20 julho 2010

A Importância de se debater o Futuro da Expocrato - Por: Dihelson Mendonça

Esta postagem não é nenhuma crônica maravilhosa e bem escrita daquelas que escrevem os grandes mestres, como Carlos Eduardo Esmeraldo ou o Emerson Monteiro. É apenas um comentário rápido sobre a importância de debatermos o que queremos para a nossa cidade. O que o povo quer, e o que o povo vai ter. É verdade que parece que no Crato, apoderaram-se da EXPOCRATO. Olhando de longe, temos a impressão que um grupo chegou, fincou bandeira, manda e desmanda na expocrato e o povo tem que aceitar tudo caladinho engolindo tudo e nenhuma opinião dos cratenses é levada em consideração. É como se o negócio fosse todo particular, privado, controlado por cartolas. Neste ano, assim como todos os anos, a festa bate recordes de público. É claro! A população do planeta só tende a aumentar. Seria muito muito estranho se a festa diminuísse a cada ano. Ao ver tantas postagens no Blog nessa semana relacionadas com o tema expocrato, temos a certeza de que as pessoas andam preocupadas com tudo isso. A verdade é que o parque da maneira atual não tem mais condições de comportar a festa. No centro da cidade, o acesso é precário. Milhares de automóveis tentando chegar lá sem conseguir, sem estacionamento. Insegurança, barulho.

O som altíssimo perturba a cidade inteira. Misturou-se uma exposição com uma produção particular de shows, tudo visando o DINHEIRO de um grupo, sem fornecer espaços relevantes para as manifestações culturais e artísticas no evento, que deveria ser prioridade. Todo ano os artistas locais da música são obrigados a mendigar um pequeno espaço no palco da URCA a fim de mostrar um pouco da sua arte para os visitantes. Isso é correto ?

Por isso: Temos que Repensar o Futuro da Exposição do Crato, da forma que os cratenses entenderem que deve ser, e não como os "Cartolas" querem que seja. Talvez seja tempo de aparecer algum HOMEM nesta cidade capaz de trazer de volta aquilo que só deveria pertencer única e exclusivamente aos Cratenses: A Tradicional Exposição do Crato.

Dihelson Mendonça

8 comentários:

  1. Vamos começar nosso eterna batalha...Isso depende dos politicos....e o povo é quem elege eles....então depende de nós.

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  2. Ricardo F. Rodrigues20 de julho de 2010 21:38

    Dihelson,

    Mais do que importantíssimo!!! É até urgente que se abra um debate sobre a Exposição. Pois, novamente, pode cair no esquecimento fazer uma discussão mais aprofundada sobre o assunto.

    Acerca disso, republico abaixo um comentário que fiz, aqui no blog no mês passado, num artigo sobre a ausência de apresentações dos artistas regionais no evento:

    Acredito que um dos movimentos que se deve fazer em relação à Expocrato – antiga Exposição Centro-Nordestina de Animais e Produtos Derivados – é pela sua desprivatização. Isso mesmo, DESPRIVATIZAÇÃO!

    Se todos bem lembram, a Exposição do Crato funcionava apenas na parte de cima do Parque. Expositores, barracas, vendedores ambulantes, apresentações artísticas, tudo se concentrava ali naquele espaço. Com o passar do tempo, percebendo que o local não mais comportava a multidão que ali transitava diariamente, os organizadores decidiram ampliá-lo. Assim, surgiu a parte de baixo do Parque. A princípio, seria para diminuir a aglomeração do fluxo de pessoas, expandindo a área para circulação, ampliar a área para expositores, etc., etc., etc. ... Mas, pouco tempo depois, essa mesma área ampliada foi PRIVATIZADA, ou seja, foi literalmente CERCADA. Ficando nas mãos de uma empresa que controla toda a parte de ‘shows’, aluguel de barracas, acesso das pessoas e tudo mais, como já sabemos, deixando o Parque de novo pequeno.

    Dedução lógica: tem ALGUÉM (ou muita gente) ganhando muito dinheiro com a chamada ‘Expocrato’. Desconfio de que não são os vendedores de filhóis, pastéis, caldo de cana, artesanatos...

    Ora, se ALGUÉM controla uma parte significativa do Parque de Exposições, naturalmente se dá o direito de cobrar quanto bem entender por um lote de uma barraca – elevando também o preço dos produtos –; contratar quem bem quiser para fabricar seus ‘shows’ – e aí, não importa se o artista é regional ou não, vai trazer quem a mídia mostra e que lhe dá uma grande bilheteria (o que nem sempre é o que tem qualidade) –; escolher qual marca de produto vai ser comercializada no interior do Parque... Enfim, ALGUÉM controla tudo, pois o objetivo é o lucro.

    Alguma coisa não está errada??? Obviamente, todo comerciante visa a vender seu produto com alguma margem de lucro. Isso é o comum, aceitável! Porém, essa margem, quando extrapola o normal, deixa de ser lucro e passa a ser EXPLORAÇÃO. Um ato INACEITÁVEL.

    Portanto, a ausência de uma verdadeira programação artístico-cultural nos palcos da ‘Expocrato’, com grandes valores da região, é tão somente uma consequência do processo de DEGENERAÇÃO pelo qual passou a Exposição Centro-Nordestina de Animais e Produtos Derivados do Crato.

    Assim, mais do que reivindicar a participação dos nossos artistas, é preciso RESGATAR um evento genuinamente popular, de valorização das tradições regionais e culturais, ocupando o seu local de forma organizada e estruturada em toda a sua área (que é pública) – eliminam-se as cercas e o espaço privatizado dos “donos da festa” –, com o livre e democrático acesso e a circulação das pessoas por todos os espaços.

    Sonho impossível???!!!

    Acho que não!

    Basta que a Exposição volte às suas origens. Inclusive com o seu verdadeiro nome.

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  3. Ricardo F. Rodrigues20 de julho de 2010 21:40

    Dihelson,

    Mais do que importantíssimo!!! É até urgente que se abra um debate sobre a Exposição. Pois, novamente, pode cair no esquecimento fazer uma discussão mais aprofundada sobre o assunto.

    Acerca disso, republico abaixo um comentário que fiz, aqui no blog no mês passado, num artigo sobre a ausência de apresentações dos artistas regionais no evento:

    Acredito que um dos movimentos que se deve fazer em relação à Expocrato – antiga Exposição Centro-Nordestina de Animais e Produtos Derivados – é pela sua desprivatização. Isso mesmo, DESPRIVATIZAÇÃO!

    Se todos bem lembram, a Exposição do Crato funcionava apenas na parte de cima do Parque. Expositores, barracas, vendedores ambulantes, apresentações artísticas, tudo se concentrava ali naquele espaço. Com o passar do tempo, percebendo que o local não mais comportava a multidão que ali transitava diariamente, os organizadores decidiram ampliá-lo. Assim, surgiu a parte de baixo do Parque. A princípio, seria para diminuir a aglomeração do fluxo de pessoas, expandindo a área para circulação, ampliar a área para expositores, etc., etc., etc. ... Mas, pouco tempo depois, essa mesma área ampliada foi PRIVATIZADA, ou seja, foi literalmente CERCADA. Ficando nas mãos de uma empresa que controla toda a parte de ‘shows’, aluguel de barracas, acesso das pessoas e tudo mais, como já sabemos, deixando o Parque de novo pequeno.

    Dedução lógica: tem ALGUÉM (ou muita gente) ganhando muito dinheiro com a chamada ‘Expocrato’. Desconfio de que não são os vendedores de filhóis, pastéis, caldo de cana, artesanatos...

    Ora, se ALGUÉM controla uma parte significativa do Parque de Exposições, naturalmente se dá o direito de cobrar quanto bem entender por um lote de uma barraca – elevando também o preço dos produtos –; contratar quem bem quiser para fabricar seus ‘shows’ – e aí, não importa se o artista é regional ou não, vai trazer quem a mídia mostra e que lhe dá uma grande bilheteria (o que nem sempre é o que tem qualidade) –; escolher qual marca de produto vai ser comercializada no interior do Parque... Enfim, ALGUÉM controla tudo, pois o objetivo é o lucro.

    Alguma coisa não está errada??? Obviamente, todo comerciante visa a vender seu produto com alguma margem de lucro. Isso é o comum, aceitável! Porém, essa margem, quando extrapola o normal, deixa de ser lucro e passa a ser EXPLORAÇÃO. Um ato INACEITÁVEL.

    Portanto, a ausência de uma verdadeira programação artístico-cultural nos palcos da ‘Expocrato’, com grandes valores da região, é tão somente uma consequência do processo de DEGENERAÇÃO pelo qual passou a Exposição Centro-Nordestina de Animais e Produtos Derivados do Crato.

    Assim, mais do que reivindicar a participação dos nossos artistas, é preciso RESGATAR um evento genuinamente popular, de valorização das tradições regionais e culturais, ocupando o seu local de forma organizada e estruturada em toda a sua área (que é pública) – eliminam-se as cercas e o espaço privatizado dos “donos da festa” –, com o livre e democrático acesso e a circulação das pessoas por todos os espaços.

    Sonho impossível???!!!

    Acho que não!

    Basta que a Exposição volte às suas origens. Inclusive com o seu verdadeiro nome.

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  4. O que acrescentar se o comentario acima, por si, já diz tudo. Da minha ótica o que presenciei na Expocrato foi muita sujeira e muita exploraçao nas barracas. A barraca vizinha a Central da Picanha estava assaltando a mao desarmada. O garçon era descarado mesmo. Quase saio na porrada com ele. Um pratinho de tira gosto por $ 65,00 é muita cara de pau mesmo. Paguei com toda minha indignaçao. Bem uma soluçao imediata para tal descaso com a autentica expocrato seria a desvinculaçao daqueles shows bate estaca e a ocupaçao daquele enorme espaço com atrações vinculadas ao certame. Rodeios e coisas semelhantes. Agora a turma que esta mamando nao vai largar nunca este peitinho, aparece doutor de todo lugar para justificar tamanha safadeza com a nossa saudosa Expocrato
    Dihelson vamos em frente com mais essa batalha. Afinal o Crato é nosso
    Abraços
    Jair Rolim

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  5. Pra mim a solução simples é separar a parte da exposição, a Expocrato propriamente dita (com a exposição agropecuária, artesanato, gastronomia, cultura, com apresentação dos artistas locais, etc.) da parte "privada" e comercial que é a promoção desses shows. Primeiro porque a área dos shows é totalmente imprópria, espaço pequeno, mal distribuido, pouquissima segurança (o numero de roubos la dentro é absurdo), sem falar que shows dessa magnitude, no centro da cidade, complica.

    A ExpoCrato tem que continuar no Parque, e esse Parque tem que ser revitalizado com urgência, mas falando especificamente sos shows, poderiam ficar em local mais afastado.

    Não sei até que ponto o projeto do prefeito de reforma do parque vai suprir todas essas necessidades, mas seja como for, outro ponto importante é que percebo uma visão ainda bastante pequena em relação a importância da ExpoCrato como um importante fator turístico pra região toda, para atrair de fato outras empresas, negócios. Só se fala, só se divulga e promove os shows de Forró e similares, que apenas levam o dinheiro do povo daqui para os bolsos dos promotores e desses artistas, todos de fora.

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  6. Dihelson, como observador das coisas de nossa cidade, faço um pedido: dê um "up" - se me permite o anglicismo - em todos as postagens sobre o tema(que não é repetitivo, mas é de interesse público) e vamos sim levantar mais uma vez pertinente questão. De minha parte, como não entendo de "artes musicais" e afins, tenho interesse como morador dessa "pólis" em saber sobre o desenrrolar dos fatos e atitudes por parte do poder público acerca da problemática física do parque. Não se trata de um simples fetichismo em torno de uma festa milionária(eu mesmo não auferi nenhum centavo) ou uma âncora de egos provincianos - longe de mim. E de nenhum nós aqui presentes.
    É inegável que se os "artistas regionais" desejam fazer valer sua voz perante ao estridente som comercial - e não lhes tiro razão -que ora toma conta da nossa expo, também é válido que todas as outras pessoas, expositores e moradores da cidade, exponham suas opiniões acerca de uma solução de consenso para a nossa maior vitrine. Solução notadamente urbanística, com tudo o que ela possa acarretar, desde o saneamento básico que não é um dos melhores em certo perímetro do parque até o trânsito em torno do evento.

    Faço votos de que prefeito e governador, os quais não obtiveram minha "chancela" de eleitor, entrem num entendimento institucional e técnico acerca das possibilidades de um redimensionamento do parque ou um NOVO, desde que esta última alternativa seja de consenso, mais uma vez. Nada de brigas, nada de desentendimentos de bastidores.

    Por fim é interessante lembrar sobre as necessidades de nossa outra vitrine ao lado -físico, até- da exposição: a URCA. Foi dito que o parque seria cedido a nossa mais importante instituição de ensino superior. Mas diante de tal proposta, como anda de fato as reais carências da URCA? Eis a pergunta.

    Pontos fracos em torno do parque, opnião particular:
    *trânsito em colapso;
    *a insalubridade do esgoto que o atravessa;
    *a falta de um estacionamento para mais de 1000 carros;
    *o som que invade nossas casas;
    *a já propalada falta de espaço para expositores, agrícolas ou não;
    *a falta de pavimentação do parquinho infantil, o que gera poeira;
    *a limpeza pública que por vezes deixa e muito a desejar.

    Pontos fortes de sua localização, opinião particular:
    *acessibilidade, tão em voga hoje em dia. Basta lembrar que a última parada do metrô não é distante do parque;
    *probabilidade maior de frequência, uma vez que suponho ser o número dos que possuem carros minoria;
    *proximidade com a rede hoteleira desta cidade, o que não quer dizer que as não cratenses não venham a ser desejáveis, pelo contrário;
    *proximidade com os pontos turísticos daqui, como igrejas, praças, centro cultural, estando estes locais submetidos a imediata visibilidade turística;
    *possuir mais de 34 hectares, salvo engano, e ser de propriedade do estado.
    ___________
    Perguntas: é viável a construção de uma avenida, possível somente com o corte daquele morro vizinho ao parque, que leve a um estacionamento onde hoje é um areial de trás do parque? A cidade continuaria engarrafada ou não? Nesses mesmos terrenos traseiros do parque, há espaço para estacionamento bem como para novos corredores e pavilhões, o primordial? Como conciliar futuras expansões da universidade-uma das molas propulsoras do Crato- ao lado do parque? É possível desapropriar o décimo distrito operacional do DER, na rua Rodolfo Teófilo, afim de ser feito ali mais um estacionamento para o evento? Perguntas. Seria interessante que o arquiteto José Sales nos respondesse as indagações

    Gostaria que Salatiel e outros blogueiros que pensam esta cidade, este cariri, entrassem também no debate. Não uma polêmica vazia, por si mesma, mas assunto do mais alto interesse da cidade.

    Cordialmente.

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  7. Dihelson, como observador das coisas de nossa cidade, faço um pedido: dê um "up" - se me permite o anglicismo - em todos as postagens sobre o tema(que não é repetitivo, mas é de interesse público) e vamos sim levantar mais uma vez pertinente questão. De minha parte, como não entendo de "artes musicais" e afins, tenho interesse como morador dessa "pólis" em saber sobre o desenrrolar dos fatos e atitudes por parte do poder público acerca da problemática física do parque. Não se trata de um simples fetichismo em torno de uma festa milionária(eu mesmo não auferi nenhum centavo) ou uma âncora de egos provincianos - longe de mim. E de nenhum nós aqui presentes.
    É inegável que se os "artistas regionais" desejam fazer valer sua voz perante ao estridente som comercial - e não lhes tiro razão -que ora toma conta da nossa expo, também é válido que todas as outras pessoas, expositores e moradores da cidade, exponham suas opiniões acerca de uma solução de consenso para a nossa maior vitrine. Solução notadamente urbanística, com tudo o que ela possa acarretar, desde o saneamento básico que não é um dos melhores em certo perímetro do parque até o trânsito em torno do evento.

    Faço votos de que prefeito e governador, os quais não obtiveram minha "chancela" de eleitor, entrem num entendimento institucional e técnico acerca das possibilidades de um redimensionamento do parque ou um NOVO, desde que esta última alternativa seja de consenso, mais uma vez. Nada de brigas, nada de desentendimentos de bastidores.

    Por fim é interessante lembrar sobre as necessidades de nossa outra vitrine ao lado -físico, até- da exposição: a URCA. Foi dito que o parque seria cedido a nossa mais importante instituição de ensino superior. Mas diante de tal proposta, como anda de fato as reais carências da URCA? Eis a pergunta.

    Pontos fracos em torno do parque, opnião particular:
    *trânsito em colapso;
    *a insalubridade do esgoto que o atravessa;
    *a falta de um estacionamento para mais de 1000 carros;
    *o som que invade nossas casas;
    *a já propalada falta de espaço para expositores, agrícolas ou não;
    *a falta de pavimentação do parquinho infantil, o que gera poeira;
    *a limpeza pública que por vezes deixa e muito a desejar.

    Pontos fortes de sua localização, opinião particular:
    *acessibilidade, tão em voga hoje em dia. Basta lembrar que a última parada do metrô não é distante do parque;
    *probabilidade maior de frequência, uma vez que suponho ser o número dos que possuem carros minoria;
    *proximidade com a rede hoteleira desta cidade, o que não quer dizer que as não cratenses não venham a ser desejáveis, pelo contrário;
    *proximidade com os pontos turísticos daqui, como igrejas, praças, centro cultural, estando estes locais submetidos a imediata visibilidade turística;
    *possuir mais de 34 hectares, salvo engano, e ser de propriedade do estado.
    ___________
    Perguntas: é viável a construção de uma avenida, possível somente com o corte daquele morro vizinho ao parque, que leve a um estacionamento onde hoje é um areial de trás do parque? A cidade continuaria engarrafada ou não? Nesses mesmos terrenos traseiros do parque, há espaço para estacionamento bem como para novos corredores e pavilhões, o primordial? Como conciliar futuras expansões da universidade-uma das molas propulsoras do Crato- ao lado do parque? É possível desapropriar o décimo distrito operacional do DER, na rua Rodolfo Teófilo, afim de ser feito ali mais um estacionamento para o evento? Perguntas. Seria interessante que o arquiteto José Sales nos respondesse as indagações

    Gostaria que Salatiel e outros blogueiros que pensam esta cidade, este cariri, entrassem também no debate. Não uma polêmica vazia, por si mesma, mas assunto do mais alto interesse da cidade.

    Cordialmente.

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  8. Caros amigos,

    em minha modesta opinião a Exposição deve voltar a sua origem, como bem colocou o senhor Ricardo F Rodrigues, a desprivatização da expocrato se faz urgente e necessaria.
    Quanto a mudança eu discordo pois o vai ser levado o problema para outro loca, o correto e educar e fazer valer a lei de poluição sonora.
    Espaço ali se tem, projeto tem um belissimo que no stande da prefeitura mesmo foi apresentado para quem quisesse ver, o projeto de reivtalização.
    O que eu vi esse ano foi mais um boicote da parte dos adminstradores no intuito de fazer de tudo para provar que a Expocrato nao pode permanecer ali, interesse esse motivado pelo que a mudança vai acarretar, mais dinheiro, afinal a preocupação da organização e so dinheiro, um espaço na parte de cima para uma barraca chega a custar 10.000,00 , so que esse dinherio vai para onde? para a a manutenção do parque e que nao e mesmo!! tem um grupo de benficiando muiiiito com essa expocrato e isso e que devemos saber.

    Cade a prestação de contas desse dinheiro???

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