18 agosto 2010

Crato, “paraquedistas” em temporada de caça ao voto - Por: ED ALENCAR


Em tempo de eleição, nossa cidade não precisa de “aeroporto” para cair tantos pára-quedistas em busca de votos. Nunca vi uma cidade tão vulnerável as conquista dos forasteiros. Por que será? São muitos os vícios, um mercado livre para quem der mais, tanto para o apoio ou pelo voto. Entretanto, o voto pode ser trocado por um saco de cimento, um remédio, um alô pela televisão, um litro de cana, e assim vão levando e formando uma população com raras exceções, de eleitores sem princípios éticos, ou sem conscientização política, para o desenvolvimento de sua cidade, assim não importa se é ficha limpa ou ficha suja.

E falando em desenvolvimento político e sócio-econômico não precisamos ir muito longe, bastaríamos ver os exemplos do mito cratense. Padre Cícero, que fundou uma cidade, ensinou seu povo a rezar e a votar como político foi, em prol da sua cidade, onde não podemos esconder e sim, compara Juazeiro com “100” anos e Crato com mais do dobro.

E falando no exemplo de Padre Cícero Político, ele tem seguidor, um renomado filho do Crato, lá também político, muito tem atuado em prol da sua cidade natal. É ou NON é? Resumindo: tudo isso fruto das decepções políticas dos nossos representantes, que nos tornaram descrentes e instigadores ao vicio do toma lá, da cá. Hoje em dia na hora de votar, muitos eleitores, caminham para as urnas, ainda indecisos entre o alô do Chacrinha, entre o litro de cana ou pelos trocados recebidos escondidos.

Ed. Alencar Ambientalista

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