xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 12/07/2009 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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12 julho 2009

É tudo culpa do Lula! – por Carlos Eduardo Esmeraldo


Causou-me espanto uma nota lida aqui no Blog do Crato, datada de hoje, 12 de julho de 2009, redigida pelo bacharel paulista Pedro Cardoso da Costa, sob o pomposo título: “Assassinatos durante o governo Lula: 320 mil seres humanos em 8 anos.” Confesso que antes, eu jamais tomara conhecimento de tão macabra estatística. É claro que devemos lamentar a perda de tantas vidas humanas serem ceifadas prematuramente e de forma tão cruel, muitas vezes por motivos banais, como o ciúme ou uma insignificante dívida de dois reais não honrada.

Posso estar enganado. Mas fiquei com a nítida impressão de que o autor dessa crônica desejou implicitamente imputar ao presidente Lula a responsabilidade por esses alarmantes crimes terem ocorridos nos últimos oito anos do seu governo. Em primeiro lugar, o atual governo tem exatamente sete anos, seis meses e doze dias de duração. Então estão sobrando pelo menos vinte mil crimes que cabem ao governo anterior.

É bem verdade que as diretrizes e as políticas de segurança pública devem ser norteadas pelo poder central, através de legislação específica emanadas do poder legislativo. Mas a execução dessas políticas e principalmente a repressão ao crime é de inteira responsabilidade dos governos de cada estado brasileiro.

Temos observado que a insegurança no Brasil vem crescendo assustadoramente desde os anos de 1970 por uma série de fatores que não nos cabe aqui analisar com detalhes. Mas, a partir desses anos, houve uma liberalização geral dos costumes, uma extraordinária mudança de comportamento das classes sociais, antes predominante rural, o aumento do consumo dos mais diferentes tipos de drogas, além da exagerada concentração de renda que propiciou um descomunal inchaço das cidades brasileiras.

Políticas econômicas centradas exclusivamente no lucro, na produtividade acima de tudo e na exaltação do deus mercado auto-regulador, como as propostas pelo neoliberalismo posto em prática nos últimos quinze anos do Plano Real são as principais responsáveis pelo confinamento de seres humanos em guetos miseráveis e favelas sem nenhuma condição de oferecer um mínimo de dignidade à vida.

Desejar atribuir ao presidente Lula a culpa exclusiva por esse alarmante índice de criminalidade é equivalente a afirmar que ele é também responsável pela crise política do Irã, pela escalada da violência no Oriente Médio ou pela atual derrocada do capitalismo mundial. Vislumbra-se aqui, quão violenta será a campanha política do próximo ano e a inserção de tais matérias num blog de âmbito exclusivamente regional nos dá conta disso.

Por Carlos Eduardo Esmeraldo

Greves - Por: João Ludgero


Estamos vivenciando um tempo de greves. Professores, Demutran, funcionários da Justiça, trabalhadores públicos federais, estaduais e municipais em geral. Quando os proletários recorrem ao direito de cruzarem os braços por truculência dos patrões, logo, logo, aparece uma liminar burguesa contra os trabalhadores forçando-os a voltarem ao trabalho, como nos tempos da escravidão, só que o chicote é legal, pois têm o apoio daqueles que não julgam processos favoráveis aos trabalhadores por falta de tempo, más não falta tempo para uma medida contra greves e grevistas rapidamente.
Mas de greve em greve, de pressão em pressão, os trabalhadores conquistam, por fim, o salário novo e melhores condições de trabalho. E mesmo que no Crato o salário seja de R$ 1,00 contra 2,00 R$ no Juazeiro, isso não quer dizer que não haja um novo salário - desigual para fome igual, é claro, mas bastante para que os patrões considerem qualquer nova reclamação como sendo obra de desordeiros, baderneiros, comunistas ou preguiçosos!
Quando as greves fracassam, culpamos a quem? Eu na minha humilde opinião acredito que o fracasso vêm da falta de cooperação. Sabemos que a grande maioria dos trabalhadores grevistas têm boa-fé, que não enganam, mas se enganam. Não conhecendo, nunca tendo visto nem imaginado outra prática a não ser a prática burguesa, muitos proletários pensam que seria de bom alvitre recorrer a esta mesma prática para combater os donos dos meios de produção. É um grande erro. Esses trabalhadores ingênuos não se dão conta da imensa força que o monopólio da riqueza, de uma prática secular capitalista, assim como o apoio aberto ou mascarado, mas sempre ativo, dos Estados, e toda a organização da sociedade atual, dão à burguesia sobre nós proletariados. É uma luta demasiada e desigual onde esperar um sucesso razoável nestas condições, chega a ser algo quase impossível. Além disso, as armas dos patrões públicos e privados, são terríveis, como a concorrência desenfreada, a guerra de cada um contra todos, a “prosperidade” conquistada através da desgraça dos outros, estes meios só servem à burguesia, pois destroem, necessariamente, a solidariedade e a cooperação, únicas forças dos trabalhadores, onde na ausência destas temos o enfraquecimento das GREVES!

Por: João Ludgero

Exemplos “edificantes” dos nossos “íntegros" políticos e o exercício imemorial da "boquinha"

Heráclito Fortes ( DEM-PI ) diz que Luciana Cardoso (filha de FHC) foi “injustiçada”. “A menina precisava TRABALHAR pra viver. Quando o Fernando Henrique foi embora do Palácio da Alvorada, me disse: “Nossa maior preocupação é a Luciana, que precisa ficar em Brasília”. O marido dela é funcionário público, trabalha no Itamaraty, entende? Então, eu disse: “Não se preocupe, presidente”. Ela ORGANIZAVA RECORTES ( "que trabalhão" ) para montar uma biografia minha. A Luciana é tão correta que, quando a dona Ruth estava muito mal, em São Paulo, ela pediu autorização para ficar com a mãe. Depois da morte, ela me ligou perguntando se podia ficar mais uns dias. Numa situação daquelas, ainda perguntou se podia, entende?”

Tião Viana ( PT-AC ), um dos mais atuantes do “grupo ético”, atende ao chamado de “um minutinho” do repórter e prega, pela enésima vez, o afastamento do maranhense José Sarney da presidência do Senado. Quando se pergunta COMO SUA FILHA CONSEGUIU GASTAR R$ 14 MIL em telefonemas de celular, disparados do México e pagos pelo Senado, Viana faz uma expressão de quem acabou de comer um pirarucu estragado. “Já disse o que tinha de dizer sobre isso. Deixa cicatrizar. O Jarbas Vasconcellos passou dois meses sem falar, eu também tenho direito. O dinheiro não é do Senado, é meu.” Vai pagar em quantas vezes mesmo? 72? “Depois a gente fala, amigo…”

Arthur Virgílio ( PSDB-AM ) dá entrevista para uma TV e defende a saída de Sarney. A reportagem aproveita o ensejo. Senador ficou a dúvida: foram R$ 10 mil ou US$ 10 mil (emprestados a ele por Agaciel Maia)? “R$ 10 mil”, diz ele, com a bochecha intumescida e vermelha. “Eu estava numa situação, mestre, em que você faria a mesma coisa ( pedir R$ 10 mil a um assessor que pediu ao diretor-geral do Senado ). NAQUELA SITUAÇÃO, NÃO EXISTE SANTO. Qualquer ser humano faria. Já está tudo saldado”.
Fonte: site Luis Nassif – Postagem: José Nilton Mariano Saraiva

Um agradecimento ao José Nilton Mariano


Gostaria de agradecer de público ao nosso amigo e colega de Blog, José Nilton Mariano, por ter se adiantado, e numa bela iniciativa, estará trazendo o restante dos meus CDs de Fortaleza. Isso é uma boa notícia aos que participaram das gravações, que nessa semana, irão poder receber seus discos, bem como os outros amigos. Estávamos dependendo apenas dessas caixinhas para fazer a distribuição, e pensar numa festa de lançamento.

Fica aqui registrado o meu carinhoso agradecimento ao José Nilton Mariano, pela iniciativa, que eu não tomei, pelo se adiantar e resolver um problema que já durava semanas, e posso dizer que ele é parte integrante do time que ajudou a construir esse trabalho, juntamente com os outros 30 integrantes. Uma pena que o nome dele não está gravado nos agradecimentos do CD, no Encarte, mas que certamente, estará gravado nos nossos corações e na história desse CD, chamado "A Busca da Perfeição".

Muito Obrigado, Mariano,

CD - A BUSCA DA PERFEIÇÃO

Trabalho de música contemporânea que reúne 34 faixas musicais, poemas musicados e arte gráfica, sobre os grandes questionamentos da existência humana.

Autoria: Dihelson Mendonça, Pachelly Jamacaru e Reginaldo Farias.
Participação especial de mais de 30 convidados, poetas e escritores
Encarte fotográfico de 100 páginas com poemas, fotografia, arte e textos.

Breve, em Crato, Juazeiro, Fortaleza, e outras capitais.
Em Crato: Amilton Som.

Dihelson Mendonça

Coluna Tarso Araújo de Hoje ( O POVO ) publica artigo interessante sobre o Bairrismo no Cariri.

O Jornalista Tarso Araújo publicou uma nota na sua tradicional coluna Tarso Araújo, do Jornal "O Povo" de hoje, que eu particularmente, achei muito pertinente, e recai em cheio sobre umas discussões que se tem feito nos sites de internet do cariri, sobre bairrismo e desenvolvimento. Tarso aponta que alguns tentam ressussitar bairrismos superados. Esta é exatamente a minha opinião também a despeito de algumas publicações que alguns têm feito, tentando nutrir um Ódio de Cratenses contra Juazeirenses, que não tem o menor sentido. Coisas que nossos antepassados já deveriam ter sepultado há décadas, e que eu particularmente atribuo a esse bairrismo e ódio, o fracasso do Crato ao longo de 3 décadas de atraso, tentando frear, por simples orgulho tolo, o progresso da cidade de Juazeiro, de um povo que trabalha dia e noite sem se importar nem se o Crato existe ou não. É um puxão de orelhas correto, que vem somar ao nosso clamor por um debate sério sobre as verdadeiras vocações desenvolvimentistas do Cariri como um todo. Não se pode conceber mais Crato separado de Juazeiro, e Juazeiro separado de Barbalha. Temos que pensar no desenvolvimento regional, agora, resguardando que cada cidade possa se desenvolver também, e não apenas a metrópole.

Eis o artigo publicado no Jornal "O Povo":

SOBRE BLOGS

"Alguns colaboradores dos blogs caririenses - residentes noutras paragens e desconhecedores da realidade local - tentam (em vão) ressuscitar bairrismos superados. Um deles - morador em Brasília há mais de quatro décadas - insiste em desconhecer a denominação oficial, aprovada pela Assembléia Legislativa do Ceará, e só escreve: “Região Metropolitana de Juazeiro”, “Metrojuá” ou “Juabc” (sic). Outro, um usuário de um blog cratense, tenta dar fôlego a um bairrismo extremamente prejudicial, morto há décadas, tentando jogar Crato contra Juazeiro. É anacronismo puro! Hoje, na conurbação Crajubar (Crato, Juazeiro e Barbalha) não existe mais clima para uma falsa sensação de superioridade de qualquer uma cidade em relação às demais. "

Fonte: Tarso Araújo - Coluna Tarso Araújo do Jornal "O Povo" Edição de hoje, Domingo, 12 de Julho de 2007

FUTURO BRILHANTE - Jovens têm novas perspectivas com a orquestra

Juliana da Sila é integrante da Orquestra de Rabecas. Iniciou ainda criança e nunca tinha ouvido falar na existência do instrumento (Foto: ELIZÂNGELA SANTOS). Os jovens continuam na estrada iniciada pelo maestro, Di Freitas, ganhando novos conhecimentos

Juazeiro do Norte. As crianças que iniciaram no Lar Assistencial Francisco de Assis (LAF) com o maestro Di Freitas, e hoje são jovens músicos da orquestra de rabecas, têm história de alguns anos para contar. Um passo da vida, que jamais teriam dado, caso não se engajassem com a música. Juliana da Silva, de 18 anos, entrou na orquestra aos nove anos. Participava de um grupo de teatro. Veio movida com a proposta de resgate da rabeca. “Não tinha ouvido sequer falar na existência da rabeca”, diz ela, agarrada com o seu instrumento, que envolve não só a atividade de tocar, mas um sentimento de paixão.

Juliana viu aquele material estranho para fazer os instrumentos. Cabaças, por exemplo. Para Di Freitas, esse material cria uma relação intrínseca com a cultura sertaneja e uma interação do instrumento com o músico. A afinidade com o instrumento e mais tarde a afinação com a música. Essa é a proposta. Juliana lembra o começo com apenas cinco pessoas. Era o Grupo de Formação de Orquestra Popular. Todos sem a mínima noção musical. No entanto, nada que o tempo e a dedicação não fossem capazes de aperfeiçoar.

Evânio Soares Silva, hoje com 19 anos, tem envolvimento com a música desde o três anos de idade. Toca pífano e zabumba, rabeca e percussão. Há três anos está na orquestra. É também instrutor. Para ele, é uma alegria poder resgatar um instrumento e ter como mestre o Di Freitas. “A gente aprende muito com ele. Minha família sabe que estou num lugar onde posso ser melhor”, ressalta.

Hoje, de acordo com Evânio, se busca um reconhecimento desse trabalho que vem sendo desenvolvido por meio da orquestra. Para ele, é uma emoção poder participar de um trabalho diferenciado.

Para Jean Alex Silva de Alencar, de 26 anos e há seis na orquestra, a experiência maior antes era com o violino. É um multi-instrumentista, canta. Havia antes um envolvimento com o erudito. “Para mim, um reaprendizado. Até então conhecia a música nordestina, os mestres a tocar. Essa vivência na orquestra me mostra um universo diferente”, ressalta. Jean é um admirador do maestro Di Freitas. “Ele ensina mesmo calado”, diz, fazendo referência ao comportamento de um músico inspirado.

Os músicos Evânio e Jean são instrutores. Estranharam a rabeca, como Di Freitas, e hoje têm uma relação maior com o instrumento e um compromisso com o aprendizado e o ensino. Os jovens continuam na estrada iniciada pelo maestro, desmistificando um som, um instrumento que vem formando vidas, dando uma trajetória de conhecimento aos novos músicos do Cariri.

ELIZÂNGELA SANTOS Repórter do Jornal Diário do Nordeste Colaboradora do Jornal Chapada do Araripe

Mensagem para Claude, Socorro Moreira e Edilma.

Acima: Claude Bloc


Acima: Socorro Moreira

Acima: Edilma Saraiva

Nas últimas semanas eu tenho observado o comportamento da humanidade mais de perto. O discurso e a prática. Aqueles que falam em Deus, mas praticam o mal. Aqueles que se aproveitam das pessoas, quer por meio da bajulação, ou de uma circunstância, para revelar-se quem realmente são. É nas horas mais únicas, diferentes do dia-a-dia que conhecemos o verdadeiro caráter das pessoas. Estou tão farto de gente ruim, que penso que as pessoas boas devem ser preservadas. E penso até que as pessoas mesmo não estando em cem por cento de concordância, devem se unir para que se combata o inimigo em comum.

Na verdade, temos muitos inimigos, sendo muitos, os preconceitos, a ganância, as vaidades, a impureza de coração, a falta de humildade, o MÊDO, o não assumir-se, e a falta de outras virtudes. Esses, eu considero os maiores inimigos do homem, muito superiores às diferenças raciais e outras, porque é do mal interior que geralm-se os males exteriores, como o ódio, que é o principal sentimento nocivo à humanidade.

Há poucas semanas, eu publiquei algumas fotos no Blog do Crato, colhidas numa bela tarde de Junho, quando Eu, Claude Bloc, Ninha, Socorro Moreira e Edilma Saraiva passamos horas de pleno prazer, alegria, e muita leveza, após uma noite linda de confraternizações. Desta tarde, colhi algumas fotos das mesmas, como quem colhia flores, que ao ver depois em casa, na tela, gostei bastante do caráter artístico, pelo uso de uma lente grande angular, e pelos ângulos inusitados, pela proximidade, como a querer entrar dentro delas e revelar as alegrias e a alma. Fiquei muito feliz e orgulhoso pelo trabalho, escolhi algumas que julguei as melhores, e publiquei no Blog do Crato como objeto artístico e um marco do que foi a tarde.

Qual não foi a minha surprêsa, quando soube que a publicação destas causou revolta nas minhas queridas amigas, que até hoje guardam um certo rancor de mim por isto. A situação já foi exaustivamente debatida, bem como os reais desígnios da arte, inclusive a fotográfica nos Blogs do Cariri, e o resultado é que tudo ficou uma coisa não resolvida e muito chata.

Tenho conversado via e-mail com a Calude Bloc, e da sua parte, disse-me que este episódio já passou, e que "bola pra frente". Entretanto, já não sinto o mesmo tipo de atitude nem comportamento amistoso por parte da Socorro Moreira, nem da Edilma Saraiva, que continuam com um tratamento frio e distante.

Pelo fato de eu ter mantido por elas desde que as conheci, um permanente carinho e reconhecimento como algumas das melhores pessoas que já conheci na vida, estranhou-me muito esse fato, que poderia ter sido conversado e tratado na pessoalidade de uma mesa de conversas e definitivamente resolvido. Infelizmente, até agora, não foi. E sendo que eu prezo a amizade mais do que qualquer outra coisa, e não vendo motivos suficientes para esse alvoroço e rancor todo, essa "revolta", esse clima de constrangimento, quero aqui, de público, convidá-las para o diálogo, como amigo que sempre fui delas, e tentar dar o primeiro passo em direção à solução definitiva desta situação, e a volta plena da amizade, tão magoada por aquele infeliz episódio. Como sempre gosto de expressar, em uma contenda, é possível que em muitos casos, todos os lados tenham razão nos seus argumentos, e assim como eu defendo que não houve qualquer intenção de denegrir a imagem das minhas queridas amigas, defendo também o sagrado direito delas da indignação pelo que foi exposto, e deste modo, se este é o caso, sem qualquer questionamento, venho a pedir-lhes minhas desculpas se a exposição das fotos causou um constrangimento para elas. Com certeza, essa não era a intenção.

Como a história demonstra, mesmo os inimigos podem ir à mesa de diálogo, e nesse caso, nem inimigos somos. pelo contrário, históricamente, temos sido amigos bastante próximos.

Portanto, fica aqui minha iniciativa do retorno pleno da amizade, aos moldes do que era antes desse infeliz episódio, e que possamos nos aprofundar nela ainda mais, pois a vida do homem neste planeta é deveras curta, breve demais. As razões humanas são efêmeras para se criar inimizades com quem não merece, e principalmente para quem tem os mesmos princípios de gosto e de direcionamento. Eu jamais gostaria de ter de levar alguma inimizade ao túmulo, especialmente em se tratando de pessoas que tanto admiro, como a Claude, a Socorro e a Edilma.

Fica aqui o meu convite à PAZ, a oportunidade de uma chance à amizade, ao amor e ao carinho, que jamais deveria ter sido interrompido. Como disse no início do artigo, o mundo jaz em guerras, em ódios e em vingança. Que não se ponha o sol sob a ira das pessoas. No mundo, já há muito ódio entre os inimigos, para que se nutra ainda mais ( e sem qualquer razão forte ), algum ódio pelas pessoas que a gente ama.

Aguardo as respostas e o retorno de Claude Bloc, Socorro Moreira e Edilma Saraiva.
O meu registro será publicado em vários Blogs e e-mails, como o meu gesto de amizade, em direção à paz. Espero contar com a simpatia de todas elas nesse gesto, e que seja conjunto, pois os nossos maiores tesouros estão em nosso coração. E quando não temos isso, nada temos nesta vida.

Abraços,

Dihelson Mendonça

Assassinatos durante o governo Lula - 320 mil seres humanos em 8 anos.



Reportagens sobre violência deveriam já merecer há muito tempo um caderno próprio em cada jornal, assim como de futebol que a maioria chama de esportes. De qualquer ponto deste país que se leia um tablóide, a manchete principal é sobre violência, de roubos, estupros, latrocínios e os milhares de assassinatos, que é a coisa mais absurda com que a sociedade brasileira aprendeu a conviver naturalmente.

Antes, em São Paulo existia a estatística de fim de semana. Variavam de 40 a 60 assassinatos da noite de sexta-feira ao domingo. Sumiram com esta estatística. Ao contrário do discurso dissimulado de autoridades, as notícias crescem porque os crimes aumentam e não o contrário. O jornal relata, mas o problema é o assassinato em massa existir.

Ninguém chega a um número exato porque não tem de onde tirar. Neste aspecto pecam os jornais por não citarem e nem cobrarem sites oficiais que registrem o número correto de assassinatos por município, em cada estado e o resultado no país, com registro, soma e total. Dificultam para tentar amenizar o que só os responsáveis não querem ver. Não existe uma família que não tenha tido um ente muito próximo assassinado, quando não toda a família.

No jornal Folha de São Paulo de 29 de maio de 2009, José Sarney escreveu que são 40 mil ao ano. Diogo Mainardi precisou 44663 na revista Veja de 31 de outubro de 2007. Há um arredondamento de quase 5 mil como se fosse um número insignificante. Só com a sobra desconsiderada pelo senador, num governo de oito anos, seriam 40.000 de troco. Desprezando mísera fração, com os dados subfaturados seriam 280 mil pessoas assassinadas durante os oito anos do governo Lula. Sem desprezo à fração, serão 320 mil seres humanos assassinados em 8 anos.

Para cada familiar vitimado, o assassinato é só algo que lhe trará infelicidade por toda a vida. Mas dentre estes, tiveram pessoas queimadas vivas em ônibus no Rio de Janeiro e uma família em Bragança Paulista; gente amassada como pasta, como as vítimas do deputado no Paraná, onde a mãe afirmou que recebeu apenas a cabeça do filho; massa de cérebro espalhada pelo asfalto como o garoto do Rio.

Fiquemos apenas com os assassinatos, pois aí o bem maior foi embora como a coisa mais natural do mundo, sem piedade, sem risco de punição. Pergunte quantos já foram julgados e o percentual de assassinatos esclarecidos. Sem dúvida a principal causa de tanta violência. Mas, no próximo ano, todos os responsáveis pela segurança estarão pedindo seu voto e dando lição de como combatê-la. Inclusive, como já foi dito pelo ex-secretário de Segurança de São Paulo, Marco Vinicius Petreluzzi, a violência é apenas uma abstração do sentimento mal formulado da sociedade; dirão que a violência será coisa do passado, enquanto 40 mil vidas, ou uma cidade de tamanho médio, estarão sendo dizimadas na bala, na faca, nas chamas, e derramando massa encefálica nos asfaltos brasileiros. Ninguém fica mais espantado com a violência, mas com o espanto do mais antigo dos dinossauros da política brasileira, exatamente um daqueles que já era responsável pela segurança quando existiu o primeiro assalto à mão armada. Mas reeleito todo esse tempo...

Pedro Cardoso da Costa – Interlagos/SP Bel Direito

EXPOCRATO... começa a festa! Por Pachelly Jamacaru

E como era de se esperar, a cidade toda se prepara para receber turistas, filhos pródigos, para o grande encontro e reencontros e, não deixa por menos, a cidade se embeleza!
Animais: Bovinos, Caprinos, Ovinos... e muito outros!

Centro de visitações múltiplas...

Artesanatos, grupos folclóricos!

Gente... Moda!


Fotos: Pachelly Jamacaru
"Direitos reservados"

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