xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 05/12/2010 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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05 dezembro 2010

DoceNatal:Temporada Teatral com Doce Espetáculo-Por Wilson Bernardo.

abertura Oficial do Doce Natal é Dia 12 De Dezembro,mas ontem foi a abertura do Doce Espetáculo que vai até o dia 05 de Dezembro.Na noite de ontem tivemos a saga de Lampião e o misticismo da fé em Padre Cícero e as mazelas da seca Nordestina.Uma peça de criança para a reflexão,mas interagida para adultos também.Lampiãozinho,uma peça nordestina que muito mos alegra a capacidade técnica de encenação de crianças,que são envolvidas nos projetos da Casa Harmônica,assim como no Doce Natal,Mas uma vitória de Mônica Araripe e de toda uma equipe que o acompanha,na trajetória de mais um ano de Doce Natal.

Teatro de gente grande
O padre e a confraria das beatas
Mistura de misticismo e baile perfumado
No final a companhia Yoko nos faz refletir sobre o Sertão do Mundo
A universalidade dos problemas do Sertão,nos faz sermos globalizados na fome
Vergonha é o que todos os senhores do mundo deveria ter
O silêncio de quem pode mudar o mundo pode ser uma estratégia...
Wilson Bernardo (Texto & Fotografia)

Inscrições da Bienal da UNE só até o dia 15 de dezembro

O Coletivo Camaradas é um dos parceiros Bienal da UNE. O Estado do Ceará deverá inscrever mais de 100 trabalhos para atender a meta estabelecida pelo Instituto CUCA. Diversos artistas e estudantes da região do Cariri já enviaram trabalhos.

A coordenação da 7ª Bienal da UNE anunciou nesta terça-feira (30) a prorrogação do prazo para as inscrições de trabalhos nas mostras artísticas do festival. Inicialmente, a data final seria 30 de novembro. Porém, em razão da grande procura e com objetivo de ampliar a diversidade dos trabalhos que irão se apresentar na Bienal, a nova data definida é dia 15/12 (quarta-feira). Os nomes dos selecionados serão divulgados até o dia 20/12 (segunda-feira) no portal www.une.org.br. Haverá também comunicado por e-mail e telefone.

O EstudanteNet explica abaixo todas as formas que existem para participar da Bienal da UNE.

TRABALHOS SELECIONADOS PARA A 7ª BIENAL

A primeira forma de participar da Bienal da UNE é ter o seu trabalho selecionado para ser apresentado nas mostras artísticas. Caso isso ocorra, não é necessário fazer a inscrição individual (estará automaticamente abonado da taxa de R$ 100). O selecionado será ainda premiado com um pro labore e terá um alojamento específico (os alojamentos são em salas de aulas). A organização da Bienal não se responsabiliza pela alimentação e o translado até o Rio de Janeiro.

Para inscrever o seu trabalho na áreas de Artes Integradas, Música, Artes Cênicas, Artes Visuais, Audiovisual, Literatura, C&T, Mostra CUCA e Atividades Autogestionadas basta ler o regulamento da 7ª Bienal e fazer o cadastro nos links abaixo. É fácil e gratuito.
As propostas podem ser enviadas até o dia 15/12/2010. O resultado dos selecionados será divulgado até o dia 20/12/2010 no portal www.une.org.br.

Pelo Twitter @bienaldaune, os interessados poderão acompanhar outras informações. Em breve será lançado também o hotsite da Bienal. Dúvidas poderão ser esclarecidas pelo e-mail bienal@une.org.br.

É TEMPO DE LAPINHAS...

LAPINHAS VIVAS
O sagrado na simplicidade de um povo plural

Lapinha de Mãe Celina (Crato-CE-Brasil) - Foto de Antonio Vicelmo
  
 A influência ancestral dos três principais mundos formadores da alma brasileira permanece pulsante na vida do sertanejo simples, cuja religiosidade se manifesta à flor de seus atos e ditos. E é na efervescência dessa estética universal que nascem e se fortalecem as tradições culturais populares; em nosso caso, resultantes do caldeamento cultural havido entre os indígenas donos da terra, os brancos ibéricos invasores e os negros de várias nações para cá trazidos como escravos.

A Lapinha assume, neste contexto, uma espécie de demonstração da prevalência do cristianismo sobre as crenças e religiões dos outros povos. Entretanto não escapa à aculturação decorrente dessa convivência, sabida por nós nada pacífica ou cordial. J. de Figueiredo Filho, em seu O Folclore no Cariri (1960: p. 32) nos afirma que à Lapinha, “de procedência lusitana, foi acrescentada muita cousa de fonte indígena ou africana, como os caboclos, a canção da formosa tapuia, ou temas inteiramente abrasileirados.” Na mesma obra (pp. 33-39), ilustra seu caráter multicultural verificando a presença do anjo, índios, do sol, da lua, baianas, beija-flor, pastores, vaqueiros... além dos três Reis Magos. 

Lapinha de Mãe Celina (Crato-CE-Brasil) - Foto de Antonio Vicelmo


É a Lapinha Viva, pois, a reconstituição dramática popular da visita dos três Reis Magos ao recém-nascido Jesus, com o fim de lhe ofertarem presentes. Sua significação transita da representação quase que ainda medieval, com pessoas interpretando santos, bichos e coisas da natureza como simples e profunda louvação ao Deus-Menino, até a complexa peça de antropologia cultural que traz em si grande parte da história da humanidade. Lá estão não somente símbolos de culto cristão, católico, mas fortes traços que nos remetem aos primitivos tempos em que o homem vivia em diálogo e harmonia com a natureza, assim como elementos que podem “contar” os processos de formação cultural e social da nação brasileira, sem descuidar de nos remeter aos povos ancestrais de antes do encontro em nossas terras.

Hoje, no Cariri, as nossas Lapinhas Vivas apresentam praticamente as mesmas características dramáticas de outrora, sendo acrescidas quase sempre da louvação de um grupo de Reisado, que também representa a peregrinação dos Reis Magos a Belém, pertencendo ambos ao ciclo natalino, e, às vezes, de uma Banda Cabaçal. Quando se juntam os três folguedos, multiplicam-se a beleza estética, o brilho dramático, o riso brincante, o alcance histórico.

O fortalecimento e a difusão do folclore e das manifestações tradicionais populares, a exemplo das Lapinhas, devem servir principalmente à causa do (re)descobrimento de nossa identidade cultural, pois que oferecem uma farta leitura do mundo em variadas dimensões e diferentes tempos. É a história se doando generosamente à elaboração de um novo pensamento, que dê vazão a sinceras atitudes libertárias, que restabeleça o espírito e a festa da dignidade humana, da democracia, do respeito à natureza, da felicidade, do amor.   

Cacá Araújo
Professor, ator, dramaturgo e folclorista
Diretor da Cia. Cearense de Teatro Brincante
Crato - Cariri - Ceará - Brasil

Em defesa da permanência da Escola de Artes Violeta Arraes Gervaiseau na cidade de Barbalha, Ceará.

ESCOLA DE ARTES VIOLETA ARRAES E O "AUTO DA BARCA DO INFERNO"


                      Foto: Arquivo IMOPEC

"O prédio onde hoje funcionam os cursos da Escola de Artes Reitora Violeta Arraes, da Universidade Regional do Cariri (URCA) poderá ser reincorporado ao patrimônio do município. A expectativa é que isto ocorra nos próximos dias. Estudantes confidenciaram à reportagem que os cursos oferecidos pela instituição (teatro e artes visuais) podem ser transferidos para outra cidade da região até 31 deste mês. Este teria sido o prazo estipulado pela municipalidade para que a URCA desocupasse o prédio cedido em regime de comodato."
Mais informações: http://www.radiocetama.com.br/ver_noticia_barbalha.asp?id=12569


Diante do acima exposto e sem que seja necessário esperar um posicionamente oficial do Executivo Municipal de Barbalha(CE), queremos repudiar quaisquer providências que venham a impedir o funcionamento da Escola de Artes Reitora Violeta Arraes no nosso município.

Não acreditamos que o IPHAN e o PAC das Cidades Históricas possam concordar com tamanha truculência, ao ponto de ter que exigir a desocupação do Prédio Casarão, local de funcionamento da Escola de Artes, por motivo de restauração do local, sem que aponte uma alternativa digna da continuidade dos Cursos na cidade.

O "histórico" Centro de Melhoramentos de Barbalha, instituição essa que é fruto do suor e determinação de toda nossa sociedade (Elites e Trabalhadores), administrada pela 1ª Classe, é detentora de 03 (três) grandes prédios dentro da cidade, poderia ser uma das possibilidades de acomodação da Escola de Artes no período de restauração do Casarão.

Pensar na desocupação do Casarão para que seja implantado o Hotel Municipal é outra aberração que em épocas passadas já foi vivida pela sociedade  barbalhense, no período do Coronelismo e que não vimos nenhum benefício para cidade, servindo apenas de acomodação para o grupo político dominante da época.  O que vimos mesmo, foi um embate judicial para que o Casarão fosse desocupado à base de indenização, ficando o município com essas despesas, além da restauração. É um espaço superado para tal empreendimento, com escadaria rústica e imprópria para acesso de deficientes físicos e de salas/apartamentos com espaço físico reduzido  o que não justifica um investimento financeiro, mesmo com plena ocupação.

Certa vez a nossa cidade perdeu um histórico Monumento da Era Vargas, a Coluna da Praça da Águia, por ocasião da demolição para abrir caminhos ao desenvolvimento. Houve promessa de reconstrução, mas essa não foi concretizada. Várias residências e estabelecimentos comercias que faziam parte do nosso patrimônio histórico, hoje não mais existem, foram reformados também em prol do desenvolvimento, portanto não estamos dispostos a abrir mão de mais uma parte da nossa história por motivos pessoais e políticos os quais não justificam tal atitude. .

Neste momento, estamos a conclamar diante das autoridades, instituições e sociedade para que não permitamos tamanho absurdo de termos que perder a Escola de Artes, em consequência de entrave de grupos políticos interioranos, que fazem do patrimônio público o seu patrimônio político, os quais foram tão bem representados por Gil Vicente, dramaturgo portugues, no Auto da Barca do Inferno.

Continuando a Luta.

Antonio Hildegardis Ferreira
Poeta e Compositor Barbalhense

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Em defesa da Escola de Artes Violeta Arraes

Por: Hildegardis Ferreira

Segue o nosso apelo ao Governador de Pernambuco o Sr. Eduardo Campos e ao Secretário de Cultura do Estado do Pernambuco o Mestre Ariano Suassuna, para que nos ajudem a cobrar do Governo do Estado do Ceará, Prefeito de Barbalha e Reitoria da URCA, uma ação definitiva, urgente e respeitosa, sobre as instalações físicas da nossa Escola de Artes Violeta Arraes, que encontra-se mendigando um espaço para que a mesma possa funcionar de forma digna

Um pedido especial. Por Alessandra Bandeira

Todo dia vejo aqui no Blog, postagens falando sobre a importância da cultura, o amor pelo Crato, mas agora chegou o momento de colocar isso em ação, sairmos das palavras e por em prática, hoje é o último dia do DOCE ESPETÁCULO , que tem como função arrecadar verbas para comprar os brinquedos que são entregues as crianças no DOCE NATAL.
Então peço a cada um de vocês escritores e escritoras, comentaristas e leitores a se fazerem presentes hoje as 19 h no Teatro Municipal Salviano Arraes, para assistirem a peça "Contos de Bruxa", Entrada R$5,00 .
Vamos mostrar o quanto somos solidários, o quanto amamos nosso Crato, independente de ideologias politicas, vamos ser verdadeiros papais Noel , vamos doar amor, solidariedade, brinquedos para essas crianças que nos retribuíram com o melhor presente do mundo um sorriso.


Por Alessandra Bandeira




Social-Comunitário, Hoje Filantrópico- Por César Mozinho


No inicio da década de oitenta então no quinto ano de psicologia clínica, fui passar às férias de final de ano com os meus pais Seu Mozin e D. Nair na Rua Padre David Moreira no Pimenta. Férias no Crato e na casa de meus naquela altura do campeonato sempre parecia que estava vindo para o Paraíso. Baião de dois de minha, meus amigos de infância, voltar ouvir o Vicelmo, Seu Elói na Rádio Araripe, encontrar com a namorada e tomar aquela meiota na Budega do LeLê e Sandro na Vila Silvestre, papo bom e de recordação na budega do Luiz com o Batista pra relembrar quando trabalhávamos juntos na Viação Varzealegrense, jogar bola com os amigos de infância no camim da Vila, e as caçadas com o Cachimbão.
Até por que não dava pra passar as duas férias no Crato não que eu não gostaria, mas que o dinheiro na época não dava para cobri às despesas, então um ano era na época exposição
Hoje ExpoCrato e outra pegando Natal, Ano Novo e o melhor carnaval do Mundo que o Carnaval de Rua do Crato.
Havia um equilíbrio na saudade pois na semana da independência e do saco cheio meus colegas de republica convidavam-me a conhecer sua cidades natais que ficam: RS, PR, RJ,MG,MT, Santa Cruz de Lá Sierra e Nanagua, esse quando eclodiu a revolução Sandinista nós fazíamos rifas de calças jeans para poder pagar a Universidade dele até os pais poderem enviar ajuda financeira o que só veio ocorre depois do primeiro ano da revolução.
E foi numa dessa caçada que o Cachimbão em cima da Serra do Araripe preparando as cevas para pegar Cotia, Tatu e Jacutinga que o Cachimbão falou:
-Filho desde pequeno percebo que de seus irmãos o que mais gosta de ficar com sua mãe depois das missas do Padre Frederico lá na Congregação ajudando a distribuir as doações para as famílias carentes foi você. Sua mãe me falou que esse domingo você ajudou muito lá seu Antônio e o Padre não lhe reconheceu e depois lhe chamou e vocês conversaram.
-Cesinha, que gostaria que você quando se formasse e possível for atendesse as pessoas que não podem pagar, sem convênio ou desempregados ou seja realizar um trabalho social.
Bem, eu dificilmente disse não aos meus pais, mas na hora pensei meu Deus, trabalho social em São Paulo, mas no mesmo instante eu falei prometo Cachimbão que irei realizar Trabalho Social e continuamos a cavar, e cortas as frutas mandiocas e jeremuns.
Cada Férias no Crato sempre foi melhor que a Anterior e os colegas que trazia para conhecer nossa região ficavam encantados.
Bem, depois do carnaval, nó na garganta beijos em D. Nair, Abraços no meu veio Mozin sem falar nada e os zóis cheios d’ água. E um positivo pra os meus irmões Quincas e Francisco Mousinho.
Bem, cheguei em SP e na Universidade o professor de psicologia social estava implementando um lance de voluntário para trabalho social no bairro e região. Aí a mágica começou.
Formatura ou graduação como queiram, fotos para meus pais, diploma de baixo do braço e o mundo inteiro pra conquistar. Fui trabalhar aonde tinha realizado estágios Sanatórios e Clínicas de recuperação de álcool e Drogas e depois de algum tempo consultório á noite e sábado o dia inteiro.
Tentei vários lugares iniciar meu trabalho filantrópico e nada era só NÃO, E NÃO E NÃO.
Até bati em porta de Igrejas e os padre e pastores falaram-me: “ Meu filho sua atitude é louvável, mas trazer pra cá pessoas envolvidas com álcool e drogas, já tenho muitos problemas aqui na paróquia procure outro lugar e Deus vai lhe ajudar”.
Um dia passando em uma praça no bairro que moro, aconteceu algo que até hoje não consigo descrever, mas me dizia é aqui que você vai começa seu Trabalho Social. Havia muito jovens usando drogas e cometendo atos infracionais. Não foi fácil, mas me aproximei por vias do projeto de orientação vocacional e reforço escolar. E coma as Graça de DEUS, começou a dar certo. Em três meses já tinha grupo de orientação vocacional, primeiro emprego e reforço escolar, e aqui que comecei a conversar sobre os malefícios das drogas no aprendizado e na concentração. Cinco meses já tinha grupo de mães com filhos envolvidos com drogas e atos infracionais cumprindo medidas socioeducativas no meio fechado (internação) e meio aberto.
Tudo, como seu Mozin gostaria e me pediu, de vento em poupa. Mas um dia alguém ligou pra polícia e eles chegaram e nos levaram a todos para cadeia, mães, adolescentes e eu.
O senhor delegado-Quem é o psicólogo? Sou, olha jovem temos uma queixa muita séria contra você, nos ligaram falando que você estava junto com os jovens usando drogas. Meu Padim Ciço Rumão Batista, tô frito- Aí outra vez a Mágica aconteceu- as mães no mesmo instante falando ao mesmo tempo o que é isso seu delegado nós frequentamos o grupo a vários meses achamos no inicio muito estranho um psicólogo ensinando a nossos filhos a fazer redação, elaborar currículo, entrevista inicial, dinâmica de grupo, carta pedindo emprego, ficamos muito felizes pois ele fala para nossos filhos que drogas fazem mau e prejudica o desenvolvimento físico, emocional e afetam as relações familiares e socais.
Aí, o delegado me chamou de lado, - filho não basta querer fazer o bem ao próximo numa cidade como a nossa tem que ter certos critérios. Faça-me uma gentileza abra um B.O. Social e descreva todas as suas atividades e aproveite essas mães para assinarem com você. A partir de hoje quando alguém ligar aqui falando que você está consumindo drogas na praça com o adolescentes vou orientar a minha equipe que essas pessoas têm que descerem dos seus prédios e constatarem com pelo menos uma testemunha que é verídica suas denuncias contra seu Trabalho Social. Vou encaminhar esse boletim de ocorrência para todas as delegacias de nossa região.
Precisamente em Dezembro de 1990. Meus inesquecíveis e insubstituíveis pais, aí tenho gás pra mais 20 anos. Grupo de Terapia Aberta - Àguias Vencedoras nome fictício, registrado no CRP/SP- Trabalho Filantrópico Santa Maria e São Joaquim, por que o nome do Cachimbão é Joaquim Mousinho de Oliveira da minha Mãe é Maria Rabelo Queiroz de Oliveira. Atendimentos Individuais, Casais, Familiares e Palestras para famílias envolvidas com: dep.Química, depressão, Doenças do Humor, Medidas Socioeducativas e Violência Doméstica.
Dedico esse artigo ao seu Mozin e D. Nair meus primeiros professores.
Logotipo-Homenagem do Grupo, Video homenagem da TV bandeirantes
exibido nos vagões do Metrô. Sou Lá da Vila Silvestre- Cratense da Gema- mesmo depois de mais de 30 anos de Sumpaulo.

Conheça a “Granja do Torto”, o mais modesto dentre os 3 palácios utilizados pelo Presidente da República

Fonte: Veja on line


“Esconderijo” de Dilma, Granja do Torto tem até lago artificial

Por Marina Dias e Gabriel Castro

Conforto não falta na Granja do Torto: os 37 hectares incluem lago artificial, córrego artificial, piscina, campo de futebol, quadra poliesportiva, churrasqueira, heliporto e uma área de mata nativa. Quando ocupou a Presidência da República, de 1979 a 1985, o general João Figueiredo não escondia seu hobby predileto: cavalgar por horas seguidas na Granja do Torto, uma das residências oficiais do presidente. Esse era um dos desesperos de seus assessores, que tinham dificuldade em acompanhar o chefe.
Vinte e cinco anos depois, o local volta a servir de abrigo para um gaúcho de adoção. Uma gaúcha, aliás. A atual moradora do local não cria cavalos. Nem galinhas, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dilma Rousseff prefere os cachorros: com ela, também se mudaram para lá o labrador Nego e a vira-lata Fafá. As instalações agora ainda abrigam um berço. Gabriel, o neto da presidente eleita, tem onde dormir quando for visitar a avó.
Aos poucos, o lugar vai ganhando a cara da nova presidente. Os amplos jardins da casa já tiveram o desenho de uma estrela petista em seu gramado – obra da primeira-dama Marisa Leticia. Mas o arranjo foi desfeito após suscitar críticas dos adversários. Distante 12 quilômetros do Palácio do Planalto, a residência fica a poucos metros da divisa com o Parque Nacional de Brasília, que abriga tucanos, lobos guará e micos.

Funcionários
Na Granja do Torto, a presidente eleita terá um séquito completo de funcionários, 24 horas por dia. A Presidência da República alega razões de segurança para não revelar a quantidade de serviçais à disposição de Dilma. Mas são tantos que possuem até alojamento e refeitório próprios, num prédio separado da casa principal.
A segurança da área é feita pelo Batalhão da Guarda Presidencial. Os soldados trocam de turno a cada duas horas. Do lado de fora da guarita, jornalistas tem à disposição um abrigo com mesas, cadeiras, água e banheiros. Em menos de um mês, Dilma tomará posse no cargo e poderá optar pelo Palácio da Alvorada, mais luxuoso e a apenas 4 quilômetros do local de trabalho - mas sem a privacidade e a configuração campestre da atual moradia. O dilema é o mesmo que enfrentou Lula, que também viveu na Granja do Torto durante a transição. Uma escolha quase tão difícil quanto a da equipe ministerial.

Brigadeiro Leandro Bezerra – por Antônio RENATO Soares de Casimiro (*)


O dia 5 do mês passado assinalou a passagem dos 270 anos de nascimento de Leandro Bezerra Monteiro, ligado à fundação do Juazeiro. A história de sua família, Bezerra de Menezes, no Cariri cearense e em duas outras regiões do Estado do Ceará (Riacho do Sangue – em torno da atual Solonópole, e na Zona Norte), em fins do século XVIII, remonta a ascendentes de origens espanholas e portuguesas. A mais antiga registrada na história é a da contribuição étnica de um núcleo familiar de pecuaristas do Reino da Galícia, norte da Espanha, no século XIII, onde aí viveu João Gonzáles Annes, nascido na localidade de Becerreá, em 1255. Hoje esta região é parte do município de Lugo, da província galega. O nome Becerra foi incorporado voluntariamente por este primeiro precursor, passando ao registro definitivo de João Gonzáles Annes Becerra. Da vocação e atividades destes primeiros membros da família releva-se a criação de gado, sendo também um grupo familiar que aos poucos ascende à nobreza e por fidelidade e atos de bravura incorpora títulos e fama de sangue guerreiro.

Leandro Bezerra Monteiro descende em linha direta desta longa genealogia. Nascido em 05.11.1740, no sítio Moquém, município de Crato, ele era filho do sergipano Antônio Pinheiro Lobo e Mendonça e da pernambucana Joana Bezerra de Menezes. Muito jovem perdeu o seu pai e continuou vivendo com sua mãe, até que se muda para Sergipe, em 1764, aí se demorando quinze anos. Neste período, Leandro recebeu a herança que cabia a si e seus irmãos, em decorrência do falecimento do avô paterno, o sargento-mor José Pinheiro Lobo. Afeiçoou-se de sua prima Rosa Josefa do Sacramento, casou e constituiu numerosa família, com os filhos: Luisa Joana Bezerra de Menezes, Pe. Antonio Pinheiro Lobo de Menezes, Simeão Teles de Menezes, Gonçalo Luiz Teles de Menezes, Joaquim Antonio Bezerra de Menezes, José Geraldo Bezerra de Menezes, Ana Maria Bezerra de Menezes, e Manuel Leandro Bezerra de Menezes.

Dedicou-se por estes anos ao empreendimento que comprara à margem do Rio Vasa-Barris, o Engenho São José. Retornando ao Cariri, em 1779, foi residir no Sítio Porteiras, até falecer. Efetivamente, mesmo no século XIX, Leandro não residiu no Sítio Joaseiro, então propriedade de seu neto, o Pe. Pedro Ribeiro da Silva. Mas recebeu esta herança do seu neto, depois legada aos seus filhos, pelos anos 1840. Conforme registra Joaryvar Macedo, Leandro era “homem de preponderante atuação política, sua participação ativa na contra-revolução de 1817, quase octogenário, foi que o projetou na história política da província, sem o que talvez sua vida tivesse decorrido em tranqüila obscuridade”.

Seu título de Brigadeiro, atribuído neste princípio do século XIX foi dado em razão de sua grande fidelidade à monarquia brasileira e portuguesa. É interessante observar, portanto, que o marco fundante da futura cidade de Juazeiro do Norte repousa sobre a fixação da família Bezerra de Menezes no Cariri, uma vez constituída religiosa, social e cartorialmente, e já na posse da outrora Fazenda Zoróes (Icó). Mais de perto, as terras da Fazenda Moquém-Crato, que seriam o legado da filha Joana Bezerra de Menezes e do seu marido, Antonio Pinheiro Lobo e Mendonça. O Sítio Joaseiro, cujas terras o vulgo chamaria como parte do Tabuleiro Grande, marco zero da cidade, hoje centenária e metrópole regional, já era propriedade da família no final do século XVIII.

No ato que passaria a História, em 15.09.1827, na sala de orações do Sítio, uma capela tem a sua pedra fundamental celebrada, sob a invocação de Nossa Senhora das Dores. Com essa proteção e a dedicação da Família Bezerra de Menezes, o Sítio se tornaria Povoado em meados do século XIX. No começo do século XX a Família estaria presente na luta pela Emancipação, em 22.07.1911. Daí por diante, nunca mais deixou de participar do seu desenvolvimento, até os dias presentes. Uma saga ilustrada pela exuberância de vida e obra de personagens, incorporadas na História de uma civilização que já percorreu mais de 270 anos e da qual faz parte o nosso querido Juazeiro.

(*) Renato Casimiro, Doutor em Química, professor aposentado da UFC, historiador, memorialista, pesquisador, conferencista, escritor, ensaísta.

ALMANAQUE - Dia 5 de dezembro de 2010 - Por: Meirinha

ALMANAQUE

5 de dezembro:

* 1496 - Dom Manuel I assina o decreto de expulsão dos judeus de Portugal.
* 1889 - A Família Imperial Brasileira chega a Lisboa após deixar o Brasil devido à Proclamação da República.
* 1933 - Termina a Lei Seca nos EUA.

Nasceram neste dia...

* 1901 - Walt Disne, desenhista e produtor estadunidense (m. 1966).
* 1903 - Cecil Frank Powell, físico britânico (m. 1969).
* 1911 - Wladyslaw Szpilman, pianista polaco (m. 2000).

Morreram neste dia...

* 1791 - Mozart (na imagem), compositor e músico austríaco.
* 1891 - Pedro II, Imperador do Brasil (n. 1825).
* 1926 - Claude Monet, pintor impressionista francês (n. 1840).

Fonte: Wikipedia

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