xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 17/02/2009 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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17 fevereiro 2009

Forró do jackson do Pandeiro - Por: Francisco José

Segue mais uma colaboração para o Blog do Crato, desta feita sobre o Rei do Ritmo, Jackson do Pandeiro, cuja trajetória artística começou em Campina Grande. Jackson do Pandeiro é homenageado por sua terra natal Registrado como José Gomes da Silva Filho e nascido na cidade de Alagoa Grande, zona da Mata paraibana, Jackson do Pandeiro, o eterno rei do ritmo que influenciou gerações de músicos e intérpretes, recebeu, finalmente, o reconhecimento de sua terra natal. Conhecida pela qualidade de sua cachaça brejeira, Alagoa Grande erigiu um monumento (em forma de pandeiro) ao filho ilustre, que também ganhou um memorial, onde se pode conhecer a vida e a obra do artista, cuja trajetória começou em Campina Grande no final da década de 1940, quando da inauguração da Rádio Borborema. Antecipando-se à iniciativa dos conterrâneos de Jackson, Campina Grande o homenageou com um monumento, onde ele figura ao lado de Luiz Gonzaga, numa área próxima ao Açude Velho, cartão postal da cidade Rainha da Borborema. Na última vez em que esteve no Crato, Jackson do Pandeiro integrava, ainda nos anos 1970, a famosa caravana de artistas da gravadora CBS, conhecida como “Pau de Sebo”. Era um recurso de marketing para promoção dos seus intérpretes e músicos nordestinos. Além de se apresentar na Rádio Araripe, à época ainda integrante dos Diários e Emissoras Associados, grupo fundado por Assis Chateaubriand, magnata da comunicação nascido no município paraibano de Umbuzeiro, Jackson se apresentou também em memorável show na Quadra Bicentenário. Jackson do Pandeiro é da mesma geração de músicos paraibanos que fizeram história. Uns se projetaram nacionalmente seguindo a trilha aberta por Luiz Gonzaga, como foi o caso de Abdias, o rei dos oito baixos, natural do município de Taperoá, no Cariri paraibano. Zé Calixto, mesmo sendo um sanfoneiro de quatro costados, preferiu ficar em Campina Grande, em cujo calçadão central pode ser encontrado de vez em quando em animadas conversas com amigos e admiradores.

FRANCISCO JOSÉ Repórter do jornal “Correio da Paraíba” Assessor de Imprensa da Universidade Estadual da Paraíba

O Epicentro da Crise Financeira Internacional - Por: Wellington Ribeiro Justo

O Epicentro da Crise Financeira Internacional: a concepção e a complexidade dos títulos subprime. O principal método de financiamento subprime originadores foi a securitização. Dos títulos originais destas operações entre 2005 e 2006 que alcançaram a cifra de US$ 1,2 trilhão cerca de 80% foram securitizados. A securitização de hipotecas subprime também exigiu uma concepção de segurança bastante diferente das tradicionais operações de securitização. Essencialmente, porque as hipotecas subjacentes são esperadas para refinanciar depois de dois a três anos, a operação de securitização porque receberá grandes quantias de dinheiro mais cedo. Esse dinheiro vai ser alocado de diversas formas no coração das operações de securitização. O crédito para o refinanciamento, bem como o montante das operações (conseqüentemente, o grau de dependência) dependerão da entrada de dinheiro ao longo do tempo. A dinâmica era tornar inerente à securitização das hipotecas subprime dependente do refinanciamento das hipotecas, o que por sua vez depende do preço dos imóveis. A estrutura da securitização, com o risco inerente a este tipo de operação, reforça a dinâmica dependente dos fluxos de caixa que ingressam no negócio. O risco de crédito das hipotecas subjacentes é um fator importante na avaliação para compreender o valor de um determinado subprime. Os agentes financeiros inicialmente nos Estados Unidos e posteriormente nas instituições financeiras de praticamente todos os países com algumas exceções e com volumes diferentes ajudaram a ampliar o volume de crédito para estas operações. Uma questão chave com a explosão do crédito internacional para estas operações é o que os economistas conceituam de informação assimétrica. Refere-se simplesmente a uma situação em que um lado da transação tem mais informações relevantes do que o outro sobre o objeto a ser negociado, potencialmente levando a problemas bem conhecidos.
A partir de 2006 foi criado um índice de classificação específica para as operações com subprime (índice ABX) que melhorava a avaliação dos investidores e aí foi possível reavaliar a posição de algumas instituições perante o montante de recursos atrelados a estas operações.

Um ponto importante é que o risco do subprime pôde ser negociado com crédito derivados (derivativos). A grande dúvida hoje é saber exatamente o montante de recursos aplicados por investidores do mundo inteiro (seguradoras, bancos, investidores individuais, fundos de investimentos, bancos e outras categorias de investidores) cujas garantias são papeis atrelados ao subprime. Este processo é diferente da securitização do mercado de automóveis, por exemplo, que levantam fundos mediante emissão de papel comercial e investidores compram para diversificar suas carteiras e que são gerenciados pelas agências de classificação com base nos preços de mercado dos automóveis.

O que gerou o Pânico foi que se inciou um processo de queda acentuada dos preços dos imóveis nos Estados Unidos em 2007 e os investidores não tinham informações corretas e não chegavam a um consenso sobre o posicionamento destes títulos. Além disso, não havia nenhum mecanismo para revelar todas as informações necessárias sobre o efeito da queda dos preços dos imóveis nestes papeis. A referência passou ser o índice ABX. Com a continuidade da queda dos preços dos imóveis a situação dos mutuários de hipotecas foi se deteriorando rapidamente e que o valor dos subprime relacionados a estas obrigações e estruturas estava indo para baixo. Em 2007, o ABX índice tinha-se tornado o ponto central da crise.

Entre 2001 e 2005, por exemplo, os imóveis nos Estados Unidos gozavam de um aumento médio de 54,4%, medido pelo Instituto Federal de Habitação (OFHEO). Esta valorização facilitava a captação de recursos e o processo de refinanciamento das hipotecas que são a base da dinâmica destas operações. Com a queda dos preços dos imóveis e como parte da hipoteca era com juros flutuantes ficava cada vez mais difícil os portadores de hipotecas refinanciarem suas dívidas e houve um aumento no valor das prestações. Inciou-se um processo de inadimplência sem precedentes porque a capacidade de pagamento das hipotecas dependia da valorização do preço dos imóveis. Para agravar a situação, a outra lógica do sistema foi quebrada, ou seja, a dificuldade para refinanciar o subprime uma vez que os agentes financeiros travaram estas operações e muitos mutuários simplesmente faliu o que significa que o mercado hipotecário para estes mutuários fecharam as portas impedindo o refinanciamento das hipotecas. Praticamente todos os grandes agentes financiadores deste mercado paralisaram estas operações tornando impossível a securitização. O que aconteceu a partir de setembro de 2007 foi que as informações sobre os preços dos imóveis e os atrasos nos pagamentos das hipotecas foram difundidas e as posições que os investidores tinham começaram a serem desfeitas (desfazer de quaisquer operações que tinham como garantias papeis lastreados nos subprime) gerando um efeito ao longo de toda cadeia financeira. A crise não veio antes porque a divulgação das informações do desempenho do mercado imobiliário e do mercado hipotecário chegou com certo atraso. A Informação e conhecimento comum e que foi amplamente reconhecido é que as estruturas ao longo da cadeia financeira foram sensíveis aos preços dos imóveis, ou seja, os preços altos eram provavelmente uma "bolha". Nem todos tiveram a mesma opinião sobre se iriam continuar os preços a subir, ou se eles deixariam de subir e quando isso iria ocorrer, ou quais seriam os efeitos. Em Dezembro de 2007, um documento oficial de ativos recebíveis dos Estados Unidos apontava para uma queda de 34% no volume destas operações, ou seja, uma redução de mais de US$ 400 bilhões. O estopim veio em agosto de 2008 quando o mercado de refinanciamento das hipotecas “secou” completamente. Ninguém queria receber como garantias títulos lastrados em subprime.

Wellington Ribeiro Justo


Doutor em Economia e Professor do Curso de Economia da URCA

Impressões luso brasileiras. Falar português - Andrei Lapa de Barros Correia

Pensei em chamar esse texto Lusofonia, mas seriam duas palavras muito parecidas, muito próximas. Dizem que as repetições de palavras devem ser evitadas, pois os efeitos estilísticos são ruins. A regra não deve ser assim tão absoluta e, se for, é desobedecida frequentemente. O primeiro período do texto fornece um exemplo. Talvez a regra aplique-se às palavras menos comuns, ou cuja repetição é inevitável, mas continuo sem saber como delimitar a sua aplicação. O fato é que me pareceu melhor chamar a língua por seu nome próprio, o nome que serve a ela e à nação onde ela surgiu. De toda forma, a repetição evitada com a utilização de sinônimo termina resultando no mesmo e pode ter sido vã minha preocupação. A língua está aqui a propósito do signiicado que tem para o povo que a utiliza. Ela pode ser muito mais que o código usado por um grupo para comunicar-se e ainda pode ser mais que um elemento comum de identificação desse povo. Pode ser indissociável desse povo, no sentir das pessoas. O português não é indissociável dos brasileiros, dos moçambicanos, dos angolanos, dos caboverdianos e, principalmente, dos timorenses. Nós, brasileiros, somos, entre outras coisas, identificados pelo uso do idioma português, mas ele não é originalmente nosso, não foi nossa criação. Talvez pertençamos mais a ele, que ele a nós. Antes que se vejam motivos para me acusar de alguma comparação desfavorável aos recebedores do idioma, quero advertir que não vai aqui algum juízo de valor dessa espécie. Os norte-americanos, por exemplo, ainda são a nação mais poderosa do mundo e poderiam ser objeto da mesma abordagem. Onde se receberam línguas – tendo perecido as que se falavam antes – não existem muitos problemas de exaltação ou rejeição, de orgulho ou vergonha, de cuidado ou desleixo. As coisas simplesmente não se colocam nesses termos, apenas tem-se a língua como o meio comunicador e um dos elementos de identificação. Acontece que as linguas são vistas diferentemente – talvez menos do que esteja me parecendo aqui – por quem as tem como suas, propriamente suas. Conversava com um colega português bastante agradável, um advogado que de certa forma não parece exatamente talhado para a advocacia, tal é seu gosto pela literatura. Dizia-me da sua percepção dessa relação com a língua portuguesa, que me fez destilar os parágrafos anteriores. E perguntava-me sobre o que sentíamos. Claro que afirmava mais que perguntava, o que é sempre sinal de gentileza nas pessoas inteligentes e de presunção nas menos aquinhoadas. Ele está no primeiro grupo.

Então, lembrei-me da nossa situação na América do Sul. Somos os únicos lusófonos, imersos em faladores de castelhano e meia dúzia de utilizadores de francês e holandês. Antes que eu articulasse esses pensamentos e os expusesse, meu perspicaz interlocutor disse que a lusofonia isolada do Brasil, na América, tendia a ser mais um elemento de afirmação, uma vez que estávamos enriquecendo a olhos vistos.

Não discordei, porque era o que estava pensando, ainda confusamente. É curioso, se fosse a Argentina a ter um potencial econômico igual ou maior que o resto do continente somado, não faria o mesmo. Não faria porque o castelhano, sozinho, não os distinguiria dos outros sul-americanos falantes de castelhano.
Aí está, o português é para nós um elemento de distinção, muito nítido nas nossas relações sul-americanas, mas não vai ser carregado na bagagem de alguma epopéia brasileira, como tesouro precioso. Se houver uma epopéia brasileira, será um pouco à maneira de Odisseu, ávido por voltar para casa, botar os usurpadores a correr e, quem sabe, contar como triunfou sobre as sereias.

Nós, temos, sim, muitos cuidados com a língua. Nos a estudamos, a enriquecemos, nos a mantemos muito viva, mas não somos seus pais. Por isso, talvez até sejamos menos piedosamente escrupulosos e demos a ela maiores possibilidades vitais. Somos co-proprietários, mas não estávamos presentes aos trabalhos de construção dos seus alicerces. Não digo, até porque disso não se trata mesmo, que Portugal seja um país de eruditos, de praticantes da mais fina sofisticação linguística, de falantes que extraem do idioma tudo que ele pode dar. Não é disso que falo, muito embora o nível médio do domínio da língua seja sensivelmente maior por aqui que no Brasil, até porque a educação é melhor. Digo que a língua, para Portugal, é mais que uma forma de não ser espanhol, ou alemão, ou francês. É mais que um meio de identificar o autor de uma obra, seja ela boa ou má. Ela é parte da própria obra.

Por: Andrei Lapa de Barros Correia
De Braga, Portugal.

Duzentos anos da imprensa no Brasil


Muito tem se discutido o papel da imprensa no Brasil,

principalmente nos episódios políticos das últimas décadas.

A revista Humanidades que foi lançada essa semana,

aborda muito bem essa temática, fornecendo bons textos

para pesquisa.




CULTURA E MOBILIDADE SOCIAL - Por: José do Vale Feitosa

Há pouco postei um texto em especulava com a necessidade das grandes cidades do cariri (Crato, Juazeiro e Barbalha) fazerem um consórcio para articular a cultura da região. Como bem diz o Ludgero, a cultura, que inclui as artes, é a matriz da identidade dos povos. E esta identidade é central como fator de equilíbrio e paz, assim como pela luta da liberdade e pela autonomia dos povos. Como li nenhum comentário com respeito á idéia, volto ao tema por outro ângulo. Não propriamente o de um consórcio, mas aquele da cultura e da estética cultura das classes sociais e dos territórios.

Hoje há um desarranjo geral em relação ao que era. Falta de educação e bons modos. Certa grossura. Até mesmo a confusão entre roupas inapropriadas a certos ambientes. Igualmente furar fila, emporcalhar as calçadas. E o que não dizer destas hillux possantes que existem apenas para carimbar o emergente social. Assim com o novo riquismo de decibéis na esquina impondo um forró eletrônico para toda a vizinhança. É um complexo de Chantecler. Aquele galo da lenda francesa que imaginava que o sol nasceria apenas pelo seu canto. Os emplumados com os cocares que ensurdecem parecem galinhos garnisé querendo ser maior que já é.

O alpinismo social em cadeia nacional pelo BBB, um alpinismo especial, pois produto de um investimento de consumo. A fama dos cinco minutos. O papagaio de pirata. O chato na intimidade de uma celebridade. A celebridade que inventa para aparecer e se azeda para se esconder do corpo a corpo dos fãs. A mesma pessoa que nos envia um PPS com imagens de pessoas “exóticas” como as mulheres girafa com as argolas que esticam o pescoço, as pinturas de tribos da guiné ou africanas, esquecem-se das aberrações fashion dos grandes salões e do consumo da Daslu.

Isso é para dizer que o país vive um momento muito próprio de mobilidade social. Quem antes não decolava num avião de carreira, hoje lota as aeronaves. Os mercados cheios de gôndolas, os shoppings, os cinemas pequenos, as ruas de mercadoria barata. A mobilidade daquele que passou a beber numa mesa de bar ou num restaurante, vai à praia, mergulha numa piscina pública, tem uma bicicleta ou uma moto.

Nesta mobilidade certamente se encontra uma poderosa estética para todas as artes. O deslocar rápido, a postura em veículos de duas rodas, no interior dos transportes coletivos, a garupa, evadirem-se rápido. O celular como elo de prestígio. Toda a parafernália eletrônica em cada periferia de uma cidadezinha esquecida do interior: videogames, a internet, os orkuts e msn numa incrível ligação entre duas próximas esquinas. A menina se encontra há pouco mais de 20 metros, ambos em internets públicas, trocando mensagens ao invés se estarem aos dois, fisicamente em algum banco de praça.

Os artistas, o povo da cultura não pode morrer de tédio e nem ir às lágrimas pelo seu velho mundo que agora é matéria para um amálgama do novo ao invés de um pastiche na parede. Já sabemos, com a escola pública que ensina a milhões, com a universidade de milhares, as velhas estruturas que reproduziam sempre a mesma elite, as mesmas famílias, se encontra num limbo institucional. Os tempos já são outros.

Por: José do Vale Feitosa


Cotovia, o louco – Por Carlos Eduardo Esmeraldo

Ouvi esta história há muitos anos, não me lembro contada por quem, acho que quando ainda eu era criança. Provavelmente ela é uma das muitas lendas que se criou em torno do nome do extraordinário rábula cearense Quintino Cunha. Por volta da década de 1930, havia em Belém do Pará um louco conhecido por toda população pela alcunha de Cotovia. A meninada logo descobriu que ele não gostava do apelido e de manhã até a noite gritava pelo nome Cotovia por onde quer que esse louco passasse. E ele reagia atirando o que encontrasse pelas ruas: paus, pedras, restos de materiais de construções e até as mangas caídas dos mangueirais que arborizam as ruas da cidade. A insistência da meninada em gritar pelo apelido Cotovia era proporcional à reação do louco. E havia uma correspondência entre a intensidade dos gritos das crianças com mais pedradas e outros objetos atirados contra a turba de crianças e adolescentes. Até que num triste dia, uma banda de tijolo atingiu em cheio a cabeça de um menino na Praça da República. A criança teve morte instantânea e a policia prendeu o pobre Cotovia em flagrante. Naquela época, louco que cometesse um crime era julgado, condenado e preso junto com outros sentenciados, sem essa história de ir para manicômio. E o crime de Cotovia revoltou a cidade, pois a criança por ele assassinada era filha de um influente figurão. Tão logo terminado o processo, foi marcado o dia do julgamento de Cotovia. Nenhum advogado quis assumir a defesa do pobre louco. Quintino Cunha, que se encontrava em Belém a passeio, soube da notícia pelos jornais e foi se oferecer na véspera do julgamento para a defesa do louco Cotovia. Na hora em que foi pronunciar a defesa, Quintino Cunha limitou-se a saudar o juiz: “Excelentíssimo, digníssimo, honradíssimo e meritíssimo juiz de direito dessa comarca; senhores jurados.” E repetiu com muita insistência essa saudação: “Excelentíssimo, digníssimo, honradíssimo e meritíssimo juiz de direito dessa comarca; senhores jurados.” Quando já declinava a terceira ou quarta repetição da saudação, o juiz perdeu a paciência e bateu violentamente a campainha, dando murros na sua mesa e gritando para o representante da defesa: “Chega, deixe dessa brincadeira estúpida!” A essa reação do juiz, Quintino Cunha virou-se para os jurados e disse: “Senhores jurados, observem que um juiz, homem digno e culto, cujo alto equilíbrio emocional não é posto em dúvida por nenhum dos que aqui se encontram, teve essa reação descontrolada ao ser elogiado com insistência. E notem que foram somente elogios! Agora imaginem os senhores, esse pobre homem, louco, sem família, sem ter sequer um lugar onde recostar a cabeça, sem ninguém ao seu lado, ser perseguido de manhã à noite por um grupo de moleques, que parecem seres sem pai e mãe, a gritar nos seus ouvidos o horrível apelido de Cotovia, todos os santos dias, durante anos a fio? Pensem nisso, senhores jurados”. Conta-se que ao final daquele julgamento, o Cotovia foi absolvido por sete votos a zero.

Por Carlos Eduardo Esmeraldo


Publicidade: Clínica São Raimundo - Cuidando com Carinho e Responsabilidade do Povo de Várzea Alegre !

O Blog do Crato tem o prazer de fazer a publicidade da Clínica São Raimundo, da cidade de Várzea Alegre - CE, que acredita no nosso trabalho como meio de buscar a integração regional. A Clínica São Raimundo é uma empresa conceituada. Comandada pelos renomados médicos Dr. Menezes Filho e da Dra. Ana Micaely de Morais Meneses. Especializada em pediatria, ultrassonografia, fisioterapia especializada, RPG.

Eis algumas fotos da nossa empresa/parceira que fazemos questão de divulgar:



Acima: A Logomarca oficial da Clínica São Raimundo, em Várzea Alegre.


Acima: O Médico, Dr. Menezes Filho em atividade.

Acima: Dra. Ana Micaely de Morais Meneses

Cuidando de seus pacientes com carinho e dedicação...



Clinica São Raimundo.
Rua Dep. Luis Otacilio Correia 129. Várzea-Alegre. Fone (088) 3541-1467.
Especialidade: Pediatria, ultrassonografia, fisioterapia especializada, RPG.

"Cuidando com carinho e responsabilidade do povo de Várzea Alegre !"

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Tel: 088-3523-2272

Falta de chuvas causa preocupação no Cariri - Por: Antonio Vicelmo


Baixa Pluviometria

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Representantes de Sindicatos de Trabalhadores Rurais do Cariri se reuniram e avaliaram a situação. Agricultores mostram-se preocupados com a falta de chuvas na região do Cariri e já contabilizam perdas na safra. Crato. As chuvas ainda estão fracas na região do Cariri. A avaliação foi feita no fim de semana por 70 líderes comunitários da zona rural do Crato, reunidos no auditório da Delegacia Regional da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Ceará (Fetraece), que fizeram um levantamento do quadro invernoso nos primeiros 50 dias do ano. Enquanto nos meses de janeiro e fevereiro de 2008 foram registrado mais de 500 milímetros de chuvas, este ano, em igual período, foram anotados menos de 200 milímetros de pluviometria. Em alguns pontos da Serra do Araripe, o abastecimento d’água está sendo feito com carro-pipa. O secretário de Desenvolvimento Agrário, Camilo Santana, que esteve no Cariri, está preocupado com a escassez de chuvas na região. Ele esperava um maior volume. No entanto, ainda não perdeu a esperança. Camilo acredita no prognóstico da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), segundo a qual, o inverno será intensificado nos próximos meses de março e abril.

Estiagem e lagarta

Os agricultores que plantaram em dezembro perderam metade do plantio. O mesmo ocorreu com a lavoura semeada em janeiro. A estiagem e a lagarta acabaram com mais de 50% do milho e do feijão plantados este ano. O pouco que restou é de péssima qualidade. Todos os dias, principalmente na segunda-feira, os agricultores comparecem à sede dos sindicatos rurais à procura de orientações para o problema. Este quadro, de acordo com os técnicos da Empresa de Assistência Técnica a Extensão Rural do Ceará (Ematerce) que estiveram reunidos, na semana passada, no escritório regional do Crato, se repete em todo o Cariri, variando de um município para outro. O agricultor Francisco Pereira, conhecido por “Assis Gina”, residente no Sítio Minguiriba, Serra do Araripe, diz que o abastecimento d’água em sua região está sendo feito com carro-pipa. As chuvas ainda não foram suficientes para encher as cisternas e, muito menos, para iniciar o plantio. Ali, as sementes do Programa Planta Ceará ainda estão esperando o “inverno” chegar. Com uma roça no Sítio Muriti, na periferia da cidade do Crato, o agricultor Francisco Rodrigues já fez dois plantios. Começou a plantar em dezembro, quando caíram as primeiras chuvas. Replantou em janeiro, com a volta das precipitações. Agora, está aguardando a continuidade do inverno. “Se não chover, vou perder o trabalho e as sementes”.


ENQUETE

Como o Sr. avalia a falta de chuva na região?

Francisco Rodrigues
Agricultor
"Se não chover logo, vou perder todo o trabalho já feito para cultivo dos grãos e também as sementes que recebi".

Francisco Pereira
Agricultor
"A situação de falta de água está tão crítica que na Serra do Araripe, o abastecimento é feito com carro-pipa".

Mais informações:
Escritório da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ematerce)
Praça Coronel Felemon Teles, S/N, Crato, (88) 3102.1293

Fonte: Jornal Diário do Nordeste

17-02-2009
Carnaval sem violência
Cultura se reúne com órgãos de segurança

Um carnaval organizado e com segurança nas ruas para os cratenses. Assim vem sendo planejado minuciosamente a folia momina no município, através da Secretaria de Cultura, que este ano tem como tema 'Carnaval Crato Amado da Folia e da Alegria'. Na manhã desta segunda-feira, a secretária Danielle Esmeraldo e equipe estiveram reunidas com representantes do Departamento Municipal de Trânsito (Demutran), Polícia Militar, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros e integrantes da CPRV, no intuito de finalizar o esquema de segurança que será mantido durante o carnaval, com realização de blitze na cidade e presença nos locais de maior movimentação.

Mais de 15 mil foliões nas ruas do Crato

A partir de sexta-feira, com a abertura oficial do carnaval no Cariri, em Crato, com o tradicional "Bloco das Virgens", entra em ação o esquema de segurança. A saída do bloco se mantém no bairro São Miguel, se deslocando da pracinha do Detran, às 16 horas, onde haverá concentração a partir das 15 horas. A previsão é que mais de 15 mil foliões saiam pelas ruas do Crato. Este ano, o percurso do bloco aumenta. Por conta do local de chegada, no Centro Cultural do Araripe (RFFSA), os homens e mulheres sairão esbanjando irreverência nas principais ruas do Centro, seguindo até a quadra Bicentenário, Pericentral, saindo na Avenida Duque de Caxias até o Centro Cultural do Araripe, onde se concentrará a folia nos cinco dias de carnaval. A festa prossegue ate às 22 horas. É importante lembrar, que por medida de segurança, será proibido, a partir da rua Dr. João Pessoa, no Centro da cidade, o trânsito de carros e motos. A Prefeitura do Crato, através da Cultura, irá promover todos os dias carnaval para a população, bailes com a Banda Embalo Vip. Do sábado até a terça-feira, a banda permanece das 19 horas até às 23 horas. No domingo e na terça-feira, será realizado o carnaval infantil, com o Tio Bibi. Na terça-feira, também se realiza o encontro de blocos, relembrando as tradicionais marchas carnavalescas e maracatus, às 17 horas. A festa terá o acompanhamento do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente e do Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente (COMDICA).

Cadastramento de barraqueiros

Continua sendo realizado o cadastramento na Secretaria de Cultura, no Centro Cultural do Araripe, dos barraqueiros que permanecerão durante os cinco dias de carnaval na área do Centro Cultural. Já foram realizadas reuniões com os barraqueiros no intuito de informá-los sobre os critérios de permanência na área, da proibição de vendas de bebidas alcoólicas e cigarros a crianças e adolescentes, além da organização que será mantida. Todos os dados dos vendedores estão sendo coletados. Serão instalados na área mais de 60 pontos de vendas de produtos de vários gêneros, desde barracas da pequenos lanches a bebidas, bombons, entre outras.

Ação preventiva promove mobilização no Centro

A Prefeitura Municipal do Crato, por meio da Secretaria de Ação Social, está realizando desde o último dia 11, a campanha preventiva contra a comercialização de álcool durante o período de carnaval para crianças e adolescentes. A campanha preventiva é desenvolvida pelo Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e Centro de Referência Especializado em Assistência Social (CREAS). O trabalho será concluído amanhã, 18 de fevereiro. A campanha tem levado às ruas o tema "Celebrar a vida para não chorar depois". A atividade educativa tem a finalidade de realizar uma sensibilização junto à sociedade, para a proibição da venda de bebidas às pessoas com idade inferior a 18 anos. O trabalho irá culminar com uma grande mobilização, às 8 horas de amanhã, na praça da Sé.

Inscrições abertas para curso de teatro e dança

A Escola Municipal de Cultura e Arte - EMCARTE, abriu, no último dia 09, inscrições para o curso de Teatro e Dança. Os cursos são gratuitos e destinados a crianças e jovens de idade de 07 a 18 anos da rede pública de ensino. As inscrições e maiores informações na Secretaria da Cultura Esporte e Juventude do Crato, à Rua Teopisto Abath, s/n, Largo da RFFESA, das 8 horas às 17 horas. Telefone (88) 3523-2365. As vagas são limitadas.

Seminário Pacto das águas será realizado hoje na URCA

A Assembléia Legislativa do Estado do Ceará em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente e Controle Urbano do Município do Crato, realizam na manhã de hoje, com abertura a partir das 9 horas, o "SEMINÁRIO PACTO DAS ÁGUAS", compromisso sócio-ambiental compartilhado a ser construído no Ceará para o desenvolvimento de uma política pública de águas. O evento será no Salão de Atos da URCA. As inscrições podem ser feitas a partir das 8 horas, no local. Na ocasião,s era feita exposição, às 09h15, sobre Pacto das Águas e seus objetivos. Em seguida, serão formados grupos de trabalho e apresentação desses trabalhos e sistematização. O prefeito do Carto, Samuel Araripe, deverá estar presente na abertura, além do secretário de Meio Ambiente e Controle Urbano, Nivaldo Soares. Também participa da mesa de abertura, o reitor da Universidade Regional do Cariri (URCA), professor Plácido Cidade Nuvens. O pacto das Águas prevê um compromisso sócio-ambiental compartilhado. O evento é uma continuidade do diálogo com autoridades regionais e representantes de várias instituições.

Crato desenvolve Projovem Adolescente

O Governo Municipal, através da Secretaria de Ação Social, desenvolve no município o Projovem Adolescente, que integra as ações do Programa Nacional de Inclusão de Jovens, atendendo a adolescentes na faixa etária de 15 a 17 anos, de famílias que estejam em situação de risco e vulnerabilidade social e que sejam beneficiárias do Programa Bolsa Família. As aulas ro programa foram iniciadas nesta segunda-feira. Todos os adolescentes que fizeram suas inscrições junto ao Programa estão convocados a se fazerem presentes nos CRAS de seu bairro, para saber sua locação e horário.

PREFEITURA MUNICIPAL DO CRATO
Assessoria de Imprensa

Tiro-de-Guerra - Crato - Convite para a Solenidade de Matrícula da Turma 2009



MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
CMNE - 10ª RM
TIRO-DE-GUERRA 10-004 (CRATO-CE)
RELEASE

1. O Tiro-de-Guerra 10-004, tem o prazer de convidar toda a comunidade cratense para prestigiar a solenidade de matrícula dos atiradores da turma de 2009, que realizar-se-á no dia 27 de fevereiro (sexta-feira) às 19:00 horas, nas dependências do TG, com a seguinte programação:

a. 1ª Parte (entrada dos atiradores pelo portão das armas):
- abertura dos portões pelo atirador mais novo da classe de 1990; e
- entrada do grupamento dos novos atiradores pelo portão das armas.

b. 2ª Parte (Pátio de formaturas):
- entrada no pátio do grupamento a ser matriculado entoando o Hino do Crato;
- canto do Hino Nacional;
- leitura da mensagem do Comandante do Exército;
- palavras do Diretor do Tiro-de-Guerra ou representante; e
- encerramento da solenidade.

2. Finalizando o evento, os familiares conecerão às instalações do Tiro-de-Guerra, tendo contato com os locais onde os novos atiradores cultuarão as Virtudes Militares.

3. Qualquer informação referente à Solenidade, favor entrar em contato pelo telefone (88) 3523-5399 ou (88) 9203-8419.


Crato, 16 de fevereiro de 2009.

_______________________________________
MARCOS ANTONIO BRATZ – 1º Sargento
Chefe da Instrução do TG 10-004

Como alguem ja afirmou:Estação da REFESA -"um cartão postal preservado".






Por: João Paulo Fernandes

Crato Estréia com derrota - Por: Amilton Silva

O Crato estreou na segunda divisão do cearense 2009, na tarde deste domingo (15), às 14 horas, no Romeirão, e foi derrotado pelo Guarani por 2 X 1. O Guarani foi superior no primeiro tempo. No segundo tempo , o Crato voltou melhor segurou o empate até os 47 minutos do segundo tempo quando levou o segundo gol.O leão do mercado abriu o placar aos 21 minutos do primeiro tempo atraves do atacante Bimba.O azulão empatou aos 44 minutos do primeiro tempo com Weslei cobrando pênalte.Edmar e Weslei foram expulsos pelo time cratense aos 20 e 35 minutos do segundo tempo.Com a inferioridade numérica o time do Crato tomou grande pressão do Guarani, resistiu até o tempo extra, quando o atacante Paulinho Guerreiro decretou a vitória do Guarani.Outro jogo realizado ontem pela segundona terminou com a vitória do Maracanã por 1 X 0, sobre a equipe do Limoeiro do Norte. O jogo foi realizado no Bandeirão em Limoeiro do Norte.

Por: Amilton Silva - Editor de Esportes do Blog do Crato

O.B.S - A pergunta que não quer calar é: Porque o time do Crato é tão fraco ? Será que é pedir muito que cada um dê TUDO de si ? Que tal se riscarmos a palavra "impossível" dos nossos programas ? Quando eu estudava na universidade, dormia apenas de 4 a 5 horas por dia. E precisando estudar mais, consultei um professor sobre sua matéria, que considerava muito difícil. Eu falei: Professor, nao tenho mais tempo no dia para estudar a sua matéria, ao que ele me respondeu o seguinte: "- Você não dorme ?" Quero dizer que muitas vezes, o nosso limite não é o suficiente, e quando queremos algo realmente, conseguimos. Já dizia um grande filósofo desses de livros de auto-ajuda, se não me engano, Norman Vincent Peale:

"Qualquer coisa pode ser realizada por alguém que possua uma força de vontade suficientemente forte a ponto de até sacrificar a própria vida"

Talvez falte ao time do Crato mais esforço e dedicação. E falo como meu professor: "Você não dorme ? " Portanto, vamos ao treinamento...

Dihelson Mendonça

Comentários pertinenstes - José Hildeberto Jamacaru de Aquino

Chega-nos ao Blog do Crato mais um grande colunista. Desta feita, o José Hildeberto Jamacaru de Aquino, que há alguns anos recebo mensagens via e-mail, e que sempre terminam com a sua frase característica. Fui contactado pelo autor, e tenho imenso prazer em divulgar seus textos, que aliás, já foram divulgados em órgãos de imprensa bem mais conceituados do Brasil.

Dihelson Mendonça

O FÁCIL DE OBAMA - Prudência gente! Desativar a prisão Guantánamo em Cuba é uma missão fácil, apenas um jogo político - marketing; difícil é dizer onde continuarão sendo torturados os presos remanejados para outras prisões da mesma espécie mantidas pelos EUA em vários lugares do mundo. E mais, enquanto isso, são preservadas as arrogantes e abomináveis leis da “Pena de Morte Efetiva” e “Leis do Antiterrorismo”, verdadeiros atentados à cidadania. Retirar as tropas do Irã equivale-se também e por óbvio, já que: “Guerra perdida... soldados no quartel!”, sem alternativas, a exemplo do que ocorreu no Vietnã. Vamos com calma na apreciação dos fatos e com o Obama. Almejemos-lhe êxitos, mas esperemos seus feitos realísticos e humanitários sem endeusamentos precipitados, posto que é cedo e a sua missão árdua, quase impossível!

José Hildeberto Jamacaru de Aquino

Russas (CE)

A VOLTA DOS DINOSSAUROS – É intrigante que quando se fala na hipótese de reeleição no Executivo os falsos defensores da democracia, quais sejam as facções, esbravejam contra alegando que a permanência é nociva aos interesses do País... Basta que sejamos perspicazes e constataremos que a verdadeira e danosa perpetuação é feita por eles próprios - membros do Congresso, que se eternizam no poder e só abrem brechas aos herdeiros consanguíneos em uma perniciosa dinastia! Isto sem considerar o mal pior que é a alternância que se observa: “Hoje EU na presidência, amanhã VOCÊ!” E vale tudo, até ressuscitar os dinossauros, sem a reciclagem que, por salutar, deveria ocorrer. Continuamos iludidos e estagnados nas mãos dos mesmos e com uma agravante: vítimas dos eternos vícios da nossa política, hoje astutamente ainda mais elaborados!

José Hildeberto Jamacaru de Aquino

Russas (CE)
(Publicado no Estadão SP-08/02 e no O POVO)

CASTELOS – Sonhar é para todos. Edificar castelos para raríssimos (soberanos e políticos). Corregedoria só para os probos deveria. Mas, alguns sonham, almejam a liberação da jogatina e por isso edificam castelos, sonegam porque impunes enquanto a Previdência se diz deficitária, e ainda assumem posições honrosas que deveriam ser restritas aos de boa índole. Mas, quem de vós - astutas e calejadas raposas, ousaria nomear um bom cão de guarda para lhes vigiar e infligir castigos? Assim nos honra o Congresso do qual mais nada resta esperar. Pior: “Ah! Nós não sabíamos...”, descaradamente!!!

José Hildeberto Jamacaru de Aquino
Russas (CE)

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