xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 27/02/2009 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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27 fevereiro 2009

Abidoral Jamacaru em noite de show!

Centro Cultural BNB, hoje, 27 Fev 2009. A maturidade de um artista!

Cantou com alma!
Tocou-nos!

Discursou!
Recebe o carinho de seu público!

Fotos: Pachelly Jamacaru
"Direitos reservados"

Amor Virtual - Por João Marni de Figueiredo

De tanto ouvir sobre tragédias nos noticiários, fruto de encontros ora do acaso, ora de forma premeditada, envolvendo pessoas inocentes e bandidos, refleti que isso sempre ocorreu, sabe-se lá desde quando; hoje certamente em maior escala e riscos.
A tecnologia vem contribuindo, seja pelo telefone celular ou pelo computador, para esses contatos entre pessoas, muitas vezes envolvendo crianças, e também casais virtuais, sem que os personagens troquem olhares ou sintam o perfume do outro, - dirá o ferormônio, deixando de lado a visão de um certo jeito de andar... Ai veio-me a lembrança de tempos não tão distantes, da prática interiorana na busca pela cara-metade reservada nos altares de Deus, dos sonhos de cada um. Os encontros aconteciam também em qualquer lugar mas, muito freqüentemente, nas praças. A Siqueira campos, aos domingos à noite, era o grande palco onde as garotas passeavam num rito austero e delicado, nunca sozinhas, mas em pequenos grupos, de braços, limpas e cheirosas, em seus vestidos bonitos e pouco insinuantes, repetidos com choro e não menos espetaculares. Desfilavam contornando a praça para uma platéia de marmanjos que ficava à margem, aparentemente alheias a eles em seus segredos. Vez ou outra os olhares se cruzavam furtivamente, deixando alguma dúvida que só seria revelada no giro seguinte.
Confirmado pelo olho no olho, o coração dispara e as pernas – pelo menos as minhas, fraquejavam diante da próxima etapa do passeio, quando lá vem a todo-poderosa, e o homem deixa de ser menino, dirigindo-se à pretendida sem medo de uma “rabissaca”, ou de um “corte”, roubando-a de seu grupo e convidando-a a sentar-se em um dos bancos, no centro daquele carrossel de ilusões, de encanto, de paixões e de decepções... Ainda ouço os risos e os incentivos dos amigos que continuavam a tentar a sorte...
Dali, relações afetuosas se formavam e vingavam, como foram as do meu pai e da minha mãe, e de muitos outros que, como eu, são românticos e nostálgicos e só acreditamos, a exemplo de São Tomé, após termos visto,tocando e cheirado! Talvez a única vantagem de agora é que os pais não precisam mais entrar em casa na ponta dos pés a fim de surpreenderem o namoro dos filhos ou dos netos, pois através da telinha do computador não se escutam as juras de amor, mas apenas o barulho discreto do teclado tocado por mãos que não afagam, transmitindo mensagens ditas por bocas mudas que não beijam, olhos que não vêem e corações que apenas batem mas provavelmente não sentem. Seus aposentos trancados têm um cheiro azedo de suor, chulé e mofo, por proibirem o sol de lá entrar e iluminar-lhes as mentes modernas. À noite, semanalmente, sedentos iguais NOSFERATUS, encontram-se em baladas, num ritual de ficar por alguns instantes, revezando-se num pescoço marmóreo e exaurido, e retornam sem paixão, sem afeto e sem norte.
Tantas modas voltam, mas, infelizmente, tenho a impressão que as praças não têm mais pistas apropriadas para o flerte (expressão caduca e estranha), mas para corridas ou caminhadas cronometradas , silenciosas, individualizadas, daqueles que visam melhorar a condição física pelo culto ao corpo, a despeito de haver ali alguém solitário que ainda hoje arrisca um olhar a partir do circulo externo... Ou será que a vida é que está sempre indo e nós é que, de fato, ficamos?
Crato, CE, 10/12/08.
Por João Marni de Figueiredo.

Estarei no Crato na Segunda-Feira... - Dihelson Mendonça

Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto...estou voltando...

Olá, amigos do Blog do Crato. Comunico que estarei chegando ao Crato na próxima segunda-feira, após alguns dias aqui em Fortaleza e em Guaramiranga, por ocasião do Festival de Jazz & Blues, que em 10 anos de existência, só faltei um ano, e fui grande incentivdor deste magnífico projeto que visa divulgar e preservar a música de qualidade do Brasil e do mundo. Durante esse tempo de férias, procurei manter o nosso Blog mesmo à distância, com acesso a internet, fazendo a diagramação, ilustrando os artigos com fotos, que tantas pessoas se esquecem ou têm preguiça de fazer. Procurei também deixá-los sempre atualizados com algumas notícias do Crato que chegam até mim via e-mail. Agradeço bastante a todas as pessoas que nesta minha ausência puderam ajudar a manter esse canal de comunicação da população sempre aberto às diversas manifestações e à informação de maneira geral. Na verdade, nem posso considerar esse distanciamento físico como férias, pois não me ausentei nem por um dia de ler, liberar os comentários e até de comentar sobre certos tópicos. Mas será muito bom retornar à nossa cidade, e reativar a Rádio Chapada do Araripe, e retomar os inúmeros projetos já em andamento.

Um grande abraço a todos,

Dihelson Mendonça

Crato terá R$ 25 milhões da verba do Bird para o Ceará

Seminário São José

A informação é do prefeito Samuel Araripe, observando que o dinheiro faz parte dos US$ 46 milhões que o Bird está emprestando ao Ceará. O governo do Estado vai liberar para a Prefeitura do Crato cerca de R$ 25 milhões para serem empregados em várias obras do município. A informação é do prefeito Samuel Araripe, observando que o dinheiro faz parte dos US$ 46 milhões que o Bird está emprestando ao Ceará visando o desenrolar do Projeto de Desenvolvimento Econômico do Cariri Central. O Prefeito explica que dos R$25 milhões parte será dirigida para o projeto Encosta do Seminário que significa a revitalização do morro do mesmo local. Segundo ele, esse projeto significa a construção de quatro mirantes na parte superior do morro, uma avenida e a correção de quatro erosões que nascem de baixo para cima no citado morro. Além disso, a revitalização de toda a vegetação do morro do Seminário, tudo no valor de R$ 10 milhões. O dinheiro também vai ser empregado na construção do Centro de Feiras e Negócios do Cariri que vai ser no Crato, projeto no valor de R$ 8 milhões. O dinheiro também vai ser endereçado na recuperação das praças centrais do município, projeto de R$3,5 milhões.

Ainda dos R$ 25 milhões uma parte vai ser dedicada a construção do Aterro Sanitário Consorciado. O projeto já foi licitado e o benefício vai ser construído em local que ainda vai ser indicado pelo Ibama, podendo ser no Crato ou em um município periférico. O Aterro tem o valor de cerca de R$ 3,5 milhões que é uma parte do todo de R$25 milhões.

O prefeito aproveitou a oportunidade para visitar a Caixa Econômica Federal quando agilizou o Projeto de Saneamento Ambiental do Crato no valor de cerca R$ 7 milhões. Também esteve no Banco do Brasil para agilizar liberação de recursos para aquisição de máquinas pesadas que vão ser usadas na agricultura para ajudar na produção de cereais.

Fonte: Antonio Viana On-Line

Distrações: Por Carlos Eduardo Esmeraldo

Distrações? Quem não as tem? Quem, como eu, não guardou a chave do carro naquele bolsinho da frente da calça e antes de sair à rua, procurou desesperadamente pela chave em todos os cantos possíveis da casa, revirando tudo que antes estava em perfeita ordem? Quem não estacionou o carro e deixou a chave na ignição, trancando por fora todas as portas? Confesso que isso aconteceu comigo e o que é ainda pior, com o carro funcionando. Alguém já telefonou para falar com o chefe e disse que gostaria de falar com um sujeito que tinha o seu próprio nome? Pois eu liguei para o meu chefe em Fortaleza, superintendente da Coelce, e disse que gostaria de falar com o Carlos Eduardo Esmeraldo. A secretária que não reconheceu minha voz disse: “O Carlos Eduardo Esmeraldo trabalha no Juazeiro.” “Ah, é? Pois eu sou o Carlos Eduardo Esmeraldo.” Distraído, pretendia dizer de imediato que era eu quem estava falando e as preocupações do dia-a-dia me traíram. Pior ainda foi quando cheguei a minha casa e não vendo o carro na garagem, perguntei: “O Carlos saiu?” E alguém já indagou à secretária qual o telefone de sua própria casa? Pois eu já fiz tudo isso! Velhice? Vá lá que seja, mas quando essas coisas me aconteceram, eu tinha menos de 45 anos. Mas os jovens também têm suas distrações. Um dos meus filhos procurava desesperadamente pela sua toalha de banho que deixara no varal, quando sua mãe observou que ele estava enrolado na própria toalha, como se ela fosse um saiote. Outro dia, um rapazinho meu parente viajava de carro, quando um dos pneus furou. Ao trocar o pneu que estava todo rasgado, distraído, jogou fora a carcaça do pneu substituído com o aro da roda e tudo. Uma distração que lhe custou no mínimo uns cento e cinqüenta reais. Certa vez, sai ao centro da cidade para visitar as livrarias. Ao retornar, cumprimentei Magali que preparava o almoço e disse a ela que já estava em casa e podia servir o almoço. Enquanto aguardava, deitei-me numa rede para ler um dos livros que havia trazido. Meu filho mais novo chegou do colégio, foi até o quarto, tendo perguntado o que eu estava lendo. Depois voltou à cozinha e sua mãe lhe disse. “Seu pai ainda não chegou para que eu bote o almoço na mesa”. “E quem é aquele homem que está lendo lá no quarto?” Perguntou o meu filho.
Gente importante também tem suas distrações. Lembro-me que nos anos oitenta, o jantar do Rotary Clube do Crato era servido pelas senhoras dos rotarianos. Uma delas, que carregava uma pesada travessa de arroz, sentiu que de repente a travessa perdera o peso, como por encanto. Depois de servir a certo senhor de idade, foi que ela notou que havia descansado a bandeja sobre a cabeça dele.
Mas distraído mesmo é um dentista que conheci em Belém. Certa vez ele convidou um amigo para jantar em sua casa. Assim que o amigo chegou, desejando-lhe comunicar que o jantar estava servido, disse para o visitante: “Abra a boca.” Era assim que ele passava o dia falando aos seus clientes. Hoje, aposentado, este dentista mora aqui em Fortaleza. Logo que surgiram os primeiros telefones celulares, daqueles bichos gigantes da Motorola que eram guardados num suporte preso ao cinto das calças, ele foi um dos primeiros a aderir à novidade. Sua filha lhe telefonou e depois de alguns minutos de conversa, a mão desse amigo tocou no suporte do celular e ao senti-lo vazio, disse para a filha: “Minha filha, vou desligar. Aconteceu um problema muito sério, roubaram meu celular!” “Calma papai, o senhor está telefonando de onde?” Perguntou-lhe a filha. “É do celular!” Constatou assim a distração. Esse amigo dentista tem um filho que casou com uma portuguesa e foi morar em Lisboa. Ele resolveu visitá-lo e comprou passagem num vôo da TAP que saia de Fortaleza. Ao receber a passagem, foi informado que iria num novo Boeing da empresa, adquirido no Canadá e que faria o primeiro vôo. O meu amigo preparou-se com muito esmero para essa viagem. Comprou um terno no Domênico e embarcou todo arrumado. Em dado momento do vôo, sentiu vontade de ir ao banheiro. Ao abrir a porta, viu que havia dentro do toalete um distinto senhor. Pediu-lhe desculpas, logo fechando a porta e aguardando que o ocupante do banheiro saísse. Esperou cerca de uns quinze minutos e foi reclamar à comissária: “Moça, não tem outro banheiro? O sujeito que está ai, faz mais de meia hora e não sai.” A comissária abriu a porta do banheiro e disse: “Não há ninguém aqui!” Foi então que meu amigo notou sua elegante imagem refletida no espelho.
Mas distraída mesmo era uma tia afim, já falecida, viúva de um irmão do meu pai. Certo dia, ela estava na porta da sua casa, quando passaram duas mulheres com fama de sapatão. Toinha, uma pessoa que fazia seus serviços domésticos lhe confidenciou: “Madrinha, o povo diz que aquelas duas ali fazem sabão.” “Ò Toinha, pergunta por quanto elas fazem a barra?”
É isso aí! Ninguém está livre de distrações. Aquele que não foi ainda vítima de uma, que atire a primeira pedra. A nós distraídos, só nos resta cantar em forma de oração o refrão de uma música muito bonita: “O acaso vai me proteger, enquanto eu andar distraído. O acaso vai me proteger, enquanto eu andar...”

Por Carlos Eduardo Esmeraldo

Material didático sobre arte será lançado na URCA


Lançamento do material do projeto "O cariri nas tramas da arte, da imagem e da cultura" dia 07. O projeto “O Cariri: nas tramas da arte, da imagem e da cultura”, vislumbra abrir espaço para a valorização do patrimônio artístico-cultural regional por meio de um material de apoio voltado à instrumentalização dos professores que atuam no ensino de Artes nas escolas públicas da região apresentando através da imagem, a estética do cotidiano e produções de artistas populares guiando a efetivação de práticas de ensino comprometidas com a divulgação e compreensão da tradição local através do saber arte e saber ensinar arte. O Projeto foi aprovado no III Edital Público de Incentivo as Artes no Ceará 2005/2006 proposto pela da Secretaria da Cultura do Estado. Esta publicação, organizada dentro de uma maleta artesanal, compreende, uma dupla intencionalidade: ampliar o espaço para a leitura da imagem na sala de aula e, ao mesmo tempo, considerar a riqueza e as expressões Artísticas do Cariri.

Data 07 março 2009
Horário: 19 horas
Local: Salão da Terra – Campus Pimenta URCA

Por: Alexandre Lucas

Habeas-Pinho - Por; José Nilton Mariano Saraiva

Em 1955, em Campina Grande-PB, um grupo de boêmios fazia serenata numa madrugada fria do mês de junho, quando chegou a Polícia e apreendeu o violão. Decepcionado, o grupo recorreu aos serviços do advogado Ronaldo Cunha Lima, então recentemente saído da Faculdade, e que também apreciava uma boa seresta. Ele peticionou em juízo para que fosse liberado o violão. Aquele pedido ficou conhecido como “Habeas-Pinho” e hoje enfeita as paredes de escritórios de muitos advogados e bares de praia do Nordeste. Abaixo, a famosa petição:

HABEAS-PINHO

Exmo.Sr.Juiz de Direito da 2ª. Vara desta Comarca:

O instrumento do crime que se arrola
Neste processo de contravenção
Não é faca, revolver, nem pistola
É, simplesmente, Doutor, um violão;
Um violão, Doutor, que na verdade
Não matou nem feriu um cidadão
Feriu, sim, a sensibilidade
De quem o ouviu vibrar na solidão;
O violão é sempre uma ternura
Instrumento de amor e de saudade
Ao crime ele nunca se mistura
Inexiste entre eles afinidade;
O violão é próprio dos cantores
Dos menestréis de alma enternecida
Que cantam as mágoas e povoam a vida
Sufocando suas próprias dores;
O violão é música e é canção
É sentimento de vida e alegria
É pureza e néctar que extasia
É adorno espiritual do coração;
Seu viver, como o nosso, é transitório
Porém seu destino se perpetua
Ele nasceu para cantar na rua
E não ser arquivo de Cartório;
Mande soltá-lo, Doutor Juiz, pelo amor da noite
Que se sente vazia em suas horas
Para que volte a sentir o terno açoite
De suas cordas leves e sonoras;
Libere o violão, Doutor Juiz
Em nome da Justiça e do Direito
É crime, por ventura, o infeliz
Cantar as mágoas que lhe enchem o peito ?
Será crime e, afinal, será pecado
Será delito de tão vis horrores
Perambular na rua um desgraçado
Declamando ali as suas dores ?
É o apelo que lhe dirigimos
Na certeza do seu acolhimento
Juntando esta petição aos autos nós pedimos
E pedimos também DEFERIMENTO.

Resposta do Juiz Arthur Moura (também um poeta):

Para que eu não carregue remorsos no coração
Determino que seja entregue ao seu dono
Desde logo, o malfadado violão;
Recebo a petição escrita em verso
E, despachando-o sem autuação
Verbero o ato vil, rude e perverso
Que prende, no Cartório, um violão;
Emudecer a prima e o bordão
Nos confins de um arquivo em sombra imerso
É desumana e vil destruição
De tudo que há de mais belo no Universo;
Que seja Sol, ainda que a desoras
E volte à rua, em vida transviada
Num esbanjar de lágrimas sonoras;
Se grato for, por acaso, ao que lhe fiz
Noite de lua, plena madrugada
Venha tocar à porta do Juiz.
Autores: os poetas citados - Postagem: José Nilton Mariano Saraiva

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Blog do Crato

Caso Tv diário

Por onde anda o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Ceará que até o momento não se pronunciou do golpe da Globo contra a TV Diário ? - Por João Paulo Fernandes

Escondida entre as negociações dos patrões com os jornalistas de impresso. Ainda de ressaca da confraternização de carnaval. No meio da obrigatoriedade do diploma do curso de jornalismo. Entravados na luta de salários. Na briga de quem leva mais lombriga para casa. Um miúdo pra cá, uma escritura pra lá. Segue o jornal e a TV nos esconderijos do real.O mundo caindo ao redor e o silêncio esplêndido na corte azul. Sindjorce que sabe homenagear o repórter, sabe fazer protesto na porta de jornal, mas se esquece de prestar solidariedade no momento de censura, no instante de golpe, no segundo de amargura.Será que até em um sindicato a Globo pode? Tudo estático no site do sindicato, na porta e na cabeça dos associados. Paralisado na angústia de chorar e ser obrigado a esconder as lágrimas. De apanhar e ser forçado a engolir o grito. De morrer e ser impedido de sentir a última dor. Sindjorce suturou a boca e se autocensurou. Para quem se diz ter repúdio aos tempos da ditadura, parece se embebedar da mesma formula da servidão da loucura.
Fonte: Rastreadores de impurezas
Atualizações cadastrais do Bolsa Família a partir de março

O setor do Programa Bolsa Família da Secretaria de Ação Social do Crato informa às famílias beneficiárias, que as atualizações cadastrais, tais como: inclusão de crianças, mudança de endereço, mudança de escola e alteração de renda, só poderão ser realizadas a partir do mês de março, em conseqüência de um problema na base de dados. A secretária Liduína Andrade informou que está sendo aguardado o envio de uma nova base de dados, por parte da Caixa Econômico Federal.

Inscrições abertas para curso de teatro e dança

A Escola Municipal de Cultura e Arte - EMCARTE, abriu, inscrições para o curso de Teatro e Dança. Os cursos são gratuitos e destinados a crianças e jovens de idade de 07 a 18 anos da rede pública de ensino. As inscrições e maiores informações na Secretaria da Cultura Esporte e Juventude do Crato, à Rua Teopisto Abath, s/n, Largo da RFFESA, das 8 horas às 17 horas. Telefone (88) 3523-2365. As vagas são limitadas.

Cai índice de mortalidade infantil no Crato

O município do Crato conseguiu reduzir significativamente nos últimos anos a mortalidade infantil no município, graças a um trabalho integrado da saúde. Dados demonstram essa realidade, relacionada as doenças infecciosas e parasitárias como diarréias, pneumonias, principalmente, em crianças menores de um ano. O relatório da Secretaria de saúde demonstra que no período de 1990 a 2007, houve uma redução de 52% da mortalidade infantil.

A taxa de mortalidade infantil nos últimos três anos foi de 16 óbitos em 2006, para cada 1000 nascidos vivos; 13 óbitos em 2007, para cada 1000 nascidos vivos, em 2008, foram 12 óbitos para cada 1000 nascidos vivos, de acordo com dados do Departamento de Epidemiologia da Secretaria de Saúde.

O acompanhamento realizado pela Secretaria de Saúde, conforme a secretária Nizete Tavares, demonstra claramente que o município tem avançado sensivelmente nesse indicador, o que garante o alcance dos objetivos de desenvolvimento do milênio em nível nacional e mantêm-se abaixo do preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que são 20 óbitos para cada 1000 nascidos vivos.

Relatório do Unicef esclarece índices

O Unicef, por meio de carta de esclarecimento sobre os índices de mortalidade infantil, ressalta que tendo em vista a divulgação global do relatório da SITUAÇÃO MUNDIAL DA INFÂNCIA 2009, o escritório do Fundo das Nações Unidas Para a Infância (Unicef), no Brasil esclarece que os valores apresentam nessa publicação ainda não contemplam os dados da rede Intergerencial de Informações (Ripsa), já utilizado pelo Unicef no Brasil como instrumento de monitoramento e análise da situação das mulheres e crianças no Brasil.

As diferentes metodologias utilizadas nos modelos estatísticos globais e em cada país para o cálculo de alguns indicadores apresentam resultados diferenciados. Em nível global, a mortalidade de crianças é calculada e ajustada anualmente por um grupo interagencial, constituído pelo Unicef, OMS, Banco Mundial e Divisões de População e de Estatística das Nações Unidades. Estimativas publicadas em edições consecutivas de diferentes relatórios não podem ser comparadas e usadas para a análise da mortalidade infantil ao longo do tempo, uma vez que estão sujeitas a constantes ajustes e revisões que, em muitos casos, alteram a série histórica.

O relatório do Unicef demonstra que, no período de 1990 a 2007, houve uma redução de 62% da mortalidade da infância (menores de 5 anos) e de 59% da mortalidade infantil (menores de 1 ano) no Brasil.

Os dados brasileiros, conforme a Ripsa, demonstram que a taxa de mortalidade em menores de 5 anos caiu de 50,6/1000 nascidos vivos em 1991 para 23,1/1000 nascidos vivos em 2007, com uma constante tendência de melhora. Em 2006 e 2007, a taxa caiu de 23,6 para 23,1. Já a taxa de mortalidade em menores de um ano caiu de 45,2/1000 nascidos vivos em 1991 para 19,3/1000 nascidos vivos em 2007, apresentando também uma tendência constante de melhora. Entre 2006 e 2007, a taxa caiu de 20,2 para 19,3.

O monitoramento realizado pelo Unicef no Brasil demonstra claramente que o País tem avançado sensivelmente nesses dois indicadores, o fato que garante o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio em nível nacional, em relação à mortalidade de menores de 5 anos. O índice geral brasileiro previsto para 2011 será de 14,4 mortes para cada grupo de 1000 crianças menores de um ano de idade. Na próxima edição do relatório sobre a Situação Mundial da Infância, serão utilizados os dados produzidos pela Rede Interagerencial de Informações Para Saúde (Ripsa), composta por 30 entidades técnicas e científicas nacionais, cujas informações são reconhecidas pelo organismo pela sua eficiência, ampla cobertura na coleta de dados e capacidade de agregar variáveis aos indicadores, o que permite um levantamento detalhado e constante.

PREFEITURA MUNICIPAL DO CRATO:
Assessoria de Imprensa

Fotografando o Infotografável... Por: Dihelson Mendonça

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Aonde as palavras não chegam...

Traduzir o intraduzível, documentar algo inatingível à maioria das pessoas; Tentar relatar aquilo que só chega a nós através da percepção do espírito! Fazer uma resenha de um show não como um mero crítico de arte ( que muitas vezes nem entendem daquilo que escrevem como alguém que vivencia ), mas descrever a aura mágica que se apodera de um iluminado quando é tomado pela magia da música em pleno palco. Essa, certamente é uma das mais difíceis tarefas a que alguém possa ser submetido, ou se arvore em realizar.

Pude perceber ao longo de uma existência musical, que os grandes e verdadeiros gênios da música possuem traços comuns. Havendo conhecido alguns pessoalmente como o Brasileiro Hermeto Pascoal e o belga Toots Thielemans, bem como através de vídeos e depoimentos de outros tantos, pude perceber que em todos eles, existe algo de fantástico e eu diria até de sobrenatural, como uma aura que os cerca. A plena facilidade da expressão do espírito através da linguagem daquilo que sempre permanecerá oculto e invisível aos olhos comuns, e inaudível à maioria. Seres tão iluminados que parecem até que são revestidos de uma luz que os guia e os protege. Seres que nos fazem acreditar que do seio desta humanidade, não poderiam ter surgido, mas de outras esferas cósmicas, de outros planetas.

A Luz Azul

Quando Toots Thielemans adentrou ao palco do Teatro José de Alencar ontem, do alto dos seus 87 anos de idade, praticamente carregado por seu contrabaixista e auxiliado pelo pianista, a sala imediatamente foi tomada de aplausos arrebatadores e um espírito de luz azul e PAZ se apoderou de todos que ali se encontravam. O ar da vitória sobre a mortalidade pairou por sobre nossas cabeças, e aplaudiu-se não ao que se via aos olhos, mas ao que não se conseguia explicar. Quando as primeiras notas musicais foram ouvidas, visualizei-as como a uma partitura colorida e perfeita, onde cada nota era escrita de modo a tecer uma melodia somente perceptível ao espírito, e de tal precisão e sentimento que era-me perfeitamente natural, eu diria até óbvia e o único caminho possível, como a água de um riacho que corre pelos veios da terra, já traçados. A melodia vinha de qualquer ponto da escala musical, sem precisar escolher, e brotava totalmente do coração, de todo o mais puro sentimento. Improvisava como alguém que ao longo da vida, nunca perdeu o apetite pela música verdadeira, e o sabor das frutos havia se conservado ao longo da vida, para ser sorvido com a mesma sagacidade. Olhei para o Toots Thielemans e vi a perfeição como já havia visto antes apenas na própria natureza, nas imensas aquarelas das folhagens, do azul celeste e do contorno das montanhas. Ouvi-lo ao vivo, após tantos anos, não foi surprêsa, pois que o ouço desde a juventude, mas serviu para que meu espírito pudesse se libertar dessa casca que chamamos de corpo, e se misturasse aos muitos que pairavam pelo cosmos. Thielemans não falou como um ser humano. Trouxe a linguagem de Deus para os homens de tal forma e êxito que ao longo da apresentação, formamos um imenso cordão energético, como uma oração para o mundo, onde ali vi que há ainda esperanças de um mundo melhor, de paz, de vida e de amor. Não falou com palavras, trouxe uma mensagem de outros mundos. E brilhou praticamente sozinho no palco, com esta aura de energia, pois em volta de si, seus acompanhantes mais próximos ainda estavam a milhões de anos-luz dali, diametralmente opostos, de forma tal que podia-se perfeitamente ouvir que ele estava sozinho brilhando inteiramente revestido de uma aura de azul profundo no palco e pode separar o meramente humano do divino.

E pude perceber através de coisas que só a alma pode compreender, que aquela luz azul ficou impregnada em nós também e saímos mais renovados, como todo aquele que se encontra com um anjo pelo caminho.

Nada do que eu escrever, poderá traduzir aquilo que ouvi, e hoje posso compreender o que Hermeto Pascoal disse certa vez, quando mencionou que não ouvia mais gente desse planeta, mas de outras esferas. Certamente que sim! A grande música possui essa magia, de nos revelar a imortalidade e mostrar que todos os caminhos levam à simplicidade e à natureza, e que acima de tudo, uma grande consciência cósmica ainda rege todos os atos, os fatos, o princípio, o meio e o fim. E a única frase que eu poderia tentar trazudir todo o show de ontem, ainda que pareça ilógico ou irracional é:

"Toots Thielemans é Azul Profundo. Deus nos escutou, e enviou uma mensagem de PAZ através da música!"

Afora isto, qualquer outra descrição parecerá banal e demasiado humano...

Texto e Fotos: Dihelson Mendonça

"Use a IRA em seu favor "- Escreva uma carta de amor ! - Por: Socorro Moreira

Meu bem,


Depois de 25 anos escrevendo memorandos, e em “oitavados”, especializei-me em listas de Supermercados:
- queijo branco
- pão integral, frutas, azeite e uma garrafa de vinho.
Casamento fora do papel, merece carta do amor pensado, escrito, perfumado, e manchado de batom.
(Amassei. Não gostei...)
Vou tentar novamente:


Meu amor,


A noite também chegou por aqui. Já me fez cumprir todos os rituais, antes de dormir... Só falta uma espiada na janela, e fechá-la seguramente, pra que ela não me rapte de ti.
Li alguns textos no blog, deletei e-mails, reencaminhei alguns, abri Windows sucessivos, restaurei artigos que vi na lixeira. Na falta do fogo para queimá-los, salvei-os!
Procurei-te nos sites de músicas, e Diana Krall deu-me teu recado: Fly Me To The Moon. Depois foi o Chico, que pegou pesado, cantando "Vitrines”... E o Vinícius, que também postou um poema: "Conjugação da Ausente".
Pesquisei sonetos de J.G.de Araújo Jorge... Achei-os melosos demais, e fiz umas trocas... Edu Lôbo com Cacaso, na “Toada”, e com Torquato Neto , no "Pra dizer adeus”.
Chega de ensaios!
Finalizo os prefixos musicais com a música “Amado”, por Wanessa da Mata.
Enfim, agora estamos a sós. Eu e pensamento. Pensamento e papel, em conflito ardente. Sem fundo musical. Silêncio total, para ouvir o coração bater, como os tambores do Salgueiro.
Entro na frequência do teu esquecimento, e te acordo... É hora!
Vem cá... O mar veio para cá. Ele acende os mistérios da serra, quando chega a madrugada. Vamos catá-los um por um, desvendá-los. .. Estou farta de segredos invioláveis.
Lembra do começo, que nunca foi?
Lembra do encontro, que esperou sem chegar?
Lembra dos desvios, arrodeios, e esbarrões, nos atropelos dos sentimentos?
O amor chegou mil anos depois! Quase etéreo , atrevido na pureza, racionando carinho... Mas é tão intenso, e tão lindo , que alimenta , mesmo dormindo!
Fui clara?
Fui anônima, ou indiretamente fácil?
Direto é dizer nesse cantinho de papel, em letras tremulas e pequenas, quase indecifráveis: Adoro você!


Um abraço ,

ZenIRA

P.S. “O amor que nos separa é o amor que nos une”.


Socorro Moreira

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