14 abril 2011

ÚLTIMAS NOTÍCIAS - Crato se prepara para o Abriu pra Juventude 2011


A Secretaria de Cultura, Esporte e Juventude do Crato realizará esse mês a terceira edição do a “Abriu pra Juventude”. Esse ano o festival que levanta a bandeira “Corpo e Consciência” que terá o movimento do HIP HOP e todas suas vertentes, como o objeto principal, que impulsionará e permitirá a divulgação, disseminação, valorização, e reconhecimento desse movimento, e a partir dele, a descoberta e o reconhecimento da verdadeira identidade Cultural das ruas na nossa região. O evento que traz também apresentações artísticas, exposições, palestras oficinas, bem como a promoção da inclusão social e discussões sobre Juventude e Família, Cultura e Identidade Regional, e Gestão e Políticas Públicas para a Juventude,acontece nos dias 28, 29 e 30 e espera contar com um número significativo de jovens e interessados. Danielle Esmeraldo, secretária de Cultura, Esporte e Juventude do Crato, ressalta que independente do Abriu pra Juventude ser um evento que tem como público alvo os jovens, as pessoas de todas as idades estão convidadas a prestigiar o festival. Próxima semana, a programação estará sendo divulgada em diversos meios de comunicação. Participem! Maiores informações na Secretaria de Cultura, Esporte e Juventude, que fica no Centro Cultural do Araripe, no Largo da RRFSA. Fone- 3523 2365.

Fonte: PMC
Na foto: Danielle Esmeraldo ( secretária de Cultura, Esporte e Juventude )

13 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. O movimento do HIP HOP e todas suas vertentes, como o "OBJETO PRINCIPAL"????, que impulsionará e permitirá a divulgação, disseminação, valorização, e reconhecimento desse movimento, e a partir dele, a descoberta e o reconhecimento da "VERDADEIRA IDENTIDADE CULTURAL"?????? das ruas na nossa região...
    Eu só posso ter lido errado essa notícia!
    Hip Hop é a verdadeira identidade cultural da nossa região? Desde quando?
    Eu só lamento por essa ser uma iniciativa da Cultura do Crato, famosa pelo bom gosto e resgate de nossas VERDADEIRAS tradições culturais, eu não poderia deixar de comentar esse absurdo, não quero magoar ninguém pessoalmente, mas sou uma defensora da cultura do nosso Cariri, como um evento da importância do " Abriu pra Juventude" escolhe um tema desse para abordagem e VALORIZAÇÃO?
    Desde quando precisamos reconhecer ou valorizar o HIP HOP?
    Como se deixa gastar dinheiro público, brasileiro e nordestino com a disseminação de uma cultura massacrante como a americana, que diga-se de passagem não sabe nem onde é o Ceará, muito menos o Cariri?
    Onde isso nos acrescenta?
    Por que temos que RECONHECER esse movimento?
    Já somos alienados demais com a cultura americana, já nos cospem demais suas guerras, preconceitos, violência, racismo, soberania!
    Quero expor aqui meu protesto em respeito às minhas convicções e por acreditar no bom senso da nossa Secretaria de Cultura, na pessoa de Danielle Esmeraldo, ambiente este em que desfrutei meses de contrato profissional.

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  3. Janinha, não é so "Cultura no Cariri" que tem liberdade de expressão não, como frisado naquele seu comentário respondendo ao Dedê. Aqui também tem, e neste caso específico do Hip-Hop como cultura estranha, eu concordo com você. Foi uma escolha muito infeliz. Agora, nem só de Reizado e Maneiro Pau pode sobreviver o Cariri.

    É preciso parar com essa mentalidade GROTESCA de achar que Cariri se resume a Reizado e Maneiro Pau ( não estou respondendo a você, janinha ). Mas tem muita gente por aqui que quando se fala em cultura, já pensam que isso é só o Coco da Batateira, ou as Lapinhas. Pelo amor de Deus, o Cariri é um celeiro de coisas diversificadas.

    Existem as tradições culturais, mas existe a Arte Contemporânea do Cariri. Ontem mesmo, estive visitando a mente de um verdadeiro Gênio quase desconhecido aqui: O George Macário. Os mais de 50 quadros que eu vi na tarde de ontem ( e que são secretos, por enquanto, ele vai apresentar em São Paulo ), são de cair o queixo. Ele passou a vida pintando e desenvolvendo técnicas, ( como disse, secretas ), para construir uma obra monumental.

    Quando o george mostrar esses quadros ao mundo, você vai ver que acontecimento. As pessoas não fazem nem idéia dos tesouros q
    ue nós temos aqui no Cariri, afora lapinhas, Reizado e Maneiro Pau.

    Sobre a debater se RAP e HIP-HOP é Música, aí são outros quinhentos...

    Abraços,

    DM

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  4. Diversidde Cultural.
    Sem preconceitos, sem discriminação.

    Hoje no crato existem muitos jovens que dançam, cantam, e pintam, utilizando o HIP HOP ( break,street dance,grafitismo,música e dj) para expressarem sua arte.
    Corpo e consciência. É exatamente para conscientizar e debater a forma como esse movimento vem sendo utilizado pelos jovens da nossa região. Não se pode apenas copiar e aderir simplesmente. E sim reconhecer e valorizar a nossa verdadeira identidade cultural através desse movimento, porque não?
    É através da música, da dança, das artes, que se denuncia, que se expressa sentimentos, dores e anseios. Porque não através do HIP HOP????
    Existem grupos que evangelizam através do HIP HOP. Dançam e cantam a palavra de Deus!!!!

    O rap, pode muito bem ser adaptado para o regional, como já existem alguns artistas fazendo isso bem pertinho de nós. Como também dançar um street dance..... é muito bom.Experiência própria.

    As ruas estão cheias de drogas, prostituição,violência... de jovens. E esse movimento é de rua. E através dele, podemos nos aproximar desse universo, para nessa oportunidade, orientar e oportunizar os jovens a se reconhecerem e descobrirem sua real identidade. Hoje não existe mais fronteiras. O mundo globalizado, a internet, nos aproxima e nos afasta ao mesmo tempo de tudo e de todos. Ninguém mais vive isolado.negros, africanos,índios, brancos, caririenses, e americanos.... todos tem o seu valor e o seu lado positivo.Resta a nós tirarmos proveito do lado bom de todas as coisas, até mesmo do HIP HOP.


    Acessibilidade, democratização é o papel do poder público.Abrir pra juvntude. Abrir para nossas mentes. Abrir para Arte. Abrir para a vida.

    O HIP HOP é mais uma forma de expressão artística das inúmeras e diversas do nosso Brasil.E já invadiu nossa cidade, nossa região, nosso estado, nosso país e o mundo.

    É fácil protestar, criticar.... e muito difícil realizar e solucionar.

    Oportunidades devem ser distribuídas para todos, e na terceira edição do Abriu pra Juventude várias tribos vão se encontrar e desfrutar de momentos muito gratificantes.... estamos nos esforçando muito pra isso.

    Convido-os para que conheçam nossa verdadeira intensão..

    Abraços!!!

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  5. Diversidde Cultural.
    Sem preconceitos, sem discriminação.

    Hoje no crato existem muitos jovens que dançam, cantam, e pintam, utilizando o HIP HOP ( break,street dance,grafitismo,música e dj) para expressarem sua arte.
    Corpo e consciência. É exatamente para conscientizar e debater a forma como esse movimento vem sendo utilizado pelos jovens da nossa região. Não se pode apenas copiar e aderir simplesmente. E sim reconhecer e valorizar a nossa verdadeira identidade cultural através desse movimento, porque não?
    É através da música, da dança, das artes, que se denuncia, que se expressa sentimentos, dores e anseios. Porque não através do HIP HOP????
    Existem grupos que evangelizam através do HIP HOP. Dançam e cantam a palavra de Deus!!!!

    O rap, pode muito bem ser adaptado para o regional, como já existem alguns artistas fazendo isso bem pertinho de nós. Como também dançar um street dance..... é muito bom.Experiência própria.

    As ruas estão cheias de drogas, prostituição,violência... de jovens. E esse movimento é de rua. E através dele, podemos nos aproximar desse universo, para nessa oportunidade, orientar e oportunizar os jovens a se reconhecerem e descobrirem sua real identidade. Hoje não existe mais fronteiras. O mundo globalizado, a internet, nos aproxima e nos afasta ao mesmo tempo de tudo e de todos. Ninguém mais vive isolado.negros, africanos,índios, brancos, caririenses, e americanos.... todos tem o seu valor e o seu lado positivo.Resta a nós tirarmos proveito do lado bom de todas as coisas, até mesmo do HIP HOP.


    Acessibilidade, democratização é o papel do poder público.Abrir pra juvntude. Abrir para nossas mentes. Abrir para Arte. Abrir para a vida.

    O HIP HOP é mais uma forma de expressão artística das inúmeras e diversas do nosso Brasil.E já invadiu nossa cidade, nossa região, nosso estado, nosso país e o mundo.

    É fácil protestar, criticar.... e muito difícil realizar e solucionar.

    Oportunidades devem ser distribuídas para todos, e na terceira edição do Abriu pra Juventude várias tribos vão se encontrar e desfrutar de momentos muito gratificantes.... estamos nos esforçando muito pra isso.

    Convido-os para que conheçam nossa verdadeira intensão..

    Abraços!!!

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  6. Dihelson, quando falei de liberdade se expressar no blog "cultura no cariri" não estava me referindo à liberdade daquele espaço, mas da liberdade no geral, pois muitos artistas concordaram com o que eu disse, acrescentaram também inúmeras críticas, mas por fazerem parte do movimento ou mesmo precisarem do que julgam ser "favores" da Secretaria aqui mencionada disseram preferir não expor suas ideias e entrar na "dança" adaptando seu trabalho à proposta.
    Se eu não me sentisse à vontade nesse espaço pode ter certeza que não exporia minha opinião pois tenho outros meios pra isso.
    Fico muito triste do modo pejorativo a que se refere aos nossos: Coco da Batateira, ou as Lapinhas, maneiro pau, reizado, falando que o nosso Cariri não se resume à isso!
    Se pra você, que é uma pessoa esclarecida, abordar e valorizar sempre e incansavelmente esses temas é se resumir, imagina pra nossa juventude tão carente de educação de qualidade, qual formação terão se o poder público acha a difusão e valorização de um movimento norte-americano uma forma de EDUCAR e valorizar a cultura?
    Não sei o porquê de mencionar a arte do George Macário, não sei se cabe na questão, mas lembro: O artista é livre, a imaginação flui também livremente, não estou criticando os movimentos de dança que surgem nos bairros, nem mesmo a formação de bandas de HIP HOP, Reggae, a mistura de ritmos.
    A minha pesada ou até GROTESCA e revoltada crítica é gastar dinheiro da Cultura do Crato com a valorização e reconhecimento de um movimento que em nada nos identifica, nos acrescenta...
    O pessoal da Casa Grande de Nova Olinda esteve na Europa, "Os cabinhas" têm uma formação musical invejável sem fugir do tema que soou como pobre no seu texto; As lapinhas, reisados e etc.
    Será que é de interesse de quem quer que seja vir de fora, ou mesmo sair da sua casa para apreciar um movimento com juventude do Cariri onde encontrarão Hip Hop, street dance...rsrsrss..é muito absurdo Dihelson,será que vou ter que aprender Inglês pra ser entendida? rsrsrs...
    Sim, sou a favor de abordarmos temas regionais sempre, e lembrando que essa é apenas a minha opinião, ou sou pelo menos a única que tive coragem de me "expor".
    Tirar jovem das drogas é dar uma educação de qualidade, alimentação, saúde...IDENTIDADE CULTURAL!
    Não nos apegarmos à um modelo estrangeiro que pode é querer, não cabe na nossa realidade!
    A Secretaria de Cultura do Crato errou feio na escolha do tema, mas lembro, essa é só a minha pobre opinião!

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  7. Janinha, eu acho que você não me entendeu. Vou tentar colocar as coisas de forma BEM SIMPLES:

    "A Cultura do Cariri não se resume apenas a Reizado e Maneiro Pau".

    Quando os políticos começam a querer investir em "Cultura", a primeira coisa que lhes vem à Cabeça é Reizado e Maneiro pau. Isso TAMBÉM é cultura, mas ela não se resume a apenas isto.

    Como eu disse, o Cariri é um Celeiro de coisas. Um universo a ser pesquisado, e em qualquer parte, existe a cultura POPULAR e a cultura ERUDITA.

    Se a Secretaria é de Cultura, ela precisa valorizar os diferentes traços que moldam a personalidade geral de uma região e de um povo, além de fomentar as novas tendências. Vivemos num mundo globalizado em que há uma assimilação de outras culturas.

    Olha, vou te ser sincero: Antes que Luiz Gonzaga inventasse o Baião, o americano george Gershwin escreveu uma peça que tem uma parte que é um baião, fica quase no final da "Rhapsody in Blue" e é uma das músicas mais conhecidas no mundo. Quem inventou o quê primeiro ?

    Eu basicamente não sou contra essa nem aquela cultura. A maior fonte da Arte é a CRIATIVIDADE. Nada nos impede enquanto artistas, de misturar os Noturnos de Chopin com o Coco da Batateira, de misturar o "Cajun" do Japão, às danças dos Balcãs, passando pelas bandas cabaçais.

    Talvez seja mesmo tempo de parar com essa estagnação que tomou conta de certos setores retrógrados da cultura popular que se perpetua sem sentido.

    Hermeto Pascoal é Gênio porque soube mesclar muito bem a cultura do povo nordestino com a música moderna, ele não se limitou a ter um conhecimento de um pifeiro de rua. Ele construiu um momumento do porte de um Villa-Lobos ou de um Stravinsky. É um revolucionário, não um limitado.

    E no Brasil, as pessoas que pensam no renascimento das artes, pensam-na de forma dinâmica, não repetição. Estou em contato com dezenasou centenas de artistas modernos do Brasil.

    Os "Cabinhas" de Nova Olinda tem valor porque pegaram a linguagem popular e souberam evoluir dentro dela, incorporando elementos de outras culturas. É isso que todo mundo está fazendo. Que o digam também o movimento Mangue Beat, o moderno Coco do grupo CASCABULHO, e inúmeros outros. Isso é Arte nova, renovada, não parada no tempo.

    Se alguém me trouxer um beat que une a música Chinesa com os Anicetos, eu vou ficar muito feliz.

    A Arte é a única coisa na vida que não pode parar nunca. É como o coração, se parar, morre! E nesse sentido, é que falei que de tantas novas tendências, é retrógrado ficar APENAS ( pode cultivar, mas não apenas ) Reizado e Maneiro pau original.

    Quem quer estagnação, deve viver em Museus. A Arte sempre evolui. Por isso não sou em tese, contra nada, quando é feito com consciência, com estética, com esmêro. É melhor a mais estranha das artes conscientes do que determinados zabumbeiros batendo coisas e fazendo coisas que nem mesmo eles sabem o que diaxo é aquilo. Tá cheio de "doidinho" também querendo ser zabumbeiro e "zabumbeiros" pra parecer moderno, mas não entendem nada de música. Música mesmo, exige consciência, e você sabe disso.

    Abraços,

    Dihelson Mendonça

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  8. Quem não me entendeu foi você Dihelson, vou procurar ser ainda mais clara:
    NÃO SOU CONTRA A EVOLUÇÃO CULTURAL, A MISTURA DE RITMOS OU DO HIP HOP, SAIBA QUE CHICO SCIENCE E ELLEN OLÉRIA SÃO GRANDES ÍDOLOS MEUS!
    Não precisa dar uma aula sobre o tema pra fortalecer seus argumentos, é simples: Se a cultura do Cariri não se resume a maneiro pau ou reizado, vamos explorar o que mais ela tem a oferecer, precisamos ter no MÍNIMO a base para que possamos misturar o quer que seja, e não fazer um samba de crioulo doido! "os cabinhas"
    fazem a mistura de ritmos, elementos e instrumentos regionais com rock e etc, eu acho isso lindo, e até já postei sobre a liberdade que se deve ter em acrescentar esses elementos na música, mas lá, diferente daqui, os meninos foram educados e sabem o que estão fazendo, Alembergue construiu na pequena cidade de Nova Olinda uma estrutura cultural de fazer inveja a qualquer cidade do Nordeste ou do Mundo, aqui precisa que aconteça muita coisa para darmos o segundo passo.
    Mas lembro, não estou representando nenhum grupo, essa é SÓ a minha opinião!

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  9. Não levanto a bandeira da não evolução cultural, da mistura, o que falo, ufa, chega a ser cansativo...
    é que ainda precisamos investir muito da difusão da nossa própria cultura, mesmo que aliando outros ritmos, a gastar em divulgar o Hip Hop, ou qualquer coisa que seja que fuja da nossa verdadeira realidade, precisamos estar certos do que somos e só assim e a partir disso DIVERSIFICAR!

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  10. Nossa que confusão! Influências artísticas misturadas, tudo bem criar, criar, inovar reinventar se tiver talentos e quem é que vai decidir se ta bom? Só depois que os quadros de George tenho sido exposto nas grandes galerias do mundo, o os irmãos Aniceto sejam reconhecidos e alcançados AQUI e no mundo. Eles são reconhecidos lá fora é verdade mas será que um fan deles que queira velos no maior esplendor aqui aonde nasceram, não se decepcione vindo até aqui? O saiba aonde encontra-los,
    Quero dizer, sempre bom conhecer e liberar todas as tendências nas artes, mas antes vamos produzir com técnicas mais modernas, se esforçar um pouco mais para render mais visível aí fora o que temos aqui e divulgar e vender bem, todo o nosso acervo histórico imaterial, porque eu acho que vale muito. Quem sabe convidar o povo do Rezado e o Maneiro Pau com os rapazes do hip hop para eles dizer o que acham? A proposta da secretária na postagem é valida, mas é pouca é só para movimentar, faz o que pode,imagino as dificuldades e sinto realmente muito.Tem que decidir se estamos produzindo somente para nos ou para atrair gente de fora que queira ver e viver de verdade o Cariri e pague qualquer preço para isso.

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  11. É isso aí, Gabi !!!
    Você me entendeu.

    Abraços,

    DM

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  12. caros comentaristas,

    de todo esse debate o que mais me espanta e dizer que o hip hop e parte de uma "cultura massacrante" quando o hip hop nasceu nos guetos americanos onde o preconceito e discriminação com o afrodescentente é imensa, o hip hop é uma resposta aos brancos americanos, é uma afirmação de uma cultura negra é que merece sim ser debatido e compreendido e até mesmo como o repente e outros estilos regionais foram fundidos e temos hoje um rap nacional com identidade própria.

    parabéns Dihelson nem so de reisado e maneiro pau a cultura caririense é feita.

    se fosse assim vc não tocaria musica clássica, nem a própria secretaria Daniele dançaria Ballet.

    acho que temos sim que debater todos os estilos e conceitos, e ver como eles vem se adequando as nossas realidades e nossa cultura sem que percamos nossa identidade.

    sinceramente amo hip hop, amo reisado e maneiro pau, e meu filho graças a deus escuta de tudo pois quero que ele cresça respeitando outras culturas e que jamais perca a identidade da dele!

    Evolução cultural é isso aceitar as novas vertentes sem perder o elo com passado!

    Abraços

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  13. caros comentaristas,

    de todo esse debate o que mais me espanta e dizer que o hip hop e parte de uma "cultura massacrante" quando o hip hop nasceu nos guetos americanos onde o preconceito e discriminação com o afrodescentente é imensa, o hip hop é uma resposta aos brancos americanos, é uma afirmação de uma cultura negra é que merece sim ser debatido e compreendido e até mesmo como o repente e outros estilos regionais foram fundidos e temos hoje um rap nacional com identidade própria.

    parabéns Dihelson nem so de reisado e maneiro pau a cultura caririense é feita.

    se fosse assim vc não tocaria musica clássica, nem a própria secretaria Daniele dançaria Ballet.

    acho que temos sim que debater todos os estilos e conceitos, e ver como eles vem se adequando as nossas realidades e nossa cultura sem que percamos nossa identidade.

    sinceramente amo hip hop, amo reisado e maneiro pau, e meu filho graças a deus escuta de tudo pois quero que ele cresça respeitando outras culturas e que jamais perca a identidade da dele!

    Evolução cultural é isso aceitar as novas vertentes sem perder o elo com passado!

    Abraços

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