xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 12/08/2009 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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12 agosto 2009

Notícias do planalto - Por: Carlos Rafael Dias



Absolvido, Virgílio nega existência de acordo com o PMDB

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), negou que o arquivamento da representação contra ele tenha relação com qualquer tipo de acordo entre a oposição e o PMDB. Na avaliação do senador, os atos pelos quais ele era acusado não apresentavam nenhuma irregularidade.

"Não há acordo, pois não fiz nada. Tiraram o bode da sala", disse. Virgílio afirmou que existem outros casos de senadores que mantiveram funcionários no exterior, mas disse que o caso dele só veio à tona por ter sido um dos primeiros a denunciar o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). "Há outros casos sabidos e fingem que não sabem", afirmou o parlamentar tucano.

Mesmo negando que tenha havido acordo, o líder não descarta a possibilidade de o PMDB ter pedido para que o presidente do Conselho de Ética, Paulo Duque (PMDB-RJ), arquivasse a representação. "Não sei se o PMDB aconselhou, agora não posso aceitar que para provar que não tinha acordo tentassem cassar o meu mandato".

Cristovam vê Marina fora do PT e diz que aceitaria ser vice

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) é um entusiasta da saída da senadora Marina Silva (PT-AC) do Partido dos Trabalhadores. Afirma que a biografia dela só tem a crescer com uma possível candidatura à presidência pelo Partido Verde, ao qual deve se filiar em breve. Os dois se encontraram na noite de ontem e Buarque afirma que ela está pronta para deixar PT e atender o chamamento da história. Ele admite até ser o seu candidato a vice, caso o PDT não tenha candidatura própria. "Eu aceitaria, mas tem de ser pelo PDT. Eu não vou deixar o meu partido".
Convite a Lina foi manobra e quebrou acordo, diz Mercadante Irritado com o fato de oposição ter aproveitado um "cochilo" da base e ter aprovado um requerimento de convite para que a ex-secretária da Receita Federal Lina Maria Vieira vá à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o líder do PT, Aloizio Mercadante (SP), afirmou que os governistas vão passar a pedir verificação de quórum durante as votações em comissões da Casa. "Evidente que foi uma manobra deles", disse. Os governistas vêm tentando evitar a presença de Lina no Congresso desde que ela concedeu uma entrevista dizendo que a ministra chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, teria pedido para que a Receita concluísse rápido uma investigação que vinha sendo feita em empresas da família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). A base conseguiu que o convite da ex-secretária fosse evitado na CPI da Petrobras, mas não na CCJ.

Fonte: Terra

Marina Silva tem que candidata - postado por José Sales


Marina Silva tem que ser candidata
Um artigo de Marcos Sá Correa na revista eletronica O ECO

A candidatura da ex-ministra Marina Silva é o primeiro assunto sério desta eleição presidencial. Ela não resolve as dúvidas sobre o próximo governo. Mas desarruma imediatamente uma campanha que, arrumada como está, só serve para levar o país ao ridículo. Sem Marina Silva, os governadores José Serra e Aécio Neves poderiam atuar indefinidamente como se disputassem uma vaga nos suplementos dominicais que cobrem com mais conhecimento de causa problemas íntimos de relacionamento ou crises vocacionais. Alguém sabe qual foi a última notícia sobre a plataforma de Aécio Neves, por exemplo? Foi sobre a prancha de surfe que ele acaba de adquirir.

Com a senadora no páreo, a ministra Dilma Rousseff provavelmente mudará de estilo, o que levaria todo mundo nesta história a ser mais sério. Marina Silva, de cara limpa, torna a maquiagem de Dilma Rousseff mais artificial que seu currículo, onde seus graus de mestranda, doutoranda e candidata à presidência da República saíram todos da mesma usina palciana de factóides, que oficializou a técnica marqueteira do “se colar, colou”. A senadora, ao contrário, tem um currículo que só fez encolher nos cinco anos e meio que ela passou no Ministério do Meio Ambiente, trabalhando com um presidente que considera toda conversa de Meio Ambiente uma grande besteira – e como de besteira ninguém entende mais do que ele, sua política ambiental começa e acaba na mais vulgar conversa fiada. Sob inspiração do chefe e guia iluminado, o resto da equipe aprendeu a tratar o Ministério do Meio Ambiente com amigável indiferença ou, no caso da ministra Dilma Rousseff, com franca hostilidade. Marina Silva errou bastante, e não foi só por ficar no cargo mais tempo do que deveria. Ela apostou demais em reservas extrativistas e assentamentos sustentáveis, que fariam sentido na Agricultura ou ou em qualquer programa social do governo. Mas, não no ministério do Meio Ambiente, onde promoveram a troca do essencial pelo acessório e condenaram os parques nacionais à penúria.

Na equipe de Lula, ela acabou se prestando ao papel de disfarçar os consideráveis danos ambientais cometidos soberanamente aqui dentro para uma opinião pública internacional que, lá fora, continuou ouvindo até o fim que Marina Silva era “a mulher que pode salvar a Amazônia” – como publicou no ano passado, pouco antes de sua demissão, o jornal inglês The Guardian. Nesse papel, ele serviu à leviandade ambiental do governo como disfarce e escudo. Marina Silva recuou muitas vezes, vezes demais, perdendo internamente embates decisivos, sobretudo com a Ministra das Minas e Energia e, depois, da Casa Civil. Ou seja, Dilma Rousseff, que finalmente está sendo desafiada a enfrentá-la a céu aberto, como adversária explícita. Apesar de seus equívocos políticos e administrativos, a senadora entrou no governo Lula e saiu do outro sem deixar de ser o que sempre foi. Atravessou todas as encruzilhadas e armadilhas do caminho em linha reta. E esse é um trunfo cada vez mais raro na órbita do presidente, que geralmente desmoraliza indiferentemente vencedores e vencidos que cruzam sua trajetória de sucesso estritamente pessoal.

Contra o currículo falsificado de Dilma Rousseff, o que Marina Silva tem de inigualável é a biografia. E sua biografia tem tudo a ganhar agora com a candidatura presidencial, exceto – como tudo indica – a presidência da República. Concorrendo, ela repararia o prejuízo que causou a si mesma, domesticando as ongs ambientalistas através de contratos para prestar serviços ao ministério. Oficializando-as, silenciou-as. E caladas elas assistiram à sua queda, na hora em que a ministra se demitiu. Quem está no governo sempre acha que a vida continua a mesma. Mas, com sua campanha nas ruas, Marina Silva daria às ongs aliadas uma oportunidade para sair dos gabinetes, aprendendo o caminho de volta aos protestos e à oposição. Ou melhor, abjurando o governismo que ultimamente as amordaça e imobiliza.

Mostraria de quebra que, de onde menos se espera – o Senado, reduzido na era Lula a uma inutilidade perdulária – ainda pode sair uma supresa limpa e inatacável. E isso, nas circunstâncias, por si só despolui um pouco a democracia brasileira. Provaria além do mais que, mesmo com 80% de aprovação, um governo pode ter outro lado sim, e que este outro lado pode estar lá dentro. Sobretudo, ofereceria aos brasileiros uma chance que parecia perdida de antemão para ouvirem pela primeira vez em eleição nacional candidatos discutindo, mas discutindo mesmo, queiram ou não, uma política para o país de meio ambiente – porque sem política de meio ambiente não há mais governo no mundo que tire um povo do atraso, da corrupção e da miséria mais aboluta, a que vem da perda dos requisitos básicos de qualquer existência. Em resumo: Marina Silva é o que faltava nesta eleição para o Brasil escolher outro presidente. Seja quem for esse outro presidente.

http://www.oeco.com.br/

ELIO GASPARI: Dilma, Lina e os sapos de Bandeira - Por: Samuel P. Teles


A ministra e a ex-secretária da Receita podem se esforçar para mostrar quem está mentindo.

A MINISTRA Dilma Rousseff colheu o que plantou. Tinha mestrado pela Unicamp, mas não tinha. Disse a um grupo de empresários paulistas que o governo coletava despesas de Fernando Henrique Cardoso ao tempo em que estivera no Planalto e, semanas depois, convenceu-se que tudo não passava de um "banco de dados". Isso num governo em que não houve nada parecido com o mensalão, no qual José Sarney não é "uma pessoa comum".

Agora a ministra está numa enrascada. É a palavra dela contra a da ex-secretária da Receita Lina Vieira, bacharel em direito pelo Mackenzie de São Paulo, com 33 anos de serviço público. Durante os 11 meses em que ela ficou no cargo, deixou uma frase inesquecível. Referindo-se aos festins de parcelamento e perdão de dívidas de sonegadores, disse que "o bom contribuinte se sente um otário". Passado um mês de sua demissão, o governo ainda não ofereceu uma explicação que faça nexo e mereça respeito.

Numa entrevista aos repórteres Andreza Matais e Leonardo Souza, Lina Vieira disse que, no final do ano passado, a ministra Dilma perguntou-lhe "se eu podia agilizar a fiscalização do filho do Sarney".
A então secretária entendeu que a ministra estava interessada em "encerrar" a investigação.
(Trata-se de uma blitz nas contas do Sarneystão, que já resultou 17 ações fiscais, atingindo 24 pessoas e empresas, entre elas Fernando Sarney, que já foi indiciado em inquérito da Polícia Federal. Não há notícia de que a Receita tenha lavrado alguma autuação como consequência dessa devassa.).
Dilma Rousseff desmente: "Encontrei com a secretária da Receita várias vezes e com outras pessoas junto em grandes reuniões. Essa reunião privada a que ela se refere, eu não tive."
Uma das duas está mentindo. Caso para os sapos de Manuel Bandeira:
"Meu pai foi rei! Foi!"
"Não foi! Foi!"

A denúncia da ex-secretária ampara-se numa insinuação. Admitindo-se que houve o encontro e, nele, o pedido, "agilizar" não significa "encerrar". Tanto é assim que, em setembro de 2007, durante a administração do doutor Jorge Rachid, um juiz federal exigiu que a Receita apressasse seu trabalho. Como até hoje não se sabe por que Lina Vieira foi mandada embora, a insinuação merece o benefício da suspeita.

A ministra e a ex-secretária podem mostrar à choldra que farão um esforço para desmascarar a mentira. Por enquanto, falta base material ao testemunho de Lina Vieira. Ela não lembra a data do encontro com Dilma Rousseff e acredita que poderá consultar suas agendas ao desencaixotar a mudança que mandou para o Rio Grande do Norte. Tomara que consiga, porque o registro de encontros como esse faz parte da boa prática da administração pública. Fica combinado que não se pode exigir de Dilma Rousseff a prova de que não se encontrou com Lina Vieira.

Pela narrativa da ex-secretária, a conversa aconteceu no Palácio do Planalto. Mesmo na hipótese absurda de não haver registro em qualquer das duas agendas, haverá pelo menos algum vídeo da chegada de Lina Vieira à Casa Civil. Ela conta que entrou pela garagem. Novamente, deve haver registro. O encontro, pedido pela secretária-executiva (põe executiva nisso) Erenice Guerra, deveria ser "sigiloso". Sigiloso é uma coisa, clandestino, bem outra.

Fonte: Coluna do Elio Gaspari na Folha

Por: Samuel P. Teles

De “Doutores” e “Excelências” – Por: José Nilton Mariano Saraiva

Uma particularidade que caracteriza o nosso blog é a diversidade e miscelânea cultural (formal) dos seus integrantes. Sem deixar de reconhecer e realçar, com louvor, a colaboração absolutamente necessária e inestimável de pessoas que, por uma ou outra razão, não tiveram a condição, oportunidade ou privilégio de obter o tal do “canudo” (tal qual o nosso atual Presidente da República), mas que têm, sim, conhecimento, competência e discernimento de sobra para externar suas expressões e conceitos sobre os mais diversos temas, por aqui temos uma série interminável de “doutores”. É doutor que não acaba mais; doutor que dá no meio da canela. São advogados, médicos, economistas, historiadores, músicos, psicólogos, jornalistas, odontólogos, pedagogos, engenheiros e por aí vai. Poderíamos, até, conjecturar que o nosso blog se trata de uma plêiade ou repositório de “notáveis”.
Como, no entanto, fazemos parte de uma mesma comunidade virtual, de um mesmo e privilegiado espaço, seria sacal ou despropositado se, de repente, começássemos a nos tratar de doutor pra cá, doutor pra lá, doutor fulano, doutor sicrano e tal, embora seja compreensível que os que labutaram heroicamente durante quatro, cinco ou seis anos em uma faculdade ( fora a pós graduação e a especialização ) tenham obtido, de fato e de direito, a prerrogativa de assim serem reconhecidos e tratados. Não se há de lhes tirar o mérito, muito pelo contrário.
Ainda assim, tomamos a liberdade de sugerir que, pelo menos aqui entre nós, mandemos às favas tal formalidade, cessemos os excessos de mesuras, extingamos o rigor nomenclatural, anulemos o preciosismo, revoguemos títulos, graduações e pós.
Tal reflexão se nos apresentou quando, nesses dias, frente à telinha, assistindo às TVs Senado ou Câmara, nos defrontamos com nossos “bravos e nobres” parlamentares a se agredirem mutuamente (quase que chegando às vias dos fatos), a se digladiarem verbal e desrespeitosamente, a se acusarem de ladrão, corrupto, bandido e coisas outras, a aventarem a possibilidade de que ocorra em pleno plenário alguma sessão de bang-bang explícito, algum duelo de titãs (tal qual no velho oeste americano), enfim, a se mostrarem como realmente o são, sem que, para tanto, antes, em atendimento a uma esdrúxula determinação regimental, empreguem, usem e abusem da outrora nobre, mas hoje desgastada e suja expressão “excelência”, ao dirigirem-se uns aos outros, numa encenação nojenta, hipócrita e abominável. E é por isso que a classe política enfrenta o descrédito atual.
E, aqui pra nós, não almejamos que o nosso querido blog seja comparado - nem de longe - à Câmara ou ao Senado Federal, não é verdade ???

Autoria e postagem: José Nilton Mariano Saraiva (economista, com graduação pela Universidade Federal do Ceará, mas que prefere ser tratado simplesmente por “Mariano”).

Revolucionários do Olhar. - Por Gisele Kato.

Dois nomes fundamentais na arte do século 20 ganham no Brasil exposições à altura de sua importância. Vemos o mundo de um jeito diferente graças a Matisse e Chagall.


Quem não se lembra das filas enormes em frente ao prédio da Pinacoteca do Estado de São Paulo em junho de 1995? Na época, 183 mil pessoas foram ao museu atrás dos bronzes de Auguste Rodin. O recorde de visitantes, até então inédito para uma exposição no país, entrou para a história das instituições culturais como uma espécie de marco. Rodin provou aos museus que aqui havia um público interessado em arte e assim inaugurou a era das grandes mostras internacionais no país. Ajudados pelas leis de incentivo, os museus trataram de se preparar para eventos desse porte. E hoje pode-se dizer que o Brasil não só está inserido em um circuito de prestígio como também exporta iniciativas. A programação que começa neste mês e vai circular por diferentes cidades reforça nosso lugar no mapa das exposições importantes que rodam o mundo. Em Belo Horizonte, a Casa Fiat de Cultura apresenta O Mundo Mágico de Marc Chagall (o mesmo museu traz, também, uma retrospectiva de Rodin — mais modesta, porém, do que a que esteve no Brasil em 1995). Em outubro, a mostra de Chagall aporta no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Já a Pinacoteca do Estado de São Paulo aposta todas as fichas em Matisse Hoje, a partir de setembro.

As duas exposições foram produzidas especialmente para o Brasil. Com cerca de 300 obras, incluindo séries completas de gravuras fundamentais para a trajetória do pintor russo, a mostra de Chagall, com curadoria de Fábio Magalhães, é a maior exibição dedicada ao artista desde a sala especial na Bienal Internacional de São Paulo, em 1957. Com peças de diferentes coleções, tanto públicas como privadas, a individual resulta de um esforço de negociação só possível agora que o Brasil já construiu uma tradição de grandes mostras. Temos hoje credibilidade junto aos mais importantes museus do mundo, ingrediente essencial na lista de negociações necessárias para chegar a números superlativos como esses.

No Ano da França no Brasil, a exposição de Matisse, um desejo do diretor Marcelo Araújo desde que assumiu a Pinacoteca, já se abre ao público com um status imbatível: trata-se da primeira individual do artista francês no país. Impõe-se, portanto, como a chance de corrigir uma das faltas mais graves no repertório cultural dos brasileiros. Matisse está entre os nomes mais revolucionários da história da arte, e seu legado influencia a produção artística mundial até hoje. Com 80 obras, provenientes de acervos de museus internacionais e colecionadores dos mais respeitados, a exposição também resulta de acordos rigorosos, em uma sequência de combinações que se aproxima de uma verdadeira ação diplomática. Atesta, ainda, a confiança de que o Brasil dispõe atualmente no segmento, já que vem assinada por uma curadora francesa: Emilie Ovaere, ligada ao Museu Matisse, de Le Cateau-Cambrésis. A expectativa de público para a mostra é tão alta que a entrada da Pinacoteca será reformada para melhor acolher as pessoas.

Por: Gisele Kato

fonte:http://bravonline.abril.com.br

BlogPoem: Convocação - Rosemberg Cariry


Convocação

Poeta
Chega de cantar
O amanhã quer vira
O dia já se inicia
E tudo está por ser feito

Poeta
O tempo é este mesmo
E trata-se agora de semear
A palavra forte
A ação precisa

De que vale a arte
Que não transforma o homem?
De que vale o homem
Que não transforma o mundo?

Poeta
O amanhã começa hoje
- Todos em seus postos
Se brilham nossos corações
Que de luta
Incendeiem-se nossos passos

Rosemberg Kariry

(Inarion ou Na ponta da língua eu trago trezentos mil desaforos)

Texto enviado por Alexandre Lucas

Intervenção de graffiti marca início das obras do CCBB Belo Horizonte


O início das obras de restauração e adapatação do prédio onde funcionará o Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte foi marcado por uma grande festa entre os cidadãos mineiros. Cerca de 300 alunos das escolas públicas acompanharam a apresentação da Companhia de Circense Trampulim e a intervenção de graffiti nos tapumes que envolvem o canteiro de obras, realizada pelos jovens dos programas Valores de Minas e Fica Vivo!. Para lançar seu quarto centro cultural no pais, o Banco do Brasil esta investindo cerca de R$ 21 milhões no espaço, que soma 12 mil metros quadrados. Ao lado do secretário de Cultura, Paulo Brant, do vice-presidente do Banco do Brasil, Robson Braga, e do superintendente estadual do banco, Tércio Luiz Pascoal, jovens, crianças, artistas e arquitetos, além de servidores do Estado, deram um abraço simbólico no edifício, construído em 1926.

“Vai ser um grande marco para Belo Horizonte. A capital precisa ser o pólo cultural de Minas, que ainda não é. Então, acho que esse circuito pode ser o veículo de transformação de Belo Horizonte na grande porta de entrada da cultura de Minas Gerais. Agora ele está ganhando concretude, e os impactos já começam a se fazer sentir”, afirmou Brant em referência ao "Circuito Cultural Praça da Liberdade", dentro do qual esta integrado o projeto. O CCBB Belo Horizonte terá teatro com espaço para 300 lugares, seis salas de exposição, cafeteria, sala de programa educativo, sala multimeios, loja de produtos culturais e área administrativa, se posicionando entre um dos maiores do Brasil. O espaço tem carater multidisciplinar e oferecem programação regular com foco na qualidade, diversidade, a preços acessíveis, dirigida a todos os segmentos da sociedade.

Na ocasião, o superintendente estadual do Banco do Brasil, Tércio Luiz Pascoal, salientou que o Centro Cultural colocará a capital mineira no circuito internacional de cultura. Segundo ele, todo o espaço será concluído em 2011, mas em março do próximo ano, algumas atividades já poderão ser realizadas no local. O projeto de restauração arquitetônica e artística será de responsabilidade do arquiteto Flávio Grillo, sendo o projeto arquitetônico assinado por Eneida Bretas e Jayme Wesley de Lima. As obras ainda serão acompanhadas pelo Iepha-MG. “Quando ele estiver em pleno funcionamento, vamos colocar Belo Horizonte e Minas Gerais no circuito cultural internacional. Assim como já existem hoje centros culturais do Banco do Brasil em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Brasília. E Minas, por ter uma peculiaridade muito forte na questão de cultura, vai se tornar o maior, o centro cultural mais importante do Brasil. Não só shows, mas exposições, mostras, artes plásticas, sessão de teatro, cinema, ou seja, é todo um aspecto de informação cultural em disponibilização para a sociedade mineira”, disse.

Por: Thamires Andrade

Programa Cariri Encantado com o multimidiático Dihelson Mendonça


O programa Cariri Encantado desta próxima sexta-feira, dia 14, fará o lançamento radiofônico do CD “A Busca da Perfeição”, de autoria do músico e compositor cratense Dihelson Mendonça, que será entrevistado e falará sobre o processo de produção do disco, bem como de outras atividades que exerce nos campos da comunicação e da arte.

Segundo Dihelson, “O CD A Busca da Perfeição é um CD de idéias, não um CD de músicas convencionais para se escutar no rádio e dançar bolero. Pelo menos não foi essa a intenção do autor. Este é um trabalho, sobretudo, para fazer pensar e questionar. Um trabalho conceitual, em que por sua temática, não busca proselitismo, mas sim a disparidade de conceitos...”

O Programa Cariri Encantado acontece com o apoio do Centro Cultural BNB Cariri e é veiculado todas as sextas-feiras, das 14 às 15 horas, na Rádio Educadora do Cariri, 1020. É apresentado por Luiz Carlos Salatiel e Carlos Rafael Dias.

Por: Carlos Rafael Dias

Previsão do Tempo e Almanaque - 12 de Agosto de 2009

Bom dia, meus amigos e amigas que fazem parte do Blog do Crato, neste 12 de Agosto de 2009. Estive um pouco ausente ( e alguém notou ? ), porque estou trabalhando em coisas que em breve tornaremos público ( é surpresa mesmo ). A previsão do tempo para hoje, segundo as fontes de meteorologia, como o site Climatempo, para o Crato, é de dia bom, com sol, algumas núvens e sem chuvas. Temperatura máxima de 25 e a mínima de 16 graus.



ALMANAQUE

No dia 12 de agosto, a Igreja Católica celebra o dia de Santo Inocêncio XI

No dia 19 de maio de 1611, nasceu, na cidade de Como, na Itália, aquele que se tornou o papa Inocêncio XI. Os pais, Livio Odescalchi e Paula Catelli de Grandino, ambos de famílias influentes e da nobreza, batizaram o menino com o nome de Bento Odescalchi. Na infância, foi entregue para ser educado pelos jesuítas. Aos onze anos, ficou órfão de pai e, aos dezenove, de mãe também. Orientado pelo tio paterno, seguiu estudando direito em Nápoles e Roma. Em 1645, o papa Inocêncio X nomeou-o cardeal diácono da Igreja e, em 1650, foi nomeado bispo de Novarra. Depois, sucedeu esse sumo pontífice, passando a chamar-se Inocêncio XI, em 1676. Uma de suas primeiras atitudes ao assumir a direção da Igreja foi advertir os cardeais sobre os males do nepotismo instaurado dentro do clero. O resultado foi muito positivo, pois conseguiu acabar com o déficit do tesouro da Santa Sé num período de dois anos. Mas uma das maiores batalhas que o papa Inocêncio XI travou foi com o rei francês Luiz XIV, que não respeitara os direitos da Igreja a ponto de convocar uma assembléia dos bispos e padres franceses para promulgar quatro artigos que reduziriam sensivelmente os poderes do papa sobre a Igreja francesa. Entretanto Inocêncio XI atuou firmemente e anulou os quatro artigos impostos pelo rei, e ainda puniu os bispos que assinaram tal documento.

Ele foi um papa voltado às carências e ao sofrimento dos mais pobres. Ficou conhecido como "pai dos pobres". Era um homem preocupado com a doutrina da fé e da moral. Também apoiou o rei polonês Sobieski, que derrotou os turcos em Viena. Incentivava os fiéis à comunhão e insistia na educação do clero e na reforma da vida dos monges. O papa Inocêncio XI morreu no dia 12 de agosto de 1689 e foi beatificado em 1956, pelo papa Pio XII, apesar dos veementes protestos e resistência dos clérigos franceses.

HOJE NA HISTÓRIA

O Lançamento do primeiro carro FORD

Nesta data, em 1908, era lançado o primeiro carro Ford modelo T, ao preço de 900 dólares, um veículo confiável, robusto, seguro, simples de dirigir e principalmente barato. Qualquer um era capaz de dirigi-lo ou consertá-lo, sem precisar de motorista ou mecânico. Como diríamos hoje em dia, numa expressão atualmente em voga, era um produto user-friendly(amigo do usuário). A fabricação desse modelo ganharia notável incremento a partir de 1913, quando Henry Ford, inspirado nos processos produtivos dos revólveres Colt e das máquinas de costura Singer, implanta a linha de montagem e a produção em série, revolucionando a indústria automobilística. O T era o primeiro carro projetado para a manufatura.

Pode-se afirmar com segurança que a indústria automobilística começou a partir deste momento, pois, até então, fabricado artesanalmente, o automóvel ainda era visto com desconfiança pelos americanos. Não passava de um brinquedo barulhento, perigoso e caro. Com estas inovações, em vez de um operário ficar responsável pela produção de todas as etapas de um carro, várias pessoas ficavam responsáveis pela produção de etapas distintas de vários carros. Henry Ford criou um engenhoso sistema de esteira, que movimentava o carro em produção em frente aos operários, para que cada um executasse a sua etapa. Isto aumentou em muito a produtividade, pois um carro ficava pronto a cada minuto. Em conseqüência, o custo de cada unidade caiu em relação aos concorrentes existentes no mercado. E a queda de preço foi constante: em 1908, ano de seu lançamento, a unidade custava US$ 850;; em 1927, último ano de sua fabricação, o preço havia despencado para US$ 290. Por estas razões, o T conquistou o público americano e de outros países. Em 1914 é iniciada sua fabricação na Argentina. Em 1917, é lançado o caminhão Modelo TT. Em 1919, a Ford se torna o primeiro fabricante de automóveis no Brasil, com a produção do carro e do caminhão dessa linha. Em 1920, mais da metade dos veículos que circulavam ao redor do mundo eram modelos T e podiam ser vistos até em países distantes como Turquia e Etiópia. Um Modelo T ainda em atividade no século 21

Durante a Primeira Guerra Mundial, o Modelo T foi empregado amplamente, até mesmo como ambulância, e correspondeu nas condições mais adversas. A produção do Modelo T foi mantida até 1927. Alguns meses depois de realizar uma cerimônia para apresentação do carro nº15 milhões, Henry Ford concluiu que era hora de o Modelo T ceder o lugar a uma nova geração de produtos. O recorde de quase vinte anos de produção e mais de quinze milhões de unidades produzidas, só foi superado em 1972. Como parte das comemorações de seu centenário, em 2003, a Ford restaurou seis unidades do Modelo T. A versão de 2003, denominada Modelo T-100, foi fabricada totalmente à mão, sendo idêntica à original de 1914.

Fontes: Edições paulinas, 10emtudo, Wikipedia

A Certeza da Vida - Maria Helena Almeida


Cai uma lágrima na minha mão. É a saudade dos anos perdidos, daqueles que já partiram, os afectos, as lembranças tudo vem ao de cima. O meu coração está a secar, por isso enxugo as lágrimas que teimosamente caiem. Tudo está na arte de sabermos quando caimos e nos devemos levantar. às vezes as quedas permiti-nos ver os nossos erros e então caminhamos, mesmo que seja a passos lentos, por um caminho mais seguro, tal como diz o autor e muito bem. Tudo depende da nossa mente e da nossa vontade de querer mudarmos o nosso destino e o nosso rumo.

Achar a cura da mente e do corpo! Será sempre um enigma e um desafio para cada um de nós. Quando conseguirmos parar o motor que nos invade a cabeça, tudo deixará de fazer sentido; somos movidosa por algo que nos invade os ouvidos. Ao acordar o primeiro barulho, que por vezes canso-me de tanto o escutar e sempre que me deito é o último som. O mal do corpo é até por ele provocado e, o emaranhado que circula é tanto que me sinto vazia, sem que nada de novo apareça, parecendo que tudo já foi vivido; mas não. “ELA” é a tal falsa amiga que nos acompanha e eu já deixei de a escutar, de dar-lhe sentido, pois quero mudar a minha história.

Ainda aqui me encontro junto ao mar, e os raios de sol rompem as cortinas. Ergo a cabeça pois uma nova vida vai começar e um novo mundo conhecer. Saber viver será para sempre, entre teorias, premissas e argumentos, o melhor só os condimentos. Será má a percepção?! A certeza que tenho é que um pássaro que pousou no meu ombro foi uma simples história que ele me contou. Agarro-me à vida e aos meus queridos amigos com todas as forças para que nunca me abandonem e faço uma pausa para mais um pouco aprender e, é nessa vivência que reside a arte de viver. Foi tudo um sonho!...

Autora: Maria Helena Almeida

Supermercados negam que sejam responsáveis por aumento do preço do leite


Brasília - Os problemas climáticos nas regiões Sul e Norte e o valor da embalagem do leite longa vida são os responsáveis pelo aumento do preço do leite ao consumidor, segundo o setor varejista. Em audiência realizada hoje (11) na Câmara dos Deputados, os supermercados foram apontados pela Confederação Nacional da Agricultura (CNA) como culpados pela alta no preço do produto.

O presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Sussumu Honda, defendeu o setor. Ele afirmou que os supermercados “não ganham dinheiro com a venda de produtos lácteos” e que o lucro do varejo com a venda de derivados do leite não superou a média de 15%. Honda pôs à disposição dos deputados as tabelas dos preços de compra e posterior repasse do produto para comprovar que o setor não é o responsável pela alta do leite.

“Tradicionalmente, o preço do leite sobe no primeiro semestre e cai no segundo. Agora, existe uma série de fatores, uma conjuntura específica, que levou a essa situação do leite subir abruptamente. Tivemos seca no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e enchentes em todo Norte, praticamente. Isso acabou impactando a produção e também o preço”,argumentou Honda. “O leite é uma commodity e quando há falta do produto o preço sobe muito rapidamente”, completou.

O presidente da Abras rebateu a acusação da CNA. “Não podemos partir de pesquisas feitas a partir da alta dos preços e estabelecer margens. Isso é errado, não tem metodologia para isso”, afirmou. “A Abras já colocou à disposição os dados do preço de entrada e saída dos produtos para que os deputados possam verificar quais são as nossas margens, que, tradicionalmente, não ultrapassam 15%, na média”, acrescentou.

Para diminuir o impacto do preço das embalagens no valor total do leite, Honda sugeriu que o país invista em novas tecnologias de empacotamento em sacolas de plástico. “Tivemos a informação do preço da embalagem [longa vida], que custa R$ 0,38. A embalagem é um fator preponderante na proteção do leite até para que ele possa durar seis meses. É uma embalagem especial que, quando comparada ao valor agregado do produto, fica muito cara.”

Ele descartou que o preço da embalagem longa vida seja repassada aos supermercados. “Não podemos dizer que a embalagem seja um agregador de lucro [para o setor varejista], como colocou aqui [a CNA], e que é a cadeia de varejo estaria tendo esse lucro.”

Honda disse, no entanto, que o preço do leite, que chegou a R$ 3 em algumas regiões do país, já está em queda e os consumidores já encontram o produto por cerca de R$ 1,50. “O consumidor já vai sentir isso neste mês e mais ainda em setembro.”

Fonte: Agência Brasil

Produtor diz que também não é culpado pelo aumento do preço do leite, diz dirigente da CNA


Brasília - O presidente da Comissão Nacional da Pecuária de Leite da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Ronaldo Sant'ana Alvim, negou hoje (11) que os produtores de leite sejam os responsáveis pela alta do preço do produto dos últimos meses, que chegou a superar os R$ 3 em alguns estados. Ao participar de audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara, ele disse que o preço pago aos produtores corresponde apenas a cerca entre 1,9% e 2,2% do valor repassado aos consumidores.

“Quando ocorre os picos nos preços do leite longa vida na gôndula do supermercado, os produtores nunca participam disso. A relação que existe normal de preço da indústria, vendendo para o varejo em relação ao que o produtor, é remunerado entre 1,9% a 2,2%”, afirmou o representante da CNA aos deputados. “Ou seja, o preço que a indústria está vendendo para o atacado é em torno de duas vezes mais do que o valor pago pela matéria-prima ao produtor”, acrescentou.

Para Alvim, a culpa pela alta do preço do leite é da indústria de processamento, do monopólio da fabricação das embalagens de leite longa vida e também dos supermercados. “É preciso que a sociedade brasileira compreenda que produtor de leite, neste país, não é formador de preço, ele é tomador de preço. Formam o preço e o que sobra dão para ele. Essa é a realidade e a relação conflituosa que exite dentro da cadeia [produtiva]”.

Ele também criticou o governo, que teria autorizado a importação de leite de países do Mercosul, como Uruguai e Argentina, a preços abaixo dos vigentes no mercado. Para ele, é preciso que os produtores estejam unidos em cooperativas, como ocorre em outros países do mundo, para acabar com essa distorção.

“Os produtores têm que entender que no mundo inteiro a agropecuária é cooperativada e mais ainda o leite”, argumentou. “Se olharmos para o país mais eficiente do mundo, que detém mais de 35% da fatia do mercado mundial, que é a Nova Zelândia, 100% do leite naquele país é [captado] em cooperativas e cooperativas grandes, com escala.”

Segundo o presidente da Comissão Nacional da Pecuária de Leite da CNA, na Nova Zelândia, apenas uma cooperativa capta 95% da produção de leite. Ele citou também o exemplo dos Estados Unidos, onde uma cooperativa capta 23 bilhões de litros por ano, o que corresponde a quase toda a produção brasileira.

“Não pode ter indústria? Claro que pode haver, comprando leite, matéria-prima, e os produtores organizados. Temos que entender que na pecuária leiteira uma andorinha não faz verão e catitu fora da manada é comida de onça”, comparou.

Alvim afirmou também que resistência dos produtores de leite no país em se organizar em cooperativas ocorre devido a experiências fracassadas. Mas, para ele, o fracasso no passado não foi reflexo do modelo e sim das pessoas que estiveram à frente das cooperativas. “Não fomos bem-sucedidos nas cooperativas que tivemos, que chegaram a captar 60% do leite do país por uma questão de gestão. Temos que profissionalizar a gestão das nossas cooperativas”, sugeriu.

Ivan Richard
Repórter da Agência Brasil

A Conclusão sobre o aumento do leite:


"Chegamos à conclusão que a culpada pelo aumento do leite, é a vaca..."

Abraços,

Dihelson Mendonça

Lugar Aprazível no Cariri...

Olá, Amigos,

Raramente, o Blog do Crato faz anúncios enviados por nossos membros ( já que todo anúncio deveria ser pago, para ajudar a manter o Blog e os sites no ar ), mas não podemos deixar de anunciar essa dica que o professor Adamo Xenofonte nos traz, e anda divulgando pela internet:




Adamo Xenofonte

Professor Coordenador do Laboratório Educativo de Informática
Escola SESI - Hermenegildo de Brito Firmeza

A Estranha Beleza da Língua Portuguesa


Este texto é dos melhores registros da língua portuguesa que tenho lido sobre a digníssima 'língua de Camões', a tal que tem fama de ser pérfida, infiel ou traiçoeira.

Um político que estava em plena campanha chegou a uma pequena cidade, subiu para o palanque e começou o discurso:

- Compatriotas, companheiros, amigos! Encontramo-nos aqui, convocados, reunidos ou juntos para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual me parece transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou junta é a minha postulação, aspiração ou candidatura a Presidente da Câmara deste Município.

De repente, uma pessoa do público pergunta:

- Ouça lá, porque é que o senhor utiliza sempre três palavras, para dizer a mesma coisa? O candidato respondeu:

- Pois veja, meu senhor: a primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como intelectuais em geral; a segunda é para pessoas com um nível cultural médio, como o senhor e a maioria dos que estão aqui; A terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, digamos, como aquele bêbado, ali deitado na esquina.

De imediato, o bêbado levanta-se a cambalear e 'atira':

- Senhor postulante, aspirante ou candidato: (hic) o facto, circunstância ou razão pela qual me encontro num estado etílico, alcoolizado ou mamado (hic), não implica, significa, ou quer dizer que o meu nível (hic) cultural seja ínfimo, baixo ou mesmo rasteiro (hic). E com toda a reverência, estima ou respeito que o senhor me merece (hic) pode ir agrupando, reunindo ou juntando (hic) os seus haveres, coisas ou bagulhos (hic) e encaminhar-se, dirigir-se ou ir direitinho (hic) à leviana da sua progenitora, à mundana da sua mãe biológica ou à puta que o pariu!

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