xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 04/01/2010 - 05/01/2010 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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30 abril 2010

CRAJUBATUR - Levando você onde o sonho pode chegar !


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A Crajubatur leva você onde o sonho pode chegar !

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CRAJUBATUR - Venda de passagens aéreas.
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Mídia internacional – Por: José Nilton Mariano Saraiva

HERALD TRIBUNE: Brazil’s Lula Most Influential Time Magazine Says;
EL PAÍS: Lula és el lider más influyente Del mundo, según la “Time”;
LE MONDE: Lula Personnalité la plus influente de 2010, secon “Time”;
LE FIGARO: Le Time distingue Lula
CLARÍN : Lula, en lo alto del pódio, entre los más influyentes del mundo;
EL UNIVERSAL: Lula da Silva es la persona más influyente Del mundo según “Time”;
PÁGINA 12: Lula el líder mas influyente del mundo.

Como se observa, o mundo todo reconhece a competência do "cara".
E você, aí do outro lado da telinha, tem alguma dúvida ???

Autoria e postagem: José Nilton Mariano Saraiva

O risco das generalizações - Por Emerson Monteiro

Onda recente de notícias trouxe aos meios de comunicação ocorrências de pedofilia no seio da Igreja Católica, revelando as marcas humanas no seio da milenar instituição e sua longa história. Pessoas, sobre as quais pesavam responsabilidades extremas para o encaminhamento moral das novas gerações, no momento seguinte se veem no foco de acontecimentos ilícitos, a permitir o crivo da civilização que explora ao máximo o sensacionalismo e tende a precipitar conclusões, numa época fértil em denominações religiosas. Defronte do quadro das mazelas verificadas no interior da maior e mais tradicional condutora de fiéis do Ocidente cabem algumas interpretações que signifiquem algo complementar aos libelos acusatórios impiedosos levantados. A boa ciência reclama serenidade, invés de precipitação, nos sérios julgamentos. Porquanto há caldo volumoso, ainda a ser considerado, de serviços validos creditados aos quantos conduzem a Barca de São Pedro, como se costuma chamar a Igreja.

E no andar dos conceitos, desponta na memória o trecho da vida de Jesus quando lhe foi trazida ao exame uma mulher adúltera, que entre os judeus sofreria execução pública por causa do crime praticado, no império da lei vigente. Perguntado qual sua posição ante a sentença, o Divino Mestre devolveu aos maiorais daquele povo, prontos exercer a pena e matar a mulher, as célebres palavras evangélicas: “Quem estiver sem pecados, atire a primeira pedra” (João 8, 1-11). É isso que vem ao pensamento, na sede justicialista dos que reclamam justiça fria e cruenta aos delitos identificados nos grupamentos católicos, de algumas localidades do mundo, a esquecer aspectos valiosos de sensatez do conjunto católico, nas eras da sua história, evidenciando a exclusiva falibilidade humana dos níveis individuais de cada crime, o outro nome da generalização preconceituosa. Igualmente, quase sempre os autores das severas condenações esquecem dos débitos da humanidade para com os sucessos multiformes da Igreja Católica em lances benfazejos. Apontar, de modo único e fatal, ordenar a pronta lapidação da instituição como responsável exclusiva pelos defeitos da raça composta de muitos indivíduos, que deve também ao espírito da justiça cristã sua vasta formação de mentalidade civilizadora, sujeita impor aos bons dores fruto de pecados particulares de uma parte desse todo, a denotar parcialidade e ingratidão.

Nisso a História prescreve um exame consciencioso dos casos indesejáveis e suas imediatas reparações, rumo aonde o joio nunca seja o trigo, sem pretender generalizar motivos parciais, coerência esta que ensina a Verdade, nas promessas do eterno Amor.

Por: Emerson Monteiro

PENSAMENTO DO FIM DE SEMANA:SABEDORIA DE MONGE SERTÃO-Wilson Bernardo.

PRIMEIRO DO QUE TUDO A PERSPECTIVA
DA FÉ É SABER QUE VAI
ACORDAR E TER O QUE COMER...
Wilson Bernardo(Texto & Fotografia)

CRATO - Notícias do dia 30 de Abril de 2010




Prefeito do Crato se reúne com nova diretoria da APSF

O prefeito do Crato, Samuel Araripe, esteve reunido, no final da manhã de ontem, com a diretoria da Associação dos Profissionais de Saúde da Família (APSF), do município. Esta foi a primeira vez que a nova diretoria, eleita no final do ano passado, esteve reunida com o Chefe do Executivo de Crato. O objetivo da reunião, que aconteceu no Salão Nobre do Paço Municipal, além da apresentação da diretoria, que estará no cargo pelos próximos dois anos, foi debater questões como insalubridade, infraestrutura de atendimento nos postos do Programa de Saúde da Família (PSF) e transporte. Atualmente o Crato conta com 27 equipes do PSF atuando no município. A entidade está sendo presidida pela odontóloga Sáskia Barreto, e na vice-presidência, o médico Luciano Brito. A verificação do grau de insalubridade nos postos de atendimento do PSF será uma das primeiras providências, já que um perito do Ministério do Trabalho, em Fortaleza, deverá ser solicitado pela administração municipal com esta finalidade. Outro ponto debatido foi o Plano de Cargos e Carreiras da Saúde (PCCS), em que também haverá a participação de um técnico para adequação. O prefeito do Crato ouviu atentamente os profissionais e a administração irá solicitar o andamento desses procedimentos, no sentido de possibilitar a melhoria das condições de trabalhos dos profissionais de saúde, por intermédio da Secretaria de Saúde do Município.

Secretaria de Cultura do Crato realiza hoje a II Conferencia Municipal de Esporte

A Secretaria de Cultura, Esporte e Juventude do Crato, por meio do Nufesp- Núcleo de Fomento ao Esporte, realiza hoje, a partir das 8 horas no auditório do Centro Cultural do Araripe, no Largo da RRFSA , a II Conferencia Municipal de Esporte. No evento serão formados grupos de discussões e em seguida será realizada a eleição e posse dos integrantes do Conselho Municipal do Esporte.

Crato ganha fábrica de produtos para construção civil

Investimento será de R$ 2 milhões na obra, a ser iniciada dentro de 60 dias

O Crato irá ganhar uma nova fábrica, a Rejuntamix, que em dois meses começa a ser construída entre a Vila São Bento e Vila Padre Cícero. Um terreno de 10 mil metros quadrados foi doado pela Prefeitura Municipal do Crato para a construção do empreendimento, que irá beneficiar diretamente a economia cratense, com a geração de novos empregos e renda. Serão investidos na obra cerca de R$ 2 milhões. O prefeito do Crato, Samuel Araripe, juntamente com o Secretário de Desenvolvimento Econômico, Duda Alencar, estiveram reunidos, ontem, com os representantes da fábrica, que se mostraram satisfeitos com o apoio da administração e doação do terreno, antes aprovado pela Câmara Municipal. Serão gerados, de início, segundo a gerente Laura Crisóstomo, cerca de 100 empregos diretos. Ela afirma que já foi iniciada a fase de treinamento para implantação da fábrica, começando pelos vendedores, para serem informados sobre o novo produto e orientarem os clientes, e também pedreiros, que passaram por curso de como utilizar o material a ser fabricado como argamassa colante, de alvenaria, rejuntes e aditivos, entre outros produtos. Além de abastecer o mercado interno e a região, a Rejunamix também irá comercializar os seus produtos para estados vizinhos como a Paraíba e o Pernambuco, mesmo contando com mais duas fábricas: uma em Fortaleza, numa área de 35 mil metros quadrados, e outra no Maranhão, do mesmo porte da que será construída em Crato. Segundo Duda Alencar, a área que recebe o empreendimento irá beneficiar uma parcela considerável de famílias, numa comunidade carente de empregos, que é a do São Bento.

Prédio do Museu Histórico receberá investimento de R$ 100 mil para reforma

O Museu Histórico do Crato e o Museu de Artes Vicente Leite receberão investimentos na ordem de R$ 100 mil para reforma dos prédios e melhoria da infraestratura. A verba foi aprovada através de edital da Secretaria de Cultura do Estado (Secult). A licitação já foi iniciada para que, nos próximos 30 dias, comece a reforma. As melhorias envolvem reforma do piso, madeira e forro, a renovação das partes elétricas e hidráulicas e instalação de central de ar condicionado.



Prefeito Samuel Araripe com representantes da Fábrica RejuntaMix

Governo Municipal do Crato

Raul Seixas: É fim do mês... todos já pagaram suas contas? Postado por Océlio Teixeira


É fim do mês, é fim do mês,
do fim do mês, já sô freguês
é fim do mês, é fim do mês,
é fim do Mês!

Eu já paguei a conta do meu telefone,
Eu já paguei por eu falar e já paguei por eu ouvir.
Eu já paguei a luz, o gás, o apartamento
Kitnet de um quarto que eu comprei a prestação
Pela caixa federal, au, au, au,
Eu não sou cachorro não (não, não, não)!
Eu liquidei a prestação do paletó, do meu sapato, da camisa
Que eu comprei pra domingar com o meu amor
Lá no cristo redentor, ela gostou (oh!) e mergulhou (oh!)
E o fim de mês vem outra vez!

Eu já paguei o peg-pag, meu pecado,
Mais a conta do rosário que eu comprei pra mim rezar ave maria.
Eu também sou filho de deus
Se eu não rezar eu não vou pro céu,
Céu, céu, céu.

Já fui pantera, já fui hippie, beatnik,
Tinha o símbolo da paz pendurado no pescoço
Porque nego disse a mim que era o caminho da salvação.
Já fui católico, budista, protestante,
Tenho livros na estante, todos tem explicação.
Mas não achei! eu procurei!
Pra você ver que procurei,
Eu procurei fumar cigarro hollywood,
Que a televisão me diz que é o cigarro do sucesso.
Eu sou sucesso! eu sou sucesso!

No posto esso encho o tanque do meu carro
Bebo em troca meu cafezinho, cortesia da matriz.
"there's a tiger no chassis"...
Do fim do mês,
Do fim de mês,
Do fim de mês eu já sou freguês!
Eu já paguei o meu pecado na capela
Sob a luz de sete velas que eu comprei pro meu senhor
Do bonfim, olhai por mim!
Tô terminando a prestação do meu buraco, do
Meu lugar no cemitério pra não me preocupar
De não mais ter onde morrer.
Ainda bem que no mês que vem,
Posso morrer, já tenho o meu tumbão, o meu tumbão!

Eu consultei e acreditei no velho papo do tal psiquiatra
Que te ensina como é você vive alegremente,
Acomodado e conformado de pagar tudo calado,
Sem bancar o empregado sem jamais se aborrecer...
(Ele só que, só pensa em analisar, na profissão seu dever é adaptar,
ele só que só pensa em adaptar, na profissão seu dever é adaptar)
Eu já paguei a prestação da geladeira,
Do açougue fedorento que me vende carne podre
Que eu tenho que comer,
Que engolir sem vomitar,
Quando às vezes desconfio
Se é gato, jegue ou mula
Aquele talho de acém que eu comprei pra minha patroa
Pra ela não me apoquentar,

E o fim de mês vem outra vez...

Hoje, Hoje, Show Musi(ca)minhos... às 19h, chegar às 18.40 por aí...

Com participações pra lá de especiais de:
Abidoral Jamacaru, Dihelson Mendonça,
João do Crato, Luis Carlos Salatiel,
acompanhados pela banda TRIO CARIRI e, o Mestre Jairo Starkey

Os nossos Sinceros agradecimentos ao Amilton Silva


Na última semana, tivemos uma pane elétrica e princípio de incêndio aqui no estúdio do Blog do Crato, devido a um problema em um No-Break. Hoje, queremos de público, agradecer a uma pessoa muito íntegra, humana e solidária que chegou junto na hora em que mais precisávamos. Apesar do transtorno ocorrido, a Rádio Chapada do Araripe Internet não saiu do ar, graças ao valoroso Amilton Silva, que fez a doação de um NoBreak que está agora substituindo o nosso antigo. Com apenas alguns consertos, e um jogo de baterias novas, voltamos às atividades sem correr mais o perigo, que é operar computadores que ficam ligados 24 horas por dia sem Nobreaks.

Solidariedade hoje em dia é coisa rara entre as pessoas. E por incrível que pareça, a encontramos exatamente nas pessoas que sofrem por outros infortúnios da vida. Agradeço muito ao Amilton Silva, que de todas as pessoas convocadas, foi a primeira a se manifestar desinteressadamente em resolver realmente o problema, com todo o desprendimento que o verdadeiro ser humano deve ter dentro de si, a fim de ajudar ao próximo como única finalidade. Fica aqui a nossa masi profunda gratidão, que certamente será impagável, porque, aliás, as verdadeiras amizades não possuem moeda de troca. Fazemos o bem não para nos sentirmos bem, mas para vermos os outros felizes. Se tivermos sempre isso em mente, o mundo será um lugar bem melhor de se viver. Um lugar aonde poderíamos ter muitas outras pessoas com a generosidade, a honestidade e a solidariedade de um Amilton Silva. Muito Obrigado, Amilton, e às outras pessoas que de uma forma ou de outra demonstraram solidariedade.

Dihelson Mendonça

POLÍCIA FEDERAL NAS PREFEITURAS Desvio de recursos públicos - DN


Prefeituras de Maracanaú, Itaitinga, Aracati, Fortim, Cariús, Beberibe, Senador Pompeu, Quixeramobim, Quixeré, Miraíma e Pacujá.

Aldair Rocha, superintendente da Polícia Federal, na entrevista coletiva de ontem à tarde - KID JÚNIOR - 30/4/2010. A suspeita é de que um total estimado entre R$ 10 e R$ 15 milhões tenha sido desviado pelos atuais suspeitos. A Polícia Federal, ontem, cumprindo 20 mandados de busca e apreensão em prefeituras e residências de suspeitos em desviar recursos das administrações municipais, apreendeu documentos e equipamentos, além de três pessoas relacionadas com processos das prefeituras de Maracanaú, Itaitinga, Aracati, Fortim, Cariús, Beberibe, Senador Pompeu, Quixeramobim, Quixeré, Miraíma e Pacujá. As pessoas que foram presas são: Elias Neves Neto, Alan Galdino e José Luís de Araújo Lima. Representantes da Polícia Federal, do Ministério Público Estadual e da Controladoria Geral da União (CGU), comunicaram oficialmente os fatos à imprensa em uma coletiva à tarde passada, na sede da Superintendência da Polícia Federal. A nova operação desenvolvida ontem, denominada de Gárgula II, alcançou 11 municípios cearenses. Nessas localidades foram expedidos 20 mandados de busca e apreensão e seis de prisão. Três pessoas foram presas, duas não encontradas já se comprometeram em se apresentar à Superintendência da Polícia Federal em Fortaleza hoje. Um está sendo considerado foragido. As investigações visam apurar irregularidades em licitações e desvio de recursos públicos federais, estaduais e municipais nos municípios de Maracanaú, Itaitinga, Aracati, Fortim, Cariús, Beberibe, Senador Pompeu, Quixeramobim, Quixeré, Miraíma e Pacujá.

Continuidade

O superintendente da Polícia Federal, delegado Aldair Rocha, declarou que a Gárgula II é uma continuidade das atividades das operações Gárgula I e Província. Na primeira, deflagrada em dezembro do ano passado, foram realizadas nos municípios de Aquiráz, Eusébio e Guaramiranga. Já na segunda (Província), realizada no início de março, as ações ocorreram em Pacatuba e Nova Russas. Aldair Rocha relatou que, de 2007 a 2010, somente de recursos da União para os 11 municípios, objeto das investigações da Gárgula II, foram disponibilizados R$ 124 milhões, dos quais R$ 57 milhões foram liberados. Ele estima que de 20 a 30% de tal montante foi desviado em licitações fraudulentas. "Foram apreendidos documentos de procedimentos licitatórios, equipamentos de informática, em residências e prefeituras. O esquema é o mesmo, criação de empresas de fachada para fraudar, então, o concurso licitatório", ressaltou, citando os possíveis crimes de formação de quadrilha, peculato, falsidade ideológica, corrupção ativa e corrupção passiva.

Os recursos da União são provenientes de projetos das prefeituras em parceria com a Funasa e o Dnocs e outros órgãos. O promotor de justiça, Eloilson Landim citou os seis nomes que tiveram mandados de prisão temporária decretados: Eduardo Teixeira Soares Lima (engenheiro que prestou serviços em Senador Pompeu, Milhã e Deputado Irapuan Pinheiro), Elias Neves Neto (vereador do Município de Acopiara), Antônio Alexandre Amora Frota Filho, Alan Galdino Albuquerque, José Luís de Araújo (empresário) e Raimundo Rodrigues de Sousa (Secretário de Administração de Pacujá e esposo da prefeita daquele Município.

Fonte: Jornal Diário do Nordeste

“Rasteira” em Ciro Gomes foi falta de ética – postado por Armando Lopes Rafael


A pré-candidata à Presidência e senadora Marina Silva (PV) encaminhou ontem à Mesa Diretora do Senado pedido de licenciamento do cargo até 17 de junho “para tratar de interesses particulares”. Para quem não é dotado de ética, a iniciativa de Marina Silva parece coisa de tolos. Mas ela tem ética. Nesse mês, serão oficializadas as candidaturas ao Planalto.

Em entrevista na sede do PV de Curitiba, a senadora criticou a retirada da candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República anunciada esta semana pelo PSB, contra a vontade dele. “Foi feita uma operação de guerra para não permitir que o partido lhe desse a legenda”, criticou, logo após declarar-se amiga de Ciro. Segundo ela, a democracia perdeu ao não se dar ao eleitor uma opção a mais.

"Às vezes a pessoa conhece muito bem o conceito, mas quando a democracia pode prejudicar de alguma forma o seu interesse de exclusivismo ou de não querer alternância de poder, aí se faz operação de guerra para inviabilizar as opções”, disse. “Prefiro correr o risco de ser avaliada entre muitos do que fechar o leque entre poucos.” Ela disse que não chegou a falar com Ciro ainda, mas que poderá procurá-lo na hora “oportuna” para tentar conseguir o apoio dele para a disputa.

Ainda na entrevista, Marina discordou da proposta do pré-candidato pelo PSDB, José Serra, de criar dois ministérios, o da Segurança Pública e o da Pessoa Portadora de Deficiência. Objeção semelhante já tinha sido feita pela outra pré-candidata, a ex-ministra Dilma Rousseff (PT). “Se a gente não pensar em reforma do sistema, criar mais ministérios é ir empilhando cada vez mais estruturas sem o cuidado em relação à visão e à gestão”, destacou.

Especificamente sobre segurança, Marina afirmou que é necessario uma reforma, mas sem inchar a máquina governamental. “Criar a estrutura antes (dessa reforma) é inchar cada vez mais a máquina pública e inchar todos os problemas”, disse.
Fonte: Agências de Notícias
Postado por Armando Lopes Rafael

VIAGRA E SAÚDE - Por: Hildeberto Aquino

Ministro Temporão, temporize! Já que a saúde está na UTI, as vacinas contra o H1N1 foram, sem justificativas convincentes, escalonadas de forma que até agora só tem complicado a sua aplicação e já que a patente do Viagra foi enfim quebrada – talvez a mais relevante providência da sua gestão – que se venda esse milagreiro remédio a preços mais acessíveis e nas Farmácias do Povo mantidas pelo Governo. Afinal, como bem afirmou, sexo cinco vezes por semana faz bem à saúde, em especial dos hipertensos. Só lhe peço uma coisa: Se escalonar a venda que seja nestes termos: Priorize os jovens na faixa etária de 15 a 29 anos que, hoje em dia, seguramente estão mais necessitados. Em seguida os de 80 anos em diante já que mais suscetíveis de entrar em fase de declínio e que só fazem amor uma a duas vezes por semana. Em seguida os de 30 a 79, mais vividos e supostamente experientes, ainda robustos e podem – repito: podem - ainda alcançar os cinco dias prescritos por Vossa Excelência. Terás assim o reconhecimento da população adequadamente revigorada.

Hildeberto AQUINO
Corretor de Imóveis
Russas (CE)

Jessier Quirino em Crato - Dia 08 de Maio

CARTAZ JESSIER2

Cursos de extensão Faculdade Católica do Cariri

1. Curso de extensão: Informática para melhor idade

Para pessoas de melhor idade que não tem conhecimento anterior de informática ou muito pouco e querem aprender usar o computador em pouco tempo.
Início: 02/06/2010 Carga Horária: 40 h/a
Informações: (88) 3586 – 9050 - www.catolicadocariri.edu.br

2. Curso de extensão: desenvolvendo sites nos padrões web com tableless VAGAS LIMITADAS!!

Você mesmo leigo na linguagem, aprenderá a desenvolver sites com folha de estilo válida, dentro dos padrões web. Ensinaremos como deixar seus projetos corretamente visíveis nos principais browsers. Torne-se um profissional web e desenvolva sites como gente grande!!

Início: 01/06/2010 Carga Horária: 40 h/a
Informações: (88) 3586 – 9050 - www.catolicadocariri.edu.br

Fonte: Texto enviado por erickson marconi souza torquato

DITADURA OU REVOLUÇÃO - Por: Antonio Paiva Rodrigues

Eis a questão! A imprensa brasileira faz grande alarde quando se aspecta na sinonimidade das duas palavras. Seriam ditadura e revolução à mesma coisa? Teriam o mesmo significado? A palavra ditadura deriva do latim dictatura e relaciona-se a forma de governo em que todos os poderes se enfeixam nas mãos dum indivíduo, dum grupo, duma assembleia, dum partido, ou duma classe. Qualquer regime de governo que cerceia ou suprime as liberdades individuais. Excesso de autoridade; despotismo, tirania. A Ditadura do proletariado é um regime político, social e econômico desenvolvido teórica e praticamente por Lênin (v. leninismo), e que se baseia no poder absoluto da classe operária, como primeira etapa na construção do comunismo. Revolução palavra de derivação latina revolutione que representa o ato ou efeito de revolver ou revolucionar. Rebelião armada; revolta, conflagração, sublevação ou transformação radical e, por via de regra, violenta, de uma estrutura política econômica e social. Qualquer transformação violenta da forma de um governo, ou a transformação radical dos conceitos artísticos ou científicos dominantes numa determinada época: revolução literária; revolução tecnológica.

Está associada também a Volta, rotação, giro, bem como a perturbação, agitação, rotação em torno de um eixo imóvel. Pelo exposto poderemos naturalmente diferenciar uma sinonímia da outra, levando-se em conta os ideais de cada uma. A história do Brasil está repleta de lutas e revoluções e aqui enunciamos essas lutas e revoluções nas mais variadas épocas. “Século XVI – Tivemos a França Antártica que foi a invasão francesa ao Rio de Janeiro no período compreendido de 1555 – 1567. Se destacou na história a Confederação dos tamoios revolta indígena, ocorrida no Rio de Janeiro dos anos 1556 a 1567. A Guerra dos Aimorés, também uma revolta indígena contra luso-brasileiros, ocorrido no estado da Bahia em 1555 e durou até 1673. A Guerra dos Potiguares a luta indígena contra luso-brasileiros acontecida nos estados do Rio Grande do Norte e da Paraíba pelos idos de 1586 a 1599. Já no decorrer do Século XVII, os bandeirantes, bugreiros, entradas e bandeiras fizeram expedições civis - militares de exploração e captura de indígenas nos séculos XVI e XVII. Não parou por ai e ainda tivemos a luta dos Quilombos e a Guerra dos Palmares que eram os redutos de escravos africanos fugidos, no Nordeste do Brasil nos séculos dezessete e dezoito. Veio a França Equatorial – a invasão francesa, ocorrida no estado do Maranhão em 1612.

O levante dos Tupinambás também eclodiu em luta contra brasileiros e portugueses nos estados da Bahia e Espírito Santo nos idos de 1617 a 1621. A invasão holandesa, bem como a presença neerlandesa no Brasil, a Guerra Luso-Neerlandesa e a Insurreição Pernambucana conhecida como a Luz Divina, um conflito entre portugueses, brasileiros e holandeses, no Nordeste nos estados da Paraíba e Pernambuco em maior parte que durou de 14 de fevereiro de 1630 a 26 de janeiro de 1654. A Revolta de Amador Bueno, que ficou conhecida como insurreição popular acontecida no estado de São Paulo em 1641. O Motim do Nosso Pai em Pernambuco no ano de 1666. A Revolução de Beckman ou revolta dos comerciantes, acontecida no Maranhão em 25 de fevereiro de 1684-1685) e a Confederação dos Cariris a luta dos índios contra luso-brasileiros acontecida nos estados do Ceará e Paraíba nos anos de 1686 a 1692. Como os senhores podem notar e avaliar o desenvolvimento brasileiro de século em século foi feito a custa de lutas armadas e muito derramamento de sangue.

O Brasil sempre foi alvo dos olhares ferrenhos dos europeus que viam na Pátria Amada uma riqueza incomensurável e queriam tirar proveito dela e sempre com a força e o poderio que eles possuíam, mas os bravos brasileiros conseguiram superam todas essas avalanches. A história continua e já no século XVII, tivemos guerras e guerrilhas que passaram para a história. A Guerrilha dos Muras- índios contra luso-brasileiros (século XVIII), a Guerra dos Emboabas - confronto entre bandeirantes e mineiros, São Paulo e Minas Gerais que teve início em 1700. A Revolta do Sal em Santos no ano de 1710. A famosa Guerra dos Mascates confronto entre comerciantes e canavieiros acontecida em Pernambuco de 1710 a 1711. A Guerra dos Manaus, índios contra luso-brasileiros, no Amazonas de 1723 a 1728. A conjuração Carioca, conspiração abortada independentista, no estado do Rio de Janeiro de 1794 a 1795. A Revolta de Felipe dos Santos, revolta de mineradores contra a política fiscal ocorrida em Minas Gerais no ano de 1700. A Inconfidência Mineira conspiração abortada independentista e republicana em Minas gerais no ano de 1789.

A resistência Guaicuru luta entre índios contra luso-brasileiros, no Mato Grosso do Sul de 1725 a 1744. A Guerra Guaranítica luta de Portugal e Espanha contra jesuítas e guaranis catequizados, na região Sul em 1751. A Conjuração Baiana, a Revolução dos Alfaiates, revolta independentista e abolicionista, ocorrida na Bahia em 1798. Durante essas lutas e revoltas já havia uma finalidade precípua tornar o País independente como aconteceu na Bahia, no Rio de Janeiro, Pará, Piauí, Maranhão, Pernambuco e em Minas Gerais, mas infelizmente todas abortadas. A Conspiração dos Suassunas, conspiração abortada independentista, em Pernambuco no ano de 1801. A invasão da Guiana francesa – invasão e ocupação da Guiana em alusão ao Brasil de 1809 a 1817. A incorporação Cisplatina – Invasão e anexação do Uruguai ao Brasil em 1816. A Revolução Pernambucana, revolta independente e republicana, em Pernambuco no ano de 1817. A Revolução Liberal de 1821, revolta independentista na Bahia e Pará em 1821. Independência da Bahia, revolta independentista, acontecida na Bahia de 1821 a 1823 e a Guerra da Independência do Brasil, brasileiros contra militares legalistas portugueses, acontecida na Bahia, Piauí, Maranhão, Pará e Uruguai, de 1821 a 1823.

Essas podem ser consideradas as lutas ocorridas ante do império, isto é, antes do século dezenove, visto que as lutas e revoltas continuaram a fazer a história da independência do Brasil. Império no século XIX – Vem a Confederação do equador, revolta separatista, acontecida no Nordeste nos anos de 1823 a 1824. A Guerra Cisplatina- Brasil contra Argentina e rebeldes uruguaios de 1825 a 1828, a Revolta dos Mercenários – mercenários contra Império do Brasil, no Rio de Janeiro no ano de 1828. Queremos colocar a par dos nossos leitores os fatos históricos ocorridos no Brasil podemos analisá-los por várias fontes, mas aqui nos situamos no site da http://pt.wikipedia.org/wiki/Lutas_e_revolu%C3%A7%C3%B5es_no_Brasil/ que consideramos uma página eletrônica de grande valia para os historiadores e pesquisadores brasileiros. A Noite das Garrafadas foi uma insurreição popular e confronto entre brasileiros e portugueses, no Rio de Janeiro em abril de 1831. Já a Cabanada também foi uma insurreição popular, ocorrida nos estados de Alagoas e Pernambuco de 1832 a 1835. A Federação do Guanais, revolta separatista e republicana, ocorrido na Bahia em 1832, a Rusga também foi uma revolta entre conservadores que queriam manter o império e republicanos, ocorrida no Mato Grosso em 1834.

A Cabanagem no Pará em 1834 a 1840 foi uma insurreição popular, a revoltados Maleses foi outra insurreição acontecida na Bahia em 1835, já a Revolução Farroupilha, também separatista e republicana aconteceu no estado do Rio Grande do sul, de 1835 a 1845. A Sabinada outra insurreição popular, aconteceu também no estado da Bahia a 7 de novembro de 1837 a 1838, vem a seguir a Balaiada uma insurreição popular acontecida no Maranhão de 1838 a 1841. Vem às revoltas liberais como a liberal, São Paulo e Minas Gerais em 1842, outra com um nome hilariante a revolta dos Lisos, em Alagoas no ano de 1844, revolta liberal, Alagoas (1844), o motim do Flecha-Flecha em Pernambuco em 1844 e o motim do Mata- Mata de 1847 a 1848, também no estado de Pernambuco. Insurreição Praieira – revolta socialista, em Pernambuco, de 1848 a 1850. A Guerra contra Oribe e Rosas-Brasil e rebeldes uruguaios e argentinos contra Uruguai e Argentina de 1850 a 1852. Revolta do Ronco da Abelha, acontecida no Nordeste brasileiro de 1851 a 1854, o levante dos Marimbondos, em Pernambuco em 1852, a revoltada Fazenda Ibicaba, em São Paulo, no ano de 1857, o Motim da Carne sem Osso – insurreição popular ocorrida na Bahia em 1858. A Guerra contra Aguirre- Brasil e rebeldes uruguaios contra o Uruguai de 1854 a 1865.

A tão famosa e badalada Guerra do Paraguai - Brasil, Argentina e Uruguai contra o Paraguai de 1865 a 1870, onde se destacou o Duque de Caxias, a revolta dos Muckers, uma insurreição popular-messiânica, acontecida no Rio Grande do Sul de 1868 a 1874. A revolta do - Quebra-Quilos, insurreição popular, no Nordeste de 1874 a 1875, a Guerra das Mulheres, outra insurreição popular, acontecida no Nordeste de 1875 a 1876, a Revolta do Vintém, insurreição popular, no Rio de Janeiro em 1880 e em Curitiba no ano de 1883, e o Golpe de 15 de novembro – Golpe militar, Rio de Janeiro de 1889. A história além de importante é rica em detalhes e nossa pretensão é escrever algo, através de pesquisas de acontecimento a acontecimento. Nessas lutas muitos brasileiros derramaram sangue e perderam a vida. Que essas insurreições, revoltas, lutas e guerras sirvam de exemplo aos nossos atuais políticos que ao contrário dos desbravadores, dos que perderam a vida em defesa da honra em prol da Pátria Brasil dêem as suas contribuições para um Brasil melhor e mais humano e não sejam verdadeiros sugadores de sangue e ainda responsáveis pela miséria e a pobreza que assola a nação.

Que façam a insurreição da vergonha e devolvam aos cofres da nação o dinheiro surrupiado dos famigerados mensalões e que os culpados não fiquem impunes. A justiça deve crescer o braço para atingir os poderosos, visto que a polícia tem feito seu papel, mas parece que a mesmice fez morada nos mais altos escalões e não quer sair. Dinheiro em meias, em cuecas, em locais mais absurdos fazem a malicia da maioria dos políticos brasileiros. Em outra oportunidade iremos citar as nuanças das lutas, guerras que aconteceram na época da república. Honestidade senhores políticos. Os senhores estão aí gozando as benesses do governo pela força de nosso voto e com a mesma força poderemos colocar-lhes no olho da rua. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE- DAUBT- DA AVESP E DA AOUVIR/CE.

ALMANAQUE - Dia 30 de Abril de 2010


Eventos históricos

313 - Licínio unifica sob seu comando todo o Império Romano do Oriente.
1803 - Estados Unidos compram da França, por US$15 milhões, a Luisiana.
1812 - Luisiana torna-se o 18º estado norte-americano.
1838 - Nicarágua declara independência da federação de estados centroamericanos.
1854 - É inaugurada a primeira ferrovia do Brasil em seu trecho inicial, ligando o porto de Mauá a Fragoso, no Rio de Janeiro.
1900 - O Havaí torna-se território dos Estados Unidos da América.
1945 - Hitler e Eva Braun suicidam-se
1948 - Criação da OEA com a assinatura da Carta da Organização dos Estados Americanos, em Bogotá.
1960
elevação à categoria de arquidiocese da Diocese de Aracaju pelo Papa João XXIII.
criação da Diocese de Estância pelo Papa João XXIII.
1975 - Fim da Guerra do Vietnã, com ocupação de Saigon pelos Vietcong e exército norte-vietnamita.
1977 - As Mães da Praça de Maio iniciam sua primera marcha em frente à Casa Rosada.
1980 - A rainha Beatriz dos Países Baixos sobe ao trono.
1981 - Atentado frustrado contra o Pavilhão Riocentro, onde era realizado um show em homenagem ao dia do trabalhador
1999 - O Cambodja junta-se a ASEAN (Associação das Nações do Sudeste Asiático).
2004 - A ONU cria a Minustah.

Nascimentos

1245 - Rei Filipe III de França (m. 1285).
1586 - Rosa de Lima, santa católica peruana (m. 1617)
1623 - François de Laval, primeiro bispo da Nova França (m. 1708).
1651 - Jean-Baptiste de la Salle, santo católico francês, padre e reformador da educação em seu país (m. 1719).
1662 - Rainha Maria II de Inglaterra (m. 1694).
1664 - François Louis, Principe de Conti, general francês (m. 1709).
1721 - Roger Sherman, estadista norte-americano (m. 1793).
1723 - Mathurin Jacques Brisson, naturalista francês (d. 1806)
1777 - Carl Friedrich Gauss, matemático e astrónomo alemão (m. 1855)
1803 - Albrecht Graf von Roon, primeiro-ministro da Prussia (m. 1879)
1812 - Kaspar Hauser, jovem alemão famoso pelo mistério sobre suas origens (m. 1833)
1839 - Floriano Vieira Peixoto, Presidente do Brasil (m. 1895)
1845 - Oliveira Martins, escritor e politico português, uma das figuras-chave da história portuguesa contemporânea (m. 1894).
1857 - Eugen Bleuler, psiquiatra suíço (m. 1940).
1858 - José de Camargo Barros, bispo brasileiro (m. 1906).
1864 - Juhan Liiv, poeta e escritor estoniano (m. 1913)
1865 - Max Nettlau, anarquista e historiador alemão (m. 1944).
1869 - Hans Poelzig, arquiteto alemão (m. 1936).
1870 - Franz Lehár, compositor austríaco (m. 1948).
1883 - Jaroslav Hašek, escritor checo.
1893
Gyula Breyer, enxadrista húngaro (m. 1923).
Joachim von Ribbentrop, diplomata alemão e ministro dos negócios estrangeiros nazi entre 1938 e 1945 (m. 1946).
1897 - Humberto Mauro, cineasta, considerado o "Pai do Cinema Brasileiro". (m. 1983)
1901 - Simon Kuznets, economista ucraniano (m. 1985).
1902 - Theodore Schultz, economista norte-americano, ganhador do Prêmio Nobel (m. 1998).
1909 - Rainha Juliana dos Países Baixos (m. 2004).
1914
Carlos Lacerda, jornalista, escritor e político brasileiro (m. 1977).
Dorival Caymmi, cantor, compositor e pintor brasileiro (m. 2008).
1916 - Claude Shannon, matemático estadunidense (m. 2001).
1925 - Corinne Calvet atriz francesa que fez carreira nos Estados Unidos (m. 2001).
1926 - Cloris Leachman, atriz norte-americana.
1933 - Willie Nelson, cantor estadunidense.
1940 - Burt Young, ator norte-americano.
1941 - Alex Ferguson, treinador de futebol escocês.
1943 - Frederick Chiluba, político zambiano.
1946
Bill Plympton, animador norte-americano.
Rei Carlos XVI Gustavo da Suécia.
1947 - Finn Kalvik, cantor norueguês.
1948 - Perry King, actor norte-americano.
1949 - António Guterres, ex-primeiro-ministro português e Alto Comissário para os Refugiados da ONU.
1954 - Jane Campion, realizadora neozelandesa.
1955 - Roberto Justus, apresentador, publicitário, empresário e cantor brasileiro.
1956
Jorge Chaminé, barítono português.
Lars von Trier, cineasta dinamarquês.
1959 - Stephen Harper, político do Canadá.
1969
Paulo Jr., músico brasileiro (Sepultura).
Gabriel Chalita, filósofo, escritor e político brasileiro.
1971
John Boyne, novelista irlandês.
Kuki, futebolista brasileiro.
1972 - Hiroaki Morishima, ex-futebolista japonês.
1973
Akon, cantor de R&B e Hip Hop senegalês.
Jeff Timmons, cantor estadunidense de música pop e fundador do grupo 98 Degrees.
1975
Johnny Galecki, ator norte-americano.
Darren Manning, piloto inglês da IRL.
Elliott Sadler, piloto norte-americano de corridas.
1976 - Amanda Palmer, cantora norte-americana (The Dresden Dolls).

Falecimentos

65 - Lucano, poeta romano (n. 39).
1315 - Margarida da Borgonha, rainha consorte de França (estrangulada)(n. 1290).
1696 - Robert Plot, naturalista britânico (n. 1640).
1841 - Peter Andreas Heiberg, escritor e filólogo dinamarquês (b. 1758).
1883 - Édouard Manet, pintor impressionista francês (n. 1832).
1936 - Alfred Edward Housman, poeta inglês (n. 1859).
1943 - Otto Jespersen, filólogo dinamarquês (n. 1860).
1945 - Adolf Hitler, ditador alemão (n. 1889).
1945 - Blondi, cadela de Adolf Hitler (n. ?).
1945 - Eva Braun, esposa de Hitler (n. 1912).
1956 - Alben W. Barkley, vice-presidente dos Estados Unidos da América (n. 1877).
1974 - Agnes Moorehead, atriz estadunidense (n. 1906).
1982 - Lester Bangs, músico, jornalista e autor norte-americano (n. 1949).
1983 - George Balanchine, dançarino russo (n. 1904).
1983 - Muddy Waters, músico norte-americano de blues (n. 1915).
1989 - Sergio Leone, cineasta italiano (n. 1929).
1994 - Roland Ratzenberger, piloto de corridas austríaco (n. 1962).
2001 - Maria Clara Machado, dramaturga brasileira (n. 1921).
2002 - Charlotte von Mahlsdorf, fundador do Gründerzeit Museum in Berlin-Mahlsdorf (n. 1928)
2006 - Jean-François Revel, filósofo, escritor e jornalista francês (n. 1924).
2007 - Gordon Scott, ator norte-americano (b. 1927).
2007 - Grégory Lemarchal, cantor francês (b. 1983).
2007 - Octavio Frias de Oliveira, publisher do jornal Folha de São Paulo (n. 1912).
2008 - Julio Maria Bandeira de Mello, médico e político brasileiro, fundador do município de Bom Jesus, no estado da Paraíba (n. 1925).
2009 - David Picão, religioso brasileiro.

Fonte Wikipédia
Foto Dorival Caymmi
Colaboração Alessandra Bandeira

Os paulistas continuam um problema nacional - Por: José do Vale Pinheiro Feitosa


Tai, o pessoal da Dilma que me desculpe, mas Zé Serra é dos nossos. Fez movimento estudantil, estava ao lado das lideranças que defendiam o nacionalismo e o desenvolvimento brasileiro. Por isso teve que sair do país e depois voltou para a política dentro do PMDB, a grande federação de oposição ao que a ditadura significava. Quando o PMDB passou a ter a cara de apenas uma federação de interesses regionais, ajudou a fundar o PSDB com a bandeira da ética. Portanto, não procurem falar mal dele naquilo que ele tem de melhor. Estou com a pessoa dele, mas não com o personagem que hoje se apresenta para ser presidente. O “personagem” tem a cabeça e o porte dos barões da Avenida Paulista, pensando que o Brasil é apenas eles e para eles. Por isso é contra o Mercosul. Por motivo específico. O motivo é que eles querem subordinar todo o resto ao modelo de São Paulo locomotiva, antes do Brasil e agora da América do Sul. Os vagões seguem lá atrás recebendo a brasa e a fumaça da Maria Fumaça. Explico melhor. Os Barões da Paulista ainda estão no tempo da Maria Fumaça. O personagem decorou o texto e subtexto do pensamento liberal que veio desde Gustavo Corção, passando por “gênios” com Simonsen (recorde do separatismo do pai em 32) e Roberto Campos. Liberais, explico, nem tão assim, apenas a força de argumento para que tudo fique sob a guarda do núcleo único e superior do campo capitalista que se traduz, territorialmente, exclusivamente na elite paulista. As grandes famílias paulistas e todas as subordinadas no território nacional. O texto, para que não venham cobrar-me a fonte, não é citação direta de Corção, Simonsen ou Campos. Ele passou pela CEPAL, é intelectualmente preparado e sabe fazer um “O” sem ajuda de uma quenga. É do “personagem” que falo, aquilo que representa. E ele representa aquele discurso liberal que viceja nas páginas da mídia das quatro famílias poderosas do texto paulistano: Frias, Civita, Mesquita e por adoção, os Marinho.

Uma questão deste pensamento se camufla por trás da questão Estado e Não Estado. Camufla-se atrás do discurso do Neoliberalismo, mas isso faz parte desta malandragem brasileira, “Prá Inglês Ver”. Aqui o Neoliberalismo tinha e tem um motivo. Qual seja o horror a que os fundos públicos venham a desenvolver o resto do país, tornando os outros estados mais fortes e relativizando o poder único paulistano. Por isso mesmo as federações oposicionistas são isso mesmo, uma juntada de interesses, na maior parte das vezes, divergentes. Retornando à questão de então, quando o PMDB era muito forte em São Paulo. Hoje é muito difícil não pensar-se que as lideranças paulistanas, incluindo as velhas raposas do PSD, os medianos de movimentos de classe média e operária como Mário Covas e Almino Afonso, e o jovens intelectuais universitários como Serra e FHC não tivesse por trás o mesmo rancor aos militares. O rancor pela ousadia de alguns nacionalistas entre os líderes das forças armadas que pensaram num projeto nacional e tentaram abrir portas de desenvolvimento regional.

Agora sintam o motivo porque, mesmo sendo tão pródigo com a indústria automobilística paulistana, Juscelino Kubitschek sempre foi acusado de ser a fonte da inflação brasileira. E por quê? Por Brasília, mas não a cidade, mas a marcha para Oeste, criando novos pólos de desenvolvimento fora do círculo de giz paulistano. Alguém, e com certa razão, apontará uma contradição. Mas se São Paulo é um mundo da concentração de capitais, o desenvolvimento regional só lhe seria favorável. É na tua cabeça, mas não na dos Barões, que são territorializados e amam os acordos unilaterais de livre comércio. São Paulo acima de tudo. Abaixo o Mercosul.

Por: José do vale Feitosa

Revista TIME desmente - "Lula o líder mais influente do mundo", não passou de uma piada de mau gosto - Por: Samuel P. Teles


NE - FOI TUDO UM SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO



A revista "Time" negou no início da tarde desta quinta-feira (29) que tivesse colocado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como o primeiro em uma lista de líderes mais influentes do mundo. Pela manhã, o site da revista norte-americana divulgou uma relação com os nomes dos 25 líderes mais influentes do mundo escolhidos pela publicação. A lista era numerada de 1 a 25, não estava em ordem alfabética, e colocava o presidente brasileiro em primeiro, ao lado do número 1 (veja foto acima). Na edição eletrônica da publicação, ao clicar na sessão "líderes", o internauta era direcionado automaticamente para um perfil de Lula escrito pelo cineasta Michael Moore.

O UOL e outros sites noticiosos brasileiros e internacionais divulgaram a informação que Lula havia sido escolhido o líder mais influente do mundo. A redação do UOL Notícias entrou em contato com o departamento de Relações Públicas da revista "Time", que negou que a lista numerada era um ranking. Segundo a assessoria, "a Time não faz distinção no nível de influência das 100 pessoas que aparecem na lista." Após os questionamentos do UOL, o site da "Time" retirou os números na lista de líderes mais influentes do mundo.

Reportagem completa AQUI

Fonte: UOL Noticias
Por: Samuel P. Teles

Pra Não esquecer jamais II

45 escândalos que marcaram o governo FHC

1 - Conivência com a corrupção
O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias.
2 - O escândalo do Sivam
O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra.
3 - A farra do Proer
O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais.
4 - Caixa-dois de campanhas
As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.
5 - Propina na privatização
A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.
6 - A emenda da reeleição
O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.
7 - Grampos telefônicos
Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.
8 - TRT paulista
A construção da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso.
9 - Os ralos do DNER
O DNER foi o principal foco de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo.
10 - O "caladão"
O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Distância (DDD). Uma pane geral deixou os telefones mudos. As empresas que provocaram o caos no sistema haviam sido recém-privatizadas. O "caladão" provocou prejuízo aos consumidores, às empresas e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo.
11 - Desvalorização do real
FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava "ou eu ou o caos". Segurou a quase paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram muito com a mudança cambial e outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas.
12 - O caso Marka/FonteCindam
Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo.
13 - Base de Alcântara
O governo FHC enfrenta resistências para aprovar o acordo de cooperação internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara (MA). Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado – todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara.
14 - Biopirataria oficial
Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio genético. O governo FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre a Bioamazônia e a Novartis, que possibilitaria a coleta e transferência de 10 mil microorganismos diferentes e o envio de cepas para o exterior, por 4 milhões de dólares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios farmacêuticos, o contrato não fazia sentido. Apenas oficializava a biopirataria.
15 - O fiasco dos 500 anos
As festividades dos 500 anos de descobrimento do Brasil, sob coordenação do ex-ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca (PFL-PR), se transformaram num fiasco monumental. Índios e sem-terra apanharam da polícia quando tentaram entrar em Porto Seguro (BA), palco das comemorações. O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso, é um dos denunciados pelo Ministério Público de participação no episódio de superfaturamento da construção do estande brasileiro na Feira de Hannover, em 2000.
16 - Eduardo Jorge, um personagem suspeito
Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, é um dos personagens mais sombrios que freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da Encol.
17 - Drible na reforma tributária
O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas as bancadas com representação no Congresso Nacional, em torno de uma reforma tributária destinada a tornar o sistema mais justo, progressivo e simples. A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto na Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa Demes (PFL-PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o Palácio do Planalto impediram a tramitação.
18 - Rombo transamazônico na Sudam
O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) a renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão. O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a providência do governo.
19 - Os desvios na Sudene
Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão. O PT também questionou a decisão no Supremo Tribunal Federal.
20 - Calote no Fundef
O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 655,08 por aluno/ano de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e da educação especial. Mas os valores estabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00 e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais pobres soma R$ 11,1 bilhões desde 1998.
21 - Abuso de MPs
Enquanto senador, FHC combatia com veemência o abuso nas edições e reedições de Medidas Provisórias por parte José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. Como presidente, FHC cedeu à tentação autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos, 5.491medidas. O PT participou ativamente das negociações que resultaram na aprovação de emenda constitucional que limita o uso de MPs.
22 - Acidentes na Petrobras
Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados.
23 - Apoio a Fujimori
O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem.
24 - Desmatamento na Amazônia
Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior.
25 – Os computadores do FUST
A idéia de equipar todas as escolas públicas de ensino médio com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata. Os recursos para a compra viriam do Fundo de Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licitações, a 8.666. Além disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o monopólio do sistema operacional das máquinas, quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.
26 - Arapongagem
O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem para vasculhar a vida de seus adversários e monitorar os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir reputações é constituída por ex-agentes do antigo SNI ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam da invasão dos sem-terra à propriedade do presidente em Buritis, em março deste ano, e o governo nada fez para evitar a operação. Eles foram responsáveis também pela espionagem contra Roseana Sarney.
27 - O esquema do FAT
A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público.
28 - Mudanças na CLT
A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou, contra o voto da bancada do PT, projeto que flexibiliza a CLT, ameaçando direitos consagrados dos trabalhadores, como férias, décimo terceiro e licença maternidade. O projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, o governo FHC não teve forças para levar adiante essa medida anti-social.
29 - Obras irregulares
Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro.
30 - Explosão da dívida pública
Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa somava R$ 153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos de seu governo, que pratica as maiores taxas do planeta, elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de 2002, um aumento de 346%. Hoje, a dívida já equivale a preocupantes 54,5% do PIB.
31 - Avanço da dengue
A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à morte.
32 – Verbas do BNDES
Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8 milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.
33 - Crescimento pífio do PIB
Na "Era FHC", a média anual de crescimento da economia brasileira estacionou em pífios 2%, incapaz de gerar os empregos que o País necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos fatores responsáveis por essa quase estagnação é o elevado déficit em conta-corrente, de 23 bilhões de dólares no acumulado dos últimos 12 meses. Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna, para investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de recursos externos, pelos quais paga cada vez mais caro.
34 – Renúncias no Senado
A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF). Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam.
35 - Racionamento de energia
A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas soma R$ 22,5 bilhões.
36 - Assalto ao bolso do consumidor
FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas seu governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do plano real até agora, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de água 135%. Neste período, a inflação acumulada ficou em 80%.
37 – Explosão da violência
O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas, na maioria dos casos, são os jovens. Na última década, o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o País em terceiro lugar no ranking dos mais violentos, entre 60 nações pesquisadas. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes, na população geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais segurança aos brasileiros.
38 – A falácia da Reforma agrária
O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números mentirosos sobre a reforma agrária. Na propaganda oficial, espalhou ter assentado 600 mil famílias durante oito anos de reinado. Os números estavam inflados. O governo considerou assentadas famílias que haviam apenas sido inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam no papel. Em vez de reparar a fraude, baixou decreto para oficializar o engodo.
39 - Subserviência internacional
A timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras protecionistas. A subserviência é tanta que em visita aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de aeroportos.
40 – Renda em queda e desemprego em alta
Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem trabalhar. O governo FHC promoveu a precarização das condições de trabalho. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos.
41 - Relações perigosas
Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman - paraíso fiscal do Caribe.
42 – Violação aos direitos humanos
Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará, onde 19 sem-terra foram assassinados pela polícia militar do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da Anistia Internacional, que recentemente denunciou o governo FHC de violação aos direitos humanos. A Anistia critica a impunidade e denuncia que polícias e esquadrões da morte vinculados a forças de segurança cometeram numerosos homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano de 2001. A entidade afirma ainda que as práticas generalizadas e sistemáticas de tortura e maus-tratos prevalecem nas prisões.
43 – Correção da tabela do IR
Com fome de leão, o governo congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em 17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, após vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos.
44 – Intervenção na Previ
FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo de 2002 para decretar intervenção na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos democraticamente pelos funcionários do BB. O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada. O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios.
45 – Barbeiragens do Banco Central
O Banco Central – e não o crescimento de Lula nas pesquisas – tem sido o principal causador de turbulências no mercado financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras dos fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa. Outro fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte da dívida pública estimulando a venda de títulos LFTs de curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 bilhões para R$ 30,4 bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos primeiros meses de 2003. O dólar e o risco Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da campanha de José Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no PT e nas eleições.

A História Recente do Brasil, para os Esquecidos...


"E naquela época, caminhávamos como idiotas, no sol quente, com pesadas bandeiras vermelhas, vendendo bottoms a preço de banana, para um partido pobre que fazia showmícios sem pagar artistas porque não tinha dinheiro, a esperança equilibrista, e gritávamos palavras de órdem: - Fora as Velhas raposas da Política!" "Fora o FMI, fora os Burgueses, Fora os Banqueiros, Xô Ciranda Financeira!" "Fora FHC!" "Fora Estados Unidos e seu Imperialismo" "Lula é o Povo no Poder" !




Os 102 Escândalos da Era Lula - Para não esquecer jamais !


Lista de Escândalos do Governo Lula até 2007:

01. Caso Pinheiro Landim
02. Caso Celso Daniel
03. Caso Toninho do PT
04. Escândalo dos Grampos Contra Políticos da Bahia
05. Escândalo do Proprinoduto (também conhecido como Caso Rodrigo Silveirinha)
06. CPI do Banestado
07. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MST
08. Escândalo da Suposta Ligação do PT com a FARC
09. Privatização das Estatais no Primeiro Ano do Governo Lula
10. Escândalo dos Gastos Públicos dos Ministros
11. Irregularidades do Fome Zero
12. Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel)
13. Escândalo do Ministério do Trabalho
14. Licitação Para a Compra de Gêneros Básicos
15. Caso Agnelo Queiroz (O ministro recebeu diárias do COB para os Jogos Panamericanos)
16. Escândalo do Ministério dos Esportes (Uso da estrutura do ministério para organizar a festa de aniversário do ministro Agnelo Queizoz)
17. Operação Anaconda
18. Escândalo dos Gafanhotos (ou Máfia dos Gafanhotos)
19. Caso José Eduardo Dutra
20. Escândalo dos Frangos (em Roraima)
21. Várias Aberturas de Licitações da Presidência da República Para a Compra de Artigos de Luxo
22. Escândalo da Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná)
23. Expulsão dos Políticos do PT
24. Escândalo dos Bingos (Primeira grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Waldomiro Diniz)
25. Lei de Responsabilidade Fiscal (Recuos do governo federal da LRF)
26. Escândalo da ONG Ágora
27. Escândalo dos Copos (Licitação do Governo Federal para a compra de 750 copos de cristal para vinho, champagne, licor e whisky)
28. Caso Henrique Meirelles
29. Caso Luiz Augusto Candiota (Diretor de Política Monetária do BC, é acusado de movimentar as contas no exterior e demitido por não explicar a movimentação)
30. Caso Cássio Caseb
31. Caso Kroll
32. Conselho Federal de Jornalismo
33. Escândalo dos Vampiros
34. Escândalo das Fotos de Herzog
35. Uso dos Ministros dos Assessores em Campanha Eleitoral de 2004
36. Escândalo do PTB (Oferecimento do PT para ter apoio do PTB em troca de cargos, material de campanha e R$ 150 mil reais a cada deputado)
37. Caso Antônio Celso Cipriani
38. Irregularidades na Bolsa-Escola
39. Caso Flamarion Portela
40. Irregularidades na Bolsa-Família
41. Escândalo de Cartões de Crédito Corporativos da Presidência
42. Irregularidades do Programa Restaurante Popular (Projeto de restaurantes populares beneficia prefeituras administradas pelo PT)
43. Abuso de Medidas Provisórias no Governo Lula entre 2003 e 2004 (mais de 300)
44. Escândalo dos Correios (Segunda grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Maurício Marinho)
45. Escândalo do IRB
46. Escândalo da Novadata
47. Escândalo da Usina de Itaipu
48. Escândalo das Furnas
49. Escândalo do Mensalão (Terceira grave crise política do governo. Também conhecido como Mensalão)
50. Escândalo do Leão & Leão (República de Ribeirão Preto ou Máfia do Lixo ou Caso Leão & Leão)
51. Escândalo da Secom
52. Esquema de Corrupção no Diretório Nacional do PT
53. Escândalo do Brasil Telecom (também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou Escândalo da Itália Telecom)
54. Escândalo da CPEM
55. Escândalo da SEBRAE (ou Caso Paulo Okamotto)
56. Caso Marka/FonteCindam
57. Escândalo dos Dólares na Cueca
58. Escândalo do Banco Santos
59. Escândalo Daniel Dantas - Grupo Opportunity (ou Caso Daniel Dantas)
60. Escândalo da Interbrazil
61. Caso Toninho da Barcelona
62. Escândalo da Gamecorp-Telemar (ou Caso Lulinha)
63. Caso dos Dólares de Cuba
64. Doação de Terninhos da Marísa da Silva (esposa do presidente Lula)
65. Escândalo da Nossa Caixa
66. Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Quarta grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa)
67. Escândalo das Cartilhas do PT
68. Escândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados)
69. Escândalo do Proer
70. Escândalo do Sivam
71. Escândalo dos Fundos de Pensão
72. Escândalo dos Grampos na Abin
73. Escândalo do Foro de São Paulo
74. Esquema do Plano Safra Legal (Máfia dos Cupins)
75. Escândalo do Mensalinho
76. Escândalo das Vendas de Madeira da Amazônia (ou Escândalo Ministério do Meio Ambiente).
77. Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo Lula
78. Crise da VarigEscândalo das Sanguessugas (Quinta grave crise política do governo Lula. Inicialmente conhecida como Operação Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias)
79. Escândalo dos Gastos de Combustíveis dos Deputados
80. CPI da Imigração Ilegal
81. CPI do Tráfico de Armas
82. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o PCC
83. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MLST
84. Operação Confraria
85. Operação Dominó
86. Operação Saúva
87. Escândalo do Vazamento de Informações da Operação Mão-de-Obra
88. Escândalo dos Funcionários Federais Empregados que não Trabalhavam
89. Mensalinho nas Prefeituras do Estado de São Paulo
90. Escândalo dos Grampos no TSE
91. Escândalo do Dossiê (Sexta grave crise política do governo Lula - petistas pegos com malas de dinheiro para compra de um dossiê falso para incriminar José Serra, atual Governador de SP)
92. ONG Unitrabalho
93. Escândalo da Renascer em Cristo
94. CPI das ONGs
95. Operação Testamento
96. CPI do Apagão Aéreo
97. Operação Hurricane
98. Operação Navalha
99. Operação Xeque-mate (envolvendo o irmão do presidente Genivaldo Inácio da Silva, o Vavá, indiciado por tráfico de influência e o compadre do presidente Dario Morelli Filho, denunciado pelos crimes de contrabando, formação de quadrilha e falsidade ideológica)
100. Escândalo no Senado (envolvendo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB, por falta de decoro parlamentar).
101. Operação Águas Profundas (também conhecida como Caso Petrobras)
102. Escândalo do Corinthians (ou caso MSI)

Parabéns, Brasileiros, pelo dia Primeiro de Maio.

Fonte: http://www.brasilwiki.com.br

Madrugada de Abril - Dihelson Mendonça

Dedicado a Roberto Jamacaru


Duas e trinta e oito. Canopus já brilhava alta no horizonte.
A passos lentos, uma sombra magra e tardia, range um ferrolho emperrado e poeirento
de um portão vazado e frio, de onde já se espreitam folhas insones e claras,
varridas pelo vento silencioso de uma madrugada de abril.

Um oceano do mais puro azul profundo ostenta safiras, esmeraldas e rubis piscantes
que se empalidecem ante a claridade de uma lua leitosa a boiar esplendorosamente
na imensidão celestial.
Tempo indefinido... levantando a fronte, contemplo aquele microcosmo aureolar
que define tantas verdades invisíveis quanto indivisíveis de seres de luzes tênues, quais pérolas orvalhadas, que descem e habitam almas ternas que mortificam-se em lençóis tão doces e vulneráveis...

Calhas de alumínio luminoso e cumeeiras íngremes arvoram-se em desenhar contornos que ofendem um sudário imáculo de um templo egípcio em ruínas. Uma ou outra ave perdida é avistada deslizando suas asas num jorro de leite cristalizado. E enquanto isso, Reis, príncipes e deusas desfilam para a tela da eternidade as suas glórias, em batalhas de linhas divisórias e imaginárias.

Mas, ante tudo isso, dormem os mortais!
Por sobre a terra, admirava-me a sombra de uma lua cada vez mais ocidental, que toda esparramada e nua pelos céus, esticava assuntosamente as pilastras de uma varanda de conversas longas, sussuros e sorrisos que já não há. Tarde é o tempo, e imprecisos todos os sentidos descritivos das lembranças que fulgem em crer na sua completude, nada é tão inverossímil, funesto e belo, diante do todo daquilo que apenas parece...

Poetas há que desfilam torrentes de gozo ante a via-láctea e suas vicissitudes.
Mas abraçado somente à pequenez de um instante no tempo,
sem que houvesse pobre alma mortal a companheira de verdades,
todo o universo convulsiona em beleza apenas para mim tão somente;
E como um demente, chego a crer por um breve instante, ante tanta perfeição, que posso ser um deus...
...em plena madrugada azul de Abril

Dihelson Mendonça

29 abril 2010

O Político & O Correto - Por : J. Flávio Vieira


É fácil perceber, em nós brasileiros, a tendência inequívoca à catalogação. Parecemos um funcionário de supermercado com sua maquineta, pronto a etiquetar todos que nos cercam. Tendemos a não observar a individualidade das pessoas e as separamos por grupos de forma segregatória e preconceituosa. Os judeus são pães-duros, os portugueses burros, as louras debilóides, os árabes desonestos, os homossexuais safados, os africanos pobres, os índios preguiçosos, os paulistas trabalhadores, os cariocas malandros... e por aí vai. Estes critérios são reiteradamente explorados em piadas de toda espécie e amplificados, de língua em língua, nas rodinhas de praça, nas mesas de bar, nas barracas da praia. Superficialmente até parece engraçado e, apreciado por indivíduos fora dos grupos atacados, a coisa é tida como uma brincadeira carinhosa. Para todos efeitos, não existe nenhum preconceito no Brasil. O caldeirão étnico que fundiu a terra brasilis traz no seu bojo a franca idéia de que aqui todos convivem harmoniosamente, que todos respeitam galhardamente as diferenças várias : de cor, de raça, de gênero, de religião, de condição financeira, de opção sexual. No dia a dia, no entanto, virada a primeira página do nosso livro de história,a beleza da capa se esfuma : o Brasil tem uma cultura profundamente discriminatória. Rico nunca vai preso; a mulher tem um salário bem menor que o do homem; a homofobia é uma realidade do nosso cotidiano; o tráfico de influência é uma moeda fortíssima; a cor da pele influencia em muito na seleção de Recursos Humanos. Gilberto Freyre foi visionário quando vislumbrou que a fortaleza da cultura brasileira se encontrava justamente nessa diversidade . As arestas existentes vão se aplainando, caminhamos para uma lindíssima confluência cultural e étnica. Só que o Brasil ainda é uma criança, brincando de esconde-esconde nos seus tenros quinhentos anos. Muitos grilhões ainda precisam ser quebrados. Há menos de duzentos anos deixamos de ser colônia portuguesa; há somente cento e vinte anos enxotamos a monarquia e a escravidão. Há pouco mais de cem anos, também, abrandamos a Inquisição. Tantas chagas não cicatrizam rapidamente e, mesmo quando fecham, permanecem cicatrizes que só o tempo ajuda a amenizar.
Certamente terá sido pensando nisso tudo que a Secretaria Especial de Direitos Humanos criou, em 2004, uma “Cartilha Politicamente Correto & Direitos Humanos”. Num governo popular, cujo presidente vindo das classes mais desfavorecidas certamente terá sentido na pele uma enxurrada de preconceitos os mais variados, a cartilha pretendia, ao menos oficialmente, cortar do uso cotidiano palavras tidas e sabidas como preconceituosas. Já tínhamos leis anteriores que combatiam a prática do preconceito: a 3688 ainda de 1941 e 7716, mais recente, de 1989. Acreditamos que é indiscutível o poder que estas leis tiveram em balizar as relações dos brasileiros na convivência com suas diferenças. A possibilidade de abertura de processos educa de maneira drástica os indivíduos. As mudanças, no entanto, se importantes , são quase sempre de superfície. As transformações culturais demandam tempo. No fundo, o preconceito apenas se mimetiza e muda suas formas. O empresário já não chama o funcionário de negro, pois isso pode dar cadeia, mas o boicota de todas as formas possíveis pois ainda o considera inferior , apesar do discurso. Ele já o havia etiquetado previamente, às vezes até inconscientemente, e o colocado na prateleira dos inferiores, por conta da coloração da pele. Pois bem, a Cartilha carrega consigo dificuldades parecidas. A intenção parece ótima , mas de bem intencionados até o Democratas está cheio. Reflitamos sobre algumas dessas incongruências. O primeiro ponto é que a palavra ou a expressão não existem isoladas do discurso. Se eu digo, por exemplo: -- Caboclo velho, o emprego é seu, você sempre foi um grande amigo da família! O “Caboclo velho” parece ser uma forma carinhosa de tratar uma pessoa, e pode não ter qualquer viés de preconceito. Por outro lado, se se diz : --- Isso só podia ter sido feito mesmo por um afro-descendente! Temos uma discriminação visível, independente da palavra politicamente correta.

O segundo ponto é que , em algumas situações, o uso da cartilha ajuda afastar as pessoas. A indicação , por exemplo, de sempre tratar as pessoas como “eles e elas”, “senhores e senhoras”, evitando o plural no masculino que, historicamente, incluía todos, parece criar barreiras entre as pessoas. Seria melhor, por exemplo, que para compensar, nos próximos mil anos se utilizasse a forma feminina no plural para se referir a todos. Uma outra questão importante é que as palavras são muito parecidas com as pessoas. Elas envelhecem e, frequentemente, saem de moda. Vejam, por exemplo tertúlia , baile, flerte, película... hoje são termos totalmente obsoletos. Não bastasse isso, no seu dinamismo, a língua muda com o tempo, os costumes, as gerações. O termo politicamente correto nesse momento pode já não ser amanhã. “Bárbaro”, por exemplo, nos últimos tempos pode denominar uma coisa bem legal, já não é o adjetivo repugnante que aparece em “crime bárbaro”. Muitos verbetes, inclusive , tomam outros significados e dimensões. O verbo “denegrir”, lembrem, advém etimologicamente de negro e, na sua origem, é preconceituoso, mas hoje, já não tem nenhum resquício dessa conotação. Chamar um motorista de “barbeiro”, hoje, já não tem ligação direta com o cabeleireiro. Chamar uma moça de mulata é bem diferente o significado que se depreendia disso no Século XIX; mais frequentemente se trata de um elogio. Comunista hoje já não come criancinhas. Há que se falar ainda das sérias dificuldades que teremos em tornar de uso corriqueiro algumas definições politicamente corretas. Trocaremos : surdo, cego, mudo por “portadores de necessidades especiais”. A língua no seu dia a dia busca rapidamente a Lei do Menor Esforço. Vai ser complicado a fixação do termo fora da língua culta, em pouco eles poderão ser chamados de “pornes”. A intenção da Cartilha é ótima mas é bom lembrar que não será por conta dela que os apenados terão celas mais dignas; os afro-descendentes conseguirão iguais condições de trabalho; os homossexuais e as mulheres sofrerão menos violência; os portadores de necessidades especiais conseguirão melhor acessibilidade. A luta está apenas começando. Só caminharemos quando o país deixar de se engalfinhar tentando descobrir qual é a cor mais bonita da aquarela e chegar à conclusão que o multicolorido do arco-iris pátrio é que nos dá a individualidade e a beleza inigualáveis. O politicamente correto tem sérias limitações até nome: no Brasil o político e o correto, historicamente, não se homogeneízam muito bem.

Por: José Flávio Vieira

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