xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 15/02/2010 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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15 fevereiro 2010

Música com chá de hoasca. por Elmano Rodrigues Pinheiro





Em 1961, o fotógrafo lambe-lambe Cícero Alexandre Lopes registrou a construção da obra religiosa de José Gabriel da Costa, o Centro Espírita Beneficente União do Vegetal(UDV), erguido na região amazônica. O convívio desses dois personagens é mote para a narrativa de – Relicário – Imagens do Sertão (Editora Pedra Nova Edições), do escritor e jornalista Edson Lodi, lançado no
Restaurante Mangai (Setor de Clubes Sul), Brasília DF.
Uma das curiosidades do livro é a citação a cantores, como Marinês, Jackson do Pandeiro Jacinto Silva, que são relacionados ao cotidiano dos personagens abordados no livro. Na obra,esses importantes nomes da música nacional ocupam lugar de destaque graças à forte presença de suas músicas no cotidiano da UDV em suas origens. Relicário mescla tópicos ao abordar a discografia utilizada no contexto cultural e religioso da União do Vegetal durante os anos de 1966 a 1971.
A pesquisa levou dois anos e seis meses. O escritor colheu depoimentos em Rondônia, Manaus e nos locais mais antigos, onde surgiu a UDV e entrevistou, dentre outros, compositores como o pernambucano Onildo Almeida, autor do clássico Feira de
Caruaru. Atualmente, a instituição religiosa agrega cerca de 15.000 associados, com sede em Brasília e unidades por todo o Brasil.
Aos 59 anos, Edson Lodi, seguidor da doutrina espírita desde os 25, decidiu pesquisar sobre a história da instituição para acelerar pedido de concessão de título de Patrimônio Imaterial da Cultura Brasileira para o uso do chá de hoasca. O processo tramita no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) há quase dois anos.
“ Ao descrever a vida e a obra de um dos primeiros fotógrafos do território de Rondônia e registrar o acervo musical utilizado nos rituais religiosos do centro espírita, o livro cumpre também o papel de inventário cultural, um dos requisitos exigidos pelo IPHAN”, pontua o autor.”Esse foi um dos fatores que me motivaram a pesquisar escrever a obra. O outro é não deixar perder de vista os primórdios da religião dentro de um contexto religioso“, emenda.
Mineiro de Juiz de Fora, pós-graduado em ciência política, Lodi mora em Brasília há 43 anos e já publicou Estrela da minha vida (Editora Entrefolhas) e Travessia, poemas (Editora Thesaurus).

FÁBULAS DE ESOPO - por Glória Pinheiro

QUEM FOI ESOPO?

Esopo viveu na Grécia Antiga, época em que a arte e a literatura floresciam na região. Era um escravo que foi capturado numa guerra e teve dois donos até ser comprado por Jadmo de Samos. Este ficou tão encantado pelas fábulas do escravo que lhe deu a liberdade.
Livre, viajou por vários lugares espalhando as suas histórias.
A Grécia criou um sistema de governo de Pólis, ou Cidades-Estado, que possuíam sua autonomia administrativa. A sua riqueza provinha do comércio entre as colônias e também com outros reinos. O sistema político beneficiava apenas os ricos, o que deu margem a muitas trapaças e conspirações. Foi nesse ambiente que Esopo divulgou as suas fábulas de fundo moral, sendo admirado e aceito por todos os cidadãos da época.
Foi morto na ilha de Delfos. Esopo ficou famoso pelas suas narrativas curtas com fundo moral e que têm como personagens animais que se comportam como humanos, falam, cometem erros, são sábios ou tolos, maus ou bons.

O QUE SE APRENDE E O QUE SE ENSINA.

As fábulas, por seu contexto moral, podem ser usadas para discutir o comportamento humano, sobre como reagimos, diante das situações e quais as soluções que podemos encontrar para problemas diferentes. Outro assunto que pode ser tratado junto às crianças é a zoologia, abordando as espécies que são personagens das fábulas com enfoque em sua anatomia, comportamentos e hábitos alimentares. Seria divertido para as crianças fazerem a dramatização das fábulas depois de toda essa discussão para exercitarem a memorização e sensibilidade.
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O VIAJANTE E A URSA

Iam dois viajantes por um caminho quando deram de cara com uma ursa enorme e faminta. Um deles, mais esperto, deu um pulo, e acocorou-se no alto de uma árvore. Ficou lá sem respirar para que a ursa não notasse a sua presença. O outro, deitou-se no chão e fingiu-se de morto, pois sabia que os ursos não mexem com os mortos. A ursa aproximou-se do que estava deitado, cheirou-o, lambeu-o, olhou de pertinho e foi embora. Só então o outro se aproximou, curiosíssimo:

- O que ela cochichou no seu ouvido?

- Ela disse para eu nunca mais viajar com amigos que me deixam sozinhos na hora do perigo.

MORAL DA HISTÓRIA: É na hora do perigo que conhecemos os amigos.

Fonte: http://www.anossaescola.com.cr/testes/fabulasesopo.htm

Colaboração: Glória Pinheiro

A breve história de quase tudo - Por: Samuel P. Teles



Por: Samuel P. Teles

"El País" : Essa visionária imprensa espanhola!


15/02/2010 - 08h46
'El País': Com Serra ou Dilma, 'Lula vencerá' eleições de 2010
da BBC Brasil


Um artigo no diário espanhol "El País" avalia que, qualquer que seja o vencedor das eleições de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sairá simbolicamente vencedor no pleito.

A análise, assinada pelo correspondente do jornal no Brasil, Juan Árias, discorre sobre os dois principais pré-candidatos na disputa - a petista Dilma Rousseff, candidata do Planalto, e o tucano José Serra, da oposição - afirmando que ambos, se eleitos, "seguirão o caminho" de Lula.

"A partir do próximo dia 1º de janeiro, o Brasil será um Brasil sem Lula. O que acontecerá? Nada", diz o repórter.

"Continuará sendo um país com instituições democráticas consolidadas, que não apenas conseguiu sair, sem se quebrar, da crise mundial, mas que está crescendo; um país sem possibilidades de golpe de nenhum tipo e que, apesar de alguns rompantes populistas em alguns momentos - sobretudo pela influência do chavismo - não se deixou arrastar pelo populismo da vez na América Latina."

Juan Árias aposta que a disputa presidencial deste ano será disputada. De um lado está Dilma, "uma espécie de sombra" de Lula, diz o analista. "Se ela vencer, as eleições seriam na verdade um terceiro mandato de Lula e garantiriam a continuidade de um certo lulismo."

Porém, diz o texto, "Dilma não é Lula". "É quase um anti-Lula porque, mais que uma iluminada e uma improvisadora como ele, é uma gestora, que carece do carisma transbordante de seu chefe", descreve.

Já Serra "suporia a alternância normal, interrompendo de alguma forma a continuidade do PT no poder", avalia Árias.

Mas o autor acredita que o tucano não é um "anti-Lula" e que, portanto, a escolha entre sua política e a política atual é "um falso dilema". "Com Serra, o Brasil seria um país sem Lula, mas ainda com Lula, no sentido de que o governador paulista não nega nenhuma das conquistas sociais de seu governo."

Na opinião do correspondente, a campanha de Serra não seria "contra Lula", mas "depois de Lula". "Para Serra, seu governo não seria uma fotocópia do passado social-democrata, mas uma página nova."

Na avaliação do correspondente do "El País", "sem Lula agora, e talvez com Lula amanhã de novo, o Brasil é um país que tomou o trem na direção certa, que o levará a consolidar o milagre de seu desenvolvimento".

DIA 13 SÁBADO DE CARNAVAL:Chapada Viva do Araripe-Por Wilson Bernardo.

Com Promoção do Governo Municipal(PMC) , Sec.de CULTURA E NUFESPE, o Crato realizou o primeiro Carnaval Eco cultural em plena Chapada do Araripe,evento de natureza turistico,cultural e ecológico,realizado no período carnavalesco,com atividades diversificadas,trazendo uma alternativa inteligente de iteração entre o homem e a natureza,proporcionando assim,um momento de bem-estar e descobertas para turistas e caririenses,durante dois dias de carnavais tivemos atividades como,Trilhas Ecológicas,Montain Bike,Meditação,passeio ciclistico,reflorestamento,corrida de pedestre, e tantas outras manifestações de um Carnaval,que só não vai o ano que vem quem já morreu...E morrer sem nunca ter,vivenciado se quer uma única vez os encantos da chapada,a vida não valeu a pena,é como se os deuses se reunissem em pleno cariri,cercado de suas místicas lendas,seus sabores afrodisíacos,a doce manhã chovida de relvas e uma única certeza,escrever um poema,pintar uma obra de arte é bem mais inferior do que simplesmente o silêncio da infinitude da Chapada do Araripe,e a pedra da Batateira será para sempre a magnitude de quem aqui em Crato chega,bebe de sua água e se faz aqui seu Umbigo de nascença.

A CHAPADA DO ARARIPE É UM ENCONTRO COM deus...
Chegando no portal da trilha

Para começarmos a meditar sobre o sentido da vida
Relaxamento para sete quilómetros de pura satisfação de estarmos VIVOS
Ao fundo no profundo das rochas o inicio de uma origem mística...Chapada
No fruto da pedra o testemunho de que o divino é concretude(Pico do Serrano)
Refletir sempre que estamos aos Pés de um santuário milenar a nos servir
Ser pequeno é engrandecer a alma e refletir a importância do infinito
A trilha,cheia de surpresas e misticismo...
Uma parada para estudos e a importância das águas
Caminhos em que insetos e espécies é bem mais superior ao infecto ide seres DESumanos
Café natural em plena Chapada e uma degustação consumida de purificações
Mãos remanescentes de velhas comunidades tribais KARIRIs
Pico da Coruja e muito mistério
Flores nativas e sugestivas na sua sexualidade
Moscas nativas e depositarias de fazeres fezes indiginas
Trilhas seguidas de encantos e plenitude silvestres
Flores e supremacia
Ao final das atividades da manhã o almoço esperado com um Menu sugestivo,Baião de dois com queijo,Piquizada e paçoca ao sabor de rapadura.
Wilson Bernardo(Texto & Fotografia)
Obs:O Domingo de Carnaval Na Floresta em futuras postagens.

Blog FÁBULA - O Sapo e o Escorpião


Conta-se que o reino da bicharada estava em povorosa. Uma grande tempestade se aproximava. Cada animal procurava um meio para se abrigar da enchente que seguramente se abateria por sobre a floresta, encobrindo até mesmo os galhos mais altos. Os grandes animais já haviam partido, assim como os pássaros, que foram procurar outras paragens. E a chuva começou. Choveu incessantemente, de modo que a grande inundação veio para o desespero dos animais pequenos. O escorpião temendo por sua vida, procurou o galho mais alto da floresta e ficou lá esperando que passasse algum salva-vidas. Depois de quase perder as esperanças, eis que passa um sapo nadando na correnteza, ao que o escorpião lhe diz:

"Amigo Sapo, como vês, não posso nadar e com essa enchente, irei acabar por me afogar. Tenho um negócio para te propor. Tu me dás uma carona até um local seguro. Eu subirei nas tuas costas, e tu me carregarás"

O Sapo respondeu:

"Estás louco? és um escorpião. Se eu te der uma carona nas minhas costas, tu vais me picar e eu vou morrer!"

O Escorpião respondeu:

"Não amigo! Como eu iria fazer uma bobagem dessas ? Se eu te picasse tu irias morrer, e eu também morreria junto contigo. Isso não tem o menor sentido!"

O sapo pensou, pensou...e afinal disse:

"É. Tens razão. Sobe aqui nas minhas costas e eu te transportarei a um local seguro"

Já iam na metade do caminho, quando de repente, o sapo sentiu a picada do escorpião nas suas costas, inoculando-o com o veneno mortal, virou-se e disse:

"Pronto. Agora iremos morrer os dois. Amigo, porque depois de toda a ajuda que te dei, tu me picaste ainda e injetou em mim o teu veneno? Não sabes que agora morreremos os dois ?

O escorpião então respondeu:

"Pois é...fazer o quê, né ? É da minha natureza ser um escorpião..."

E assim, pereceram os dois na correnteza.

Moral da História:

Não se muda a natureza de um Escorpião com Boa Vontade!

Autor Desconhecido. Fábula contada por meu amigo Haroldo Ribeiro, revisada por Dihelson Mendonça

Conheça "Seu Lunga" - Reportagem de Antonio Vicelmo

ANEDOTÁRIO DO CARIRI

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Joaquim Rodrigues dos Santos, conhecido como seu Lunga, em sua sucata na Rua Santa Luzia, em Juazeiro do Norte (Foto: Antônio Vicelmo)

A maneira rude de ser de seu Lunga já ficou conhecida em todo o País, tanto que existem piadas sobre ele

Crato. Aos 80 anos, o comerciante Joaquim Rodrigues dos Santos, mais conhecido como “seu Lunga”, não consegue apagar a imagem de “ homem rude, grosseiro, ignorante” criada pelo imaginário popular e alimentada pela literatura de cordel. As piadas sobre suas respostas engraçadas e intempestivas estão nas mesas dos bares, na conversa entre amigos e programas de humor.

O único que não ri deste arsenal de anedotas é o próprio Lunga que atribui “estas mentiras” à gente que não tem o que fazer. “Só acontece isso, porque no Brasil não tem justiça”, afirma. A maior injustiça, segundo afirma, é o grande número de deputados, “são mais de 500 vivendo às custas do povo. Este Renan Calheiros já ganhou dinheiro que gente besta não conta. Mesmo assim, quer iludir o povo”, diz Lunga, demonstrando a sua indignação com a política.

Ele reclama do erro que o cartório cometeu ao registrar o seu nome. Diz que, na verdade, seu nome verdadeiro é Joaquim Rodrigues Tenório. “Meu avô era um homem valente do Estado de Alagoas, parente, portanto, de Natalício Tenório Cavalcanti de Albuquerque, de Palmeira dos Índios”.

Tenório foi um político brasileiro com base eleitoral no Rio de Janeiro, que possuía um estilo político agressivo, muitas vezes violento. Isto rendeu-lhe uma aura de mito. Foi eleito deputado estadual e deputado federal do Rio de Janeiro, tendo quase vencido também para governador do Estado. Sua vida inspirou o filme “O Homem da Capa Preta”, filmado em 1986 por Sérgio Rezende e estreado por José Wilker no papel de Tenório Cavalcanti.

Ao mesmo tempo em que critica os divulgadores de seu comportamento inusitado, seu Lunga admite que pergunta besta merece uma resposta à altura. Ele cita como exemplo, o cliente que entra na loja e pergunta. “Este ventilador está funcionando?”. Indignado seu Lunga devolve: “Como é que ele pode estar funcionando se não está ligado?”.

Este tipo de resposta fez de Lunga um personagem folclórico. Já não cabe mais em si, ele já não é mais o resultado das suas peculiaridades, mas a soma das elaborações dos outros. Daí se pode dizer que há modalidades de seu Lunga. Ele é símbolo do sertanejo sincero, que não leva desaforo pra casa.

Mesmo cercado por um grupo de jornalistas, que o entrevistavam, Lunga não tira o olho da porta de sua sucata. Quando percebe que é um freguês, deixa os repórteres de lado e vai atendê-lo com a maior delicadeza. Retoma a entrevista e observa que o produtor do programa de televisão falava no ouvido da repórter, orientando as perguntas. seu Lunga reage dizendo: “Fale alto, aqui não tem segredo não”.

Reclama do assédio da imprensa, justificando que não há motivo para dar entrevista. Afinal, diz, “eu sou um homem normal, não sou cientista, nem sábio”, diz ele.

É este jeito de ser de Lunga que o faz uma pessoa diferente. Afinal, ele nasceu nas brenhas, entre Caririaçu e Assaré, onde passou a infância com os pais e mais sete irmãos. O apelido lhe acompanha desde esta época, quando uma vizinha de sua família, que ele só identifica como “preta velha”, começou a lhe chamar de Calunga, que virou Lunga e pegou. Não se recorda de nenhuma brincadeira de criança. Foi criado na roça, ajudando o pai, de quem é grande admirador.

Mudança para Juazeiro

Foi assim até os 16 anos, quando se mudou para Juazeiro do Norte. A mudança para este município se deu depois que Lunga caiu em uma cacimba e adoeceu, impedindo-o de trabalhar na roça com o pai. Lá ele aprendeu a arte de ourives, e viveu disso por dois anos. Foi neste período que aprendeu a negociar no Mercado Público da cidade, passando depois a trabalhar no comércio com sua loja de sucata na Rua Santa Luzia, Centro da cidade.

Além do comércio, Lunga é dono de um sítio onde cria gado e planta frutas que leva à loja para vender.

Antônio Vicelmo
Repórter

VIDA

80 anos é a idade do comerciante Joaquim Rodrigues dos Santos, mais conhecido como seu Lunga. Ele mora, atualmente, em Juazeiro

SAIBA MAIS

Piadas atribuídas a Lunga

Seu Lunga estava em casa com sede e manda o sobrinho trazer leite. Daí o garoto pergunta: - No copo seu Lunga? Ele responde: - Não. Bota no chão vem empurrando com o rodo.

Seu Lunga no elevador. Alguém pergunta: - Sobe? Ele: - Não, esse elevador anda de lado.

Seu Lunga fumando cigarro. A pergunta: - Ora, ora! Mas você fuma? - Não, é que eu gosto de bronzear os pulmões...

Seu Lunga, quando jovem, se apresentou à Marinha para a entrevista: - Você sabe nadar? Pergunta o oficial. - Sei não senhor. - Mas se não sabe nadar, como é que quer servir à Marinha? - Quer dizer que se eu fosse pra Aeronáutica, tinha que saber voar!!

Seu Lunga vai saindo da farmácia, quando alguém pergunta: - Tá doente, seu Lunga? - Quer dizer que se eu fosse saindo do cemitério eu tava morto!!!

O funcionário do banco veio avisar: - Seu Lunga, a promissória venceu. - Meu filho, pra mim podia ter perdido ou empatado. Não torço por nenhuma promissória.

O filho do seu Lunga jogava futebol em um clube local, e um dia Lunga foi assistir a um jogo do filho no estádio. O sujeito sentado ao lado pergunta: - Seu Lunga, qual dos jogadores é o seu filho? Seu Lunga aponta e diz: - É aquele ali. - Aquele qual? - Aquele ali! - Não tô vendo. Então seu Lunga ´P´ da vida pega uma pedra, joga em cima de seu filho e diz: - É aquele que começou a chorar!!!

Antonio Vicelmo
Repórter do Jornal Diário do Nordeste
Colaborador do Blog do Crato

Muita alegria e segurança às margens do Açude Orós - Por: Dháfine Mazza


NE - Bem ali, em Orós...


A festa começou mais cedo no segundo dia do 10º Carnaval das Águas de Orós. Das 13h às 17h, as bandas Sabor de Amor e Cara de Pau levaram muita música e alegria às margens do Açude Orós, onde moradores e turistas curtiram a folia em um clima de segurança e descontração, com direito a muito banho de açude.

“Para garantir uma festa sem incidentes, reforçamos nosso quantitativo de guarda-vidas no açude, demarcamos as áreas de banho, aumentamos o número de seguranças e deixamos uma ambulância a postos no açude para realizar atendimentos de emergência e transferir as possíveis vítimas para o hospital municipal”, afirma a prefeita Fátima Maciel. Os banhistas também receberam orientações dos guarda-vidas de Orós sobre as áreas apropriadas para banho, os cuidados a serem tomados com as crianças e os riscos de ingerir bebidas alcoólicas e mergulhar no açude. Já a segurança no trânsito foi garantida pelos agentes municipais de trânsito, que controlaram o tráfego dos ônibus de turismo e demais veículos vindos de todos os municípios da Região Centro-Sul do Ceará.

Desde que os guarda-vidas foram implantados em Orós, em dezembro de 2006, já foram realizados mais de 380 atendimentos, reduzindo drasticamente o número de acidentes fatais. Ao todo, 30 guarda-vidas foram capacitados pelo Corpo de Bombeiros de Iguatu com técnicas de mergulho, resgate e primeiros socorros. Os guarda-vidas dispõem de uma plataforma de observação, instalada no balneário do açude Orós, material de resgate (flutuadores, nadadeiras, máscaras e bote) e um veículo para transportar as vítimas para o hospital.

BLITZ ECOLÓGICA

Os visitantes que vieram para Orós participaram da blitz ecológica, realizada na entrada da cidade pela equipe da Secretaria de Turismo e Meio Ambiente. “A ideia é tornar o carnaval de Orós mais limpo e sustentável, alertando a população e os visitantes sobre a necessidade de cuidarmos bem do nosso planeta a partir de atitudes mais conscientes, como não jogar o lixo na rua”, afirma a prefeita Fátima. Na blitz, os turistas receberam panfletos educativos e sacolas para armazenar o lixo no carro.

-- Dháfine Mazza
Jornalista (MTE 2157/CE)


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