xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 05/11/2009 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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05 novembro 2009

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Um réquiem para FHC - Por: José Nilton Mariano Saraiva


Senhores,
Em resposta ao artigo de FHC, aqui publicado, o contraponto do excelente Gilson Caroni Filho, da Carta Maior.
*********************************
As palavras são as armas. E foi acreditando em sua capacidade de manejá-las com destreza que Fernando Henrique Cardoso tentou atacar o presidente Lula em seu artigo publicado no jornal O Globo, do último domingo. Em sua vaidade desmedida, imaginava-se escrevendo um texto inaugural, um manifesto histórico capaz de desvendar a cena política, retirando a oposição do estado letárgico em que se encontra. O efeito foi exatamente o contrário. O texto mal escrito, sem sentido em muitos parágrafos, revela um erro de cálculo político sem precedentes. Contrariando seus aliados, que desejavam vê-lo distante da campanha do PSDB para presidente em 2010, FHC trouxe para o próximo pleito a comparação entre a política econômica do governo e a da gestão petista: a única polarização que a direita não queria. Imaginando-se um estrategista, virou um fardo pesado para as possíveis candidaturas de José Serra e de Aécio Neves. Triste para o prestigiado sociólogo, deplorável para o experiente político.

Comparações são ociosas, mesmo porque cada polemista tem o seu tempo na história. Mas não é de hoje que o sonho do "príncipe dos sociólogos" é ser um Carlos Lacerda redivivo. Vê a si próprio como um panfletário versátil e demolidor, capaz de usar as palavras como metralhadoras giratórias nas mãos de um guerrilheiro. O problema é que seu estilo é tosco e seus escritos ininteligíveis. Não é capaz de açular os medos da classe média, mesmo usando os velhos ingredientes que vão da ameaça de uma república sindicalista a um quadro incontrolável de corrupção. Não aprendeu que, sem o apoio das bases sociais que o acompanham, seu suposto prestígio pessoal conta pouco. Para criar condições de instabilidade superestrutural não bastam editoriais, artigos e noticiários de jornalistas de direita. É preciso que as classes dominantes se encontrem excepcionalmente reunidas em torno de um só objetivo. Para isso, do outro lado, tem que haver um governo fragilizado, com escassa base de apoio, incapaz de promover crescimento econômico com redistribuição de renda. Reeditar uma "Marcha da Família com Deus, pela liberdade" não é o troféu fácil que o voluntarismo pedante imagina.

Quando escreve que "...é possível escolher ao acaso os exemplos de “pequenos assassinatos". Por que fazer o Congresso engolir, sem tempo para respirar, uma mudança na legislação do petróleo mal explicada, mal-ajambrada? Mudança que nem sequer pode ser apresentada como uma bandeira "nacionalista", pois, se o sistema atual, de concessões, fosse "entreguista", deveria ter sido banido, e não foi. Apenas se juntou a ele o sistema de partilha, sujeito a três ou quatro instâncias político-burocráticas para dificultar a vida dos empresários e cevar os facilitadores de negócios na máquina pública...", seu objetivo é tão claro como raso. É uma volta ao passado como farsa. Aos tempos em que os nacionalistas lutavam por uma solução independente para extração e refino do petróleo, de importância estratégica para o desenvolvimento do país, enquanto os entreguistas definiam-se abertamente pela exploração do produto pelo capital estrangeiro. Claro que estamos tratando de realidades distintas no tempo e no espaço, mas a motivação da direita é idêntica. E é a ela que a inspiração de FHC se dirige, inebriado como se cavalgasse uma fulgurante carreira política. O desespero e o patético andam sempre de mãos juntas. Ainda mais se lembramos "quem cevou os facilitadores de negócios na máquina pública" no período que vai de 1994 a 2002.

Criticando o que chama de "autoritarismo popular", o candidato a polemista prossegue: "Devastados os partidos, se Dilma ganhar as eleições sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão. Estes são "estrelas novas". Surgiram no firmamento, mudaram de trajetória e nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas recebem deles o abraço da morte. Com uma ajudinha do BNDES, então, tudo fica perfeito: temos a aliança entre o Estado, os sindicatos, os fundos de pensão e os felizardos de grandes empresas que a eles se associam." A recorrência aos riscos de uma república sindicalista mostra a linhagem golpista do artigo de FHC, mas a falta de prudência, indispensável para quem pensa estar escrevendo um novo Manifesto dos Coronéis, leva a indagações. O autoritarismo de mercado, marca do seu mandato, é exemplo de democracia? A era da ligeireza econômica, da irresponsabilidade estatal ante a economia fortalecia as instituições do Estado Democrático de Direito? Ou não seria exatamente o oposto? Um bloco de poder composto pelo agronegócio, grandes corporações midiáticas e uma burguesia desde sempre associada, que privilegiava a ampliação crescente das margens de lucro, ignorando os custos sociais que isso implicava. Qual a autoridade política do ex-presidente para interpelar o atual? O que foi seu governo senão uma tentativa desastrosa de adaptar o aparelho de Estado às exigências criadas pelo neoliberalismo, contendo, a todo custo, as reivindicações dos trabalhadores do campo e da cidade? No final, com uma impopularidade recorde, a superestrutura política entrou em crise e os aliados contemplaram a rota de afastamento. É a isso que FHC nos convida a voltar?

Outra observação interessante pode ser extraída desse trecho: "Por que tanto ruído e tanta ingerência governamental numa companhia (a Vale) que, se não é totalmente privada, possui capital misto regido pelo estatuto das empresas privadas?". Aqui, o lacerdista frustrado ultrapassou qualquer limite da sensatez. Abriu o flanco, ao permitir a inversão da pergunta que faz. Como destacaram, em 1997, Cid Benjamim e Ricardo Bueno, no "Dossiê da Vale do Rio Doce", "...o Brasil levou 54 anos para construir e amadurecer esse gigantesco complexo produtivo. O governo FHC pretende vendê-lo, recebendo no leilão uma quantia que corresponderá, mais ou menos a um mês de juros da dívida interna". Em maio daquele ano, a Vale foi vendida pelo governo federal por R$ 3,3 bilhões. Em 2007, seu valor de mercado estava em torno de R$ 103 bilhões. Em nenhum outro período a máquina estatal foi usada para transferir recursos públicos para o capital privado como nos dois governos do tucanato. Foi a esse continuísmo que a população deu um basta em outubro de 2002. O que se pode depreender das linhas escritas pelo tucano que queria ser corvo? FHC se especializou na arte do embarque em canoas onde o lugar do náufrago está antecipadamente destinado ao canoeiro de ocasião. Julgava estar redigindo um artigo que funcionaria como divisor de águas. Mas afundou junto com ele. Escreveu o seu próprio réquiem, levando junto velhos próceres do PSDB. Um trabalho e tanto. Extremamente apropriado para leitura no dia 2 de novembro.

Autor: Gilson Caroni Filho (
Carta Maior)
Postagem: José Nilton Mariano Saraiva

Alencar realiza sessão de quimioterapia em hospital de SP

O presidente da República em exercício, José Alencar (PRB), realiza nesta quinta-feira sessão de quimioterapia no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Ele trata um câncer na região abdominal, luta contra a doença há 12 anos e já passou por 15 cirurgias. Alencar retomou as sessões de quimioterapia no início de setembro, pouco depois de exames terem demonstrado que os tumores abdominais haviam voltado a crescer. Por isso, interrompeu o tratamento experimental a que se submetia nos Estados Unidos. No mesmo mês, ficou internado por três dias após apresentar níveis baixos de hemoglobina, leucócitos e plaquetas. No final de outubro, no entanto, Alencar disse que o último exame mostrou uma "redução substancial" dos tumores.

"As coisas estão indo bem. Agora, por exemplo, o último exame que nós fizemos... Houve uma constatação que foi uma coisa que nos deixou... Os médicos ficaram ufanos, chegaram a um ponto que não acreditavam no que estavam vendo, porque houve uma redução substancial de todos os tumores", disse ele ao programa "Estúdio I", da Globo News. O vice assumiu a Presidência por conta da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Londres.

Fonte: Folha OnLine

Dicas Importantes para sua Segurança Diária - Por: George Macário


* AO ANDAR PELAS RUAS - Se você perceber que está sendo seguindo, tente olhar disfarçadamente para conferir se alguém está realmente com a intenção de segui-lo. Observe se há algo nas mãos do suposto meliante. Mantenha sempre uma distância de 20 metros, ande um pouco mais rápido (controle-se, para que o suposto bandido não suspeite que você sabe que ele está te seguindo). Ao gritar por ajuda, não grite "socorro", grite o nome de alguém, ou algo que atraia a atenção das pessoas. Tente também falar com quem está vindo na direção oposta a você, tipo: "Polícia", "me ajuda", "estou sendo seguido" ... É importante que mude de lado da rua, de uma calçada à outra, pois assim poderá observar se está realmente sendo seguido. Se for possível, entre num local movimentado (loja, igreja, posto de combustível...). Em último caso fale com um alguém sobre o que está acontecendo.

* AO ABASTECER O CARRO NO POSTO DE COMBUSTÍVEL - Evite ir ao posto no período da noite, por ser um horário de pouca movimentação e perigoso.


* AO USAR OS CAIXAS ELETRÔNICOS, CUIDADO COM A SAÍDA! - Evite ao máximo usá-los no período da noite. Pessoas mal intencionadas, disfarçadas, podem ficar aguardando a próxima vítima e poderá ser você, no golpe já bastante conhecido como "saidinha bancária". Prefira utilizar aqueles caixas que se localizam em locais movimentados e, mesmo assim, cuidado com os próprios caixas eletrônicos. Verifique se não há nenhuma câmera acima do teclado onde você digita sua senha. Se não há algum aparelho suspeito onde você insere o cartão, pois há o risco de alguém clonar seu cartão.


* AO SAIR DE CASA - Verifique se todas as portas e janelas estão rigorosamente fechadas. Mantenha sempre objetos de valor, como celular, câmera fotográfica, relógio e jóias escondidos, e a sua bolsa à frente do corpo. Evite deixar a mochila nas costas, ou uma bolsa do seu lado, sem você estar segurando-a, pois alguém pode facilmente passar correndo e levar a sua bolsa.


* AO IR FAZER COOPER E CAMINHADAS - Muitas pessoas fazem exercícios pela cidade, correndo, andando, com fones de ouvido, curtindo uma música no iPod, no MP3... Porém, isto pode te distrair e fazer com que você não fique atento aos barulhos, no que realmente ocorre ao lado. Além do mais, os fones de ouvido são mais um atrativo para os ladrões.


* EVITE SINALIZAR (MARCAR) SEUS VEÍCULOS - Procure evitar ao máximo marcar o seu carro, com adesivos que identificam onde você mora, trabalha ou estuda. Esses "sinais" podem ser informações importantes para os bandidos saberem mais sobre sua vida, seu itinerário entre outras informações.


* QUANDO FOR AO SHOPPING (COMPRAS) - Ao deixar seu carro estacionado, na volta, evite ao máximo ficar fazendo hora dentro dele, pois você irá atrair bandidos que, em fração de segundo, podem abrir a porta do seu carro e te render. Primeiro. Seja rápido e determinado. Mas, se você ver alguém suspeito próximo ao seu carro, ou mexendo nele, não chegue perto e não o repreenda. Ligue imediatamente para a polícia passando as informações necessárias.


* AO DIRIGIR, CUIDADO COM O GOLPE DA "BATIDINHA DA TRASEIRA"! Se você vai dirigindo, em local de pouca movimentação, em horário de risco, parado nos semáforos e então alguém bate atrás do seu carro, de leve, muito cuidado nesta hora! Você pode está prestes a ser vítima de um golpe. Não pare e nem abra a porta! Ignore tudo! Ou então dirija-se para algum lugar movimentado, evitando assim uma abordagem.


* PARADA NOS SEMÁFOROS EM HORÁRIO DE RISCO - Nunca parar muito próximo ao veículo que esteja à sua frente, não "cole" seu veículo na traseira do outro, mantenha sempre uma distância de no mínimo 20 metros de frente, esta pode ser a distância ideal para uma possível chance de fuga, diante de uma possível abordagem criminosa, de se evitar surpresa do golpe acima e de outras práticas criminosas


* PEDIDO DE AJUDA EM LUGARES ERMOS - Se você estiver em algum lugar deserto e uma pessoa pede ajuda ou pede para que pare o carro...Muito cuidado! É melhor chamar a polícia ao local para que esta pessoa possa ser atendida. Infelizmente não dá para confiar. Pode ser uma cilada.

Fonte: Blog: O Democrato - Editor: George Macário


Cegos ganham esperança de voltar a enxergar com terapia genética


Quando Corey Haas tinha sete anos, a doença na retina, congênita, já tinha roubado grande parte de sua visão. "Ele sempre ficava agarrada a mim ou minha mulher", disse o pai de Corey, Ethan Haas. O garoto dependia de uma bengala e de adultos para guiá-lo. Incapaz de ver o que estava escrito na lousa da escola, ele contava com a ajuda de um professor, tela de computador com fontes grandes e materiais em Braille. Legalmente cego, esperava-se que Corey acabasse perdendo toda a sua visão. Então, há 13 meses, após seu 8º aniversário, ele passou por um procedimento de terapia genética experimental, recebendo uma injeção em seu olho esquerdo. Sua visão naquele olho melhorou rapidamente. Agora com nove anos de idade, Corey joga beisebol, dirige carrinhos, percorre trilhas na mata perto de sua casa, em Hadley, NY, e lê a lousa na aula. "Melhorou muito", disse ele. Especialistas em problemas de visão afirmam que, embora não esteja claro quantas pessoas com defeitos na visão a terapia genética pode ajudar, eles consideram a pesquisa promissora para alguns tipos de cegueira, e um progresso para a terapia genética, que tem tido muitos obstáculos.

O estudo, relatado no jornal "Lancet", envolveu cinco crianças e sete adultos, da Bélgica, Itália e Estados Unidos, com um tipo de amaurose (cegueira parcial ou total) congênita de Leber, uma doença congênita da retina bastante rara, mas muito séria. Os pesquisadores injetaram nos olhos dos pacientes um vírus com a versão normal do gene REP65 inserido em seu genoma. Quando o vírus invadiu as células fotossensíveis no olho e inseriu seu próprio DNA no DNA das células, o gene humano crucial foi incluído. Começando em cerca de duas semanas, "todos os 12 participantes apresentaram melhoras significativas", disse Stephen Rose, principal diretor de pesquisa da Foundation Fighting Blindness, que ajudou a financiar o estudo. Isso significa que o gene inserido estava funcionando. "Você não recupera toda a visão, vamos ser realistas", disse Rose, "mas recupera uma quantidade tremenda da visão". Dr. Jean Bennett, professor de oftalmologia da Universidade da Pensilvânia e líder do estudo, disse que os participantes podiam "ler placas ou ver números em seus celulares, listras em suas roupas, texturas em móveis, madeira no violino ou mármore em uma mesa". Alguns leem muitos mais linhas na tabela de letrinhas do oftalmologista. As crianças apresentaram as maiores melhoras, talvez porque menos fotorreceptores tenham se deteriorado. Porém, até mesmo a paciente mais velha, Tami Morehouse, 44 anos, que às vezes ficava confinada em casa, agora caminha para encontrar seus filhos saindo da escola e "viu sua filha marcar um ponto no beisebol", disse Bennett.

Em uma explosão de novas pesquisas sobre a recuperação da visão, a terapia genética é um dos métodos mais próximos para alcançar resultados, mas não irá ajudar a todos porque algumas doenças oculares destroem células fotorreceptoras, que são cruciais para permitir que a terapia genética funcione. Além disso, genes específicos devem ser identificados para variações diferentes de doenças. "A terapia com genes é ótima, mas só vai funcionar quando os pacientes tiverem células fotorreceptoras viáveis", disse Dr. Gerald Chader, diretor científico do Doheny Retina Institute, em Los Angeles, que não esteve envolvido no estudo. "Há uma grande limitação no número de pacientes". Rose afirmou que o número de pessoas pode ser maior do que o esperado anteriormente, pois alguns pacientes tinham "ilhas de fotorreceptores vivos" onde a terapia genética pode restaurar parte da visão. Dr. Katherine High, outra líder do estudo e diretora do Centro de Terapias Celular e Molecular do Hospital Infantil da Filadélfia, disse que, no futuro, os pesquisadores podem injetar genes em crianças de 3 anos de idade, até 6 meses de idade, em ambos os olhos. "Isso nos daria a melhor probabilidade de salvar o que for possível da função visual", disse High. O experimento teve sucesso em parte porque o corpo não armou uma resposta imunológica que destruiu o vírus invasor. Bennett disse acreditar que isso se deva ao fato de que "o próprio olho é fechado" e "protegido da irrigação sanguínea", para que o composto injetado "não escape". High disse que, embora os pesquisadores esperassem melhorias visuais se estabilizassem depois de cerca de oito semanas, "muitas pessoas relatam uma melhoria contínua". Isso sugere que seus cérebros podem estar se adaptando continuamente a seus novos sistemas visuais. "Não é apropriado chamar isso de cura, pois não sabemos quanto tempo isso vai durar", disse ela. "Porém, é certamente uma reversão da cegueira".

Fonte: The New York Times

Já vimos esse filme. Por Darlan de O. Reis Junior

A voz contundente da Direita brasileira, o porta-voz da classe média do Leblon, aquele que tem a maior vontade de ser norte-americano mas não é, eis que um texto dele, datado de 2006, é bem revelador da forma de pensar do neo-udenismo, o da moral seletiva, ou o pensamento do "corvo". Trata-se de Arnaldo Jabour, o ex-cineasta, atualmente colunista das Organizações Globo. Senão, vejamos (os grifos em negrito são nossos):

"10 de outubro de 2006
Por Arnaldo Jabor
O Globo

"O debate de domingo serviu para vermos dois lados do Brasil. De um lado, a busca de um “choque de capitalismo”, de outro, um delirante choque de um socialismo degradado em populismo estadista, num getulismo tardio. De um lado, São Paulo e a complexa experiência de um estado industrializado, rico e privatista, e, do outro, a voz de grotões onde o Estado ainda é o provedor dos vassalos famintos. De um lado, a teimosa demanda de Alckmin pelo concreto da administração pública, e, do outro lado, o Lula apelando para pretextos utópicos, preferindo rolar na retórica de símbolo, lendo constrangido estatísticas e citando obras que nem foram iniciadas. Alckmin foi incisivo; Lula foi evasivo. Lula saiu da arrogância do primeiro turno para o papel de “sóbrio estadista injustiçado”. Mas não deu para esconder seu mau humor quase ofendido, por ter de dialogar ali com aquele “burguês”, limpinho, sem barba. Faltou-lhe a convicção de suas afirmações, pois seu “amor ao povo” não teve a energia de antes. Gaguejou, tremeu, suas frases peremptórias não tinham ritmo, não tinham punch line, não “fechavam”, enquanto Alckmin parecia um cronômetro, crescendo no ritmo e concluindo com fragor. Lula estava rombudo, Alckmin era um estilete. Lula estava deprimido porque raramente foi contestado assim, ao vivo. Sempre recuamos diante do sagrado “Lulinha do povo”, imagem que se rompeu domingo. Houve um leve sabor de sacrilégio na acusação do agora agressivo “picolé de chuchu”.
Alckmin rompeu a blindagem do Lula, protegido dos escândalos, Alckmin atacou a intocabilidade do operário sagrado e tratou-o como cidadão. Isso. O Lula perdeu um pouco da aura de “ungido de Deus”. Lula sempre se disse “igual” a nós ou ao “povo”, mas sempre do alto de uma intocabilidade, como se ele estivesse “fora da política”. Sempre houve um temor reverencial por sua origem pobre; qualquer critica mais acerba soava como um ataque da “elite reacionária que não suporta um operário no poder”, como clamam tantos lulo-colunistas e artistas burros.
Quando apertou o cerco, Lula tentou se valer dos pobres, dos humildes, falou da mãe analfabeta, mas sempre evitou responder qualquer pergunta concreta, como se a concretude fosse uma ofensa a seu mundo ideológico puro, acima da vida “comum”. Várias vezes, suas falas não faziam sentido, porém mantinham para o espectador acrítico aquele ronronar grosso que empresta um ritmo de fundo em torno à sua imagem de “símbolo dos pobres”. Lula não precisa dizer a verdade; basta parecer. Sempre que o Alckmin o encostava na parede, ele chamava as verdades proferidas de “leviandades”, o que é muito comum no vocabulário petista, que nomeia de “erros” os crimes cometidos ou de “meninos” os marmanjos corruptos que transportam dólares na cueca ou nas maletas e que foram “desencaminhados”, coitados, por bandidos comuns, talvez até (quem sabe?) “a serviço” de tucanos solertes.
Lula tentou encobrir os crimes de sua quadrilha apelando para pretensos “crimes” de gestões anteriores, como barragem de CPIs, votos comprados, caixa 2 sem provas. Ele e os petistas se julgam donos de uma metaética, uma supramoral que os absolveria de tudo e, por isso, Lula se utilizou de mentiras e meias verdades para responder às acusações de mensalões e sanguessugas em seu governo. Para justificar a omissão e a passividade diante da Bolívia e do prejuízo de um bilhão e meio de dólares nas instalações da Petrobras, Lula chegou a criticar a violência burra do Bush para se absolver na política de “companheirismo” com o Evo Morales. Em vez de se defender de acusações pontuais, dizia que a Era FH também era corrupta, como nas brigas de bordel, em que as prostitutinhas se defendem apontando os pecados das outras. Lula tentou fugir da pergunta que não vai se calar: “Qual a origem do dinheiro?” Lula respondeu com a metáfora batida: “Muitas vezes o sujeito está na sala e não sabe o que está acontecendo na cozinha”. Ou seja: é normal que o chefe da Casa Civil e agora o presidente do partido, Berzoini, Hamilton Lacerda, o chefe da campanha do Mercadante, o diretor do Banco do Brasil, seu assessor, seu churrasqueiro, petistas ativos no diretório, todos soubessem e trouxessem o dinheiro em malas, sem avisar o chefe. E quer que a gente engula. Lula pediu a Deus que não o mate “até que ele saiba de onde veio o dinheiro”. A resposta óbvia é: “Não precisa perguntar a Deus; basta perguntar aos seus assessores na sala ao lado...”, como escreveu a Miriam Leitão.
Quando Alckmin o apertava, ele o desqualificava: “Meu Deus... como é que pode? Você está nervoso, Alckmin... Não é o seu estilo...”, querendo trancar o desafiante em seu papel de gentil picolé. Diante do pedido de explicações, fugia, tentando abordar “questões programáticas” (como se ele as tivesse...), como se elas pudessem estar acima das “bobagens de crimes que sempre houve, de erros de companheiros” etc... Assim, tentou voar por cima da ética assassinada. Acontece que os crimes de sua quadrilha “são” a questão principal e também “programática” porque, além da imoralidade, esses crimes prefiguram uma política que visa a atropelar a democracia através de grossuras truculentas que os mantenham no emprego a qualquer custo. Lula não pôde responder a pergunta fatal “De onde vem o dinheiro?” porque sua origem é conhecida. Todos sabemos que o dinheiro veio de algum nicho onde está guardado para “despesas do partido”, dinheiro desviado ou de fundos de pensão ou de estatais ou de bancos oficiais ou de contratos superfaturados. Todos eles sabem. Só falta o nome do dono da cueca ou das maletas. E certamente o advogado do governo não permitirá que saibamos até o dia 29. Tudo está óbvio. Neste momento perigosíssimo de nossa História, só resta esperar que o “povo” perceba o óbvio, já que os intelectuais jamais o enxergarão."

Vamos ver o que ele vai dizer ano que vem, quando o confronto tomará ares de batalha eleitoral. Mas antes, vamos ver como ele se comporta em relação ao tucanato. Será que vai chamar a corrupção tucana de "coleta irregular de fundos" como faz a Folha de São Paulo, jornal, ops, partido conhecido por suas coligações com os tucanos???


Música dedicada ao mensalão: "Conceição"


Se subiu, ...Ninguém sabe, Ninguém Viu...


Eternizada na voz do grande Cauby Peixoto:



Conceição
(Eu me lembro muito bem)
Vivia no morro a sonhar
Com coisas que o morro não tem . . .

Foi então
Que lá em cima apareceu
Alguém que lhe disse a sorrir
Que, descendo à cidade, ela iria subir . . .

Se subiu
Ninguém sabe, ninguém viu
Pois hoje o seu nome mudou
E estranhos caminhos pisou . . .

Só eu sei
Que, tentando a subida, desceu,
E agora daria um milhão
Para ser outra vez Conceição

Composição:
Conceição
(Jair Amorim E Dunga)

SOB OS ESCOMBROS DO MENSALÃO - Por: Francisco Ribeiro Mendes


O senador Eduardo Azeredo está sendo resgatado dos escombros do mensalão. O governo Lula nunca aceitou a realidade de que o mensalão foi uma obra totalmente, e exclusivamente, do PT comandada por ele e por José Dirceu. Por isso, toda vez que se aproxima uma eleição, eles resgatam uma vítima da sua tragédia, sempre de outro partido, para dizerem que não estavam sozinhos. O STF, que nunca quis examinar o verdadeiro mensalão do governo Lula, agora se mostra eficiente para investigar um senador que foi governador de Minas Gerais, de 1º de janeiro de 1995 a 31 de dezembro de 1998. Mas é bom que se investigue mesmo. Assim vamos saber se a vítima encontrada nos escombros do mensalão pelos cães farejadores do PT agia como os membros daquele grupo de ladrões que escandalizou o país e continua no poder. Mas é preciso que se investigue tudo, se a cueca da vitima já foi usada para carregar dólares; se os dólares eram de Cuba; se a vitima tinha em mãos algum cheque em branco assinado por Lula; e se o cheque era do mesmo banco dos canalhas do PT daquela época. Porém, se nada disso for provado, não restará duvida de que tudo não passa de mais um dossiê dos aloprados de Lula em época de eleição. O dossiê do Supremo, que estava faltando.

Francisco Ribeiro Mendes
E-mail omitido para preservar a PAZ do autor
Brasília-DF

FHC expôs o lado sombrio do poder petista - Por: ELIO GASPARI


"Elio Gaspari comenta sobre o texto de Fernando Henrique, dizendo que o projeto de Lula, é Projeto de poder de linha neo-peronista, um “autoritarismo popular” que pretende se perpetuar no poder. Ao se deparar com o paredão desta fórmula de poder nacional, o ex-presidente, na interpretação de Elio, envereda por um caminho historicamente a nós conhecido: “Pode-se dizer que o golpismo da segunda metade do século passado nasceu no dia em que os liberais da redemocratização perderam a eleição de 1950 para o ex-ditador Getúlio Vargas”. E no seu estilo um tanto hermético Elio praticamente conclui da fala do ex-presidente um certo sentido golpista: “De um partido que não consegue ter candidato? Ou do povo, como em 1950?”


Fernando Henrique Cardoso está em grande forma. Num artigo intitulado "Para onde vamos?" mostrou que é a única voz articulada com coragem para acertar a testa de Nosso Guia. É um texto astucioso, chega a ter ginga. Apocalíptico e insinuante, tem a gravidade de uma Cassandra e a amnésia de personagem de novela barata.

Seu argumento central faz todo sentido: Lula está construindo uma teia de alianças e interesses que desembocará num "subperonismo". O que vem a ser essa praga, não se sabe, mas ela junta o PT, sindicatos de empregados e de patrões, fundos de pensão, BNDES e triunfalismo. Essas seriam as "estrelas novas" às quais se abraçam "nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas". O ex-presidente adverte para a formação de um novo "bloco de poder", interessado num continuísmo que deve ser contido, pelo voto, "antes que seja tarde".

As críticas pontuais do ex-presidente passam da dúzia e ele pode ter razão em quase todas. Em dois casos o professor chegou à verdade com o auxílio de lapsos da memória. Num, criticou a compra de caças pela Força Aérea. Logo ele, que comprou um porta-aviões. No outro, denunciou o poder dos fundos de pensão das empresas estatais e suas relações incestuosas com o governo e empresários-companheiros. Tem toda razão, mas quem deu forma a esse bicho foi ele, quando moldou e deixou que moldassem a engenharia financeira das privataria.

Em dois momentos o ex-presidente teve a infelicidade de comparar atitudes do atual governo com práticas do tempo do "autoritarismo militar". Lula, com seus "impropérios" é capaz de "matar moralmente empresários, políticos (e) jornalistas". O ex-presidente exagerou.

Logo ele, que conheceu pessoas assassinadas sem advérbio. No seu esforço para tornar mais pesada a carga dos petistas, Fernando Henrique torna mais leve a mochila dos crimes da ditadura militar.

A alma dos receios de Fernando Henrique Cardoso está no que ele chama de "autoritarismo popular" (entre aspas no original, sem que se saiba por que). O que é isso, não se sabe. Trata-se de uma construção em cujo hermetismo está uma parte do seu significado. Referindo-se à democracia constitucional brasileira o ex-presidente informou que "esta supõe regras, informação, participação, representação e deliberação consciente". Faltou a palavra voto, mas tudo bem pois o ex-presidente jamais teve o pé no golpismo. Ganha um livro de discursos de Fidel Castro quem souber como se distingue uma "deliberação consciente" de outra, inconsciente.

(Os liberais de 1945 imolaram suas biografias no altar da ditadura de 1964. Pode-se dizer que o golpismo da segunda metade do século passado nasceu no dia em que os liberais da redemocratização perderam a eleição de 1950 para o ex-ditador Getúlio Vargas.)

O artigo de Fernando Henrique Cardoso chama-se "Para onde vamos?", mas indica apenas para onde ele, com bons argumentos, acha que não se deve ir. Se o tucanato não souber dizer para onde se deve ir, o PT ganhará a eleição do ano que vem. Culpa de quem? De uma oposição que não se opõe? De um partido que não consegue ter candidato? Ou do povo, como em 1950?

Tudo o que foi dito acima só vale alguma coisa para quem leu ou vier a ler o artigo do ex-presidente. Passando-se no Google "Fernando Henrique Cardoso" e "Para onde vamos?", chega-se a ele.

Texto colhido na edição de O Povo de Hoje.
Por: Elio Gaspari

Texto enviado por: José do Vale Feitosa

PARA ONDE VAMOS ? - Texto Original - Por: Fernando Henrique Cardoso


NE - Num artigo que tem causado muita repercussão, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso faz uma análise do Governo Lula. O texto trouxe pelo menos mais duas reflexões importantes, que o Blog do Crato publicará a posteriori.

Nota de José do Vale Feitosa:


Recebi por e-mail do Marcondes Rosa, grande educador, um texto do Elio Gaspari analisando o conteúdo de um artigo publicado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o Governo Lula. O tom do artigo do Elio é de que a oposição ao governo Lula o vê como um projeto de poder de linha neo-peronista, um “autoritarismo popular” que pretende se perpetuar no poder. Ao se deparar com o paredão desta fórmula de poder nacional, o ex-presidente, na interpretação de Elio, envereda por um caminho historicamente a nós conhecido: “Pode-se dizer que o golpismo da segunda metade do século passado nasceu no dia em que os liberais da redemocratização perderam a eleição de 1950 para o ex-ditador Getúlio Vargas”. E no seu estilo um tanto hermético Elio praticamente conclui da fala do ex-presidente um certo sentido golpista: “De um partido que não consegue ter candidato? Ou do povo, como em 1950?” - No mesmo dia li a coluna do Mauro Santayana no Jornal do Brasil indo mais direto sobre o artigo de FHC, interpretando-o como o lançamento da própria candidatura à Presidência em falta de um Serra combativo e praticamente reeleito ao governo de São Paulo e de um Aécio que seja viável. Diante da novidade que isso representa (ou não é novidade?) passo adiante os três textos para que cada um tire as suas conclusões, inclusive começando pelo artigo do ex-presidente. ( Por: José do Vale Feitosa ).

PARA ONDE VAMOS ? - Por: Fernando Henrique Cardoso*

A
enxurrada de decisões governamentais esdrúxulas, frases presidenciais aparentemente sem sentido e muita propaganda talvez levem as pessoas de bom senso a se perguntarem: afinal, para onde vamos? Coloco o advérbio “talvez” porque alguns estão de tal modo inebriados com “o maior espetáculo da terra”, de riqueza fácil que beneficia a poucos, que tenho dúvidas. Parece mais confortável fazer de conta que tudo vai bem e esquecer as transgressões cotidianas, o discricionarismo das decisões, o atropelo, se não da lei, dos bons costumes. Tornou-se habitual dizer que o governo Lula deu continuidade ao que de bom foi feito pelo governo anterior e ainda por cima melhorou muita coisa. Então, por que e para que questionar os pequenos desvios de conduta ou pequenos arranhões na lei?

Só que cada pequena transgressão, cada desvio, vai se acumulando até desfigurar o original. Como dizia o famoso príncipe tresloucado, nesta loucura há método. Método que provavelmente não advenha do nosso Príncipe, apenas vítima, quem sabe, de apoteose verbal. Mas tudo o que o cerca possui um DNA que, mesmo sem conspiração alguma, pode levar o país, devagarinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade, que pouco têm a ver com nossos ideais democráticos.

É possível escolher ao acaso os exemplos de “pequenos assassinatos”. Por que fazer o Congresso engolir, sem tempo para respirar, uma mudança na legislação do petróleo mal explicada, mal ajambrada? Mudança que nem sequer pode ser apresentada como uma bandeira “nacionalista”, pois se o sistema atual, de concessões, fosse “entreguista” deveria ter sido banido, e não foi. Apenas se juntou a ele o sistema de partilha, sujeito a três ou quatro instâncias político-burocráticas para dificultar a vida dos empresários e cevar os facilitadores de negócios na máquina pública. Por que anunciar quem venceu a concorrência para a compra de aviões militares se o processo de seleção não terminou? Por que tanto ruído e tanta ingerência governamental em uma companhia (a Vale) que, se não é totalmente privada, possui capital misto regido pelo estatuto das empresas privadas? Por que antecipar a campanha eleitoral e, sem qualquer pudor, passear pelo Brasil às custas do Tesouro (tirando dinheiro do seu, do meu, do nosso bolso...) exibindo uma candidata claudicante? Por que, na política externa, esquecer-se de que no Irã há forças democráticas, muçulmanas inclusive, que lutam contra Ahmadinejad e fazer mesuras a quem não se preocupa com a paz ou os direitos humanos?

Pouco a pouco, por trás do que podem parecer gestos isolados e nem tão graves assim, o DNA do “autoritarismo popular” vai minando o espírito da democracia constitucional. Essa supõe regras, informação, participação, representação e deliberação consciente. Na contramão disso tudo, vamos regressando a formas políticas do tempo do autoritarismo militar, quando os “projetos de impacto” (alguns dos quais viraram “esqueletos”, quer dizer obras que deixaram penduradas no Tesouro dívidas impagáveis) animavam as empreiteiras e inflavam os corações dos ilusos: “Brasil, ame-o ou deixe-o”. Em pauta, temos a transnordestina, o trem-bala, a Norte-Sul, a transposição do São Francisco e as centenas de pequenas obras do PAC, que, boas algumas, outras nem tanto, jorram aos borbotões no orçamento e minguam pela falta de competência operacional ou por desvios barrados pelo TCU. Não importa: no alarido da publicidade, é como se o povo já fruísse os benefícios: “Minha casa, minha vida”; biodiesel de mamona, redenção da agricultura familiar; etanol para o mundo e, na voragem de novos slogans, pré-sal para todos.

Diferentemente do que ocorria com o autoritarismo militar, o atual não põe ninguém na cadeia. Mas da própria boca presidencial saem impropérios para matar moralmente empresários, políticos, jornalistas ou quem quer que seja que ouse discordar do estilo “Brasil potência”. Até mesmo a apologia da bomba atômica como instrumento para que cheguemos ao Conselho de Segurança da ONU – contra a letra expressa da Constituição – vez por outra é defendida por altos funcionários, sem que se pergunte à cidadania qual o melhor rumo para o Brasil. Até porque o presidente já declarou que em matéria de objetivos estratégicos (como a compra dos caças) ele resolve sozinho. Pena que tivesse se esquecido de acrescentar “l’État c’est moi”. Mas não esqueceu de dar as razões que o levaram a tal decisão estratégica: viu que havia piratas na Somália e, portanto, precisamos de aviões de caça para defender “nosso pré-sal”. Está bem, tudo muito lógico.

Pode ser grave, mas, dirão os realistas, o tempo passa e o que fica são os resultados. Entre estes, contudo, há alguns preocupantes. Se há lógica nos despautérios, ela é uma só: a do poder sem limites. Poder presidencial com aplausos do povo, como em toda boa situação autoritária, e poder burocrático-corporativo, sem graça alguma para o povo. Este último tem método. Estado e sindicatos, Estado e movimentos sociais estão cada vez mais fundidos nos altos-fornos do Tesouro. Os partidos estão desmoralizados. Foi no “dedaço” que Lula escolheu a candidata do PT à sucessão, como faziam os presidentes mexicanos nos tempos do predomínio do PRI. Devastados os partidos, se Dilma ganhar as eleições, sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão. Estes são “estrelas novas”. Surgiram no firmamento, mudaram de trajetória e nossos vorazes mas ingênuos capitalistas recebem deles o abraço da morte. Com uma ajudinha do BNDES, então, tudo fica perfeito: temos a aliança entre o Estado, os sindicatos, os fundos de pensão e os felizardos de grandes empresas que a eles se associam.

Ora dirão (já que falei de estrelas), os fundos de pensão constituem a mola da economia moderna. É certo. Só que os nossos pertencem a funcionários de empresas públicas. Ora, nessas, o PT, que já dominava a representação dos empregados, domina agora a dos empregadores (governo). Com isso, os fundos se tornaram instrumentos de poder político, não propriamente de um partido, mas do segmento sindical-corporativo que o domina. No Brasil, os fundos de pensão não são apenas acionistas – com a liberdade de vender e comprar em bolsas – mas gestores: participam dos blocos de controle ou dos conselhos de empresas privadas ou “privatizadas”. Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados, eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições. Comecei com para onde vamos? Termino dizendo que é mais do que tempo de dar um basta ao continuísmo antes que seja tarde.

Fernando Henrique Cardoso *Ex-presidente da República
Texto enviado por: José do Vale Feitosa

Mensalão - Ninguém Sabe, Ninguém Viu



Líder do governo na Câmara diz não ter ‘nenhum’ conhecimento sobre mensalão

O líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS), afirmou nesta quinta-feira (5) que não tomou conhecimento sobre o repasse de valores para parlamentares em troca de votos antes de o escândalo do mensalão vir à tona. Ele disse que foi pela mídia que ouviu falar pela primeira vez sobre o mensalão. Fontana prestou depoimento nesta manhã à juíza Pollyana Kelly Martins Alves, da 12ª Vara Federal do Distrito Federal, na condição de testemunha de defesa do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, réu na ação penal do mensalão que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). O mensalão foi classificado pelo Ministério Público Federal (MPF) como um esquema no qual parlamentares supostamente recebiam dinheiro em troca de apoio a projetos do governo no Congresso. O MPF foi o órgão responsável por denunciar o esquema – a denúncia foi aceita em agosto de 2007 pelo Supremo, que abriu uma ação penal para julgar o caso.

Nas duas vezes em que foi questionado no depoimento se temou conhecimento do esquema, Henrique Fontana, que na época dos fatos era vice-líder do PT na Câmara, foi enfático: “Nenhum [conhecimento]”, garantiu. Sobre os empréstimos tomados pelo PT junto ao Banco Rural e ao BMG, Fontana disse ter tomado conhecimento só “quando o assunto veio à mídia brasileira”. O deputado destacou que não conhecia a estrutura partidária do PT antes de o esquema do mensalão vir à tona, segundo ele, porque não exercia funções de gestão administrativa dentro do partido.

Delúbio


O parlamentar afirmou que conhece o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares somente devido à convivência partidária. “É uma pessoa que nunca tive uma convivência estreita”, observou. Fontana disse também que “nunca soube de nada que o desabone”. O atual líder do governo afirmou ainda que não sabia quem era o empresário Marcos Valério, apontado como o operador do mensalão, antes de a imprensa divulgar o escândalo. “Só o conheci quando o assunto surgiu e ele foi à CPI [dos Correios prestar depoimento].”

Fonte: G1

05 DE NOVEMBRO:Todos os Dias são Dias da Cultura-Por Wilson Bernardo.

PÉ NO SACO.
Uma bola...
Soccer
Onde bem quiser
E imaginar.

A FERTILIDADE DOS QUE FAZEM ARTE
(MITOLOGIA AMERÍNDIA)
A arte e o homem.
A pedra e o momento.
O sono e a avareza.
Teremos prazer em rever
O sentido das coisas.
Abstrato.
Absinto.
Arte e comida, milenar nos campos
De senhores perdidos no tempo.
A arte e o homem
O tempo e a espera
A pedra
A sombra
O campo e a caverna.
Flore o milho e a seiva.
Wilson Bernardo(Poemas,Esculturas & Fotografias)

Hoje é Dia da Cultura ! - 5 de Novembro - Por: Cacá Araújo


O nosso calendário é muito festivo. Seja o religioso, o profano ou o intelectual. Tem dia pra tudo... Santos, anjos subidos e caídos, figuras populares, mártires, mitos, coisas materiais e imateriais.. .

E hoje é dia da cultura! Dia de todas as coisas... Do imaginário ao patrimônio material, do popular e do erudito. É o dia do homem em sua completude. O único que merece ser feriado, pois, se tomado em sua profundidade, resume todas as religiões, revoluções, aventuras, romances, descobertas, crenças... Ateus e crentes deveriam sair às ruas com suas bandeiras e desbandeiras comemorando a civilidade. Esquerdistas e direitistas deveriam ocupar as praças e entoar seus hinos.

Hoje é dia da Cultura. Portanto, é dia de todos os povos, de todas as raças, classes, gêneros... É dia de Cristo, Marx, Lênin, Stálin, Gandhi, Zumbi dos Palmares, Tristão Gonçalves, Anita Garibaldi, Bárbara de Alencar, Conselheiro, Baco, Zé de Matos, Dedé de Luna, Seu Elói, Correinha, Zé Bedeu, Chapeado Noventa, Lobisomem, Mula-sem-Cabeç a, Saci, Maria Caboré, Miguel Preto... É dia de reisado, coco, maneiro pau, cordel, banda cabaçal, rezadeira, alfenim, tijolo de coco, rapadura, croque, cascudo, cai-no-poço, novena, renovação, umbanda, macumba, teatro, dança, folclore, música...

É dia de todas as artes e de todos os artistas... É dia da fartura, da fome... do choro e do riso... da vida e da morte... do trabalho, da exploração... É dia de todas as lutas! Hoje é dia do homem e da mulher... do passado e do presente... do modo como vivemos, como amamos e somos amados, como deliramos e sonhamos... No feriado da minha alma, liberto-a para orações e profanações... Que voe em busca da fonte original, que ouse encarar Medusa, olhar para trás e virar estátua de sal, bailar nas cruzadas medievais e mergulhar em águas turvas catando migalhas de felicidade na construção de um mundo de paz, liberdade e igualdade...

Crato-CE, 05 de novembro do ano 2009.

Por: Cacá Araújo

"Para onde vai Fernando Henrique Cardoso?" Postado por Darlan Reis Jr.



"O ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso quis escrever um manifesto, mas saiu como uma lamúria. Mas seu texto publicado no último domingo (dia 1) tem a vantagem de expor um programa explícito da oposição de direita ao governo do presidente Lula e das forças que o apoiam.
O texto é pedestre, qualidade comum aos panfletos. Mas alinha um conjunto significativo de queixas da direita. Reclama da mudança na legislação do petróleo feita para defender o pré-sal para os brasileiros, e não para a iniciativa privada, como quer o dogma tucano. Ataca a preferência presidencial, pública e transparente, pela compra de caças franceses para a FAB - logo ele, FHC, que foi acusado de interferir diretamente, e de costas para a opinião pública, na privatização da Telebrás em favor de um grupo estrangeiro, em 1998. Escandaliza-se pela insistência do governo Lula para que a Cia Vale do Rio Doce (privatizada por FHC, mas da qual o governo ainda é um sócio importante) invista no Brasil parte de seus lucros, para exportar não o minério bruto mas industrializado, transformado em aço. Acusa o governo de antecipar a campanha de 2010 por fiscalizar obras públicas de sua responsabilidade. Revela um renitente americanismo ao acusar o governo de "fazer mesuras" ao governo do Irã, cujo presidente Mahmoud Ahmadinejad visitará o Brasil em breve. (Por falar em mesuras, será preciso lembrar que o ministro de Relações Exteriores de FHC, o diplomata Celso Lafer, submeteu-se à humilhação de tirar os sapatos no aeroporto em Washington para ser revistado?)
Este rosário de lamúrias seria compreensível num embate eleitoral, tendo a virtude de opor programa contra programa - o cardápio privatizante, americanista e anti-popular dos tucanos contra as medidas nacionalistas, democráticas e populares do governo.
Mas a tentativa de manifesto de FHC vai além e registra, com todas as letras, o velho e anti-popular autoritarismo da classe dominante mais conservadora. As mesmas idéias que, em 1945, levaram à deposição (pela direita militar com apoio explícito da embaixada dos EUA) do presidente Getúlio Vargas, justamente quando ele se aliava às forças democráticas e nacionalistas contra as forças do atraso, aliadas da subordinação do Brasil às potências imperialistas, particularmente os EUA, da permanência do latifúndio e da "vocação agrícola" do Brasil, forças que resistiam historicamente contra a industrialização de nosso país. Este mesmo programa foi colocado em prática em 1954, levando ao suicídio de Vargas e, depois, em 1964, quando o presidente João Goulart foi deposto e a ditadura militar teve início.
São idéias que se repetem, sem criatividade ou pudor. Hoje, falam em "autoritarismo popular", com o mesmo conteúdo de sempre: "Poder presidencial com aplausos do povo, como em toda boa situação autoritária"; "república sindicalista", como se dizia há meio século - hoje fala em Estado, sindicatos, e movimentos sociais “cada vez mais fundidos nos altos-fornos do Tesouro", "burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, na força dos fundos de pensão”, gerando um "um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários".
Para onde vamos?, pergunta o ex-presidente. Com certeza caminham para a derrota, em 2010, das forças que ele representa e defende. Fernando Henrique Cardoso vai definindo, em textos como o deste domingo, o programa contra a qual as forças da democracia, da defesa da nação, do progresso social vão contrapor-se na sucessão de Lula. Escritos como estes têm a vantagem de definir os termos de um embate que poderá ter caráter plebiscitário, opondo programa contra programa. Nação contra anti-nação, papel do Estado em defesa do desenvolvimento contra privatização e favorecimento aos ricos, soberania nacional contra subordinação ao imperialismo, democracia para o povo contra defesa dos privilégios da elite. Será um embate que o povo entende e no qual tem um lado muito definido, como já manifestou amplamente, para desespero da oposição neoliberal."

Editorial do Portal Vermelho

Comentário do Leitor ( Via E-mail )

Blog Imitações

"Meu nobre exímio pianista Dihelson Mendonça, porque razão outros Blogs da região do cariri fazem questão de imitar o formato e até as cores do nosso Blog do Crato ao invés de procurar seu próprio rumo ?"

Sandro Vasconcelos - Recife

Em resposta:

Meu caro Sandro, existe um consenso de que Imitar, é implicitamente, ADMIRAR. Se somos imitados por outros Blogs, devemos crer que somos muito admirados pelos seus administradores. Na verdade, há alguns Blogs na região que qualquer novidade adotada no Blog do Crato, é logo imitada e incorporada ao deles. Recentemente, até nossas cores e estilo de postar fotos, foram copiados por outro blog aí da região, mas te digo uma coisa:

Existem muitos Blogs surgindo. Nós temos 4 anos de existência. Nosso Know-How não vem de hoje, nem brincamos de fazer blog. Não é à toa que atingimos a marca recentemente de 1 milhão de páginas acessadas. Credibilidade, Idoneidade e Qualidade são méritos que se conquistam. Há muitos Blogs, mas há somente um BLOG DO CRATO - www.blogdocrato.com - e com o trabalho, estilo e dedicação que temos à nossa cidade. E sobre as imitações, há um ditado que diz assim:

"É melhor ser invejado, do que compadecido ou Lastimado"

Abraços aí para a galera do Recife. Temos vários leitores daí.

Dihelson Mendonça


SAAEC implantrá Adutora que Beneficiará os conjuntos Parque Recreio e Cajueiro - Por: Dr. Procópio da Silveira


Acima: Foto do Engenheiro José Procópio da Silveira, presidente da SAAEC


Comunicado da SAAEC

A SOCIEDADE ANONIMA DE ÁGUA E ESGOTO DO CRATO - SAAEC EFETUARÁ OBRAS NA AV. J. B. DE MENEZES, TRECHO COMPREENDIDO ENTRE A RUA VICENTE LEMOS E AV. THOMÁS OSTERNE, BAIRRO VILA ALTA, PARA ASSENTAMENTO DE NOVA SUB-ADUTORA, QUE BENEFICIARÁ O ABASTECIMENTO DO CONJUNTO PARQUE RECREIO, A PARTIR DE 04/11 ATÉ 09/11/2009.

ESSAS OBRAS SERÃO EXTENSIVAS AO CONJUNTO CAJUEIRO, ONDE SERÁ INSTALADA REDE DE DISTRIBUIÇÃO E LIGAÇÃO EM TODAS AS RESIDÊNCIAS. A SAAEC SOLICITA A COMPREENSÃO DOS USUÁRIOS QUANTO A POSSÍVEIS TRANSTORNOS NO TRÂNSITO E ROMPIMENTO DE TUBULAÇÕES OCASIONADOS PELA EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS.

Crato, 04 de novembro de 2009

Eng. José Procópio da Silveira

Diretor Presidente

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Da genialidade como defeito ( III ) – Por: José Nilton Mariano Saraiva

Há toneladas de sentidos divergentes e mesmo contraditórios nas profusas declarações de Lula à imprensa. E também nos comícios ou, como se prefere oficialmente, nos atos de governo para fiscalização ou inauguração de obras. Pululam frases que rendem panos e mais panos para mangas e mais mangas na prosa dos comentaristas políticos. A elas se dedicam os exegetas hodiernos, intrigados com o fato de que as palavras desajeitadas do presidente contrastam com a precisão inacreditável de seus movimentos na arena política. De que modo elas os explicariam? Por meio de que charadas, de que cifras, de quais enigmas? Como interpretá-las? Como, por meio delas, entender um pouco melhor o personagem?
A fala de Lula sobre os atos de Lula é fraca. É insuficiente. Sempre. A fala de Lula é constrangedoramente inferior à performance de Lula. Mesmo assim espera-se dela que ilumine os milhões de pontos escuros de seu estilo prático. Espera-se com razão. Fora seu discurso, não há muitos outros lugares de onde tirar a chave para os movimentos que ele faz. Por isso, suas entrevistas e suas declarações se revestem de tão grande interesse. Não só por ele ser o maior político em atividade hoje no Brasil. Não só por ele ser a autoridade máxima no Estado. Também porque existe esse descompasso enervante entre a clareza premonitória de seus atos na disputa política – quase sempre bem sucedidos – e a precariedade de suas palavras, que só são mais expressivas quando são mais desastradas. É esse desacerto e essa imprevisibilidade aparentemente fora de controle, que tornam tão atraentes as declarações de Lula.
Há aqui uma distinção necessária: quando fala para os eleitores ou para os públicos internacionais, Lula é claríssimo. Sua comunicação é quase impecável. O ruído acontece quando dele se quer ouvir a teoria sobre a política que ele faz. Aí é que o sentido se bifurca sucessivamente. Quando fala de seu modo de agir, a fala de Lula é sempre insuficiente e refratária. Enfim, das declarações de Lula à imprensa não se conseguem extrair explicações cristalinas sobre sua ação política. No entanto, quando ele escorrega, quando erra no jeito de falar, acaba revelando involuntariamente o que talvez preferisse manter invisível. Lula se explica melhor quando se trai pela fala. Por isso é que, também nas suas entrevistas e nos seus pronunciamentos, os sentidos cruzados aparecem. E, nesse caso, são muito, mas muito mais interessantes do que os sentidos arrevesados dos que o criticam duramente por ser genial. Não que Lula não tenha consciência de seu lugar na História. Passados já sete anos de governo, é indiscutível que ele domina bem o papel que lhe cabe. Tanto para o que é bom, modernizante, justo etc., como para o que não é tão bom assim – como os pactos com o fisiologismo e o pragmatismo excessivo, que ele dá sinais de firmar por não enxergar alternativa. O ponto é que sabemos que Lula tem essa consciência de si não pelo que ele diz, mas pelo que ele faz. São os seus gestos que transmitem essa consciência.
A sua fala apenas confunde o observador. O Lula orador não é um bom intérprete do agente Lula – daí a sensação de que, talvez, ele mesmo não se compreenda muito bem. Talvez por isso mesmo, sua fala segue tão irresistível. Por baixo dos sentidos aparentes, insinua-se um riquíssimo acervo de revelações inadvertidas. Vale repetir: também as entrevistas de Lula têm seus múltiplos sentidos.
Texto: Eugênio Bucci (Observatório da Imprensa)
Postagem: José Niltoon Mariano Saraiva

ADOTE UMA CRIANÇA!!! MUDE UM DESTINO !!! - Por: Mônica Araripe


Estimular a adoção de crianças que vivem em abrigos, porque são órfãs, foram abandonadas ou cujos país perderam a guarda familiar por decisão judicial, é a proposta e o desafio da campanha Doce Natal 2009. Muitas crianças e adolescentes querem uma família. Muitos adultos alimentam o sonho de se tornar pais adotivos, mas na maior parte das vezes faz opção por bebês pequeninhos e eles são poucos. Então prevalece a dupla frustração: meninos e meninas maiorzinhas continuam numa angustiante fila enquanto candidatos a pais permanecem numa infinita espera.

Experiências de vida - A campanha quer estimular que se repitam histórias com final feliz como a da criança do sexo masculino, que esteve aos 2 anos na Casa Abrigo do Crato, que foi mostrada recentemente no Globo Repórter, da TV Globo.Que hoje se encontra em Londrina, no Paraná, onde foi adotado por uma família daquele estado. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Nº 8.069, de 13 de Julho de 1990), podem se tornar pais adotivos pessoas maiores de 21 anos de idade. Não importa o estado civil. Porém é exigida a diferença de, pelo menos, 16 anos entre o filho adotado e o candidato a pai ou mãe. Conforme a lei, a adoção é irrevogável, tanto que a morte dos adotantes não restabelece o pátrio poder aos pais biológicos.

Inúmeras crianças necessitam de seu carinho!

Por: Mônica Araripe

Entrevista com o Presidente do SINDIAGUA, Jadson Sarto Pontes - Fortaleza - Por: Dihelson Mendonça

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Enquanto estive em Fortaleza, tive o prazer de entrevistar Jadson Sarto Angelo O. de Pontes, que é o Presidente do SINDIAGUA ( Sindicato dos trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente do Ceará ), e que é também o presidente do CTB ( Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil ), entidade que já ocupa o terceiro lugar no Ranking das centrais trabalhadoras do Brasil. Na entrevista, em áudio, Jadson fala sobre as conquistas do Sindiagua, as relações com a SAAEC ( Sociedade Anônima de Água e Esgotos do Crato, que é gerenciada por Dr. Procópio, e as negociações em busca de melhorias para a classe trabalhadora.

O Blog do Crato aproveitou a ocasião para fotografar as dependências do SINDIAGUA, que é constituído de um prédio próprio, de 2 andares, com auditório, muito bem estruturado, e recentemente adquiriu um novo e excelente veículo de locomoção, mostrando que o sindicato encontra-se bastante estruturado e forte o suficiente para promover e defender em todas as instâncias os direitos da classe trabalhadora. Para ouvir a entrevista, clique no player abaixo ( Importante: Para evitar ouvir 2 sons ao mesmo tempo, pare antes o player da Rádio Chapada do Araripe, na entrada do Blog do Crato, no canto superior direito. )



Fotos:



Modernas instalações garantem o bom trabalho do Sindiagua:

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Abaixo: Vista externa do moderno prédio do Sindicato e parte da sua equipe:

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Abaixo, uma visão mais aproximada da equipe do Sindiagua, que nos recebeu calorosamente:

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Companheiro Jadson é de Luta! Ei-lo à frente de um dos grandes brasões das campanhas do Sindiagua:

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Reportagem e Fotos: Dihelson Mendonça

Happy Hour pra Valer - Por: Océlio Teixeira


Será realizado amanhã, dia 06 de novembro, a partir das 18hs, no restaurante BOM PALADAR (em frente ao DETRAN – JN) um HAPPY HOUR PRA VALER, congregando advogados, advogadas, admiradores e apoiadores das candidaturas de CLAUVER BARRETO, para Presidência da OAB – Juazeiro do Norte, e VALDETÁRIO ANDRADE, para Presidência da OAB – Ceará. Nesse sentido, convidamos os advogados e advogadas de Juazeiro do Norte e do Cariri, bem como a sociedade de um modo geral, para se fazerem presentes a esse momento de descontração e alegria e conhecerem melhor as propostas desses dois jovens e comprometidos advogados. O evento contará com a presença dos candidatos Valdetário Andrade e Clauver Barreto e dos ilustríssimos Drs. Paulo Quezado e Fernando da Escóssia.

Chapa OAB PRA VALER
Presidente: Valderário Andrade
Vice: Júlio Ponte

Chapa CONFIANÇA E CORAGEM
Presidente: Clauver Barreto
Vice: Zulene Guimarães
Postado por Océlio Teixeira de Souza

Texto enviado por Océlio Teixeira de Souza, membro do Blog do Crato, e que pediu a sua Publicação.


Prefeito do Crato, Samuel Araripe, participa de reunião com ministro da Saúde e Cid Gomes

Prefeito Samuel Araripe e Gabriela Federico

Acima: Foto Ilustrativa: Prefeito do Crato e a Restauradora Gabriela Federico

O prefeito do Crato, Samuel Araripe, participa, a partir das 11 horas de hoje, no Marinas Hotel, em Fortaleza, de reunião com a participação do Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, e o governador do Estado, Cid Gomes, para debater questões relacionadas à saúde, como as ações de combate à dengue no município, além de repasse de recursos a serem aos projetos de prevenção da mortalidade infantil, no município, que nos últimos anos tem merecido atenção especial da municipalidade. Acompanha o prefeito durante a reunião, a secretária de Saúde do Crato, Nizete Tavares.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal do Crato

Prefeito de Iguatu, Agenor Neto irá construir um Cristo Luz com 32 metros de altura


Projeto tem como base o Cristo Luz de Camburiú /SC

Nesta última semana 29/10,o prefeito Agenor Neto anunciou em evento público realizado no Bairro do Fomento, onde assinou a ordem de serviço para a construção de uma quadra coberta, que está com um projeto para a construção de um Cristo Luz com uma altura de 32 metros, o mesmo será nos moldes do “Cristo Luz” da cidade de Camburiú, “ estamos em contato com alguns arquitetos para a construção deste Cristo Luz que será dos mesmos moldes da cidade de Camburiú/SC, esta é uma forma de homenagear o nosso Deus que tem nos ajudado tanto nesta gestão que estamos à frente de Iguatu” disse Agenor Neto.

Fonte: Rede Blogs do Cariri - Blog de Iguatu

O OLHAR DO SOL - Por: José do Vale Pinheiro Feitosa


Por voltas das 6:30 horas com a janela aberta para o Corcovado percebo que o meu olhar é o olhar do sol. Como dizem os cantadores cegos com suas rabecas acompanhando o canto: a luz dos meus olhos. A floresta, em sua encosta virada para a Lagoa Rodrigo de Freitas, se destaca em trama, predominantemente vertical, dos troncos de suas árvores. Iluminam com tal intensidade que se sobressaem sobre todo aquele mar de folhagem. Quando no zênite deste horário de verão, por volta das 13:30 horas, o meu olhar mudou. As copas das árvores tomaram a encosta do morro numa variação de verdes com uma suavidade de relevo. Quase todas as árvores estão do mesmo tamanho e o machado lanhante não abriu clareiras que rebaixam a vegetação ao tamanho da relva.

Por volta das 17:OO já tenho outro olhar. Como uma terceira visão, que não é a última, pois afinal virão os olhares matizados de reflexos urbanos na fase de lua nova e os da lua cheia igualmente concorrente das luzes da cidade. Neste terceiro olhar todos os troncos estão à sombra da minha percepção. As copas para o meu lado escureceram o verde, cada uma delas teima em ser o limite da minha visão, mas não consegue, pois a encosta se prolonga a oeste esticando o olhar. E tomando por base os nossos olhares, o meu e o do sol, ao extrair sentenças da verdade terei falado do momento que o sol me deu. Seja a encosta de troncos de árvores, copas iluminadas, verde limitante ou o plano azul escuro inclinado a sul.

Como assistindo ao noticiário das sete horas na televisão e um milionário que mudou a constituição da cidade conquistou o terceiro mandato para prefeito de Nova York. Como esta notícia é banal e se passa despercebida, afinal são as excentricidades milionárias. Mas causam furor se certas hipóteses de terceiro mandato vierem à tona e outras já realizadas neste olhar que o sol das ideologias oferece aos seus quadros. Como se o tom da matéria jornalista já fosse a própria iluminação solar. Um abrandamento quando as intenções ocorrem em “campo amigo”. Afinal existem poderes acumulados e controle de fundos de dinheiro para que a sociedade aceite o mesmo mandatário por seis ou nove anos. Como existe um espírito conservador de que o Estado se faz por si mesmo independente do quadro político sobre ele. Neste caso naquelas sociedades em que a oposição se lixou no próprio embate.

Por: José do Vale Feitosa

Crato sem Segurança e sem Prestígio - A questão das chamadas "Delegacias Regionais"

Afinal, Tudo Conspira contra o Crato ?


Nota do Blog do Crato - Este editorial do Jornal do Cariri do dia 03 de Novembro é muito pertinente e merece um debate sobre em quem recai a culpa pela situação. A Segurança Pública do Crato, nossa querida cidade, agora funciona em Juazeiro do Norte! Isso mesmo. Mais uma do Governo CID GOMES. As chamadas "Delegacias Regionais". Quem precisar de algum auxílio, além de padecer dos infortúnios da insegurança, agora são obrigados a atravessar a divisa de seu município e procurar auxílio em Juazeiro do Norte.

Título Original - Crato sem segurança e sem prestígio

Editorial do Jornal do Cariri (edição de 03/11/09)

A decadência da Segurança Pública no Ceará é um fato de todos conhecido. O abandono do Crato pelo Governo central é outra realidade que ninguém nega. Mas, o episódio do plantão da Delegacia de Polícia Civil consegue unir essas duas realidades, da pior forma possível. O Ceará vive um quadro caótico de Segurança Pública. No interior do Estado, isso é ainda mais verdadeiro. As chamadas “delegacias regionais”, com delegados gerenciando dezenas de municípios, os quais só possuem um sargento e um pequeno destacamento da Polícia Militar, são a prova dessa constatação. Some-se a isso o baixo nível remuneratório dos titulares da Polícia Civil, sobrecarregados com uma estrutura de trabalho vexatória e com risco permanente de vida. Mas, fechar o plantão em um município da importância e do porte do Crato é ultrapassar quaisquer limites do lógico e do razoável.

Em manuais elementares de Direito Administrativo, qualquer estudante aprende o que são serviços essenciais. O exemplo clássico dessa modalidade de atuação do Estado é a Delegacia de Polícia. Nenhum argumento moral, econômico, político ou social serve de justificativa a essa providência administrativa da Secretaria de Segurança Pública. A população do Crato é alvo de humilhação. Ninguém procura uma delegacia com felicidade. Os usuários dos serviços policiais foram defraudados, furtados, sofreram lesões corporais ou tiveram seus parentes mortos pela ação de criminosos. E, além de padecerem desses infortúnios, agora são obrigados a atravessar a divisa de seu município e procurar auxílio em Juazeiro do Norte. O secretário de Segurança Pública deveria estar-se ocupando em melhorar o atendimento dos cratenses e não em interromper o acesso desse povo ordeiro e pacato aos serviços policiais, pagos com os impostos duramente recolhidos pelos contribuintes.

O prefeito do Crato Samuel Araripe tem o dever moral e político de protestar de todas as formas junto ao Governador Cid Gomes. Esse ato de desrespeito e de humilhação ao povo do Crato não pode ficar impune. E cabe a Samuel Araripe assumir seu papel de líder municipal e não deixar em aberto mais episódio de descaso para com os cratenses, os quais só têm colhido exemplos de desprestígio e de perda de influência. O prefeito deve agir e reagir com veemência, afinal quem cala, consente.

A extinção do plantão policial civil no Crato tem de ser revista. É mais um episódio na triste crônica de redução dos serviços públicos, em todos os níveis, na cidade. Os cratenses sentem na própria pele essa esvaziamento de suas prerrogativas. Ser cratense, no caso da delegacia policial, tornou-se sinônimo de risco e de vergonha. Se algo não for feito, em breve, outros serviços públicos essenciais, ao exemplo de tentativas recentes no âmbito federal, poderão ser reduzidos ou extintos nessa importante cidade do Cariri. É preciso um basta e uma posição de defesa altiva da própria dignidade do Crato e de seus habitantes. Quem assumirá essa luta?

Fonte: Jornal do Cariri


Programa Compositores do Brasil - Hoje, Rádio Educadora do Cariri, 14h - Por: Prof. Zé Nilton


Por Zé Nilton

A crônica da Música Popular Brasileira, não raro, costuma, logo de saída, enaltecer as virtudes físicas de Custódia Mesquita, antes de suas qualidades como compositor, músico, excelente pianista e ator. Tem também a sempre lembrada versão de que fora um homem de desprendida generosidade. Ressalte-se que esse bonachão nascera em berço de ouro. Era conhecido como aquele que não deixava ninguém de mãos vazias. Passasse um mendigo, ele corria em sua ajuda. Era useiro e vezeiro em convidar mendigos para jantar a famosa canja em restaurantes, nas suas noites de boêmia no Rio antigo. Certa vez um nordestino dirigiu-se a ele implorando algo para matar a fome da família. Custódio, olhando para aquele pai, esposa e filhos a sua frente, não tergiversou: tirou o relógio de ouro do bolso, com corrente e tudo, e entregou ao pobre retirante. E ainda ligou para a polícia, dizendo:

- Quem fala aqui é o Custódio Mesquita. Se encontrarem um pobre homem maltrapilho, com a mulher e os filhos, vendendo um relógio de ouro, não o prendam porque ele não é ladrão. Fui eu quem lhe dei o relógio. Qualquer dúvida, podem procurar-me”. Sempre muito bem alinhado, de terno e gravata, mostrava uma elegância e boa aparência, por isso chegou a ser alcunhado de o “Tyrone Power brasileiro”. Mas o bom mesmo é lembrá-lo como um excelente compositor, que deixou uma obra das mais dignas no cancioneiro popular. Viveu seu tempo, os anos 30 e 40 do século passado, sob intensa produção artística. Ajudou a todas as artes com sua generosidade. Elevou muita gente, entre músicos, artistas, radialistas cobrindo despesas, nem sempre ressarcidas, para o bem da vida e da arte. Sua obra ocupa local de vanguarda, é avançada na época em que ele a escreve. Exerceu um papel relevante e pioneiro no panorama geral da música popular brasileira. O maestro Guerra Peixe disse: “Custódio compôs obras válidas... muito bem trabalhadas, bem arranjadas, com melodias de alto valor e de forma definitiva”. Ah, esse boêmio notívago, brincalhão, alegre, conquistador e generoso, nunca foi chegado à bebida alcoólica. Suas noites eram regadas a café, bebida que tomava em demasia. Morreu de insuficiência hepática e intoxicação alimentar, em 13 de março de 1945. Seu parceiro mais constante foi o músico e ator Sadi Cabral. Hoje, vamos recordá-lo falando de sua obra e ouvindo algumas de suas inesquecíveis canções.

Mulher. C. Mesquita e Sadi Cabral, com Emilio Santiago
Naná. C.Mesquita e Geisa Bóscoli,com Orlando Silva, grav. da RCA. De 1940
Velho realejo. C.Mesquita e Sadi Cabral, com Nelson Gonçalves e Rafael. Rabelo
Se a lua contasse. C. Mesquita, com Aurora Miranda
Nada além. C. Mesquita e M. Lago, com Orlando Silva
Caixinha de música. C.Mesquita, com Sílvio. Caldas
Promessa. C.Mesquita, com Marcos Sacramento
No meu tempo de criança, de C. Mesquita, com Francisco Alves, gravação RCA, 1940
Mês de Maio - Custódio mesquita. Edgar Proença,com Orlando Silva, Rca., 1942
Emília, de C. Mesquita, com Vassourinha
Saia do caminha. Custódio mesquita. Nelson Gonçalves e Tetê Espíndola

Quem ouvir, verá !

Informações:
Programa Compositores do Brasil
Pesquisa, produção e apresentação de Zé Nilton
Sempre às quintas-feiras, a partir das 14 horas
Rádio Educadora do Cariri
Apoio: CCBN

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