xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 23/03/2009 | Blog do Crato
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VÍDEO - CONVERSA FRANCA - O DESCASO NO CRATO - Dihelson Mendonça ( 30-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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23 março 2009

Carta do leitor - Dom Hélder Câmara em Jornal do Pará

Caro Dhielson ( Leia-se DIHELSON - Nota do editor ), como sabes moro no Pará mas amo de paixão o querido estado do Ceará e igualmente seus personagens. Entre eles, além de Patativa e Padre Cícero, posso citar Dom Hélder Câmara. Hoje na capital paraense um jornalzinho de circulação média, "O Público", reservou uma página inteira a esse cearense brilhante, que fez história em Pernambuco e no mundo, com uma excelente reportagem. Como o Blog do Crato é um veículo de comunicação que prima pelas "coisas da terra" indico a reportagem sobre D. Hélder como excelente leitura que pode ser acessada pelo link http://www.publicojornal.com.br/ no caderno A4 [Política] da edição desta segunda-feira.

Saudações paroaras à toda gente boa do querido Ceará...

Jose Reinaldo da Silva

Santa Luzia do Pará, 23 de março de 2009.

Crato Visto por Mauro Mota - Por: Joaquim Pinheiro

CRATO VISTO POR MAURO MOTA:

Mauro Mota (1911 – 1984), pernambucano, consagrado poeta, cronista, Membro da Academia Pernambucana de Letras, Catedrático da UFPE, Diretor do Diário de Pernambuco, no início da década de 50 acompanhou uma equipe do DFOCS, antecessor do DNOCS, em uma viagem pelo sertão nordestino. Visitou o Crato e registrou suas impressões numa separata da Revista do Arquivo Público de Pernambuco, publicada em 1952. Eis sua visão do Crato: Crato, 4 - O Outro Lado da Paisagem - Partindo de Salgueiro, a camioneta começa a devorar a distância que nos separa de um mundo diferente. A mutação insinua-se à medida que os quilômetros ficam estendidos no caminho, tatuados pelos desenhos dos pneumáticos vertiginosos.

Mutações na atmosfera, nos tipos de habitação, mutação cromática, particularmente. Vamos saindo do cinzento seco para o esverdeado úmido de seiva. Saltando os últimos tabuleiros, parece-nos que as lavadeiras estenderam largas toalhas de verde limpo nas pedras baixas onde o sol da tarde se derrama como carícia, jamais como um flagelo. Altera-se substancialmente a paisagem botânica. A vegetação liberta-se da inferioridade em que, há poucas horas, a encontramos. Deixa de viver de rastros, retoma a compostura vegetal. Ergue-se do chão e da caatinga. É árvore sem receio de intempérie, é fruto, é flor e oscilantes penachos, vestindo de folhas vivas as colinas. A Chapada do Araripe deixa em Pernambuco a desolação da terra. Somente do outro lado, começa de fato a fértil zona do Cariri, onde entramos pelo Crato. Acha-se todo o município dividido em pequenas propriedades agrícolas e de criação. A cidade tem o ar de metrópole confinada com as ruas limpas, as praças cheias de palmeiras e flores, gente pelos bancos até quase meia-noite.

A população escolar alcança 5 mil, distribuída pelo velho Seminário São José. Pelo Ginásio do Crato, pelo Colégio Santa Teresa de Jesus, para moças. Meninos e meninas do interior de quatro Estados do Nordeste vêm aqui fazer sua formação humanística e são depois exportadas em boa forma para as faculdades. O estudo é levado a sério. Talvez exista ainda receio da lei provincial de 1836, no tempo do governo José Martiniano de Alencar. A lei estabelecia: “Os alunos podem ser castigados com palmatoadas, contanto que estas não passem de quatro diariamente”. Os mestres achavam um jeito de ultrapassar a limitação. Quando o discípulo praticava uma falta mais grave, levava oito ou doze bolos, sob a alegação de que estava pagando supostas contas atrasadas. Esses rigores na formação das novas gerações devem ser responsáveis pelo movimento intelectual do presente. Só o número de jornais e revistas que já existiram aqui, da 2ª metade do século XIX para cá – cento e vinte – reflete a vitalidade do espírito local. É verdade que esses órgãos na sua maioria eram políticos e viviam em lutas constantes e às vezes ásperas. Luta contra o governo, luta contra o predomino dos coronéis, luta contra o feudalismo. Tiveram de qualquer modo uma atuação proveitosa e juntaram-se com as suas campanhas à melhor história regional. O seminário sobrevivente, dirigido por José de Figueiredo, autor de um livro de memórias, “Meu mundo é uma farmácia”, mantém-se fiel às diretrizes dos antecedentes. Fiscaliza os partidos, fiscaliza o prefeito, fiscaliza os preços de tudo, no comércio de lojas e armazéns e no da feira-livre. Esta é imensa. Domina a frente de numerosos quarteirões. Cereais em abundância, inclusive arroz da melhor qualidade, cultivado nos brejos circundantes. Coisas regionais: gibão e chapéu-de-couro de vaqueiros, arreios de cavalo, alpercatas, rapaduras, dezenas de artefatos de palha de carnaúba. Surpreendeu-nos o preço baixo de uma peça de corda: 50 centavos. Superprodução ou tentativa de oferecer soluções extremas aos desesperados da vida?

Por: Joaquim Pinheiro Bezerra de Menezes

O mundo de Epifânio - Do Livro de Mauro Mota - Por: Joaquim Pinheiro Bezerra de Menezes


Do livro de Mauro Mota sobre a visita ao Crato: O mundo de Epifânio *




Crato 2 –

É noite e estamos no bar “Glória”, situado na praça Siqueira Campos. José Kleber Macedo, que é um cicerone amável e arguto, apresenta-nos a uma das figuras mais curiosas do Crato e de todo o Cariri. Setenta e tantos anos rígidos e ensaboados, de quem andou pelas clínicas noturnas do Professor Voronoff. Compõe-lhe o aspecto de lorde em vilegiatura o vestuário de endomingado vitalício, a austera roupa de casemira azul-marinho, colete atravessado pelo correntão de ouro maciço, tão longo e grosso, que, em vez de um relógio, deve prender algum filhote de fera oculta nos bolsos de Epifânio Pinheiro Bezerra.
Quando pronuncio esse nome assim por extenso, recebo logo a advertência:
--- Corte o Epifânio. Pinheiro Bezerra somente é mais eufônica e mais político. Senador Pinheiro Bezerra.
--- Senador?
--- Perfeitamente. (Exibe o cartão com o endereço do Monroe – Antigo prédio do Senado no RJ). Tive 17 trilhões de votos, sem falar no meu voto individual. Há um decreto do governo, considerando-o equivalente a dois mil sufrágios.
Afirmada a megalomania logo nesse princípio de conversa, o jeito é puxar pelo fantástico membro da Câmara-Alta, em exílio voluntário no sul do Ceará.
--- Desenvolve alguma atividade extra-partidária, “senador”?
Decerto. Possuo 12 aviões, 27 navios e 72 grandes fazendas espalhadas pelo Brasil inteiro, somando todas 30 milhões de cabeças do melhor gado. Só em Minas, tenho 23 propriedades. Juscelino Kubitschek, o atual governador, foi meu vaqueiro durante muito tempo. Fiz dele gente. Tirei-o do nada e do chapéu-de-couro para instalá-lo no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte.
Em estábulo reservado, mantenho aqui uma vaca fenomenal. Produz 126 litros diariamente, sendo 30 de excelente café, saboroso e quente.
O senador Pinheiro Bezerra abarrota suas burras domésticas com 16 trilhões de cruzeiros e 15 mil quilos de ouro em barra. É dono de toda a serra do Araripe e ultimamente fechou um negócio em boas condições: comprou a cachoeira de Paulo Afonso com a exclusividade de exploração da força até o ano de 4.820. Nunca deu a um afilhado, no dia do batizado, presente inferior a um cheque de 1 milhão e 500 mil cruzeiros. Mas, quando o nosso companheiro, o motorista Júlio, aparentemente seduzido por essa riqueza fabulosa, pede por empréstimo 5 mil contos, o “senador” exalta-se e sai-se com esta:
--- Aprenda a conhecer os homens! Não faço transações com ninharias.
O Aga Khan caboclo, cheiroso e de flor no peito, é também um Dom Juan conservado em formol.Depois da viuvez, não chega para quem quer. Só no Crato, querem casar com ele 24 belas senhoritas, sendo 8 ainda alunas do colégio das freiras.
A garçonete traz nova rodada de cerveja, e penso no mundo que Epifânio criou para ser feliz. Fora da idéia fixa de grandeza, é uma criatura normal, afirmam os seus íntimos. Só o leva ao delírio a paixão pelo poder e pelos bens materiais.
Penso em outros mundos, criados à imagem e à semelhança do mundo de Epifânio e em outros delírios, variando apenas na espécie das coisas ambicionadas, jamais nas suas dimensões. Volto o pensamento para o Recife, para certos representantes da cultura do Recife. Aí não temos apenas um senador. Temos todo um parlamento em sessão permanente.

* Epifânio Pinheiro Bezerra de Menezes (1874-1957), era tio avô meu e de Zé do Vale Pinheiro e Tio bisavô de Zé Flávio Vieira.


Por: Joaquim Pinheiro Bezerra de Menezes

"Amores Clandestinos, na sessão das 4, no Cine Cassino" - Por : Socorro Moreira



(Foto de Pachelly Jamacaru)

O filme “Amores Clandestinos” fez sucesso , nos anos 60. Vinha bem a calhar, dentro do contexto da época. Depois de comprar o ingresso, passar pelo porteiro, delegado de menor, entrava na penumbra da sala, e esperávamos o apagado de todas as luzes. O único que conhecia todos os segredos ocultos era o Lanterninha. Focava cadeiras vazias, e focava por “descuido” aquelas ocupadas pelos casais, justo, os que fugiam da luz... Dos olhos da família, do preconceito social, e da própria timidez. Tinham naturezas diversas, posto o dito: amores impossíveis, amores nascentes e crescentes...Amores dos amasses ( puro cheiro, puro sarro)...Amores tímidos, ingênuos e trêmulos ; amores despudorados, explícitos na “safadeza” do poder hormonal...Todos eram instigados , pela cumplicidade de um escuro técnico . Muitas “pernas gordinhas”, (como a canção do Tiago Araripe), molhadas, sedosas, balançavam pés nervosos. Beijos de língua, de pescoço, de outras partes, outros pedaços do corpo... Como mãos, e bochecha do rosto! Enlevada no enredo do filme, desligava-me da terra. , mas perdia meu olhar, muitas vezes, na doce tensão da espera. Um dia, ele chegou, e sentou-se numa fila adiante de mim. Encostou sua cabeça numa peruca canecalon, loura com a da Marilyn... Meus olhos desviados da tela ficaram lá, pregados e chorosos, naquele bandô total, que recebia afagos, e abraços.

Quando a fita anunciou o “THE END”, sorrateiramente mudei de lugar, e aproximei-me mais um pouquinho, pra descobrir na saída, se era azul, os olhos daquela diva.. O moço correu apressado, antes do acender das luzes. Enfim tudo claro! Eram dois olhos morenos. Olhos conhecidos, subservientes, corajosos e apaixonados....

Covarde, o meu gato!
Estava lá, a musa de tantos brotos!

Era assim, o cotidiano do maior entretenimento da City.... Divertia, aproximava, e escondia. Transportava os nossos sonhos para o glamour hollydiano. Se não existisse a censura do Bispo, colada no mural do Café Crato, acho que não teria perdido nenhum drama escandaloso, que o cinema ensinava. Mas eu estava lá... Em todos de Marisol. Joselito, Shirley Temple, Walt Disney... Nunca, em “Amores Clandestinos” – (clássico com Sandra Dee e Troy Donahue – trilha sonora - Theme From A Summer Place... Linda!!!). Namorei sem pegar na mão... Só no roçar dos braços. Mas não nego a presença do tesão, nas orelhas afogueadas. Namorei com cochichos no pé do ouvido. Com mordidas no pescoço, e balas pepper, zorro, ou anis. Namorei com os meus ídolos... Puros, românticos, sofredores, heróicos, belos, e gentis.

No Cinema não faltava:
Assovios
Suspiros
Gemidos
Choros... Alguns até convulsivos. (Chorei assim, no filme Irmão Sol e Irmã Lua, e até na Paixão de Cristo).

A vida se harmonizava na sala de projeção. Tempos sem analistas, psiquiatras... Tempos de sessão de risos com Jerry Levis, Cantinflas, o Gordo e O Magro, e Zé Trindade. O Cassino de hoje é um campo de energia obscura. Ficou apenas o escurinho do cinema, na beleza deteriorada. Perdemos a cortina grená. O lanterna iluminando a paixão dos casais... Foram-se o misturado dos perfumes, o mascarem dos chicletes Adams, o estouro das bolas do ping pong, na falta do beijo amado. Era bom, até cochilar de viver, naquele ninho! Nada mais excitante, aventureiro e libidinoso, do que um encontro clandestino, na sessão das 4, no Cine Cassino. O Lanterninha que ressuscite essa “Cratíadas”, como já fez Zé do Vale, noutro contexto.

Por: Socorro Moreira

P.S
Esse texto é também dedicado ao meu amigo Luiz Carlos Salatiel , grande intérprete da música "Cine Cassino" do Tiago Araripe.

Ser Cristão! – Por Magali e Carlos

Temos ouvido muitas pessoas se declarando católica não praticante. O que é isso? Se não é praticante, então não é católico. Ser católico não é apenas ser batizado, crismado, ter casado na Igreja Católica. Católico é antes de tudo um cristão, isto é: um seguidor do projeto de vida que nos foi deixado por Jesus Cristo. Cristão é aquele que dá continuidade à missão de Jesus, que é a implantação definitiva do Reino de Deus, aqui, agora e em todos os confins do mundo. O Reino de Deus não é como muitos pensam algo para depois da nossa morte. Ele começa agora e continua para sempre, pela eternidade. O Reino de Deus é um projeto sócio-político em que predomina a partilha fraterna dos bens, a justiça e a paz. Parece inviável dentro da estrutura capitalista e materialista da nossa sociedade atual. Mas nós podemos implantá-lo pelo nosso testemunho de vida, libertando-nos do egoísmo, do desejo irreprimível de acumulação exagerada de bens materiais, responsáveis por milhões de vidas que são lançadas na pobreza. Nas “Bem-aventuranças” Jesus declara que “felizes são os pobres, pois deles é o Reino”. Assim, ele nos mostra que a justiça desejada pelo projeto que veio implantar liberta os oprimidos e injustiçados. Então o Reino de Deus é somente para os pobres? Não, ele é para todos, mas principalmente para os pobres. São eles as principais vítimas daqueles que não desejam repartir os bens e privilégios que Deus destinou para todos. Observamos que os pobres sabem repartir fraternalmente o pouco que têm com seus semelhantes. Muitas vezes, já presenciamos pobres agricultores repartirem com seus vizinhos a carne de um porco ou de um cabrito que matam. Eles não acumulam bens materiais. O rico, porém, guardaria o que sobrou de suas refeições na geladeira. Por isso, os primeiros seguidores de Jesus foram os pobres e marginalizados. Foi para resgatar a dignidade dessa gente que Jesus veio ao mundo.
É através do nosso testemunho de vida que será possível sermos “sal da terra e luz do mundo”. O fermento no meio da massa, do qual nos fala Jesus, com muita sabedoria. O verdadeiro cristão é aquele capaz de ceder o próprio corpo à pessoa de Jesus Cristo para que ele viva em nós. É pelos seus discípulos, que hoje somos todos nós, seguidores de Jesus Cristo, que ele continuará sua presença entre nós, trazendo esperança para todos aqueles que precisam de justiça para ter liberdade e vida. O cristão é aquele que vive em oração, isto é em diálogo permanente com Deus, escuta a sua Palavra e a põe em prática. Jesus executou tudo pela prática. Quem assim norteia sua vida pode considerar-se cristão. De nada adiantará dizer-se católico ou de qualquer outra igreja cristã e não viver essa fé.

Por Magali de Figueiredo Esmeraldo e Carlos Eduardo Esmeraldo

LULA NA NEWSWEEK

(para desespero dos radicais empedernidos anti-PT )

O popular, o símbolo
Desde sábado na home e na capa da edição regional da “Newsweek” (acima), “Lula fala” e “Nós temos que ser arrojados”. É uma entrevista ao escritor e editor Fareed Zakaria. Nos enunciados internos, “Lula quer lutar” e, abaixo, “Revigorado pela crise, presidente do Brasil diz que reza por Obama”.
Postagem: José Nilton Mariano Saraiva

Bento XVI critica na África uso da Camisanha para evitar AIDS

Juan Lara.

Yaoundé, 17 mar

Bento XVI chegou hoje a Yaoundé, onde expressou sua oposição ao uso da camisinha como forma de combater a aids e denunciou que a África sofre "de maneira desproporcional" com fome, pobreza e doenças, e que seus habitantes "imploram a fortes vozes" por reconciliação, justiça e paz. Onze anos depois da última visita do papa João Paulo II à África, Bento XVI pisou hoje pela primeira vez no continente, e, já no avião que o levava de Roma até Yaoundé, primeira escala de sua viagem de uma semana que inclui também Angola, falou sobre um dos grandes flagelos africanos: a aids, que afeta 27 milhões de pessoas. O pontífice afirmou que a doença não pode ser combatida somente com dinheiro - apesar de ter destacado que os investimentos para lutar contra a aids são necessários -, nem "com a distribuição de preservativos, que, ao contrário, aumentam o problema". Segundo especialistas, esta foi a primeira vez que um papa disse publicamente a palavra "preservativo". Até agora, o termo usado mais correntemente era anticoncepcionais. A aids, segundo o papa, pode ser vencida com "uma humanização da sexualidade, uma renovação espiritual, que comporta uma nova forma de comportamento de uns com os outros", e através da amizade, disponibilidade e amor aos doentes. A capacidade de sofrer com os que sofrem é a resposta oferecida pela Igreja, acrescentou o papa, que explicou que a "dupla força" da religião é, por um lado, renovar o homem, e, por outro, dar a ele força espiritual e humana, para um justo controle de seu corpo. Em Yaoundé, o pontífice foi recebido por dezenas de milhares de camaroneses, que, usando roupas coloridas, cantando e carregando cartazes, aclamaram Bento XVI, que se deslocou no papamóvel, para facilitar ser visto pelos fiéis. No aeroporto, o papa foi recebido pelo presidente, o católico Paul Biya, e sua esposa, que usava um conjunto rosa brilhante e um chapéu grande com cruzes desenhadas. Após ressaltar que chega à África como pastor, "para confirmar meus irmãos na fé", Bento XVI passou a falar totalmente sobre os problemas que afetam o continente. O pontífice denunciou que a África sofre, "de forma desproporcional", com fome, pobreza e doenças, e assegurou que seus habitantes "imploram a fortes vozes" por reconciliação, justiça e paz. Ele condenou o tráfico de humanos, especialmente de mulheres e crianças, crime que considerou "uma forma moderna de escravidão". "Em um continente que, no passado, viu tantos de seus habitantes serem cruelmente raptados e levados ao outro lado do oceano como escravos, o tráfico de seres humanos, especialmente de mulheres e crianças desarmados, se transformou em uma forma moderna de escravidão", disse o papa ao presidente camaronês. Bento XVI ressaltou que, em um tempo como o atual, "de escassez de comida, de desordem financeira e de modelos desordenados pela mudança climática", a África sofre desproporcionalmente, e um número cada vez maior de habitantes é afetado pela fome, pela pobreza e pela doença. Nesse ponto, o papa pronunciou três "nãos": não a novas formas de opressão econômica ou política, não à imposição de modelos culturais que ignoram o direito à vida dos ainda não nascidos - em alusão ao aborto - e não às rivalidades interétnicas e inter-religiosas. Sobre a questão do aborto, o pontífice destacou a necessidade de, em Camarões, serem defendidos "claramente" os direitos dos não nascidos. Ele pediu a reconciliação dos povos africanos e destacou que, em Camarões, onde os católicos são um quarto da população (quase cinco milhões), a Igreja está preparada para levar adiante sua missão em favor da saúde e da união dos habitantes do continente. Em relação ao tema sanitário, destacou o trabalho dos centros católicos e considerou elogiável que os doentes com aids recebam tratamento gratuito em Camarões. Bento XVI disse ainda que os cristãos não podem ficar calados perante a dor ou a violência, a pobreza ou a fome, a corrupção ou o abuso de poder. Amanhã, o papa se reunirá com os bispos e com representantes de outras denominações cristãs. O motivo da primeira viagem do pontífice ao continente é entregar às Conferências Episcopais da África o "Instrumentum laboris" - documento de preparação - do 2º Sínodo para a África, que será realizado em outubro no Vaticano. A escolha de Yaoundé deve-se a que Camarões é um país considerado uma África em miniatura, com mais de 200 etnias. De Camarões, Bento XVI irá à Angola, onde comemorará em Luanda o 500º aniversário da evangelização desse país.

Por: Dr. José Flávio Vieira

PODERES CURATIVOS DA PIMENTA - Por: Alessandra Bandeira


A pimenta (Piper nigrum) apresenta vários cultivares, faz bem à saúde e seu consumo é essencial para quem tem enxaqueca. Essa afirmação pode cair como uma surpresa para muitas pessoas que, até hoje, acham que o condimento ardido deve ser evitado. A pimenta traz consigo alguns mitos, como por exemplo, o de que provoca gastrite, úlcera, pressão alta e até hemorróidas. Nada disso é verdade.

A substância química que dá à pimenta o seu caráter ardido é exatamente aquela que possui as propriedades benéficas à saúde. As substâncias capsaicina e piperina ardem, mas são estudadas justamente pelas propriedades analgésicas que possuem! Surpresa! Elas provocam a liberação de endorfinas - verdadeiras morfinas internas, analgésicos naturais extremamente potentes que o nosso cérebro fabrica. E tem mais: as substâncias picantes das pimentas melhoram a digestão, estimulando as secreções do estômago. Possuem efeito carminativo (antiflatulência). Estimulam a circulação no estômago, favorecendo a cicatrização de feridas (úlceras), desde que, é claro, outras medidas alimentares e de estilo de vida sejam aplicadas conjuntamente.

Existem cada vez mais estudos demonstrando a potente ação antioxidante (antienvelhecimento) da capsaicina e piperina. Pesquisas têm demonstrado potentes propriedades antiinflamatórias das pimentas. Conclui-se que as substâncias ativas da pimenta são candidatas promissoras para o alívio de doenças inflamatórias. É importante lembrar que a enxaqueca compreende um estado inflamatório, na sua fase de dor. A pimenta possui até propriedades anticâncer. A capsaicina da pimenta vermelha é mais do que um simples tempero: ela faz com que células tumorais cometam suicídio!

Por isso não pecam tempo, o que você está esperando para apimentar a sua vida? Todas essas propriedades associadas a extraordinário sabor. Feita artesanalmente com pimentas selecionadas e orgânicas (isenta de agrotóxicos) onde estamos sempre correndo atrás de variedades diferentes, para temperar seus deliciosos pratos. Aguardamos seu contato, para que você possa experimentar um tempero excepcional ao gosto do mais requintado paladar, a preços simbólicos.


Pimenta Pé de Serra
Socorro Lobo
(88) 3521.5454
slxenofonte@hotmail.com

As divas do cinema e todas elas da vizinhança - Por José do Vale Pinheiro Feitosa

Socorro Moreira nos remete às divas do cinema.
Os "divos" de peso igual.
Fotografias que nos misturavam tanto à cena quanto a estética do corpo.
Tanto ao porte quanto ao enredo do drama, musical ou aventura.
A beleza que se fundia na história,
na visão do seu acontecimento quase real
e das emoções com as quais nós, os espectadores, se envolviam.
É isso que tais fotografias, de cara, revelam.

Mas tem um dado desta divas que pouco nos lembramos.
As verdadeiras divas,
aquelas que efetivamente nos roubavam os corações,
a paz do cotidiano abalada por uma urgência sem emergência de plantão.
As divas que traçavam as ruas pelas quais repetíamos como ladainha.
Aquele mistério do indiferente que quanto mais o era, mas o queríamos.
Mas revelava a derrota de quem não conquista.


As verdadeira divas,
transitavam pelas ruas do Crato.
Com a farda dos colégios,
com seu olhar de capitua na Siqueira Campos,
com as dobras do peito no decote
de cujo precipício,
se não tentávamos pular
ao mesmo reduzi-lo á cota das terras planas.
Das terras achatadas dos nossos corações.


Fatalmente é com estas divas
que a moleta da saudade
me leva ao brilho deste sol matinal.

Por José do Vale Pinheiro Feitosa

MAMA MIA E O GRUPO ABBA - Por José do Vale Pinheiro Feitosa

Nas locadoras pelo Brasil o filme do musical Mama Mia. Com locações na Grécia, o musical recorda os sucessos do grupo pop sueco ABBA entre 1970 e 1982 quando realizaram a última gravação em conjunto. A novidade do musical, além da natural leveza, bem construída numa sucessão quase sem diálogos dos sucessos do grupo, é aquele tom mesmo de videoclip, com corte rápidos e falas igualmente no estilo. O mais interessante é que as músicas são interpretadas por outras vozes que não a gravação original do grupo. Mas o estilo dos arranjos é o mesmo e todos se reconhecem.

Tem uma magia imperceptível no filme que certamente é herdada do próprio grupo e seus arranjos no estilo da época. O grupo ABBA (iniciais de Agnetha Fältskog, Björn Ulvaeus, Ann-Frid Lyngstad e Benny Andersson) foi o primeiro grupo do continente europeu (e nórdico) a fazer sucesso no eixo-pop anglo-saxão. O eixo que ditou a produção musical mundial em todos os continentes na segunda metade do século XX. Que por esta produção divulgou uma visão de mundo e um estilo de vida de tais povos. Quem nasceu a partir dos anos quarenta na área de influência desta cultura sabe o seu peso e quem não esteve na sua influência é “vítima” de sua nostalgia, então, nostálgicos continuam todos.

O filme é de uma nostalgia a todo vapor. Mas uma nostalgia bem resolvida. Joga com duas gerações, aquela libertária dos anos 50 a 70 e a recente dos anos 90 para cá. Nele o protagonismo é da velha geração, é do trato com ela que ocorre o fio condutor das músicas do ABBA. Que, diga-se de passagem, se prestam muito bem para a boa solução do musical. Muito bem quando os personagens femininos são confrontados com seu passado e encontram uma saída no “Dancing King” pelas ruas da ilha grega. Quando as gerações se encontram na praia e a questão da sexualidade entre idades diferentes é jogada com o “Does Your Mother Know”. A cada problema uma música (ou a cada música uma solução cênica) quando faltam recursos para reformar a pousada de Merryl Streep, a cena com “Money Money”, a cantada de um personagem das antigas sobre o outro lobo solitário com “Take a chance on me”.

A nostalgia afinal é superada quando no dia do casamento, que é o enredo principal, dois ex-namorados, do alto de um belíssimo penhasco a beira mar e no dourado de um por do sol, resolvem suas pendências do passado. Aqui, mais uma vez ocorre a adaptação perfeita das músicas do Abba ao enredo. Merryl Streep questiona o abandono do ex-namorado para ir casar-se com outra com a belíssima canção “The Winner take it all”. Esta música é uma das primeiras canções da indústria mundial que joga em público as questões pessoais de um artista pop. Tratava-se da separação de Agnetha com Björn, aliás separações sucessivas, pois os outros dois membros eram também casados e igualmente entraram em crise. O grupo gravou pela última vez em 1982 a canção “The day before your came”.

Mas o musical defende bem a velha geração, se reencontrando, se amando e finalmente na cena em que todos cantam “I have a dream”. Bem no estilo dos sonhos, acabados ou não, daqueles anos idos.

Por José do Vale Pinheiro Feitosa

PEDOFILINO SAFADUS É ELEITO JUDAS NO CRATO-CE




EU SÓ QUERIA NASCER DE NOVO, PARA "ME" ENSINAR A VIVER

Semanas atrás, em razão de termos tido a iniciativa de aqui postar alguns textos do Leonardo Boff a respeito da Igreja (que ele tão bem conhece e na intimidade) fomos alvo de críticas e incompreensão por parte de alguns dos seus desafetos, embora não contestados na sua essência, no seu âmago, em sua questão substantiva. É que o “cara”, além de possuir o dom de expressar-se com incrível facilidade, é coerente, é convincente e, simplesmente, genial.
Por essa razão, expressando antecipadamente desculpas e mesmo correndo o risco de novos julgamentos precipitados, lançamos à reflexão dos simpatizantes e até – porque não ? – dos desafetos do Leonardo Boff, a pérola abaixo.
José Nilton Mariano Saraiva
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OFICIALMENTE VELHO (por Leonardo Boff)

Neste mês de dezembro, completo 70 anos. Pelas condições brasileiras, me torno oficialmente velho. Isso não significa que estou próximo da morte, porque esta pode ocorrer já no primeiro momento da vida. Mas é uma outra etapa da vida, a derradeira. Esta possui uma dimensão biológica, pois, irrefreavelmente, o capital vital se esgota, nos debilitamos, perdemos o vigor dos sentidos e nos despedimos lentamente de todas as coisas. De fato, ficamos mais esquecidos, quem sabe, impacientes e sensíveis a gestos de bondade que nos levam facilmente às lágrimas.
Mas há um outro lado, mais instigante. A velhice é a última etapa do crescimento humano. Nós nascemos inteiros. Mas nunca estamos prontos. Temos que completar nosso nascimento ao construir a existência, ao abrir caminhos, ao superar dificuldades e ao moldar o nosso destino. Estamos sempre em gênese. Começamos a nascer, vamos nascendo em prestações ao longo da vida até acabar de nascer. Então, entramos no silêncio. E morremos.
A velhice é a última chance que a vida nos oferece para acabar de crescer, madurar e, finalmente, terminar de nascer. Neste contexto, é iluminadora a palavra de São Paulo: "Na medida em que definha o homem exterior, nesta mesma medida rejuvenesce o homem interior"(2Cor 4,16). A velhice é uma exigência do homem interior.
Que é o homem interior? É o nosso eu profundo, o nosso modo singular de ser e de agir, a nossa marca registrada, a nossa identidade mais radical. Essa identidade devemos encará-la face a face.
Ela é pessoalíssima e se esconde atrás de muitas máscaras que a vida nos impõe. Pois a vida é um teatro no qual desempenhamos muitos papéis. Eu, por exemplo, fui franciscano, padre, agora leigo, teólogo, filósofo, professor, conferencista, escritor, editor, redator de algumas revistas, inquirido pelas autoridades doutrinais do Vaticano, submetido ao "silêncio obsequioso" e outros papéis mais.
Mas há um momento em que tudo isso é relativizado e vira pura palha. Então, deixamos o palco, tiramos as máscaras e nos perguntamos: afinal, quem sou eu? Que sonhos me movem? Que anjos me habitam? Que demônios me atormentam? Qual é o meu lugar no desígnio do Mistério? À medida que tentamos, com temor e tremor, responder a essas indagações, vem a lume o homem interior. A resposta nunca é conclusiva; perde-se para dentro do inefável.
Este é o desafio para a etapa da velhice. Então, nos damos conta de que precisaríamos muitos anos de velhice para encontrar a palavra essencial que nos defina. Surpresos, descobrimos que não vivemos porque simplesmente não morremos, mas vivemos para pensar, meditar, rasgar novos horizontes e criar sentidos de vida. Especialmente para tentar fazer uma síntese final, integrando as sombras, realimentando os sonhos que nos sustentaram por toda uma vida, reconciliando-nos com os fracassos e buscando sabedoria. É ilusão pensar que esta vem com a velhice. Ela vem do espírito com o qual vivenciamos a velhice como a etapa final do crescimento e de nosso verdadeiro Natal. Por fim, importa preparar o grande encontro. A vida não é estruturada para terminar na morte, mas para se transfigurar através da morte. Morremos para viver mais e melhor, para mergulhar na eternidade e encontrar a última realidade, feita de amor e de misericórdia. Aí, saberemos, finalmente, quem somos e qual é o nosso verdadeiro nome. Nutro o mesmo sentimento que o sábio do Antigo Testamento: "Contemplo os dias passados e tenho os olhos voltados para a eternidade".
Alimento dois sonhos, sonhos de um jovem ancião: o primeiro é escrever um livro só para Deus, se possível com o próprio sangue; e o segundo, impossível, mas bem expresso por Herzer, menina de rua e poetisa: "EU SÓ QUEIRA NASCER DE NOVO, PARA ME ENSINAR A VIVER”. Mas como isso é irrealizável, só me resta aprender na escola de Deus. Parafraseando Camões, completo: mais vivera se não fora, para tão longo ideal, tão curta a vida.
Autoria: Leonardo Boff - Postagem: José Nilton Mariano Saraiva

Candidata de Pacajus é eleita Miss Ceará


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Alegria: Khrisley Karllen disputará o título de Miss Brasil, no próximo dia 9 de maio (Foto: Kid Júnior). A aluna de Letras e futura jornalista, Khrisley Karllen, de 23 anos, é também modelo com experiência internacional. A Miss Pacajus, Khrisley Karllen, de 23 anos, é a nova Miss Ceará. Ela foi eleita, no último sábado à noite, em festa no Hotel Vila Galé, entre 23 candidatas de municípios cearenses, para representar o Estado no Miss Brasil, que acontece no próximo dia 9 de maio. A candidata de Caucaia, Juliana Marinho, de 18 anos, ficou em segundo lugar, recebendo o título de Beleza Ceará e Miss Turismo. Por sua vez, a Miss Crato, Irislana Brito, de 21 anos, foi eleita em terceiro lugar. O título de Miss Simpatia foi conquistada pela Miss Horizonte, Cláudia Pessoa, de 18 anos. “Fiquei muito feliz pela conquista e agora todos os esforços serão voltados para o Miss Brasil. Quero colocar o Ceará em destaque novamente e chegar ao título”, explica Khrisley. A nova Miss Ceará sucede Vanessa Vidal, que ficou em segundo lugar no Miss Brasil do ano passado. Khrisley é aluna do Curso de Letras, na Faculdade Grande Fortaleza, mas informa que está de mudança para o Curso de Jornalismo. Desde os 14 anos, atua como modelo e acumula até experiência internacional, que se iniciou a partir dos 16 anos. “Morei na Coréia do Sul e na Alemanha, África do Sul e China trabalhando como modelo”, conta, explicando que, apesar de falar inglês e coreano, quer aprender outras idiomas, como o francês e o alemão. Com raízes em Pacajus, Khrisley Karllen, destaca que um de seus planos a curto prazo, além da preparação para conquistar o título nacional, é aprofundar sua relação com o município que representa. “Meu avô materno mora em Pacajus há cerca de 30 anos. Sempre vivi em Fortaleza, mas tenho raízes lá e quero conhecer mais sobre o município”. A coordenadora do Miss Ceará, Jorlene Cordeiro, disse que esta foi a edição que recebeu mais adesão dos municípios. “Foram mais de três mil inscrições e tivemos o engajamento de várias Prefeituras em torno de suas candidatas”.


Fonte: Diário do Nordeste

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