xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 06/11/2009 | Blog do Crato
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VÍDEO - Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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06 novembro 2009

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Blog do Crato - Mais de 1 milhão de Acessos a Páginas em 4 Anos

Por: Dihelson Mendonça
Administrador

CRATO - Histórias e Estórias do Crato de Antigamente - Por: Ivens Mourão


O VIOLEIRO


Um dos filhos do Sr. Jorge Lucas tocava violão muito bem e também cantava. Trabalhava com o pai, na carpintaria. Com as economias, feitas com muito esforço, comprou um violão novo. O pai achava que ele tinha outras prioridades. Mas não disse nada. Um dia, todos recolhidos para dormir, ouviu-se aquele característico barulho do rasgar de uma rede ao meio. O violeiro foi ao chão. Nem tinha se levantado e já ouviu a voz do pai:
- “Meu filho, arme o violão...”

ZÉ DE MAROCA

Durante um período, o Luís trabalhou em Petrolina/PE. Exercia as funções de Gerente Administrativo da construtora Pecal, que mantinha um consórcio com outra construtora, Itapema, na implantação do perímetro irrigado de Curaçá. As empresas eram obrigadas - por contrato e para atender a legislação trabalhista - a manter ambulatórios médicos, para a eventualidade de primeiros socorros. A Codevasf, a contratante, enviava periodicamente um funcionário de Brasília para vistoriar esses ambulatórios. Era um médico, o Dr. Roberto. Ao final de uma dessas visitas ficou conversando, informalmente, com o Luís. No meio da conversa acabou descobrindo que ele era do Crato/CE. Admirado, comentou:

- “Então você é do Crato!!! Eu conheci um cratense no tempo em que morei em Ilhéus. Foi o maior mentiroso que eu já conheci: Zé de Maroca!!! Conheceu?”

- “Não, nunca ouvi falar”.

E o médico prosseguiu:

- “Ele era o personagem em suas próprias mentiras. Vivenciava de tal forma a história, emocionava-se de tal maneira, que sou capaz de apostar que, se eu medisse a sua pressão ela estaria alterada. Ou seja, acreditava nas próprias mentiras. Interessante que ele era atemporal. Numa ocasião estava combatendo Lampião (na década de vinte), outras vezes, estava lutando com os paulistas na revolução de 32.”


Contou, certa vez, que estava na IIª Guerra Mundial. Era Sargento e comandava uma patrulha brasileira na Alemanha (!!!). Tinha a missão de prender Ritlo (era assim que ele pronunciava Hitler). A patrulha caminhava pelas ruas de uma cidade alemã. Zé de Maroca então falou para seus comandados:

- “Meu instinto de caçador diz que Ritlo está naquela casa.”.

Aproximaram-se, pé ante pé da casa. Cercaram-na. Zé de Maroca, e mais dois companheiros acercaram-se da porta principal. Zé de Maroca espionou pelo buraco da fechadura. Eis que visualizou Hitler:

- “Conheci Ritlo só pelo bigodinho”.


Através de sinais, combinou com os dois companheiros para derrubarem a porta com um golpe só. Assim procederam. Derrubada a porta, posicionou-se imediatamente em frente a Hitler, apontando a metralhadora. E Hitler, apavorado, gritou, levantando os braços e num português fluente:
- “Pelo amor de Deus, não me mate, Zé de Maroca!!!”.
Ao ouvir Hitler invocar o nome da santa mãe dele, resolveu não matá-lo e levá-lo preso para os italianos (!!!)...

A FALTA DE UM ‘Y’

O meu irmão Raimundo tinha um amigo, o Aldemir, que era a gentileza em pessoa. Foram colegas de turma no Colégio Diocesano do Crato. Tinha uma característica: gostava de falar difícil, o que o tornava uma pessoa formal. Estava sempre usando palavras que só ele conhecia. Por este motivo e por ser uma pessoa de temperamento boníssimo era sempre vítima das gozações dos colegas. Lembro-me bem dele, pois morava próximo da nossa casa, na Rua Nelson de Alencar. Caso não esteja enganado, era arrimo de uma velha tia. Na época, os professores costumavam fazer testes orais com os alunos. E o Aldemir, muito tímido, tinha pavor a submeter-se a este tipo de exame. No colégio tinha um professor que era tido como o terror. Para ele só existiam duas notas: zero ou dez. Para ter esta má fama, lógico, o zero era o mais comum. Era um Professor baixinho e entroncado, que os alunos o apelidaram de “Charuto”. Certo dia, aula de Português, aula do professor “Charuto”. Naquela maneira rude que o caracterizava, chamou à lousa o Aldemir. Criou-se a expectativa. O Aldemir, querendo fugir àquele chamado, bem formal, pronunciando pausadamente, disse:

- “Professor, o senhor está se referindo ao Aldemir com ‘y’ ou com ‘ir’?”
- “É você mesmo! Venha logo à lousa!”
Naquele dia, o outro colega, Aldemy, escapou, mas o Aldemir levou zero mesmo.

PELA CULATRA

“A fome com a vontade de comer” é quando o aluno não quer que sejam dadas mais matérias e o professor não tem interesse em ministrá-las. Isto acontecia nas aulas de um determinado professor, na época em que o meu irmão Raimundo era aluno do Colégio Diocesano do Crato. Os estudantes sempre improvisavam algumas estórias, com a finalidade de “embromar” a aula. Assim eles teriam menos “pontos” para estudar para as provas. Na época, já se falava nas possíveis viagens interplanetárias. A Revista “O Cruzeiro” trazia matérias sobre o cientista alemão Von Braun, aventando a hipótese dessas aventuras. Poucos anos depois a corrida espacial iniciou, com o lançamento do primeiro Sputinik. Certo dia um aluno comentou, usando o Aldemir (sem y) como vítima:

- “Professor, o Aldemir disse que vai a Vênus!...”
- “Fazer o quê?”.
- “Comprar uma camisinha...”

Serenada a gargalhada, o Professor nesse dia deu matéria para o ano todo.
O tiro saiu pela culatra...

NAMORADO ATÔMICO

A formalidade do Aldemir era uma constante. Devido a grande timidez sentia-se bem quando estava na companhia dos seus livros. Daí usar, no seu linguajar, o vocabulário vasto e um conhecimento de assuntos diversos. Conhecia, por exemplo, sobre a energia atômica e como ela foi apresentada ao mundo, estourando sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaky. Certa ocasião, surgiu o comentário na sala de aula, entre seus colegas, que ele havia levado um fora de primeira, da namorada. Todo mundo quis saber a razão:
- “À falta de assunto romântico, foi explicar energia atômica para a namorada...”

Fonte: Livro "Só no Crato" de Ivens Mourão - Direitos de Publicação concedidos ao Blog do Crato pelo autor - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS


Despedida do guerreiro, reflexão para os que ficam Por Alessandra Bandeira

" Adeus casa que eu morava
Terreiro que vadiava
Janela que eu namorava
Adeus casa que eu morava
Terreiro que vadiava
Donzela que eu tanto amava"

Somente com o reisado pude encontrar as palavras que precisava para dizer o que sinto, cansada de ser incompreendida, injustiçada, até mesmo menosprezada, de ver que não se pode lutar contra a mentalidade medieval de algumas cabeças que se dizem pensantes, de muitas vezes não ter o valor sincero de uma amizade reconhecida, de dar de mais e muitas vezes não receber nada ,nem um simples obrigado, decide voar, livre, voar, sem amarras e sem hipocrisias, viver como acredito, como o mundo lá fora é , não com esse bairrismo exarcebado!Quem ama o Crato vota em que é do Crato, isso é alimentar preconceitos, pois, não nasci aqui, mas meu título de eleitor é daqui, amo essa cidade queria mesmo que mudanças acontecessem, que as panelinhas se abrissem para o novo que surge, mas vocês venceram , me calo, e observo de longe mais de 50 anos de mentalidade retrograda, a mentalidade que construiu o Crato como capital da Cultura para mostrar superioridade ao povo do Juazeiro, e nada muda, o Crato cada vez mais cai no ostracismo , mas acredito que é isso que esses ilustres imortais desejam, que o Crato fique para si, para aqueles que nasceram aqui e que tem sobrenome.Enquanto isso jovens morrem viciados em crack, pessoas vivem a base de anti depressivo,e as fármacias aumentam cada vez mais , e a arte e a cultura se dissipam, somem , a verdade é dura mas esta na cara de vocês, até quando se calar? Até quando vão fingir que não é com vocês? Até o dia que os filhos de vocês chegarem num buraco extremo ?E na certa nesse minuto mais uma vez viram os abutres, me atacando, quando o mais simples é apenas corrigir os erros, assumir o mea culpa.Com certeza quando o crack invadir suas casas, por causa do vázio que os filhos de vocês sentem, por não aguentarem mais a falta do que fazer, com certeza meus ilustres , vocês vão lembrar dessas palavras, " O que fizemos"?A responsabilidade não é do governo municipal é nossa , pois os filhos são nossos!A prefeitura faz o que pode, mas o que vocês como cidadão fazem?Aos que ficam, o último a sair por favor apague a luz !
E como diria Edith Piaf : No rien de rien, Non je ne regrett de rien,Ni le bien qu'on m'a fait, ni le mal, tout ça m'est bien égal.
Peça de reisado, domínio público
Foto Alessandra Bandeira

DOS ANAIS DA HISTÓRIA PARA VOCÊ - Por: Vicente Almeida



O HINO NACIONAL BRASILEIRO
Musica: Francisco Manoel da Silva (1795-1865)
Letra definitiva: Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927)

O texto a seguir, é uma homenagem aos mestres e alunos das escolas públicas e particulares dos tempos passados, quando havia respeito e amor à Pátria.

Durante muitos anos, alunos e professores cantavam o Hino nacional, no início e no final da aula, bem como; em datas comemorativas, sem, contudo, se dar ao trabalho de verificar suas origens.

A grande maioria não compreendia o significado de suas estrofes. Essa informação, não era ensinada ou divulgada. Tudo que sabíamos, era uma breve referencia aos autores da musica e da letra. Entretanto, o Hino Nacional Brasileiro é um dos símbolos nacionais que mais mexeu com a juventude durante os anos dourados.

Mas, vamos à história:

Inicialmente não era hino, mas, uma marchinha patriótica composta em 1822, pelo musico carioca Francisco Manoel da Silva, ao calor das agitações populares em um dos momentos mais dramáticos da nossa transição. Exprimia então a independência e a liberdade.

A marcha destinava-se a saudar nossa emancipação política, mas ganhou força, e se transformou em um grito de rebeldia da Pátria livre contra a tutela portuguesa, e foi adotada como um hino pela população.

Foi cantado pela primeira vez, em 13 de Abril de 1831, no cais do Largo do Paço, hoje Praça 15 de Novembro, no Rio de Janeiro, em meio à grande empolgação popular, por ocasião da partida forçada de D. Pedro I, quando abdicou o trono em favor do seu filho D. Pedro II.

Para aquela ocasião, o maestro refez a letra e o hino passou a expressar a alegria do povo, de extinguir definitivamente os laços que ainda existiam entre Brasil e Portugal. D. Pedro I foi o primeiro Imperador do Brasil de 1822 a 1831, mas não era brasileiro. E durante o seu reinado, por sete, dias em 1826, foi também o 28º rei de Portugal.

O Hino Nacional mudava conforme a ocasião. Em 1840, na coroação de D. Pedro II, foi mais uma vez cantado com nova letra, agora enaltecendo a esperança dos brasileiros ao verem a Pátria unida e livre das guerras entre irmãos e governada por um Imperador nascido no Brasil.

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Com a Proclamação da República em 15 de Novembro de 1889, o Hino Nacional foi abolido. Tentaram adotar o Hino da Proclamação da República, de Leopoldo Américo Miguez, vencedor de um concurso, mas, não logrou êxito.

Como a composição de Francisco Manoel da Silva já era conhecida há mais de 60 anos, ainda que sem letra definida, mas com arrebatadora e heróica melodia, o Marechal Deodoro da Fonseca, através do Decreto 171, de 20 de Janeiro de 1890, manteve como Hino Nacional Brasileiro.

Durante quase 100 anos o Hino foi executado sem ter, oficialmente, uma letra. As muitas tentativas de acrescentar um texto a musica não vingaram. Os versos eram carregados de ressentimentos, insultavam os portugueses, ou pecavam pela bajulação ao soberano reinante.

Em 1906, Coelho Neto, da Tribuna da Câmara dos Deputados, propôs que fosse composta uma letra a altura da melodia do Hino Nacional Brasileiro. Entre as inúmeras apresentadas, recebeu aprovação, a de Joaquim Osório Duque Estrada já em 1909. Era um poema métrico, em versos decassílabos que se ajustavam com perfeição à melodia existente.

Foi em um momento de grande inspiração que: tomado por incomum sentimento de amor a Pátria, Osório elaborou o mais belo poema, narrando às maravilhas das terras brasileiras, sua situação geográfica, suas conquistas e todo o sentimento do seu povo. E esse poema foi transformado no belo Hino que temos hoje. É riquíssimo e reflete os momentos mais importantes da nossa história.

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Os alunos e professores, até meados da década de sessenta, certamente lembram com saudades do seu período escolar no que se refere ao Hino Nacional, cantado e exaltado no início e no final da aula, bem como em datas comemorativas. Tudo conforme estabelecia a Lei 259 de 01/10/1936 – ao final.

Para os leitores do Blog, gostaria de apresentar uma idéia, escrita nos anais da história, de como Joaquim Osório elaborou um contexto dos acontecimentos, para daí tirar o mais belo poema que veio a ser o Hino Nacional Brasileiro. Veja a seguir cada estrofe com texto explicativo.

LETRA DO HINO NACIONAL BRASILEIRO - Comentada

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas,
De um povo heróico, o brado retumbante,
E o sol da liberdade em raios fúlgidos,
Brilhou no Céu da Pátria nesse instante.

A estrofe quer dizer que:
As margens plácidas do Riacho Ipiranga,
Ouviram um brado impetuoso, forte, de um povo heróico, proclamando a independência.
Em raios fúlgidos: resplandecentes no céu da Pátria.
E, nesse instante, o sol da liberdade brilhou: a alegria dominou a todos.

Se o penhor desta igualdade,
Conseguimos conquistar com braços fortes,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte.

A estrofe quer dizer que:
O penhor: o compromisso assumido, a garantia desta igualdade,
Se conseguimos conquistar com braço forte.
Em teu seio, ó liberdade, o nosso peito desafia a própria morte.

BRASIL, um sonho intenso, um raio vívido,
De amor e de esperança à terra desce.
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

A estrofe quer dizer que:
BRASIL: um sonho intenso, um raio vívido, ardente de amor e de esperança desce a terra.
Se em teu formoso céu, risonho e límpido: limpo, claro,
A imagem do Cruzeiro: Constelação austral, característica do nosso hemisfério, resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, És forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu Brasil
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo, és mãe gentil
Pátria amada,
Brasil.

A estrofe quer dizer que:
O Brasil é gigante pela própria natureza (Deus assim o quis), desde sempre, colossal: de enormes dimensões.
És, belo, és forte, és impávido: destemido, ousado, intrépido.
E essa grandeza espelha o teu futuro.
Entre outras mil, és tu terra adorada,
Brasil, ó Pátria amada,
És mãe gentil dos filhos deste solo!
Brasil, Pátria amada.

Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo.

A estrofe quer dizer que:
Deitado eternamente em berço esplêndido: adormecido, deslumbrante, cheio de riquezas.
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras: cintilas, ó Brasil. Florão: preciosidade da América, iluminado ao sol do novo mundo!

Do que a terra mais garrida,
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores,
“Nossos bosques, têm mais vida”,
“Nossa vida em teu seio, mais amores”.

A estrofe quer dizer que:
Teus risonhos e lindos campos têm mais flores do que a terra mais garrida: mais alegre, faceira.
No teu seio, nossos bosques têm mais vida, e nossa vida tem mais amores.
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil de amor eterno seja símbolo,
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula,
Paz no futuro e glória no passado.

A estrofe quer dizer que:
Brasil seja símbolo de amor eterno.
Brasil, o lábaro estrelado: a bandeira com as estrelas.
Que ostentas: exibes com orgulho.
E o verde-louro desta flâmula: Verde (as matas), Louro=amarelo (o ouro) desta bandeira.
Diga: Paz no futuro e glória no passado.

Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme quem te adora a própria morte.

Terra Adorada,
Entre outras mil,
Ès tu Brasil
Ó Pátria Amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

A estrofe quer dizer que:
Mas, se ergues da justiça a clava forte: Arma pesada da justiça.
Verás que um filho teu não é covarde.
Verás que quem te adora, não teme a própria morte.
Brasil, ó Pátria amada.
És tu, terra adorada entre outras.
Brasil, Pátria amada,
És mãe dos filhos deste solo.

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O Hino Nacional Brasileiro foi oficializado somente na Presidência de Epitácio Pessoa, através do Decreto 15671, de 06 de Setembro de 1.922, ou seja; um dia antes de completar um século.

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Lei 259, de 1 de Outubro de 1936
Torna obrigatório, em todo o país, nos estabelecimentos de ensino e associações de fins educativos, o canto do Hino Nacional.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL – Faço saber que o poder legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei:

Art. 1º - Fica obrigatório, em todo o país, nos estabelecimentos de ensino, mantidos ou não pelos poderes públicos, e nas associações de fins educativos e outros, constantes desta lei, o canto do Hino nacional, de Francisco Manoel da Silva, com a letra de Joaquim Osório Duque Estrada, oficializado pelo Decreto nº 15671 de 6 de Setembro de 1922, do governo da República;

Parágrafo único – A obrigatoriedade, estabelecida neste artigo, refere-se aos estabelecimentos de ensino primário, normal secundário e técnico-profissional e às associações desportivas, de radiodifusão e outras de finalidade educativas;

Art. 2º - Ficam adaptadas, para a execução do Hino nacional, de Francisco Manoel da Silva, a orquestração de Leopoldo Miguez e a instrumentação, para bandas, do 2º tenente Antonio Pinto Junior, do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, no tom original: de si-bemol; E para canto, em fá, trabalho de Alberto Nepomuceno;

Art. 3º - A instituição que, previamente intimada, deixar de cumprir as determinações desta lei, terá proibido o seu funcionamento pela autoridade competente;

Art. 4º - Esta lei entrará em vigor na data da sua publicação;

Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.
Rio de Janeiro 1 de Outubro de 1936 – 115º ano da Independência e 48º da República.

GETULIO VARGAS – Gustavo Campanema – Artur de Souza Costa – Vicente Ráo – Joaquim Lecínio de Souza Almeida – José Carlos de Macedo Soares – João Gomes – Henrique A. Guilhem – Agamenon Magalhães.

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13 de Abril é o dia do Hino Nacional Brasileiro.



06/11/2009 - Vicente Almeida

SARNEYLULUANO: Nos oi do Povo, é dedada, no de Lula é refresco de Mangaba: Por Wilson Bernardo

Pancadaria no lançamento do livro: "Honoráveis Bandidos" em São Luís



Terminou em tumulto e pancadaria o lançamento do livro "Honoráveis Bandidos - Um retrato do Brasil na era Sarney", na sede do Sindicato dos Bancários, em São Luís (MA), na noite de última quarta-feira.A noite de autógrafos de Dória foi marcada para ocorrer na sede do sindicato, porque as livrarias do Maranhão se recusaram a lançar a obra, como antecipou a Livraria da Folha, no mês passado.

Segundo, o sindicato, estudantes ligados à família Sarney jogaram ovos e uma torta na direção de Dória, em protesto contra o livro. Houve também uma discussão entre os participantes do evento e os manifestantes.Em nota, o Sindicato dos Bancários do Maranhão condenou a violência."Os atos de vandalismo provocado por 10 a 15 baderneiros, quando da ocasião de lançamento do livro 'Honoráveis Bandidos' do jornalista Palmério Dória, nessa quarta-feira(04/11) em nossa sede, relembra os tristes fatos históricos das décadas de 50 e 60 em nosso Estado, que acreditávamos sucumbidos. Naquela época, prevalecia no Maranhão a lei da força bruta, da intolerância, em que as diferenças eram resolvidas pela pancadaria", citou a nota.O sindicato informou que, durante a pancadaria, o patrimônio da entidade foi prejudicado:"A categoria bancária se sente violentada por ter itens de seu patrimônio, conquistado com a contribuição sindical de anos e de gerações de trabalhadores, destruído, quebrado (porta principal, cadeiras, quadro). O valor financeiro de uma nova porta para a entrada da sede de nossa entidade não nos entristece mais do que ver a instituição Sindicato dos Bancários do Maranhão, espaço democrático de tantas categorias, desrespeitada de forma desmedida pelos baderneiros."Os diretores do sindicato disseram ainda esperar que a polícia apure e puna "exemplarmente os vândalos, que agem em interesse próprio ou de terceiros, de forma que não se sintam estimulados a usar a violência, fruto da intolerância e da antidemocracia".Intimidade sexualAlém de detalhar todos os escândalos envolvendo o clã do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o livro, que está entre os mais vendidos no país, dedica um capítulo (nº 8, "O lado feminino") só para falar sobre as intimidades da família e de seu patriarca.Na página 91, Dória escreve: "Sarney achou que seus sonhos poderiam concretizar-se em Nova York - o senador delirava só em pensar na realização de seu fetiche sexual: lambidas em seu hálux, ou, na linguagem popular, o dedão do pé. E rumou esperançoso para a capital do mundo ocidental, entre os convidados da Globo para a entrega de um daqueles prêmios internacionais, em tempos de boca-livre total."

"Não vi, não li, não me interessa", disse Sarney à Livraria da Folha sobre "Honoráveis Bandidos".

"Honoráveis Bandidos"Autor: Palmério Dória

Editora: Geração Editorial
Páginas: 208
Quanto: R$ 29,90
Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

Wilson Bernardo (Fonte:Bol-Fotografia Wilson Bernardo)

Menino de 3 anos pega ônibus sozinho e assusta família


Nota do Editor: Aprendendo a se virar!

Uma das minhas críticas vai para muitos pais, que ao invés de cultivarem hábitos saudáveis logo cedo na cabeça das crianças, impedem-nas de se desenvolver, estimulando as crianças a falar errado: "Diga: Papá...Papá.." Depois reclamamam que a criança demora a aprender a falar direito. Não seria interessante se os pais logo cedo colocassem seus filhos para ouvir Música Clássica, Beethoven, Bach, Tchaikovsky, e estimulassem a leitura de Enciclopédias ? Porque quanto mais pobre é a família, mais inclulta, e mais bobagem ensinam aos filhos ? E a pergunta está respondida. Vejam essa incrível reportagem, sobre a façanha de um garotinho de 3 anos. O primeiro dever dos pais é criar filhos independentes. A independência dos filhos é a favor dos princípios da natureza. Devemos criar nossos filhos para que o mundo os leve. São cidadãos do mundo. Se há mesmo uma coisa detestável, é ver pais superprotegendo os filhos, e transformando-os em Barrigas brancas!

Dihelson Mendonça

Menino de 3 anos pega ônibus sozinho e assusta família

Um menino de 3 anos que estava sob os cuidados de uma adolescente em Campinas (SP) saiu da lan house no Jardim Santa Clara do Lago, onde estava com a garota, entrou em um ônibus coletivo e foi encontrado pelos pais apenas seis horas depois, ontem. Segundo informou o pai do garoto, o barman Anderson Luiz Santos Muzel, de 28 anos, o filho é apaixonado por ônibus e esta foi a segunda vez em três semanas que o menino resolveu subir em um coletivo para passear sozinho. O pai contou que deixou o terceiro de seus quatro filhos na casa da babá de 18 anos, a um quilômetro de sua casa, no Parque Floresta. A família informou que não conseguiu vaga em uma creche para o menino de 3 anos, por isso optou por um serviço de babá.

Muzel iria até a rodoviária para buscar sua mulher, a garçonete Shirley Rael Vitor, de 28 anos. "A babá cuida dele faz uns dois anos. Nesse dia, deixou o menino com a irmã dela de 17 anos, que o levou para a lan house. Ela deve ter se distraído com o computador e ele saiu", conta o pai.

Uma outra adolescente, de 15 anos, estava no ônibus que faz a linha do bairro e percebeu que o garoto estava sozinho. "Ela ligou para a mãe dela e levou meu filho para casa", afirma Muzel. "Foi a nossa sorte, porque como ninguém tinha aparecido até o fim da tarde para buscá-lo, a mulher chamou a polícia e conseguimos encontrá-lo. Minha mulher estava desesperada", diz o pai da criança. Os pais chegaram à casa a 800 metros do Jardim Santa Clara por volta de 21 horas. A garota de 15 anos disse que encontrou o menino cansado e assustado.

Há pouco mais de duas semanas, o filho de Anderson e Shirley acordou antes dos pais - que trabalham à noite - e por volta das 8 horas usou um banquinho para pular o portão de casa. Foi encontrado em um terminal de ônibus próximo à residência da família, três horas depois. Procuramos no terminal porque ele adora ônibus. Acho que vamos levá-lo a um psicólogo, para saber por que ele fica assim", afirmou o pai.

Fonte: R7

Brasil é denunciado por escravidão e violência em prisões

A denúncia de entidades foi na Corte Interamericana de Direitos Humanos

Várias organizações de defesa dos direitos humanos que operam no Brasil denunciaram hoje perante a CIDH (Corte Interamericana de Direitos Humanos) que persistem a escravidão e as lutas para controlar a terra no país, além da violência institucional em centros penitenciários. O Cejil (Centro pela Justiça e o Direito Internacional) e outras associações expuseram essas e outras denúncias em uma das audiências do 137º período de sessões públicas da CIDH, que acontece em Washington até sexta-feira. Jean Ann Bellini, representante da Comissão Pastoral da Terra, advertiu que no Brasil "a violência no campo continua aumentando" em torno de três eixos: a exploração de escravos, a violência na luta pela terra e a violência contra as comunidades indígenas e descendentes de escravos. Segundo ela, apesar de mais de 26 mil pessoas terem sido liberadas da escravidão entre 2003 e 2008, as organizações estão constatando um aumento dos trabalhos forçados no sul e no sudeste do país "devido à ampliação dos territórios para a produção de etanol".

Bellini afirmou que muitas comunidades indígenas "sofrem constantes agressões enquanto esperam a homologação de suas terras" e que, desde princípios de 2007, foram registrados conflitos em dez grandes reservas indígenas. Já João Paulo Chaves, do MST, disse que "os proprietários de latifúndios mais conservadores usaram milícias armadas para atacar" pessoas de sua organização. Chaves denunciou que o MST está sendo investigado e foi tachado de "terrorista", e alertou a comissão sobre a vontade do Governo de "tipificar como delito os movimentos sociais". Já a diretora do escritório no Brasil do Cejil, Beatriz Affonso, assegurou que a ditadura militar que dominou o país entre 1964 e 1985 deixou rastros de seu aparelho repressivo, que se materializaram em uma cultura "acostumada à prática sistemática da tortura".

De acordo com ela, tais práticas se seguiram materializando de forma habitual nas prisões devido à "falta de um mecanismo de acompanhamento eficaz" e à "impunidade" da maioria dos agentes do Estado acusados de tortura após a ditadura militar. A advogada também mostrou sua preocupação com o fenômeno "relativamente novo" das milícias paramilitares no Rio de Janeiro, que se intensificou nos últimos quatro anos e mantém o controle de cerca de 130 comunidades do estado. O Cejil concluiu a audiência com o pedido para que a CIDH faça uma visita ao Brasil, em que se reúna com organizações sociais e especialistas em discriminação e estude a violência institucional e rural no país.

Fonte: R7

No Crato, outros tempos atrás - por Glória Pinheiro


No Crato. Houve uma época em que me submeti ser "aprendiz de fadinha" . Uma fajuta aspirante à fadinha que nem sequer ousou fazer o juramento exigido para usar aquele lindo uniforme azul. Vestir aquele uniforme azul e a possibilidade de ser Bandeirante, deveria ser uma maravilha. Porém..., sob uma árvore de porte médio, numa reconfortante sombra, - puxo pela memória -, me vem três ou quatros encontros nas manhãs de domingos no casarão da Praça da Sé, onde funcionou o Grupo Escolar Teodorico Teles. Ficávamos distribuídas em uma suposta "fila indiana", monitoradas por uma Bandeirante, aprendendo a cantar dando um passo para a direita e outro para a esquerda. Cantando mais ou menos assim: "Um passs si nho cá (pausa). Um passs si nho lá (pausa). Gosto de dançar e passearrr tra-la-la-lá, tra-la-la-lá..." E nos tra-la-la-lás erguíamos os braços fazendo um movimento com as mãos. No encontro de minha última participação, resolvi me questionar: "O que estou fazendo aqui?" "Que coisa monótona é esta?" Algum tempo depois escutei uma voz que dizia: "- Glória, vai fazer natação e aprender a jogar vôlei!" Ora, uma menina que participava de muitas brincadeiras de criança cada uma mais divertida que a outra: pular corda, jogar o jogo do mata, brincar de amarelinha, bambolear, jogar bola de gude, jogar castanhas, na falta das castanhas o jogo continuava e a animação prosseguia com tampinhas de garrafas, só para citar algumas. Enfim, não faltavam brincadeiras muitas delas em companhia dos meus irmãos e dos três amigos e vizinhos que naquela altura eram como nossos irmãos, estavam incorporados à nossa família e nós à família deles. Acredito que por tudo isso minha infância foi prolongada o quanto foi possível.

Desde muito cedo e frequentemente, nas férias escolares íamos ao Engenho do Francisco Gomes. Nossas férias coincidiam com as moagens de minha avó, as de minha mãe e de alguns proprietários vizinhos. Minha irmã mais velha, por natureza, era essencialmente urbana. Nos períodos das férias costumava se refugiar na casa de nossa avó paterna, à Rua Dr. Miguel Lima Verde, onde possuia seu pequeno reino devido a predileção à ela dedicada por ser a primogênita dos netos cratenses. Dos netos cratenses éramos somente os filhos de meu pai, os outros cinco netos, filhos de tia Vivi eram recifenses e só apareciam eventualmente, mas, jamais destronaram minha irmã. No entanto, tudo era muito bem distribuído e equilibrado uma vez que, desde meus primeiros anos de vida contava com o privilégio de ser uma das netas preferidas da avó materna. Ainda na casa paterna eu era bastante querida da tia-madrinha, a quem, anos depois tive a oportunidade de homenageá-la emprestando seu nome para minha filha Maria Luiza. Sim, fui uma criança que recebeu o suficiente para ser feliz.

Certa vez, em uma de nossas férias, reuniram-se mais de 12 netos de minha avó. Nessas ocasiões as perseguições e caça aos vaga-lumes eram interrompidas, tendo em vista que os primos maiores costumavam reunirem-se no terreiro do engenho a fim de escutarem "histórias de assombração". Para isso havia o contador de histórias que todas as noites marcava presença para alegria de muitos. Daquela roda mantinha distância, preferia dormir bem ligeirinho. Já me bastava a filha de um morador me convencer que bem próximo dali vivia um caboclo encantado que costumava aparecer para aprontar muitas traquinagens com quem chegasse na floresta e só deixava a pessoa em paz se fumasse seu cachimbo. Afirmava com muita convicção apontando para a Chapada do Araripe, muito próximo dali, distante poucas braças do Engenho "Chico" Gomes.

Foi por aí que presenciei o primeiro guisado. Embora tivesse idade para participar somente como observadora da iniciativa da prima Sônia Pinheiro Rolim. Naquela época já uma mocinha. Mais adiante uma mulher inteligente, de fibra, dotada de capacidade para desempenhar seu grande papel de mulher empreendedora e mãe, pelos seus inúmeros e indiscutíveis méritos. Sônia uma prima querida! Sônia era animada, divertida, alegre, bem disposta, portanto, excelente companhia... Mais que depressa nos apropriamos de uma casa próxima que na oportunidade estava desocupada e o majestoso guisado, feito num fogão à lenha, saboreamos com muita alegria. Não tardou muito fui treinando ao ar livre com as panelas de barro que mandava comprar na feira do Crato.

Depois sucederam vários guisados com a turma do Pimenta. Os guisados no Sítio Sossêgo foram comandados por Claude, uma Bandeirante muito dedicada e ativa que ainda tem muito para nos contar. Porém, outros guisados foram providenciados e organizados por mim.
Certo dia fomos ao Lameiro, o local era logo após a subida da ladeira, no sítio da família Franca Alencar. Levamos conosco um jumento para o transporte dos utensílios e mantimentos e ao mesmo tempo, alternadamente, aliviar as "canelinhas" das crianças menores. Chegamos ao local, nos acomodamos como sempre fazíamos, debaixo de uma árvore nos arredores da casa dos pais da moça que trabalhava em nossa casa. Neste, além de conduzirmos o jumentinho por uma longa distância (pouco mais de um quilômetro), aconteceram fatos bastante engraçados, sendo um deles, após o almoço, a dificuldade na montaria e posterior queda de cima daquele pequeno animal de uma amiga que foi criada no RJ, sem que houvesse danos físicos. Quando o susto passou, foi divertido, rimos bastante por causa do vexame diante de seu pretenso conquistador que estava presente, pois o mesmo se achara no direito de se convidar por ser irmão de uma das amigas que estava presente.

Outros guisados aconteceram no sítio de propriedade do Sr. Antonio Mariano, vizinho do Matadouro, onde pudemos desfrutar de banhos no riacho. Não muito tempo depois, naquele mesmo sítio a mocidade do Crato e alguns jovens que passavam férias na cidade se reuniram para assistir os jogos do Brasil da Copa do Mundo de 1966. Assistimos aos jogos transmitidos pelo rádio. Inesquecíveis os gritos e pulos da torcida empolgada de: Gildo Mariano, Arilo Lula e Nilo Sérgio Monteiro, meus primos de Ouro Preto e muitos outros cratenses. Memorável aquele ano de 1966, inclusive por ter sido o ano do Io. Festival da Canção. Adeus Férias no Engenho! Adeus Infância Querida! Acorda menina! Não deixe escapar o que ainda existe dos Anos Dourados.

Por: Gloria Pinheiro.

Suspeita de vazamento de substância radioativa interdita prédio da UFPR

NE - Possível vazamento de Césio-137 ( A Saga Continua... )

Uma suspeita não confirmada de vazamento de uma cápsula com a substância radioativa césio-137 interditou por cerca de duas horas nesta quinta-feira um prédio da UFPR (Universidade Federal do Paraná), em Curitiba. A notícia mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros e da Vigilância Sanitária, que isolaram o local para investigar o caso. A cápsula foi encontrada no chão de um depósito de materiais do Centro Politécnico da universidade. A ampola, que pesa 40 kg e é do tamanho de uma garrafa, se soltou de um equipamento desativado de cintilografia, usado no mapeamento do coração. O aparelho estava em processo de desmonte. Segundo a universidade, o césio-137 já havia sido retirado em fevereiro deste ano. O material está lacrado temporariamente em um recipiente de chumbo em outro setor da universidade. Ele será transportado para uma unidade de armazenamento autorizada em SP, diz a instituição.

Ao encontrar a cápsula no chão, funcionários do depósito acionaram professores do Departamento de Química. Eles relataram ter adotado "um procedimento padrão" de isolamento da área para investigar o que havia ocorrido. O professor Alfredo Oliveira, do departamento, usou um contador Geiger para checar se houve vazamento. "Não houve qualquer presença de radioatividade no local. Criaram um escândalo artificial", disse o professor. Ele afirma que houve uma repercussão desnecessária na cidade quando uma rádio de Curitiba noticiou a suspeita de vazamento. "As pessoas ficam assustadas quando falam do césio-137 por causa do acidente que aconteceu em Goiânia", disse. Em 13 de setembro de 1987, na capital de Goiás, catadores de sucata encontraram num prédio abandonado restos de um aparelho de radioterapia com césio-137. A cápsula com o material foi rompida e levada para a casa dos catadores, gerando uma série de vítimas que se contaminaram com a propagação do material. Ao menos 65 pessoas morreram devido ao acidente ou por doenças ligadas à contaminação.

DIMITRI DO VALLE
da Agência Folha, em Curitiba

HOJE:Dia Nacional do Riso-Por Wilson Bernardo.


AFINAL... QUEM É MATEUS, QUEM É PALHAÇO?







Wilson Bernardo(Texto & Fotografias)


Caetano Veloso chama Lula de analfabeto, cafona e grosseiro


(Fonte: O Estado de S.Paulo)
Como sempre faz nas entrevistas, o cantor e compositor baiano Caetano Veloso não teve meias-palavras e soltou o verbo. Desta vez, falando para o jornal O Estado de S. Paulo, ele fez declarações polêmicas relacionadas ao presidente Lula, a quem chamou de analfabeto, cafona e grosseiro.
O santo- amarense, que toca na capital paulista hoje (6), amanhã (7) e domingo (8), afirmou que votará na ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, nas próximas eleições presidenciais. “Pode botar aí. Não posso deixar de votar nela. É por demais forte, simbolicamente, para eu não me abalar. Marina é Lula e é Obama ao mesmo tempo”, afirmou. E foi além: “Ela (Marina) é meio preta, é uma cabocla, é inteligente como o Obama, não é analfabeta como o Lula que não sabe falar, é cafona falando e grosseiro. Ela fala bem”.
Caetano também comentou sobre a situação atual do país, citando uma matéria publicada no jornal americano The NewYork Times. “Sempre achei que o Brasil é um país com destino de grandeza e uma originalidade fatal”, disse. O cantor e compositor também revelou que não tem celular e que se considera parcimonioso com relação à tecnologia, mas que gosta muito de trocar mensagens em e-mails.

Uma resposta contundente – por Pedro Esmeraldo


Em resposta às pessoas que me vêm atacar contundentemente, dizendo tolices com palavras obscuras e maledicentes, respondo-os com termos amáveis, rebatendo as suas críticas e ao mesmo tempo, afirmo que não sou tão crítico assim como eles dizem, mas confirmo: minhas críticas são admoestatórias, pois tenho como objetivo lutar pela minha terra que anda à deriva e também fico revoltado quando observo os políticos permanecerem apáticos e conformados.
Assim penso, todo aquele que assume a rédea do poder executivo tem por obrigação de ser maleável e conduzir o barco com sabedoria, coragem e amor à terra comum.
Afirmo ainda, que por mais experiência que sejam as pessoas podem conduzir o seu barco com paciência, pois às vezes, podem cair em erros, praticando futilidades. Carregam pesos descomunais que poderá permanecer em desespero e ainda a perda de prestígio que atrapalhará o bom andamento administrativo.
Essa história de defender a retirada dos bens patrimoniais do Crato, considero como sendo história da carochinha, pois o Crato ficará semelhante a uma cidade de pequeno porte; considero um desrespeito para a população cratense, ou melhor, o cratense não se conformará, principalmente aquele que quer ver o progresso desta cidade e quando acabam: o prestígio dos seus próprios filhos e que não concordam facilmente com o esvaziamento de sua terra, pois dizem: o que for para lá é bom para o Cariri; agora andam com desculpas esfarrapadas, querem tapar o sol com a peneira, pois ficam contemplados e deixam de adquirir um índice elevado de emprego e ao mesmo tempo o governo esquece o Crato facilmente, colocando em segundo plano.
Ah meu grande chefe, cheio de promessas miraculosas, não devem esquecer o Crato, visto que se assim o fizer o cratense jamais lhe perdoará e todos gritam em alta voz que será vingado no dia da eleição.
Enquanto dizem com promessas vãs que vão ajeitar o Crato, o cratense não acreditará mais e não lhe perdoará a sua pieguice junto ao governador do estado, revestida de fantasia, corn gritos bajulatórios ao governo dizendo: é o maior, e por fim, deixam todos atoleimados, sern saber qual caminho deve seguir. Essa palavra considero uma infâmia para o cratense, são palavras desconsideradas e ignominiosas e que não satisfazem ao bom andamento do desenvolvimento da cidade.
Crato está sendo perseguido e destronado, visto que esses homens políticos da capital praticam a má fé, denegrindo a cidade do Crato, contribuindo para a sua derrocada.
Atualmente, não estão vindo obras para o Crato e quando vem quase ninguém vê, pois para eles o Crato pode se tornar um peso morto, só serve para escorrer os esgotos que vêm das residências. Ah Crato “véi” sofredor! E agora faço uma pergunta: Que é da indústria prometida para dar emprego ao povo? Que é das escolas públicas, pois em vez de melhorarem estão fechando para se tornarem abrigos de marginais?

Agora repetimos: AH CRATO VÉI SOFREDOR!


Texto de Pedro Esmeraldo

Livro nega imagem de líder místico - Por: Sylvia Colombo



Tudo começou em 1889, quando Cícero, então um jovem sacerdote de Juazeiro do Norte, ao oferecer a comunhão à beata Maria de Araújo, viu a hóstia simplesmente... sangrar. O evento se repetiria inúmeras vezes, com diferentes audiências. Médicos foram chamados, mas não conseguiram explicar o fenômeno, considerado, a partir de então, um milagre pela população local. Os homens da Igreja, porém, não acreditaram no que se passava. Julgaram Cícero um mistificador, um explorador da ingenuidade popular.

Os relatos do livro referentes a passagens supostamente milagrosas são muito vívidos. Apesar de não ser religioso, Lira Neto não nega de modo taxativo esses eventos. "Algo aconteceu ali", diz. No texto, porém, deixa transparecer certa ironia com relação a episódios que parecem delirantes. "Uso um pouco de humor. Por outro lado, alimento um profundo respeito pela devoção alheia."

Para reconstruir tais eventos e o diálogo entre autoridades da Igreja no Brasil e destes com Roma e o tribunal do Santo Ofício, Lira Neto contou com o acervo da Cúria do Crato, onde estão mais de 900 cartas.

Também conseguiu uma fonte de informações valiosa no Vaticano, que não revela. O livro mostra como, suspenso das atividades sacerdotais, Cícero voltou-se para a política. Lira Neto acha que, assim, demonstrou capacidade de reinvenção. "Cícero foi engolfado pelo instante histórico que o gerou. Mas soube se posicionar e sobreviveu a outros beatos, varridos pela história."

Samba e cachaça

O biógrafo diz querer desconstruir a imagem de místico caricato do líder. Considera-o um homem inteligente e sagaz ao fazer alianças. E muito, mas muito conservador. Era obcecado por reconstituir famílias desagregadas. Posicionava-se contra o samba e a cachaça. O tom de seus discursos, muitas vezes, era apocalíptico.

O autor chama a atenção para os dois universos diferentes que o formaram. "Tinha um pé no universo sertanejo, mas carregava a rigidez do seminário em que estudou. Não era culto, mas lia livros de autores ocultistas. Tinha dificuldade na articulação das ideias e concebia o mundo com simplicidade.

Mas era hábil nas relações e, com isso, manteve-se." Lira Neto trabalhou mais de dez anos no jornal "O Povo" como repórter e, depois, como ombudsman da publicação. Também é autor das biografias "Maysa" e "Castello".
Conta que sempre sonhou em escrever a história do Padre Cícero, mas que achava o personagem "grande demais". A perspectiva de mexer com documentos inéditos o estimulou a ir em frente com o projeto. O jornalista não tem dúvida de que Cícero será absolvido.

Considera que o interesse da Igreja Católica no processo é o de deter o avanço da Igreja Evangélica no Brasil ao atrair para si um ícone popular que costuma levar mais de 2,5 milhões de peregrinos todos os anos a Juazeiro do Norte.

Enquanto isso, a biografia alça voo. Já foi feito um acordo com o produtor Rodrigo Teixeira para uma versão cinematográfica. O filme, planejado para 2011, será dirigido por Sergio Machado ("Cidade Baixa").

PADRE CÍCERO - PODER, FÉ E GUERRA NO SERTÃO
Autor: Lira Neto
Lançamento: Companhia das Letras
Preço: R$ 49 (576 págs.)

Fonte: Folha de São Paulo/Ilustrada - 06.11.2009

Obs: O título original da matéria é: Jornalista Lira Neto lança biografia de Padre Cícero, no entanto considerei esse título, sugerido por uma amiga, bem mais interessante e instigante.

Caetano Veloso recebe Grammy Latino por "Zii e Zie"

O cantor e compositor Caetano Veloso conquistou nesta quinta-feira o Grammy Latino de Melhor Álbum Cantor/Compositor, por seu "Zii e Zie", na entrega dos prêmios da Academia Latina de Gravação, em Las Vegas. O Grammy Latino de Melhor Vídeo Musical/Versão Longa foi para "Música de Tom Jobim", de Roberto Carlos e Caetano Veloso. "Depois da Guerra", da Oficina G3, recebeu o Grammy Latino de Melhor Álbum Cristão em Português. A entrega do prêmio foi dominada pelo grupo porto-riquenho Calle 13, que levou quatro dos cinco prêmios que disputava. Calle 13 recebeu o prêmio de Gravação do Ano, e seus integrantes René Pérez e Eduardo Cabra ganharam em Melhor Álbum de Música Urbana ("Los De Atrás Vienen Conmigo"), Melhor Canção Alternativa ("No Hay Nadie Como Tú") e Melhor Vídeo Musical Versão Curta ("La Perla").

Fonte: AFP - France Presse

Ulisses Germano no programa Cariri Encantado

Ulisses Germano, músico, cantor, compositor, cordelista e professor de arte-educação, - será o entrevistado de hoje no Programa Cariri Encantado (Rádio educadora AM 1020, das 14 às 15 horas).
Natural de Fortaleza, mas radicado no Cariri, precisamente em Crato, há seis anos, Ulisses Germano é um dos maiores entusiastas e admiradores da cultural popular caririense. Desenvolve atividades de músico e cantor, realizando apresentações musicais acompanhado por instrumentistas tradicionais, a exemplo do Mestre Aldenir, do Reisado da Vila Lobo, Crato.

O programa Cariri Encatado é apresentado por Luiz Carlos Salatiel e Carlos Rafael Dias e conta com o apoio do Centro Cultural BNB Cariri.

Opinião - Por A. Morais


06 de Novembro de 2009. Estamos a 331 dias do pleito presidencial de 2010. Este despretensioso texto que estou postando neste magnífico Blog do Crato será reeditado um dia após as eleições.
Só esta semana, 80% das matérias postadas, referem-se ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, geralmente no sentido de atingir a sua já combalida imagem como homem público. Acho que há uma desinformação. O FHC é um político hibernado, está afastado da atividade e não é candidato a nada.
Devo informar que não votei no Fernando Henrique Cardoso, e, que hoje em dia, já não me encanto com o Lula nem voto em seu candidato.
Alguns já disseram que não precisam de conselhos, e, que se precisassem, não seriam os meus a lhes servirem.
Porem, faz bem saber que o candidato da oposição não é o FHC. O candidato que deverá surgir do PSDB é outro. Muito bem avaliado como governador em seu Estado, pequena rejeição, e, que com certeza uma de suas estratégias será manter-se um pouco distante do governo FHC e apresentar-se, ao país, com o seu próprio projeto. O candidato da situação também não será o Lula, atentem bem para esses detalhes.
Acho apenas que as metralhadoras estão girando para o lado errado. A resultante desta nossa avaliação será conhecida com os resultados que advirão em Outubro do próximo ano.

Saudações Franciscanas - Paz e bem.
A. Morais

A DEGRADAÇÃO DO SER HUMANO - Por: Antonio paiva Rodrigues


"Fortaleza está um verdadeiro caos muitas obras iniciadas e paralisadas e o vexame é geral e a prefeita Luizianne Lins do PT, diz que faltam verbas."

Parece-nos que apesar do avanço dos tempos, e das sociedades evoluídas, das tecnologias voltadas para melhoria da qualidade de vida, a população mundial ainda se recente de inúmeras necessidades. O ser humano tornou-se um ser hominal tremendamente individualista, orgulhoso e ambicioso. Será que a vivência na vida é um conformismo inoperante? Parece-nos! Nos dias dolorosos da provação, durante as crises mais intensas, parece faltar-lhe força e fé, companhia e apoio. Você tem a sensação de abandono e calma no silêncio dos pensamentos por alguém que lhe estenda a mão amiga. Seria de bom alvitre que essa mão amiga estivesse em pleno uso e trazendo benefícios para os mais necessitados. O embotamento psicológico, o atender a exigências vãs, o estagnar expectante de oportunidades melhores morrem nos nascedouros. Não existem pensamentos voltados para essas nuanças. O expectante para vidas melhores estão desalojados da consciência humana. As aflições diárias nos consomem as esperanças e a resistência pouco a pouco se extingue. A degradação é a ação ou resultado de degradar (-se), a destituição humilhante de um cargo, posto grau entre outros. É o processo natural de desgaste, tais como: decomposição, deterioração, alteração graduação para menos ou diminuição. Depravação moral e devassidão.

A degradação pode ser empregada de diversas maneiras dependendo da colocação na frase. Temos a degradação ambiental que na ecologia significa o esgotamento de recursos naturais por utilização acima de sua capacidade de renovação. E também a degradação de energia que na física é a transformação total ou parcial de energia não térmica em calor, que ocorre nos processos espontâneos ou irreversíveis na natureza. As autoridades no passado lutaram incessantemente para nos repassar uma vida mais humana e ideal. Enfrentaram guerras, conflitos internos, os poderosos, as oligarquias, revoltas, embargos, discriminações, mas nos parece que essa luta titânica foi em vão. Temos que nessa hora amarga nos lembrar daqueles companheiros que hoje são invisíveis aos olhos, que morreram lutando pela pátria amada, pois tinham ideais e jamais pensavam em locupletação. O passado no Brasil conforme nos conta a história estão repletos de heróis, aqueles que deram a sua vida lutando por um Brasil livre e independente.

Hoje o azimute está desnorteado e não sabemos qual o destino certo que ele irá nos conduzir. Queríamos que os homens pensassem assim: “Você é um poço de bondade e quanto mais se retira dele á água do consolo, mas ele se enche de bênçãos de vida”. Hoje, infelizmente a água do consolo foi transformada em corrupção e não existe poço para suportá-la. Os valores humanos são escassos, visto que qualquer pessoa que apareça com constância na mídia é apelidado de celebridade. O Brasil passa por situações críticas em termos de honestidade política. Ela simplesmente não existe. “Corrupção nanica, estrago gigante”. E se a corrupção for a grandes proporções não existe sinonímia para ela. Como a roubalheira que assola a vasta maioria dos municípios brasileiros traz tanto, ou mais, prejuízo ao País quanto aos grandes escândalos. Afirmam Yan Boechat e Larissa Domingues. Tudo no Brasil é superfaturado e não existe justiça para punir os infratores. Remédios superfaturados – na cidade de Paulina (SP), os fiscais da CGU constataram que o município, sob o comando do ex-prefeito Edson Moura pagava R$ 335 mil a mais todos os meses por um lote cerca de 300 medicamentos. A cidade fechou um contrato de fornecimento de medicamentos com um sobrepreço de 193%. As contestações do município não foram aceitas pelo CGU.

Em Fortaleza o Tribunal de Contas da União afirmou que as obras do Hospital da Mulher foram superfaturadas e o pior de tudo o que a obra está afundando e ninguém quer assumir a responsabilidade. A empresa de engenharia responsável pela obra culpa o terreno. Será que os engenheiros de hoje ao iniciarem uma obra não avaliam as condições do terreno? Se não procedem assim são irresponsáveis profissionalmente. Fortaleza está um verdadeiro caos muitas obras iniciadas e paralisadas e o vexame é geral e a prefeita Luizianne Lins do PT, diz que faltam verbas. E ainda querem criar mais municípios para aumentar o número de vereadores e prefeitos, pelo certo deveriam reduzir, pois o que tem de município improdutivo não está em nenhum gibi. Esquemas antigos, resultados atuais. A estratégia está quase sempre ligada à comprovação de gastos fictícios, favorecimento de fornecedores e, em alguns casos, à aprovação pura e simples dos bens ou recursos que pertencem à população. Nestes casos a população sempre sai perdendo. Cidades fiscalizadas pela CGU receberam R$ 11 bilhões em repasses federais. Pergunta-se: “Onde está o dinheiro?” Será que o gato comeu? O município de Charqueadas (RS) não tem verão ao estilo senegalês, mas parte de sua população parece ter apreço por ar-condicionado.

No final de 2008, a CGU descobriu que sete aparelhos de cerca de R$ 15 mil reais, adquiridos com recursos do Fundo Nacional de Saúde, desapareceram dos postos de saúde. A prefeitura não soube explicar o destino deles e nem de outros equipamentos sumidos, orçados em R$ 48 mil. Falando sinceramente dá até nojo tomar ciência dos fatos deletérios que acontecem no Brasil. Este fato não acontece no Rio Grande do Sul, mas no Brasil inteiro. Aqui infelizmente não existe punição, pois as delegacias estão superlotadas de pobres e negros. Os criminosos do colarinho branco estão às soltas rindo da desgraça alheia. Também não se admite um presidente da república cumprir o seu mandato e transformar a sua família numa potência monetária. Muita coisa está errada e os políticos em sua maioria estão cegos ou se passando por eles. Os políticos hoje querem levar vantagem em tudo. A desordem é geral e nos parece que o nosso presidente é conivente, pois se não fosse já teria tomado providências drásticas para punir os infratores, mas estão preocupados com as eleições do próximo ano e isso é muito triste para o Brasil. As eleições não muda o cenário político, pois através de artimanhas eles conseguem a reeleição e o quadro triste e drástico não muda. O que está faltando é vergonha na cara de muitos brasileiros. Temos gente honesta, mas o que seria uma minoria contra a maioria? Queremos saber. A pobreza no País é tão volumosa que as benfeitorias das cidades são roubadas e o mais incrível acontece. Eles chegam a furtarem quilômetros e mais quilômetros de fiação elétrica e de telefone trazendo imenso prejuízo para a população. O governo não fica atrás sobe o álcool e em consequência à gasolina, essa estratégia é justamente para recuperar o IPI (Imposto de Produto Industrializado) que eles deram trégua por um pequeno prazo. Agora a sanha é recuperar a arrecadação, pois o governo dá com a mão e tira com a outra. Enquanto a maioria dos políticos brasileiros não trabalharem em prol do povo o Brasil tende a virar a casa da mãe Joana ou a casa de Noca. O governo atualmente é composto em sua maioria de guerrilheiros e ainda uma parte da imprensa marron quer também levar uma fatia do bolo, pois ele é gostoso e aumenta as contas bancárias de políticos desonestos. Pensem nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES - MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIRCE


Favelização das Metrópoles Brasileiras - Por: Luiz Domingos de Luna


Com essas políticas públicas que somente funcionam para: via uma mídia crédula, logo, logo, teremos uma pequena metrópole cercada por uma grande favela em todas as regiões do Brasil. As metrópoles brasileiras não estão crescendo, mas sim, inchando; logo teremos uma grande favela com uma pequena metrópole no centro. Tudo isso se dá, graças à falta de políticas públicas sérias em benefício da sociedade. O Êxodo rural, o desemprego, uma educação caótica, uma saúde em UTI, uma infraestrutura em frangalhos.

Toda solução mágica é puro paliativo. Porém, enquanto não se tiver a consciência plena de que o conjunto estando bem todos estão bem, ou seja, que o patamar da mediana da sociedade é quem define o bem estar coletivo. Todo o corpo social, sofre, se abala e chora. Praza Deus, agora, com estes eventos esportivos a acontecerem no ano de 2014 – Copa do mundo e em 2016 -As Olimpíadas, seja o Brasil merecedor de uma política urbanística de infraestrutura que, de fato e de direito, coloque o pais do futuro nos holofotes do presente, como uma fonte geradora de desenvolvimento estrutural, já é chegada a hora de tratar com seriedade, compromisso e vontade de ter um país finalmente no primeiro mundo, estas duas oportunidades históricas são um verdadeiro desafio para nossa capacidade de superar os nossos problemas que vêm se avolumando na infinitude do tempo.

Creio que o momento é oportuno e que o futuro já chegou.

Não podemos tratar temas novos com costumes envelhecidos, nem temas envelhecidos com costumes novos. Assim, urge a necessidade de pensar no bem estar do Brasil. Não podemos nos dispersar em objetivos individuais em detrimento do bem maior que é o desenvolvimento de nosso querido Brasil. -O bem estar do Brasil como um tudo - uma realidade possível, oportuna, difícil, - com certeza, creio porém que, a força que pulsa viva na alma do Povo Brasileiro supere todas as nossas limitações.

Creio que o Brasil seja um país sério

Avante Brasil!!!

O Futuro já Chegou !!!

O Mundo de olho em nós, falta-nos a compreensão da responsabilidade de colocar na mídia internacional, aquilo que sempre sonhamos e que, finalmente chegou à hora. O Futuro como um presente do agora, com tenacidade, luta, determinação, coragem, bravura e a certeza de ser aptos, a mostrar que somos capazes de fazer e fazer bem feito. É apenas uma questão de fé ou otimismo – Porém não basta somente sonhar, viver este sonho é preciso.

___________________________
* Texto enviado por Luiz Domingos de Luna - Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora, Ceará

CONVITE PARA SEMINÁRIO



SEMINÁRIO SOBRE AS INTERVENÇÕES FEDERAIS E ESTADUAIS
PARA INCREMENTAR O DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO CARIRI

TEMA: "Intervir e desenvolver com sustentabilidade"
PROMOÇÃO: Conselho de Desenvolvimento e Integração Regional do Cariri - CONDIRC
DATA: 12 e13 novembro 2009
LOCAL: Hotel das Fontes - Caldas - Barbalha - CE

P R O G R A M A Ç Ã O

Dia 12 / 11 2009 - Quinta-Feira
08:00 h - Credenciamento/ Café da Manhã
09:15 h - Abertura Composição da Mesa
Prefeitos da Região Metropolitana do Cariri e demais autoridades presentes
10:00h - Projeto Cidades do Ceará: contribuições efetivas no Desenvolvimento Regional Sustentável e na Metropolização do Cariri
Expositor: Joaquim Cartaxo Filho - Secretário das Cidades
Debatedores: José Helder Maximo de Carvalho - Ass. Prefeitos Frente Sul
Francisca Gorete Cruz - Gerente CDL-JN

12:45 h - Almoço

14:00 h - Mesa Redonda: Região Metropolitana do Cariri: processos de construção
Debatedores: - Manoel Santana - Prefeito de Juazeiro do Norte (cidade Polo)
- José Leite Prefeito de Barbalha (cidade Polo)
- Samuel Araripe Prefeito do Crato (cidade Polo)
Mediador: Luciano Guimarães - Arquiteto e Urbanista
16:00 h - Mesa Redonda: O ensino superior e suas contribuições para o Desenvolvimento Regional do Cariri
Debatedores - Representante da URCA
- Representante da UFC
Mediadora: Claire Anne Viana de Sousa - Presidente do CONDIRC

Dia 13 / 11 / 2009 - Sexta-Feira
08:00h Café da manhã
08:30 h - Mesa Redonda: O olhar do Legislativo para o Cariri cearense: ações de governança
Debatedores - Dep. José Nobre Guimarães coordenador da Bancada Federal
- Dep. Nelson Martins Líder do Governo na Assembléia Legislativa
Mediador: João Flavio Cruz Sampaio Presidente Câmara Municipal de Barbalha
10:00 - Pacto de Territorialização do Ceará: uma nova estratégia de desenvolvimento regional
Expositor - Camilo Sobreira de Santana Secretário do Desenvolvimento Agrário
- O Programa do Território da Cidadania: impactos no Cariri
Expositor - Francisco Sombra Delegado Federal - MDA
Mediadora: Suely Salgueiro Chacon Doutora em Des. Sustentável - UFC

12:30 h - Almoço

14:00 - As instituições financeiras estatais e suas contribuições para o desenvolvimento sustentável do Cariri
Debatedores - Ricardo Cesar Xavier Nogueira Santiago - Gerente do Banco do Brasil - JN
- Albery Viana Gerente do Banco do Nordeste
- Representante da Caixa Econômica
Mediador: Representante da ADECE
16:00h - Transnordestina e Integração de Bacia do São Francisco: políticas impactantes no Cariri
Debatedores: - Representante do Ministério da Integração Nacional,
- Francisco José Coelho Teixeira - Presidente da Cogerh
- Antonio Barbosa Mendonça - Sindindustria do Cariri
Mediador: Cesar Rego Secretaria das Cidades

Informações:
(88) 3523 6302 - Claire Anne - Cogerh, Crato-CE
(88) 3102 12 81 - Nilda Davi ou Fernando Sampaio - Sec.Cidades, Crato - CE
(88) 3521 2426 - Zildete - Fetraece, Crato-CE

NOTA: Amigos leitores, eis uma boa oportunidade para discutirmos com os representantes dos Govenos Federal, Estadual e Municipais os projetos e ações que estão sendo realizados na nossa região. Para aqueles que gostam muito de criticar e, muitas vezes, nada fazem, esse é o momento certo para apresentar críticas e sugestões.


Sem lenço e sem documento – Por: José Nilton Mariano Saraiva

O dia: 18/06/2008 (portanto, pouco mais de um ano atrás). A hora: 11 da manhã. O local: sede do Departamento da Polícia Federal, Bairro de Fátima, Fortaleza-Ceará.
Miseravelmente só (já que a Associação dos Aposentados do BNB, na hora "H", tirara o “braço da seringa”, deixando-nos na mais completa orfandade), sem lenço e sem documentos e “tremendo mais do que vara verde”, ali nos encontrávamos, a fim de atender à lacônica e fria Intimação para “prestar esclarecimentos de interesse da Justiça”.
Na pequena e desconfortável sala, que mal cabia os dois “birôs”, um computador, um arquivo e a cadeira do “visitante”, os dois delegados da Polícia Federal nos receberam e cumprimentaram, burocrática e formalmente.
De início, um deles indagou-nos se sabíamos por qual razão ali estávamos. Ante nossa ignorância (já que na Intimação não constava detalhes), sacou da gaveta o livro de nossa autoria “BNB-A Verdade Nua e Crua (Sobre a Era Byron Queiroz)", que havíamos publicado três anos antes (em 2005) e arrematou, convicto; “Para esclarecer e confirmar as graves acusações aqui contidas”. Quem fizera a denúncia e entregara o livro ??? Silêncio sepulcral.
E então...começou o “bombardeio”. Foram quase três horas. Experientes, preparados, passados na casca-do-alho, possuidores da refinada técnica de extrair do “convidado” aquilo a que se propõem, os dois não demonstraram seguir um roteiro pré-determinado: abriam o livro, aleatoriamente, em uma página qualquer, e indagavam sobre o ali posto. Vez por outra, refaziam uma pergunta feita lá atrás, na tentativa sutil de encontrar alguma contradição, algum escorregão, uma falha sequer; e tome perguntas, questionamentos, pedidos de esclarecimentos. Uma coisa de louco.
Como, ao receber a “Intimação”, houvéramos imaginado o que lá trataríamos (só podia ser sobre aquilo), reuníramos todos os documentos citados no livro e, assim, a cada indagação, disponibilizávamos, tecendo um breve comentário, a peça correspondente. E o melhor: a “tremedeira” passara, sumira, se fora e, repentinamente, uma aura de segurança e tranqüilidade se apossara do nosso ser.
O certo é que, ao final daquele calvário (para nós), depois de receberem e garantirem que anexariam ao processo o “caminhão” de documentos que lhes entregamos (mais de 200 páginas), a agradável surpresa: “Senhor Mariano – confidenciou um deles – parabéns pelo exercício pleno de cidadania que o senhor acaba de praticar”; ao que o segundo complementou: “Se todos agissem assim, esse nosso país seria bem diferente”.
O sol do meio da tarde brilhava forte e abrasador, quando de lá saímos, faminto mas tranqüilo, leve, em paz com a vida e com a nossa consciência. Resolvemos, então, elaborar uma espécie de “relatório”, a respeito, que encaminhamos a alguns poucos colegas do BNB. E aí, nos dias seguintes, sem que fosse essa a nossa intenção, a “coisa”, tal qual um rastilho de pólvora, se espalhou, multiplicou-se e até em uma reunião da Diretoria do BNB o assunto foi ventilado.
Inacreditavelmente, no entanto, alguns colegas aposentados do Banco, aqui e alhures, sentiram-se ofuscados, visivelmente incomodados, incompreensivelmente contrariados, constrangidos até e, a partir de então, passaram a nos denegrir, a lançarem insinuações malévolas a nosso respeito, à tentativa de nos desqualificar (mesmo em ocasiões em que o assunto não tivesse nada a ver).
Isso tem nome ??? Tem, sim !!! Qual ??? O cardápio é variado e cada um pode escolher o que achar conveniente e apropriado. Da nossa parte, uma certeza: vamos continuar a cobrar, fuçar, questionar, a, enfim, exercer nossa cidadania. Na plenitude. Contundentemente.

Post Scriptum:
1) Quando lançamos o livro (3.500 exemplares), unidades foram encaminhadas, pela Associação dos Aposentados do BNB (que, depois, como vimos, “tirou o braço da seringa”), ao Presidente da República, alguns Ministros de Estado, Senadores, Deputados Federais, Desembargadores de Tribunais, Governador do Ceará, Prefeita de Fortaleza, Deputados Estaduais, Vereadores da capital e por aí vai. Se leram, ou não, são outros quinhentos. Fizemos a nossa parte (recebemos alguns "e-mail", oriundos da Câmara Federal e Senado).
2) Byron Queiroz e demais integrantes da quadrilha, após ação impetrada pelo Ministério Público (que fora acionado pela AABNB), foram condenados, pela Justiça Federal do Ceará, a 14 anos de prisão, devolução do valor subtraído, suspensão dos direitos políticos por 8 anos, indisponibilidade dos bens e tal. Recorreram ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região, em Recife-PE, e foram inocentados, por unanimidade (é vero, senhores, podem acreditar; afinal, o “padim” do homem é o Tasso Jereissati).
3) Há pouco mais de 60 dias (em 02.09.09), nova condenação da Justiça Federal do Ceará. Livrar-se-ão da pena ??? Possivelmente. Afinal, parece que continua a vigorar aquele esquema de que, no Brasil, só há lugar na cadeia para três espécies de categorias: pretos, pobres e prostitutas. A conferir.
4) O “rombo” que Byron Queiroz deixou no BNB foi de “insignificantes” R$ 7,5 bilhões (isso mesmo, com “B”, de bola).

Autoria e postagem: José Nilton Mariano Saraiva

Auditores do TCM passam a ganhar R$ 21 mil


NE - ( Oficialmente )


A Assembleia Legislativa aprovou ontem a nova remuneração dos três auditores do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Com a medida, os salários dos profissionais mais que dobrarão, passando dos atuais R$ 9 mil, aproximadamente, para R$ 21 mil. O impacto financeiro da medida – de cerca de R$ 35 mil mensais – recairá sobre as dotações orçamentárias próprias do TCM. O texto passou com uma emenda do deputado Nelson Martins (PT), líder do Governo Cid Gomes (PSB). De acordo com o petista, foi retirado do texto original a parte que previa suplementação orçamentária, caso necessário. Apenas o deputado Guaracy Aguiar (PRB) votou contra a mensagem do TCM, alegando que não queria aumentar as disparidades salariais no Estado – como a existente em relação aos professores do Estado. Já o deputado Heitor Férrer (PDT) justificou que votou a a favor da matéria justificando que os servidores dos tribunais têm como teto remuneratório o salário dos deputados, mas os auditores devem ter remunerações baseadas nas dos juízes de entrância final.

“Esses auditores são regidos pela Constituição Federal. Quando estiverem substituindo um conselheiro, têm as mesmas garantias e impedimentos do titular“, completou. Para o presidente do TCM, conselheiro Ernesto Sabóia, trata-se apenas de uma “adequação“ de “pequeno impacto“ que está sendo feita na Corte de Contas, com relação aos auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Ernesto explicou ainda que, constitucionalmente, a equiparação salarial faz com que auditores de contas devam receber salários 10% abaixo do que recebem os conselheiros.”

Fonte: Jornal O POVO

Centro Cultural BNB Cariri: Programação Diária



Dia 06, sexta-feira

Especiais - CULTURA NA REDE
Baterias
- Glauber Rocha e o Cinema Brasileiro
- História da rádio no Brasil
- Música Afro X Música Brasileira: Influências

Atividades Infantis - HORA DO RECREIO
Local: E.E.M Plácido Aderaldo Castelo. (Caririaçu)
15h30 A Triste Partida. 20min.

Música - CULTURA MUSICAL
19h30 Banda A Posteriori. 60min.

Rua São Pedro, 337 - Centro - Juazeiro do Norte
Fone (88) 3512.2855 - Fax (88) 3511.4582

Uma das mais Belas Músicas Clássicas - Homenagem a Tchaikovsky - Valsa das Flores


Música de Todos os Tempos

Hoje trazemos uma das mais belas composições da história da Música.
A bela "Valsa das Flores", do Ballet Quebra-Nozes, de Peter I. Tchaikovsky, dedicado em homenagem à passagem de aniversário de morte do Compositor, 06 de Novembro. ( Atenção: A fim de não escutar 2 sons ao mesmo tempo, parar antes o player da Rádio Chapada do Araripe na entrada do Blog, canto superior direito ):








Por: Dihelson Mendonça

Nossos Parceiros - Mercadinho Matos


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Mercadinho Matos firmou-se na cidade como um locais preferidos pelos Cratenses para fazerem as suas compras. Bons preços, excelente atendimento, e variedade. Produtos sempre novos, longe do prazo de vencimento. Tudo em: Cereais, enlatados, perfumaria, biscoitos, bebidas e frios em geral. MERCADINHO MATOS - O Prazer de comprar bem pelo melhor preço da cidade, com entrega em Domicílio. Rua Dr. João Pessoa, 73 - Fone (88) 3521-3893 - Crato - CE.

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Dona Almina Arraes, uma das primeiras clientes do Mercadinho Matos:

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Na foto Abaixo: Os proprietários: Aluísio e Adiê

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CRATO - Seminário vai discutir Arte e Pensamento


Esse ano, na Mostra Sesc Cariri de Cultura, acontecerá uma atividade inusitada. Trata-se do SEMINÁRIO ARTE & PENSAMENTO - A reinvenção do Nordeste, um seminário promovido pelo Sesc que tem por objetivo problematizar as produções artísticas e culturais no nordeste nos dias de hoje.Através das artes como cinema, música, literatura, intervenções urbanas e arte/mídia, os conferencistas André Queiroz, Daniel Lins, Dural Muniz de Albuquerque Junior, Jorge Vasconcellos, Luíz Manoel Lopes, Luizan Pinheiro, Márcia Tiburi e Nina Velasco e Cruz, discorrerão sobre vários temas ligados a cultura, arte e pensamento humano. A primeira mesa redonda acontece dia 16 de novembro, com o tema “Antropofagia & Filosofia: da potência criadora da música”, com o dr. Jorge Vasconcelos.

Por: Tarso Araújo

Presidente da INFRAERO no Cariri nesta Sexta-Feira

A região do Cariri recebe nesta sexta-feira, o presidente da Infraero, Murilo marques Barbosa e o Ministro do Superior Tribunal Militar, Olimpio Pereira da Silva. A visita tem como objetivo discutir com autoridades da região as propostas relacionadas ao Plano Diretor do Aeroporto Regional Orlando Bezerra de Menezes.O presidente da Infraero fará um sobrevôo na cidade, e observará as atuais instalações do aeroporto, que estão defasadas. Em seguida, no Auditório do Verdes Vales Lazer Hotel acontece uma Apresentação do Vice- Prefeito, Roberto Celestino, sobre o Potencial de Transporte Aéreo da Região do Cariri . Em seguida a Infraero fará uma apresentação da proposta de Plano Diretor para o Aeroporto de Juazeiro do Norte .

Fonte: Tarso Araújo

Radioterapia não aumenta sobrevida no câncer de mama


O tratamento com radioterapia após a mastectomia não aumenta a sobrevida --após dez anos-- de mulheres com câncer de mama invasivo descoberto nos estágios 1 e 2, segundo pesquisa apresentada na reunião anual da Sociedade Americana de Radiação Oncológica. O estudo multicêntrico e randomizado, realizado na França, envolveu 1.334 mulheres que descobriram o câncer nos estágios 1 ou 2 e fizeram a mastectomia. No tratamento, metade recebeu radiação na área central do peito (cadeia mamária interna), metade não. Depois de dez anos de acompanhamento, os pesquisadores não encontraram diferenças significativas nas taxas de sobrevida entre o grupo que recebeu radiação (63%) e no grupo que não recebeu (60%). Eles concluíram que, além de não aumentar a sobrevida, a radioterapia nessa região ainda eleva os riscos de efeitos colaterais no coração, nos pulmões e no esôfago -tecidos vitais que geralmente são atingidos pela radiação do tratamento. A melhor alternativa para essas mulheres, diz o estudo, é fazer quimioterapia associada à hormonioterapia (para evitar o reaparecimento do tumor).

Mais informações no website da Folha OnLine

CRATO - Histórias e Estórias do Crato de Antigamente - Por: Ivens Mourão

IX – LUÍS APOSENTADO

Na década de oitenta, o Luís se aposentou. Comprou uma excelente casa no Lameiro, próximo da Cascata, que é um local de banho tradicional na cidade. Um riacho que desce da Serra forma uma pequena cascata, numa grande pedra existente. Próximo, tem uma pequena vila com uma igrejinha. Esta vila pouco mudou, desde que passei o meu último Natal com Papai Noel, no ano de 1950. Foi numa das casas dessa vila. Papai alugou para passarmos as férias de fim de ano. Recordo-me que o dia ainda não tinha amanhecido e eu procurando o brinquedo embaixo da minha rede, até que minha mão tocou no papel celofane que embrulhava a bola. Nunca esqueci aquele barulho, que ainda me soa agradável. Mal o dia amanheceu já estava dando meus chutes lá fora. Nessa mesma casa a empregada estava balançando o Marcelo, que tinha dois anos. Em dado momento ela balançou com tanta força que o menino foi arremessado para fora da rede, indo bater com a cabeça na parede e no chão cimentado. Ainda recordo do barulho da pancada. Quando o Marcelo aprontava das suas, a gente chegava a pensar que ele não regulava direito e eu dizia: “Foi aquela queda, lá na vila do Lameiro”. Esta verdadeira chácara, escolhida pelo Luís para a vida de aposentado, ficava afastada do centro da cidade, que já fora muito alterado. A televisão prendeu as pessoas em casa. Ninguém mais fazia “caminhadas” na Praça Siqueira Campos. Muitos dos velhos componentes das Câmaras (Comuns e Lordes) não mais existiam. Mas o Lameiro ainda preservava um pouco daquele ambiente dos anos cinqüenta. E o Luís encontrou personagens fantásticos, que deixaram saudades. O que segue são as memórias dos últimos brilhos daqueles anos dourados...

A FORÇA DA PALAVRA

O Cel. Nelson da Franca Alencar marcou a vida do Lameiro. Um é sinônimo do outro. Dono de engenho, figura tradicional do Crato, não admitia que uma ordem sua fosse contestada. Aliás, moramos numa rua cujo nome era em sua homenagem, e a casa, número 94, era de propriedade do seu filho, Sr. Aderson da Franca Alencar. Quando o Cel Nelson já estava idoso, a administração dos negócios passou para o filho, mas o velho ainda tinha condições de mandar. Um dia chegou um morador e pediu-lhe para recolher as mangas que estavam debaixo das mangueiras, com a finalidade de ir à cidade vender em proveito próprio. O velho tinha um bom coração e o autorizou a colher também aquelas mangas maduras que ainda estivessem no pé.. Em seguida, um outro morador chegou para o Cel. Nelson e pediu emprestado um animal para levar uma carga ao mercado. E o velho:

- “Pois não, pode pegar um animal lá no curral”.
O morador voltou ao Cel. Nelson e disse:
- “Coronel eu esqueci de pedir a cangalha. O senhor poderia me dar uma cangalha”.
- “Pois não, pode pegar uma, lá no estábulo”.

Cel. Nelson Alencar, homem de palavra e opinião.

Quando o morador voltou, foi agradecer ao Cel. Nelson e devolver o animal e a cangalha, que ele emprestara. O Cel Nelson disse:

- “O animal você pode colocar lá no curral. A cangalha você pode levar, ela é sua. Você não pediu emprestado. Você me pediu uma cangalha e eu lhe dei.”


CORREIO ESTRANHO

O Coronel Nelson da Franca Alencar era muito amigo do Padre Cícero. No Lameiro, quem mandava era ele. Quando os jagunços do Padre Cícero invadiram o Crato, tinham uma determinação de não chegar nem perto do Lameiro. Tanto que o padre mandou um aviso para o povo do Crato. Fugissem pelo Lameiro, pois se fossem por outras saídas seriam atacados pelos jagunços. Essa amizade era alimentada com a troca de bilhetes, sempre tratando de política. O portador era um empregado do Cel. Nelson, o Sr. Vicente. O Luís o conheceu já com idade avançada, mas pelo seu porte e o tamanho dos braços, demonstrava ter sido um homem de força descomunal.

O Coronel Nelson, para testar a lealdade do Sr. Vicente, quando mandava os bilhetes para o Padre Cícero exigia que ele fosse sem camisa e segurando um gato no ombro. E dizia mais:

- “Não vá bater no gato”.


No bilhete de volta, o Padre dizia: “Compadre, o homem chegou aqui todo unhado”.


Padre Cícero Romão Batista


Fonte: Livro "Só no Crato" de Ivens Mourão - Direitos de Publicação concedidos ao Blog do Crato pelo autor - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

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