xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 09/02/2010 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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09 fevereiro 2010

Frevo : Um folião hoje de 103 Anos





E o frevo segue seu compasso...

José Teles

Especial para o JC OnLine


O frevo completa em fevereiro cem anos. A data foi oficializada tendo como referência a primeira vez que a palavra "frevo" foi constatada na imprensa, ou seja, em 9 de fevereiro de 1907, no extinto Jornal Pequeno, do Recife, na coluna Carnaval, assinada por Oswaldo Oliveira. A nota (uma descoberta do pesquisador Evandro Rabello) referia-se a um ensaio do clube Empalhadores do Feitosa, do bairro do Hipódromo, e ao relacionar as músicas que seriam tocadas no ensaio do clube citou, entre outras, as marchas Delícias amorosas, O sol, Dois pensamentos e uma intitulada O frevo.
Vale ressaltar que "frevo" àquela época não denominava um gênero musical, e sim a folia, mais precisamente, a multidão fervendo nas estreitas ruas dos bairros do São José, Santo Antônio, ou Boa Vista, próximos ao Centro do Recife, onde desfilavam a maioria dos clubes, troças e blocos do animado carnaval da Capital pernambucana. A "marcha", porém, era praticamente a mesma que a partir de meados dos anos 30 passou a ser chamada de frevo-de-rua. A palavra "frevo", é opinião sem discordância, deriva-se da corruptela do verbo ferver, conforme pronunciava o povão pernambucano.
"Olha o frevo", era o brado que se ouvia quando vinha a onda humana pelas ruas do Recife acompanhando alguma agremiação, ao som de uma marcha frenética: "O Clube Lenhadores fez o seu ensaio geral ontem percorrendo em seguida diversos bairros da cidade. Às 21h passava pela rua do Imperador ao som de uma marcha excelente. O frevo era ruidoso e efervescente. Os foliões em massa compacta faziam a alegria à frente nos saracatórios (sic) típicos do passo", esta nota na seção Carnaval, do Jornal do Commercio, de 4 de fevereiro de 1921, descreve com precisão o frenesi coletivo que o frevo provoca nos foliões. Note-se também que, embora frevo não fosse ainda a música, mas o seu efeito na multidão, a dança já era conhecida como "passo".
Ambas, música e passo, também é uma opinião quase unânime, surgiram simultaneamente, uma simbiose de responsabilidade da turba de capoeiras que aprontava pelas ruas do Recife desde meados do século 19. As súcias de capoeiras, e desordeiros em geral, tinham por costume optar por alguma banda de música e torcer por elas. Não apenas torcer, mas acompanhá-las pelas ruas, e brigar por elas. Foram os antepassados mais remotos das galeras que formam as torcidas organizadas dos tempos atuais. No Recife as bandas que tinham o maior número de adeptos foram as do 4° Batalhão de Artilharia, conhecido como o Quarto, e a banda do Corpo da Guarda Nacional, ou a Espanha, por ter como mestre o espanhol Pedro Francisco Garrido.
A malta de desordeiros ia diante destas bandas, fazendo evoluções, gingando, saltando, e olhando ameaçadoramente quem considerasse inimigo, aos gritos de "Se vier, morre". Com o título de Distúrbios e ferimentos, o Jornal do Recife, em 26 de janeiro de 1869 noticia mais uma escaramuça provocada pelos capoeiras: "Anteontem das 8 para as 9 horas da noite ao passar a música dos menores do arsenal da marinha pela rua do Lima, em Santo Amaro das Salinas, distrito da Boa Vista, desta cidade, houve um conflito entre o povo que acompanhava a dita música e os guardas nacionais, do qual resultou saírem feridos três indivíduos, sendo gravemente um e levemente dois; fez-se o competente corpo de delito" (transcrito do livro Memória da Folia O carnaval do Recife pelos olhos da imprensa 1822/1925, de Evandro Rabello).
Isto por si só não explicaria, nem resultaria no surgimento do frevo e de sua coreografia, o passo. Acontece que eram as bandas militares que também acompanhavam os desfiles das agremiações carnavalescas, e no meio dos foliões que brincavam o carnaval estavam os mesmos capoeiras e desordeiros à frente do préstito, disfarçando as manobras da luta marcial em gingas mais leves, aparentemente inofensivas. A música que se tocava no final do século 19 eram polcas, maxixes, dobrados, a quadrilha. O frevo é um amálgama destes gêneros musicais, o andamento influenciado pelo passo, pela fervura dos foliões nas ruas estreitas e seculares do Recife. Mário Melo, um dos mais atuantes jornalistas recifenses na primeira metade do século 20 (diz-se que escreveu mais de 50 mil artigos, ao longo de meio século de carreira), num ensaio para o Anuário do Carnaval Pernambucano de 1938, garante que o frevo tem pai: o mestre de banda Zuzinha, ou o Capitão José Lourenço da Silva, regente da banda do 40° Batalhão de Infantaria, aquartelado no Forte das Cinco Pontas, no Recife. Segundo Mello teria sido ele quem estabeleceu a linha divisória entre a marcha-polca e o frevo: "Não tinha a marcha-polca introdução e foi a introdução sincopada, com quiálteras que começou a estabelecer a diferenciação para o frevo".
Os frevos
À fanfarra adicionou-se o "caixa" (tarol) que sustenta o ritmo o tempo inteiro. Para controlar a multidão incontrolável, os compositores desenvolveram artifícios que levaram o frevo a desdobrar-se em subgêneros. O frevo-de-rua, por exemplo, subdivide-se em ventania (o frevo mais, modo de dizer, tranqüilo, formado quase que inteiramente por semi-colcheias), o coqueiro (o de alta tessitura, com notas que vão além da pauta, com os trompetes aparecendo mais). Por fim o abafo (tocado quando uma agremiação cruza com outra no meio da folia. Os trombones têm destaque, com a finalidade de abafar a orquestra do adversário). Uma orquestra típica de frevo-de-rua valia-se de pelo menos dez trombones, mas há casos de orquestras com 40 trombones.
Além do instrumental, há os frevos cantados, embora os mais puristas nem considerem que estes sejam mesmo frevos, e ainda hoje teimem em chamá-los de marchas. São o frevo-canção e o de bloco. O canção que teve como compositor mais famoso Capiba (Lourenço da Fonseca Barbosa), falecido em 1997, sofreu influência da marchinha carioca, mas logo lhe foram acrescentados elementos de frevo, os mais notáveis, a marcação do surdo, no tempo forte e fraco, e o tarol na marcação em moto continuo. O primeiro frevo gravado foi um frevo-canção, Borboleta não é ave, de Nelson Ferreira e J.Borges Diniz, cantado por Baiano, para a Casa Edison, em 1923.
Capiba se destacou nacionalmente, mais pelas composições não carnavalescas: Maria Bethânia (sucesso tão grande com Nelson Gonçalves, que levou um garoto baiano chamado Caetano Veloso a sugerir aos pais que batizassem a irmã com o nome do samba-canção); Serenata suburbana (guarânia gravada por Alcides Gerardi) e Aquela rosa amarela (bossa nova cantada por Maysa). No entanto, Nelson Ferreira (Nelson Heráclito Alves Ferreira, falecido em 1976) pontificou sobre a música pernambucana em geral, e sobre o frevo em particular da segunda década do século 20 até praticamente o ano em que morreu. Sua obra é imensa e infelizmente ainda com muita composição inédita em disco. Nelson Ferreira dirigiu orquestras de rádio, TV (numa época em que a indústria do entretenimento da capital pernambucana rivalizava com as do Rio e São Paulo, entre os anos 40 e início dos 60). Foi também diretor musical e produtor da Gravadora Rozenblit, possivelmente a maior do gênero que já funcionou fora das duas maiores cidades do País.
A criação da gravadora Rozenblit

A partir da criação da Rozenblit, cujo primeiro 78rpm foi lançado em 1953, o frevo teve o seu auge como produto comercial. Até a Rozenblit (fundada pelo comerciante José Rozenblit), os frevos saídos em disco atendiam apenas ao mercado pernambucano, e eram escolhidos de uma forma arbitrária. Representantes das grandes gravadoras, principalmente a RCA Victor, reuniam-se no Recife com lojistas e escolhiam as composições que supunham as melhores. Essas só seriam gravadas se as encomendas atendessem a pelo menos mil cópias de cada disco. As partituras eram em seguida levadas ao Rio de Janeiro, e gravadas por nomes famosos do rádio, com as melhores orquestras disponíveis. O resultado, porém, raramente agradava aos pernambucanos. É certo que tocavam no rádio, eram comprados pelos poucos que possuíam toca-discos, mas era um frevo frouxo, que pouco se diferenciava dos dobrados, mesmo que talentos como Pixinguinha não poucas vez estivessem por trás dessas gravações.
Foi preciso que maestros pernambucanos fossem enviados ao Rio para os frevos começarem a ser gravados da forma como os compositores os arranjavam e orquestravam. Foi, inclusive, num destes envios de partituras ao Rio, que aconteceu o mais notório caso de apropriação indébita de uma composição famosa na MPB: o teu cabelo não nega, com a qual Lamartine Babo definiu o formato da marchinha carioca, e conseguiu o maior sucesso do carnaval de 1932. No rótulo do 78rpm, gravado por Castro Barbosa (com um coro formado por Jonjoca, Carmem Miranda, Murilo Caldas e o próprio Lamartine Babo) "motivo nortista". O teu cabelo não nega não era motivo nortista, mas uma marcha composta pelos irmãos João e Raul Valença em 1928, que participou de um concurso de marchas no Clube Internacional do Recife no ano seguinte e, em 1930, foi incluída num musical intitulado Rapa-coco. Os irmãos Valença, como a dupla era conhecida, jovens de classe média, recorreram à justiça e receberam a devida parceria na canção, a qual Lamartine Babo acrescentou uma antológica composição e alterou a letra.
Com a Rozenblit e sua imponente fábrica de discos, o frevo conseguiu ser sucesso nacional produzido integralmente em Pernambuco. Foi o que aconteceu em 1957, com Evocação, de Nelson Ferreira, com orquestra e coral do Bloco Carnavalesco Batutas de São José. A Rozenblit também deu impulso aos frevos-canção que, tal qual as marchinhas cariocas, eram deliciosas crônicas e críticas de costume, documentos de uma época. A gravadora pernambucana, no entanto começou a baquear a partir de 1966, quando foi alvo de uma grande inundação do Rio Capibaribe. Localizada no bairro de Afogados, que fica abaixo do nível do mar, e suscetível às inundações que a partir daquele ano aconteceram periodicamente na Região Metropolitana do Recife até 1977. Quatro inundações depois, inflação, concorrência das multinacionais que passaram a atuar com mais agressividade no mercado da música nos anos 70. A Rozenblit continuou funcionando até os anos 80, mas sustentando-se com seu parque gráfico. O outrora moderno estúdio tornou-se obsoleto. Os lançamentos de frevo passaram a ser esporádicos, de má qualidade, tocavam cada vez menos no rádio.
Os tempos eram outros. Assim como no Rio, e resto do País, as marchinhas perderam espaço para a chamada música meio-de-ano. No Recife, o frevo continuou sendo cantado e tocado nos clubes, o Carnaval de rua perdeu força, e esta força era o que sustentava o frevo nas ruas. Houve nos anos 80 algumas tentativas de modernizar o frevo, a mais notável empreendida pelo caruaruense Carlos Fernando com o projeto Asas da América, e composições novas, arejadas, como Banho de cheiro, sucesso nacional com Elba Ramalho. Outro compositor que contribuiu para a renovação do gênero foi J.Michiles, cujo melhor intérprete é Alceu Valença (Diabo Louro, me segura senão eu caio, Roda e avisa, esta em parceria com o maestro Edson Rodrigues). Nos últimos dois anos, o frevo voltou a ser notícia nacional com o trabalho inovador de Inaldo Cavalcanti, o maestro Spok, e sua orquestra, que deu um tratamento diferente ao frevo, abrindo espaço para improvisos, uma heresia que, curiosamente, foi bem aceita (vale lembrar que em 1956, um improviso de sax, por Felinho, numa gravação de Vassourinhas com a orquestra de Nelson Ferreira provocou a ira dos tradicionalistas do frevo).
A Spokfrevo Orquestra foi fundamental para reaproximar os mais jovens do frevo. É emblemático que a primeira ação da prefeitura para comemorar o centenário do frevo, foi um projeto que está levando toda as sextas-feiras grupos pop, do manguebeat e pós mangue e fazerem shows com um repertório de frevo. A cena pop do Recife finalmente descobriu o frevo. É esperar que gostem da experiência e levem a "marcha pernambucana" a comemorar muitas e muitas décadas de folia.

14 Fatos Curiosos sobre os Sonhos - Por: Samuel P. Teles

1 – Você esquece 90% dos seus sonhos
Depois de 5 minutos acordado, você esquece metade do seu sonho. Depois de 10, 90% é esquecido.

2 – Pessoas cegas também sonham
Quem não nasceu cego, consegue ver imagens em seus sonhos. Quem nasce cego não vê nenhuma imagem no sonho, mas os sonhos envolvem os outros sentidos como os sons, cheiros, sensações e emoções.

3 – Todo mundo sonha
Todo ser humano sonha. Se você acha que não está sonhando, você simplesmente esqueceu que sonhou.

4 – Em nossos sonhos, somente vemos rostos que já conhecemos.
Nossa mente não inventa nenhum rosto. Nos nossos sonhos, vemos rostos de pessoas reais, que já vimos duranto nossas vidas, mas que as vezes nem nos lembramos mais.

5 – Nem todo mundo sonha colorido.
Apenas 12% das pessoas sonham exclusivamente em preto e branco. Todo o resto sonha em todas as cores. Entre 1915 e 1950, a maioria dos sonhos eram em preto e branco. Apartir de 1960, os resultados mudaram para coloridos. Pesquisas recentes sugerem que essa troca aconteceu devido a mudança da TV/Cinema preto e branco, para Cor.

6 – Emoções
A ansiedade é a emoção mais presenciada em sonhos. Emoções negativas são mais comuns que as positivas…

7 – Você pode ter de 4 a 7 sonhos em apenas uma noite.

8 – Os animais também sonham.
Foram feitos variados estudos em diferentes animais e todos eles demonstram a mesma atividade cerebral durante o sono que os humanos. Veja um cachorro dormindo, as patas se mexem como se estivessem correndo, eles latem bem baixinho como se estivessem correndo atrás de algo.

9 – Corpo Paralisado
O “Movimento rápido de olho” (MRO) é um estágio normal de sono caracterizado pelo rápido movimento dos olhos. Nos adultos, 20 a 25% de seu sono é ocupado por esse estado.
Durante esse estado, o corpo é paralisado por um mecanismo no cérebro para prevenir que o corpo reproduza fisicamente os movimentos realizados nos sonhos.

10 – Absorvendo estímulos
Nossa mente interpreta estímulos que nossos sentidos captam enquanto estamos dormindo e incorpora-o em nossos sonhos. Por exemplo, se toca o telefone da nossa casa enquanto estamos dormindo, terá um telefone tocando em nosso sonho também.

11 – Homens e mulheres sonham diferente
Homens tendem a sonhar mais com outros homens. E por outro lado, as mulheres sonham com o mesmo número de homens e mulheres. Sem contar que homens são mais agressivos em seus sonhos que as mulheres….

12 – Premonição
Uma pesquisa diz que de 18% a 38% das pessoas já sonharam pelo menos uma vez com algo que iria acontecer e aconteceu. E 70% expenciaram um Deja-vu. 63% das pessoas acreditam que podem sonhar e ter premonições.

13 – Você não pode sonhar e roncar ao mesmo tempo?
Não é um fato comprovado por cientistas, mas está por toda internet… Será?

14 – Você pode ter um orgamo sonhando.
Ou será que você é daqueles que sonha em ter um orgasmo??? Rá!

Fonte: Alicepopkorn

Por: Samuel P. Teles

INFORMES CULTURAIS... Por Pachelly Jamacaru

Realizou-se no SEBRAE nesta tarde de 09 janeiro, o primeiro SEMINARIO DE ESTRUTURAÇÃO DO PROGRAMA GEOR DE CULTURA - CADEIA MÚSICA. Instrutores do SEBRAE debateram com importantes pessoas do segmento artístico que se fizeram presente. Abidoral Jamacaru, Isaíra Silvino, Luis Carlos Salatiel, Kaíka Luis, Carla Vanessa, dentre muitos, que discutiram sobre: Criações de espaços artísticos, profissionalização do artísta, ampliações da comercialização dos produtos artísticos, dentre outros assuntos. Vamos ver no que vai dar!




O Excelente Exemplo Deixado Pelo "Velho do Caldo" - Por Luiz Claudio Brito de Lima


Desde a primeira vez em que tive a honra e a oportunidade de escrever nesse canal, disserto à respeito da importância do exemplo, da contribuição que devemos nos preocupar em deixar, da semente do bem que há de ser plantada por cada um de nós, pois o terreno para o crescimento sadio e edificante encontrar-se-á na conduta, na forma com que cada um faz da sua vida um bem coletivo. As palavras por vezes se perdem no tempo, os atos não , esses permanecem, tornam-se incrustados na alma, na memória, na vida daqueles que a sentiram, presenciaram. Somos capazes de esquecer, por exemplo,quando em sala de aula o mestre, achando que não nos comportamos adequadamente, nos critica em público na frente dos outros colegas, mais não esquecemos de forma alguma quando assistimos esse mesmo mestre, fora das salas de aula, dedicar-se com amor e carinho a sua família, quando abraça seu filho e o protege contra todos.

Domingo, 7 de fevereiro de 2010, o Crato restou mais triste, o Estado do Ceara mais cabisbaixo , perdemos de nossa convívio um dos filhos mais ilustre, abnegado, dedicado, dotado de uma fé inabalável, um homem que tive a honra de conhecer, e essa oportunidade me foi conferida antes mesmo de ficar ele enfermo,conheci quando eu era muito jovem ainda, foi-se o “velho do caldo”, ou o Sr. José, uma pessoa que dedicou sua vida inteira ao trabalho, a família, possibilitando a toda prole meios para manter-se, ensinando a arte da labuta, do respeito, da perseverança, da dedicação em tudo que fez. O que o “velho do caldo” pregou no Crato, refletiu em todo o Estado, em todo o nordeste, e até em outras regiões, lembro uma oportunidade em que estive em um restaurante em São Paulo, e o seu proprietário ao saber da minha origem cearense, e especialmente Cratense, disse-me que na minha cidade havia conhecido e tomado um caldo inesquecível, e para minha surpresa, foi justamente no “velho do caldo” . Dificilmente encontraremos alguém que não tenha conhecido o Sr. Jose, que não lhe tenha admirado.

A convivência permite uma serie de sentimentos, respeito, aprendizagem, dedicação, amor, cumplicidade, e essa harmonia faz-se no dia a dia, no acordar, no presenciar os primeiros raios do sol, na possibilidade única de viver, e essa experiência é permeada em todo momento por exemplos que nos deparamos e pretendemos então seguir. Saiba Sr José o seu exemplo foi deixado, sua semente lançada, o terreno fértil e prospero permitirá não somente a sua abençoada família, que comporta-se da maneira como o senhor ensinou, mais com certeza será seguida por todos aqueles que lhe conheceram, que viram sua garra, determinação, humildade e acima de tudo amor pela vida. A sua partida deixa um grande vazio em nossos corações, todavia, ao mesmo tempo enche de esperança o coração do ser humano, os nossos corações, pois aprendemos com o seu exemplo que vale a pena lutar, trabalhar e acreditar naquilo que fazemos.

O Crato perde um grande homem, porém, ao mesmo tempo nos ensina que o exemplo por ele deixado deve ser seguido, perseguido, e colocado em pratica por todos nós, o que nos resta é rogar a DEUS nosso pai, que receba em seus braços o “velho do caldo”, ou o Sr. Jose, que lá de cima ele nos envie vibrações positivas e ensinamentos que a força do trabalho é tudo em nossa vida, que JESUS esteja contigo.

Por Luiz Claudio Brito de Lima

Arte Marginal com Wilson Bernardo na REFSA


Poeta e professor Wilson Bernardo palestra sobre Arte Marginal na Fotografia nessa quinta-feira a partir das 19:00 no Auditório do Centro Cultural.

Palestra sobre "Arte marginal na Fotografia" será a primeira será a primeira das mais 15 palestras que serão oferecidas no ano de 2010 para o publico em geral dentro das mais varidas linguagens artisticas.


WILSON BERNARDO
Nasceu no Crato em 1965,é poeta,desenhista,escultor e Fotografo
auto didata,é formado em História,professor de literatura.Já fez
inumeras exposições de fotografia e recitais no SESC-Crato,e consequentemente empraças publicas,tentando aprocimar o publico
de uma arte contestadora e engajada.

A palestra faz parte do Fazendo Arte que é desenvolvido pela instituição Nova Vida e visa oferecer a comunidade do Gesso e de outras localidades da cidade do Crato o maior número de linguagens artísticas, visando gerar uma maior aproximação com o universo da produção e circulação da arte, proporcionando assim, formação sócio-cultural, através de ações de qualificação artística e fruição estética, objetivando combater os índices de violência, consumo de drogas e prostituição infanto-juvenil, fatores presentes na comunidade, e criando condições de acesso a arte e a cultura, através de oficinas, debates, visitas aos espaços de circulação das artes como museus, galerias, teatro, cinema, centros culturais, ateliês e terreiros de brincantes, utilizando esses instrumentos para promover transformações favorecendo o desenvolvimento do aprendizado e da cidadania.


Para o presidente do Projeto Nova Vida essa é uma grande oportunidade para que a juventude associe seus conhecimentos a uma prática efetiva.

Para Fatinha Gomes a palestra será de suma importancia ,pois essa é uma oportunidade para que a juventude entre busque sua identidade artistica dentro do contexto de seu espaço de convivio.
A coordenadora pedagógica do Fazendo Arte e integrante do Coletivo Camaradas, Fatinha Gomes


O Projeto Fazendo Arte tem como realizadores as instituições alemãs Aktionskreis Pater Beda, Kinder Missionswerk e a Missionswerk Die Sternsinger e o Projeto Nova Vida e a parceria da Universidade Regional do Cariri - URCA, Secretárias Municipais da Educação e da Cultura,Coletivo Camaradas e SESC.

Nossos Parceiros - Mercadinho Matos

O Mercadinho Matos firmou-se na cidade como um locais preferidos pelos Cratenses para fazerem as suas compras. Bons preços, excelente atendimento, e variedade. Produtos sempre novos, longe do prazo de vencimento. Tudo em: Cereais, enlatados, perfumaria, biscoitos, bebidas e frios em geral. MERCADINHO MATOS - O Prazer de comprar bem pelo melhor preço da cidade, com entrega em Domicílio. Rua Dr. João Pessoa, 73 - Fone (88) 3521-3893 - Crato - CE.

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Na foto Abaixo: Os proprietários: Aluísio e Adiê

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CRATO - Notícias do dia 09 de Fevereiro de 2010



Saúde realiza Campanha Fique Sabendo, para detectar vírus HIV


A Secretaria de Saúde do Crato inicia hoje, a partir das 8 horas, no ambulatório de DST/AIDS, no Centro de Especialidades, a Campanha Fique Sabendo, com testes rápidos para detectar HIV. A equipe multiprofissional da Secretaria estará fazendo o acompanhamento dos testes, com profissionais como psicóloga e enfermeira, para aconselhamento antes e depois dos testes rápidos. Há sete anos foi desenvolvida no município campanha para se detectar HIV. Em Crato há 25 casos diagnosticados de AIDS, que são acompanhados por meio do ambulatório da macrorregional de saúde, no Hospital Santo Inácio, em Juazeiro do Norte. A Campanha do Ministério da Saúde será desenvolvida em Crato com exames limitados. O objetivo é dar possibilidade as pessoas que estão com suspeita de ter contraído o vírus HIV, de realizarem exames rápidos gratuitamente.

Prorrogado recadastramento de servidores

Foi prorrogado até o dia primeiro de março o recadastramento dos servidores municipais do Crato. Como forma de facilitar mais ainda esse processo para o servidor, a Secretaria de Administração do Município solicitou do fórum o encaminhamento das certidões de antecedentes. Com essa lista das certidões dos servidores já enviadas para a prefeitura, haverá todo um adiantamento no processo, segundo afirma o secretário de Administração, Christiano Siebra. O cadastramento foi iniciado no mês de dezembro do ano passado e cerca de 40% dos integrantes do quadro dos servidores municipais já foram recadastrados. De acordo com o secretário, o objetivo desse recadastramento de todos os servidores é uniformizar a base de dados da prefeitura, com a finalidade de estabelecer políticas de valorização do servidor público.

Primeiro Passo leva jovens a estágios e capacita para o mercado de trabalho

O Governo Municipal, em parceria com a Secretaria de Ação Social, comunica que o foram encerradas as aulas do Projeto Primeiro Passo Bolsista, com o curso de auxiliar administrativo. Os alunos já se encontram estagiando nas determinadas repartições públicas. As atividades foram iniciadas no dia 10 de Agosto do ano de 2009, com uma turma de 20 alunos, onde funciona no Telecentro Comunitário – RFFSA, na rua Ratisbona S/N. A turma integra o CRAS do Seminário, CRAS do Alto da Penha, CRAS da Vila Alta, CRAS do Muriti, Casa do Cidadão e na Secretaria de Ação Social. O objetivo do projeto é propor a qualificação social, educacional e profissional do adolescente para o mercado de trabalho.

Carnaval para grupo sócio-educativo Mundo da Fantasia

Será realizado hoje, às 12 horas, carnaval infantil para as crianças participantes do grupo sócio-educativo "Mundo da Fantasia", com atividades lúdicas e recreativas. No evento serão escolhidas as melhores fantasias e serão realizadas muitas brincadeiras. Agradecemos a todos que fazem parte do referido grupo e que queiram participar.

Ação Social entrega certificados a participantes de curso

O Governo Municipal e a Secretária de Ação Social, Liduína Alves de Andrade, convidam todos os usuários do CRAS do Alto da Penha que participaram do curso de Auxiliar de Cozinha, a se fazerem presentes no encerramento do referido curso. Na ocasião, serão entregues, a partir das 18 horas, os certificados dos participantes. Convida ainda todos os idosos da comunidade do Alto da Penha a se fazerem presentes, neste dia 10 de fevereiro, às 14 horas, no Centro de Referência da Assistência Social – CRAS, do referido bairro, para comemorar o CARNAVAL DO IDOSO, junto com a equipe técnica e seus auxiliares.

Governo Municipal do Crato
Fone/Fax - (88) 3521.9960
Mais informações:
http://www.crato.ce.gov.br
http://www.prefeituramunicipaldocrato.blogspot.com

Virgulino, um cangaceiro a frente de seu tempo. Por: Manoel Severo

Parece estranho falarmos de cangaço e termos que recorrer a conceitos próprios do ambiente empresarial moderno; mas, nos aprofundando um pouco mais na história intrigante de Virgulino, não nos parece exagero considerar que já naquela época o engenhoso bandido das caatingas conhecia muito bem o valor do Marketing Pessoal, a Política da Boa Vizinhança, Lobby e Tráfico de Influência, até mesmo noções de Logística Empresarial; na verdade não conseguimos conceber um reinado tão extenso de uma vida fora da lei em circunstâncias tão adversas, sem que boa parte desses conceitos não fizesse parte da mente prodigiosa de Lampião.


Desde cedo pela própria profissão da família, Virgulino e os irmãos passaram a conhecer toda a região e fazer um grande ciclo de relacionamentos, que mais tarde, unido a ingredientes como o medo e o favor, seriam de muita valia. Sem falar que essa espetacular rede de “apoiadores”, formada de gente miúda e graúda, foi fundamental para a sobrevivência por tanto tempo do famoso grupo.

As condições inóspitas e hostis da caatinga exigiam, além da extrema capacidade física, um exagerado instinto de sobrevivência. Comida, água, descanso, dormida, eram luxos muitas vezes esperados por dias a fio. Andanças intermináveis, muitas vezes em círculos, passando por vários estados em poucos dias carecia de um mínimo de organização e senso de direção.

Outro fator preponderante era o acesso à munição. Até os mais próximos do grande chefe do grupo, não sabiam de onde vinha tamanha carga de armamento, inclusive recebendo o que havia de mais moderno na época, exclusividade que nem as forças policiais recebiam.


Líder consciente da força de sua imagem diante do bando

Penso que o maior de todos os diferenciais entre Lampião e os outros grandes chefes do cangaço, como Jesuíno Brilhante, Antonio Silvino e mesmo Sinhô Pereira, sem dúvidas era o seu cérebro privilegiado. Mesmo compreendendo a posição de amigos pesquisadores quando defendem a desconstrução do mito de que Lampião não tinha nada de estrategista militar e que seu sucesso e longevidade na vida cangaceira se deveu a uma “mistura de incompetência e corrupção, por parte dos governos, e instinto de sobrevivência da parte dele, Lampião”; as espetaculares técnicas desenvolvidas para a “guerrilha” na caatinga, muitas vezes foram determinantes para salvar vidas e vencer batalhas, muitas delas beirando ao absurdo do desequilíbrio de forças, como a de Serra Grande onde uma força volante de perto de 400 homens não conseguiu dá cabo do grupo cangaceiro com pouco mais de 70 cabras, que se valiam desde o ousado enfrentamento em nítida desvantagem, à retirada estratégica quando lhe era conveniente, muitas vezes o bando simulava o abandono do embate e voltava pela retaguarda e encontrava a força volante totalmente desprevenida.

Na verdade, o próprio estilo de vida cangaceira; uma espécie de nômade das caatingas, o profundo conhecimento da região e suas sólidas redes de apoio logístico, lhes conferiam um grande poder de mobilidade, como também maiores condições de escaparem da polícia.


No Cangaço de Virgulino, cada peça ocupava seu lugar!


Um dos maiores cuidados do grupo era evitar o movimento pelas estradas, e mesmo dentro da caatinga tomavam cuidados excessivos com relação aos rastros. O ato de andar em fila indiana, todos seguindo na mesma pegada, o fato de calçar alpercatas com o salto na frente e o último do grupo apagar as pegadas com galhos de plantas eram providências costumeiras para dificultar o trabalho dos rastreadores das volantes, o cuidado em acender o fogo para a comida e até mesmo em enterrar os restos de animais sacrificados e restos de comida eram costumais, além do uso de cães para a sentinela e um entrançado de fios e chocalhos ligados entre si pela catinga, para denunciar a presença indesejada. Ao invadir os lugarejos o primeiro alvo eram sempre os fios do telégrafo.

Outra tática que visava confundir o trabalho das volantes era não deixar os corpos de seus companheiros abatidos em combate, quando era inevitável, cortavam as cabeças dos mesmos para evitar que fossem identificados. O grupo também possuía o hábito de para os novos membros adotar a alcunha ou apelido de outro companheiro morto, também na intensão de confundir a polícia, perpetuando o personagem abatido.

Dessa forma não seria exagero nenhum, declinar Virgulino Ferreira como um dos cérebros mais privilegiados de sua época, razão sem dúvidas que permitiu seu “reinado” por quase vinte anos; de sua simpática Vila Bela em 1918 até o fatídico julho de 1938, em Angico.


Em agosto teremos na região do Cariri o Cariri Cangaço 2010; entre os dias 17 e 22, se reunirão nas cidades de Crato, Juazeiro do Norte, Barbalha, Missão Velha, Aurora, Porteiras e Jati, grandes pesquisadores da temática, promovendo um dos maiores debates do Brasil.

Manoel Severo.
cariricangaco.blogspot.com




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Noite de Chuva e Trovoadas em Crato ! - Previsão do Tempo para o Dia 09 de Fevereiro

Uma noite de muita chuva em Crato. No momento em que escrevo estas linhas, às 03:28, cai uma pesada chuva na cidade, com direito a trovões e relâmpagos. Há alguns dias não chovia na região, mas todos os dias temos divulgado os boletins do site Climatempo, de que a chuva pode vir a qualquer horário. E foi isso que aconteceu nessa madrugada. Hoje, no Jornal Diário do Nordeste, o Jornalista Antonio Vicelmo publicou matéria que mostra a preocupação que já se fazia sentir entre os agricultores do Cariri com o Veranico.

Eis a previsão de hoje, segundo o site Climatempo, especialista em meteorologia no País:


Fonte: Climatempo

PT, PSDB e DEM se unem contra resolução do TSE para manter doações ocultas


NE - PT, PSDB e DEM querem manter sistema de Doações OCULTAS...


Adversários políticos declarados, PT, PSDB e DEM se uniram para contestar a resolução do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que trata das doações ocultas nas eleições. Em petição conjunta, os partidos sugerem mudanças no texto da resolução para manter as doações sem identificação dos candidatos beneficiados. Atualmente o mecanismo para realizar as doações ocultas é o seguinte: os financiadores repassam os valores para os partidos, sem identificar os candidatos que receberão as quantias, e os partidos fazem a distribuição dos recursos aos políticos nas eleições sem revelar a fonte dos financiamentos.

O texto da nova resolução do TSE determina expressamente que em ano eleitoral os partidos sejam obrigados a "discriminar a origem e a destinação dos recursos repassados a candidatos e comitês financeiros". A ideia é impedir que os políticos, sob o escudo do partido, recebam repasses de fontes vedadas, como concessionárias de serviços públicos e sindicatos, além de permitir que a sociedade saiba quem financiou quem nas eleições. Na petição, os partidos questionam as novas responsabilidades dos partidos em realizar as prestações de contas, além da exigência de identificação dos doadores.

"É que a captação de recursos de diversos doadores e os eventuais repasses a diversos donatários não se dá a um só tempo e em quantias coincidentes, de modo a possibilitar dizer qual candidato recebeu especificamente de qual doador", dizem os partidos na petição.

Fonte: Folha Online
Foto: Fotosearch


Juazeiro do Norte - Escritores e músicos discutem plano cultural - Reportagem: Elizângela Santos


I Encontro inicia uma série de reuniões para fomentar a produção literária regional e o seu fortalecimento. Divulgar a produção de textos e músicas populares no Cariri no cenário nacional é uma das metas do setor.

Juazeiro do Norte. Escritores, poetas, cordelistas e repentistas deste município e do Cariri estiveram reunidos no último fim de semana, durante o I Encontro do setor, realizado na região, para debater o fortalecimento do movimento literário na região e elaborar o Plano Municipal de Cultura. Uma rede de discussão permanente será criada para debater o assunto e possibilitar a elaboração de um documento reivindicatório de apoio aos escritores da região. O encontro aconteceu no Teatro Marquise Branca, numa plateia seleta. Os debates também tiveram um caráter didático e foram iniciados com palestra do professor Renato Casimiro, escritor e pesquisador juazeirense, que falou sobre registros de trabalhos literários na Biblioteca Nacional, ficha catalográfica, direitos autorais, entre outros esclarecimentos para a área.

Vários questionamentos e discussões foram abordados em torno desse assunto, no qual se viu a necessidade de apoio maior aos escritores, para os registros dos trabalhos e a inserção no universo da produção literária nacional dos textos de escritores caririenses. O também pesquisador e escritor juazeirense, Daniel Walker, falou sobre o Projeto do Centenário de Juazeiro do Norte.

Durante as festividades do Centenário, serão priorizados os trabalhos literários que forem lançados durante este período, estimulando a produção de trabalhos relacionados à história de Juazeiro do Norte e região. No I Encontro, foram priorizadas discussões em grupo para elaboração de um Plano Municipal de Cultura. O início das discussões começou por Juazeiro, por meio de iniciativa da Secretaria de Cultura da cidade. O evento teve a parceria do Instituto Cultural do Vale Caririense (ICVC), Instituto Cultural Caririense (ICC) e Academia dos Cordelistas do Crato, além de outras instituições. O escritor Renato Casimiro destaca a importância de um reconhecimento do mercado para a produção literária, como acontece com o audiovisual, com o CD e o DVD. Segundo o escritor e coordenador do evento, Franco Barbosa, o objetivo desse trabalho é reunir forças para que haja uma continuidade do trabalho. A próxima reunião, em maio, acontece em Crato, depois Barbalha e Araripe. Conforme o coordenador, os encontros nessas três cidades servirão de base para dar encaminhamento ao documento com as principais necessidades do setor.

VISIBILIDADE

"Os nossos mestres estão sendo vistos. É preciso dar visibilidade à produção literária regional"
FRANCO BARBOSA
Coordenador do I Encontro de Escritores e Cordelistas da região do Cariri

Elizângela Santos
Repórter do Jornal Diário do Nordeste

Colaboradora do Blog do Crato

Um Milagre ou Coincidência ? - Haitiano é retirado com vida dos Escombros


Homem passa quase 1 mês soterrado!

Um homem retirado de escombros em Porto Príncipe nesta segunda-feira pode ter permanecido soterrado desde o terremoto de 12 de janeiro, reportou hoje a rede de televisão americana CNN. O homem de 28 anos, identificado como Evan Muncie, foi encontrado nos escombros de um marcado onde ele vendia arroz. Ele sofria de desnutrição e desidratação extrema, mas não parecia ter ferimentos significativos, disseram médicos da Universidade de Miami que estão no local. Muncie disse aos médicos que alguém estava levando água a ele enquanto estava preso, mas os médicos declararam que ele parecia confuso e às vezes parecia acreditar que ainda estava preso debaixo das ruínas do mercado. Mais de 200 mil pessoas já morreram por causa do terremoto de magnitude 7.0 que atingiu o país caribenho.

Por Redação Yahoo! Brasil

CRATO - Notícias da URCA - 09 de Fevereiro de 2010


Plano de Gestão do Geopark Araripe passa por consolidação


Está sendo desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, o Plano de Gestão do Geopark Araripe. O trabalho terá continuidade hoje, na Universidade Regional do Cariri (URCA). Na ocasião, estarão reunidos os membros do Comitê Multidisciplinar do Geopark Araripe, na sala da Pós-Graduação de Pedagogia. Os trabalhos são coordenados por Patrício Melo, coordenador geral do Geopark Araripe. A primeira etapa do Plano foi ouvir as comunidades, através de seminários locais, que estão inseridas nas áreas dos nove geosítios, nos seis municípios que integram o Geopark Araripe. Durante os dois dias de oficina, o plano está sendo consolidado e as ações até o ano de 2012 definidas, incluindo um Plano de Emergência, que leva em conta as ações de infraestrutura que deverão ser iniciadas a partir de março deste ano, nos locais onde estão os geosítios. A meta é receber a equipe que integra a UNESCO, prevista para vir à região em julho deste ano, e as questões prioritárias, relacionadas às exigências do órgão internacional para revalidação do Selo da Rede Global de Geoparks sejam atendidas. O coordenador geral do Geopark Araripe, Patrício Melo, participará nos próximos dias 25 e 26 de uma reunião de trabalho, em Fortaleza, na Secretaria das Cidades, onde serão definidas as ações a serem executadas, por meio do Projeto Cidades do Ceará – Cariri Central, dentro do Plano de Emergência. O Secretário Joaquim Cartaxo, que recentemente esteve na região, com a equipe do Banco Mundial, destacou, junto com a equipe do BIRD, a necessidade de dotar o Geopark de infraestratura. O projeto também insere um trabalho de divulgação, com planejamento de comunicação ampla, conscientização e educação ambiental, envolvendo importantes parcerias, a exemplo do Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente (Conpam).

OAB – CE atende solicitação de Comissão de Direito da URCA e doará 10 computadores para Biblioteca

A Coordenação do Curso de Direito, visando contribuir para a reestruturação da Biblioteca do Curso, constituiu uma Comissão de Apoio e Desenvolvimento. No último dia 05 de fevereiro, a Comissão se reuniu com o Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Secção do Ceará, para pleitear uma doação de computadores (Desktops e Notebooks), para a ampliação do acesso dos alunos aos instrumentos de consulta on line. Durante seu discurso, na solenidade de posse da nova Diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil – Subsecção do Crato, o Presidente da Seccional, Advogado Valdetário Monteiro, garantiu a doação de 10 computadores para a nossa biblioteca, dentre desktops e notebooks. A Comissão contou ainda com o apoio do Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Subsecção do Crato, Advogado Fabrício Callou. O coordenador do Curso, Reno Feitosa, agradece aos membros da Comissão pela importante aquisição: Antonia Ladislau de Sousa, Antonio Ambrósio de Oliveira, Francisco Assis Bezerra da Cunha, Filipe Meneses Santana Bezerra e Jonas Feitosa Rodrigues.

Assessoria de Comunicação
Universidade Regional do Cariri - URCA
(88) 3102-1212 ramal 2617
www.urca.br
Crato, 09 de fevereiro de 2010

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