xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 20/02/2011 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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20 fevereiro 2011

ÚLTIMAS NOTÍCIAS - Motorista atropela 18 pessoas em desfile de carnaval, em Maceió


M
otorista atropela 18 pessoas em desfile de carnaval, em Maceió Continua preso na Casa de Custodia, no bairro do Jacintinho, em Maceió, o motorista Marcelo Santos Ferraz, 43, que na madrugada do sábado (19) atropelou 18 pessoas que desfilavam no bloco de carnaval "Mulher da Capa Preta", que tradicionalmente sai às ruas durante as madrugadas semanas antes do carnaval. O acidente foi registrado no bairro do Prado, periferia de Maceió.

Visivelmente embriagado, Marcelo dirigia um Escort em alta velocidade na mesma rua onde o bloco passava. Entre os feridos, crianças, mulheres e velhos. Oito das vítimas tiveram ferimentos graves e ficaram internados no Hospital Geral do Estado.

O motorista acusado foi linchado pela multidão enfurecida e o carro que ele conduzia foi incendiado. Após ser medicado, Marcelo foi levado para a Central de Polícia onde foi ouvido pela delegada de plantão, Maria Aparecida que revelou que o acusado trabalha para uma firma que presta serviço ao Serviço de Atendimento Médico de Urgência Samu, de Maceió.

Por: Antonio C Melo - Maceió - AL

Um padre que fez 299 filhos? - Postado por J Tavares


Essa é do Blog Conversa Piaba, do querido jornalista Wilson Ibiapina, cearense radicado há anos em brasília. Uma história bem curiosa:

“PADRE PORTUGUÊS FEZ 299 FILHOS”

Sentença de 1587 – Trancoso, Portugal
Arquivo Nacional da Torre do Tombo

(Torre do Tombo é o local onde se guardam todos os documentos do país, está situada em Lisboa, junto à Cidade Universitária. Corresponde, no Brasil, ao Arquivo Nacional)

SENTENÇA PROFERIDA EM 1587 NO PROCESSO CONTRA O PRIOR DE TRANCOSO 
(Autos arquivados na Torre do Tombo, armário 5, maço 7)

“Padre Francisco da Costa, prior de Trancoso, de idade de sessenta e dois anos, será degredado de suas ordens e arrastado pelas ruas públicas nos rabos dos cavalos, esquartejado o seu corpo e postos os quartos, cabeça e mãos em diferentes distritos, pelo crime que foi arguido e que ele mesmo não contrariou, sendo acusado de ter dormido com vinte e nove afilhadas e tendo delas noventa e sete filhas e trinta e sete filhos; de cinco irmãs teve dezoito filhas; de nove comadres trinta e oito filhos e dezoito filhas; de sete amas teve vinte e nove filhos e cinco filhas; de duas escravas teve vinte e um filhos e sete filhas; dormiu com uma tia, chamada Ana da Cunha, de quem teve três filhas. Total: duzentos e noventa e nove, sendo duzentos e catorze do sexo feminino e oitenta e cinco do sexo masculino, tendo concebido em cinquenta e três mulheres”. Não satisfeito tal apetite, o malfadado prior, dormia ainda com um escravo adolescente de nome Joaquim Bento, que o acusou de abusar em seu vaso nefando noites seguidas quando não lá estavam as mulheres. Acusam-lhe ainda dois ajudantes de missa, infantes menores que lhe foram obrigados a servir de pecados orais, completos e nefandos, pelos quais se culpam em defeso de seus vasos intocados, apesar da malícia exigente do malfadado prior.

Agora vem o melhor:

“El-Rei D. João II lhe perdoou a morte e o mandou pôr em liberdade aos dezassete dias do mês de Março de 1587, com o fundamento de ajudar a povoar aquela região da Beira Alta, tão despovoada ao tempo e, em proveito de sua real fazenda, o condena ao degredo em terras de Santa Cruz, para onde segue a viver na vila da Baía de Salvador como colaborador de povoamento português. El-rei ordena ainda guardar no Real Arquivo esta sentença, devassa e mais papéis que formaram o processo”.

Fonte: Jornal O Povo on line

Em entrevista, Prefeito diz que a batalha está apenas começando e agradece a todos que lutaram pela causa


"Este é apenas o primeiro passo... Eu quero deixar reconstruído o Canal do Rio Grangeiro"


Samuel Araripe

Na manhã do dia 18 de fevereiro, o prefeito do Crato, Samuel Araripe concedeu inúmeras entrevistas à imprensa "falada, escrita e televisada". Logo cedo, visitou o programa Antonio Vicelmo na Rádio Educadora do Cariri, onde explicou os detalhes do emprego da verba de 4 milhões de reais repassada pelo ministério da Integração Nacional ao Crato, e agradeceu ao empenho de todos que lutaram por esta causa, especialmente ao Deputado Arnon Bezerra, que pelo seu intermédio, foi marcada a audiência da semana passada com o ministro Fernando Bezerra, além do gabinete deste deputado ser um ponto de reuniões dos interesses do Crato em Brasília. Samuel agradeceu aos deputados e à imprensa em geral, que voltaram sua atenção para os problemas da cidade do Crato.

O prefeito frisou ainda o empenho da equipe da prefeitura em preparar com rapidez o projeto que foi entregue ao ministro para que essa verba fosse liberada em tempo recorde. O projeto produzido pela prefeitura contendo orçamento detalhado, fotografias, vídeos e as áreas atingidas foi enviado à Brasília por avião, e entregue no gabinete de Arnon Bezerra, que no mesmo dia deu entrada no ministério, que o estava aguardando para análise.

No dia 18, o prefeito viajou à Fortaleza, para se reunir com lideranças, a fim de convencer o governo do Estado de que o município do Crato é quem deve elaborar o seu próprio projeto definitivo de reconstrução do Canal do Rio Grangeiro. Disse ainda na entrevista, que estará contactando alguns dos maiores especialistas em canais do Brasil, trazendo-os ao Crato, a fim de elaborarem com a participação dos Cratenses, o projeto definitivo.

Samuel disse que "não quer ser o pai da criança sozinho", nem tirar também o mérito de todos que de uma forma ou de outra fizeram força para que esta verba chegasse, mas que a bem da verdade, de todo o aparato que se viu ate agora no Rádio e na TV, a única coisa de concreta mesmo pelo Crato, é este repasse que o ministério fez, mas espera que os homens públicos, consagrados nas urnas pelos Cratenses, façam também a sua parte, e não deixem o movimento em favor do Crato estagnar.

Ainda segundo o prefeito, esse é apenas o pontapé inicial. Essa verba é para a fase emergencial, quando serão construídas 30 casas para pessoas afetadas pela enchente, bem como o conserto de pontes e paredes do canal, que oferecem perigo. Citou um exemplo, a parede do colégio objetivo está apenas 10 metros de partes destruidas do canal, e se não forem tomadas medidas emergenciais, outras chuvas poderão causar estragos extraordinários ao município. "então, primeiramente, é preciso garantir a estabilidade e a vida normal da cidade, o acesso pelas pontes e a segurança da população. É para isto que serve esta verba emergencial".

Na segunda etapa, o projeto de reconstrução total vai aproveitar parte das obras que serão recuperadas já nesta primeira etapa, para evitar que se venha a gastar 2 vezes com obras parecidas.

O prefeito pede ainda a vigilância de todos os Cratenses, no sentido de não deixar o movimento em favor da cidade arrefecer. Segundo ele "Esta é apenas uma das muitas batalhas que venceremos, com o apoio de todos que amam verdadeiramente a nossa terra. Peço ao povo do Crato que continuemos a lutar pelo Crato, e no que depende de mim, eu quero deixar resolvido de uma vez por todas, esse problema crônico que é o Canal do Rio Grangeiro".

Por: Dihelson Mendonça

Divagando -- Por: Napoleão Tavares Neves


Divagar é preciso, sobretudo nos dias de hoje frente ao utilitarismo do mundo moderno. Pois bem, vamos divagar um pouco para afastar o imediatismo da vida hodierna. Era 1944. Eu, ginasiano do saudoso Ginásio do Crato, saudoso dos meus verdes pés de serra de Porteiras e Jardim, subi na direção do Lameiro, a pés. Queria ver o verde dos canaviais. Fui subindo, subindo, subindo até que cruzou por mim o Ford preto do Dr. Joaquim Fernandes Teles, na direção da cidade. De repente, vi-me rodeado por verdes canaviais, do Lameiro, do Belmonte, da Luanda, da Bebida Nova, do Grangeiro. Era cana a perder de vista! De repente, o apito do locomóvel do engenho do Sítio Belmonte. Era o aviso do meio dia. Retrocedi na minha caminhada. Senti-me satisfeito por manter o meu desejo infantil de ver canaviais como os dos sítios de meu pai.
Pois bem, todo aquele canavial sugava nas suas raízes as águas pluviais dos pés de serra do Crato, do Coqueiro às Guaribas. E haja sucção das águas das chuvas! Aquilo tudo era um verdadeiro sumidouro das águas pluviais que hoje descem escorrendo pelo asfalto para as ruas do Crato e quem paga o pato é o Canal do Grangeiro.
O homem perdoa às vezes!
A natureza, ferida, nunca perdoa!
E aí a gente tem que cantar como o poeta José Peixoto Júnior:

Embalançou-se o telhado,
À noite toda choveu,
Beira de Serra cedeu,
Foi muito pau arrancado;
Rio das Piabas lotado
De água, virou um prato”
Água solta não faz trato,
Veio da Serra até pequi,
O miolo do Cariri
Desceu nas águas do Crato.

(*) Napoleão Tavares Neves é médico, escritor, historiador, memorialista e cronista. Reside em Barbalha (CE)

Algumas noites da Bahia - Por Emerson Monteiro


Havia sempre o que agitar nas noites de Salvador, no tempo em que lá vivi e posso contar, anos da década de 70. Eram ocasiões plenas dos chamamentos de uma cidade maior e cheia das diversões e alternativas mais diversas. Visitei pessoas, lugares; assisti a espetáculos teatrais, musicais, folclóricos; percorri festas de largo, exposições artísticas, palestras, festivais de música, cursos, museus, filmes, gama de permanentes novidades inesgotáveis. Em movimentos contínuos, sobremodo aos finais de semana, jamais reclamaria de rotina ou monotonia, caso avaliasse o período, considerando, no entanto, a saudade que mexia comigo, por dentro, na ausência que sentia de minha família, dos amigos caririenses e das belezas que aqui deixara, o que marcava as lembranças, quisesse ou não. Agora isso acontece no sentido contrário, ao rever pela memória aqueles tempos de tantas presenças marcantes e alegres, súbito deixadas para trás no turbilhão das circunstâncias, ao regressar e aqui permanecer.

Enumerar os principais argumentos das histórias passadas chega como instrumento de analisar algumas delas. Uma noite, no Teatro Castro Alves, por exemplo, assisti ao Balé da China, mostra de música e dança que, de tão longe, veio ao Brasil com grupo formado por mais de 200 figurantes, festa de cores e movimentos que preservo nos arquivos das maiores emoções. Enormes figuras mitológicas chinesas e evoluções impressionantes envolveram a platéia entusiasmada, numa apresentação sem termos comparativos.

Por volta dessa mesma oportunidade, chegaria também o Balé do Senegal, que utilizou as dependências do ginásio de esportes Antônio Balbino, trazendo danças típicas africanas, executadas por centenas de homens e mulheres, em trajes, ritmos autênticos e quadros sucessivos, superlotando e sacudindo o público feliz, turnê que viajaria o mundo inteiro naquela ocasião.

Outras dessas gratas reminiscências ficam por conta de peças e shows musicais montados no Teatro Vila Velha, sempre palco de apreciados eventos, onde se encontravam os amigos e conhecidos da época, pessoas que se relacionavam através dos interesses artísticos e culturais, quando pude admirar grandes valores da nossa música popular, quais Milton Nascimento, Gal Costa, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Ivan Lins, Jorge Mautner, Gonzaguinha, dentre outros. Visto gostar de cinema, usufrui ao máximo as chances de ver filmes raros, no Cine Clube da Bahia, no Instituto Brasil - Alemanha e no circuito comercial, comparecendo a exibições, festivais e seminários.

Então, nestas pinceladas rápidas, quis resumir a rica gama do que experimentei de um turno baiano e suas situações, o que preservo com afeto no íntimo depósito da memória, resultado de caminhadas vividas, e bem vividas, da existência.

Por: Emerson Monteiro

Carta do leitor - Como salvar um parente Alcóolatra ?


O Drama de várias famílias


"Caro Dihelson, peço que publique a minha carta. Já não sei mais a quem recorrer.

Tenho um primo alcóolatra que reside em minha casa. O grau de dependencia dele chegou a um ponto insuportavel. Nossa vida virou um inferno. Ja tentamos internação em diversos hospitais, inclusive no hospital psiquiátrico, mas alegam que ele não é doente mental. As instituições de tratamento so aceitam pacientes que forem por livre e espontanea vontade, ele nao vai nunca. Ele quer é beber e talvez morrer. Queremos salvar nosso primo. Por favor publique a minha mensagem pra ver se alguém nos dá alguma orientação de como salvar a vida dele e a nossa também.

Edna Pires Lacerda
Bairro Parque Grangeiro"


Resposta:

Prezada Edna, o máximo que posso fazer é publicar a sua carta, no sentido de esperarmos alguma orientação dos médicos leitores do Blog, ou de alguém que já tenha passado por esse problema. Eu conheço isso aí, porque tenho um amigo muito próximo que coincidentemente, está nessa "fase" aí tambem, quase terminal, completamente viciado em álcool. O difícil é se conseguir levar essas pessoas a um médico. Já houve casos de precisar chamar o SAMU, o Corpo de Bombeiros, etc, só pra nao deixar o cara morrer. Outro dia estive falando com o Dr. José Flávio, e ele lamentou dizendo que essa é sem dúvida, uma das piores situações que uma família pode enfrentar. Eu conheço muita gente no Crato e em outras cidades que estão com esse seu problema também. Muitas famílias com parentes dependentes. Tanto de álcool quanto de outras drogas. Aqui no Crato, como se sabe, há uma epidemia de Crack. Então, sua carta está publicad a aqui no Blog, e esperamos que as pessoas possam enviar orientações de como proceder melhor neste caso, e eu agradeço a você pelo envio, pois deverá servir pra muita gente.

Abraços,

Dihelson Mendonça

CRATO - Histórias e Estórias do Crato de Antigamente - Por: Ivens Mourão


PROIBIDO FUMAR

Em agosto de 1951 os Diários Associados inauguraram a primeira rádio do interior cearense e uma das primeiras do Nordeste. O próprio Assis Charteaubriand foi para a inauguração. A casa do meu pai, na Rua Nelson de Alencar, era vizinha (parede com parede) com a Rádio Araripe. Lembro-me bem do Chateaubriand, num terno de linho branco, conversando com outras pessoas, em frente à minha casa.


Assis Chateaubriand inaugurou a Rádio Araripe do Crato

A Rádio Araripe tinha um bom auditório, que servia tanto para apresentação de filmes como para programas de rádio, com a presença de artistas famosos. O porteiro era, nada mais nada menos, do que o famoso “Zé Porrada”. Uma das suas características era integrar-se plenamente naquilo que estava fazendo. Era de vestir mesmo a camisa. Quando falava sobre a Rádio, era com tal entusiasmo que, se alguém não o conhecesse, pensaria que era sócio do Assis Chateaubriand.
Em certa ocasião, Orlando Silva estava na cidade para apresentação de um show, na rádio. Os artistas dos Diários Associados vinham do Rio de Janeiro de avião. A companhia era a Real Transportes Aéreos. Como os vôos não eram diários, ficavam aguardando alguns dias e se incorporavam ao cotidiano da cidade. Orlando Silva, então, decidiu assistir a um filme. Sentou-se na última fila. O cinema estava com pouca freqüência e ele resolveu acender um cigarro. Pra quê! O Zé Porrada chegou-se a ele e, autoritariamente, fazendo jus ao nome, disse:

- “Olha, aqui é proibido fumar. Pode apagar o cigarro!”


Orlando Silva, o “Cantor das Multidões”

NELSON GONÇALVES

A vizinhança com a Rádio Araripe me propiciava ver e, até mesmo encontrar mais à miúde, com Orlando Silva, Nelson Gonçalves, Vicente Celestino, Augusto Calheiros, Ademilde Fonseca, Emilinha Borba, Luiz Gonzaga, as irmãs Batista, Dóris Monteiro, Agnaldo Raiol (ainda criança) e a Orquestra Cassino de Sevilla. Como a Real não tinha vôos diários os artistas faziam as suas apresentações e ficavam na cidade, integrando-se à sua vida alegre e hospitaleira, esperando o vôo que os levaria a Fortaleza ou de volta ao Rio de Janeiro. Lembro-me, por exemplo, do meu tio Hermógenes Martins, que tinha uma extrema facilidade de se relacionar com qualquer pessoa, levando o Orlando Silva até o armazém onde o meu pai trabalhava, para saber do resultado de um jogo do Flamengo. Em outra ocasião, a Doris Monteiro, na calçada da minha casa, conversando com o Diretor da Rádio, Wilson Machado. Eu ouvia admirado, por não entender nada do que ela falava. O sotaque carioca, para mim, era como uma língua estrangeira.
Um dos artistas que mais se integrou à cidade foi o Nelson Gonçalves. Ele ficava na Sorveteria Glória cantando suas belas canções, acompanhado ao violão pelo meu tio Gervásio Martins, irmão do Luís. A bebida dele era especial. Ele mesmo preparava. Chegava ao balcão e pedia à Maria das Neves, funcionária da Sorveteria, para esquentar dois ovos. Enquanto isso, pedia ao Luís, uma Pitu. Falava bem rápido, para disfarçar a gagueira. Colocava a cachaça pela metade do copo. Quando os ovos estavam mornos, despejava no copo, colocava o sal e, com uma colher grande mexia aquilo tudo. De uma talagada só, bebia aquela gororoba.O Gervásio, que tocava com perfeição, embora tivesse só 5% da visão, o aguardava para novos momentos de boa música. Eram tempos tranqüilos e felizes... Ficou famosa a dança do mambo jambo, do Nelson Gonçalves com a Regina Helena, em uma festa no Crato Tênis Clube.

Gervásio, de inteligência privilegiada. Autodidata em tudo. Tocava violão divinamente bem. Acompanhou Nelson Gonçalves no seu show particular na Sorveteria Glória.


Nelson Gonçalves deixou saudades no Crato

Um dos roteiros turísticos imperdíveis do Crato, era a Nascente. Tanto pelo bucolismo da região, quanto pelo famoso “banho da Nascente”, fonte de onde foi canalizada a água para acionar uma turbina inglesa, que gerou energia para a cidade durante muitos anos. O banho era na saída da água da turbina ou na captação, na encosta da Serra. Era o programa de fim de semana das famílias cratenses. À noite, quando não havia freqüência das famílias, constituía-se em cenário de encontros amorosos de casais, em contato direto com a natureza. E o Nelson Gonçalves, como não podia deixar de ser, quis experimentar o banho da Nascente, com tudo a que tinha direito. E foram buscar, na Glorinha, as profissionais. A Glorinha não quis liberar. Só o fez quando alguém falou:

- “Deixe de ser besta! O que é que você está pensando? É pra Nelson Gonçalves, Glorinha!!!”


Por: Ivens Mourão - Só no Crato !
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Palmeiral um Novo Conjunto, Velhos Problemas e Muitas Promessas - Por: Valdenio


    O sonho da Casa própria aflora dentro de cada um e em busca da realização deste sonho dezenas de famílias vislumbraram no loteamento. Palmeiral um local ideal para investir anos de economia e enfim concretizar o desejo de ter de fato sua residência própria. O local é calmo, bem localizado, a vizinhança muito boa e uma brisa, daquelas típicas da encosta da chapada, nos visita ao final de cada dia com sua suavidade e frescor.

       No entanto, apesar de ser um loteamento legalizado, tendo sido aprovado pela prefeitura e as casas liberadas pela Caixa Econômica Federal, o local não possui infra-estrutura básica, como calçamento, saneamento etc. Apesar do conjunto encontrar-se habitado há quase três anos, só faz alguns meses que de fato a SAAEC assumiu o controle do abastecimento d’água exigindo inclusive a instalação de hidrômetros, fora este serviço temos a coleta do lixo e a visita esporádica do agente de saúde, no mais estamos totalmente esquecidos pelo poder público no que se refere à infra-estrutura.
     Em setembro e outubro de 2010, meses que antecederam as eleições estaduais, recebemos diversos políticos, conhecidos pela seriedade e competência, e que nas visitas que nos fizeram a fim de angariar votos, firmaram compromissos de no mínimo destinarem verbas para o calçamento deste conjunto, como foi o caso do hoje Deputado Federal Raimundo Macedo; o também deputado Arnon Bezerra quando nos visitou juntamente com o Prefeito Samuel Araripe e vários secretários, assumiu o compromisso de intermediar junto à prefeitura o projeto e conseqüentemente o calçamento o mais breve possível, já que dispunha de verba na caixa econômica para este fim. Ainda, na ocasião a secretária de cultura Daniele Esmeraldo, gentilmente se empenhou em gravar meu número de celular e disse que dentro de 15 dias me ligava para confirmar o dia que o secretário de infra-estrutura viria ao nosso conjunto efetuar a medição e informar quando seria efetuado o serviço. Infelizmente já se passaram quatro meses e aguardo a ligação da mesma, ainda confiante.

     Conforme pode ser observado nas fotos aqui postadas, está um caos transitar nas ruas deste conjunto, além da buraqueira, poças de lama se acumulam e perduram por dias, tornando-se assim possíveis focos de contaminação, o que pode vir a causar vários tipos de doenças.
     Estamos cientes que devido à intensidade das ultimas chuvas, principalmente a do dia 28/01 há muita coisa urgente a se fazer no Crato, há dezenas de irmãos cratenses desabrigados e outros em situação de risco, mas com o planejamento ideal típico desta administração não só este problema pode ser resolvido como outros anteriores não deixaram de ser feitos, já que são verbas distintas.
      Diante da quadra invernosa que estamos e que se imagina ser de chuvas de grande intensidade, as ruas do conjunto Palmeiral que já estão por demais esburacadas podem ficar intransitáveis, por isso solicitamos ao poder público municipal, a câmara de vereadores e demais representações políticas de nossa cidade que se unam em prol das melhorias que nosso bairro precisa, e que providenciem com urgência o calçamento deste novo, mas não menos importante conjunto da cidade do Crato.






   Por: Valdenio

Dinheiro para recuperação do Crato já foi creditado, diz prefeito - Jornal "O POVO"


O prefeito do Crato, Samuel Araripe, disse, neste sábado, que está feliz com o ministro Fernando Bezerra, da Integração Nacional. “Estou feliz, porque estivemos com o ministro na semana passada pedindo apoio para nosso município, castigado pelas chuvas, e ele já mandou creditar o dinheiro para começarmos a recuperar a cidade”.

Segundo Araripe, os R$ 4 milhões anunciados pelo ministro nessa sexta-feira, durante coletiva na Residência Oficial, ao lado do governador Cid Gomes, já estão prontos para serem aplicados em ações de restauração. O governador Cid Gomes também assegurou que em 90 dias terá projeto para recuperação do canal do rio Granjeiro que, com as chuvas, transbordou e provocou estragos no Centro da cidade.

Fonte: O Povo Online

E por falar em Dinheiro, A história do Dinheiro no Brasil - Por André Cardoso


Você poderia imaginar hoje entrando em uma loja ou supermercado sem nenhum dinheiro sem cartão de créditos ou cheques? Para poder levar aquele determinado produto precisasse dar alguma coisa em troca? Exemplo para aquele par de sapato você teria que dar 5 kilos de farinha? Daria para imaginar como seria? Pois no passado era assim por não existir a moeda que temos hoje. por isso farei um breve resumo da historia do dinheiro, como veio surgindo e evoluindo como ele esta hoje no brasil. A origem do dinheiro e sua evolução Hoje como conhecemos, a moeda veio de uma longa evolução no começo não existia a moeda, eram feitas trocas entre produtos, que se chamava escanbo. Tinha algumas mercadorias, por ser de maior utililidade e consumo eram mais procuradas e eram aceitos por todos. A palavra capital veio do latim capita ( cabeça ) a palavra salário ( remuneração em dinheiro, devido pelo empregador em serviço do empregado.

O tempo foi passando, mercadorias se tornaram incovenientes as movimentações comerciais. Quando o homem descobril o metal, passou a utiliza-lo na fabricação de utensílios armas que antes eram feitos de pedras, também começaram a produzir a moeda. Surgirma então no século VII.a.c as primeiras moedas como caracteristicas das atuais, pequenas peças de metais com peso e valor definido e com cunho oficial, a marca de quem as emitiu que garantia teu valor. No principio as peças eram fabricadas por prosessos manuais, e tinham seus bordos irregulares, não era como hoje, peças iguais as idênticas. Na idade média surgiu o custume de guardarem os valores com um ouriveis, negociador de ouro e prata. No brasil os primeiros bilhetes de banco percusores das cédulas atuais foram lançado pelo banco do brasil em 1810. a moeda de papel teve uma evolução em relação as técnicas em sua impressão. dinheiro no brasil O primeiro dinheiro no brasil foi a moeda mercadoria.

Durante tempo o comercio foi feito por troca, mesmo após a introdução da moeda metal, as primeiras moedas metálicas chegaram com o inicio da colonização portuguesa, o periodo colonial brasileiro pode ser dividido em 2 fases; de 1500 ate o sec XVII, quando predominavam as atividades extrativas do pau-brasil e a planta de cana de açucar, e ate o sec XIX, quando durou o ciclo do ouro e o brasil chegou a ser o maior produtor de metal respondendo por59% da produção do mundo. No inicio do período colonial o meio circulante brasileiro foi sendo formado de modo aleatório, com as moedas trazidas pelos colonizadores, invasores e piratas que colonizavam na costa brasileira, as moedas portuguesas que aqui circulavam eram a mesma das metrópolis, oriúnas de diversos reinados. Na longa gerra mantida contra os espanhóis, após a restauração da independência de portugal custou elevadas somas da coroa portuguesa. Para conseguir os recursos necessários, D.João IV ( 1640-1656 ) e D.Afonso VI ( 1656-1667 ) recorreram as sucessivas alteraçoes no padrão monetário, determinando reduções nos pesos das novas moedas fabricadas e procedendo o aumento nos valores das moeda sem circulação. Nos dois primeiros século após o descobrimento face a enexistência de uma politica monetária especial para a colônia, a quantidade de moedas em circulação era insuficiente para atender as necessidades locais.

Por esse motivo, diversas mercadorias foram utilizadas como dinherio, inclusive pelo proprio governo sendo comuns os pagamentos realizados em açucar, algodão, ferro, cacau, cravo e outros. Nas ultimas décadas do sec XVII agravou-se a situação de falta de moeda no brasil, comprometendo o fucionamento da economia e provocando drástica redução nas rendas da coroa. Foram cunhadas oedas de ouro nos valores 4.000, 2.000, 1.000 réis e de prata nos valores de 640, 320, 160, 80, 40, 20 réis, os conjunto de moedas de prata era conhecida como série das patacas, em função de demominação “patacas” atribuidas ao valor de 320 réis. Nossas cédulas e moedas utilizam temas sobre aspectos histórios e culturais nacionais em trabalhos desenvolvidos por especialistas brasileiros em programação visual. No século XX, o brasil adotou nove sistemas monetários ou nove moedas diferentes ( mil-réis, cruzeiros, cruzeiro novo, cruzeiro, cruzado, cruzado novo, cruzeiro, cruzeiro real, real ). Cheques A moeda bancária ou moeda escritural consiste nos deposito a vista, existente nos bancos e outra instituições financêiras. Os cheques representam um instrumento de circulação da moeda bancária. Os romanos teriam inventado o cheque por volta de 352 a.c, outros estudiosos adminitem ter sido o cheque criado na holanda no século XVI. No brasil a primeira referencia ao cheque apareceu em 1845, quando fundou o banco do brasil na bainha.

O uso dos cheque facilitou o movimento de grandes somas, diminuiu os roubos aleém de impedir o intesouramento do dinheiro em espécie. Para sua segurança deve sua emissão cerca-se de algumas garantias de modo que conquiste a confiança pública. Os benefícios propiciados pelo uso do cheque só são possíveis onde as leis rigorosas punem os eminentes de cheques sem fundos, aparando assim sua circulação. Cartões de créditos De pouco a pouco as cédulas e moedas estão sendo substituídas cada vez mais por cartões de créditos de plástico, instituiçoes financêiras, bancos e um crescente numeros de lojas oferecem aos seus clientes cartões utilizáveis nas compras de grandes numeros de bens de serviços. Cartões não são dinheiro real, simplesmente registra a intensão dopagamento do consumidor. O cartão de crédito surgiu nos EUA ná década de 1920. alguns estabelecimentos começaram a oferece-los para seus clientes mais fiéis. Em 1950 o Diners-club lançou-se no mercado, e em 1958 foi o American-Express, no mesmo ano o Bank-Of America introduziu a Bank-americard. Em 1977 o Bank-americard passou a denomina-se visa. Na década de 1990 o visa torna-se o maior cartão com circulação mundial aceito em milhares de estabelecimentos. Existe 3 tipos de cartão; crédito, dédito e multiplo, o de crédito o cliente tem um limite para usar, o débito o cliente utiliza para fazer saques em especie, e o multiplo fociona como anbos crédito ou débito.

Mesmo ele dando a facilidade de compra, também temos que ter o maximo de cuidado com as clonagem, isso é muito comum acontecer. Os racker e outros são especialistas nesses tipos de crimes. Cifrão Como o ocorre dos tempos, as moedas passaram a ter uma representação gráfica, geralmente constituídas de duas partes; 1- a designação do padrão monetário em cada pais, 1- o cifrão ( $ ) sinbolo universal do dinheiro originário do árabe cifr. Embora a origem não seja totalmente conhecida, acredita-se que o sinbolo do dinheiro tenha surgido em antigas moedas espanholas chamadas’ ocho reales’ no ano 711, o general árabe Djebelel tarik havia acabado de conquistar a espanha, e para comemorar, mandou que gravasse um sinbolo em todas as moedas. Ele escolheu um ‘s’ para mostrar o caminho sinuoso que percorreu para chegar, e cortou com duas barras paralelas, que representavam as colunas de hércules. Na antiga mitologia grega essas colunas significavam força e perseverança. É conhecido por outro lado, que proximo aquela região os fenicíos fundaram, entre os anos 1000 e 800 a.C , um entreposto comercial em gades ( cádiz ) que se desenvolveu rapidamente graças a agricultura do vale guadalquivir e que perdorou por longo tempo.

O dinheiro que temos hoje veio de uma longa caminhada e descoberta a muito tempo, atravez desse texto conseguimos observar cada mudança, de uma forma resumida, como veio surgindo por etapa ate chegar no real que é hoje uma moeda muito forte, más será que nossa moeda hoje esta sendo bem cuidada? muitas notas que pegamos em varios estabelecimentos, algumas estão totalmente danificadas sujas, moedas de 1 centavos as vezes as pessoas jogam fora por ter um valor pequeno, isso observamos no dia a dia. Sera que isso é certo? Não é claro, cada moeda e cédula que são produzida custa um valor x, este valor x somos nos que pagamos atravez de impostos, por isso vou deixar um apelo; Vamos cuidar da nossa moeda, não podemos voltar no tempo e começar tudo de novo.

www.bcb.gov.br/?HISTDIN – Banco Central Do Brasil NÓBREGA. A. Da moeda ao Ativo Financeiro; Uma leitura jurídica do ouro. Brasilia. Brasilia Jurídica- 2004. Historia do dinheiro.( disponivel. Acesso; 23 dez 2004 ). Ouro: Sua historia, seus encantos, seus Valores; Rio de Janeiro; salamandra 1997. WWW.bb.com.br www.newton.freitas.nom.br/artigos.asp?

André Cardoso - Curso administração de Empresas.

Itamaraty prepara retirada de brasileiros de cidade na Líbia


123 brasileiros estão na cidade de Benghazi, foco de agitação política. Embaixador brasileiro está na cidade para agilizar vistos de saída. O governo brasileiro vai auxiliar na retirada de brasileiros que estão na cidade de Benghazi, um dos principais focos de protesto contra o governo da Líbia. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, 123 brasileiros estão na cidade. O embaixador brasileiro na Líbia, George Ney de Souza Fernandes, chegou a Benghazi neste sábado (19) e já conversou com representantes de brasileiros que moram na região. Parte dos brasileiros já expressou a intenção de ficar na cidade.

A partir de agora, a meta do governo é agilizar, junto ao governo local, o visto de saída do país, necessário para que os brasileiros possam deixar a Líbia. Segundo cálculos não-oficiais, os confrontos entre forças de segurança e opositores do regime deixaram até 84 mortos no país norte-africano.

De acordo com o Itamaraty, a maior parte dos brasileiros que está na cidade, a segunda maior do país, são trabalhadores da empresa Queiroz Galvão, que desenvolve obras na região. Alguns estão com familiares, incluindo crianças. De acordo com o Itamaraty, a empresa ficou responsável por fretar um avião para a retirada de cem pessoas da região, incluindo funcionários de outras nacionalidades. A chegada da aeronave em Trípoli é esperada para este domingo (20). Até o fechamento desta reportagem, o G1 não havia conseguido falar com os representantes da empresa.

Iara Lemos Do G1, em Brasília

Termina o horário de verão; atrase seu relógio em uma hora


Sudeste, Sul e Centro-Oeste aderiram à mudança. Resultado preliminar aponta redução de 4,4% da demanda no horário de pico. Relógios devem ser atrasados em uma hora à meia-noite deste sábado (19) para domingo (20). Moradores do Sudeste, Sul e Centro-Oeste já devem atrasar seus relógios em uma hora. À meia-noite deste sábado (19) para domingo (20) terminou o horário brasileiro de verão, em vigor desde 17 de outubro de 2010.

Aderiram à mudança de horário, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal. Desde 2008, a mudança no horário ocorre sempre no terceiro domingo de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro. A medida, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), visa reduzir a demanda por energia elétrica em horários de pico por meio do aproveitamento da luz solar. Por isso, o período escolhido para o horário de verão no Brasil, assim como em outros países no hemisfério sul, é o segundo semestre, entre a primavera e o verão, quando os dias são mais longos. Nesta edição do horário de verão, de acordo com dados divulgados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), resultados preliminares apontam para uma redução de 4,4% da demanda no horário de pico em relação à demanda máxima, o que representa uma redução de 2.376 megawatts.

Do G1, em São Paulo

FEIRA DE SONHOS - Por Xico Bizerra

O matuto acordou de seus sonhos e foi à cidade grande. Seu saco reservado para as boas prendas voltou vazio. Não encontrou sorrisos, amizades, esperança. Poucos lhe deram ouvidos e ninguém tinha as mercadorias que ele queria levar. Voltou pra roça e percebeu a desnecessidade de ter ido à cidade. No seu roçado, pés de alegrias, montes de afagos, plantações de carinhos. E ali ficou até que lhe procuraram para terem suas mercadorias. Ele as deu, assim como as tinha recebido, pela graça divina. E sorriu, alegre e feliz, por poder repartir o que tanto lhe sobrava. Apenas não entendeu por que o que tinha de tanta fartura não encontrou naquele lugar grande, sem sorrisos, sem amizades, sem esperanças. Também não entendeu o que foi fazer lá se já tinha tudo na sua aldeia. Nunca mais voltou à cidade grande e plantou, e regou, e colheu safras de dias felizes, repartindo-os com o povo da cidade grande.

Moésio Loiola defende uma mobilização no Congresso para a criação de uma frente de apoio à emancipação


A Lei Complementar Federal, indispensável à emancipação de distritos, não foi votada pelo Congresso Nacional. Os deputados na Assembleia Legislativa ensaiam retomar as discussões sobre a emancipação de distritos, tema que recebeu bastante atenção dos parlamentares no início da Legislatura passada, quando a Casa aprovou Lei de autoria do agora vice-governador do Estado, Domingos Filho. Ontem, o deputado Roberto Mesquita (PV) foi à tribuna defender a emancipação do distrito de Icaraí de Amontada.

O discurso dele motivou a retomada do debate sobre emancipação. A não realização dos plebiscitos, no ano passado, como esperavam alguns deputados e lideranças de vários municípios cearenses transferiram as esperanças de que poderiam acontecer este ano, antes das eleições municipais de 2012. Em 2010 a Assembleia aprovou a lei, fez o estudo de viabilidade de cada distrito que deu entrada no pedido de emancipação na Casa, aprovou 30 decretos legislativos determinando a realização de consultas plebiscitárias encaminhando-os para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Daí por diante o processo estancou.

Negociação

Agora os deputados alegam que a única coisa que podem fazer para que o processo de emancipação se torne realidade é promover uma negociação com a bancada federal cearense. O deputado Sérgio Aguiar (PSB) informou que está tentando uma mobilização da Mesa Diretora da Casa para conversarem com os deputados federais e senadores do Ceará a fim de que eles possam, no Congresso Nacional, lutar pela aprovação de uma Lei Complementar Federal que trate sobre o assunto, como exige o artigo 18 da Constituição do País. O deputado Moésio Loiola (PSDB) afirma que a Assembleia, ao aprovar a Lei proposta por Domingos Filho, sabia do limite constitucional que acabaria barrando a tentativa do Ceará em criar novos municípios. Ele defende que os deputados possam articular no Congresso a formação de uma bancada "pró-emancipação", contando para isso, com a ajuda dos parlamentares federais do Ceará.

Audiência

O deputado defende que a emancipação possa ocorrer, alegando que muitos distritos não crescem por falta de contato mais direto com o Município- mãe. Ele dá o exemplo do distrito de Brotas, em Miraíma, que fica mais próximo geograficamente de Sobral e Itapipoca do que do Município sede. O deputado Dedé Teixeira (PT) pretende promover, em março, uma audiência pública para retomar o assunto. Segundo ele, para aqueles que sonhavam em ver seus distritos emancipados, o emperramento do processo foi uma experiência muito "trágica". Já o deputado Heitor Férrer (PDT) acredita que a Assembleia não pode fazer mais nada para dar prosseguimento a emancipação de distritos, alegando que somente uma Lei Complementar Federal vai poder atender o sonho dos distritos que desejam evoluir para o patamar de Município. O deputado foi um dos que se insurgiram contra a lei aprovada na Assembleia, por considerá-la inconstitucional.

Fonte: Diário o Nordeste

Bom Dia, Crato ! - Domingo, 20 de Fevereiro de 2011


Grande possibilidade de chuvas para hoje.




Bom Dia!

Ontem a previsão do tempo cumpriu-se rigorosamente. Iniciamos com uma madrugada de chuva até o amanhecer do dia, depois nublado, e finalmente lá pelas 10 horas, o sol apareceu, para ficar o resto do dia. A previsão para hoje indica dia de Sol e aumento de nuvens de manhã. Pancadas de chuva à tarde e à noite. Ventos de Leste para nordeste à 11km/h . temperatura máxima de 32 graus e mínima de 22. O sol nasce às 05:42 e se põe às 18:00.

Fonte: Climatempo
Edição: Dihelson Mendonça

O agora - Por José de Arimatéa dos Santos

Hoje em dia parece que tudo tem que ser resolvido no exato momento e no afogadilho. Não se pode mais esperar. A paciência mandou lembranças já faz um bom tempo. Será que essa pressa nossa de todo dia é o sinal desse nosso tempo? A ligeireza de tudo atinge até as pequenas cidades atualmente. Não é coisa mais de grande centro. Tudo tem que ser corrido e as filas em bancos, lotéricas e órgãos públicos só aumentam e o que se nota cada vez mais é o stress presente em todos nós. Quando saímos de casa e estamos na rua vem a pressa de motoristas de carro e principalmente de motoqueiros. É difícil de ver um motoqueiro que pilote sua motocicleta numa velocidade razoável. A gente vê uma moto lá longe e quando menos espera já passou por nós. Atravessar uma rua é uma aventura perigosa devido a velocidade de carro e moto. Ah! Tem ainda o cidadão de bicicleta que teima em andar na contramão. Já aconteceu comigo e quase fui atropelado por uma bicicleta quando estava a atravessar uma rua e me preocupava somente com os carros e motos. De repente uma bicicleta freia em cima de mim. Foi por pouco!
Um fato curioso é que a pressa em resolver tudo nos atinge em cheio. Só que nem sempre podemos solucionar nossos problemas devido a muitas das vezes que na hora que estamos para ser atendidos o atendente fala que o sistema caiu ou saiu fora do ar. E haja paciência. E nessa pressa quando estamos enfrentando fila o pior que acho é quando a pessoa que está à frente resolve pagar seus compreomissos e mais ainda do amigo, do vizinho e de mais alguém. Tudo naquele dia e justamente naquele horário. A gente fica impregnado com a pressa que ela nos acompanha até no jogo de futebol no domingo na hora de comprar ingresso e vê o tamanho da fila. Desanima. Só fica na fila pelo amor ao clube do coração e ao charme e bem estar de ir para a arquibancada para gritar, xingar e torcer pelo bom futebol. Engraçado é que quando nosso time está perdendo o tempo é apressado e parece que passa mais rápido. Pois é, essa é a pressa de todos os dias.

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