xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 30/03/2009 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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30 março 2009

TEMA DE LARA - por José do Vale Pinheiro Feitosa

O sino da estação de trens em Crato badalou a última chamada. Um tranco metálico moveu-nos sobre trilhos. Lentamente abandonando, em primeiro lugar, as pessoas, em seguida o calçadão da estação, as ruelas no entorno da rua do gesso, atravessando a última via da cidade e avançando sobre o canavial em rumo de Juazeiro do Norte. Assim uma era se encerrava, uma fenda ao infinito se abria, com a irresponsabilidade da juventude, sabendo-se superado, no limite entre o medo e a excitação do perigo.

Não era poesia. Era vida e tinha a certeza que outro mundo mais temperado e justo seria possível. A vontade transformadora da consciência política seguia pelos trilhos como um panfleto revolucionário. Carregava minha bagagem de responsabilidades presumidas em face deste país pobre e desigual. Iria buscar a universidade e nela me fortalecer em vontade e conteúdo transformador. Os contemporâneos, os mais velhos e aqueles ainda crianças, poderiam ter certeza que seria um igual em força, dedicação e luta.

Já na capital e uma música estourou nos ouvidos românticos da época. O filme Dr. Jivago se beneficiava com a pré-estréia do sucesso musical de sua trilha em todas as rádios, especialmente o Tema de Lara. Enternecido pela música, a leveza de lentamente navegar no salão dos clubes com elas de par. De ouvir as vozes femininas cantarolando o tema de um modo que nem Maurice Jarre consegue com toda a potência de sua orquestra. Maurice Jarre conseguia, pois nesta segunda já é fisicamente passado.

Mas a denúncia do velho reacionário Boris Pasternak, agora transformada numa super produção de Hollywood, a mesma da era da guerra do Vietnam, do governo Nixon, atingia os sonhos da revolução. Aquilo era um discurso na contramão da juventude que logo a seguir iria sofrer os efeitos do Decreto Lei 477 e do AI5. Sem contar o enorme efeito da Invasão da Checoslováquia na primavera de Praga. Entre o tema de Lara e a necessidade de superar o atraso social, político e econômico, nossos corações aprenderam as grandes questões da insustentável natureza dos dogmas.

Aprendemos aos trancos, barrancos e por vezes lentamente, sempre tendo o humano como o horizonte último da nossa intenção política. Quando o Tema de Lara toca, os sons de um rock pauleira estão no mundo em igual permanência e datados como dizem os jornalistas. Eis que as normas se pautam por evidências de tempo, quanto mais o mundo é científico e técnico. Mais se diz que as circunstâncias em que isso ou aquilo é válido, depende de até quando outros parâmetros de conjuntura existirem, pois uma vez estes superados, já não é possível afirmar tal verdade.

Hoje na estação de Crato já não param mais trens. Nenhum trilho leva pessoas através dos sertões entre o interior profundo e arcaico e a juventude moderna da borda do litoral. O Tema de Lara só é relembrado na morte de Maurice Jarre, além de que o velho reacionário autor do livro retornou à Rússia como quase um monarquista se desfazendo em saudades do Czarismo. E também cessou de respirar.

Hoje na estação Finlândia que poderia ser a Central Station, ou a Penn Station, outro tema, que não sei qual, deve incomodar os sonhos frustrados dos Yuppes de Wall Street. E neste mundo, como o reverso daquela era na estação de Crato, novamente a consciência humana se torna para si, além e muito além dos dogmas e do entusiasmo de que se imaginava o fim da história.


Por José do Vale Pinheiro Feitosa

PASSARIM DE ASSARÉ, O Filme - Por: Luiz Carlos Salatiel

LUIZ CARLOS SALATIEL e PATATIVA DO ASSARÉ

A manhã de outubro era de sol aceso e céu sem nuvem no cariri cearense. O carro não agüentou o tranco e parou no meio daquela estrada de chão rachado, de barro e pedregulhos que nos levaria pra Serra de Santana, alguns quilômetros depois de Assaré que havíamos deixado prá trás. Foi demais praquele corcelzinho branco ano 72 que arrumamos pra enfrentar a nossa produção cinematográfica amadora. Rosemberg e Serginho aproveitaram a parada pra fazer umas fotos do ambiente árido da caatinga (mandacarus em flor, alguns calangos, uns preás, um gavião branco, uma carcaça de boi, e por ai vai) enquanto Bola e Zé Roberto pelejavam pra descobrir a razão do “prego”. Eu também fiz umas fotos de umas crianças e de um cachorro que nos observavam curiosos sem entender aquele desmantelo. Nada nos tirava do sério naquela bendita semana porque estávamos finalmente - depois de alguns meses de trabalho com muitas idas e vindas de Fortaleza para o Crato e Assaré – tendo a oportunidade de concluir um documentário sobre a vida de um poeta genial e filósofo sertanejo que a nossa geração aprendera a admirar: Patativa do Assaré. O filme já fora batizado como “Passarim do Assaré”, um media-metragem que numa bitola super-8 era a nossa experiência possível de fazer cinema na época. A cada dia de nossa convivência com Patativa a gente se sentia mais animado pelo encantamento que nos causava seu carisma e sua extensa e nobre obra poética. Depois de uma meia hora, Bola deu o veredicto sobre o carro: - A bobina esquentou! Em seguida, comandou: Vai Zé (Roberto), faz uma rodilha de tua camisa e traga ela molhada pra gente resfriar a bobina. Zé era o assistente de produção e contra- regra (faz tudo) do filme e, mesmo a contragosto, não podia contrariar a ordem. Deu certo! Alguns minutos depois retomamos o caminho que nos levaria ao sítio na Serra de Santana pra vivenciar por três dias com Patativa, Dona Belinha (esposa), família e todo aquele ambiente rural de grande beleza, simplicidade, alegria e de completa inspiração praquele menestrel do sertão. Saímos da estrada principal, entramos em sítios, abrimos e fechamos muitas porteiras e cancelas até avistarmos a casa do poeta que se assentava sob um calçadão alto cimentado e um teto de palhas e telhas. A pintura nova de cal amarelado pelo barro vermelho que escorrera do teto no inverno passado, não escondia o reboco na parede torta de taipa. Estacionamos o carro sob a sombra da copa de um tamarineiro frondoso e lá descarregamos nosso equipamento: um tripé bem pesado, uma câmera Cannon super-8, duas folhas de isopor para o rebatimento de luz, uma câmera fotográfica Pentax-35mm com tele-zoom, muitas caixinhas de filme virgens e uma indescritível euforia pelo momento que compartilhávamos. Estávamos ainda no descarrego de mochilas e equipamentos quando no contra luz do sol, alguns metros a nossa frente, desponta a monumental figura do poeta camponês, de enxada no ombro, bornal, cabaça na cintura, caxingando pelo caminho que o levava e trazia da roça. Foi uma correria louca pra registrar aquela imagem. Ao mesmo tempo, todos percebemos a beleza e naturalidade daquele momento e nos aperreamos querendo transformá-la em cena do filme..., mas ficamos tão agitados a ponto de a câmera não aceitar o rolinho da película. Tivemos que só contemplar o momento e memorizá-lo. Patativa se aproximou e com um inefável sorriso foi logo nos dando um carão: - O café esfriou, mas o almoço já ta quente! É que a gente tinha prometido chegar bem cedo no sítio, o que não aconteceu. Contamos a estória da pane no carro e nos desculpamos. Depois de um dedo de prosa debaixo do tamarineiro, o poeta nos convidou pra entrar e ocupamos um quarto dos dois que tinha a casa. Era uma casa muito simples e agradável, com muitos armadores pra redes no salão de entrada que também abrigava a colheita da roça (milho, feijão, andu, jerimum, etc.). Dona Belinha, a esposa, nos recebeu com igual delicadeza e de mesa posta para o almoço de galinha caipira ao molho pardo, feijão de corda com toucinho, farofa de pão de milho, macarrão com muito colorau passado na manteiga da terra e doce de leite ou mamão com coco de sobremesa. Uma mesa farta e generosa como a alma do sertanejo! Sem perder tempo já começamos o registro de imagens desses momentos da vida em família do poeta. Dona Belinha – esposa venerada por Patativa em prosa e verso- era todo o tempo silenciosa, mas, naquele silêncio, passava pra gente o quanto se dedicava e tinha admiração pelo esposo. Nos três dias que ficamos neste convívio aprendemos a admirá-la e criamos uma afeição especial por ela, mulher, mãe zelosa, avó e, acima de tudo, companheira exemplar do tipo que está sempre ao lado do marido “na alegria e na tristeza, na saúde e na doença...” Foi no café da manhã de um desses dias que comi pela primeira vez uma tapioca misturada com amendoim torrado feita pela Dona Belinha. Uma tapioca com gosto de poesia! Depois do almoço, armamos rede no salão e, como todo sertanejo que se preza, puxamos um leve ronco até as duas da tarde quando uma dupla de cantadores bateu a porta da casa pra homenagear o Patativa e dividir com ele algumas prosas e cantorias. Desarmamos as redes numa ligeireza danada e montamos um “set” no calçadão de lado da casa onde a luz do sol imprimia belas imagens e, naquela tarde inesquecível, gravamos cantorias dos repentistas/violeiros, depoimentos e declamações do poeta até quando a luz nos permitiu. Chegou a noite. Depois de um café forte com pão de milho, leite de vaca fervido, ovos estrelados e queijo de coalho, ficamos de conversa fiada e camaradagem com muitos compadres e comadres do Poeta e de D. Belinha até umas horas. Todos se mostravam curiosos a respeito do filme e queriam saber se o filme ia passar na televisão, na Globo, etc. A gente até admitia, meio sonhador, que “um dia” o filme poderia passar no cinema e na televisão de um Brasil com liberdade de expressão, o que não era o caso daqueles tempos de exceção que vivíamos no final dos anos 70.
No dia seguinte, cedinho, madrugada ainda, acompanhamos Patativa na sua lida de roceiro, uma vida de homem simples que da terra tirava o sustento e também a inspiração pra sua lira nordestina. Depois, gravamos cenas em outros ambientes familiares, sua vida compartilhada com outros camponeses e poetas e a sua empatia e clareza na compreensão da natureza, dos bichos e das plantas e dos homens em comunhão com Deus.
Durante a realização do filme, Patativa nunca reclamou da nossa direção e parecia adivinhar que aquele registro cinematográfico seria o primeiro de muitos que viriam pela frente e que, de outra maneira seu discurso social seria amplificado e se irradiaria mundo a fora e o elevaria a condição de mito.
Somente no terceiro dia é que conseguimos gravar a imagem majestosa do luminar poeta a caminho da roça no contra luz do sol.


A EQUIPE DESTA VIAGEM:
Rosemberg Cariry – roteiro e direção
Jacksom (Bola) Bantim: Câmera 1, motorista e Assistente de produção
Zé Roberto França : Assistente de Produção e contra-regra
Serginho Pereira: still (fotografia de cenas)
Luiz Carlos Salatiel: Assistente de direção, produção executiva, câmera 2 e
still.

NOTAS:

-As imagens originais desta realização constam do filme Ave Poesia- Patativa do Assaré, documentário realizado por Rosemberg Cariry, em cartaz nos cinemas do país;
-A foto que ilustra a matéria é de Sérgio Pereira, e foi clicada durante a realização do filme “Passarim do Assaré”.

Por: Luiz Carlos Salatiel

Vem aí a próxima garota Blog do crato - MARINA

Em Breve, ensaio completo:



Garota Blog do Crato - Marina




Marina 04





Marina 02




Marina 01


Fotografia: Dihelson Mendonça
Atenção: É proibida a cópia e reprodução total ou parcial do material fotográfico.
A cópia e uso não autorizado é crime previsto na lei do Direito Autoral.

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Cadê o Asfaltamento da Rua Ratisbona ? - Por: José Carvalho Leite - Zuza



Amigos do Blogdocrato,

Quando a Caixa Economica fez o mapeamento para o asfaltamento das ruas do Crato até hoje a população não entende como foi, por qual motivo, a Rua Ratisbona ficou de fora. Sei perfeitamente que nosso prefeito vem desenvolvendo um relevante trabalho administrativo no Crato. Falaram numa segunda etapa de asfaltamento que envolveria as Ruas; André Cartaxo, Ratisbona, Cel. Antonio Luiz, Cel. Secundo e outras ruas. Resta saber quando será o segundo pontapé. Outro fato estranho é a não conclusão da praça do bairro mirandão.(falta pouco coisa). É pensamento do prefeito municipal, a construção em volta do estádio mirandão de uma pista para os amantes das caminhadas possam se sentir seguros, trasitando distante dos carros numa via própria. Fica aqui meu apelo em nome da comunidade e meu voto de confiança na atual administração.

José Carvalho Leite ( Zuza)

Mônica Araripe convida TODOS para um Bazar na Residência do Dr. Jefferson Felício

A Sra. Mônica Araripe convida TODOS para um Bazar que será realizado amanhã, dia 31 de março, às 09:30 da manhã na residência do Dr. Jefferson Felício e da sua espôsa Milena Felício, à Rua Escultor José Rangel, 105 no bairro Parque Grangeiro. Mônica Araripe e Milena Felício agradecem a todos que comparecerem e participarem do bazar.

Texto enviado por Mônica Araripe

"Regionalismo Zarolho" - Por: José Nilton Mariano Saraiva

Dá-se um fenômeno interessante na Região do Cariri: enquanto uma só cidade (Juazeiro do Norte) é generosamente aquinhoada com mimos e favores mil por parte do governo estadual em função da sua representação e força política, e até por isso mesmo é também lembrada e escolhida por integrantes da iniciativa privada para instalação dos seus negócios no sul do Ceará (como Sobral ou é ao norte), algumas outras poucas cidades, por não disporem de representantes políticos que influam de alguma forma no direcionamento, implementação e implantação dos novos investimentos, se contentam e se conformam em recepcionar, como se fossem a “salvação da lavoura” ou o “cumprimento de compromissos assumidos”, migalhas e sobras compensatórias desse mesmo governo (um restaurante popular aqui, uma farmácia popular ali e por ai vai); em conseqüência, peca por inconsistência, a demagógica, polêmica e famosa tese da “interiorização do desenvolvimento” (que seria, verdadeiramente, o espraiamento das benesses na contemplação equânime DE e PARA direcionamentos diversos e em diversos recantos, capaz de as alavancarem).
Evidentemente que tudo isso que hoje lá acontece (nas cidades esquecidas ou momentaneamente desprezadas) faz parte de um complexo processo acumulativo histórico (foram anos e anos de completo descaso), e não necessariamente culpa das atuais administrações municipais, que já pegaram o bonde andando; diz respeito à irresponsabilidade factual dos respectivos habitantes que, na hora de utilizarem a sua mais poderosa e preciosa arma – o voto – o fizeram e o fazem de forma equivocada e, diríamos até, desajuizada, delegando a pessoas sem a devida competência, partidárias do “toma-lá-dá-cá” ou do famoso bloco do “eu sozinho”, comprovadamente despreparadas e desprovidas de senso público, o destino das respectivas cidades.
Agora, difícil de absorção e de compreensão, é embarcar na canoa furada manobrada por alguns e nos argumentos fajutos de políticos profissionais de fácil e demagógica erudição, que, servindo-se de “multiplicadores” bem doutrinados, douram a pílula do conformismo e da acomodação, ao ressuscitarem velhos conceitos, dogmáticos ou não, na tentativa de justificar o injustificável ou convencer os incautos, esquecendo propositadamente de trazer o debate para o centro do palco, analisando com a devida pertinência a profundidade e reflexo da situação vigente.
Pois bem, a expressão da moda, o mais novo hobby, o blefe da vez para tentar justificar o abandono a que o Crato foi relegado durante anos, bem como o extraordinário e geométrico crescimento de Juazeiro no mesmo período (mesmo que à custa da exploração desumana dos romeiros), responde pela charmosa e inusual expressão “conurbação” (na verdade, uma “extensa área urbana formada por cidades e vilarejos que foram surgindo e se desenvolvendo um ao lado do outro, formando um conjunto”).
Só esquecem, os partidários de tal “embromação” semântica, que, queiram ou não, a roda do desenvolvimento passa, antes e necessariamente, pela economia, pelos agentes econômicos, pelo temível mas desejado e poderoso vil metal; assim, não adianta Crato e Juazeiro se unirem num futuro próximo, até se “conurbarem”, formarem um só aglomerado humano, se as indústrias, o comércio, a vida pulsante da economia se instalarem depois da ponte que separa as duas cidades, e SÓ em território juazeirense.
Afirmar que o Crato também se beneficiará com isso é uma meia verdade, é querer enganar quem tem um mínimo de bom senso, é tapar o sol com a peneira, e por razões simples e objetivas: a) os muitos empregos, resultantes do assentamento de tais projetos, preferencialmente beneficiarão os habitantes da cidade-séde (pode até que sobre alguns para o Crato), até mesmo porque o processo seletivo será feito por um órgão lá vinculado, que evidentemente priorizará a população local (o corte de custos, como o vale transporte, por exemplo, terá peso); b) o pagamento de uma infindável gama de impostos (ICMS, ISS, IPI, IPTU, IPVA, IR, etc) será direcionado e receptado pela Prefeitura da cidade-séde; c) com o aumento exponencial na arrecadação fiscal, necessariamente se terá um incremento percentual de peso, por parte da cidade-séde, no recebimento dos fundos constitucionais (Fundo de Participação do Municípios-FPM) por parte da administração local; d) a reaplicação desses tributos gerará novos empregos (lá em Juazeiro) e a roda não parará de girar daí por diante (lá em Juazeiro); e) corre-se o risco de a própria população cratense, atraída pela difusão midiática incessante, deixar de priorizar o comércio local e investir em Juazeiro, provocando a debandada e fechamento dos poucos pontos comerciais de peso de que hoje dispomos (Lojas Americanas, Mercadinhos São Luis, etc), por falta de cliente.
E aqui, lembramos o presidente americano Bill Clinton que, ao ser questionado a respeito do expressivo crescimento americano durante o seu governo, deu uma resposta simples, mas clara, objetiva e definitiva: “É a economia, otário !!!”
Portanto, acabem com essa conversa mole, com esse lenga-lenga, com todo esse papo furado de que as empresas instaladas em Juazeiro beneficiarão toda a Região do Cariri, de que estamos a assistir a uma simplória “conurbação”. O que temos, em verdade, queiram os não os deslumbrados de plantão, é um autêntico “Regionalismo Zarolho”, ou de uma só via, onde um só centro receptor e difusor, monopolista e arbitrário, manipula e orquestra, ao seu bel prazer, os pobres "satélites" que giram e vagam em sua órbita.

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Dedicamos esta croniqueta (não agressiva, mas respeitosa) ao senhor Pedro Esmeraldo (que não conhecemos pessoalmente, mas aprendemos a admirar via blog), um cratense com “C” maiúsculo - verdadeiro baluarte na defesa da cidade e da sua gente, a quem saudamos respeitosamente; se tivéssemos pelo menos uns dez “Pedros Esmeraldos” da vida certamente a situação seria hoje bem diferente.

Autoria e postagem: José Nilton Mariano Saraiva


Reclamações e Denúncias sobre o Crato ? - Traga para Nós !

Quem Tiver alguma Reclamação sobre o Crato...

Olá, Pessoal,

Algumas pessoas estão a escrever aí no Mural ao lado sobre problemas na cidade que eu poderia ajudá-los, mas não colocam dados concretos, não especificam exatamente o que precisam... Assim fica muito difícil ! Eu gostaria que quem quiser fazer alguma denúncia, comunicado, reclamações sobre a administração do Crato, quem tiver problemas na sua rua, no seu bairro, de lixo de esgotos, entrem em contato comigo pelo e-mail blogdocrato@hotmail.com

blogdocrato@hotmail.com

Esse é o nosso e-mail de contato. Reclamações, denúncias, todas elas podem ser enviadas para esse e-mail. Agora, por gentileza, nada de ANONIMATO. As denúncias e reclamações têm de ser específicas. As reclamações devem ser claras, com detalhes sobre as ruas e os problemas, e com a identificação do autor, e dentro dos padrões de educação e do bom-senso. De posse das informações, eu poderei tentar tomar providências com a Secretaria correspondente na cidade, já que tenho pleno acesso a todas elas.

Vamos lá, quero escutar o que o povo do Crato tem a dizer!

Abraços,

Dihelson Mendonça


Cariri inaugura sede regional do PCdoB em Juazeiro do Norte

Na ultima sexta-feira, dia 27, em Juazeiro do Norte foi realizada sessão solene na Câmara Municipal da cidade em comemoração aos 87 anos do Partido Comunista do Brasil - PCdoB, que contou com a participação de diversas lideranças dos movimentos sociais e de partidos co-irmãos, como é o caso do PSB e PT. O vereador Paulo Machado (PSB) que assumiu a vaga do vereador comunista, professor Antonio disse que o seu mandato também é do PCdoB. Estiveram presentes representantes dos comitês municipais das cidades de Araripe, Baixio, Barbalha,Cariaçu, Crato, Jardim e Juazeiro do Norte, além do ex-prefeito de Aurora, Carlos Macedo, o ex-prefeito de Araripe, Humberto Bezerra, a secretária de Cultura de Juazeiro, Professora Gloria, representantes da União da Juventude Socialista – UJS e diversos artistas.

Logo após, a sessão solene foi inaugurada a sede regional do PCdoB do Cariri, que contou com um clima de descontração e animo da militância, que depois de mais de 10 anos consegue novamente ter uma sede. Localizada na Rua Padre Cícero, 1122, a nova sede visa ser um espaço referencial de encontro dos comunistas da região e conta com acervo das publicações do PCdoB e dos seus parlamentares. Para o presidente do PCdoB, de Juazeiro do Norte, professor Aurélio Matias, atual secretário de Esporte e Juventude do Município, essa é uma conquista para o Partido na região e acrescenta que a sede contribuirá para o crescimento e a formação dos militantes comunistas.

Por: Alexandre Lucas

Chegou na noite de sábado ao Crato uma equipe do programa "Som na Rural", apresentado por Roger de Renor e que é trasmitido pela TV Brasil, todas as quintas-feiras às 20 hs. Eles vieram fazer a pré-produção de um programa exclusivo com os artistas caririenses. Fui contactado pela produtora do programa Pérola Braz que me solicitou indicações dos artistas locais. Ontem eles já fizeram algumas entrevistas, com João do Crato e os meninos da Casa Grande. Hoje estão marcadas mais três, com Mestre Aldemir, com o Padre Ágio e com a banda Dr. Raiz. Viajam de volta a Olinda na terça-feira pela manhã. Eles retornam logo após a semana santa e trarão a equipe inteira, formada por cerca de 20 pessoas, e farão as gravações do programa completo em duas locações: uma na Praça da Sé e outra no Centro Cultural do Araripe (REFFSA). Segundo a produtora Pérola, a escolha da região se deu por conta do grande potencial artístico e folclórico que possui o Cariri, e isso de forma bastante original e criativo. No dia das gravações do programa, serão convidados outros artistas e bandas para se apresentarem.

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