xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 26/12/2009 | Blog do Crato
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VÍDEO - Em breve, estaremos de volta com as novas transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, alguns programas ao vivo ). O modelo será mais ou menos como no vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos em que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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26 dezembro 2009

261209 - I CONCERTO NATALINO DE PONTA DA SERRA


Realizou-se, na noite de hoje, 26.12, o I Concerto Natalino de Ponta da Serra, regido pelo Prof. Galdino, que desde 2007, vem ministrando aula de música para crianças e adolescentes da nossa comunidade, graças a um projeto mantido pela Paróquia de São José Operário, desde as comemorações dos 50 anos de criação do Distrito e 40 de criação da paróquia, ocorrido em novembro 2007.
O evento se deu na Matriz e teve início às 19:30. A abertura foi realizada por Mons. João Bosco Cartaxo Esmeraldo, tendo como apresentadores Mano Valdevino e Ana Paula Brito Leite, contando com as seguintes apresentações:
Coral Infantil;
Bárbara Gomes de Morais - Voz e violão;
Evilânio Juca - Teclado;
Elias e Ludmília - Teclado;
Brisa Brito - teclado;
Aline Nataniele - Teclado;
Tatiane Ribeiro - Voz;
Williams - Teclado;
Marineide Alves - Acordeon;
Solibel Amsemble( Marisa, Isadora, Francine, Fábio e Wesley);
Dueto Solibel ( Fábio e Wesley);
Orquestra de Flauta doce;
Coral Adulto.
O evento foi realizado pela Paróquia de São José Operário, tendo o apoio da Escola de Música Elam Cariri, Solibel - Sociedade Lírica do Belmonte, Pólo de Atendimento Vereador Edvardo Ribeiro da Silva, E.E.I.E.F. Prof. José Bizerra de Brito e Projeto Verde Vida.

Jornal da Globo Completo - Dia 25 de Dezembro de 2009





Fonte: Globo.com

Cientistas brasileiros apontam forma "rapidamente fatal" da gripe suína


Pessoas que morreram contaminadas com o vírus da gripe suína (H1N1) contraíram uma forma "rapidamente fatal" da doença, e em consequência disso faleceram com danos graves nos pulmões --apesar de a doença se manifestar de diferentes maneiras em cada pessoa--, indicou um estudo divulgado na quinta-feira (24). No primeiro estudo deste tipo, pesquisadores do Brasil examinaram 21 pacientes com idades entre 1 e 68 anos que morreram em São Paulo com o vírus H1N1 entre julho e agosto deste ano. Todos os pacientes "apresentaram uma forma progressiva e rapidamente fatal da doença", apontou o estudo, que será publicado na edição de 1º de janeiro do "American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, da American Thoracic Society".

Pulmão danificado

Os cientistas descobriram que todos os pacientes estudados morreram com uma condição severa e aguda nos pulmões, e identificaram entre eles três padrões de danos ao pulmão, concluindo que a gripe suína "mata de diferentes maneiras".
"Todos os pacientes têm um quadro de ferimento pulmonar agudo", afirmou Thais Mauad, professora associada do departamento de Patologia da Universidade de São Paulo (USP), que coordenou o estudo. No entanto, enquanto alguns dos pacientes apresentavam apenas danos agudos nos pulmões, outros tinham também uma bronquiolite necrosante --uma inflamação severa dos bronquíolos--, e em outros havia um "padrão hemorrágico", explicou Mauad.
Pacientes com bronquiolite necrosante têm mais tendência a desenvolver uma coinfecção bacteriana; por outro lado, pacientes com doenças cardíacas ou câncer têm mais tendência a apresentar um quadro de hemorragia nos pulmões.
"É importante ter em mente que pacientes com condições médicas preexistentes devem ser monitorados adequadamente, já que correm risco maior de desenvolver uma infecção severa com H1N1", destacou Mauad.

Dos 21 pacientes incluídos na pesquisa, 16 apresentavam condições médicas preexistentes, como doenças cardíacas ou câncer. Os cientistas também encontraram evidências de "uma resposta imunológica aberrante" nos pulmões de alguns dos pacientes, o que "sugere que uma resposta inflamatória extremamente vigorosa foi estimulada pela infecção viral e pode se espalhar para o tecido pulmonar, danificando-o e causando um dano agudo ao pulmão e falência respiratória fatal", indicou John Heffner, ex-presidente da American Thoracic Society.

da France Presse, em Washington

Só pensando - Por Zé Nilton


Uma surpresa daquelas. Até que o dia de hoje poderia ter passado sem nenhuma novidade. Todo dia, andando pelas ruas de nossa cidade, e num demorado percurso cumprimentamos a tantos, paramos, conversamos com tantos, são muitos amigos, amigos dos amigos, pessoas, alunos, ex-alunos, colegas de trabalho, colegas dos colegas - ah, você, te conheci naquele dia... como vai sua esposa ? - Bicho, tu tá magro pra cacete, qual é irmão? - Olha só, toda tardinha, escuto você cantando o hino do Crato na rádio Centro.. - Quando vai gravar outro disco? - Ei, Zé, e a Urca ? - Tem ido pra serra? - Professor, compre um livro que saiu, é do João Pierre. - Olha só, to escrevendo um livro contando o tempo da ditadura no Crato... - Quando tu quer participar da Rapadura Cultural? Neste fim de mês nós vamos homenagear...

Claro, isto acontece com todos os amigos quando se encontram com os amigos na cidade. Muitas conversas, muitas histórias, muitos conchavos, muitos “pé de orelha” (sem politicagem), contando a última daquele ou daquela.. ou daquilo e daquilo outro. Virge, tu sabe da última?

Uma surpresa daquelas hoje me ocorreu. Querem saber?

Encontrei, pela manhã, na loja do Amilton, o meu amigo, José Flávio Vieira – o Zé. Já no interior da loja, foi difícil trazer o homem para as minhas confabulações. As pessoas puxavam o sorridente e afável Zé pra cá e prá lá, todas queriam a atenção do bicho feio, mas transido de bondade e presteza para com todos.

Pensando em minorar aquele assédio espontâneo das gentes, levei o cara pra fora da loja. Qual o quê! Piorou. Como diria minha avó – foi peor ! Fez-se uma roda em torno do homem, e nós no meio. Fiquei embasbacado com tanta gente querendo falar com o Zé. Teve um que disse: - você me operou e nem doeu... Outro, - quando passo lá pra tu me ver ?

Vou tentar reproduzir um pouco do que pude encacholar das vozes que ouvir no meio daquele furdunço.

- Dr., meu gogó tá flácido ? Mas, tô tomando todos os remédios...

- Fique sempre novo prá cuidar da gente...

- Não, você me fez ficar mais nova... olha só, foram os remédios...

- Que nada, dr, nunca me esqueço de seu pai. Quando na Faculdade, eu lhe pedi para fazer um trabalho sobre português. Aí ele disse: pois faça o meu que é sobre religião. Aí eu fiz, acho que ele nem entregou, era assim o Vieirinha...

- Dr., aquela sua operação, olha, só o mi !...

- Me dê um abraço, esse homem me salvou a vida...

- Bonitão, hem? Tá novim...

- Viva o dr. Zé Flávio ! Tô na sua sombra...

- Rapaz, é mesmo o dr. Zé Flávio, a esta hora por aqui ?...

- Cara, você salvou a minha mãe...

- Olha só o homi, ah se ele tomasse conta do Crato...

E foram longe as mesuras do povo de minha cidade para com o Zé. Confesso que fiquei pasmo com a avalanche de carinho devotado a esta figura de médico, cuidador e amigo das pessoas.

Aí sai dali pensado...

Calma, só pensando!

Zé Nilton

O Ovo do Sonho - Por : J. Flávio Vieira



Por um momento ainda tentou acreditar , enquanto cantarolava: "Eu sou o bom, sou o bom, sou o bom....", tentou acreditar que a imagem refletida no espelho do banheiro era a sua . Era sim aquele ali era o "Negro Gato de Arrepiar" , o tremendão espedaçador de corações; não havia nenhuma dúvida. Há pouco recebera o convite de um Cara, convidando-o para uma Tertúlia, uma reunião jamais imaginada: os mais importantes Conjuntos musicais do país: The Fevers, Os Pholhas, Os Golden Boys , ali estariam num encontro inimaginável e histórico. Ensaiando os passos ziguezagueantes do Twist, arrancou do Guarda-roupa a velha Calça Lee , boca de sino; o empoeirado sapato cavalo de aço; a Camisa Volta ao Mundo e o negro blusão de couro. Com habilidade arqueológica, exumou da gaveta o colarzão metálico e o pôs cuidadosamente no pescoço, após vestir toda aquela indumentária em feitio de armadura medieval que, não entendia bem porque, ainda ontem tão perfeita, hoje mal cabia no modelo. Aplacou um pouco o cheiro de mofo das vestes com o inconfundível : "Topaze" da Avon. No momento exato em que banhava a vasta e negra cabeleira com a insuperável Brilhantina Glostora , é que lhe veio o primeiro sobressalto: havia algo de errado com a lâmina do espelho( Ah essa tecnologia moderna!): a juba refletia-se estranhamente rala , teimando em não fazer topete e em não cair nos ombros, e, possivelmente por conta do reflexo da florescente, os cabelos mostravam-se grisalhos, como se alguém (quem sabe, o tempo?), numa daquelas freqüentes gozações, lhe tivesse atirado Maizena. Rapidamente desviou o olhar para as costeletas : duas botinas de cano largo, que ali estavam tal e qual um elmo : de fazer inveja ao próprio Elvis. Solfejando: "Vejam só que Festa de Arromba, noutro Dia eu fui parar"... folheou desordenadamente a velha agenda, até encontrar o telefone da Mariazinha : Será que ela ia para a Tertúlia? Tantas vezes me rejeitou "só porque sou pobre demais", pensou. Quem sabe ,hoje, a lábia tradicional, a cantada tantas vezes insulsa não faria efeito? Tentou discar várias vezes. Não entendia por que , sempre atendia uma voz chata e monocórdica pedindo para verificar novamente o número, que não tinha 07 dígitos, dizendo ser de uma tal de Telemar . Nem sequer falava na SERTESA.
--Encontro com ela, por lá!
Na rua buscou com os olhos o famoso "Mustang Cor de Sangue". Como só avistasse um fusquinha estranhamente familiar, entrou cantando "Meu Calhambeque, bibite..." Ah! Mas o carango não quis pegar na chave, pois aí pegou no tranco mesmo : "With a Little Help From My Friends". Saiu em disparada, como que derrapando nas tortuosas curvas da estrada de Santos e ia matutando com seus colares: "Existem mil garotas atrás de mim .
Entrou no Clube. Aos poucos, na penumbra, foi reunindo a velha patota. Estavam lá , alegres todos , mas um pouco distantes , como se atônitos se mostrassem sobreviventes de alguma catástrofe longínqua e impalpável. O Rum com Cola foi desanuviando os semblantes e , em pouco, estavam todos no ponto, morou? No palco, os Fevers apareceram quentes como nunca. Enquanto os Pholhas tocavam, alguém se lembrou, discretamente, de algum outro tipo de folha bem mais inflamável e que rolou incandescente de mão em mão , levando, magicamente, os jovialíssimos Golden Boys a brilharem em feitio de cometa, como certamente nunca tinham resplandecido até então.
--"Bicho, olha quem tá ali!"
Não soube nunca ao certo quem teve, na rodinha, aquela iniciativa. Olhou do lado e ali estava, a paixão da sua vida; aquele broto a que mais amou . E dela, até aquela data, sequer ao menos tinha ganho um beijo, um toque mínimo que fosse... ou seria por isso mesmo que tanto ainda a amava? Algum louco já dissera ela tinha se casado e separara há pouco tempo, mas agora, não tinha nenhuma sombra de dúvida: tinha sido, ao certo, um simples namoro, uma volátil chuva de verão. Mariazinha era a mesma menina na sua saia plissada, nos seus olhos negros, profundos e expressivos ; no seu sorriso sensual, leve e enigmático. Tentou balbuciar alguma coisa, algo assim como: "Você é o tijolinho que faltava na minha construção"... mas percebeu que todas as palavras pareciam supérfluas e desnecessárias: a orquestra atacava de "And I Love Her ". Simplesmente tomou-a nos braços e começaram a dançar num espaço infinito, etéreo e atemporal, como se passado e presente houvessem se fundido: como se a vida tivesse se iniciado naquele exato momento, rompendo com estardalhaço o ovo do sonho que havia hibernado por tantos e tantos anos...

Por : J. Flávio Vieira


A filha de Jefté - Por: Emerson Monteiro


Primeiro, Jefté fora discriminado pelos herdeiros de seu pai, Galaad, em face de nascer de uma prostituta, ainda que considerado um valente guerreiro. Afastou-se do meio dos irmãos filhos legítimos do mesmo pai e viveu na terra de Tod, quando, então, se viu cercado de pessoas menos consideradas, vindo a formar e capitanear um exército de miseráveis.

Passado algum tempo, os parentes que o abandonaram sofreram ataques de povo vizinho, os amonitas. Diante da constante insegurança que se instalara, acharam por bem recorrer à coragem já reconhecida de Jefté, instando-o a liderar a antiga nação, recebendo proposta dos anciões de chefiar as tropas da família e, em seguida, ocupar o trono da tribo.

Na expectativa do que a oportunidade representava, Jefté indicou para si que aceitaria a missão caso obtivesse o êxito nas armas, concordando, pois, em seguir à frente de batalha. Nessa hora, prometeu ao Senhor que, retornando vitorioso ao lar, sacrificaria em holocausto quem primeiro viesse ao seu encontro.

Transcorridos os feitos da guerra, coberto de todas as glórias contra os filhos de Amon, Jefté se aproximava de sua casa em Masfa, onde vivia com a família, quando a pessoa a quem coube lhe recepcionar, em festa de animação, tamborins e danças, ninguém mais seria senão a filha única e adorada, envolta na mais intensa das alegrias.

Por isso, o pai, numa total prostração, exclamou contrafeito:

- Ah, tu me acabrunhas de dor, e estás no rol daqueles que causam a minha infelicidade! - para em seguida confessar a causa das duras palavras: - Fiz ao Senhor um voto que não posso revogar.

Daí, a filha tomou conhecimento de tudo, e resigna-se ao compromisso paterno para com Deus.

Porquanto até ali permanecesse virgem, o que representava razão de infelicidade a não procriação, a filha apenas solicitou um período ausente durante o qual pudesse cumprir, junto de suas amigas, turno de dois meses nas colinas, para, nesse período, chorar a contrariedade de sua virgindade.

Conta a história que deste modo ocorreu. Vencido o prazo concedido, a filha veio a ser ofertada em holocausto, de acordo com o livro bíblico de Juízes, restando ao povo daquele tempo o costume, a cada ano, de os jovens prantearem por quatro dias seguidos a morte da filha de Jefté, o galaadita, raro exemplo de sacrifício humano registrado entre os judeus.

MOTOR TURBO 6.0, FUMAÇANDO por João Marni


Lembro-me dos meus aniversários em que havia no bolo menos de uma dúzia de velas e dos gritos agudos em torno da mesa, repleta de irmãos e amigos, do sopro forte apagando-as de uma vez, com o parabéns.

Aparentemente o tempo arrasta-se, mas é de fato meteórico: hoje seriam necessárias sessenta velas ocupando o cume do bolo, uma verdadeira favela de tantos dezembros... Por praticidade, porém, apenas duas - o seis e o zero - e não precisa entrar em apnéia de tanto soprar!

É chegada o momento em que o homem muda de fila e vê os umbrais da última fase da vida a convidá -lo para reflexões tantas, inclusive a coniência de que o vento deste sopro sobre as velas acaba de apagar sua juventude, num adeus ao pensamento da imortalidade e da inimputabilidade tão peculiar desse estágio. O que este cabelos brancos me avisam e me pedem é que eu fique mais atento ás necessidades das pessoas e que definitivamente eu quebre o espelho de Narciso. Magicamente, cruzando a lâmina dágua da cascata da vida, vislumbro agora a todos que não ajudei e que de alguama forma não soube compreender. Peço-lhes perdão.

Propensa como é a mente humana a familiarizar-se com facilidade a qualquer mudança, desde que seja para melhor, sinto-me hoje muito à vontade e confiante para o que se convencionou chamar de terceira idade, pois afinal posso voltar a engatinhar, fazer caretas e mil piruetas sem que ninguém ache que enlouqueci, porque estarei a brincar com os netos... Quando lembro que sarampo, diarréia, remela, unha quebrada e cabeça raspada eram minha mazelas... Comparadas à minha saudade de papai e mamãe hoje, concluo que realmente a infância é a aurora da vida, com o barulho de asas em vôo ascendente num céu azul. Dos sessenta anos de agora, quarenta têm sido com Fátima, desde fevereiro de 1969, com todos os humores da vida. Sinto-me responsável por cada cabelo branco dela porque contribuí para tingi-los assim. Ou de fato só o tempo é que nos desbota a todos numa nova aquarela? Nesta moldura vê-se cristalinamente que vossos olhares estavam convictos que seríamos mesmo um do outros: ''... esse seu olhar, quando encontra o meu... doce é sonhar e pensar que você gosta de mim e eu de você...''

O outono da vida é a idade em que deixamos de ser jovem. Já não tenho que agradar a todos, só àqueles que realmente me importam: a família e amigos de verdade, catados e cativados ao longo dos anos. Entro agora na ''prorrogação'' da vida, torcendo que o ''gol de ouro " demore a sair! Amanhã, posso até ficar cego, mas já tenho a minha paisagem na memória: vocês, o céu, morros e matas da cidade do Crato. Ao fundo, o arco-íris da minha remota infância. Abrindo esta nova cortina, sinto que terei que ser bom, melhor e deliciosamente melhor, para que minha família e as pessoas em geral gostem de mim e que Deus venha a me querer. No meu julgamento, que meu coração não pese tanto e que o pai também tenha lapsos de memória!... Se perguntado pudesse eu viver minha vida novamente, diria que a viveria como vivi, podando alguns excessos, mas não todos os meus erros, afinal foram também eles que me compuseram e me trouxeram até aqui.

Concluo afirmando que hoje, nova etapa, sou um homem feliz e sex... sexagenário!

Crato, 21.12.2009
João Marni de Figueiredo


BOAS FESTAS II – ANO NOVO – Por César Mousinho


Com esse artigo encerro minhas participações nos Blogs: Do Crato e da Ponta da Serra, nesse ano 2009 e que em 2010 continuarei colaborando. A chegada do Ano Novo traz sempre uma série de reflexões, criando novas perspectivas em relação ao futuro. A maior parte das pessoas começa a direcionar ações em busca de uma Vida mais harmônica, uma cultura de paz e respeito ao próximo.Todos os anos, geralmente em dezembro as pessoas começam a fazer as promessas para o ano seguinte:

Continuar a Faculdade, Academia pra entrar em Forma, Emagrecer, Fazer novos cursos, Resolver mal entendidos, Melhorar esta ou aquela situação, Estudar Pra Concurso Público.Porém após a passagem de ano, começam o ano novo com a mesma correria do ano anterior e entregam-se, muitas vezes sem saber, à rotina estafante do dia-a-dia, tendo em mente as promessas da passagem de ano, mas nenhum plano ou condição de realmente dar a volta por cima e tomar o controle da situação entrando num círculo vicioso.

Todo o reveillon é a mesma coisa. As pessoas cantam “Adeus Ano Velho, Feliz Ano Novo, que tudo se realize no ano que vai nascer. Muito dinheiro no bolso, saúde para dar e vender”. Um novo ano está começando. Não existe momento melhor para varrer da sua vida tudo aquilo que não o satisfaz e estabelecer novas metas, permitir que seus mais lindos sonhos brilhem a sua frente e partir para a realização de cada um deles. Mas como fazer para que eles realmente se concretizem? Isso é possível? No final de um ano e no limiar de um novo ano você certamente também já se admirou e disse: "O quê? Já chegamos novamente ao fim do ano?" Quando isso acontece, somos lembrados de como a vida humana é passageira, como o Salmo 90.9 diz tão bem: "... acabam-se os nossos anos como um breve pensamento". A nossa vida passa "como um suspiro" ou "como um sopro". Quanto mais velhos ficamos, mais rápidos parecem transcorrer os anos, pois cada um deles torna-se uma parcela sempre menor de nossa vida.

Frases do Ano Novo: "Para sonhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre”.(Carlos Drummond de Andrade)
Nós abriremos o livro. Suas páginas estão em branco. Nós vamos pôr palavras nele. O livro chama-se Oportunidade e seu primeiro capítulo é o Dia de ano novo.”(Edith Lovejoy Pierce)” Festejar, comemorar, comer e beber bastante nas festas de final de ano não é o que engorda, o que realmente engorda não é o que comemos entre o Natal e o Ano Novo, e sim, aquilo que comemos entre o Ano Novo e o Natal.”·(Autor desconhecido)”.

O objetivo de um ano novo não é que nós deveríamos ter um ano novo. É que nós deveríamos ter uma alma nova.”(Gilbert Keith Chesterton). O Dia de ano novo é o aniversário de todo homem.” (Charles Lamb) John Lenon já disse uma vez que: "A vida é o que acontece enquanto fazemos planos!". Muitas pessoas esperam o ano novo por um novo começo em hábitos velhos.” (Autor desconhecido). "A cada dia de nossa vida, aprendemos com nossos erros ou nossas vitórias, o importante é saber que todos os dias vivemos algo novo. Que o novo ano que se inicia, possamos viver intensamente cada momento com muita paz e esperança, pois a vida é uma dádiva e cada instante é uma benção de Deus."

Feliz Ano Novo Crato, Cariri, Brasil.
Fontes: Jornais, Livros, Google, Wikipédia.
São Paulo 26/12/2009 – www.sosdrogasealcool.org


"PSDB teria vendido parte da Petrobras", diz Gabrielli

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou que o sucesso da estatal é fruto de uma política de governo e só foi possível graças à eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2002 e à sua reeleição em 2006. "O presidente Lula fez a diferença", diz, em entrevista à Agência Estado. Segundo ele, se o resultado das eleições tivesse sido outro, com a vitória de José Serra em 2002 ou de Geraldo Alckmin em 2006 - ambos do PSDB -, a Petrobras teria tomado outro rumo: "Partes da empresa poderiam ter sido privatizadas."

De acordo com Gabrielli, até 2003, a Petrobras estava sendo preparada para "ter um conjunto de atividades com muita eficiência em vários ramos e com pouco ganho no sistema como um todo e estava sendo inibida no crescimento do seu portfólio de exploração". Naquele ano, porém, ele afirma que a estatal começou a ter uma participação mais ativa nos leilões, a redefinir sua organização interna e a acelerar a renovação de seus quadros. "Isso foi uma mudança de orientação política na Petrobras. Se seria possível atingir sucesso com a política anterior é difícil dizer", diz. "Agora, que o sucesso atual depende das mudanças feitas, isso é certo."

O presidente da estatal afirma que se o PSDB tivesse vencido a eleição para presidente, os investimento e o crescimento verificado hoje seriam menores. "Provavelmente teria menos preocupação com o controle nacional, portanto teria menos impacto no estímulo da indústria brasileira." Perguntado se ele acredita que a Petrobras poderia, então, ter sido privatizada, Gabrielli afirma: "Seria difícil uma privatização total da Petrobras, mas partes dela, sim."

Em resposta às declarações de Gabrielli, o líder do PSDB na Câmara defendeu o governo tucano. "O que fez a Petrobras ser o que ela é foi a lei de 1997, que abriu o setor de petróleo, atraiu investimentos e tornou a empresa competitiva. Isso ocorreu com (governo) Fernando Henrique Cardoso. "Eu acho esse Sérgio Gabrielli um primata, um ignorante, reagiu. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Agencia Estado

A capela do Seminário São José – por Armando Lopes Rafael

Uma coisa sempre me atraiu - além da arquitetura - na capela do Seminário São José, de Crato. Algo de imponderável existe no interior daquele templo. (OBS: Imponderável - definem os dicionários - "que não se pode pesar; que não se pode avaliar; muito sutil").
Lá, parece palpável captar na atmosfera – existente naquela vetusta capela – as graças derramadas, pela Divina Providência, ao longo de 135 anos, aos que ali buscaram Deus.
O homem moderno só enxerga o que vê.
Mas, sente-se entre aquelas grossas paredes algo desse imponderável. E quantas graças foram ali correspondidas! Centenas de padres, ali plasmados, saíram para um trabalho anônimo, pregando a Boa Nova de Cristo. Desnecessário citar nomes. Basta lembrar os sacerdotes que por lá passaram quando estudantes e viveram posteriormente uma existência consagrada a Deus, à Igreja e às pessoas. Evangelizando locais inóspitos dos sertões; Celebrando o mistério da Cruz sobre o altar; Tornando cristãos nas águas batismais milhares de crianças; Absolvendo no tribunal da Penitência, pelo perdão dos pecados, milhares de corações arrependidos; Santificando a união de casais pela bênção matrimonial; Confortando, com a palavra, os sofredores...
A esses bons e fiéis servos, instrumentos de Deus, muitos já falecidos, devemos elevar os nossos pensamentos e nossas homenagens...
Texto: Armando Lopes Rafael
Foto: Dihelson Mendonça

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