xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 04/07/2009 | Blog do Crato
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VÍDEO - Em breve, estaremos de volta com as novas transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, alguns programas ao vivo ). O modelo será mais ou menos como no vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos em que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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04 julho 2009

Apelo - Escrevam o nome do autor, no Título das Postagens. --> Por: Dihelson Mendonça

Por favor, coloquem o nome do autor no título da postagem!

Não esperem que eu as coloque! Tenho colocado o nome na maioria das postagens, quando cada um deveria se responsabilizar por isso. Eu já nem sei mais como pedir. Já pedi, já briguei, já chamei atenção...ainda há alguns escritores do Blog que insistem em escrever mais do que ler. Se não sabem desse apelo, é porque nunca pararam para ler o conteúdo do Blog. A verdade é que estou cansado de ser chamado atenção nas ruas do Crato, por causa de textos que eu nunca postei. Pessoas me chamam e pedem:

-- Oh, cara, você tá escrevendo contra o padre Cícero ?
-- Foi muito boa aquela crônica sobre fulano...
-- Aquele texto sobre a Exposição do Crato foi bom...

Bem, nada desses textos são meus, é claro, e fica difícil para alguns entenderem o que é um Blog COLETIVO. Num Blog coletivo, cada pessoa dispõe de uma senha, e cada um posta as matérias diretamente sem passar pelo editor. É o contrário de um Jornal. O Blog do Crato é um Blog coletivo. Só que os escritores, alguns deles, se esquecem ou ignoram colocar ao final do título: Por: Fulano, ou Por: Beltrano.

Resultado: Como o título não é de ninguém, acaba sobrando pra mim. Por isso eu venho por meio desta, mais uma vez, pedir a cada membro, cada escritor de artigos que JAMAIS esqueçam de colocar ao final do título: Por: Nome do Autor, a fim de que cada um assuma também a responsabilidade sobre aquilo que escreve.

Abraços,
Bom Domingo.

Dihelson Mendonça
Ilustração: escritorasteens.wordpress.com

É Missa ou Jogo ??? - Por: José Nilton Mariano Saraiva

Depois de ser surpreendida pela valente equipe norte-americana que abriu dois gols de vantagem na final da Copa das Confederações, no domingo 28, a seleção brasileira reverteu o placar e sagrou-se campeã com um placar de 3 a 2. Se a vitória pode ser vista como mera obrigação a ser cumprida pelos pentacampeões mundiais, o que se seguiu em campo após o apito final saiu totalmente do script. E incomodou. Em círculo, ajoelhados e abraçados no meio do gramado, jogadores e integrantes da comissão técnica oraram fervorosamente. O zagueiro e capitão Lúcio (autor do gol da virada) portava-se como um pastor, a puxar a oração. Em seu regulamento, a Fifa proíbe qualquer manifestação política ou religiosa durante as partidas. Antes e depois delas, conta com o bom senso de jogadores e suas delegações. Enquanto no Brasil é possível ser “católico não praticante” e concomitantemente exercer qualquer outra religião, no restante do mundo as diferenças de crença inspiram cuidados maiores. Por unir a visibilidade de uma decisão transmitida mundialmente ao apelo de uma manifestação religiosa em grupo, o comportamento da seleção brasileira gerou protestos na Europa. A Associação Dinamarquesa de Futebol considerou “exagero” a pregação pós-jogo e, para evitar que o hábito se dissemine, sugeriu que a Fifa punisse a seleção brasileira. Por sua vez, a entidade que controla o futebol mundial não puniu nem deixou de chamar a atenção dos carolas brasileiros. Diplomaticamente, “alertou” a Confederação Brasileira de Futebol quanto ao ocorrido. Esta, lisa como de hábito, disse não ter recebido nenhuma “queixa” da Fifa e, portanto, nada a comentar. De fato, é virtualmente impossível dissociar um esporte tão capaz de despertar paixões, como o futebol, de manifestações exacerbadas dos seus maiores astros. Cada um tem sua fé e deve ter liberdade para exercê-la. Mas, quando um ritual é imposto ao público como parte do espetáculo, ou quando um Kaká belong to Jesus com a insistência que o faz, é hora de repensar onde termina o jogo e começa o culto.
Fonte: Revista Carta Capital - Postagem: José Nilton Mariano Saraiva

Parque de Exposições do Crato - Por Maria Otília

Como o nome já diz o parque de exposições é do Crato. Além de ser considerado um local onde se realiza o maior evento da região nordeste, pode e deve ser considerado um patrimonio público. Se é público, nada mais justo do que ouvir a população cratense sobre as possibilidades de sua reestruturação.
Lembramos que há muitos anos atrás, alguns políticos afixaram uma placa de construção de um ginásio coberto, para a URCA, terreno situado ao lado do parque. Até hoje só promessas. Infelizmente não acordamos ainda para elergemos representantes políticos cratenses que tenham vez e voz na esfera estadual e federal. Ficamos sempre dependendo da boa vontade de projetos políticos dos que dizem que nos representam. Que aparecem em nossa cidade somente de quatro em quatro anos. E os melhores projetos sempre ficam nas cidades vizinhas. O hospital geral vai ser construido em Juazeiro do Norte... o DETRAN.... UFC... IML.. e o que mais o Crato vai está de fora. Deixem o nosso parque aqui. E quanto ao complexo universitário, este sim pode e deve ser construído em outros espaços tais como: seminário, vilalta, muriti, lameiro. Além de fazer a cidade crescer e sair do foco do centro da cidade, vai trazer benefícios para estas localidades. Quem disse que Universidade deve crescer em seu entorno???
Como sugestão sobre o assunto tão polêmico, sugerimos que sejam realizadas além de audiência pública, debates em rádios, escolas, enquetes virtuais, seminários, etc.
Temos muitos outros assuntos emergênciais que merecem atenção dos governantes , como alguns hospitais que se encontram na UTI. Não temos se quer um hospital de referência para atender nossas crianças. Ficando apenas o hospital São Francisco para atender um grande número de pacientes, principalmente na emergência. Pois quem tem plano de saúde vai ser atendido nas clínicas de Juazeiro do Norte ou Barbalha.
Vamos reinvindicar projetos políticos que atendem a população mais carente como moradia, saúde , saneamento básico, trabalho e educação de qualidade. Estas prioridades além de contribuir para o crescimento da cidade traz qualidade de vida para todos os cratenses.

Leia Hoje no CHAPADA DO ARARIPE...

chapada 04-07-2009

60 matérias na edição de hoje, dia 04 de Julho de 2009

- Juazeiro participa de evento nacional sobre turismo
- Juazeiro: Conferência Nacional de Segurança Pública
- Ministro Carlos Lupi em Juazeiro do Norte
- Visita de Cid Gomes à Uece acaba em confusão
- 373 transplantes já foram realizados no Ceará este ano
- Iguatu conquista título de “Escola Nota 10″
- Os Males da Socialização no Brasil - Por: Robson Fernando
- Lembrando Padre Frederico Nierhoff
- Vacinação infantil no Cariri
- Concurso público de Nova Olinda é suspenso pelo MP
- Aurora: Disputa do Rally dos Sertões passa por terras aurorenses
- TCM divulga lista oficial dos municípios a serem fiscalizados
- Bandidos roubam e abandonam veículo em Icó
- Lions Clube de Iguatu empossa novos sócios
- Juazeiro do Norte é o Brasil, na Lua!
- CHINA: Fabricantes de PCs já instalam filtro de internet
- Padre Clairton - 35 anos de vida Sacerdotal
- Saída de dólares do país é maior do que entrada em US$ 1,227 bilhão em junho
- Crato: Hospital privado está em crise - Por: Elizângela Santos
- Ronda do Quarteirão sim, mas o resto…
- O cíume no ponto negro de Caetano
- Joe Jackson na perspectiva da exploração social e econômica
- Chega de Coronéis !
- Lula chega a Paris e volta a defender o G20
- Rebelião Generalizada - Por: Darlan Reis
- Cariri Cangaço e o Rei do Baião.
- Tipos Populares do Crato - Galeria Fotográfica ( 4 )
- Amigo - Por: João Marni de Figueiredo
- Balão Cativo - Por: Dr. José Flávio Vieira
- Preparar o espírito - A Mídia e o Irã - Arimatéia Macêdo
- Quatro pessoas morrem em acidente com ônibus a caminho de Paraty
- Bancos devem reformular fundos de investimentos até o fim do ano
- Há vida literária na web, dizem escritores
- Empresas se precipitaram ao reduzir jornada de trabalho e salários, diz professor
- Governo interino de Honduras inicia desligamento da OEA
- Sobe para 83 o número de pessoas com gripe suína no Rio de Janeiro
- Com reajustes, gastos com funcionalismo podem aumentar para até 5,2% do PIB
- Homicídios no Rio de Janeiro aumentaram 9,4% nos primeiros quatro meses do ano
- Minha Casa, Minha Vida recebeu 581 propostas de empreendimentos habitacionais
- Saudade dos fantasmas de antigamente
- Seminário Internacional de Turismo de Base Comunitária
- Imagens do filme “Alice no País das Maravilhas”
- Fim de Semana… - Por: José Nilton Mariano Saraiva
- Eu usava óculos – por Carlos Eduardo Esmeraldo
- Reportagem sobre o padre Cícero
- Melhorias para o Trânsito de Juazeiro do Norte
- Rally dos Sertões passou em Juazeiro do Norte
- Cid anuncia a construção de 30 cadeias no Interior
- Iguatu: depois de ser reconhecido pela UNESCO, Programa Agente da Educação ganha reforço
- Nova fuga na Delegacia Regional de Iguatu
- Áurea - Por: João Mendes Filho
- Trabalhadores fazem Grito da Terra - Por: Antonio Vicelmo
- Dom José Cardoso deixa a arquidiocese de Recife
- Juazeiro: Programação especial em louvor ao Padre Cícero
- VI Festival Junino de Ponta da Serra

...
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E mais 6.500 artigos de 2006 a 2009 para você ler !

www.chapadadoararipe.com

O Diário do Cariri


Noticia errada da Coluna Cariri do Jornal O POVO‏ - Arquiteto José SALES

Caro Dihelson Mendonça

Veja lá, por favor.

Noticia errada, do colunista Tarso Araújo da Coluna Cariri do Jornal O POVO, deste domingo. A proposta de requalificação da Av. Pedro Felício Cavalcante que liga o Bairro do Pimenta ao Granjeiro é o PDM Crato/ Plano Diretor Municipal do Crato. A mesma foi intensivamente discutida em duas Audienciaa Públicas, no Teatro Municipal do Crato, que contou com a participação de representações sociedade civil e grupos de estudiosos, além de professores da URCA, em Setembro/ 2008. Está lá no trabalho citado enviado ao Ministério das Cidades e a Secretaria Estadual das Cidades do Ceará. Logo depois a mesma foi incorporada na nova versão do PRU Crato 2009/ 2012.

Além desta definição de qualificação do sistema viário do Crato, realizada em parceira com o Governo do Estado, verificada quando ao seu andamento pelo próprio Governador Cid Gomes, quando de sua ultima visita ao Crato para emissão da Ordem de Serviço do Sítio Fundão, existem em pauta, outras proposições de consolidação de novas vias do sistema viário estrutural do Crato e melhorias de situações existentes. Os pingos tem que ser colocados nos iis.

E sugerimos ao colunista buscar uma informação mais detalhada para não incorrer mais em "micos" como este. Pega mal.

Professor/ Arquiteto José Sales

Nota:

Prezado arquiteto José Sales. Estamos publicando a sua nota e tentando desde já entrar em contato com o Jornalista Tarso Araújo para que este tome conhecimento da sua mensagem. Seria interessante, já que a notícia saiu no Jornal "O Povo", que você enviasse também à redação do Jornal, para que eles possam fazer a correção em espaço apropriado, na edição de amanhã.

Abraços,

Dihelson Mendonça

Carta aberta aos senhores Prefeitos e Vereadores - Por: José Bernardo

(Para ser lida por políticos e por seus parentes e amigos)

Senhores Prefeitos e Vereadores,

Eu poderia começar trazendo uma infinidade de dados que causariam vergonha aos seus filhos, pais, tios, irmãos e amigos de verdade. Poderia também discorrer por páginas e mais páginas sobre corrupção, mau uso dos bens públicos, nepotismo etc. Poderia ainda, num gesto de falsa nobreza intelectual, ressuscitar teorias, frases e discursos que moldaram, ao longo de séculos, o ideal de Política. Mas...

Pergunto-me se há alguma coisa pela qual os políticos deste nosso país poderiam repensar seus atos e suas omissões. Talvez haja algo que, aos olhos dos políticos, valha mais (ou tanto) do que o poder e o dinheiro. Sim, não duvido que exista, nos confins das consciências e dos sentimentos dos políticos, uma imagem ou uma lembrança de pessoas queridas, amadas ou, quiçá, idolatradas. Sim, talvez a lembrança de um avô que, rico ou pobre, brincava com aquele(a) netinho(a); um pai ou uma mãe que costumava abraçar e beijar como ninguém mais abraçaria ou beijaria; um filho ou uma filha que acreditava que aquele painho ou aquela mainha era a pessoa mais decente e honesta do mundo inteiro; um irmão ou irmão menor que seguia conselhos daquele(a) futuro(a) político(a); uma professora que acreditava que cada aluno(a) poderia contribuir para que o pequeno mundo em que viviam se tornasse melhor; um amigo que, sendo íntegro no caráter, despertava uma pequena e saudável inveja.

Onde estão aquelas pessoas? O que se tornaram ou o que a vida fez delas?

Decerto as coisas mudaram, o mundo mudou, e as pessoas também mudaram. Daquele tempo, alguns morreram jovens, outros foram para longe, e há os que continuam nas cercanias públicas e privadas. E alguns — poucos, pouquíssimos—, tiveram o privilégio de, por meios e formas diversas, chegar à política.

Esta carta é para os que chegaram “lá”. Especificamente para os prefeitos e vereadores das pequenas cidades (segundo IBGE, aquelas de até 100.000 habitantes). As pequenas cidades representavam, em 2000, segundo dados do IBGE, 96% dos municípios brasileiros. Deixemos, por ora, as outras cidades. Pensemos naquelas nas quais ainda é mais viável se fazer alguma coisa já, hoje, agora. Senhores prefeitos e vereadores das pequenas cidades, certamente ninguém sozinho pode “consertar” o mundo, nem um continente, nem um país, nem um Estado, nem uma grande ou média cidade. Mas, acreditem, a situação nas pequenas cidades ainda pode ser melhorada. Mas, pra que melhorar?

Sim, é uma pergunta que deve passar com freqüência na mente de vocês. E a resposta quase todos nós já conhecemos. Mas, vocês já pensaram se o avô, o pai, a mãe, o filho, a filha, o irmão, a irmã, a professora e o amigo sabem qual é a resposta de cada um de vocês, senhores políticos? Será que todos eles já viram imagens como estas abaixo?








E, se viram, será que eles sabem que os principais responsáveis são vocês?
E, sabendo que são vocês, sabem o que vocês realmente sentem quando vêem essas imagens?
E, sabendo o que vocês sentem, o que elas devem sentir?
A resposta, essa, sim, acho que poucos dentre eles sabem, e muito poucos têm coragem de dizê-la a vocês, senhores políticos. Mas deixemos a resposta para o final, embora alguns de vocês têm inteligência e perspicácia suficiente para já terem “adivinhado”.

EDUCAÇÃO E SAÚDE.

Palavras bonitas e de serventias diversas. Da situação à oposição, todos se servem delas para discursos garbosos ou irados. Mas esqueçam os discursos e olhem mais acima as imagens. Há um grupo de crianças apinhadas no chão, cabeças erguidas, pescoços esticados para tentar ver o que uma heróica professora tenta lhes ensinar. Reparem nas instalações, nas paredes, no quadro suspenso por pedaços de madeira, na janela que serve de banco, nas pernas dobradas que servem de encosto para os cadernos. Reparem, na outra imagem, na sala de aula improvisada ao ar livre, sob o sol, sujeita a água das chuvas, e na outra heroína que, de pé, sem nenhum outro recurso didático além da fala, tenta talvez ensinar às crianças como as coisas deveriam ser para o mundo ser melhor. Nas outras duas imagens, o vazio e o inferno. Onde deveria estar algum doente sendo cuidado, há o vazio humano. Onde deveria estar vazio, há inúmeros doentes aguardando a morte que costuma não tardar naquele ambiente.

Mas... São imagens, apenas imagens. Aquelas pessoas queridas, amadas e idolatradas talvez nem se importem. Mas, e é aí que devemos chegar, talvez se importem. E talvez elas, aquelas pessoas, não tenham a coragem de dizer o quanto aquelas imagens doem, machucam, corroem suas consciências e suas almas, pois sabem que vocês, prefeitos e vereadores, poderiam trabalhar para evitar que aquelas cenas existissem em seus municípios. Mais que isso: sabem que, na maioria dos casos, vocês encabeçam a lista dos culpados. E, o mais doloroso, sabem (ou descobrem) a resposta para aquela pergunta (“E, sabendo o que vocês sentem, o que elas devem sentir?”): VERGONHA!

Mas, pergunto-me, será que tem que ser assim? Será que os políticos, além de não se importarem com aquelas imagens, também não se importam que seus pais, filhos e amigos sintam VERGONHA por eles, os políticos, agirem tão mal ou se omitirem tão covardemente? Não, não acredito! Que vocês não se importem com seus eleitores e com a imprensa eu até acredito. Mas os filhos, sobretudo os filhos?

Vocês já imaginaram o quê seus filhos pensam ou pensarão de vocês ao verem aquelas imagens? Vocês já imaginaram que talvez um filho ou uma filha venha, no futuro, a se revoltar com as ações e omissões do pai ou da mãe enquanto políticos? Vocês já pararam para pensar que um filho ou filha talvez um dia precise ser socorrido(a) num hospital ou ambulatório municipal? Já cogitaram a possibilidade de seus netos serem pobres e dependerem da escola municipal? Ou de seus pais precisarem do hospital de um município?

DIGNIDADE.

Ê palavra bonita! Bonita e forte! Forte como deve ser o alicerce que se prepara para o filho erguer as paredes de sua própria vida. E não é preciso ser doutor na Sorbonne para se ter DIGNIDADE. De todos os sinônimos da palavra DIGNIDADE, acho que o que mais se aplicaria a vocês seja EXEMPLAR. Sim, não se iludam (como o fazem frequentemente), vocês podem ser EXEMPLARES. Senão para todos, ao menos para os pais, os filhos e os amigos de vocês. Refaçam a trajetória do que hoje vocês chamam de sucesso, pois o que hoje é sucesso para vocês é também sofrimento, humilhação, dor e morte para muitos que estão logo ali, a três ou quatro casas de vocês.

É difícil? É claro que é difícil! Roubar, matar, fraudar, sonegar também são tarefas difíceis. A DIGNIDADE está também na escolha correta da tarefa difícil. É complicado? É claro que é complicado! Mentir, enganar, trair, acovardar-se também são ações complicadas. O ser EXEMPLAR está também na escolha correta da ação complicada. Não sabem por onde começar? Ora, basta apenas olhar ao redor, ver o que está acontecendo e (1) diagnosticar os problemas mais graves e urgentes, (2) fazer o que pode ser feito hoje e que só depende de vocês; (3) identificar o que não depende de vocês e procurar ajuda e orientação junto a pessoas, entidades e órgãos competentes (e são muitos espalhados pelo país); (4) fiscalizar rigorosamente, como se fosse para salvar a vida do próprio filho, as ações que devem ser implementadas; (5) procurar se informar sobre ações que estão dando certo em outros municípios e tentar adaptar à realidade do próprio município; (6) cumprir com as obrigações legais para que, em hipótese alguma, sejam desviadas verbas da EDUCAÇÃO e da SAÚDE, bem como nunca deixar de utilizar adequadamente os recursos que chegarem (é um crime imperdoável, IMPERDOÁVEL, desviar ou não utilizar as verbas de EDUCAÇÃO e SAÚDE).

É prejuízo político e financeiro (pessoal, talvez?)? É claro! Perderão alguns “amigos” e algum dinheiro, mas não ficarão pobres de forma alguma. E os verdadeiros amigos voltarão. É impossível mudar? Não, não é impossível. Vocês não nasceram prefeitos e vereadores. Algum dia, lá atrás, num passado qualquer, vocês acharam que nunca chegariam aonde chegaram. Mas chegaram. Foi possível. E não se pede perfeição, aqui. Pede-se trabalho, compromisso, zelo e responsabilidade para com crianças e doentes. Aqui, por enquanto, só se pede isso. Não poderão, é certo, mudar tudo, nem à perfeição o que pode ser mudado. Mas vocês podem fazer mais. E melhor! Vocês podem dar o máximo! Façam o que for possível, mas façam mais e melhor!

Dizem que a vida é curta. Para alguns, é muito mais curta. E sofrida! E mortal! A diferença entre as crianças que estão no chão (primeira imagem) e vocês é que elas nada podem fazer, pois são apenas crianças. A diferença entre os doentes no corredor (última imagem) do hospital e vocês é que eles são apenas doentes. Já vocês, vocês PODEM FAZER ALGUMA COISA! Vocês têm o legislativo e o executivo para criar leis, executá-las, fiscalizá-las e evitar que aquelas imagens assombrem seus parentes e amigos.

Vocês têm (e sempre tiveram) a oportunidade de fazer diferente, de ser diferente. Seus filhos e netos têm o direito de sair à rua de cabeça erguida, com orgulho do pai ou da mãe. Não por ter um pai ou uma mãe prefeito(a) ou vereador(a), mas por saber que o pai ou a mãe dá o máximo para que as crianças tenham escolas de verdade, com professores qualificados e bem remunerados, e hospitais e ambulatórios suficientes, equipados e com médicos e enfermeiros também qualificados e bem remunerados.

Vocês podem, além de garantir um futuro às crianças e a vida aos doentes, deixar uma bela história para seus filhos e netos contarem e tomarem como EXEMPLO. Construam uma história que possa e mereça ser contada na mesa de jantar de seus netos e bisnetos. Vocês podem mudar a tela da pequena história de suas vidas: cobrir a escuridão e o sangue da VERGONHA com o brilho e as luzes da DIGNIDADE!

Brasil, 30/06/2009.

Cidadão Comum
Texto enviado por: José Bernardo ( Favor não confundir com Wilson Bernardo )

As histórias que o Carlos Esmeraldo viu, ouviu e contou... - Por: Beto Fernandes


historias que vi ouvi e contei

Todo mundo gosta de receber presentes. Outros adoram presentear. É bem verdade que existem muitos que adoram apenas a primeira situação. Nesses 42 bem vividos anos já recebi diversos presentes. Tenho a impressão que mais do que merecia e menos do que gostaria (rsrsrsrsrsrs). Brincadeiras a parte tem um que realmente me enche de alegria: livros. Quem me conhece bem prefere presentear com eles porque é certeza de ofertar algo que realmente gosto de coração.

Lembro de dois bem recentes. Mauro Macedo ofertou-me “Os elementos do jornalismo - o que os jornalistas devem saber e público exigir” de Bill Kovach e Tom Rosenstiel. Para satisfação minha recebi ontem, via Correios “História que vi, ouvi e contei” do Carlos Eduardo Esmeraldo, um cratense de nascimento, cidadão juazeirense (tenho certeza que com muito orgulho) e dos melhores caririenses. É engenheiro civil, foi funcionário da COELCE e professor da UECE. A partir da insistência dos amigos passou a narrar em livro às histórias e estórias que costumava contar em divertidas rodas.

Um intelectual de peso e medida que tem na simplicidade do texto a comprovação e na família o maior orgulho. Orgulho pelo meio em que foi criado tendo à frente José Pinheiro Esmeraldo e Maria Amélia e pela que formou com Magali. Os filhos do casal são Tales, Cristian e Carlos Eduardo.

Contado em estilo popular, à medida que vamos lendo nos identificamos com o autor como se participássemos de suas alegrias e aflições durante a infância e adolescência. É como se de repente estivéssemos “aperreados” porque estavam a nos chamar de “lagartixa”, “briba”, “prego” ou qualquer outro apelido depreciativo.

Quando devoramos cada linha e cada parágrafo temos realmente a ciência do tanto quanto à vida é bela, porém breve e podemos concluir que justamente por esta razão é também a vida, além bela, muito, muito divertida.

Como não ficar curioso para tentar mentalmente forma a figura de Ursulino, um velho contador de casos e causos e as estórias do sul das Alagoas? Como não rir com as excessivas rezas do fazendeiro e ex-seminarista Arsênio Argeu Heráclito Araruna e a contratação de um funcionário apenas para acompanhar o homem nas rezas? E Dona Esmeraldina quebrando a imagem de gesso de São José pensando que iria saborear um delicioso pedaço de alfenim?

Em meio a tantas narrativas engraçadas há uma envolvendo o rádio, mais especificamente o Antonio Vicelmo que na Rádio Educadora, vez por outra dizia que a mesma ficava fora do ar em função da “falta de energia elétrica dos estúdios ou transmissores”, quando era na verdade por questões técnicas de operacionalização da AM. Feito acompanhamento por parte do então diretor da COELCE na época e a devida reclamação para não culpar a empresa, no problema técnico subsequente o conceituado radialista informou após o retorno do sinal:

-- Estivemos fora do ar por falta de... (uma breve pausa – ou buraco como usamos na linguagem radiofônica e complementou)

-- É... por falta de ar mesmo, viu Carlos Esmeraldo?

É isso amigos. “Histórias que vi, ouvi e contei” é um livro onde como nos grandes filmes, quando acabamos de assistir repetimos a dose. E será isso que farei tão logo termine de lê-lo. É impossível não querer passar à frente as histórias que ele viu, ouviu e contou.

Obrigado pelo presente Carlos. Obrigado pela memória fabulosa e por através da sua obra nos dar momentos de tantas alegrias com os fatos relatados. Seu livro será devidamente compartilhado por Angelina, minha mandatária e pelos filhos Taís, Laís e Júnior.

Depois de agradecer resta-nos parabenizar e que amigo possa nos blogs e em um novo livro compartilhar outras histórias que tenha ouvido, visto e já esteja contando também.

Por Beto Fernandes

Nota:
O Blog do Crato comunica que temos o livro à disposição dos leitores, bem como ele se encontra também disponível na Loja AMILTON SOM em Crato. É simplesmente, imperdível !

Essa merece ser Publicada... Castello Branco e Lula



Dois Presidentes Nordestinos: Castello Branco e Lula
Um é Cearense e o outro Pernambucano.

Ao ver Lula defendendo seu filho que recebeu R$ 15 milhões de reais da TELEMAR para tocar sua empresa, Élio Gáspari publicou essa história tirada do fundo do baú:

Em 1966 o presidente Castello Branco leu nos jornais que seu irmão, funcionário com cargo na Receita Federal, ganhara um carro Aero Willys, em agradecimento dos colegas funcionários pela ajuda que dera na lei que organizava a carreira.. O presidente Castello Branco telefonou mandando que ele devolvesse o carro. O irmão argumentou que se devolvesse ficaria desmoralizado em seu cargo.

O presidente Castelo Branco interrompeu-o dizendo:
- Meu irmão, afastado do cargo você já está. Estou decidindo agora se você vai preso ou não.
E o Lula ainda alega que não existe ninguém "neste país" com mais moral e ética do que ele...


Fonte: recebido por e-mail.

Anúncio com foto de "quase" beijo entre padre e freira é proibido na Inglaterra

Uma campanha publicitária de um sorvete italiano movimentou a imprensa em Londres esta semana. A marca Antonio Federici ganhou as páginas dos tabloides depois que dois anúncios foram veiculados nas revistas Delicious e Sainsbury. Na campanha, dois modelos, representando um padre e uma freira, simulam um beijo. Considerados abusivos, os anúncios foram suspensos nesta quarta-feira, 1, pelo Conselho de Regulamentação Publicitária londrino após diversas pessoas terem se mostrado indignadas. Alguns chegaram a afirmar que a campanha era degradante para os que têm real vocação religiosa.

O órgão acatou as reivindicações e proibiu os anúncios mesmo depois da editora declarar que ambas as publicações são direcionadas a pessoas que têm entre 25 e 55 anos. Antonio Federici também aproveitou a oportunidade para dizer que a intenção era retratar as tentações italianas proibidas, caso do sorvete. Fonte: website: Minha Notícia.

Eis a matéria completa:

LA DOLCE VITA

Arquivado em: Mentes brilhantes — trezende @ 08:34

federici3

igluO rigor do inverno este ano quase nos faz esquecer de que os europeus enfrentam um calor senegalês nesta época. A falta de praias em capitais importantes como Paris e Londres não é empecilho, já que as margens do Sena e os chafarizes londrinos se transformam em Leblons improvisados.
Mas nas areias europeias, nada de picolé do Rochinha ou da Mamma. Eles saboreiam tentações bem melhores – e mais proibidas.
A marca italiana Antonio Federici, por exemplo, tem se mostrado especialista em pendurar melancias no pescoço. Em maio, Marcello Bedoni, tenor conhecido na Europa, viajou à Inglaterra para o relançamento da marca – recriada a partir de uma receita secular de família.
O público era bem peculiar: vacas que fornecem o leite para a fabricação do sorvete. Durante o concerto, as mimosas ouviram “Amore ti vieta”, de Giordano, e “E lucevan le stele”, de Puccini. O tenor estava acompanhado de três “Gelato Girls”. Juntos cantaram ainda “That’s Amore”.
Antonio Federici justificou a campanha publicitária com o argumento de que a ópera induz ao relaxamento, estimula a produção de endorfina – e consequentemente de leite – e torna o ambiente de trabalho mais agradável. Por esses motivos foi adicionada à lista de ingredientes do sorvete.
Agora ele ganha as páginas dos tabloides. Depois que os anúncios acima foram veiculados nas revistas “Delicious” e “Sainsbury” várias pessoas reclamaram ao Conselho de Regulamentação Publicitária. Além de manifestarem-se ofendidas, disseram que a campanha era degradante para os que têm real vocação religiosa.
Ontem o órgão acatou as reivindicações e suspendeu os anúncios – mesmo depois de a editora declarar que ambas as publicações são direcionadas a pessoas que têm entre 25 e 55 anos e de Antonio Federici dizer que a intenção era retratar “as tentações italianas proibidas”, caso do sorvete.
O fato é que nem o picolé do Daniel Craig causou tanto rebuliço. Lançado na primeira semana de junho na Inglaterra, o formato recria o corpo do galã saindo da água na famosa cena de “Cassino Royale”.
A fabricante “Del Monte” realizou uma pesquisa com mais de mil mulheres para descobrir que celebridade masculina elas gostariam de ver no palito. Craig ganhou a “licença para esfriar” e os sabores mirtilo, romã e “cranberry” (no Brasil, traduzida como “oxicoco”). Para melhorar ainda mais, ele tem menos de cem calorias.
Daniel Craig desbancou Jude Law e Hugh Grant, em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

craig

Fonte: "Minha Notícia" e "Trezende"

Se ele engana até o Imposto de Renda imagina você? - Por: Tiago Viana

Do Blog: Rastreadores de Impurezas


É incrível como a mídia manipula seu discurso em favores políticos para a turma do PSDB. É jornal, é TV, é Rádio, e até Internet, todos trabalhando dia e noite para suprir as necessidades básicas de sobrevivência do bando de tucanos.
O jornalismo "investigativo" do Estadão se deu ao trabalho de fazer uma devassa em cartórios para saber a respeito da casa de morada do senador pelo Amapá, José Sarney (tudo bem isso é correto, mas que se faça de mais políticos). Entretanto, o mesmo Estadão não teve a curiosidade de fazer o mesmo com a casa do outro José, o Serra, governador de São Paulo, estado onde fica o jornal, muito mais perto do leitor do jornal do que o Estado do Amapá.
José Serra mora em uma casa em São Paulo na Rua Antônio de Gouveia Giudice, no bairro de Alto Pinheiros. Tudo bem todo mundo tem que ter seu canto. Mas, o homem que se diz o mais ético de todos, capaz de gerir o país, fantasticamente esta sua casinha não aparece na declaração de bens dele do imposto de renda.
Se Sarney é suspeito de corrupção por um fato menos grave (afinal Sarney declarou à receita federal e ao TCU), por que nosso "bravo" jornalismo investigativo do PIG (imprensa golpista), não se atenta para o que ocorre debaixo de seu nariz com José Serra? É mais fácil investigar de perto do que a milhares de quilômetros de distância. Por que querem esconder a delinqüência do presidenciável 45?
Para dar uma mãozinha ao bravo jornalista e ao PIG, está aí na imagem acima a declaração de bens de José Serra (PSDB - 45) entregue ao TRE nas eleições de 2006 e aqui o link para consultar a página no TSE.

Por: Tiago Viana

Fim de Semana... - Por: José Nilton Mariano Saraiva


LEI DA RELATIVIDADE ( I )- O EMPREGADO

Para testar o caráter de um novo empregado, o dono da empresa mandou colocar R$ 500 a mais no salário dele. Passam os dias, e o funcionário não relata nada. Chegando no outro mês, o dono faz o inverso: manda tirar R$ 500 reais. No mesmo dia, o funcionário entra na sala para falar com ele: - Doutor, acho que houve um engano e me tiraram R$ 500 do salário.- É? Curioso que no mês passado eu coloquei R$ 500 a mais e você não falou nada.- É que um erro eu tolero, doutor, mas DOIS, eu acho um absurdo, algo inteiramente inaceitável !!! (Tudo na vida é relativo).

LEI DA RELATIVIDADE ( II ) – O GINECOLOGISTA

Fim de tarde, um ginecologista aguarda sua última paciente que não chega. Depois de 45 minutos, ele supõe que ela não virá mais e resolve tomar um gin-tônica para relaxar, antes de voltar para casa. Ele se instala confortavelmente numa poltrona e começa a ler o jornal quando toca a campainha. É a tal paciente, que chega toda sem graça e pede mil desculpas pelo atraso. - Não tem importância, imagine! - responde o médico - Olhe, eu estava tomando um gin-tônica enquanto a esperava. Quer um também para relaxar? - Aceito com prazer - responde a paciente aliviada. Ele lhe serve um copo, senta-se na sua frente e começam a bater papo. De repente ouve-se um barulho de chave na porta do consultório. O médico tem um sobressalto, levanta-se bruscamente e diz: - É minha mulher! Rápido, tire a roupa, deite na cama e abra as pernas, senão ela pode pensar bobagem.! (Tudo na vida é relativo!!! ).

LEI DA RELATIVIDADE ( III ) – O CASAL

Um casal recém casado vai viver em sua nova casa. Ao entrar pela primeira vez na residência o homem diz: - Se quer viver comigo as minhas regras são: -segundas e terças-feiras à noite vou tomar café com os amigos; quartas-feiras à noite cinema com o pessoal; quintas, sextas à noite cerveja com os colegas; sábados, pescaria com a turma, retornando domingo pela manhã; E aos domingos deito cedo para descansar.Se quer... quer... se não quer... azar!Então a mulher responde: - Pra mim só existe uma regra: Aqui em casa tem sexo todas as noites. Quem está, está. Quem não está...não está... azar!!!!!!!!!! (Tudo na vida é relativo !!!).

LOURA ESPERTA

A moça lourinha entra na delegacia e anuncia:- Acabo de ser violentada por um débil mental. - Como tem certeza que era mesmo um débil mental ? - pergunta o delegado. - Certeza absoluta. Tive que ensinar tudo prá ele.

PÂNICO NO ÔNIBUS

Dois times de futebol feminino, um só de mulheres morenas e outro só de louras, contrataram um ônibus de excursão de dois andares para um torneio em outra idade. O time das morenas foi no andar de baixo e o das louras no andar de cima. As morenas no andar de baixo viajaram fazendo a maior zona até que uma delas notou que o andar de cima estava muito quieto. Quando a morena chegou no andar de cima, ela viu que todas as louras estavam congeladas de pânico, segurando fortemente os braços de suas poltronas e todas olhando para a frente. A morena perguntou: - O que está acontecendo aqui? Nós estamos fazendo uma festança lá embaixo e vocês num tão nem aí! Uma das louras se vira e responde:- É, mas vocês têm motorista, né ???

COISAS DA ROÇA

Dois compadres se encontram depois de mais de 20 anos que não se viam.
- Ô cumpade, quantempo sô! Tudo bão cocê? - Bão sô, i cocê? - Tomém!
- E a patroa e os minino, mi conta sô! - Pois é, o mais véio dá um trabaião, ele é desses tar de homissexuar, quando disimbesta a dá o butão, num pára.... Mai dá, dá, dá... dá o dia intero! - Nó cumpade, que disgosto! - E o pior é que o do meio foi infruenciado por ele! Resurtado, dá tomém! E quando junta os dois intão... Mai dão, dão, dão... Dão o dia intero!
- Eita cumpade, que trem isquisito!!! E o seu fio mai novo, num vai dizê que ele tomém foi infruenciado. - Pra não deixá infruenciá o caçula, mandei ele pra casa da vó lá pás banda do Rio Grande do Sul. - Intonces, esse iscapô? - Virô gaúcho: só dá quando bebe... - Meno mar, né cumpade?
- É... Mai ele bebe, bebe, bebe... Bebe o diainterim.

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MARIDO CARINHOSO

Uma noite, depois de quase 40 anos de casados, o casal está na cama quando a mulher sente que seu marido começa a acariciá-la como não fazia há muito tempo. Ele começou no pescoço, desceu pelo dorso até as nádegas; voltou ao pescoço, apalpou os ombros, os seios e parou na barriga; colocou a mão na parte interna do braço esquerdo, passou novamente nos seios, nas nádegas. Na perna esquerda desceu até o pé, subiu na parte interna da coxa e parou bem em cima da perna. Fez a mesma coisa na parte direita e, de repente, vira as costas e não fala uma palavra. A esposa, já toda 'acesa', lhe diz carinhosamente:- Querido, estava maravilhoso, porque parou? E ele resmungando: - JÁ ENCONTREI O CONTROLE REMOTO...

INVEJA
O sujeito foi cortar o cabelo no “barbeiro” que freqüentava há mais de vinte anos.
- Rapaz, tô ansioso... Vou pra Itália amanhã! - Itália?- perguntou o barbeiro. - Com tanto lugar bom pra ir, tu vai pra Itália? - É, e eu vou pela Alitalia.- Puta que pariu, a pior companhia de aviação do mundo. - Vai pra que cidade? - Roma. - Que merda! Cidadezinha feia! Vai se hospedar aonde? - No Hilton. - Que...., Eu hein! Aquilo é o maior pardieiro! - Vai ver o papa? - Claro! - Programinha de Índio, hein! Milhões de pessoas se acotovelando só pra ver o papa.
O sujeito saiu do barbeiro injuriado. No dia seguinte, viajou e curtiu a viagem, que foi ótima. Logo que voltou, fez questão de voltar à barbearia. - E aí, como foi à viagem? - perguntou o barbeiro. - Rapaz, você não sabe o que me aconteceu. Eu tava lá no Vaticano tentando ver o papa. Logo que o papa chegou à sacada, ele olhou pra multidão e desceu. Saiu de lá e começou a andar na minha direção. Foi se aproximando de mim cada vez mais.
Quando o papa chegou bem pertinho, falou um troço no meu ouvido. Só pra mim! - E o que o papa falou pra você?
-Cabelinho mal cortado, hein, rapaz? Que MERDA de barbeiro o teu....

TERCEIRA IDADE
Um casal, sentado em frente ao advogado.
O advogado: - Que triste, depois de tantos anos de união, o Sr. com 79 anos e a Sra. com 75 anos agora resolvem se separar. Expliquem-me o motivo, quem sabe poderemos resolver.
Ela: - Ele tem somente uma ereção por ano.
Ele: - E ela quer que eu desperdice com ela.

Autores: desconhecidos - Postagem: José Nilton Mariano Saraiva

Eu usava óculos – por Carlos Eduardo Esmeraldo

Nunca gostei dos meus retratos. As fotografias sempre me mostram coisas que o espelho esconde. Nelas, eu não vejo hoje, o menino tímido que fui e teimo em continuar sendo, mas um velho cheio de rugas, boca murcha, queixo um tanto caído e olhos quase semicerrados. Uma tristeza sem fim! Somente uma vez, um dos meus retratos me agradou. Durante minha passagem pelo Rotary Clube do Crato, pediram-me uma foto para galeria dos ex-presidentes. Submeti-me durante quase uma tarde inteira a uma seção de fotografia para tirar apenas um simples retrato. Estava com os meus trinta e cinco anos e a fotografia clicada pelas mãos de uma verdadeira artista, a melhor profissional do Ceará, parece ter captado tudo de bom que existe no meu interior e, por fora, revelava-me um homem de beleza para mim totalmente desconhecida. A dona Telma Saraiva teve muito trabalho para me enquadrar na postura correta. Ao final, para desculpar-me pelo tempo que a fiz desperdiçar, eu observei: “como os modelos fotográficos sofrem!”. E ela me respondeu: “Não! Eles sabem se colocar.”
Tenho consciência de que nunca fui nenhum padrão de beleza. Para piorar as coisas, na minha adolescência, eu comecei a notar que as letras das legendas dos filmes diminuíam de tamanho e o quadro-negro do colégio tinha sempre uma sombra que me obrigava a sentar na primeira fila. Os rostos das pessoas nas ruas eram desfocados por um intenso raio de luz, que não me permitia reconhecê-las à distância. Eu era míope e não sabia. Já estudando em Salvador, aconselharam-me um oculista e, este me passou óculos de lentes grossas, cheias de círculos concêntricos, que reduziam os meus olhos a dois minúsculos pontinhos. A minha miopia não seria curada nem com mil torneiras, como dizia brincando o “trapalhão” Zacarias na televisão.
Portanto senhores fotógrafos, apesar de usar lentes de contatos há mais de quarenta anos, as marcas dos pesados óculos permanecem no meu nariz por eles deformado. Não sou nenhum modelo e por isso dispenso seus ensaios fotográficos. Aliás, no meu caso não seriam ensaios, mas simples treinamentos de amadores.
Por Carlos Eduardo Esmeraldo

Padre Clairton - 35 anos de vida sacerdotal - por Regina Castelo Branco


Padre Clairton figura entre os sacerdotes mais queridos da Arquidiocese de Fortaleza e no Crato, onde foi vigário vários anos, até hoje a população não esquece suas realizações

No próximo dia 20 de julho, Padre Clairton Alexandrino de Oliveira vigário episcopal da Região Metropolitana 1, pároco da Catedral de Fortaleza, reitor da Igreja do Rosário no Centro da cidade e da Igreja São Pedro, na Praia de Iracema ,comemora seus 35 anos de sacerdócio. Conheci padre Clairton em 1998 quando me engajei na igreja do Rosário para trabalhar como voluntária ajudando-o na pastoral da comunicação.
Cada trabalho assumido com ele, me revelou detalhes de sua pessoa, de um sacerdote plural, de muitas virtudes e carismas diversos, testemunhados, sobretudo na figura do pároco modelar e do amigo sincero.Hoje conheço de perto o seu extraordinário trabalho frente a Catedral e demais igrejas.Embora a situação geográfica não seja favorável ao trabalho paroquial, pois é uma zona comercial, ele conseguiu fazer das igrejas que compõem a paróquia centros de oração e intensa ação pastoral. Dinâmico e criativo não deixa a rotina se instalar nos seus paroquianos e tem sempre um poder de liderança que atrai as pessoas ao compromisso com a Igreja.
Padre Clairton figura entre os sacerdotes mais queridos da Arquidiocese de Fortaleza, e no Crato onde foi vigário vários anos até hoje a população não esquece suas realizações. Exímio administrador, zeloso e coerente pelas normas litúrgicas, trabalhou incansavelmente para deixar não só a igreja do Rosário e a de S. Pedro restauradas, mas também a nossa Catedral que ficou belíssima, tornando-a um ambiente propício a oração, recebendo elogios de grandes arquitetos da arte sacra internacional.
Padre Clairton, receba os parabéns de todos os seus paroquianos, de sua querida família e amigos que agradecem por esse exemplo de amor, serviço e coragem. Que o senhor continue edificando a Igreja com o seu testemunho; Parabéns pelos seus 35 anos dedicados as causas de Deus.
Texto: Regina Castelo Branco

A Clássica Pergunta: -- Você é Filho de Quem ? - Por: Alessandra Bandeira


Nota de Abertura:


Há poucos dias, através de uma crônica da minha autoria, intitulada "Crato: Bairrismo versus Desenvolvimento", já denunciávamos aqui que um dos grandes fatores que levaram à decadência do Crato foi o orgulho falso, a vaidade de alguns Cratenses presunçosos, achando-se a última Coca-Cola do deserto, inflados até o talo com os seus pomposos sobrenomes de famílias tradicionais, e torcendo o nariz para o querido filho Padre Cícero Romão Batista nos anos 60 e 70. Juazeiro do Norte, que hoje caminha com suas próprias pernas, merece todos os louros pelo trabalho dedicado, pela ação enérgica, pelo fato de não se apegar a contendas mesquinhas de bairrismos tolos e que inteligentemente, chegou-se à conclusão que não levaria a parte alguma. Hoje, os cratenses amargam o atraso de 30 anos. Um atraso difícil de ser recuperado, mas que pode ser amenizado, se buscarmos o progresso através de outras fontes, afinal, o progresso de uma cidade não necessariamente está ligado a um crescimento industrial, e sim, à qualidade de vida de um povo. Portanto, é com muita satisfação, que trago essa crônica muito sóbria, escrita pela inteligente Alessandra Bandeira, que aborda temas contundentes, porém necessários à reflexão da sociedade, como por exemplo, a questão do tradicionalismo, e da "necessidade" de um sobrenome, que tanto pesa às vezes nos conceitos de gente preconceituosa e xenofóbica ,que infelizmente ainda reina nos porões da vaidade cratense.

Dihelson Mendonça

Com a palavra, Alessandra Bandeira:

Crato é realmente uma terra linda, geograficamente falando, um oasis, tão perfeita, tão bela, mas toda sua beleza às vezes parece ser pequena perto do ego de alguns de seus habitantes. No Crato eu conheci o reisado, o maneiro pau, o filhós, a alegria de um povo, mas também conheci o peso de um sobrenome. Sim aqui o sobrenome parece ser porta de entrada para uma aceitação, como se seu sobrenome dissesse que você é a perfeição, ou não, mas de fato, foi aqui que conheci a famosa pergunta: você é filha de quem? quem é sua família? me sentia um tanto quanto incomodada porque não queria ser considerada ou respeitada pela minha família, mas sim pelo meu caráter, minha postura diante do mundo, pela coerência, pela minha verdade.

Tudo isso cai por terra, acabo as vezes pensando, vou ter que fazer minha árvore genealógica e apresentar para as pessoas , que coisa bizarra, imaginem a cena, você conhece uma pessoa e ela te faz essa famosa pergunta , e você prontamente tira de dentro da bolsa um livro contendo toda informação sobre os seus antepassados, não importa se você foi o melhor aluno da turma, se você se formou com honras e louvores, mas teu sobrenome falará por ti. Então lá vou eu, meu tataravo foi o Coronel Belém do Crato, um nome altamente indigesto para uns, Dr Raimundo de Oliveira Borges escreveu um livro defendendo-o, mostrando sua verdadeira face, mas muitos não sabem, e aí já me sinto meio desconfortavel, meu avô foi uma das melhores figuras na construação do Lameiro, seu Idelson, muito bem homenageado dando nome a rua que vai da cascata do Lameiro até a saida do Campo Alegre, ele junto com Dandinha Vilar e Dr Ossian Araripe eram pessoas muito queridas no Lameiro, a igreja São José dos Operarios por milhões de vezes foi mantida por estes tres seres ilustres.

Mas para que vou ter que falar sobre ele, o que eles fizeram foi numa outra epóca, outra educação, outra cultura. Praticamente sou avesso de minha família, sim a ovelha negra, que sempre contesto, que tem um passado de militancia, que sempre ajudou a todos, foi um ano e meio de Conselho da Mulher, onde digitei e ajudei a construir o Plano de Enfrentamento a Violência, trabalhando de graça, criei email, organizei o que pude. Será que isso conta? Não conta nunca serei aceita, minha opinião é forte, sou mulher de lutar por meus ideais, não fujo da batalha, brigo pelo que penso, para muitos, sou uma radical... mas nada! - sou sensível, tenho sonhos.

Há poucos dias atrás, estava Wilson Bernardo brincando com Dihelson e Alexandre Lucas pelo fato de eu ter inscrito um trabalho meu no Coloquio dizendo que era do Rio de Janeiro, e minha resposta foi clara e direta, não vou colocar que sou do Crato pois o Crato não me considera sua filha, no dia que eu ganhar um título de cidadã cratense ai sim posso colocar em meus trabalhos que sou do Crato. Claro é obvio que os meninos riram da minha cara. Por que sabem que sou assim intensa, provocativa, verdadeira, defendo os meus ideais. Ao mesmo tempo sempre procuro divulgar o nome do Crato, sempre tentando trazer as pessoas para conhecer esse paraíso caldeirão de culturas, quase uma explosão. Agora mesmo enquanto tento trazer o Michael de Feo, um dos maiores nomes das artes plásticas mundial, estava dizendo que o Crato parece um vulcão prestes a explodir de tanta coisa que acontece aqui, você precisa conhecer e um misto de conservadorismo com modernidade, o passado e o presente o tempo todo se confrontam, algo bem peculiar, de uma cidade onde alguns custumes permanecem, mesmo que seja exótico para aqueles que não estão acostumados a isso.

Sempre brinco que se Caetano escreveu Sampa e Baia de Guanabara, ele deveria escrever Crato, cidade de contrastes, de uma beleza fora do comum, que ao mesmo tempo em que nos acolhe nos mostra sua fria face. Talvés seja isso que me encanta, essa sedução dialética.

Como amo essa cidade, como adoro passear por suas ruas, vê-la de noite, como gosto de seu povo, sempre rindo mesmo diante de muitas tristezas! E por causa dessa tradição de sobrenome que venho aqui dizer em público, que não adianta falarem de sobrenomes , pois, esses não me intimidam, continuarei a escrever minhas opiniões sobre o que penso. Acredito que o Blog do Crato é um espaço democrático de expor idéias e opiniões, e não de fogueira de vaidades, egos e sobrenome.

Então caros blogueiros e blogueiras, vamos nos ater a construir um blog onde pessoas de toda parte do mundo como Nova Yorque (EUA), Montpellier (França) e Copenhaguen (Dinamarca) acompanhem os acontecimentos e vejam que no Crato tem cabeças pensantes, e não uma ditadura de imprensa.

Por: Alessandra Bandeira

Preparar o espírito - A Mídia e o Irã - Arimatéia Macêdo


Faz vergonha um cidadão comum sentar em seu sofá para, juntamente com seus familiares assistir aos noticiosos emitidos pela quase totalidade das TVs ocidentais. Da mesma maneira ocorrem ao se manusear os informativos como revistas, jornais, panfletos e afins. E isto já vem de muito tempo.

É de deixar qualquer 171 boquiaberto e decepcionado com seu “trabalho” ao comparar a desenvoltura que estes meios de comunicação, através de seus âncoras, têm de manipular os incautos e fazer com que eles acreditem nas inverdades proferidas.

Alguns fatos que ocorreram no Brasil e no exterior trazem isso à tona com muita propriedade, e coloca completamente em xeque a credibilidade de nossos comunicadores, tendo em vista esta confiabilidade já se encontrar prejudicada.

Não se faz necessário listar centenas de acontecimentos, mesmo existindo este número. Basta que se relembre de alguns fatos ocorridos ultimamente. Nestes se nota cabalmente a intenção de preparar o ouvinte/leitor para a próxima investida independente do prejuízo socioeconômico causado.

A guerra do Iraque é considerada a maior perversidade já cometida contra um povo pobre, faminto, e indefeso, da era contemporânea. Esbravejou-se, e virou moda nos desavisados, e estes engrossaram o coro na mídia contra supostas armas de destruição em massa em posse do presidente Saddam Hussein. Com este pseudo-apoio popular ficou muito fácil a investida genocida, desumana e cruel. Até o patrimônio histórico iraquiano foi completamente destruído.

Agora a bola da vez é o Irã. Grande banco petrolífero, principal produto da matriz energética yanque, e presidido por um presidente reeleito com imensa vantagem de votos, e oriundo das massas populares. Este, por sua vez, com um grande pacto nacional, além de enorme compromisso com reformas sociais. E, diga-se de passagem, que Mahmud Ahmadinejad não se curva aos interesses americanos e israelenses. Esta é a causa principal de sua ojeriza.

Junte-se ao iraniano, pelos mesmos motivos, Hugo Chávez, Kim Jong-il, Rafael Correa, Lula, com seus respectivos povos. Estes líderes podem ser listados como personas non gratas a Washington e Telavive. Ou quiçá, já estejam na mira de suas armas que vomitam fogo sobre seres humanos e suas riquezas.

Preparem seus espíritos para mais maldades e perversidades. A mídia marrom faz de tudo para ter um lugar ao sol. Independente de quem irá pagar a conta. Custe o que custar. É de bom alvitre lembrar que este débito é pago com suor e lágrimas por quem sobrevive ao inferno. Este sim arde como fogo e fede a enxofre. Qualquer relação com profecias bíblicas não terá sido mero acaso.

Arimatéia Macêdo

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