05 abril 2010

MUNDIM DO CRATO - Por Mundim do vale

Dsc06149


Passei uns dias no Crato,

Fui muito bem acolhido
E fiquei agradecido
Pelo carinho e bom trato.
Aquele povo pacato
Munido de alegria,
Com aquela simpatia,
De camarada e irmão,
Forneceram inspiração
Para esta poesia.

Nair e Antônio Morais
Me trataram como um rei,
Dizer aqui eu não sei
Qual dos dois eu devo mais.
Eu não esqueço jamais
De outro povo decente,
Que foi Valdênia e Vicente
Espelho de um bom casal.
Carinho espiritual
Recebi daquela gente.

Crato de Glória Pinheiro
E de Socorro Moreira,
Do Dr. Flávio Vieira,
Do Pimenta e do Granjeiro.
Do Pau do guarda e Lameiro,
Do doce de buriti,
E o cozido com piqui.
Crato de muita beleza,
De cultura e de grandeza
Coração do Cariri,

Crato de Péricles Macedo
Que gosta do meu cordel,
De Armando Rafael
Que escreve e não tem medo.
Crato que guarda segredo
Quando precisa guardar,
Que não é de esperar
Na hora da decisão.
Crato da exposição
E de Bárbara de Alencar.

Dihelson não encontrei
Mas coloquei nessa rima,
Antônio Correia Lima
É sumido mas achei.
Quando voltava passei
Na boa Ponta da Serra,
Lembrando da minha terra
Que é uma boa cidade.
Mas agora com saudade
A poesia encerra.

Mundim do vale

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