xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 13/03/2009 | Blog do Crato
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VÍDEO - Em breve, estaremos de volta com as novas transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, alguns programas ao vivo ). O modelo será mais ou menos como no vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos em que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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13 março 2009

(Des)ENCANTO? – Por: Claude Bloc

***
O silêncio me cala
Entre a espera e o limbo
Entre as vertentes da tarde
E o desalento .
Cubro-me
Dispo-te
No ocaso do dia.
Sinto o frio de minhas/tuas indecisões,
Do teu desassossego.
Ressinto-me
Pressinto-te em (des)encantamento
Na ferrugem da vida.
As palavras têm medo
Eu sinto medo
De quedar-me nas cinzas da noite
E ser apenas
Verbo e fuligem
No vazio do silêncio...
***
Por: Claude Bloc

Programa Rapadura Cultural de Sábado - Homenagem a Patativa do Assaré


1. PROGRAMAÇÃO:

09:00 horas – Abertura
09:30 horas – Reisado Decolores Dedé de Luna do Muriti
10:00 horas – Viola e Repente: Sílvio Grangeiro e Francinaldo Oliveira
11:00 horas – Recital Patativa do Assaré com o Mestre Luciano Carneiro
11:30 horas – Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto
12:00 horas – Encerramento

2. APRESENTAÇÃO:

Surgido da alma popular em forte inquietação, o Programa Rapadura Cultural, criado e dirigido pelo professor e folclorista Jorge Carvalho Alves de Sousa, já conta com quase 10 anos de ininterrupta ação de resgate, defesa e divulgação dos valores regionais, especialmente daqueles artistas do povo que seguem fora da grande mídia e dos grandes eventos. Tece, nas praças, a nossa identidade a partir das mais legítimas manifestações da cultura popular, aglutinando seresteiros, folguedos, cordelistas, forrozeiros, compositores, mamulengueiros, palhaços, poetas marginais, gente humilde que conta e faz história. Há três anos, foi-lhe acrescentada uma programação anual de caráter especial denominada DE ADERALDO A PATATIVA, sempre no dia 14 de março (Dia do Poeta), na qual são homenageados poetas e cantadores de todos os tempos. Este ano de 2009, exatamente na 3ª Edição do evento, será homenageado o maior poeta do Ceará, Antônio Gonçalves da Silva, o Patativa do Assaré, em virtude do transcurso de seu centenário de nascimento. Nascido em Assaré-CE, em 5 de março de 1909, faleceu em 8 de julho de 2002. É o segundo filho de Pedro Gonçalves da Silva e Maria Pereira da Silva. Foi casado com D. Belinha, de cujo consórcio nasceram nove filhos. Publicou Inspiração Nordestina, em 1956, Cantos de Patativa, em 1966. Em 1970, Figueiredo Filho publicou seus poemas comentados Patativa do Assaré. Tem inúmeros folhetos de cordel e poemas publicados em revistas e jornais. Está sendo estudado na Sorbonne, na cadeira da Literatura Popular Universal, sob a regência do Professor Raymond Cantel. Patativa do Assaré era unanimidade no papel de poeta mais popular do Brasil. Para chegar onde chegou, tinha uma receita prosaica: dizia que para ser poeta não era preciso ser professor. 'Basta, no mês de maio, recolher um poema em cada flor brotada nas árvores do seu sertão', declamava. Cresceu ouvindo histórias, os ponteios da viola e folhetos de cordel. Em pouco tempo, a fama de menino violeiro se espalhou. Com oito anos trocou uma ovelha do pai por uma viola. Dez anos depois, viajou para o Pará e enfrentou muita peleja com cantadores. Quando voltou, estava consagrado: era o Patativa do Assaré. Nessa época os poetas populares vicejavam e muitos eram chamados de 'patativas' porque viviam cantando versos. Ele era apenas um deles. Para ser melhor identificado, adotou o nome de sua cidade. Filho de pequenos proprietários rurais, Patativa inspirou músicos da velha e da nova geração e rendeu livros, biografias, estudos em universidades estrangeiras e peças de teatro. Também pudera. Ninguém soube tão bem cantar em verso e prosa os contrastes do sertão nordestino e a beleza de sua natureza. Talvez por isso, Patativa ainda influencie a arte feita hoje. O grupo pernambucano da nova geração 'Cordel do Fogo Encantado' bebe na fonte do poeta para compor suas letras. Luiz Gonzaga gravou muitas músicas dele, entre elas a que lançou Patativa comercialmente, 'A triste partida'. Há até quem compare as rimas e maneira de descrever as diferenças sociais do Brasil com as músicas do rapper carioca Gabriel Pensador. No teatro, sua vida foi tema da peça infantil 'Patativa do Assaré - o cearense do século', de Gilmar de Carvalho, e seu poema 'Meu querido jumento', do espetáculo de mesmo nome de Amir Haddad. Sobre sua vida, a obra mais recente é 'Poeta do Povo - Vida e obra de Patativa do Assaré' (Ed. CPC-Umes/2000), assinada pelo jornalista e pesquisador Assis Angelo, que reúne, além de obras inéditas, um ensaio fotográfico e um CD. Como todo bom sertanejo, Patativa começou a trabalhar duro na enxada ainda menino, mesmo tendo perdido um olho aos 4 anos. No livro 'Cante lá que eu canto cá', o poeta dizia que no sertão enfrentava a fome, a dor e a miséria, e que para 'ser poeta de vera é preciso ter sofrimento'. Patativa só passou seis meses na escola. Isso não o impediu de ser Doutor Honoris Causa de pelo menos três universidades. Não teve estudo, mas discutia com maestria a arte de versejar. Desde os 91 anos de idade com a saúde abalada por uma queda e a memória começando a faltar, Patativa dizia que não escrevia mais porque, ao longo de sua vida, 'já disse tudo que tinha de dizer'.

PROGRAMA RAPADURA CULTURAL
CENTENÁRIO DE PATATIVA DO ASSARÉ
DIA 14 DE MARÇO DE 2009
LOCAL: EM FRENTE À PRAÇA SIQUEIRA CAMPOS

Divulgação Blog do Crato

REIVINDICAÇÃO - Moradores do Bairro Grangeiro reclamam do Lixo !


O Blog do Crato começa hoje mais um quadro importante, que vem em auxílio à nossa população. Trata-se do Quadro "Reivindicação da População", quando postaremos aqui opiniões, críticas, sugestões de como o poder público deve agir para melhorar a nossa cidade. Atenderemos às reclamações que nos forem enviadas via e-mail, desde que sem anonomato. Quem desejar reclamar alguma coisa, deve no e-mail enviar nome completo, endereço e se possível telefone, afinal de contas, quem fala alguma coisa tem que ter a decência e a responsabilidade de assumir aquilo que fala. Não admitimos covardia. Então, para as pessoas sérias da cidade, que desejarem reivindicar alguma coisa que venha a beneficiar nossa população, o endereço de e-mail é esse: blogdocrato@hotmail.com para quem quiser escrever, e na medida do possível, estarei repassando as mesmas para os setores correspondentes da administração municipal, e o que não for da competência específica do poder público, estaremos enviando via e-mail com recomendações, para os órgãos particulares e do estado.

Começamos o nosso "Reivindicações da População" com um e-mail que recebemos de uma moradora do Bairro Grangeiro, reclamando do lixo e pedindo providências. Encaminhamos o pedido para o setor correspondente de limpeza pública, e desde já solicitamos ao secretário da pasta a responder aos moradores que fazem suas justas reivindicações. Só peço também à moradora que indique qual é a rua em que esse problema está acontecendo com mais frequência, a fim de que as providências possam ser tomadas com mais rapidez. Os caminhões de limpeza pública do Crato são equipados com aparelhos que registram aonde foi realizada a coleta, quais ruas durante a semana, e há um controle. Se nesse local mencionado pela moradora, o lixo não estiver sendo recolhido, certamente que será possível o técnico investigar para sanar o problema rapidamente. Então peço maiores informações, e desde já, publico a mensagem justa dos moradores do bairro grangeiro:

"DIHELSON, seu blog é a melhor maneira de se pedir providências...solicitamos ao departamento de limpeza da prefeitura para mandar limpar os terrenos baldios e coletar os lixos..vamos evitar a dengue! pois nesse terrenos há muita sujeira. obrigada"

Moradores do Grangeiro


Lampião em Matozinho

Os acontecimentos mais épicos da história de Matozinho dizem respeito à guerra instaurada quando da passagem do Bando de Lampião por ali no início de 1938. Nesta época a Vila ainda era um pequeno arruado em torno do Rio Paranaporã. A História Oficial de Matozinho, narrada de boca em boca, conta da resistência heróica do seu povo contra os cangaceiros do famigerado facínora, no que ficou conhecido como “Fogo do Sabugo”. Reza a história que a cabruera ia em direção à Bahia quando resolveu passar em Matozinho no sentido de conseguir víveres e , também, se reabastecer nos saques para enfrentar os sertões e os macacos. Ao passarem em Bertioga, no entanto, tamanha havia sido a baderna e a carnificina que um dos sobreviventes escapou. Chegando esbaforido e assustado à Matozinho, avisou do perigo iminente. Matozinho, então, se armou e entrincheirou esperando Lampião com unhas e dentes. Quando tiveram a vila cercada pelo bando, três dias depois, estavam preparados e resistiram bravamente por mais de uma semana. No final haviam sido abatidos mais de dez matozenses e Virgulino , botou o rabinho entre as pernas e fez bunda de ema depois de perder dois cangaceiros : “Suvela” e “Currupio”.
Uma comunidade não existe sem sua mitologia. É ela quem dá a cola necessária para manter a união da tribo, para lastrear seu passado. O “Fogo do Sabugo” fazia-se as Termópilas de Matozinho. Lembravam de seus heróis todos os dias: O Coronel Serapião Candeia que comandara a resistência - o Leônidas tupiniquim-- e “Zeca do Ané de Couro”, um feitor de sela e arreios que matara “Suvela” e “Currupio”, numa luta corpo a corpo, mas terminara morto por “Corisco”. Estes personagens , ícones de Matozinho, incensavam-se como deuses da braveza do seu povo. Contava-se ainda a versão que , depois daquela derrota frente aos matozenses, Lampião e o Bando saíram de crista baixa e, por isso mesmo, terminaram tendo a lamparina apagada, logo depois, em Angicos. A valentia de Matozinho contribuíra , assim, decisivamente, para o fim do ciclo do cangaço no Nordeste. Pouco importava que a história escrita simplesmente ignorasse aqueles feitos e nem sequer mencionasse os nomes de Suvela e Currupio, os mitos se movem e voam independentemente da nossa vontade, fazem parte de uma outra dimensão da nossa vida , a interface onírica.
Com o passar dos anos, os últimos remanescentes do “Fogo do Sabugo” foram pouco a pouco sendo dizimados por um outro cangaceiro bem mais impiedoso: o Coronel Tempo. À medida que as testemunhas oculares do episódio começaram a ser abatidos sistematicamente, a história , claro, tomou matizes novos e nuances mais heróicas e dramáticas se foram acrescentando. A ficção carece sempre se mostrar mais real que a própria realidade. Dias atrás, chegou a Matozinho a notícia mais palpitante dos últimos meses. Santino Parabelum, o último dos sobreviventes do cerco, iria visitar Matozinho. Desde o acontecido, nos idos de 1938, partira para São Paulo e lá se estabelecera e criara os filhos e netos. O velho provara ser um guerreiro: resistira ao outro cerco terrível , o de São Paulo e estava vivinho da silva e lúcido, trepado no alto dos seus 93 anos. A vila se engalanou para receber seu soldado de Pompéia. Quando a sopa parou na Praça da Matriz, Santino pulou de dentro lépido e esquipando. A Cabaçal de Mestre Ambrósio atacou um velho coco chamado de “embuá”. Mais de três dúzias de fogos riscaram os céus. A festa se estendeu por mais de cinco dias e “Parabelum” agüentou firme este outro cerco, já tantos anos depois.
Passados os dias, Matozinho começou a querer reabastecer seu caldeirão de mitos e procurou Santino , pedindo mais detalhes sobre a época histórica do “Fogo do Sabugo”. O velho pareceu não entender o assunto e pediu que lhe traduzissem melhor. O Prefeito Sindé Bandeira o lembrou : queriam saber mais da guerra de 38, quando Matozinho enfrentou Lampião e seus cabras e os tangeu para Angicos. Parabelum, então, trouxe uma versão bem menos heróica. O Bando nem sequer tinha chegado à vila. O único contato do Capitão e seus comparsas , havia sido com dois habitantes dali e nem um tiro se disparara: Serapião Candeia e Zeca do Ané de Couro. Santino, então, trocou o “Fogo” em miúdos:
O Cel Serapião estava na sua fazenda, no fim do dia, junto com muitos moradores. Já soubera do zum-zum-zum : a possível passagem dos facínoras por ali. Lampião os viu de longe e deixou o bando todo escondido. Veio só, devagarzinho, disfarçado. Quando chegou defronte da casa, como uma pessoa comum, deu com Serapião cagando uma goma danada:
--- Se esse Virgulino cair na besteira de vir aqui por Matozinho, minha gente, vou dar tanto sabacu nele, que o homem vai chegar na Bahia sem lamparina, sem pavio e sem querosene.
Neste momento, virou-se e deu com a figura estranha, montada no cavalo e perguntou, com cara feia:
--- Quem é o Senhor? Se apresente, cabra, se num quer apanhar.
Nisto viu a tropa de cangaceiros chegar junto do Capitão e ele responder:
--- Sou Lampião, cabra. E você quem diabo é ?
Serapião molhou as calças imediatamente e respondeu com voz trêmula e gaguejante:
---- Eu sou... eu sou... o finado Serapião...
Já Zeca do Ané de Couro, continuou Santino, para uma platéia pasma , encontrava-se sentado na frente de sua casa costurando um gibão e nem percebeu a chegada do bando de cangaceiros, com o Capitão à frente. Só asuntou quando sentiu uma dor terrível no pé direito. O cavalão de Virgulino esbarrara à sua frente e pisara justamente em cima do seu pé. Instintivamente, com a dor, Zeca levantou a cabeça e foi soltando o palavrão:
---- Filho da pu...
Só não completou o impropério porque deu com a cara de Lampião que o fitava com aquela cara de quem amola a faca antes da capação. Santino então completou:
---- Filho da pu...: puxa, Capitão, seja bem vindo a Matozinho! Capitãozinho, o senhor podia me fazer um favor? Será que o senhor poderia pedir ao seu cavalinho para tirar o pezinho dele de cima da minha pata ?
Depois do relato de Santino, a vila começou a se penalizar , estranhamente com ele:
--- Meu Deus, vejam como é a vida ! Um homem valente daqueles e , de repente, pegou a dizer arizia, ficou gagá, gagá !

J. Flávio Vieira

Programação Café Estação - Sábado Dia 14 de Março


Dia 14 de março, sábado: Rock e blues na RFFSA
No Café Estação, no Largo da RFFSA do Crato, irão se apresentar no dia 14 de março (sábado):
- Baixa Gravidade
- Blues e B'Raves
- Tática X
Pop rock e blues!!!

Fundação Cultural J.Figueiredo Filho iniciará o processo de inventário do acervo do Museu Histórico e do Museu de Arte

Foto: Antunes Filho
A Fundação Cultural J.de Figueiredo Filho, com apoio da Universidade Regional do Cariri,iniciará nessa segunda-feira, dia 16 de Março de 2009, o Processo de Inventário do Acervo do Museu Histórico (Coordenação de Alessandra Bandeira) e Museu de Arte Vicente Leite (Coordenação de Rosana Xenofonte), Esse trabalho contará com 26 estudantes do curso de História- URCA.
O inventário é de suma importância já que nunca foi realizado nenhum trabalho nesse sentido, com esse inventário a Fundação espera melhorar o atendimento(informação) ao público fundamentando ainda mais nosso acervo.


Estagiários aprovados:

01 Soraia Santos Barbosa
02 Emmanuela Harakanara
03 Cícero Edinaldo dos Santos
04 Janainna Fernandes de Souza
05 Luiz Ozélio de Queiroz Damasceno
06 Adriana de Freitas
07 Julliane Gama dos Santos
08 Marilyn Ferreira Machado
09 Sara Cavalcante Moreira
10 Maria Jarciária de Figueiredo Martins
11 Melina Hianina Duarte Homem
12 Francisca Jussara Marôto
13 Marilena Máximo de Freitas
14 Rosana Pedralino Batista
15 Jaqueline Oliveira Lima
16 Vanderlânia Soares de Sá
17 Cícero José Alleci Baratta Pinheiro
18 Mª das Dores da Silva Medeiros
19 Luiz Soares da Costa Neto
20 Débora de Morais Esmeraldo
21 Aurineide Bezerra Alves
22 Edvânia Ferreira Galvão
23 Tiago Honorato dos Santos
24 João Eudes Alcantâra
25 Francisca Rizaneide de Araújo
26 Fábio André Barros Silva

"Causos" - Por: José Nilton Mariano Saraiva

1) O “Magnânimo” Banqueiro Brasileiro

Hora do almoço, um famoso banqueiro brasileiro trafegava na imensa e confortável "limusine”, de volta prá sua mansão, quando viu dois homens na beira da estrada... comendo relva. Ordenou, incontinenti, que o motorista parasse e, saindo, perguntou a um deles: - Porque estão a comer relva ? Não temos dinheiro prá comida - disse o pobre homem - Por isso temos que comer relva. -Bem, então venham à minha casa e eu vos darei de comer - disse o banqueiro. - Obrigado, mas é que tenho minha mulher e dois filhos comigo. Estão alí, debaixo do viaduto. - Que venham também – disse, com ar caridoso, o banqueiro. Voltando-se para o outro homem, disse-lhe: - Você também pode vir. O homem, com uma voz muito sumida disse: - Mas, senhor, eu também tenho esposa e quatro filhos comigo! - Pois que venham também, lá tem comida de sobra, farta, prá todos - respondeu o banqueiro, convicto. A primeira família acomoda-se na “limusine” e um táxi é alugado pelo prestativo e caridoso banqueiro para seguí-lo, com a outra família em seu interior. Uma vez a caminho, o chefe da família que ia com o banqueiro olhou-o e sussurrou, humildemente:
- O senhor é muito bom, muito magnânimo. Obrigado por nos levar a todos, prá matar nossa fome! O banqueiro respondeu: - Meu caro, não tenha vergonha, pode crer que fico muito feliz por fazê-lo. Vocês vão ficar encantados com a minha casa; é grande, espaçosa, tem um imenso jardim e... a grama está com mais de 20 centímetros de altura !!!
Moral da história: Quando pensares que um banqueiro brasileiro está a te ajudar, ele está a te “ferrar”.
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2) O Motorista e a “Musa”

Cidade de São Paulo, segunda-feira, dia calmo, tranquilo, transito aparentemente normal, temperatura agradável...Um motorista de táxi ia guiando em plena Avenida Paulista, quando percebeu uma jovem e linda mulher, 1,80 de altura, corpo escultural metido numa roupa colante, caminhando elegantemente alguns metros adiante, na calçada ao lado.
Comentou com o passageiro, sentado no banco da frente, ao seu lado:
- Olha só, cara, que mulher bonita!!! Nossa, ela é um autentico avião!!!
E o passageiro responde, secamente: - Feia !!! O motorista, literalmente babando, retruca, abestalhado: - Que feia que nada, cara!!! Ela é muito é da gostosuda, boa pra caramba !!! Para sua surpresa, o passageiro repete, e agora com maior vigor: - Feia!!! Feia !!! Feiaaaaa...!!! -Feia o quê ??? Tá pirado, cara ??? Não gosta do produto ??? - responde o motorista, olhos rútilos, vidrados naquela deusa. Nisso... o carro colide na traseira de um imenso ônibus, logo à frente, causando um bom estrago na lataria frontal do táxi. O motorista fica louco, possesso da vida, e fala pro passageiro:
- Pô, cara!!! Cê viu que eu ia bater!!! Por que não me avisou ??? PQP ???
E o passageiro:
- Aralho!!! Eu ava itando:- feia... feia...feiaaaaa !!! Ocê num feiô !!! É urdo é ??? Zi udeu...
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3) O Cliente Trapalhão

Um réu estava sendo julgado por assassinato na Inglaterra e, embora houvesse fortes evidências da sua culpa, o cadáver não aparecera. Quase no final da sua sustentação oral, o advogado, temeroso de que seu cliente fosse condenado, recorreu a um truque: “Senhoras e senhores do júri, eu tenho uma grande surpresa para todos vocês”, disse, olhando para o relógio. “Dentro de um minuto, não mais que isso, a pessoa presumivelmente assassinada neste caso, vai entrar neste tribunal.” E olhou para a porta. Os jurados, surpresos e ansiosos, também... Um minuto passou. Nada aconteceu. O advogado, então, completou: “Realmente, eu falei e todos vocês olharam com expectativa. Portanto, ficou claro que vocês têm dúvida se alguém realmente foi morto. Por isso insisto para que vocês considerem o meu cliente inocente”.
Os jurados, visivelmente surpresos e constrangidos, retiraram-se para a decisão final. Alguns minutos depois, o júri voltou e pronunciou o veredicto: “Culpado!” “Mas como?” perguntou o advogado... “Vocês estavam em dúvida, eu vi todos vocês olharem fixamente para a porta!” E o juiz esclareceu: - “Sim, todos nós olhamos para a porta, mas... o seu cliente não”.
Moral da História: Não basta apenas tem um bom advogado; o cliente tem que colaborar....
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4) Invencíveis Mulheres

O marido e a mulher não se falavam já há uns três dias...Entretanto, o homem se lembrou que no dia seguinte teria uma importante e decisiva reunião, muito cedo, no escritório. Como não podia nem pensar em faltar, sob pena de deixar de fazer um grande negócio, precisava madrugar, levantar cedo; para evitar qualquer surpresa desagradável, tinha que pedir à mulher para acordá-lo. Mas, orgulhoso e para não dar o braço a torcer, escreveu, em letras garrafais, num papel: “ME ACORDE ÁS SEIS HORAS DA MANHÔ, e colocou-o na cabeceira da cama.
No outro dia, ele levantou, espreguiçou-se e... quando olhou no relógio quase teve um ataque cardíaco: eram 10h30. Mais que puto da vida, concluiu: “Que meeeerdaaa!!! Mas que absurdo!!! Que falta de consideração!!! Ela não me acordou... puta que pariu”
Nisto, olhou para a mesa de cabeceira e reparou num papel no qual estava escrito, igualmente em letras garrafais: “SÃO SEIS HORAS, ACORDA !!!”
Moral da História: Não fique sem falar com as mulheres, elas ganham sempre; estão certas sempre e são simplesmente geniais na vingança. E não esqueça: o casamento é uma relação entre duas pessoas, onde uma está sempre certa e a outra...é o marido.
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5) O Extremado Poeta "Nacionalista"
(do tempo que a gente cursava o “primário”)

Lá vem a Lua saindo
Por detrás da bananeira
Não é Lua não é nada
É a Bandeira Brasileira
Autores: Desconhecidos - Postagem: José Nilton Mariano Saraiva

Hoje, Sexta, no Olhar Casa das Artes - Noite do Vinil

Previsão do Tempo: Chuva no Crato hoje !

Segundo os "mestres" do Climatempo, choverá hoje à tarde e à noite no Crato. Como esse instituto tem mais errado do que acertado em suas previsões, considerem esse quadro apenas figurativo, e quem quiser jogar na loto, aí está o palpite:


Fonte: Climatempo

REPORTAGEM - Blog do Crato entrevista Secretária de Cultura sobre Revitalização do Caldeirão.

Na manhã da última quinta-feira, dia 12, estivemos com a secretária de Cultura do município de Crato, Sra. Danielle Esmeraldo, que nos concedeu entrevista sobre um projeto que vem ganhando força nas ruas do Crato. Trata-se do projeto da revitalização do sítio Caldeirão, local histórico próximo ao distrito de Santa Fé, aonde na década de 30, sob o comando do Beato Zé Lourenço, foi construída ali uma grande comunidade, onde os bens eram repartidos de forma igualitária entre os membros. O trabalho era valorizado e em pleno sertão, viu-se o surgimento de um povo que seguindo apenas as leis da fé e do trabalho árduo conseguiram realizar o milagre da fartura e de dias felizes. Em 1936, temendo a força que o beato Zé Lourenço ganhava a cada dia, o local foi invadido e bombardeado, quando houve um verdadeiro massacre, que segundo alguns estudiosos, chega a cerca de 400 mortos. O Blog do Crato procurou ouvir a secretária Danielle Esmeraldo, que nos trouxe as seguintes informações:

B.C - Secretária Danielle Esmeraldo, fala-se hoje em dia na revitalização do Caldeirão, que é, diga-se de passagem, uma idéia maravilhosa, pois contempla a restauração de uma porção muito importante da história do Crato. E esse é um projeto que sabemos estar sendo conduzido por você, junto à Secretaria de Cultura do município. Em que consiste basicamente esta revitalização do Caldeirão ?

D.E - Olha, Dihelson, foi enviado um projeto inicialmente por Rosemberg Cariry, há muito tempo atrás para a construção do Parque Histórico do Caldeirão. Esse projeto estava na Secult, e foi reenviado recentemente por Wilton Dedê, e eles ( secult ) olharam, e disseram que estavam pré-dispostos a fazer uma parceria com o município, conceder uma verba para o projeto. Então, na SEINFRA ( Secretaria da Infra-Estrutura ), os nossos técnicos reformularam todo o projeto, cujo valor inicial era de mais de 1 milhão de reais, o que inviabilizava a sua execução, porque o incentivo esperado era de somente 300 mil reais, e hoje é de 360 mil, dos quais, 60 mil seria a contrapartida da prefeitura. E com esse valor, nós conseguimos construir um projeto que atende a restauração da Capela, a criação de um Museu do Caldeirão, com auditório, com todo o aparato que necessita-se para receber os turistas, bem como para restaurar a casa do morador, que foi uma das casas erguidas pelo próprio Beato Zé Lourenço, bem como "melhorar um pouco" as ruínas, até porque as ruínas por serem patrimônio histórico, já não poderemos mexer muito. No local, estivemos com alguns professores da URCA, que fizeram todo o mapeamento com GPS de ruínas, e já foram demarcados alguns locais também.

B.C - Qual o próximo passo?

D.E - O nosso próximo passo é fazer um seminário mostrando esse projeto para as pessoas, entrar com a URCA ( Universidade Regional do Cariri ), com geólogos, arqueólogos, fazer um estudo aprofundado, para que nós não possamos errar nesse processo, e fazer tudo de acordo com a Lei do Patrimônio.

B.C - O Projeto então, já está aprovado ?

D.E - Sim. O projeto já está aprovado lá no COPAC, que é a coordenação da SECULT que cuida do patrimônio. O Secretário Otávio, já esteve aqui, e trouxe outras pessoas importantes, ao projeto e só estamos aguardando passar a quadra invernosa, para começar a construção, e pretendemos realizar esse projeto até setembro, a fim de que seja inaugurado na missa que acontece todo ano, e já fazendo a divulgação da romaria, bem como um trabalho paralelo a isso, que Eu e o Cacá Araújo nos concentramos para realizar, que seria um grande espetáculo cênico dedicado ao lançamento. Esse é o nosso propósito. Estamos lutando para que seja ainda nesse ano. Se não for possível em razão do curto prazo, lutaremos para que nos próximos anos aconteça esse espetáculo e seja um motivo para que as pessoas possam vir assistir, e possam conhecer a história, além de trabalhar com os universitários de pesquisa de todo o país, além dos estudantes de nossa própria região para que conheçam essa história que é tão importante quanto a do Padre Cícero e a de Antonio Conselheiro em Canudos.

B.C - O que você acha dessa porção da nossa história enterrada naquele caldeirão ?

Olha, indiscutivelmente, é uma história riquíssima, e é polêmica também, onde nesse seminário nós iremos trabalhar mais esse lado, pois isso é um resgate histórico e que não pode se perder, porque aquilo ali é um marco muito forte na história da nossa cidade, e que pouquíssimas pessoas conhecem.

B.C - Aonde será realizado o seminário sobre o caldeirão ?

D.E - Nós queremos realizar no próprio local, inclusive estou preparando o material, vou convidar as pessoas, inclusive o Governador, para vir fazer a assinatura da ordem de serviço, já que é uma parceria com o governo do estado, e também com a presença do idealizador do projeto, o próprio Rosemberg Cariry. Pretendemos ao fim de tudo, fazer um trabalho de continuidade com a própria comunidade, de tudo que o beato fazia, da preservação do meio ambiente, com o plantio para a subsistência, o engenho, a fiagem, a criação de animais, enfim, todas aquelas coisas que nós esperamos revitalizar, fazer voltar, até porque se analisarmos pela perspectiva da história, o Caldeirão foi um exemplo de modelo social que deu certo, das pessoas viverem em comunidade de forma igualitária, e por isso mesmo, já estava ameaçando os grandes líderes políticos, que não viam com bons olhos todo aquele movimento. Há até uma passagem que foi registrada na qual, um fazendeiro precisou de homens para limpar a fazenda dele, e de um dia para o outro ele ( O Beato ), teria enviado cerca de 400 homens, e em apenas hum dia, a fazenda foi limpa. Essa é uma demonstração do respeito e da admiração que todos tinham pelo beato Zé lourenço.

B.C - Mas havia também a parte da fé...

Claro. Existia a parte da fé, esse fanatismo que a gente não pode negar, mas estavam construindo algo de útil, e inclusive vale ressaltar que as pessoas que conheceram de perto toda a história, que vivenciaram, já estão morrendo, e é nosso propósito fazer um vídeo, uma exibição, que faz parte do projeto inicial de Rosemberg também, de fazer um acompanhamento de todos os trabalhos, desde o primeiro tijolo que for colocado no local, até o final do projeto.

B.C - O Cineasta Rosemberg Cariry está acompanhando esse trabalho, mesmo de longe ?

D. E - Eu tive mais contato com Wilton Dedê, mas já estamos estreitando os contatos também com Rosemberg, inclusive eu estarei viajando nesse final de semana, e levarei o projeto na sua forma atual, a fim de mostrar como ficou aqui, e não só com o Rosemberg, mas gostaríamos de compartilhar o projeto com as Universidades, com os profissionais de Arquitetura, com os Arqueólogos, porque é um local tombado, então a gente tem que ter essa preocupação, e nós precisaremos acompanhar semanalmente esse projeto. Eu, particularmente, estarei lá toda semana para acompanhar as obras, até porque, um tijolo se colocado de forma errada já descaracteriza todo o resto, e nós queremos que os visitantes ao chegarem ao local depois de pronto, sintam a história do Caldeirão de Santa Cruz do Deserto, que remetam ao passado, e tentem imaginar o que foi aquilo ali através do que eles estarão vendo...casas feitas de pedra... aquilo ali é algo simplesmente fabuloso!

B.C - Existe algum projeto no sentido de melhorar o acesso ao local ?

Olha, existem 2 possibilidades que estaremos trabalhando. Uma delas é melhorar a via de acesso já existente, porque nós queremos sobretudo, incentivar o turismo, então precisamos dar acesso às pessoas, fazer com que as pessoas cheguem até lá. A outra possibilidade é de construir outra estrada a partir da cidade de Nova Olinda, porque aí faria parte do roteiro turístico das duas cidades. Mas essas questões ainda estão sendo estudadas! O projeto atual contempla a restauração da estrada atual, mas surgiram outras idéias, e ainda discutiremos com o prefeito Samuel Araripe, e com todos os técnicos, a fim de ver o que realmente poderá ser escolhido de melhor para aquele local.

* * *

Mais Informação: O que foi o Caldeirão:

O Caldeirão de Santa Cruz do Deserto foi um dos movimentos messiânicos que surgiu nas terras no Crato, Ceará. A comunidade era liderada pelo paraibano de Pilões de Dentro, José Lourenço Gomes da Silva, mais conhecido por beato José Lourenço.

No Caldeirão, os romeiros e imigrantes trabalhavam todos em favor da comunidade e recebiam uma quota da produção. A comunidade era pautada no trabalho, na igualdade e na Religião.

História

Sítio Baixa Dantas

José Lourenço trabalhava com sua família em latifúndios no sertão da Paraíba. Decidiu migrar para Juazeiro do Norte, onde conheceu Padre Cícero e ganhou sua simpatia e confiança. Em Juazeiro conseguiu arrendar um lote de terra no sitio Baixa Dantas, no município do Crato. Com bastante esforço de José Lourenço e os demais romeiros, em pouco tempo a terra prosperou, e eles produziram bastante cereais e frutas. Diferente das fazendas vizinhas, na comunidade toda a produção era dividida igualmente.

José Lourenço tornou-se líder daquele povoado, e se dedicou à religião, à caridade e a servir ao próximo. Mesmo analfabeto, era ele quem dividia as tarefas e ensinava agricultura e medicina popular. Para o sítio Baixa Dantas eram enviados, por Padre Cícero, assassinos, ladrões e miseráveis, enfim, pessoas que precisavam de ajuda para trabalhar e obter sua fé. Após o surgimento da Sedição de Juazeiro, da qual José Lourenço não participou, suas terras foram invadidas por jagunços. Com o fim da revolta, José Lourenço e seus seguidores reconstruíram o povoado.

Em 1921, Delmiro Gouveia presenteou Padre Cícero com um boi, chamado Mansinho, e o entregou aos cuidados de José Lourenço. Os inimigos de Padre Cícero, se aproveitaram disso espalhando boatos de que as pessoas estariam adorando o boi como a um Deus. Por conta disso, o boi foi morto e José Lourenço foi preso a mando de Floro Bartolomeu, tendo sido solto por influência de Padre Cícero alguns dias depois.

Caldeirão de Santa Cruz do Deserto

Em 1926, o sítio Baixa Dantas foi vendido e o novo proprietário exigiu que os membros da comunidade saíssem das terras. Com isso, Padre Cícero resolveu alojar o beato e os romeiros em uma grande fazenda denominada Caldeirão dos Jesuítas, situada no Crato, onde recomeçaram o trabalho comunitário, criando uma sociedade igualitária que tinha como base a religião. Toda a produção do Caldeirão era dividida igualmente, o excedente era vendido e, com o lucro, investia-se em remédios e querosene.

No Caldeirão cada família tinha sua casa e órfãos eram afilhados do beato. Na fazenda também havia um cemitério e uma igreja, construídos pelos próprios membros. A comunidade chegou a ter mais de mil habitantes. Com a grande seca de 1932, esse número aumentou, pois lá chegaram muitos refugiados. Após a morte de Padre Cícero, muitos nordestinos passaram a considerar o beato José Lourenço como seu sucessor.

Devido a muitos grupos de pessoas começarem a ir para o Caldeirão e deixarem seus trabalhos árduos, pois viam aquela sociedade como um paraíso, os poderosos, a classe dominante, começaram a temer aquilo que consideravam ser uma má influência.

Em 1937, sem a proteção de Padre Cícero que falecera em 1934, a fazenda foi invadida, destruída e os sertanejos divididos, ressurgindo novamente pela mata em uma nova comunidade, a qual, tempos depois, foi invadida novamente, mais dessa vez por terra e pelo ar, quando aconteceu um grande massacre, com oficiais 400 mortos.

José Lourenço fugiu para Pernambuco, onde morreu aos 74 anos, de peste bubônica, tendo sido levado por uma multidão para Juazeiro, onde foi enterrado no cemitério do Socorro.

Caldeirão hoje

Atualmente, 42 famílias revivem o sonho coletivo de produção idealizado por José Lourenço, num sítio denominado Assentamento 10 de Abril, a 29 km do centro do Crato. Porém sem ostentar a grandeza atingida pelo Caldeirão do beato José Lourenço.

Fonte: Wikipédia
Fotos: Pachelly Jamacaru
Reportagem: Dihelson Mendonça



13-03-2009

Pacto de cooperação mútua deverá ser firmado entre a URCA e Prefeitura do Crato

Com a finalidade de selar um pacto de cooperação mútua entre a Prefeitura Municipal do Crato e Universidade Regional do Cariri (URCA), foi realizada reunião na tarde de ontem, no gabinete da Reitoria da Universidade, entre o Professor Plácido Cidade Nuvens, a Vice-Reitora, Professora Otonite Cortez, e o Prefeito Samuel Araripe, em que foram debatidos projetos que poderão ser integrados e desenvolvidos em parceria com a administração, otimizando a prestação de serviço público com profissionais qualificados, além de atuação na área de estágios, através das empresas juniores dos cursos da Instituição de Ensino Superior. A meta é que a parceria tenha uma abrangência que incorpore os diversos serviços de qualificação que a Universidade Regional do Cariri possa oferecer. O prefeito Samuel Araripe acenou de forma positiva para a parceria, recomendando a materialização das principais áreas a serem trabalhadas ao seu chefe de Gabinete, o advogado Cícero França, e ao secretário de Administração, Cristiano Siebra, que participaram da reunião, além da Pró-Reitora de Desenvolvimento Universitário (PRODUN), Cileide Araújo.

Será iniciado processo de licitação para Parque Histórico do Caldeirão

Será iniciado o processo de licitação do projeto de Revitalização do Parque Histórico do Caldeirão da Santa Cruz do Deserto, na próxima semana. Serão investidos no projeto, na primeira etapa de trabalho, R$ 360 mil, com recursos do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura (Secult) e contrapartida da Prefeitura Municipal do Crato, no valor de R$ 60 mil. Um projeto de resgate histórico da área tem sido uma das lutas da administração do Prefeito Samuel Araripe, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Juventude do Crato. A primeira parcela para investimento na obra já foi liberada pelo Governo do Estado. Segundo a secretária de Cultura do Crato, Danielle Esmeraldo, a perspectiva é que os serviços sejam iniciados no mês de abril, logo que esteja concluída a quadra invernosa. O Caldeirão da Santa Cruz do Deserto marca a história com um grande massacre. Oficialmente, 400 pessoas mortas pelas milícias do Exército Brasileiro e Polícia Militar do Estado. Extra-oficial, mais de mil pessoas, entre homens, mulheres, crianças. Registrada há cerca de 74 anos, teve maior amplitude na sua divulgação somente nos anos 70. O local, passará a ter uma nova visibilidade, com o projeto de Revitalização. O objetivo do projeto é fornecer uma estrutura com atrativos culturais, turísticos e históricos, com aproveitamento racional do potencial do espaço, trazendo como elemento a memória histórica da experiência vivenciada. É o resgate não só material, mas imaterial também. Dentro das metas estruturais do projeto, nos moldes arquitetônicos das construções da região, consta a reconstrução da casa do beato José Lourenço, resgatando o modelo original, restauração completa da capela de Santo Inácio, com altares, santos e mobiliários, restauração completa do cruzeiro, das fundações e identificação dos cemitérios e dos túmulos dos jesuítas. Além dos acessos aos caldeirões, construção de Memorial da Religiosidade dos povos do Nordeste, incluindo o próprio Caldeirão, Canudos, Pedra Bonita, Pau de Colher, entre outros. Uma sala-auditório está prevista no projeto para palestras, aulas, exibição de filmes e exposições, espaço de recepção aos visitantes e uma pequena loja de souvenir, construção de estrada e espaço para estacionamento, açude do Caldeirão, restauração das ruínas do engenho, banheiros e uma casa para morador estão entre as edificações previstas.

Prefeitura do Crato, SAAEC e CDL Promovem hoje palestra sobre Estratégia de Desenvolvimento Sustentável

O Governo Municipal do Crato, A Sociedade Anônima de Água e Esgoto – SAAEC e o Clube de Diretores Lojistas - CDL Crato, convidam a comunidade cratense a participar da palestra sobre “Estratégia de Desenvolvimento Sustentável: A Eficiência da SAAEC No Abastecimento de Água e Coleta de Esgoto em Crato”, que será proferida pelo presidente da SAAEC, engenheiro José Procópio da Silveira, que é Pós - Graduado em Engenharia Urbana, Engenharia de Segurança do Trabalho e em Gestão Integrada de Recursos Hídricos em Bacias Hidrográficas. A Palestra acontecerá hoje na sede do CDL Crato, as 19h30 e terá como temas: A legislação pertinente ao uso da água; Panorâmica gerencial SAAEC, de 2005 a 2009; A evolução patrimonial da SAAEC; Estratégias de gerenciamento Técnico-operacional; Políticas de Saneamento em médio e longo prazo. É de suma importância o comparecimento da comunidade.

Ação Social do Crato continua realizando o cadastro do projeto de Ações Sócio-Educativas à Família

O governo Municipal do Crato, através da Secretaria de Ação Social, comunica a todos os munícipes que está continuando o cadastro familiar do Projeto ASEF- Ações Sócio-Educativas a Família com crianças de 0 a 6 anos, nas creches dos bairros e distritos da cidade. Hoje, dia 13, o cadastro estará sendo feito na Creche São Miguel, próxima segunda-feira, dia 16, na Creche Clotário Ribeiro, na Vila São Bento, no CEI da Vila Padre Cícero, na Creche São José na Ponta da Serra, na Creche Santo Inácio, em Monte Alverne e na Creche Raimundo de Sousa Sobrinho em Dom Quintino. É importante salientar que o cadastro é sempre feito nos períodos manhã e tarde.

Fonte: Assessoria de Imprensa
Governo Municipal do Crato
Crato (CE) 13 de março de 2009

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