xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 04/09/2009 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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04 setembro 2009

Justiça Eleitoral declara prefeito e ex-prefeito de Abaiara inelegíveis

“O juiz eleitoral da Comarca de Milagres, José Batista de Andrade, julgou, nesta sexta-feira, procedente a Ação de Investigação Judicial Eleitoral impetrada pelo Ministério Público do Estado do Ceará, através do promotor de Justiça Emílio Timbó Tahim, declarando a inelegibilidade do prefeito de Abaiara, Francisco Joaquim Sampaio (Chico Sampaio), e do ex-prefeito, José Moreira Sampaio (Zezinho), qualificados, para as eleições a serem realizadas nos três anos subsequentes à eleição de 2008.
O magistrado desacolheu o pedido de cassação do diploma do atual prefeito, porque a decisão foi proferida depois da eleição e os atos de abuso não configuraram a captação ilícita de recursos ou de sufrágio, nos termos dos artigo 30-A e 41-A, respectivamente, ou das condutas vedadas contidas no artigo 73, todos da Lei 9.504/97. Assim sendo, trata-se do caso de aplicação do artigo 22, XV, da LC nº 64/90 e da Súmula nº 19 do TSE (O prazo de inelegibilidade de três anos, por abuso de poder econômico ou político, é contado a partir da data da eleição em que se verificou).
De acordo com o relato do promotor de Justiça, no dia 07 de junho de 2008, Chico Sampaio, então pré-candidato ao cargo de prefeito de Abaiara, a pretexto de celebrar a Festa do Milho naquele município, realizou uma grandiosa festa para promoção pessoal. A festa foi regada a enorme quantidade de churrasco, cerveja, refrigerante e comida em geral, além da distribuição de vale combustível; de mil picolés para as crianças, e muita música ao vivo, tudo gratuitamente, para um público de 4.000 a 5.000 pessoas, segundo cálculo do próprio prefeito.
A festa recebeu o patrocínio da Prefeitura Municipal de Abaiara, na pessoa do então prefeito, Zezinho, cedendo o palco do município, e disponibilizando carros a serviço do município para o transporte de pessoas e ainda custeou despesas. O representante do Ministério Público informou que a festa teve início com uma carreata, com 210 carros e 400 motocicletas, saindo do Posto de Combustível Abaiara, onde houve a distribuição gratuita de combustível, localizado no Café da Linha, passando pelas ruas da cidade de Abaiara, e terminando num Balneário, no sítio Gangorra, com os comes e bebes e um grande showmício.
Durante a carreata, uma faixa com o título “Chico Sampaio – Homem de Ação” foi conduzida pelo veículo de placas JJZ-7363; no Balneário, essa faixa foi exposta no palco. Durante a festa, Sampaio deu entrevista, tendo dito que estava sendo distribuídas 260 grades de cervejas e que havia matado 10 bois grandes, 12 carneiros e 10 porcos; disse também que estava muito feliz com a resposta do povo, porque sua expectativa era de que comparecesse de 2.000 a 2.500 pessoas, mas compareceram à sua festa de 4.000 a 5.000 pessoas.”

(Com informações do TRE)

Fonte : Blog do Eliomar

Reflexão sobre a Natureza Humana. Por Haroldo Ribeiro.



A pessoa jamais deveria fazer reflexão, só serve para torná-la infeliz, sem fazê-la melhorar ou torná-la mais sábia; faz com que lamente os bens passados e a impeça de gozar o presente; Apresenta-lhe o futuro feliz, a fim de, pela imaginação, seduzi-la e atormentá-la pelos desejos, mostrando-lhe também o futuro infeliz a fim de, antecipadamente fazê-la sentir. As pessoas que vivem numa ignorância racional, limitam sua curiosidade à extensão dos ensinamentos que receberam, nunca vão além das limitações adquiridas pelas imposições sociais, que são paradoxalmente tiranas e de falso pudor, nunca buscam inovações ou criatividade. Por exemplo: A sociedade impõe um homem “honesto”, sim e daí? De que serve na sociedade um só honesto mas sem talento? Apenas um fardo inútil, uma carga no mundo, etc... determinado apenas a cumprir o processo de procriação da espécie; por isso, quando refletimos, não nos contentamos com aqueles que têm a sina apenas da manutenção da espécie.

A extrema desigualdade na maneira de viver; O excesso de ociosidade de um; O excesso de trabalho de outra; A facilidade de irritar-se e de satisfazer nossos apetites e nossa sensualidade; Os alimentos muito sofisticados e que determinam tantas indigestões; As tristezas; As situações frustres; O esgotamento mental; São todos indícios de que a maioria dos nossos males são obra nossa, e que teríamos evitado se tivéssemos conservado a maneira simples, e prescrita pela natureza.

O cavalo, o gato, o touro, o próprio asno têm, na maioria, uma constituição mais robusta, mais vigor, força e coragem quando na floresta do que em nossas casas; perdem a metade dessas vantagens tornando-se domésticos e pode-se mesmo dizer, que todos os nossos cuidados para tratar bem e alimentar esses animais, só conseguem enfraquecê-los e torná-les: os menos resistentes. Acontece o mesmo com as pessoas. Tornando-se sociável e escravo dos dogmas moralistas do comportamento, acaba por debilitar ao mesmo tempo a força, e a coragem de enfrentar o novo, e os anseios de um porvir ainda não vivido, e como já dizia o velho Freud, "Em algum lugar na criança, em algum lugar no adulto, há um núcleo duro irredutível, obstinado de razão biológica, que a cultura não pode alcançar e que se reserva o direito, e o exercerá mais cedo ou mais tarde ( gosto dessa parte), de julgar a cultura, de resistir, de revisá-la".

Por: Haroldo Ribeiro - Médico e Músico.

EPIFANIAS - Onde o sangue Cariri, mostra a beleza de sua alma.por Elmano Rodrigues Pinheiro



O Centro Cultural Banco do Brasil promoveu Epifanias, uma série de quatro shows que teve como instrumento básico o pífano ou pife, utilizado em diversas manifestações da cultura popular brasileira.
A série nos ofereceu uma ótima oportunidade de compreender esse instrumento tão antigo e singular, presente em quase todas as culturas e nos quatro cantos do Brasil. No palco, em cada uma das quatro apresentações, o encontro de músicos de várias gerações, de diferentes formações e vivências, reafirmando seu amplo compromisso com as artes e com a cultura brasileira, entendidas em seu sentido mais profundo. Ao mesmo tempo, buscou contribuir para a valorização do diálogo entre diferentes tradições musicais, por meio de um olhar atento sobre o universo múltiplo da cultura popular.
Ao realizar Epifanias, o Centro Cultural Banco do Brasil procurou promover o encontro entre grupos e tocadores em cujo trabalho o pífano é fundamental, para quem o resgate de suas raízes significa semear condições para que a cultura continue dando frutos.

Pedro - Por: Dr. José Flávio Vieira


O ritual repetia-se quase que diariamente. Um pobre verdureiro, geralmente no horário do almoço, deslocava-se penosamente até a igrejinha do Pimenta. Galgava a rampa do templo fechado àquelas horas e, na entrada da capela, improvisada de púlpito, solenemente retirava de uma tosca sacola, nobres vestes que ele mesmo fabricara. Paramentava-se, cuidadosamente, com toda solenidade que o momento exigia. De início, se enfronhava numa alva talar que lhe cobria os pés, perceptível a forma artesanal da fabricação pela sujidade em alguns pontos da indumentária e pelo amarrotado do tecido. Encilhava depois um cíngulo branco à cintura e apunha uma estola vermelha sobre os ombros, que lhe caía delicadamente sobre o peito. Tomava, então, às mãos um livro antigo e punha-se a pregar numa linguagem intraduzível, talvez um dialeto do sânscrito, para uma platéia completamente imaginária. Terminado o culto, recolhia os paramentos e voltava ao trabalho, com um ar feliz, renovado , como se imerso em gotículas do sagrado.

Vi-o diversas vezes nas suas atividades sacerdotais, tantas que terminei por embotar os olhos com as sombrias tintas da normalidade. Hoje, soube que nosso padre já não prega nas paragens terrestres e, estranhamente, senti o meu dia oco e a paisagem do Pimenta sem o seu habitual verdor. Nem sequer sei o seu nome. Vou batizá-lo de Pedro, em homenagem àquele primeiro sacerdote que de pescador de peixes, viu-se na complexa missão de transformar-se em pescador de almas.

Os transeuntes sequer lhe davam atenção, o tinham por louco. Anestesiados pelo curare do cotidiano , crucificados nos ponteiros do relógio, passavam sem perceber o mundo que palpita e ferve à sua volta. Por outro lado, o nosso Pedro sequer olhava a inexistente multidão que deveria atentar para seu sermão, compenetrado, olhos analfabetos fitos no livro, continuava a celebrar o rito com uma aparência de plácida gravidade. Como se todos os fiéis deste mundo ouvissem devotos, e hipnotizados sorvessem sua pregação. Havia algo de profético naquela figura excêntrica que passava a manhã enchendo de verde o mundo e ainda se via impelido em semear o sagrado e difundir o mágico. Como um João Batista redivivo fez-se mais uma voz que clamava no deserto. Pregando fora do templo, como que buscava endireitar os caminhos do Senhor: fugir da pompa e da gala e procurar Deus no irmão que sofre na manjedoura e na criança faminta que chora na favela. Pregava de costas para o templo e de frente para o misterioso e enigmático mundo que se abria à sua frente.

Pedro talvez nem tenha percebido como são ínvias e espinhosas as veredas da profecia. João Batista simples, vestido em pele de animais, decapitado sem piedade por Salomé; Elias perseguido sem trégua e misteriosamente desaparecendo na sua carruagem de fogo e Isaías desacreditado e serrado ao meio com seus serafins. Todos encorpando o destino inflexível dos profetas: a incompreensão, a fama de louco, o martírio. Todos cientes também que montados no corcel do futuro falavam a incompreensível língua do porvir. E mais, que há bem mais verdade na sua pregação visionária do que nas palavras jogadas boca para fora por muitos filisteus travestidos de pastores. Aqueles mesmos que um dia já foram expulsos a chicotadas do templo, por venderem abertamente uma mercadoria que simplesmente não possuíam: a esperança.

Por: J. Flávio Vieira

EUA demitem guardas que deram festas com prostitutas na embaixada em Cabul

A Embaixada dos EUA no Afeganistão informou nesta sexta-feira (4) que demitiu os guardas de segurança que foram fotografados em uma festa com atos impróprios, com presença de álcool e prostitutas, nas dependências do local diplomático.
O caso foi denunciado à secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, por um grupo independente chamado Pogo (Project on Government Oversight). Segundo eles, os guardas pertencem à empresa privada ArmorGroup North America.
De acordo com o grupo, a atividade dos funcionários colocou em risco a segurança dos diplomatas americanos, em um momento que o Afeganistão enfrenta uma situação política delicada, com o crescimento da violência praticada pelo movimento fundamentalista islâmico do Talibã.
As fotos, que desde então circularam pela internet, mostra guardas seminus, bebendo vodca, ameaçando e urinando em outras pessoas, quebrando portas e acompanhados de mulheres.
Segundo a embaixada, 8 guardas foram demitidos e 2 pediram demissão. Todos estão deixando o Afeganistão.
A ArmorGroup emprega 450 guardas e provê segurança à embaixada em um contrato de 5 anos, no valor de US$ 189 milhões. A empresa é subsidiária do grupo Wackenut Services. Ela não respondeu à reportagem da agência Reuters.

Fonte : G1- Notícias

Postado por: Alessandra Bandeira

UMA LEGIÃO DE PEQUENOS HERÓIS por Joao Marni

Criança é um serzinho que acorda, faz o desjejum com os olhos remelados e á força. Vai para a escola ainda sonolenta por não ter ido dormir cedo e, no carro com os pais, reclama da vida que tem. Lá, estuda brincando, lancha e recreia; volta para o almoço e dana-se até que a mãe o chame para o dever de casa, volta a danar-se, lancha, brinca, janta e finalmente dorme após o leite achocolatado. Todas as crianças deveriam ter essa rotina, mas não é bem assim: observamos, com muito pesar, outras que mal dormem porque não há um colchão, uma rede, um cantinho que seja, ou porque o barulho do estômago as acorda. Acordam, procuram o que comer, não acham e partem a pé para a escola, de olhos na merenda do Ministério da Educação. Às vezes não tem, porque a roubaram. Voltam para casa com cérebro e os intestinos vazios. Lá a mãe já fizera das tripas coração e salgara com lagrimas a primeira refeição de seus filhos. Não vale repetir. Ordena-lhes para irem logo até a padaria da moda e lá ficam, a tarde inteira, todos os dias, - muitas vezes postas a correr-, fazendo-se notar e suplicando: “ei, senhor, se sobrar uma moeda, você me dá”?
Às vezes cai em suas mãos uma moeda, ou pão, ou não. Depende do nosso humor, da indiferença ou da nossa indignação. Mas achamos que criança – não o menor – não tem culpa de nada. Essas das quais lembramos não nos abordam com canivete ou caco de vidro. Passei a não ficar indiferente ao chamado da consciência de minha infância bem cuidada e resolvi então doar-lhe um pão por dia, trezentos e sessenta e cinco por ano. Já está no orçamento. Moeda não, pois pode parecer esmola ou estimular a malandragem ou a mendicância. O pão é gesto de amizade, de divisão, de comunhão. Vamos todos nessa?
Nada de não ou cara feia, só a certeza de que uma atitude, mesmo mínima, alivia um sofrimento e escancara um sorriso, mesmo naqueles sem os incisivos centrais superiores, típicos dos seis aninhos

O livro negro do comunismo (uma boa dica de leitura) - do walter carvalho de Walter Carvalho, MD

O Livro Negro do Comunismo: Crimes, Terror, Repressão é um livro que descreve a história das repressões políticas pelos países que os autores consideravam como comunistas, incluindo execuções extrajudiciais, deportações e crises de fome causadas pelos governos, os quais, de acordo com o livro, resultaram de acções de comunistas. O livro foi originalmente publicado em França com o título Le livre noir du communisme: Crimes, terreur, répression Autores O livro tem como autores vários acadêmicos e especialistas europeus e foi editado por Stéphane Courtois. • Stephane Courtois é director de investigação no Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS). • Nicolas Werth é um investigador do Institut d’Histoire du Temps Présent (IHTP) em Paris. • Jean-Lous Panné é um especialista acerca do movimento comunista internacional. • Andrzej Paczkowski é o director do Instituto de Estudos Políticos da Academia Poalca das Ciências e um membro da comissão arquivadora do Ministério Polaco dos Assuntos Internos. • Karel Bartošek (1930–2004) foi um historiador checo e investigador no IHTP. • Jean-Lous Margolin é professor na Universidade da Provença e investigador do Instituto de *Investigação do Sudeste Asiático. • Sylvain Boulougue é investigador associado no GEODE, Universidade de Paris X. • Pascal Fontaine é um jornalista com um conhecimento especial da América Latina. • Rémi Kauffer é um especialista na história dos Serviços Secretos, terrorismo e operações clandestinas. • Pierre Rigoulet é um investigador do Instituto de História Social. • Yves Santamaria é um historiador A introdução, pelo editor Stéphane Courtois, declara que “…os regimes comunistas tornaram o crime em massa numa forma de governo”.

Usando estimativas não oficiais, apresenta um total de mortes que chega aos 94 milhões, não contando as mortes em excesso (decréscimo da população devido a uma taxa de nascimentos menor que o esperado). A estatística desagregada do número de mortes dado por Courtois é a seguinte: 20 milhões na União Soviética 65 milhões na República Popular da China 1 milhão no Vietname 2 milhões na Coreia do norte 2 milhões no Camboja 1 milhão nos Estados Comunistas da Europa de Leste 150 mil na América Latina 1,7 milhões na África 1,5 milhões no Afeganistão 10.000 mortes “resultantes das acções do movimento internacional comunista e de partidos comunistas não no poder” (página 4). O livro defende explicitamente que os regimes comunistas são reponsáveis por um número maior de mortes do que qualquer outro ideal ou movimento político, incluindo o fascismo. As estatísticas das vítimas incluem execuções, fomes intencionalmente provocadas, mortes resultantes de deportações, prisões e trabalhos forçados. Uma lista parcial mais detalhada de alguns crimes cometidos na União Soviética durante os regimes de Lenine e Estaline descritos no livro inclui:

As execuções de dezenas de milhares de reféns e prisioneiros e o assassínio de centenas de milhares de operários e camponeses rebeldes entre 1918 e 1922. A fome russa de 1921, que causou a morte de 5 milhões de pessoas. A deportação e o extermínio dos cossacos do Don em 1920. O assassínio de dezenas de milhares em campos de concentração no período entre 1918 e 1930. A grande purga que acabou com a vida de 690.000 pessoas. A deportação dos chamados “kulaks” entre 1930 e 1932. A morte de 4 milhões de ucranianos (Holodomor) e de 2 milhões de outros durante a dome de 1932 e 1933. As deportações de polacos, ucranianos, bálticos, moldavos e bessarábios entre 1939 e 1941 e ntre 1944 e 1945. A deportação dos alemães do Volga. A deportação dos tártaros da Crimeia em 1943. A deportação dos chechenos em 1944. A deportação dos inguches em 1944. O livro, entre outras fontes, usou material dos recentemente abertos ficheiros do KGB e de outros arquivos soviéticos

Por: Walter Carvalho, MD

Divulgação - O grito dos Excluídos ( as ) - Enviado por Amilton Silva


Grito dos Excluídos (as)
Os que sofrem realmente com a crise!
Trabalhador (a) venha voce tambem, gritar em defesa de nossa nação.
07 de Setembro de 2009 Concentração:
Praça São Vicente (juarez Távora)

Crato-Ce

Blog Humor: 15 idéias - Por: Alessandra Bandeira


Fonte :http://sotosqueira.blogspot.com

Postado por: Alessandra Bandeira

Como montar uma mulher perfeita- Por Alessandra Bandeira


Como fazer uma mulher perfeita sem que se tenha nascido assim?

Primeiro passo: Compre um bom kit de maquiagem,as melhores bases do mercado, aprenda a se maquiar de forma correta para que não pareça artificial ou uma perua.

Segundo passo : Enchimentos , como eles são fundamentais para a construção de um corpo desejável, enchimento de sutiã e de calcinha, sim peitos enormes e uma bundinha bem feita.

Terceiro passo :Ir num bom cabeleireiro e fazer um belo megahair, porque cabelo grande é tudo!

Essa é a mulher perfeita, e mesmo que tenha inteligência tem que se fazer de burrinha e tem que ser dependente, afinal homens não suportam mulheres inteligentes e independentes.

Mas será que é isso que uma mulher perfeita precisa ter ou precisa ser?

Por : Alessandra Bandeira

Sedentarismo, o mal do século - Por: Luiz Domingos de Luna*

Com o advento do crescimento das tecnologias e das mudanças repentinas de consumo, toda sorte de mazelas vem assolando o já frágil convívio do tecido social planetário. Pois, à medida que cresce a tecnologia, diminui o campo de trabalho, obrigando as pessoas a ter uma vida ao ritmo das máquinas, isto traz inúmeros prejuízos para a convivência dos seres humanos. A adaptação deste sedentarismo da modernide e falta de tempo, senão vejamos: as pessoas hoje em dia não podem escolher o seu cardápio, ou ter um momento para as refeições. Na falta disto, vão se alimentar nas cadeias de distribuição de alimentos que oferecem às pressas, -refrigerante com hambúrguer- feitos tudo a base de gordura saturada e colesterol, além da alta taxa de glicose, razão esta de está aumentando em forma de progressão geométrica os casos de crianças com problemas cardíacos, diabetes, e outras mazelas como o stress, depressão e outros. Os seres humanos não são máquinas, não podem responder os interesses dos grandes mercados de capitais com subserviência, como justificativa a pressa com a falta de horário para alimentação. Estamos entupindo nosso organismo de colesterol, triglicérides e glicose. Iremos pagar um preço alto pela ingestão de alimentos degradadores de nosso próprio organismo, bem como, iremos criar uma geração de obesos, porque não dizer de crianças obesas, stress, depressão.

Tudo isto para nutrir a ganância de impor uma cultura alimentar rápida, desprovida de um balanceamento químico compatível com o nível de tolerância do organismo humano, um costume que distrai e destrói a vida humana. Na verdade é uma bomba química que age interna nas entranhas do organismo como um vírus mortífero esperando a hora para entupir os capilares, veias e artérias, ao primeiro sinal a pressão já está nas alturas, a morte já a espreita, pois, o tratamento requer uma mudança de hábitos alimentares que a sociedade não está preparada para tanta imposição, privações, caminhadas, dietas, é uma exigência tão grande que já não é exagero em dizer que é o mal do século é o próprio sedentarismo contemporâneo.

Por: Luiz Domingos de Luna
Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora.

Sai hoje edital do Programa do Livro Didático para Jovens e Adultos

Brasília - O Ministério da Educação lança hoje (4) o edital do Programa Nacional do Livro Didático para Educação de Jovens e Adultos (Pnldeja), que estará disponível nos sites www.mec.gov.br/secad e www.fnde.gov.br. Com o lançamento, as editoras interessadas devem fazer a pré-inscrição das obras no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), pela internet. Pela primeira vez, serão contempladas publicações específicas para educação no campo, indígena, quilombola e em prisões. A iniciativa vai beneficiar cerca de 5,7 milhões de estudantes.

Da Agência Brasil

Histórias e Estórias do Crato de Antigamente - Por Ivens Roberto de Araújo Mourão

O ALTO FALANTE

A Rádio Araripe do Crato foi a primeira estação de rádio do interior cearense. Pertencia à rede dos Diários Associados e, como tal, tinha o maior apoio da Direção Geral. Esse apoio era traduzido não só em equipamentos de última geração como em técnicos especializados. Assim, foi transferido de Fortaleza para o Crato o técnico Agenor Duarte, natural do Crato. Era primo da famosa Regina Duarte, cujo pai era também cratense, das Guaribas. O Agenor tinha uma peculiaridade: a voz era fina, como a de uma mulher. Mas era só a voz. Não tinha nada de afeminado. O Gervásio, irmão do Luís, costumava, pelo rádio, corujar os papos dos radioamadores. O Agenor era sempre tratado como “uma colega”.
Foto da Rádio Araripe colhida por meu pai, à época da inauguração (1951), com sua máquina “caixão”. A nossa casa é a que fica à direita do prédio da rádio. Percebe-se um garoto ao portão. É meu irmão Marcelo, com 3 anos. Minha irmã Yara está atrás dele e minha mãe está à janela. A porta larga dava acesso ao auditório para filmes ou shows. Na parte superior ficava a casa de máquinas do cinema.

Certo dia, estava o Agenor num papo bastante animado com os freqüentadores habituais da Praça Siqueira Campos. Entre eles, o Melito Sampaio Macedo. Entusiasmado, explicava detalhadamente a instalação de um novo equipamento, um gerador Wytt, tendo em vista que a energia da cidade estava muito precária. Dava uma verdadeira aula para todos sobre o equipamento e os cuidados para a sua instalação. E o Melito ouvindo... No meio de uma explicação, interrompeu bruscamente:
- “Agenor, eu sei que você é um excelente técnico. Aí eu pergunto: por que você não muda esse seu alto falante?”

O SUSTO

Melito Sampaio era um apaixonado por filmes. Geralmente freqüentava as sessões das 19h30, do Cassino. Foi no Cassino onde assisti ao meu primeiro filme. Era um filme do Durang Kid. Era o famoso Cavaleiro Negro, montado num cavalo branco. Filme de cowboy, como chamávamos. Papai me levou e eu fui para a primeira fila. Como a tela era alta e eu muito pequeno, fiquei com o rosto voltado para cima. O filme me hipnotizou de tal maneira, que fiquei toda a sessão naquela mesma posição. Ao término, estava com o pescoço duro, sem poder mover de jeito nenhum! Tive que ser conduzido pelos meus irmãos (Yara e Raimundo), pois estava com o olhar voltado para o teto!
O Cassino tinha um hall, antes da bilheteria, onde eram expostos os cartazes dos filmes. Certa vez, quando o Melito estava apreciando os cartazes, aproximou-se uma senhora simples e perguntou:
- “Esta peça será boa?”.
E ele, bem circunspeto:
- “É sim senhora. Ele é trabalhador que é danado. Pode assistir”.
Certamente o Melito sabia que a senhora estava confundindo cinema com peça teatral. O outro cinema da cidade, o Moderno, costumava apresentar peças teatrais. Por isso que ela chamara peça.
Numa das apresentações da Paixão de Cristo, no Cine Moderno, aconteceu um fato muito engraçado, impossível nos dias atuais. O Cristo era representado por um jovem muito conhecido na cidade e a Nossa Senhora por uma garotinha muito bonitinha. Ela tinha um rosto afilado que lembrava bem a imagem que fazemos de Nossa Senhora. No momento mais dramático da peça, Cristo Crucificado e Nossa Senhora ajoelhava-se ao pé da cruz, abria os braços e gritava:
- “Oh, meu Filho!!”
Disse a fala e olhou para cima. Nisto, percebeu que o “Cristo” estava sem cueca. Emitiu um grito de susto e caiu de costas, desmaiada de verdade!

A TELEVISÃO

Na década de sessenta, logo que chegou o sinal da televisão no Crato, a Prefeitura mandou instalar um aparelho de TV na Praça Siqueira Campos, em frente ao Cine Cassino. Este fato gerou muitos protestos indignados de seus velhos freqüentadores. Afinal de contas, isto acabaria com o charme da praça e a sua finalidade de reunir as pessoas em longos e divertidos bate-papos. O Melito Macedo, melancólico, estava testemunhando este absurdo, quando se achegou a ele uma pessoa, provavelmente analfabeta ou descendente daquelas que “assistiam a amplificadora cratense”. Comentou, então:
- “Parece que eles são estrangeiros!”.
- “Ou eles, ou nós!”.

ABROLHOS

O Melito Macedo vivia pregando peças nos outros. Estava sempre maquinando alguma coisa. Certo dia, resolveu escolher para vítima o Sr. Germano, o português proprietário da padaria Triunfo. Aliás, pessoa de grande coração e que tinha um enorme amor ao Crato. E foi via telefone:
- Pois, pois. Padaria Triunfo, às suas ordens. Germano a “falaire”.
- Vocês têm abrolhos?
- Abrolhos?
- Sim, abrolhos.
- Um momentinho, vou “verificaire”.
Dirigiu-se ao seu auxiliar e perguntou:
- Ô menino, tu tens abrolhos?
- Abrolhos? Não, “seu” Germano, não sei nem o que é. Nunca nem ouvi falar!
Voltando ao telefone, o Sr Germano:
- Meu prezado, infelizmente, abrolhos estão a “faltare”.
- Mas, como não, todo mundo tem abrolhos.
- Ai Jesus, o que vem a ser abrolhos?
Antes que o Sr. Germano desligasse o telefone com toda a fúria, quase quebrando o aparelho, e dizendo : "desavergonhado!"
O Melito esclareceu:
- Abrolhos, são aqueles bolãozinhos de bosta que ficam grudados nos cabelos do cu.

A VELHICE

Um dia, o Melito foi conversar com o Luís, sobre um problema que o contrariava.
- “Luís, velhice é o diabo! Você nem queira saber. Estou sofrendo com a velhice!”
- “Mas por que, Melito? Você nem é tão velho assim!”
- “Luisinho, na nossa idade nós só podemos trepar com mulheres grávidas e que tenham, pelo menos, cinco meses de gravidez”
- “Que é isso, Melito. O que é que tem a ver uma coisa com a outra?”
E o Melito, com aquele ar de contrariado:
- “Porque com cinco meses o menininho já está sabendo do que se trata e dá uma ajudinha, puxando com a mãozinha, o pinto da gente pra dentro...”

O CACHORRO E O BOLO

Certo dia, de movimento fraco, o Luís resolveu fechar a Sorveteria Glória mais cedo. Preferiu participar de uma roda de conversa em um bar em frente, na própria Praça Siqueira Campos. O proprietário era o Edson Donizetti, sobralense que casara com uma cratense, a Sarita, irmã do Dr. Quixadá Felício, bastante conhecido na cidade. Este, por sua vez, quando ficou viúvo casou com uma irmã do Edson.
Na calçada do bar, que era de esquina, estavam várias freqüentadores sentados em torno de uma mesa. O Luís sentou-se numa cadeira de costas para a rua e de frente para o bar. Ao lado dele, na mesma situação, estava o Melito. Todos os demais, inclusive o proprietário, estavam acomodados de frente para a rua e de costas para o bar.
O Edson estava explicando o motivo da grande quantidade de pessoas da família Frota em Sobral, bem como a origem do nome.
No bar existia um “fiteiro” que é uma espécie de balcão onde eram guardados os bolos e outras guloseimas. Na parte da frente tinha vidro, para que todos pudessem ver os produtos expostos. Fechando o fiteiro, na parte de trás, existiam portas de correr. Naquele dia todas estavam abertas.

O bar, local da “farra” do cachorro ficava na esquina, à direita.

Nesse momento entra no bar, pelo outro lado da esquina, um “freguês” nada desejável: um cachorro vira-lata, hoje chamado “street dog”. Dirige-se para a parte de trás do fiteiro e vai direto num bolo “Bem Casado”. Trata-se de um bolo amanteigado e mole. Imaginando o que poderia acontecer, o Luís faz menção de avisar ao Edson e é interrompido bruscamente pelo Melito que o segura pelo braço e o encara firmemente, dizendo:

- Luís, deixa o Edson contar a história dele! Por favor, não atrapalha!

O Luís “captou a mensagem” e, percebendo a verdadeira intenção do Melito, ficou quieto. E os dois ficaram observando o cachorro e ouvindo “de longe” a história de uma Maria da Frota, de Camocim. O cachorro, a cada mordida que dava no bolo, espirrava “Bem Casado” pelas laterais da boca. Ele dava nova mordida e mais bolo era espirrado. Por fim, enjoou desse bolo e foi para o vizinho, conhecido como “Sousa Leão”. Estava partido em diversas fatias. Por ser um bolo de boa consistência o cachorro pode abocanhar várias fatias e sair com elas para comer tranqüilamente na rua. Quando terminou, lambeu o paralelepípedo em busca das últimas migalhas do bolo. Sentou-se nas patas traseiras e ficou lambendo os dentes e a boca. Percebendo que o cachorro estava satisfeito, o Melito resolveu comunicar o fato ao proprietário e disse:

- Oh Edson, vai dar um copo d’água a este cachorro!
- Por quê?
- Ele comeu todos os bolos do teu fiteiro e o bichinho agora está com sede!...

O que se viu, em seguida, foi o proprietário aos chutes e aos maiores impropérios enxotar o vira-lata. Mas, na sua desabalada carreira, ele ia, graças ao Melito, saciado, embora com sede...

A PROFISSÃO

No tempo em que o Luís morou no Rio, sempre ia passar as férias no Crato. Enfrentava, galhardamente, um DC-3. Só o trecho Rio a Vitória da Conquista eram três horas de vôo. Em uma dessas viagens notou uma passageira, de meia idade, que lhe lembrava alguém. Logo ela veio falar com ele e perguntou:

- “Sr. Luís, não está se lembrando de mim, não?”

- “Ou você é a Maria das Neves ou a Maria Lívia”
- “Sou a Maria das Neves!”
- “O que você tem feito, lá no Rio?”
- “Sou prostituta e ganho muito dinheiro com ‘contrabanda’!”
- “Contrabando?!?!”
- “Sim, Sr. Luís, ‘contrabanda’ dá muito dinheiro”

A Maria das Neves fora garçonete na Sorveteria Glória. Era a mais eficiente e também muito simpática. Tinha um dente de ouro na frente e que, agora, não tinha mais. Ela fazia parte do grupo de garçonetes que passava pela Praça Siqueira Campos, insultando os velhinhos, após o trabalho. Estava o Luís na Praça, atualizando as novidades, quando chegou o Melito:

- “Luís, sabe quem eu encontrei? A Maria das Neves!”
- “Sei. Ela veio comigo, do Rio, no mesmo vôo”

Na época em que os velhinhos “caçavam” garçonetes, a Maria das Neves fora uma das suas caças. Muitos já tinham “deslizado naquelas neves!” Contou que ela tinha trazido um monte de rádio portátil da marca Speaker, para distribuir com todos os parentes. Distribuiu rádio “Spica”, como pronunciava, com toda a parentela. O pai, contou o Melito, desconfiou da “riqueza” da filha, com tão boa aparência e com tantos presentes. E perguntou:

- “Filha, o que é que você faz mesmo, lá no Rio?”

- “Meu pai, eu sou prostituta”
- “Pois então pode pegar de volta estes seus presentes. Não quero nada que venha de dinheiro sujo”
- “Mas meu pai, eu estava até querendo comprar uma casinha pra vocês saírem desta casa de taipa...”
- “Como é?”
- “É, sim. Estou querendo dar um pouco mais de conforto pra vocês...”
- “Filha, qual é mesmo o seu trabalho?”
- “Prostituta!”
- “Ah, bom! Ainda bem! Eu pensei que fosse PROTESTANTE!”

Fonte: Livro: "Só no Crato" - de Ivens Roberto de Araújo Mourão - Direitos de Publicação cedidos ao Blog do Crato - Todos os Direitos Reservados ao Autor.

MEC proíbe vestibular e corta vagas em cursos superiores de má qualidade

Brasília - Cursos e instituições que obtiveram resultados insatisfatórios em avaliações do Ministério da Educação (MEC) sofrerão uma série de medidas cautelares que vão desde a suspensão do vestibular até o corte de vagas em alguns cursos. O anúncio foi feito ontem(3) pela secretária de Ensino Superior do MEC, Maria Paula Dallari Bucci, e será publicado hoje (4) no Diário Oficial da União. A qualidade das graduações é avaliada primeiramente pelo Conceito Preliminar de Curso (CPC), que vai de 1 a 5. Os cursos que obtêm nota 1 ou 2, consideradas insatisfatórias, recebem visita de comissões do MEC. Se a segunda avaliação, feita pelas comissões, confirmar um Conceito de Curso (CC) baixo, são aplicadas as medidas cautelares. A punição mais rigorosa irá para os cinco cursos que obtiveram CC 1 após as visitas. Eles serão impedidos de realizar vestibular ou admitir novos estudantes por qualquer forma de ingresso. Já os cerca de 80 cursos que obtiveram CC 2 terão que reduzir em 30% as vagas oferecidas anualmente. No total, serão cortadas 2,5 mil vagas. A lista de todos os cursos que estão nessa situação estará disponível amanhã no site do MEC. De acordo com Maria Paula, nos cursos com CC 1 ou 2, não há dúvidas de que a instituição “têm problemas e precisa das medidas cautelares”. “Elas [medidas] evitam que se proliferem os efeitos das más práticas que algumas instituições tinham”, afirma.

Após a publicação dessas decisões, as instituições terão que apresentar um plano para melhorar a qualidade do ensino ofertado nos cursos. Elas terão dez meses para sanar as deficiências e, em agosto, receberão uma nova visita da comissão nomeada pelo ministério. Se não forem comprovadas melhorias, abre-se um processo para cassar a autorização de funcionamento dos cursos. Além das medidas tomadas com base na avaliação dos cursos, o MEC também vai arquivar 336 pedidos de abertura de novos cursos em instituições que registraram resultado insatisfatório no Índice Geral de Cursos (IGC) de 2008, divulgado na segunda-feira (31), que mede a qualidade de universidades e faculdades. Cerca de 260 instituições tiveram IGC 1 e 2 e serão enquadradas nessa medida. Por outro lado, aquelas instituições que foram bem avaliadas (IGC 4 ou 5) e tinham algum pedido de abertura de novos cursos em tramitação no MEC terão autorização automática, sem necessidade de visitas. São oito cursos nessa situação. “É uma medida que premia quem oferece um ensino de qualidade e também agiliza os processos de autorização”, explicou Maria Paula.

Fonte: Agência Brasil

Extratos provam favor de empreiteira à família Sarney

NE - E Agora, SIR-NEY ?

Dois dos três apartamentos usados pela família Sarney em São Paulo, estão registrados em nome da empreiteira. Documentos obtidos pelo Estado comprovam o favor prestado pela empreiteira Aracati - hoje Holdenn Construções, Assessoria e Consultoria - à família do presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP). Os comprovantes da transação mostram que a Aracati comprou à vista pelo menos um dos apartamentos usados pelos filhos e netos do parlamentar no bairro Jardins, em São Paulo. No mínimo, a empresa fez ao deputado Sarney Filho (PV-MA) conhecido como Zequinha Sarney, um grande favor: comprou o apartamento à vista e, depois, o repassou a ele em condições facilitadas. Pela versão do deputado e da Aracati, a própria empreiteira teria dividido o pagamento em prestações - Zequinha Sarney não precisou de financiamento nem de intermediação de qualquer instituição financeira. O dono da empresa é Rogério Frota de Araújo, amigo dos filhos do senador Sarney. Os documentos atestam que a Aracati pagou R$ 270 mil pelo imóvel, por meio de duas transferências bancárias, efetuadas em 20 de fevereiro de 2006, data em que a empreiteira assinou a escritura.

O Estado revelou em 16 de agosto que dois dos três apartamentos usados pela família em São Paulo, estão registrados em nome da empreiteira. Na ocasião, Zequinha assumiu ser o proprietário de fato de um dos dois apartamentos comprados pela Aracati. O imóvel - adquirido em 2006, mas até hoje registrado em nome da empresa - serve a um dos filhos do deputado, Gabriel, que estuda na cidade de São Paulo. O segundo apartamento, comprado pela Aracati no mesmo período, já hospedou o próprio senador Sarney.

EXPLICAÇÕES - A comprovação de que a empresa pagou à vista o apartamento número 22, de Zequinha, lança dúvidas sobre as explicações apresentadas pelos Sarney após a reportagem do Estado. À época, em nota, Zequinha declarou ter comprado o apartamento da Aracati por meio de um instrumento particular de compra e venda, também conhecido como “contrato de gaveta”. Ele afirmou estar pagando o imóvel à empreiteira até hoje. Em discurso no plenário do Senado Sarney repetiu os argumentos do filho. Zequinha se negou a informar as condições do negócio. A empreiteira, em nota, repetiu a versão do deputado, mas também não apresentou documentos da suposta transação. Procurada novamente, ontem a empresa informou que não dará mais informações sobre o assunto. Apesar de o apartamento não estar em seu nome, Zequinha o incluiu em sua declaração de Imposto de Renda deste ano. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agência Estado

Cobertura Fotográfica - Exposição de Naïf - SESC Crato - Ontem ( 03 ) de Setembro

O termo Naïf tem origem francesa, significa simplicidade e ingenuidade. “Arte naïf” aparece no vocabulário artístico, em geral, como sinônimo de arte ingênua, original e/ou instintiva, produzida por autodidata que não têm formação erudita no campo das artes. Nesse sentido, a expressão se confunde freqüentemente com arte popular, arte primitiva e art brüt, por tentar descrever modos expressivos autênticos, originários da subjetividade e da imaginação criadora de pessoas estranhas à tradição e ao sistema artístico. A pintura naïf se caracteriza pela ausência das técnicas usuais de representação (uso científico da perspectiva, formas convencionais de composição e de utilização das cores) e pela visão ingênua do mundo. As cores brilhantes e alegres – fora dos padrões usuais - a simplificação dos elementos decorativos, o gosto pela descrição minuciosa, a visão idealizada da natureza e a presença de elementos do universo onírico são alguns dos traços considerados típicos dessa modalidade artística.

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Fotografia: Dihelson Mendonça

"DOUTOR TRAGA O TREM DE VOLTA"... Por Pachelly

" É transporte do pobre" Assim cantava Jonas de Andrade. Parece que agora vai! Veja imagens da obra em andamento e faça um pre-passeio pelo Trem do Cariri!






BlogHumor: Sessão Abobrinha - As Notícias Super Desinteressantes !


O BlogHumor de hoje traz a sessão "Abobrinha", um giro de 40 graus de calor ( do crato ), sobre determinadas notícias veiculadas na internet nesta semana ( Com Comentários - E olha que não é do Seu Creysson ); E não percam a próxima edição da sessão Abobrinha. Porque na internet, o que não falta é abobrinha pra você ler...

Roberto Carlos Quase Cai em Show ( sai da frente...)

Roberto Carlos levou um susto em um dos shows da turnê comemorativa dos seus 50 anos de carreira em São Paulo. A apresentação aconteceu na noite desta quarta-feira, 2, no Ginásio do Ibirapuera. Durante o intervalo entre uma canção e outra, o cantor foi brincar com uma amiga que estava na plateia e inclinou tanto o microfone que acabou se desequilibrando e por pouco não foi parar no chão. Muito sem graça com o que incidente, Roberto decidiu continuar cantando como se nada tivesse acontecido.

Pelé Club expande sua rede de academias no Brasil

As academias Pelé Club acabam de anunciar seu plano de expansão até o fim do ano. A rede, pioneira na proposta de franquias de academia no Brasil, comercializará mais 5 pontos até dezembro de 2009. O foco são as capitais e as maiores cidades do interior e do litoral de São Paulo. Os empreendedores podem optar pelo modelo de franquia de academia com piscina, que gira em torno de R$ 2.130 milhões, ou sem, cujo investimento é por volta de R$ 1.900 milhões. A expansão da Pelé Club está sob a responsabilidade da Franchise Store, primeira loja para venda de franquias da América Latina e que acaba de fechar parceria com o Banco do Nordeste. A união beneficia franqueadores e franqueados interessados em obter financiamentos em condições favoráveis (taxas de juros diferenciadas) para implantar ou expandir negócios na Região Nordeste e no Semi-Árido, que inclui trechos de Minas Gerais e de estados do Centro-Oeste.

Irmãs Cajazeiras estudaram no Colégio Santa Teresa, em Crato, nos anos 60...

Descoberta sensacional: Nossa reportagem descobriu finalmente de onde vieram as famosas personagens do autor Dias Gomes, no seriado "O Bem Amado". As irmãs cajazeiras estudaram no colégio Santa Teresa de Jesus, em Crato, nos anos 60. Essa foto das 3 donzelas foi tirada ainda na mocidade. Hoje estão um pouco mais desfiguradas, mas não perderam o "rebolado"...



Filme sobre a vida de Lula: "Lula, o Filho do Brasil" ( oh, pensei que era outra coisa...)




Rodrigo Lombardi estará em futura novela da Globo
Comentário - grande coisa...

Tendo seu trabalho reconhecido não só pelo público que assiste a novela "Caminho das Índias", onde dá vida ao personagem Raj, o ator Rodrigo Lombardi também está sendo reconhecido pelos colegas e autores de novela. Tanto é que, de acordo com o colunista Flávio Ricco, Lombardi, em conversa ao pé do ouvido já admitiu que seu nome está reservado para uma novela de Silvio de Abreu, intitulada "Passione". Lombardi será um dos protagonistas do folhetim, que tem previsão de ir ao ar no segundo semestre de 2010.

Candidata Dilma em 2010:

( Pré-Sal e Dilma )

Novo vídeo mostra que professora dançou o "Todo Enfiado" dois dias antes

( Quem muito se abaixa, o nome aparece...)
A história da professora Jaqueline Carvalho dos Santos, que ficou conhecida nacionalmente por ter sido demitida após subir ao palco durante um show e dançar de forma sensual para a plateia ainda chama a atenção de muita gente. Em suas primeiras entrevistas na televisão e no rádio, Jaqueline, que é formada em Pedagogia pela Universidade Jorge Amado, afirmou estar fora de si, devido ao exagero na bebida, a professora afirmou ainda em rede nacional ter consumido duas garrafas de whisky e muita cerveja. Um dia depois, a mesma desmentiu o que falou.

Receita de uma bela Sopa de Abobrinha

Esta vai dedicada a todos que gostaram da sessão abobrinha. Porque como dissemos, o que não falta é abobrinha na internet... Bon Appetit !


Ingredientes para Sopa de Abobrinha:
4 abobrinhas médias
4 batatas médias
1 cenoura média
1 nabo redondo médio
1 cebola pequena
2 colheres (sopa) de óleo de oliva
½ colher (chá) de tomilho
sal e pimenta do reino a gosto
uma pitada de noz moscada ralada
1 copo de iogurte natural

Fontes: Minha Notícia, Abobrinhas.com, Super Interessante e vários outros Blogs de Abobrinhas

Fortalecimento da Petrobrás – o esclarecimento que faltava

Principal responsável pelo modelo de exploração de petróleo na camada pré-sal, enviado pelo governo ao Congresso na segunda-feira, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, defendeu a mudança da lei que destina o pagamento de royalties apenas aos Estados produtores de óleo e gás. Nesta entrevista ao Valor, ela disse que o tema não é da alçada do governo, mas sugeriu que o Congresso deve mudar a legislação para beneficiar todos os Estados e não apenas os 07 (sete) que recebem esses recursos atualmente. Dilma deixou claro, também, que, nas áreas de pré-sal a serem leiloadas daqui em diante, não haverá pagamento de participações especiais. "Mandamos nossa proposta ao Congresso sem mexer na regra atual de royalties, não porque achamos que não tenha que mexer, mas porque consideramos que essa discussão terá de ser feita no Congresso", revelou.
Ela argumentou que o Estado do Rio de Janeiro, cujo governo é o que mais tem se queixado da mudança nas regras, já vai se beneficiar dos royalties e participações especiais das áreas licitadas do pré-sal (29% do total) pelo modelo de concessão.Mais descansada, depois de passar duas noites em claro antes do anúncio das regras do pré-sal, ela rebateu, com veemência, as críticas feitas ao conteúdo nacionalista e estatizante do modelo proposto pelo governo, assegurou que as empresas estrangeiras terão interesse em investir no Brasil e avisou que quem quiser fornecer equipamentos à Petrobras, operadora única do pré-sal, terá que produzir no Brasil. A seguir, a íntegra da entrevista:

VALOR: Por que a senhora está tão segura do modelo do pré-sal?
DILMA: Porque o que estamos propondo não é algo que não seja usual. Não é possível tratar essa questão com o primarismo com que estão tratando. Além disso, não usamos um modelo único. Combinamos dois modelos, o que até um marciano entende. Se a área é de baixa rentabilidade e alto risco exploratório, é concessão; se a área já foi concedida, é concessão, não se mexe porque sempre respeitamos contratos. O que tem baixo risco exploratório e alta rentabilidade é partilha. O que ficar no meio será decidido pelo CNPE (Conselho Nacional de Política Energética). O modelo de partilha nos permite controlar as reservas. O controle não é para tributar mais ou ter mais participação especial. É para controlar o ritmo da produção, ter uma parte da produção na sua mão e ter acesso ao que é o "filé mignon" da renda petrolífera.

VALOR: O regime de partilha só existe em países pobres e sem democracia. É um bom modelo para o Brasil?
DILMA: É a política a responsável pelo empobrecimento dos países produtores de petróleo. É a importação a qualquer custo de sondas, equipamentos e navios, como fizeram no Brasil no passado. Quando chegamos ao governo, importava-se tudo da Coréia e de Cingapura. Havia também proibição para investir em refinarias e petroquímica. Não somos um país condenado por qualquer razão a importar todos os equipamentos, como faziam antes. Isso não é correto nem no regime de concessão. Pelo contrário, somos um país que tem que aproveitar e dizer para as empresas que querem pegar nosso petróleo: "Vamos criar empresas aqui e criar empregos para os brasileiros”. Por que não criticam a Noruega por ter feito isso? Ela criou uma política industrial que tornava obrigatório o conteúdo nacional. Lá é concessão com "joint venture" e, claro, o dedo do rei. O processo é totalmente sem licitação.

VALOR: O modelo não diminui o interesse dos investidores privados?
DILMA: Não estamos propondo uma coisa absurda, que não seja do conhecimento das empresas. Elas sabem que é assim a regra do jogo. Estamos estimando uma reserva substantiva e o acesso a ela é estratégico. Hoje, 77% das reservas internacionais de petróleo estão nas mãos de estatais e apenas 7% sob controle de empresas privadas. Ter acesso a reservas é o único jeito de valorizar o patrimônio de uma empresa internacional. O que entra no balanço, e que faz com que a empresa tenha acesso a financiamentos para seus investimentos, é a quantidade de reserva que ela pode registrar no seu portfólio. O que acontece é que, num país como o nosso, que vai ter regra do jogo estável, as empresas privadas internacionais não são loucas de falar que não vão vir. As empresas não ideologizam. Elas sabem que quem detém a reserva quer a renda.

VALOR: O que garante que as empresas terão acesso a grandes quantidades de petróleo?
DILMA: Temos três campos quantificados na área do pré-sal. Iara é de 2 a 4 bilhões de barris. Tupi é de 5 a 8 e Parque das Baleias, de 1,5 a 2 bilhões. Se uma empresa tiver acesso a 10% de tudo isso, terá 1,4 bilhão de barris. Ora, se tiver 400 milhões já tem que dar graças a Deus.

VALOR: Por que o governo optou por capitalizar a Petrobras com petróleo das franjas do pré-sal?
DILMA: O que estamos dando é dinheiro. Os 5 bilhões de barris é dinheiro sob a forma que mais interessa às empresas. E dará à Petrobras capacidade de alavancagem. Com os 5 bilhões, ela poderá ter acesso a reservas de petróleo não concedidas. Quando um banco olhar para os números, verá o potencial da empresa. O preço do barril no subsolo está entre US$ 5 e US$ 15. O banco vai olhar tudo que a Petrobras tem de riqueza para explorar, refinar e exportar. Isso dará fôlego à empresa nos próximos dez anos. Se precisar, capitalizaremos mais, a partir do processo de unitização num campo de pré-sal isolado, por exemplo.

VALOR: Não seria mais eficaz capitalizar pelo método tradicional, via Tesouro?
DILMA: Não queremos gastar dinheiro, botar dinheiro na frente.

VALOR: Por causa do pré-sal, o governo pretende capitalizar também o BNDES?
DILMA: Não discutimos nada disso. O que discutimos nós mandamos para o Congresso. Não vejo por parte da Fazenda nenhum interesse em fazer uma nova capitalização do BNDES até porque o banco ainda não gastou a capitalização feita este ano, de R$ 100 bilhões. Por outro lado, a Petrobras conseguiu captar US$ 31 bilhões (cerca de R$ 58 bilhões), incluindo o dinheiro do BNDES e junto a bancos e aos chineses, que colocaram US$ 10 bilhões. Isso cobre os investimentos até 2013.

VALOR: Os acionistas minoritários vão poder usar o FGTS para acompanhar o aumento de capital da Petrobras?
DILMA: Não. Eles vão poder aumentar a participação, mas não com cotas do FGTS.

VALOR: Por que não?
DILMA: Porque tira liquidez do Fundo.

VALOR: Como operadora única do pré-sal, a Petrobras vai poder subcontratar outras companhias?
DILMA: Isso não está na lei, então, enquanto não houver veto, ela pode fazer parcerias. Mas será a operadora única. Nenhuma das empresas está sozinha. Elas contratam prestadoras de serviço, como a Halliburton.

VALOR: O governo vai exigir conteúdo nacional dos fornecedores?
DILMA: Estamos tendo um crescente conteúdo nacional. Hoje, está em cerca de 65%. Não produzimos ainda módulos compressores porque não temos tecnologia. Se uma empresa estrangeira quiser fornecer para a Petrobras, ela tem que saber que tem que entrar e ficar aqui. No pré-sal, vamos fazer uma política industrial absolutamente clara para as empresas. Está sendo elaborada pelo BNDES e as empresas estrangeiras também vão ter que ter conteúdo local.

VALOR: Como a senhora responde à crítica de que o modelo proposto é estatizante e nacionalista?
DILMA: Vejo que ele implica maior controle do Estado brasileiro sobre a sua riqueza. Nesse sentido, se quiser chamar de estatizante, que chame. Nós achamos que a questão não é essa.

VALOR: Qual é a questão?
DILMA: É possível ter maior controle sobre a nossa riqueza e ao mesmo tempo definir regras claras para as empresas internacionais participarem. Queremos, sim, maior controle sobre a nossa riqueza e que não haja dúvida sobre isso. Se é nacionalista querer que a maior parte dos recursos sirva ao país, então, nós também queremos.

VALOR: O que se diz é que o novo regime não vai atrair as petrolíferas.
DILMA: Essa história vai durar pouco. Por que elas vão para a Venezuela, onde o contrato é de serviço; para a Rússia, que é concessão e partilha; para o Cazaquistão, Arábia Saudita, Líbia, onde 95% do petróleo é do governo? Essa coisa, tradicional no Brasil, de criar constrangimentos para o país fazer uma política em seu próprio benefício, alegando que não é atrativo para investidores, não se sustenta sob argumento algum. A diferença entre concessão e partilha é que, na concessão, eu não acesso a renda petrolífera, a não ser com imposto e participação especial e, ao fazê-lo, não controlo minha produção; na partilha, acesso o grosso da renda petrolífera e, ao fazê-lo, controlo o ritmo de produção e posso utilizar isso para fazer uma política de alianças internacionais, considerando o papel geopolítico do petróleo.

VALOR: De que forma?
DILMA: Fingir que o petróleo não tem aspectos geopolíticos é absolutamente ingênuo. Falar que o mercado de petróleo internacional é o reino da livre concorrência é esquecer recentemente a invasão do Iraque, a estruturação da Opep (cartel dos países produtores) e, um pouco mais recentemente, a forma pela qual a Rússia trata a questão petrolífera. Olhar isso de uma forma ingênua só traz um benefício: a defesa das empresas internacionais porque elas não irão a público falar isso. Não irão!

VALOR: Que acordos internacionais o Brasil pode fechar a partir do pré-sal?
DILMA: Nos últimos tempos, o (ministro Edison) Lobão tem participado de discussões internacionais. Esteve na Arábia Saudita, na China, na Rússia. A primeira pergunta feita a ele é: "Como eu acesso o pré-sal?". Na Arábia Saudita, a maior detentora de reservas de petróleo do mundo, a Saudi Aramco quis saber como fazer uma parceria no pré-sal. A China, idem. Nós ainda vamos ver que parcerias internacionais que faremos porque vamos ficar, na Petro-sal, com uma parte expressiva do petróleo para exportar.

VALOR: A história mostra que no Brasil os condomínios políticos se apropriam das empresas públicas que, não raro, viram fonte de corrupção. Por que não será assim com o novo modelo?
DILMA: Porque ele tem um sistema de pesos e contrapesos. Há várias camadas de controle.

VALOR: Quais?
DILMA: A primeira é a exigência de capacidade técnica na escolha de uma empresa para participar da licitação, como já é hoje no modelo de concessão. Se deixássemos isso livre, financeiras e bancos poderiam entrar nas licitações. Para entrar, tem que ser do ramo. A segunda camada de controle é o comitê operacional, do qual faz parte a Petro-sal.

VALOR: Qual será a missão da Petro-sal no comitê?
DILMA: Ela vai ficar de olho no custo do óleo. A forma pela qual se pode reduzir a parte da União na partilha de petróleo é aumentar, de forma artificial, o custo de extração. Então, a Petro-sal existe para controlar o custo do óleo e ver como é que os participantes dos consórcios estão decidindo os programas de investimento e qual é o ritmo da produção. Acima dessas camadas de controle, está a Agência Nacional de Petróleo (ANP).

VALOR: A ANP perderá força?
DILMA: A ANP continuará fazendo o que já faz. Hoje, o consórcio se reúne, aprova um plano de investimentos e o leva para a ANP. Isso está mantido. No novo modelo, a Petro-sal é obrigada, inclusive, a pegar informações dos consórcios e repassá-las à ANP. Isso é importante, porque, no modelo, a Petro-sal está no nível dos agentes participantes dos consórcios. Não há o risco de a Petro-sal influenciar. Na verdade, o risco que corremos é o de a Petro-sal ser influenciada pelos agentes.

VALOR: A senhora acha que pode haver risco de captura?
DILMA: É óbvio. A assimetria de informações é imensa. A força não é da Petro-sal. O conhecimento e o poder da União, vis-à-vis ao das empresas, é completamente assimétrico. Hoje, já o é em relação à Petrobras. É por isso que a Petro-sal tem que ser uma empresa altamente qualificada.

VALOR: Com poder de veto?
DILMA: Hoje já é assim nos comitês operacionais dos campos explorados pelo regime de concessão. As empresas assinam acordos estabelecendo que cada uma tem poder de veto nas decisões do consórcio. No caso da Petro-sal, nós colocamos isso na lei.

VALOR: Como única operadora dos campos do pré-sal, a Petrobras ditará os custos de extração. Na medida em que é também investidora não haverá conflito de interesses?
DILMA: Hoje, também já é assim. A Petrobras é operadora e investidora da maioria dos campos. A Esso também é operadora e investidora. O que a ANP já exige, no regime de concessão, é que a operadora do campo tenha, no mínimo, 30% dos consórcios. Isso é para evitar que, na hipótese de ela ter menos de 30%, retire a sonda de um campo e coloque em outro em que a sua participação societária é maior. Portanto, há várias regras no modelo da partilha que já vigoravam no de concessão.

VALOR: Por que fortalecer tanto a Petrobras?
DILMA: Na área de exploração de petróleo em águas ultraprofundas, precisamos ter o controle dessa tecnologia e ter um certo conhecimento da plataforma que se vai explorar. A Petrobras tem as duas coisas. Não temos por que fazer o nosso modelo sem levar em conta o papel estratégico que a Petrobras construiu ao longo da história. Não posso fingir que não vi por razões ideológicas de, entre aspas, livre mercado nenhum. Não estou ferindo nenhuma norma. Estou simplesmente reconhecendo que tenho uma variável estratégica sob o controle da União e da nação brasileira que se chama Petrobras. Nem por isso a gente vai achar que a regulação não tem que ser feita. O olho da União no pré-sal será a Petro-sal, que vai olhar para todo mundo, inclusive, a Petrobras.

VALOR: Por que ficar de olho na Petrobras, se ela vai ser a operadora única e é uma estatal?
DILMA: Não podemos nos esquecer que há muitos interesses comuns entre a Petrobras e as empresas privadas internacionais.

VALOR: A ANP não poderia ser o olho da União?
DILMA: A Petro-sal é o governo, portanto, ela está num nível menor de controle do processo. É aí que entra a ANP, que é o segundo contrapeso. Nós conseguimos construir uma agência reguladora, que é uma outra vantagem do Brasil. A ANP sabe que mantivemos intacto o poder dela.

VALOR: Como distinguir o papel da ANP e o da Petro-sal no novo modelo?
DILMA: A ANP é uma agência do Estado. A Petro-sal é uma empresa que funcionará como agente da União e será regulada pela ANP. A vantagem desse modelo é que ele tem flexibilidade, capacidade de ajuste e uma imensa articulação institucional, que permite o controle do processo.

VALOR: Por que o Tesouro vai poder investir nos campos, via fundo social?
DILMA: Quando chegamos à discussão do fundo social, vimos que um dos investimentos do fundo que pode ser rentável é a exploração de petróleo no pré-sal. Então, colocamos essa possibilidade na lei para não ter que modificá-la daqui a dez anos. Em algum momento, no futuro, há a possibilidade de a União ter dinheiro para investir. Na Noruega, pode. A União investe diretamente via SDFI (sigla em inglês de interesse financeiro direto do Estado).

VALOR: A riqueza do pré-sal está a 300 km da costa brasileira. É justo que os royalties sejam distribuídos preferencialmente entre os atuais Estados produtores?
DILMA: Mandamos nossa proposta ao Congresso sem mexer na regra atual, não porque achamos que não tenha que mexer, mas porque consideramos que essa discussão terá de ser feita no Congresso. Isso não está na nossa alçada. É preciso levar em consideração que o Rio de Janeiro está mantendo intacto o que já recebe na concessão e nas áreas já concedidas do pré-sal (29% do total).

Fonte: Claudia Safatle e Cristiano Romero (Valor Econômico, 03/09/2009)
Postagem: José Nilton Mariano Saraiva

Candidato José Serra na versão "O Tombo" - Paródia de "A Queda"

Dedicado ao pessoal que detesta o José Serra, a versão de "A QUEDA", filme sobre os últimos dias de Hitler. Engraçadíssimo. Para evitar ouvir 2 sons ao mesmo tempo, pause antes, o player da Rádio Chapada do Araripe, no canto superior direito, na entrada do Blog.

Veja:





Fonte: Youtube, mas eu vi antes, no Blog do Nassif.

Doutor cade o trem, pois agora somos reféns - Norbelia Duarte Siebra


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outor cada o trem? Que tanto se falou! , uma regiao como a nossa onde tres cidades Crato Juazeiro e Barbalha estao basicamente unidas devido seu grande desenvolvimento, onde as necessidades da população das tres cidades estão ligadas uma com a outra, em que atualmente uma cidade se mora, outra se trabalha e outra se estuda necessita de circulares que atenda as nossas carencias de transporte.Estamos em crise e refens dos grandes empresários de onibus e donos de cooperativas de transportes alternativos.Ô doutor bote esse trem, não fique gastando nosso sofrido impostos para pagar as despesas de compras de carros dez estrelas para uso da rondado quarteirão, tão necessaria para a sociedade, mas que não precisava ser um transporte tão caro para esse oficio, tão luxuoso etc. Somos trabalhadores, estudantes, homens, mulheres e crianças que arriscam suas vidas em conduções super lotadas e submetermos em usá-las para não perder o emprego que sustenta nossa familia, para não se atrasar nas faculdades, que perder as aulas que garantirá nosso futuro, precisamos nos reprimir diante dessa situação humilhante porque precisamos ir aos hospitais para curar nossa enfermidades.Isso sim é que o senhor doutor precisava colocar como principal ponto para modificar essa situação urgente.Que tome uma atitude meu caro!Esse pensamento de ordem e progresso que tens incutido na cabeça é retrogado porque as necessidades da nossa sociedade são muitos mais importantes de que a beleza estética em que se faz um governo de casca.

Atenciosamente: Norbelia Duarte Siebra-Estudante de Teatro-Escola de Artes Violeta Arraes de Gevasour-URCA.


Resposta:

O TREM DO CARIRI

Prezada Norbélia, prazer em te encontrar ontem lá no SESC, por ocasião da exposição de arte. Sobre o trem do cariri, posso te informar que nesta semana mesmo, estive com o Prefeito Samuel Araripe e com o Governador Cid Gomes, que visitaram a construção das estações do Metrô de Superfície ( Trem do cariri ), aqui no Crato. Enquanto eu conversava com o prefeito Samuel, o trem passou fazendo testes. Samuel acredita que até Novembro, ou no máximo Dezembro, o Trem do Cariri estará circulando, com preço de tarifa baixa, servindo de veículo integrador das 3 cidades principais do Cariri. O governador também declarou que o seu governo está se empenhando ao máximo para entregar o Trem do Cariri o mais rápido possível, logo após o término das construções dessas estações ferroviárias. O nosso repórter e amigo Wilson Bernardo esteve no local, e nesta semana publicou aqui mesmo no Blog do Crato uma reportagem fotográfica, onde acompanhou essa construção. Verifique a publicação, por gentileza.



Abraços,

Dihelson Mendonça
Assessor de Imprensa da Prefeitura Municipal do Crato.


Fotos: Cesar Coelho

Assaré - Cavalhada ecológica homenageará Patativa - Reportagem: Antonio Vicelmo

CASA ONDE nasceu o poeta Patativa do Assaré será o ponto de encerramento da cavalhada ecológica, no alto da Serra de Santana. A programação integra a Festa da Padroeira (Foto: ANTÔNIO VICELMO). No ano do centenário do poeta Patativa do Assaré, a Festa da Padroeira promoverá homenagem especial.

Assaré. A Festa da Padroeira de Assaré, Nossa Senhora das Dores, será aberta, no próximo domingo, dia 6, com uma cavalhada ecológica como parte das homenagens que serão prestadas ao poeta Patativa do Assaré no ano do seu centenário de nascimento. Os cavaleiros sairão da Praça da Matriz para a Serra de Santana, às 5 horas da manhã, tendo à frente o vigário da Paróquia, padre Vileci Vidal, o juiz José Flávio de Morais, o promotor Leonardo Gurgel e o prefeito Evanderto Almeida.

No percurso de 18 quilômetros, serão feitas paradas para reflexões e encenações sobre o poeta que foi um católico praticante. Uma das paradas ocorre na "Bonita", um povoado, ao lado de uma lagoa, onde Patativa realizava suas cantorias. Ali, os cavaleiros se juntarão a outros grupos dos sítios vizinhos. Ao longo da caminhada, os alunos das escolas que ficam na margem da estrada farão encenações sobre o poeta. A idéia, segundo o vigário, é percorrer o mesmo trajeto feito por Patativa nas suas caminhadas da Serra de Santana para Assaré.

Floresta de sabiás

Na subida para a serra, os cavaleiros passarão por dentro de uma floresta natural de sabiás que foi conservada. A idéia do vigário é dar um sentido ecológico ao evento, mostrando a necessidade de preservar o ecossistema. A exuberância da paisagem, segundo o vigário, deve sensibilizar os cavaleiros a uma reflexão sobre a lógica do mero consumo, de exploração do solo e incentivá-los a promover formas de produção agrícola e industrial que respeitem a ordem da criação e satisfaçam as necessidades primárias de todos.

A cavalhada termina na Serra de Santana com a celebração de uma missa na casa onde nasceu Patativa. No final, haverá uma partilha de alimentos com pessoas carentes.

"Com este evento, a Igreja Católica cumpre a sua missão evangelizadora, tendo como tema a poesia profética de Patativa do Assaré, homenageia o poeta no ano do seu centenário e desperta a comunidade rural para a prática de uma correta convivência com o meio ambiente", justifica o padre Vileci.

Origem cristã

A cavalhada, segundo o religioso, tem origem cristã. Representa a luta entre mouros e cristãos, que é encenada nos folguedos populares. São 12 cavaleiros mouros e 12 cavaleiros cristãos. No final da longa batalha, vencem os cristãos que ainda conseguem converter os mouros ao cristianismo. Trata-se de uma tradição praticada em várias regiões do Brasil, porém com diferenças marcantes de uma região para outra.

A prática da tradição remonta aos torneios medievais, dos quais tem, entre outras reminiscências, o uso de fitas como prêmio, que são oferecidas pelo ganhador a uma mulher ou outra pessoa que deseje homenagear especialmente.

Em Portugal, teve feição cívico-religiosa, envolvendo temas do período da Reconquista. Sua difusão no Brasil, registrada desde o século XVII, partiu do Nordeste e espalhou-se pelas demais regiões do País.

Em 1641, quando da aclamação de D. João IV, foram promovidas várias cavalhadas como parte dos festejos oficiais. É ainda um folguedo vivo em vários pontos do Brasil, como Alagoas, Minas Gerais e Goiás. Em Pirenópolis (GO), a cavalhada é realizada durante a Festa do Divino e representa o auto de cristãos e mouros.

Esta é a primeira vez em que o município do Assaré relaciona a Festa da Padroeira ao seu poeta maior, que produziu uma obra marcadamente ambiental, destacando a fauna e a flora do sertão nordestino.


EVANGELIZAÇÃO

A Igreja Católica cumpre missão evangelizadora, tendo como tema a poesia de Patativa"
Pe. Vileci Vidal
Pároco de Assaré

Mais informações
Paróquia de Assaré, Secretaria da Paróquia, Rua Cel. Pedro Onofre, 11 (88) 3535.1075

ANTÔNIO VICELMO
Repórter do Jornal Diário do Nordeste
Colaborador do Jornal Chapada do Araripe

Previsão do Tempo e Almanaque - 04 de Setembro de 2009

Bom Dia para todos os leitores do Blog do Crato. Hoje temos uma novidade muito especial: A chegada de dois novos membros: O Nilo Sérgio, e o João Nicodemos, que agora, fazem parte da família Blog do Crato também. E já não era sem tempo. O João Nicodemos é meu amigo e colega músico há muitos anos. Uma das melhores cabeças musicais e artísticas que temos aqui no Cariri. Ou não temos ? Bem, o João está morando atualmente no Rio Grande do Norte, mas ele é um cidadão Cratense até por merecimento, e espero poder tocar com esse grande artista multi-instrumentista em breve aqui no Crato, no "JAZZ CAVE" ( A caverna do Jazz ), um barzinho bem legal, cultural, aconchegante que está para começar lá na Praça da Sé...

E o Nilo Sérgio já é nosso amigo também, mas de poucos encontros. Uma pessoa fantástica, entusiasmado com tudo que faz, o Nilo é um amor de pessoa! Esse, com certeza, trará excelentes artigos que vêm somar-se ao imenso arsenal de bons artigos escritos pelos nossos mais de 100 colaboradores ( 80 apenas cadastrados como escritores ). Já nas primeiras postagens, vocês perceberão o que estou falando. Então, sejam Bem-Vindos, amigos! Como já dizia o Vinícius de Moraes, "Amigos não se fazem, amigos se reconhecem".

Previsão do Tempo

Olha, para nossa surpresa aqui no crato, até que deu uma chuvinha hoje de madrugada. À noite o céu estava bastante limpo. Em torno de 01 da manhã começou a chover ( misteriosamente ), chuva rápida, porém, melhor do que nada... A previsão do tempo para hoje, é de dia de sol com poucas núvens e... não chove ( é mesmo ? ), conforme a ilustração do gráfico abaixo do Site Climatempo:


ALMANAQUE

No Dia 4 de Setembro, comemora-se o Dia de Santa Rosália.

Segundo antiga tradição, nasceu de uma família nobre do sul da Itália e descendia remotamente do grande imperador Carlos Magno. Tinha 14 anos e era belíssima quando Nossa Senhora lhe apareceu e recomendou que deixasse o mundo, pois sua alma nele correria perigo. Rosália, obedecendo à Virgem, fugiu ocultamente de casa, sem avisar os pais. Dois Anjos, com figuras humanas acompanharam até uma gruta onde ela se ocultou, levando vida de oração e penitência. Alguns meses depois, os mesmos Anjos a advertiram de que convinha afastar-se ainda mais, porque seus pais a estavavam procurando pela região. Novamente escoltada pelos mensageiros celestes, Santa Rosália foi para o alto do Monte Pelegrino, onde passou 16 anos. Faleceu com 30 anos de idade e é venerada como padroeira da cidade de Palermo.

Eventos históricos:

* 476 - Queda de Roma, delimitando o início da Idade Média.
* 1781 - Fundação de Los Angeles, com o nome de El Pueblo de Nuestra Señora La Reina de los Ángeles de Porciúncula.
* 1842 - Casamento de Pedro II do Brasil com a princesa Teresa Cristina Maria de Bourbon
* 1856 - Torna Pau dos Ferros município do Rio Grande do Norte
* 1865 - Início do governo de Joaquim António de Aguiar como Primeiro-Ministro de Portugal
* 1871 - É proclamada a República Francesa.
* 1882 - Thomas Edison acende pela primeira vez, na central de eletricidade a iluminação elétrica comercial.
* 1888 - George Eastman registra a marca Kodak e recebe a patente por sua câmera que usa rolo de filme.
* 1911 - Início do governo de João Pinheiro Chagas como Primeiro-ministro de Portugal
* 1925 - É instituído o dia do Patrono da Marinha do Brasil como sendo o dia 13 de dezembro, através do Aviso do Ministro da Marinha, nº 3.322.
* 1947 - Burkina Faso, país africano, é recriado com nome de Alto Volta.
* 1955 - Inicia-se a primeira edição da Taça dos Campeões Europeus de Futebol.
* 1969 - Militantes do MR-8 seqüestram embaixador americano no Brasil, Charles Burke Elbrick - (v. anos de chumbo).
* 1972 - Mark Spitz, nadador norte-americano, tem o recorde de sete medalhas de ouro ganhas nas Olimpíadas de Munique.
* 1976 - George W. Bush é detido e multado por conduzir sob influênca de álcool.
* 1982 - É lançado It's Hard, último álbum do grupo The Who.
* 1994 - É criado o serviço de apontadores português Sapo, em Aveiro.
* 2004 - Flórida é atingida pelo Furacão Frances.

Nascimentos:

* 1241 - Rei Alexandre III da Escócia (m. 1286)
* 1896 - Antonin Artaud, ator, roteirista e diretor de teatro francês (m. 1948)
* 1768 - François-René de Chateaubriand, poeta francês.
* 1769 - Tenreiro Aranha, escritor brasileiro (m. 1811)
* 1824 - Anton Bruckner, compositor austríaco (m. 1896)
* 1891 - Fritz Todt, engenheiro alemão e uma figura importante do nazismo (m. 1942)
* 1892 - Darius Milhaud, compositor e professor francês (m. 1974)
* 1904 - Maria Amélia Carvalheira, escultora portuguesa (m. 1998)
* 1908 - Edward Dmytryk, cineasta canadense-americana (m. 1999).
* 1927 - Antônio Carlos Magalhães (também conhecido como ACM), político brasileiro (m. 2007)
* 1931 - Aldo Rossi, arquiteto e teórico italiano (m. 1997)
* 1934 - Clive W. J. Granger, economista britânico.
* 1939 - Pena Branca, músico brasileiro.
* 1941 - Marilena Chaui, filósofa e educadora brasileira.
* 1959 - Fernando Alvez, ex-goleiro uruguaio.
* 1960 - Damon Wayans, ator norte-americano.
* 1962 - Chicão, ex-futebolista brasileiro.
* 1967 - Igor Korneyev, ex-futebolista russo-holandês.
* 1964 - Robson Caetano, ex-atleta brasileiro.
* 1968 - Alejandro Mancuso, ex-futebolista argentino.
* 1970
o Igor Cavalera, músico brasileiro.
o Koldo, goleiro andorrano.
* 1971 - Lilian Laslandes, ex-futebolista francês.
* 1972 - Carlos Ponce, cantor e ator porto-riquenho.
* 1973 - Alceu Feldmann, piloto brasileiro de Stock Car.
* 1974
o Vladimir Maminov, ex-futebolista e treinador uzbeque de futebol.
o Argélico Fucks, ex-futebolista e treinador brasileiro de futebol.
* 1975
o Nikolaos Lyberopoulos, futebolista grego.
o Juuso Kangaskorpi, futebolista finlandês.
* 1976 - Thiago Martins, futebolista brasileiro.
* 1978
o Wes Bentley, ator norte-americano.
o Danijel Ljuboja, futebolista sérvio.
* 1979
o Kosuke Matsuura, piloto japonês de corridas.
o Dwight Pezzarossi, futebolista guatemalteco.
* 1981
o Beyoncé Knowles, cantora e atriz norte-americana.
o Ali Gerba, futebolista canadense (nascido em Camarões).
o Tomáš Hübschman, futebolista tcheco.
* 1982 - Fabián Yantorno, futebolista uruguaio.
* 1984 - Camila Bordonaba, atriz e cantora argentina.
* 1985 - Raúl Albiol, futebolista espanhol.
* 1986 - Aaron Hunt, futebolista alemão.
* 1990 - Israel Sesay, futebolista serra-leonês.

Falecimentos:

* 422 - Bonifácio I, Papa e santo da Igreja Católica.
* 1907 - Edvard Grieg, compositor norueguês (n. 1843)
* 1960 - Alfred E. Green, diretor de cinema estadunidense (n. 1889).
* 1963 - Robert Schuman, estadista francês, o "pai da Europa" (n. 1886)
* 1965 - Albert Schweitzer, teólogo, músico, filósofo e médico alsaciano (n. 1875)
* 1979 - Dennis Sefton Delmer, jornalista britânico (n. 1904)
* 1986 - Walter Wanderley, organista brasileiro.
* 1993 - Hervé Villechaize, ator francês (n. 1943).
* 1994 - Georges Simenon, escritor belga (n. 1903)
* 1995 - Paulo Gracindo, ator de teatro, cinema e televisão brasileiro (n. 1911)
* 2006 - Steve Irwin, naturalista australiano.
* 2008 - Waldick Soriano, cantor e compositor brasileiro. (n. 1933)
* 2008 - Fernando Torres, ator brasileiro. (n. 1927)

Feriados e eventos cíclicos:

* Santos do dia
o Santa Rosália, eremita de Palermo.
o São Moisés, profeta e personagem da Bíblia Sagrada.
o São Bonifácio I, Papa da Igreja Católica.
o São José, Patriarca e filho de Jacob.
o Santa Hermengarda de Suchteln

HOJE NA HISTÓRIA

A queda do Império Romano - Início da Idade Média - 476 DC

A queda do Império Romano foi causada por uma série de fatores que fragilizaram o Império Romano e por fim facilitaram as invasões bárbaras e a derrubada final do Estado romano. Em geral, a expressão "queda do Império Romano" refere-se ao fim do Império Romano do Ocidente, ocorrido em 476 d.C., com a tomada de Roma pelos hérulos, uma vez que a parte oriental do Império, que posteriormente os historiadores denominariam Império Bizantino, continuou a existir por quase mil anos, até 1453, quando ocorreu a Queda de Constantinopla.

O declínio econômico

Durante o seu auge nos séculos I e II, o sistema econômico do Império Romano era o mais avançado que já havia existido e que viria a existir até a Revolução Industrial. Mas o seu gradual declínio, durante os séculos III, IV e V, contribuiu enormemente para a queda do império. A massiva inflação promovida pelos imperadores durante a crise do terceiro século destruiu a moeda corrente, anulando a prática do cálculo econômico a longo prazo e conseqüentemente a acumulação de capital, que somada ao controle estatal da maioria dos preços teve efeitos desastrosos. Então, Roma começou a ter uma queda pelas demais expansões. A falta de condições financeiras e a falta de escravos para uso de mão-de-obra em todo o império geraram tais quedas. Essas medidas tiveram consequências desastrosas pois, com quase todos preços artificialmente baixos, a lucratividade de qualquer empreendimento comercial foi anulada, resultando num colapso completo da produção e do comércio em larga escala e da relativa e complexa divisão do trabalho que existia durante a Pax Romana.

O Império Romano em sua máxima extensão (governo de Trajano 98-117 d.C.)

A população das cidades caiu por todo império devido ao colapso comercial e industrial. Enquanto o número de cidadãos (homens adultos e livres) durante o Principado em Roma era de 320 mil, em Constantinopla no século V havia apenas oitenta mil cidadãos (25% do número de cidadãos em Roma). Considerando que em Constantinopla existia um número menor de escravos, isso poderia resultar em uma população total cinco vezes menor. Os trabalhadores desempregados se fixaram no campo e tentaram produzir eles mesmos os bens que queriam, desmonetizando a economia e acabando com a divisão de trabalho, ocorrendo uma drástica redução da produtividade da economia. Esses fenómenos resultaram na criação do primitivo sistema feudal baseado na auto-suficiência de pequenos territórios economicamente independentes. Com seu sistema económico destruído, a produção de armas e a manutenção de uma força militar defensiva se tornaram infinanciáveis, o que facilitou enormemente as invasões dos bárbaros.

O declínio cultural

Outra vertente que contribuiu para a sua queda foi a diversificação cultural que Roma se tornou após o contato com as colônias e com a naturalização dos bárbaros, fato que possibilitou à população insatisfeita duvidar da influência dos deuses nas decisões políticas, explicação que legitimava o poder do imperador. O exército descobriu sua importância no sistema romano e passou a exigir status e melhores remunerações, exigências que o Império não tinha condições de corresponder. Razões tais nos levam a concluir que a queda do império foi ocasionada por fatores internos do próprio Império. É lógico que após a consumação do fato fica fácil analisar o problema, pois estamos fazendo o estudo retrospectivo, e na época do Império, apesar desses problemas terem sido alertados por alguns Senadores, não se podia prever com situações hipotéticas o que poderia acontecer, até porque quando esses problemas começaram a aparecer o Império estava em sua melhor fase.

O exército - Evolução territorial do Império Romano

Em última análise, Roma conquistou o seu império graças às forças das suas legiões. E os seus exércitos no baixo-império eram muito diferentes do que tinham sido na época da República e do alto império. Eram tropas inferiores sob todos os aspectos. Para recrutar soldados recorria-se a vários métodos em simultâneo: voluntários, recrutamento por conscrição (e aí a influência dos grandes proprietários era determinante, pois não queriam perder os seus melhores homens e falseavam o sistema), hereditariedade, ou então rusga pura e simples até se preencher as necessidades. De fato, ao contrário do que se disse por muito tempo, o exército romano continuou a ser constituído por gente de dentro do império com excepção de algumas unidades: a barbarização dos quadros no Ocidente só se deu em meados do século V e mesmo assim a defesa local ficou sempre a cargo dos romanos, mantendo-se algumas unidades romanas ofensivas. Quanto ao valor do soldado romano, poderia ter perdido algumas das suas qualidades, mas a realidade é que a guerra se modificou: raramente se travavam grandes batalhas entre exércitos regulares o que era muito caro para as frágeis estruturas financeiras do império tardio, mas sim emboscadas e guerrilha que exigia sobretudo flexibilidade e improvisação e menos automatismo nas formações. Cabe ressaltar, que o exército romano era uma força permanente, e não recrutada de acordo com as necessidades por algum tempo. Logo, para se manter um grande exército é preciso muito dinheiro e o Ocidente não o tinha, por causa do declínio econômico que se procedia desde o século III: apesar de ter espremido as províncias até levar à revolta dos camponeses, sobretudo na Península Ibérica e Gália, os imperadores do Ocidente não conseguiram preservar o seu Estado. Poder-se-ia argumentar que o Cristianismo enfraquecera o patriotismo romano, mas essa é uma falsa questão; soldados romanos nunca passaram para o lado do inimigo externo. Entretanto, freqüentemente tendiam a querer nomear um novo imperador, entrando em conflito contra outras legiões. Isso vinha acontecendo desde o fim da república, assim que terminou a conscrição por períodos limitados.

No princípio do século V, a maioria do exército romano era ainda constituída por romanos. À medida que os bárbaros foram entrando pelo império, começou-se a fazer acordos em que eles deveriam fixar-se num determinado território, recebendo terras e, em troca, ficando a serviço do imperador para lutar contra seus inimigos. Portanto, essa situação de bárbaros a serviço de Roma já era comum. No entanto, o recrutamento destes, costumava ser feito por indivíduos treinados, que eram ensinados a falar latim e equipados por oficiais romanos, tornando-se romanos indistinguíveis na geração seguinte; na nova situação, eles vinham em enormes grupos com seus próprios líderes. A consequencia disso foi que as tribos foram, progressivamente, emancipando-se da tutela romana e formando seus proprios reinos. Com relação às invasões, é importante notar que a região européia do império passou a ser ocupada por povos nômades, de diferentes origens e em alguns casos, que realizavam um processo de migração, ou seja, sem a utilização de guerra contra os romanos. Vários desses povos foram considerados aliados de Roma.

O cristianismo

Uma das questões sociológicas muito debatidas ao longo da história é a questão de saber se o Cristianismo contribuiu ou não para a queda do Império Romano do Ocidente. O Cristianismo tornou-se a religião oficial do Império Romano em 380, com o imperador Teodósio I. O Império Romano do Ocidente cairia cerca de 100 anos depois. Entre os séculos II e III, séculos em que o Cristianismo ganhou cada vez mais adeptos entre os Romanos, o Império começou a sentir os sinais da crise: foi-se diminuindo o número de escravos, acorreram rebeliões nas províncias, a anarquia militar e as invasões bárbaras. Quando se fala em "sinais da crise" que estariam pretensamente relacionados ao cristianismo, na verdade se fala de um período extremamente conturbado, no qual o Império chegou a estar muito perto da derrocada. Por volta de 285, o imperador Diocleciano salvou o Império Romano do colapso, dando a ele um último fôlego. Tudo isso já ocorria numa época em que os cristãos eram somente uma minoria marginalizada.

A tentativa de responsabilizar o cristianismo pelos fortes problemas vividos em Roma durante os séculos II e III fica bastante enfraquecida quando se percebe que mesmo no início do século IV apenas cinco a sete por cento dos romanos tinham se tornado cristãos; quase todos eles na parte Oriental do império, exatamente o lado que permanecera mais forte e estruturado durante a crise. Além disso, mesmo na época da queda definitiva de Roma, o lado oriental continuava sendo o mais cristianizado. E foi esse lado mais cristão que sobreviveu na forma posteriormente conhecida como Império Bizantino.

Se a Igreja tivera reticências ao serviço militar nos tempos da perseguição, a partir do momento que o império se tornou cristão considerava um crime grave alguém furtar-se ao seu dever. A pena por deserção no exército era ser queimado a fogo lento. A Igreja tornou-se fervorosamente patriótica e romana a ponto de desgostar um neo-pagão como o imperador Juliano, o Apóstata que achava que os cristãos só deviam poder ensinar coisas relacionadas com o cristianismo e não cultura clássica. De alguma maneira, aumentou a consistência do império. Um outro argumento que se apresenta normalmente, é que enquanto o Império pagão fora tolerante, o cristianismo era intolerante perseguindo pagãos, cristãos considerados heréticos e judeus. Roma, de fato, fora no início do Cristianismo relativamente tolerante - se perseguira pontualmente grupos como os cristãos fora por motivos muito específicos. A recusa dos cristãos em aceitar o culto da divindade do imperador foi com toda probabilidade a base jurídica da perseguições que se seguiram.

Depois das dificuldades do século III, vários imperadores procuraram centralizar mais o Estado, obter um maior controle dos cidadãos para que deste modo fosse mais fácil mobilizar recursos humanos e financeiros para defender o fragilizado império, e unificar o império em torno de uma ideologia. Com Constantino I tornou-se o cristianismo a religião a obter esse monopólio.

O conceito de decadência

Saque de Roma pelos Vândalos, em 455.Heinrich Leutemann. Os historiadores têm revisto o conceito de decadência. Se analisarmos os séculos IV e V, estes são muito ricos em termos artísticos e culturais, sobretudo se comparados com os séculos II e III. Temos os padres da Igreja, os Neo-Platônicos, os primeiros passos da arte bizantina a mostrar a vitalidade do império que continuou com Bizâncio. É que quando se fala de que o império se desmoronou, existe a tendência a esquecer que o Império Romano do Oriente, fortemente cristianizado e urbano, ainda existiu mais mil anos, embora em declínio territorial, enquanto que a metade ocidental pagã e menos urbanizada é que foi conquistada pelos bárbaros. De certo modo, Roma ainda vive em nós. Nossa língua, assim como outras línguas européias derivam do latim, mesmo idiomas não-latinos tem muitas palavras de origem latina. As bases de nossa justiça, exército e família são de raízes romanas.

O fim
Os Impérios Romanos do Oriente e do Ocidente em 476 d.C.

Quando o último imperador romano foi deposto, em 476 d.C., por um grupo de mercenários, poucos territórios (e tropas) restavam ao seu serviço. Os comandantes e chefes que tentavam manter o Estado Romano nos últimos anos também eram, na maioria dos casos, de origem bárbara. Só faltava que um decidisse tomar a púrpura, coisa que não sucedeu. O imperador deposto, Rômulo Augústulo, era filho de um general de origem bárbara, Orestes, que havia servido antes a Átila o Huno, e havia obtido o trono graças ao pai que havia derrubado o último imperador legítimo, Júlio Nepos, que porém manteve sua autoridade sobre a Dalmácia. Os aliados de Orestes (hérulos e rugios) depois se desentenderam com seu patrono e, sob as ordens de Odoacro, depuseram Rômulo Augústulo. Observa-se que a deposição do último imperador não foi um acontecimento repentino e que trouxesse mudança social drástica, mas sim foi o resultado de um longo processo que se desenrolava há quase um século. Convencionou-se esta data como o fim da Antiguidade, mas é provável que poucos naqueles anos considerassem aquele fato como o fim de uma era. Muito diferente, portanto, de outros marcos da história como, por exemplo, a Tomada da Bastilha durante a Revolução Francesa.

Fontes: Climatempo, 10emTudo, Wikipedia, Edições paulinas, Super Interessante

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