xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 01/03/2010 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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01 março 2010

DICA - Vejam sempre as Edições Anteriores !

As matérias da página principal se resumem às postagens do Dia. Para ver e ler as matérias postadas nos outros dias, leiam sempre as edições anteriores. Na entrada do Blog, na parte superior, há sempre um calendário com as edições anteriores. basta clicar numa data específica, ou clicar na seta CONTINUAR, ao final de cada página.

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Por: Dihelson Mendonça

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Vai à web protesto de cubanos contra Lula, em Miami - Por: Samuel P. Teles




A cena exibida no vídeo acima foi pendurada no Youtube por um grupo chamado Assembléia da Resistência Cubana. Opera desde Miami, nos EUA. Congrega algo como cinco dezenas de organizações que se opõem à ditadura dos irmãos Raúl e Fidel Castro. Gravadas na última sexta (26), as imagens mostram o protesto realizado na sede do consulado brasileiro em Miami. Uma reação ao “silêncio” de Lula diante da morte do preso político Orlando Zapata Tamayo, ocorrida durante a visita do presidente brasileiro a Havana.

Um manifestante portava bandeira de Cuba. Outros, fotos de Zapata e imagens de Lula ao lado de Fidel. Sob a face de Fidel, o vocábulo “assassino”. Abaixo do rosto de Lula, a inscrição “cúmplice”. Gritavam, entre outras palavras de ordem: “Lula, cúmplice!”; “Vergonha para Lula!”; “Viva Orlando Zapata Tamayo!”; ”Direitos humanos para os cubanos!” Barulhento, o grupo atraiu a presença de um funcionário do consulado. Perguntou se os manifestantes desejavam entregar algum documento.

Em resposta, ouviu um dicurso inflamado da ativista Sylvia Iriondo. Disse que o protesto, de natureza pacífica, destinava-se a expressar repúdio a Lula. E quanto ao documento? Entregaram a foto em que o presidente brasileiro, ao lado de Fidel, é tachado de “cúmplice”. De passagem por Cuba, Lula já havia sido informado da reação dos dissidentes locais ao silêncio dele. Dera de ombros: “Se eles são dissidentes de Cuba e agora querem ser dissidentes do Lula, não tem problema nenhum”. Conseguiu. A neodissidência lulista dos protodissidentes cubanos já não se restringe a Havana. Soa também em Miami. E ecoa na internet.

Fonte: Blog do Josias de Souza
Por: Samuel P. Teles

Ex-tupamaro assume Presidência do Uruguai - Postado por: José Flávio Vieira



Mujica toma posse no Uruguai e promete estabilidade econômica

da Reuters, em Motevidéu

O ex-guerrilheiro José Mujica assumiu nesta segunda-feira a Presidência do Uruguai com a promessa de manter uma macroeconomia "ortodoxa e prolífica" e amplas políticas sociais, naquele que será o segundo governo consecutivo da esquerda no país. Com uma multidão nas ruas erguendo bandeiras uruguaias e da coalizão de esquerda Frente Ampla, Mujica fez um chamado para um diálogo entre os partidos a fim de estabelecer políticas de Estado e facilitar a governabilidade, deixado de lado os conflitos. "Seria uma aberração nos dedicarmos ao confronto e não ao ajuste. As batalhas pelo tudo ou nada são o melhor caminho para que nada mude e tudo se estanque", disse Mujica no discurso de posse, amplamente aplaudido por políticos de todas as forças no Congresso e dignitários estrangeiros. O líder de 74 anos prometeu uma condução rigorosa da economia e do sistema bancário, vital para o Uruguai, país com 3,3 milhões de habitantes que vive da agricultura, da pecuária, do turismo e do investimento de não residentes. "Uma macroeconomia prolífica é um pré-requisito para todo o resto (...) Vamos ser ortodoxos na macroeconomia e vamos compensar isso sendo inovadores e atrevidos em outros aspectos", disse Mujica. Com o estilo franco que o caracteriza, Mujica disse que passou a manhã anterior à posse "tomando uns mates com a velha" e garantiu que não estava nervoso, já que passou "por muitos testes."

Desafios

Em relação aos desafios que deverá enfrentar como presidente, entretanto, ressaltou que "hoje é o céu, amanhã começa o purgatório." Entre os desafios, Mujica deverá buscar a solução a um prolongado conflito ambiental com a vizinha Argentina, que tem afetado a relação bilateral, o comércio e o turismo. O governo também deverá enfrentar uma situação fiscal apertada e grandes vencimentos da dívida. Alguns analistas econômicos afirmam que ele deverá realizar um ajuste de gastos que poderá afetar as amplas políticas sociais do Estado uruguaio. À cerimônia de posse estiveram presentes seis mandatários de países da América Latina, além do príncipe Felipe da Espanha, e a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, que se reuniu previamente com Mujica para lhe oferecer cooperação nas áreas de educação, tecnologia, negócios, comércio e investimentos. "Seu país, presidente eleito Mujica, é um modelo para muitos outros, não apenas no nosso Hemisfério, mas em todo o mundo", disse Hillary. Em seu discurso, Mujica criticou o estado atual do Mercosul, integrado também por Brasil, Paraguai e Argentina, e pediu um compromisso maior com o bloco por parte dos sócios maiores.

Chile e Brasil

Membro da guerrilha urbana Tupamaros, Mujica passou mais de uma década na prisão durante a ditadura que governou o Uruguai na década de 1970 até o começo dos anos 80 e ganhou as eleições de novembro com 52,3% dos votos.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que um grande revolucionário chegava à presidência uruguaia. "Hoje é um grande dia para o Uruguai. Chega à presidência um revolucionário também", assegurou Chávez. Considerado um político mais radical que o presidente Tabaré Vázquez, que deixou o cargo, Mujica moderou o discurso durante a campanha, na qual disse se sentir mais próximo a governos como os do Brasil e do Chile do que do modelo socialista da Venezuela, e se comprometeu a continuar as políticas econômicas que permitiram ao Uruguai evitar a crise econômica mundial. O novo presidente estará acompanhado em seu governo pelo vice-presidente Danilo Astori, artífice da rigorosa política econômica de Vázquez, que supervisionará de seu posto a economia. Astori disse recentemente que seguirá insistindo em estreitar os laços econômicos com os EUA. O Uruguai conseguiu escapar da recessão em 2009, apesar da crise financeira global. O país cresceu 2% em 2009 e espera uma expansão econômica de 4% neste ano.

Postado por: José Flávio Vieira

Estudantes do Polivalente do Crato terão contato com Arte Contemporânea

Na sexta-feira, dia 05, os estudantes da Escola de Ensino Fundamental e Médio Polivalente Gov. Adauto Bezerra, no Crato participam de palestra do Projeto Fazendo Arte, no Teatro Saviano Arraes, a partir das 19 horas. O Projeto Fazendo Arte tem como realizadores as instituições alemãs Aktionskreis Pater Beda, Kinder Missionswerk e a Missionswerk Die Sternsinger e o Projeto Nova Vida e a parceria da Universidade Regional do Cariri - URCA, Secretárias Municipais da Educação e da Cultura,Coletivo Camaradas e SESC e visa gerar uma maior aproximação com o universo da produção e circulação da arte, proporcionando assim, formação sócio-cultural, através de ações de qualificação artística e fruição estética.

A Palestra da sexta-feira que terá como tema “Arte Contemporânea pensando a partir do Cotidiano” terá como palestrante o professor Alexandre Lucas, que é coordenador do Coletivo camaradas. Alexandre Lucas nasceu no Crato , é poeta,professor,artista/educador, ativista cultural, coordenador do Coletivo Camaradas e trás no seu discurso e na sua pratica artística a defesa de uma arte sociamente comprometida e emancipadora.

A coordenadora do Projeto Fazendo Arte, a cantora Fatinha Gomes destaca que a palestra é de suma importância ,pois possibilita que a juventude busque sua identidade artística dentro dos mais variados contextos. Além de participarem, das atividades do Projeto Fazendo Arte, será desenvolvido na Escola Polivalente no Crato o projeto “Conversa de Artista”, o qual visa aproximar os artistas da comunidade escolar e o projeto do “Coletivo de Estudos e Vivência em Arte Contemporânea – COLEPOLI”, ambos visam contribuir com processo pedagógico do Ensino de Artes na Escola.

Texto enviado por: Alexandre Lucas

Planejamento do projeto eleitoral do PCdoB chega ao Cariri


No último final de semana em Juazeiro do Norte, sul do estado do Ceará, o PCdoB realizou um encontro com diversos vereadores da região, contando com a presença da presidente da câmara municipal de Potengi, lideranças sindicais e estudantis e dirigentes do partido de 10 municípios caririenses, além da presença do Carlos Augusto Diógenes (“Patinhas”), presidente do PCdoB do Ceará.

Patinhas destacou os efeitos positivos da eleição do Presidente Lula, em 2002, e no Ceará do Governador Cid Gomes, e do senador Inácio Arruda, em 2006, afirmando que contribuíram para a ampliação da força do PCdoB no cenário político. Segundo ele, “a disputa eleitoral deste ano é estratégica porque escreveremos uma nova página na história dos comunistas cearenses. É chegada a hora de aumentar a participação na Câmara Federal e na Assembléia Legislativa”, enfatizou Patinhas. A direção do partido definiu como objetivo a eleição de dois deputados federais e dois deputados estaduais. Para tanto a região do Cariri terá um papel fundamental, tendo o nome do vereador de Juazeiro, Professor Antonio Ferreira como candidato importante para uma cadeira na Assembléia porque conduzirá o processo de campanha do principal projeto, que é o da ampliação de candidatos a deputados federais. Em relação à reeleição do governador Cid Gomes, o partido buscará o entendimento para manutenção da base partidária PSB, PT, PMDB e PCdoB. Lutará também para eleição de dois senadores integrantes da frente democrática e progressista e comprometidos com a continuidade do projeto de construção de um novo Ceará e de um Brasil melhor para todos. O PCdoB vem ocupando um importante espaço no cenário político da região do Cariri. Além do prefeito de Potengi, Samuel Alencar; o vice-prefeito de Penaforte, Avelar Ângelo, e vários vereadores em diversas cidades da região, e secretários municipais em diversas prefeituras, conta ainda com fortes lideranças movimentos sociais. Os comunistas do Cariri entrarão com bastante força na batalha eleitoral que se aproxima e querem sair vibrando com a vitória do povo.

Por: Paulo Cesar Cariri

Frederic Chopin é o Homenageado do Hoje na História

HOJE NA HISTÓRIA

Os 200 Anos do Poeta do Piano, Frederic Chopin

Frédéric Chopin (Żelazowa Wola, 1 de Março de 1810 — Paris, 17 de Outubro de 1849) foi um pianista polaco e compositor para piano da era romântica. É amplamente conhecido como um dos maiores compositores para piano e um dos pianistas mais importantes da história. Sua técnica refinada e sua elaboração harmônica vêm sendo comparadas historicamente com as de outros gênios da música, como Mozart e Beethoven, assim como sua duradoura influência na música até os dias de hoje.

Preâmbulo

Fryderyk Franciszek Chopin ou Szopen (nome em polaco, em francês Frédéric François Chopin (AFI: /ʃɔpɛ̃/) nasceu na aldeia de Żelazowa Wola, Ducado de Varsóvia, filho de mãe polonesa e pai francês-expatriado. Aclamado em sua terra natal como uma criança prodígio, aos vinte anos Chopin deixou a Polônia para sempre. Em Paris, fez carreira como intérprete, professor e compositor, e adotou a versão francesa dada a seus nomes, Frédéric-François.[carece de fontes?] De 1837 a 1847 teve uma relação turbulenta com a escritora francesa George Sand (pseudônimo de Amantine Aurore Lucile Dupin). Sempre com a saúde frágil, morreu em Paris aos 39 anos, vítima de tuberculose.

Toda a obra existente de Chopin inclui o piano assumindo algum papel (predominantemente como um instrumento solo), e suas composições são amplamente consideradas como repertório essencial para este instrumento. Na maioria das vezes sua música é tecnicamente exigente, mas seu estilo, no geral, enfatiza mais a nuança e a profundidade expressiva do que o virtuosismo técnico.

Ele inovou com novas formas musicais, como a balada, e introduziu significantes inovações nas formas existentes, como a piano sonata, a valsa, o noturno, o estudo, o improviso e o prelúdio. Alguns citam suas obras como "os principais pilares" do romantismo na música erudita do século XIX. Além disso, Chopin mostrou-se nacionalista mesclando sua música com elementos eslavos; hoje suas mazurcas e polonesas são fundamentais para a música clássica nacional polonesa.

A Vida de Chopin

Chopin nasceu em Żelazowa Wola, uma aldeia próxima a Sochaczew, na região de Mazóvia, que faz parte do Ducado de Varsóvia. Era filho de Mikołaj (Nicolas) Chopin (1771-1844), um francês de descendência polonesa distante, proveniente de Lorena, que adotou a Polônia como sua terra natal após imigrar em 1787. Nicolas casou-se com a pianista Tekla Justyna Krzyżanowska (1782-1868), uma mulher de família aristocrata, porém empobrecida. De acordo com a família do compositor, Chopin nasceu em 1 de Março de 1810. Não há certidão de nascimento conhecida. Foi batizado no dia 23 de Abril do mesmo ano, na paróquia de Brochów, perto de Sochaczew, cerca de oito semanas após o seu nascimento, embora o seu certificado de batismo liste a sua data de nascimento como sendo em 22 de Fevereiro de 1810, o que provavelmente foi um erro por parte do padre. Seus pais tiveram outros três filhos: Ludwika (em polonês: "Louise", 1807-?), Izabella (1811-?) e Emilia (1812-1827). Frédéric foi seu segundo filho, e o único homem.

Em Outubro de 1810, quando Frédéric tinha sete meses de idade, sua família mudou-se para Varsóvia, onde seu pai assumiu a posição de professor de língua e literatura francesa, em uma escola situada no Palácio Saxão. Sua família morou nas imediações do palácio.
Entre 1817 a 1827, a família de Chopin morou nesta construção da Universidade de Varsóvia, agora decorada com o perfil de Fryderyk (ao centro), ao lado do Palácio Kazimierz.

Em 1817, seu pai tornou-se professor de francês no Liceu de Varsóvia, situado no Palácio Kazimierz, da Universidade de Varsóvia. Sua família viveu em um espaçoso apartamento no segundo piso de uma construção vizinha. Entre 1823 e 1826 o próprio Fryderyk freqüentou o Liceu de Varsóvia. A família — incluindo seu pai, professor de francês — falava polonês em casa. Chopin cresceu culturalmente no polonês e nunca atingiu igual domínio da língua francesa. Foi em Varsóvia que, no final de sua vida, ele literalmente deixou seu coração.

Era uma criança "aluada, pálida e sentimental", dotada de um instinto musical quase tão agudo quanto o de Mozart, e uma habilidade para arremedar os outros, o que lhe teria assegurado um cargo de ator, e uma predisposição para perturbações pulmonares, indício de uma morte prematura. Durante seus anos de escola, há rumores de que Chopin foi um talentoso retratista e mordaz escritor de cartas. Um professor ficou alegremente surpreso em saber que Chopin desenhou um magnífico retrato seu durante a aula. Durante suas férias no interior, em que se familiarizou com as melodias folk — as quais ele, mais tarde, refinaria em suas composições musicais — Chopin escreveu cartas para casa parodiando o jornal de Varsóvia. Em 1827, sua família mudou-se para os aposentos do Palácio Krasiński, hoje a Academia de Belas Artes (Akademia Sztuk Pięknych w Warszawie), na rua Krakowskie Przedmieście, número 5. Chopin morou ali até deixar Varsóvia, em 1830. Assim, a partir dos sete meses de idade até sua partida de Varsóvia e da Polônia, com vinte anos, Chopin sempre viveu com sua família ou em um palácio ou em seus arredores.

O jovem Chopin recebeu suas primeiras aulas de piano de sua irmã mais velha, Ludwika, e foi posteriormente ensinado por sua mãe. Seu talento musical logo apareceu, ganhando em Varsóvia a reputação de "segundo Mozart". Aos sete anos ele já era autor de duas polonesas (sol menor e si bemol maior); a primeira foi publicada no ateliê de gravuras do Padre Cybulski, diretor uma escola de organistas e um dos poucos editores musicais da Polônia. O prodígio foi destacado nos jornais de Varsóvia, e o "pequeno Chopin" tornou-se uma atração nos salões da aristocracia da capital. Ele também começou a dar concertos públicos para a caridade. Diz-se que uma vez lhe foi perguntado sobre o que pensava que a platéia mais gostava nele; o garoto de sete anos de idade replicou: "a gola da minha camisa". Ele apareceu pela primeira vez em público como pianista aos oito anos de idade.

“Não é costume incluir os compositores de música no número dos escritores (embora eles sejam também autores). Todavia, não podemos passar em silêncio as seguintes composições, gravadas e postas em circulação por mãos amigas: Polca para pianoforte, dedicada a Sua Excelência, a Condessa Luisa Skarbekowa, por Frederico Chopin. O compositor desta dança, que apenas conta 8 anos, é verdadeiramente um gênio, do ponto de vista musical. É filho de Nicolas Chopin, professor de francês e de literatura do Liceu de Varsóvia. Não só executa ao piano, com uma facilidade e um gosto notáveis, os trechos mais difíceis como já compôs diversas danças e variações que enchem de espanto conhecedores e críticos, sobretudo se se considerar a pouca idade do autor. Se tivesse nascido na Alemanha ou na França já se teria celebrizado por todos os países do mundo. Possa este artigo lembrar ao autor que o nosso país, também, é suscetível de produzir os seus gênios. Bastaria, muitas vezes, apontá-lo à atenção do público para os tornar conhecidos". ”

Chopin recebeu suas primeiras aulas de piano profissionais, entre 1816 a 1822, por Wojciech Żywny. Mais tarde Chopin falou muito bem de Żywny, embora as habilidades do rapaz logo ultrapassariam as de seu professor. O desenvolvimento posterior do talento de Chopin foi supervisionado por Wilhelm Würfel. Esse renomado pianista, um professor do Conservatório de Varsóvia, deu a Chopin lições irregulares, embora valiosas, de como tocar órgão, e, possivelmente, também piano. No outono de 1826, Chopin começou a estudar teoria musical, baixo cifrado e composição musical com o compositor Józef Elsner, do Conservatório de Varsóvia, que era afiliada à Universidade de Varsóvia (por isso Chopin é contado entre os ex-alunos notáveis da universidade). O contato de Chopin com Elsner pode datar do início de 1822 e é certo que Elsner foi dando orientação informal a Chopin, em 1823. Chopin completou três anos de curso, no conservatório, em 1829.

Naquele ano, em Varsóvia, Chopin ouviu Niccolò Paganini tocar e conheceu também o compositor e pianista alemão Johann Nepomuk Hummel. Também em 1829, Chopin conheceu seu primeiro amor, uma estudante de canto chamada Konstancja Gładkowska. Em agosto de 1829, três semanas depois de sair do Conservatório de Varsóvia, Chopin fez uma brilhante estréia, em Viena. Ele fez duas apresentações de piano e recebeu muitas opiniões e comentários favoráveis, juntamente com outros que criticaram o baixo tom que ele produziu com o piano.

Em dezembro de 1829, no Merchant's Club de Varsóvia, ele realizou a première do seu Concerto para piano em fá menor. Em 17 de março de 1830, no Teatro Nacional de Varsóvia, ele fez a primeira apresentação de seu outro concerto para piano, em mi menor. Em 2 de novembro de 1830, Chopin deixou Varsóvia para dar concertos na Europa Ocidental. Ele nunca retornou à Polônia. Ao fim do mês, eclodiu o Levante de Novembro e sua companhia de viagem Titus Woyciechowski voltou para casa para participar. Chopin permaneceu em Viena, em certa ansiedade pelos seus entes queridos. Então, visitou Munique e Estugarda (onde ele teve conhecimento da ocupação da Polônia pelo exército do Império Russo) e em setembro de 1831 chegou a Paris. Ele já tinha produzido um portfólio de importantes composições, incluindo seus dois concertos para piano e alguns de seus estudos Op. 10.

Chopin em Paris


Em Paris, Chopin foi saudado pelos eminentes exilados poloneses, incluindo o Príncipe Adam Jerzy Czartoryski, que morava no Hotel Lambert, e por artistas destacados como Heinrich Heine, Alfred de Vigny e Eugène Delacroix. Ele foi apresentado a alguns dos principais pianistas da época, incluindo Friedrich Kalkbrenner, Ferdinand Hiller e Franz Liszt, e formou amizades pessoais com os compositores Hector Berlioz, Felix Mendelssohn, Charles-Valentin Alkan e Vincenzo Bellini (ao lado de quem ele está enterrado no cemitério Père Lachaise). A música de Chopin já era admirada por muitos de seus compositores contemporâneos, incluindo Robert Schumann que, em sua revisão da Variações na "La ci darem la mano" (da ópera de Mozart Don Giovanni), Op. 2, escreveu: "Chapéus ao alto, cavalheiros! Um gênio."

Durante seus anos em Paris, Chopin participou de vários concertos. As programações fornecem uma idéia da riqueza da vida artística parisiense durante esse período, como o concerto de 23 de março de 1833, em que Chopin, Liszt e Hiller tocaram trechos solos em uma execução de um concerto de Bach para três clavicórdios, e o concerto de 3 de março de 1838, quando Chopin, Alkan, seu professor, Pierre Joseph Zimmerman, e o aluno de Chopin, Adolphe Gutman, tocaram o arranjo a oito mãos de Alkan para a Sinfonia nº 7 de Beethoven. Ele também participou na composição do Hexameron (1837) — a sexta (e última) variação do tema de Bellini é de Chopin.

Um ilustre pianista amador inglês descreveu sua impressão de Chopin no salão:

“Imagine um homem de grandíssimo refinamento no modo de ser e de se portar, sentado ao piano e tocando sem qualquer movimento do corpo e raramente algum movimento dos braços, dependendo inteiramente de suas cuidadosas mãos femininas e seus dedos finos. Os amplos arpejos de sua mão esquerda, mantidos em um fluxo contínuo de tom por um legato preciso e fino e o constante uso do pedal de sustentação, formavam uma subestrutura harmoniosa, de uma maravilhosa cantabile poética. Sua delicada dinâmica musical, as modificações constantes na troca de tom e tempo (tempo rubato) são de efeito indescritível. Mesmo nas passagens mais enérgicas ele praticamente nunca ultrapassou um mero mezzo-forte. ”

No mesmo ano de 1833, Chopin publicou cinco Mazurcas, o Trio para piano, violino e violoncelo, três Noturnos, os doze grandes estudos dedicados a Liszt e o Concerto em Mi menor. Em 1834, publicou a grande Fantasia sobre árias polonesas, o Krakowiak para o piano e orquestras, três outros Noturnos e o Rondó em Mi bemol maior. Em Paris, Chopin fez várias visitas e passeios. Neste mesmo ano, com Hiller, visitou um Festival Musical Rhenish em Aachen, organizado por Ferdinand Ries. Lá, Chopin e Hiller se encontraram com Mendelssohn, e os três passaram a visitar Düsseldorf, Koblenz e Colônia, usufruindo da companhia uns dos outros e tocando e aprendendo música juntos.

Em 1835, Chopin organizou um encontro de sua família em Karlsbad. Lá ele conheceu o Conde Franz von Thun-Hohenstein, cujas filhas Chopin havia ensinado em Paris. O conde convidou Chopin e seus pais para ficarem em seu castelo familiar no Elba, Děčín. Depois os pais de Chopin voltaram a Varsóvia; ele nunca os veria novamente. Voltou a Paris passando por Dresden, onde permaneceu algumas semanas, e, depois, por Leipzig, onde se encontrou com Mendelssohn, Schurmann e Clara Wieck. Na viagem de volta, ele teve um ataque brônquico tão grave que alguns jornais poloneses informaram que ele havia morrido.

Em 1836, Chopin tornou-se noivo de uma jovem polonesa de 17 anos, Maria Wodzińska, cuja mãe insistiu para que o compromisso fosse mantido em segredo. No ano seguinte, o noivado foi cancelado por sua família.

George Sand

Em 1836, em uma festa organizada pela condessa Marie de Agoult, amante do compositor Franz Liszt, Chopin conheceu Amandine-Aurore-Lucile Dupin, baronesa Dudevant, mais conhecida por seu pseudônimo, George Sand. Ela foi uma escritora romântica francesa, conhecida por seus inúmeros casos amorosos com Prosper Mérimée, Alfred de Musset (1833-1834), seu secretário Alexandre Manceau (1849–1865) e outros, possivelmente incluindo a atriz Marie Dorval. Chopin inicialmente não encontrou atrativos nela. "Algo sobre ela me repele", disse ele a sua família. Sand, entretanto, em uma carta datada de junho de 1837 a seu amigo o conde Wojciech Grzymała, discutiu sobre o que fazer para libertar Chopin de sua namorada Maria Wodzińska ou para abandonar outro caso, a fim de começar um relacionamento com Chopin. Sand tinha grandes sentimentos por Chopin e o persuadiu até começar um relacionamento.

Um notável episódio, no período em que estiveram juntos, foi um turbulento inverno em Maiorca (1838-1839), onde tiveram problemas para encontrar acomodação e acabaram se alojando no cênico, mas frio mosteiro de Valldemossa. Chopin também teve problemas com seu piano enviado por Ignaz Pleyel. Ele chegou de Paris depois de um grande atraso e foi retido pela alfândega espanhola, o que resultou em um grande imposto de importação. Ele pôde usá-lo por pouco mais de três semanas; no resto do tempo teve que compor em um piano alugado para completar seus prelúdios (Op. 28).

Durante o inverno, o mau tempo teve um sério efeito sobre a saúde de Chopin e sua doença pulmonar crônica que, para salvar sua vida, ele, George Sand e seus dois filhos foram obrigados a retornar à Espanha continental, chegando a Barcelona, e depois a Marselha, onde permaneceram alguns meses, até ele recuperar-se. Embora sua saúde tenha melhorado, Chopin nunca se recuperou totalmente desse ataque. Queixou-se da incompetência dos médicos em Mallorca: "o primeiro disse que eu iria morrer; o segundo, que eu tinha um último suspiro; e o terceiro, que eu já estava morto". Chopin passou o verão de 1839 até 1843 na propriedade de Sand, em Nohant. Esses foram tranqüilos, mas produtivos dias, durante os quais Chopin compôs muitos trabalhos. Entre eles está a Polonesa em lá bemol maior, Op. 53 "Heróica", uma de suas mais famosas peças. Na volta a Paris, em 1839, ele conheceu o pianista e compositor Ignaz Moscheles.

Em 1845, com uma maior deterioração da saúde de Chopin, um grave problema surgiu em sua relação com George Sand, que azedou em 1846 por problemas envolvendo a filha de Sand, Solange, e o jovem escultor Jean Baptiste Auguste Clesinge. Este foi o ano em que Sand publicou Lucrezia Floriani, cujos principais personagens (uma rica atriz e um príncipe de saúde frágil) podem ser interpretados como sendo Sand e Chopin. Em 1847, os problemas familiares finalmente puseram fim às relações entre Sand e Chopin que duraram 10 anos, desde 1837.

A Morte de Chopin

Em 1848, Chopin deu seu último concerto em Paris, além de visitar a Inglaterra e a Escócia com sua aluna e admiradora Jane Stirling. Eles chegaram a Londres em novembro, e, embora tenha conseguido dar alguns concertos e apresentações de salão. Ele voltou a Paris, onde em 1849 tornou-se incapaz de ensinar e se apresentar. Sua irmã, Ludwika, que tinha dado a ele as primeiras lições de piano, cuidou dele em seu apartamento na Praça Vendôme, nº 12. Nas primeiras horas de 17 de outubro Chopin morreu. Até 2008 acreditou-se que morreu de tuberculose, estudos de Wojciech Cichy, da Faculdade de Medicina da Universidade de Poznan atribuíram a sua morte a uma fibrose quística. Depois do amanhecer, Clesinger fez sua máscara da morte e os moldes de suas mãos. Antes do funeral de Chopin, de acordo com seu desejo ao morrer, seu coração foi retirado devido a seu medo de ser enterrado vivo. Ele foi posto por sua irmã em uma urna de cristal selada, com Cognac, destinada a Varsóvia. O coração permanece até hoje lacrado dentro de um pilar da Igreja da Santa Cruz (Kościół Świętego Krzyża) em Krakowskie Przedmieście, debaixo de uma inscrição do Evangelho de Mateus, 6:21: "onde seu tesouro está, estará também seu coração". Curiosamente, seria salvo da destruição de Varsóvia pelos nazis, em 1944, pelo general das SS, Erich von dem Bach-Zelewski.
Túmulo de Chopin no cemitério Père Lachaise, em Paris.

Chopin havia pedido que o Réquiem de Mozart fosse tocado em seu funeral. Os principais trechos do Réquiem foram compostos para cantoras, mas a Igreja de Madeleine nunca havia permitido cantoras em seu coro. O funeral foi atrasado em quase duas semanas até que a igreja aceitou, contanto que as cantoras ficassem atrás de uma cortina de veludo preto. O funeral foi realizado em 30 de outubro, onde compareceram cerca de três mil pessoas. Os solistas no Réquiem incluíam o baixo Luigi Lablache, que tinha cantado o mesmo trabalho no funeral de Beethoven e que também tinha cantado no funeral de Vincenzo Bellini. Também foram tocados dois prelúdios de Chopin, o nº4 em mi menor e o nº6 em si menor.

Chopin foi enterrado, de acordo com seu desejo, no Cemitério Père Lachaise. Junto ao túmulo, a Marcha Funeral da Sonata Op. 35 foi tocada, em instrumentação de Napoléon Henri Reber .Depois, alguns de seus amigos poloneses foram a Paris, com um jarro de terra proveniente de sua terra natal, e a espalharam por seu túmulo, para que Chopin se mantivesse em solo polonês. Sua sepultura atrai numerosos visitantes e é invariavelmente enfeitado com flores, mesmo na calada do inverno.

Música

A música de Chopin para o piano combinava um senso rítmico único (particularmente o seu uso do rubato), e o uso freqüente do cromatismo e do contraponto a partir do qual associava à beleza melódica uma não menos bela e vigorosa linha do baixo. Essa mistura produz uma sonoridade particularmente delicada na melodia e na harmonia, que são, todavia, sustentadas por sólidas e interessantes técnicas harmônicas. Ele levou o novo gênero de salão do noturno, inventado pelo compositor irlandês John Field, a um nível mais aprofundado de sofisticação. Três de seus vinte e um noturnos foram publicados apenas após sua morte, em 1849, contrariando seus desejos. Ele também manteve formas de dança popular, como a mazurca polonesa e a valsa, a valsa vienense, com uma maior variedade de melodia e de expressão. Chopin foi o primeiro a escrever baladas e scherzi como peças individuais. Chopin também tomou o exemplo dos prelúdios e fugas de Bach, transformando o gênero em seus próprios prelúdios. Comparação entre o estilo de Bach (Prelúdio I) e Chopin (Op. 10, nº 1).

Muitas das peças de Chopin tornaram-se bastante conhecidas — por exemplo, o Estudo Revolucionário (Op. 10, nº 12), a Valsa Minuto (Op. 64, nº 1) e o terceiro movimento de sua sonata Marcha Fúnebre (Op. 35), que é freqüentemente utilizada como uma representação icástica de luto. O próprio Chopin nunca nomeou uma obra instrumental para além do gênero e número, deixando todas as suas potenciais associações extra-musicais para o ouvinte; os nomes pelos quais nós conhecemos muitas de suas peças foram inventados por outros. O Estudo Revolucionário não foi escrito tendo-se em mente a fracassada revolta da Polônia contra a Rússia; ele simplesmente surgiu naquela época. A Marcha Fúnebre foi escrita antes do resto da sonata na qual foi contida, mas a ocasião exata não é conhecida; aparentemente não foi inspirada em qualquer perda pessoal específica. Outras melodias foram utilizadas como base de suas canções populares, como a lenta passagem de Fantaisie-Impromptu (Op. posth. 66) e a primeira seção do estudo Op. 10 nº 3. Essas peças muitas vezes contam com um cromatismo intenso e personalizado, bem como uma curva melódica que lembra as operas nos dias de Chopin — as óperas de Gioacchino Rossini, Gaetano Donizetti e especialmente Bellini. Chopin utilizava o piano para recriar a graciosidade da voz que cantava, e sempre falava e escrevia sobre os cantores.

O estilo e os talentos de Chopin tornaram-se crescentemente influentes. Robert Schumann foi um grande admirador da música de Chopin, e utilizou suas melodias, até mesmo nomeando uma peça de sua suíte Carnaval após Chopin. Essa admiração não foi recíproca. Franz Liszt foi outro admirador e amigo pessoal do compositor, e transcreveu para o piano seis canções polonesas de Chopin. Apesar disso, Liszt negou ter escrito Funérailles (subtitulada "Outubro de 1849", o sétimo movimento da suíte para piano Harmonies Poétiques et Religieuses, de 1853) em memória de Chopin. Embora a seção do meio aparentasse ter sido modelada sobre a famosa seção de três oitavos da Polonesa em La bemol maior, Op. 53, Liszt disse que a peça tinha sido inspirada pelas mortes de três dos seus compatriotas húngaros no mesmo mês.

Chopin interpretou suas próprias obras em salas de concerto, entretanto com mais freqüência em seu salão, para amigos. Já no final da vida, como a sua doença havia progredido, Chopin desistiu por completo das apresentações públicas. As inovações técnicas de Chopin também tornaram-se influentes. Seus prelúdios (Op. 28) e estudos (Opp. 10 e 25) tornaram-se rapidamente obras-modelo, e inspiraram tanto os Estudos Transcendentais de Liszt como os Estudos Sinfônicos de Schumann. Alexander Scriabin também foi fortemente influenciado por Chopin; por exemplo, seus 24 prelúdios (Op. 11) são inspirados pelo Op. 28 de Chopin.

Jeremy Siepmann, em sua biografia do compositor, nomeou uma lista dos pianistas que ele acreditava terem feito gravações dos trabalhos de Chopin, largamente conhecidas por estarem entre as maiores performances de Chopin já preservadas: Vladimir de Pachmann, Raoul Pugno, Ignacy Jan Paderewski, Moriz Rosenthal, Sergei Rachmaninoff, Alfred Cortot, Ignaz Friedman, Raoul Koczalski, Arthur Rubinstein, Mieczysław Horszowski, Claudio Arrau, Vlado Perlemuter, Sviatoslav Richter, Vladimir Horowitz, Dinu Lipatti, Vladimir Ashkenazy, Martha Argerich, Maurizio Pollini, Murray Perahia, Krystian Zimerman e Evgeny Kissin.

Arthur Rubinstein disse o seguinte sobre a música de Chopin e sua universalidade:

“Chopin fez uma revolução na música tradicional para piano e criou uma nova arte do teclado. Era um gênio de enlevo universal. Sua música conquista as mais distintas audiências. Quando as primeiras notas de Chopin soam por entre o salão de concerto, há um feliz suspiro de reconhecimento. Todo os homens e mulheres do mundo conhecem sua música. Eles amam isso. Eles são movidos por isso. No entanto, não é uma "música romântica", no sentido byroniano. Não conta histórias ou quadros pintados. É expressiva e pessoal, mas ainda assim um arte pura. Mesmo nesta era atômica abstrata, onde a emoção não está na moda, Chopin perdura. Sua música é a linguagem universal da comunicação humana. Quando eu toco Chopin eu sei que falo diretamente para os corações das pessoas! ”

Estilo

Embora Chopin tenha vivido no século XIX, foi educado na tradição de Beethoven, Haydn, Mozart e Clementi. Ele usou o método de piano de Clementi com seus próprios estudantes e também foi influenciado pelo desenvolvimento da técnica do piano virtuoso de Hummel, ainda mozartiano. Um de seus estudantes escreveu o seguinte em seu diário sobre o estilo de tocar de Chopin:

“Sua apresentação foi sempre nobre e linda; seus tons cantados, ora em um forte ou no mais suave piano. Ele foi tomado de infinitas dores para ensinar a seus pupilos o seu legato, seu estilo cantábile de tocar. Sua crítica mais severa era "Ele—ou ela—não sabe como combinar duas notas simultaneamente." Ele também exigia a precisa aderência ao ritmo. Ele odiava tudo o que fosse vagaroso e demorado, como rubatos fora de lugar, bem como exagerados andamentos… e é precisamente a esse respeito que as pessoas cometem os maiores erros ao tocar suas obras. ”

A série de sete polonesas publicadas durante sua vida (além de nove publicadas postumamente), começando com a Op. 26 par, estabeleceu um novo padrão para a música na forma e foram criadas na vontade de Chopin de escrever algo para celebrar a cultura polonesa depois de o país ter se submetido ao controle russo. A polonesa em lá maior Op. 40 Nº1, "Militar", e a polonesa em lá bemol maior Op. 53, "Heróica", estão entre as obras mais amadas de Chopin e as mais executadas.

Romantismo

Chopin considerava a maioria dos seus contemporâneos com alguma indiferença, apesar de ter muitas amizades com aqueles ligados ao romantismo na música, na literatura e nas artes (muitos deles através de sua ligação com George Sand). A música de Chopin é, entretanto, considerada por muitos como um ponto culminante do estilo romântico. A pureza clássica relativa e a discrição em sua música, com pouco exibicionismo extravagante, em parte reflete sua reverência por Bach e Mozart. Chopin nunca cedeu à explícita "pintura cênica" em sua música ou usou títulos programáticos, punindo os editores que renomearam suas peças desta forma.

Fonte: Wikipedia

Inscrições abertas para o curso gratuito de Documentação e Acervo do Museu da Imagem e do Som - Postado por Océlio Teixeira

O Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS-CE) promove de 15 a 17 de março um curso gratuito de Documentação de Acervos. O curso é ministrado pelo professor Albino Barbosa de Oliveira Junior, graduado em Museologia pela UFRJ e atual presidente da Comissão Permanente de Expografia da DIDOC. O número de vagas é limitado e direcionado para profissionais ou interessados em museologia. As aulas acontecem de 9h às 12h e das 14h às 18h.

As inscrições já estão abertas e podem ser efetuadas no período 01 a 10 de março de 2010, de segunda a sexta, das 08 às 17h, através de preenchimento de ficha pelo telefone (85) 3101-1204 (85) 3101-1204 , diretamente no MIS à Av. Barão de Studart, 410 Meireles Fortaleza Ceará ou acessando o endereço www.misceara.blogspot.com

O professor Albino Barbosa de Oliveira Júnior, é graduado em Museologia pela UFRJ. Durante dez anos ocupou o cargo de Museólogo da UFPE, como responsável pela parcela do acervo na Pró-Reitoria de Extensão. Presidiu a Comissão para Avaliação das Obras de Arte pertencentes a UFPE e a Comissão de Levantamento dos Bens que compõem o Atelier de Vitrais da UFPE. Em 2008, passou a exercer suas atividades na Fundação Joaquim Nabuco - FUNDAJ, lotado no Centro de Documentação e de Estudos da História Brasileira - CEHIBRA, da Diretoria de Documentação - DIDOC. Atualmente, desde fevereiro de 2009, preside a Comissão Permanente de Expografia da DIDOC.

Serviço:
Curso de Documentação e Acervo do Museu da Imagem e do Som (MIS-CE)
Inscrições: de 1 a 10 de março
Custo: Gratuito
Aulas: de 15 a 17 de março
Horário: de 9h às 12h e 14 às 18h
Local: Auditório do MIS-CE
Informações pelo telefone 3101.1204

Governo do Estado autoriza obras no Crato - Postado por Océlio Teixeira

O secretário adjunto da Secretaria das Cidades, Jurandir Santiago assina, nesta segunda-feira (01), às 19h, Ordem de Serviço para Construção de uma escadaria que ligará uma Avenida Perimetral à Rua Teopisto Abath, no Crato. Em seguida, Serão assinadas ordens de serviço para construção de uma escadaria sem Bairro Seminário e execução das obras de construção da Sede Administrativa do Geopark Araripe, às 20h, no Bairro Seminário.

A escadaria da Avenida Perimetral, que garantira uma Melhoria da acessibilidade para uma população local, terá investimento de R $ 161.208,64, com recursos do Tesouro do Estado. Já a obra do Bairro Seminário, há muito solicitada pelos moradores do bairro, está em ORÇADA R $ 204.822,21, também com recursos do Governo do Estado.

Para a construção da Sede Administrativa do Geopark Araripe, o investimento será de R $ 386.007,53, com recursos do Governo do Estado e do Governo Federal, por meio do Ministério da Integração Nacional. Além da construção do prédio, nas dependências da Universidade Regional do Cariri - Urca, o convênio com o Ministério da Integração Nacional prevê aquisição de mobiliário, equipamentos e veículo, bem como uma produção de material promocional. No total, o investimento não Geopark Araripe será na ordem de R $ 778.000,00.

Serviço:
Assinatura da ordem de Serviço da escadaria que ligará uma Avenida Perimetral à Rua Teopisto Abath
Horário: 19h
Local: Rua Teopisto Abath

Assinatura das ordens de serviço para construção de uma escadaria no Bairro Seminário e Sede Administrativa do Geopark Araripe
Horário: 20h
Local: Travessa Aurora, esquina com Padre Lemos

Fonte: http://www.ceara.gov.br/

A partilha ajuda a combater a fome no mundo? – Por Magali de Figueiredo Esmeraldo

Sabemos que o mundo em que vivemos é injusto e desigual, pois o sistema econômico capitalista visa a acumulação de riquezas. Em conseqüência gera a exclusão social e a fome. Essa desigualdade social do mundo contribui para que muitas pessoas morram de fome. Segundo estatísticas internacionais, diariamente morrem de fome trinta mil crianças e esse número aumenta dia após dia. As pessoas não partilham os alimentos porque têm medo que faltem para elas. Por isso, elas acumulam cada vez mais. Além do mais, os países ricos se apossam das riquezas da terra, deixando os países pobres na miséria. Gastam muito com armas, em vez de destinar o dinheiro para alimentar os que passam fome. E ainda há desperdício de alimentos que daria para matar a fome de muitos.

Por que ninguém não se sensibiliza com essa situação? O egoísmo está tão impregnado na sociedade que ninguém se abre para a solidariedade. Vemos pessoas com o coração tão fechado para o outro que são contra as políticas para distribuição de renda. Programas de governo para diminuir a fome são sempre combatidos pelas elites dominantes.

Somos pais e mães que não gostaríamos de ver nossos filhos passarem fome. Portanto, devemos entender que todos nós somos filhos de Deus. Toda a população do mundo tem direito ao alimento. Mas são bilhões de pessoas que passam fome no mundo todo. Observamos que tem gente muito rica que é infeliz. Por que será isso? Porque a fonte da felicidade é o amor e não o dinheiro.

Quando há grandes catástrofes, como a do Haiti e recentemente a do Chile, a solidariedade se manifesta através dos países que enviam alimentos e dinheiro para os sobreviventes. Entretanto, é importante que sejamos solidários em todos os momentos da nossa vida. Se nós partilhássemos um pouco do que temos com alguém que passa fome, estaríamos exercitando o amor ao próximo e contribuindo para acabar com a fome no mundo. Se estiver sobrando alimento na nossa mesa é porque falta na de alguém.

É uma pena que nem todo mundo conheça a mensagem de Jesus que é libertadora. Segundo uma missionária católica que trabalha na África, três bilhões de pessoas nunca ouviram falar de Jesus. Se toda a população do mundo conhecesse a mensagem de Jesus e a colocasse em prática, o mundo seria muito mais humano, mais justo, e solidário. E não teria tanta gente passando fome, nem tantas guerras, que também são causas da fome no mundo.

O Evangelho de Jesus Cristo narrado por Lucas relata o milagre da partilha que é a multiplicação dos pães. (Lc. 9,10-17). Quando Jesus estava numa cidade chamada Betsaida, a multidão o seguia e Ele falava para ela sobre o Reino de Deus e curava os doentes. Como já estava ficando tarde os doze apóstolos pediram a Jesus que despedisse a multidão, para que ela fosse arranjar comida e procurar alojamento no povoado vizinho, pois estavam num lugar deserto. Mas Jesus disse que eram eles que tinham de lhes dar o que comer. Os discípulos disseram que só tinham cinco pães e dois peixes. E responderam que poderiam ir comprar comida, para toda a gente. Havia ali, mais ou menos cinco mil homens. Jesus pediu aos discípulos que mandassem o povo sentar em grupos de cinqüenta. Depois Ele pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu, pronunciou a bênção sobre eles e os partiu. Em seguida entregou para os discípulos que iam distribuindo para toda a multidão. Foram suficientes para que todos ficassem satisfeitos e ainda foram recolhidos doze cestos com os pedaços que sobraram.

O milagre da multiplicação dos pães ocorreu no deserto. O povo foi saciado pelo alimento que é dom de Deus. Mas Jesus deu oportunidade aos seus discípulos para organizarem o povo para que recebessem o alimento e ficassem saciados. Os discípulos se preocuparam em comprar alimento. Mas onde iriam arranjar dinheiro para comprar comida para tanta gente? E Jesus lhes disse: “vocês é que têm que lhes dar o que comer”. Como podemos entender essas palavras? O Evangelho é anúncio, cura e alimento material para todos. O que Jesus desejava era mudar a relação do poder de compra para uma relação de partilha. Pois quando cada um reparte o que tem, nem que seja um pouco, todos ficam saciados e ainda sobra. Diferente da acumulação, onde poucos têm tudo e a maioria nada. Jesus continua a anunciar o Reino de Deus através da palavra e da ação e mostra que é a favor da partilha e contra a acumulação.

Por que Jesus é contra a acumulação? A resposta é simples, é porque a acumulação gera a riqueza que cria a pobreza. Podemos afirmar que nos dias de hoje Jesus seria contra o capitalismo. Basta observar nesse relato, a quantidade de pessoas que acompanhava Jesus para ouvir suas palavras libertadoras. Toda essa multidão era de pobres que vinham depositar confiança e esperança nas palavras de Jesus, que falava tanto do pão espiritual, quanto do pão material.

Seria maravilhoso que hoje as pessoas fossem educadas para a prática da partilha em vez de acumular. Através da partilha as necessidades de todos seriam atendidas; saúde, educação, habitação, alimentação, justiça e paz. Era o Reino de Deus de que Jesus tanto falava. Ele queria transformar a sociedade individualista em uma sociedade de partilha.

Infelizmente a sociedade em que vivemos está impregnada de falsos valores como o ter, o poder e o prazer. Como seria bom se vivêssemos numa sociedade solidária, em que todos soubessem partilhar e distribuir as riquezas. Assim sendo, todos viveriam com dignidade, conforme a vontade de Deus.

Por Magali de Figueiredo Esmeraldo

BlogHumor: Pelo menos 10 coisas dessa lista você já fez - Por: Samuel P. Teles

1 – Ficar rabiscando alguma coisa enquanto fala no telefone.
2 – Pausar a música por 1 minuto e 1 hora depois perceber que ela ainda tá pausada.
3 – Todo fim de ano, dizer que o ano passou rápido
4 – Receber a prova, dar uma lida rápida por cima de todas as questões e pensar: ME LASQUEI!
5 – Responder: “Não” quando alguém te pergunta “Tudo Bem? só pra ter assunto pra conversa.
6 – Sempre quando está jogando vídeo game em uma parte muito importante sentir coçar o braço e o nariz
7 – Falar para a mãe do meu amigo, que estava sem fome, mas estava com muita fome.
8 – Ficar empolgado na hora de comprar o material pra começar o ano, e na primeira semana não aguentar mais aula.
9 – Ficar até o final do filme no cinema para ver se tem cena extra.
10 – Ter sempre a última folha do caderno rabiscada.
11 – Fazer um barulho com o pé/cadeira, parecer que foi um peido e continuar fazendo pra perceberem que não é o que estavam pensando.
12 – Tentar abrir a porta do carro no exato momento que ela está sendo destravada, não consegue tenta de novo e acontece a mesma coisa.
13 – Estar no meio de um sonho e saber que aquilo não é real , que é só um sonho.
14 – Fazer moicano, no banho, com o cabelo cheio de espuma.
15 – Lamber os dedos sujos de Doritos.
16 – Abaixar o som do PC achando que alguém estava te chamando, e não era ninguém.
17 – Entrar na farmácia só pra me pesar.
18 – Chamar o Faustão de gordo-chato, quando ele interrompe alguém
19 – Clicar com o botão direito no emoticon do MSN só pra ver o significado que a outra pessoa colocou.
20 – Ficar irritado quando a banda que você gosta vira modinha.
21 – Acordar 10 minutos antes do horário marcado no despertador e dormir de novo até ele tocar.
22 – Ficar comendo milho que sobra da pipoca.
23 – Colocar de volta a pontinha do lápis quando ele quebra e não tem apontador por perto.
24 – Trocar o toque do celular e ligar pra ele do fixo pra ver como ficou.
25 – Procurar alguma coisa loucamente e só achar depois que já desistiu de procurar.
26 – Salvar arquivos com o nome asdasfasfdasd por preguiça.
27 – Não olhar diretamente pra professora quando ela está perguntando algo pra turma ou chamando na frente, com medo de escolher voce.
28 – Sair do banho, notar que esqueceu a toalha e ficar gritando: ‘mããããe..!’
29 – Falar pro professor:”Tá, já entendi” mesmo que não tenha entendido. Só pra ele parar insistir em tentar te explicar.
30 – Apagar tudo que estava escrevendo, quando vê que a outra pessoa está digitando alguma coisa no MSN.
31 – Ficar desconfortável quando está assistindo TV ou um filme com os pais e começa uma cena de sexo
32 – Assistir a ‘Polishop TV’ quando não tem nada passando de mais interessante.
33 – Fechar a porta da geladeira devagar e ficar olhando para ver quando a luz apaga.
34 – Entrar no banheiro com a luz apagada, e quando sair, acender.
35 – Enviar o Relatório de Erros do Windows na primeira vez que viu isso, depois se dar conta que não adianta nada.
36 – Dar uma de DJ aumentando e diminuindo o volume do rádio.
 
Por: Samuel P. Teles

FUTEBOL:O JOGO FOI UM SACO...Por Wilson Bernardo.

CRATO(O saco) 3x2 BOA VIAGEM
O SACO quer dizer Testículos,isso mesmo irritado,com a torcida e principalmente com alguns diretores,o jogo foi marcado por um fato inusitado,o que seria comum,vindo de torcedores,o treinador,esvaziando os bolsos,e colocando os polegares para baixo,em virtude clara,de que os mesmos não estão recebendo salários e a partilha das rendas,em seguida em um gesto pra lá de obsceno,mostrou para torcida os tão inusitados o SACO...Valeu treinador,cada qual se manifesta com as armas que tem,os bem dotados é claro.Enfim o Crato vence apertado tal qual os sacos do treinador,nesta Terça o Crato vai a campo e enfrentara o Guarani de Juazeiro cidade vizinha,e preparem os senhores o SACO.
A TORCIDA aflita e o saco...
No final a lua nos presenteia uma tarde infeliz de SACO.
Wilson Bernardo(Texto & Fotografia)

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