elizardo Sánchez, da Comissão de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional, que mesmo assim avalia que a discussão sobre a visita chamou a atenção na região para as violações de direitos humanos.

Em seu blog, a jornalista cubana Yoani Sánchez, que aguarda a autorização do governo cubano para vir ao Brasil depois de conquistar o visto, reconhece que a visita de Dilma, apesar de minuciosamente preparada, contou com uma infeliz coincidência: a morte do dissidente político Wilman Villar Mendoza após cerca de 50 dias de greve de fome. Ela avalia que é justamente neste momento que o “raulismo” requer a legitimação de outros presidentes da região, o que se traduz em muitas fotos com sorrisos e compromissos de amizade eterna na agenda de viagem. “Esperamos que ela não deixe de aproveitar a ocasião e seja consistente com o falatório democrático, no lugar de optar pelo silêncio cúmplice diante de uma ditadura”.

Para Berta Soler, porta-voz das Damas de Branco (grupo opositor composto de familiares e esposas de dissidentes presos), antes de citar Guantánamo, a presidente deveria ter incluído uma visita a uma prisão cubana. Berta lamentou o fato de Dilma não ter se reunido com membros da oposição.
— Ela agiu como Lula e não se interessou pelo povo cubano. Só nos restou o papel de enfrentar a situação sozinhos.

Para o dissidente Rolando Lobaina, a comparação com Guantánamo não é integralmente válida porque já existem mecanismos que condenam a atuação dos EUA na base.
— A situação de Guantánamo se tornou alvo de crítica e de comentários no mundo todo com a ação de grupos como o Human Rights Watch. Em Cuba, só temos relatos do que se passa no cárcere porque ninguém consegue entrar.

Problemas se resolvem com ações. Eu Acredito na PRATICIDADE - Por: Dihelson Mendonça


Eu sempre fui adepto da praticidade. De resolver os problemas de forma prática. Não gosto de perder tempo com lenga-lengas e bate-bocas infrutíferos. Devemos procurar resolver as coisas, e nisto, sermos parte da solução.

O Blog do Crato tem uma filosofia que eu chamo de diretriz principal. Toda reivindicação que nos chega sobre um problema puntual que acontece no Crato, por exemplo, um cano estourado, um buraco, falta de água em algum lugar, nós temos um procedimento padrão: protocolamos a reclamação e em seguida encaminhamos para que o órgão competente possa resolver, sem precisar fazer alarde. Porque? Porque o alarde, de nada adianta. A AÇÃO é que resolve. Se passados alguns dias e o problema persistir ou se houver uma clara má vontade por parte dos órgãos em resolvê-los, aí sim a gente põe a boca no trombone e através até de uma leve "exposição ao ridículo" e à opinião pública, os gestores irão se ater, e com certeza, o problema será solucionado. Respeito é sempre bom.

Agora, não me parece muito inteligente que nós do Blog do Crato fiquemos a publicar todo problema sem antes procurar a solução com quem pode resolver.

Hoje eu recebi aí uma reclamação de um artista da nossa cidade detonando a SAAEC alegando um erro em sua conta de água. Pensei: "O que é melhor, publicar isto, ou devo tentar resolver o problema ?" O bom senso me disse para eu encaminhar o problema para a própria SAAEC com recomendação de que se resolva com rapidez a reclamação do usuário.

Porque penso que as coisas são mais simples do que parecem. Não é muito mais prático pegar a conta de água, ir até a SAAEC e resolver o problema, do que ficar choramingando pelos cantos de parede sem buscar a solução ?

Vamos ser práticos! Dr. procópio é uma pessoa muito sensata, que está lá para atender bem a todas as pessoas que à SAAEC se dirigem, e digo isso porque o conheço de muitas ações, não de "ouvi falar" da boca de alguém. A ele já encaminhei a reclamação, e esperamos que o pequeno problema se resolva. Não convém para uma organização governamental e a responsabilidade de quem faz um jornalismo correto que se publique por exemplo, o problema de um mero consumidor na página principal do Jornal Diário do Nordeste. Pra que tanto alarde ? Tem gente que se pudesse, publicaria. Vamos agir com bom-senso, coisa rara nos nossos dias! E ao invés de escrever a velha ladainha dos insenstos e que não leva a lugar algum, vamos simplesmente se levantar e ir até os orgãos competentes para resolvermos os problemas puntuais da cidade.

Agora, se estes mesmo assim não forem resolvidos ou forem tratados com descaso, aí sim, deve-se procurar a imprensa e fazer nossa manifestação, que é um direito que assiste a todo consumidor ou cidadão que haja sido lesado. Vamos procurar ser pessoas de mais ações e menos reclamações.

Por: Dihelson Mendonça

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