xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 07/02/2009 | Blog do Crato
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VÍDEO - VÍDEO DE LANÇAMENTO - Em breve, as novas transmissões TV Chapada do Araripe. Espero que curtam o vídeo de lançamento abaixo, em que há uma pequena retrospectiva de alguns trabalhos, reportagens já feitas ao longo dos muitos anos que fazemos reportagens. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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07 fevereiro 2009

D. Hélder : 100 Anos Hoje! - Por: José Flávio Vieira


D. HÉLDER E O SONHO POSSÍVEL


“Felizes aqueles que sabem que para se manter o

mesmo durante a vida, é preciso mudar muito”
D. Hélder

O tempo é inexorável com algumas pessoas. Não bastasse a destruição física -- roubando-lhes as energias, minguando-lhes as forças, sugando-lhes a beleza -- , a vida transforma-os, na mor parte das vezes, em seres amargos, azedos e muitas vezes insuportáveis. Os anos , também, vão trazendo o conformismo, a acomodação, a inércia , prendendo os homens ao passado e os tornando avessos ao progresso, à mutabilidade da vida , ao incessante renascer do universo. Em pouco , não só vão ficando velhas as pessoas, mas também chatas , intolerantes e obsoletas como um computador XT. Viram meras peças de um museu biológico e, quando a morte por fim chega, com todos os seus sortilégios, já não existe muito o que abocanhar : apenas uma múmia ambulante a aguarda, com uma triste história escrita num poeirento papiro. O que fica de quase todos é mais uma lembrança da vitalidade passada do que da serenidade presente. A contemporaneidade , por outro lado, é privilégio de poucos. Pouquíssimos partem deixando um vácuo de contribuições a ser doada aos novos tempos. Raros são aqueles que fazem falta real , que abandonaram a terra com uma obra ainda inacabada , que poderiam por fim, mudar em alguma coisa os próximos capítulos da história da humanidade.

Senti exatamente isso, quando perdemos D. Hélder Câmara , no início da semana. Aos 90 anos, brotava dele a alegria e o entusiasmo da juventude, a cada instante. Conseguiu conservar o élan intacto, durante toda a existência e pregava o sonho de criança embotado num ideal de luta e não violência. Lutou incansavelmente, durante todos os seus dias, pelos mais arraigados ideais de justiça social e paz entre os semelhantes. Ele foi, sem nenhuma dúvida, a pessoa nessa terra que mais abalou o meu agnosticismo : aproximar-se dele era sentir , imediatamente, a existência de uma alma, um espírito, uma força superior, escondida por baixo daquela figura magra, frágil, esquálida. Há duas passagens de D. Hélder que me marcaram a vida definitivamente. A primeira, quando celebrou a missa da minha formatura, no final dos anos 70. Na homilia , em meio àquela oratória típica, forte e emocionante , ele dizia que o maior esforço que todos devíamos fazer era no sentido de não nos deixar embrutecer pelos ínvios caminhos da vida que se abriam para todos nós ,naquele exato momento, e fechava biblicamente:

-- “Vocês nunca devem perder a capacidade de chorar !”

Aquilo nos foi dado como um instrumento, um termômetro para que pudéssemos, a todo instante, na dura vida de esculápio , poder aquilatar se éramos apenas um simples técnico da arte de curar ou um artista da arte médica. Anos depois, num Congresso de Médicos Residentes, em plena ditadura militar, era bonito vê-lo falar sem ódio e sem alimentar sentimentos de vingança. Fora perseguido, ameaçado, tinham matado e torturado auxiliares diretos seus e andara prestes a sofrer atentados pessoais. Em nenhum momento demonstrava rancor qualquer de seus detratores ; transparecia, claramente, que apenas sentia pena . Contou-nos , na ocasião, que , dias atrás, um coronel com seus sequazes, entrou de supetão na igrejinha modesta onde passou a maior parte da sua vida, na Boa Vista em Recife. Gritando, o militar, perguntou onde estavam escondidos os comunistas que ele vivia acoitando. D. Hélder nunca negara guarida aos perseguidos, sabia que o próprio catolicismo já vivera perseguido e escondido nas catacumbas. Calmo, respondeu que não sabia o que ele estava inquirindo. O Coronel, ameaçador, disse que o reverendo sabia sim e, se estivesse mentindo, iria responder pelos atos subversivos. D. Hélder, tranqüilo, retrucou:
-- Meu filho, você é novo e não sabe, mas o mundo é uma roda, hoje você está lá no topo... Mas a roda, roda, roda... daqui uns dias, sem que ao menos você perceba, eis que você descobre que está lá embaixo... igualzinho a esses que você chama hoje de subversivos... Você pode precisar de guarida e , não se faça de rogado, é só vir para cá que eu te escondo do mesmo jeitinho... O Coronel, perplexo, deu meia volta e saiu...
Que lição de vida para aqueles que ao assumirem chefias, posições executivas, cargos públicos , se acham eternos, semideuses e não se intimidam em pisar os subordinados, como se o mundo não rodasse e a vida também não tivesse movimento de rotação e translação...
De todas as pessoas que conheci na vida, D. Hélder foi a que mais mereceu o adjetivo de Santo.

Por: Dr. José Flávio Vieira

D. Hélder : 100 Anos Hoje ! - Dr. José Flávio Vieira



Uma vida dedicada ao serviço

Dom Helder Camara, antepenúltimo filho do guarda-livros e maçom convicto João Eduardo Torres Câmara Filho e da professora Adelaide Rodrigues Pessoa Camara, nasceu no dia 7 de fevereiro de 1909, um domingo de Carnaval, em Fortaleza, Ceará. Dos 13 filhos do casal, cinco morreram em 29 dias, em consequência de uma epidemia de crupe, mais tarde conhecida como difteria. O menino Helder recebeu a primeira comunhão aos oito anos de idade e, aos 14, entrou no Seminário da Prainha de São José, em Fortaleza, onde fez os cursos preparatórios, depois filosofia e teologia. Em 15 de agosto de 1931, aos 22 anos, ordenou-se sacerdote e, em seguida, foi nomeado diretor do Departamento de Educação do Estado do Ceará. Cinco anos depois, transferiu-se para o Rio de Janeiro. Durante os 28 anos de permanência na cidade, colaborou com revistas católicas, organizou o 36º Congresso Eucarístico Internacional, fundou a Cruzada São Sebastião para atender moradores das favelas cariocas e o Banco da Providência, destinado a ajudar famílias na faixa da miséria. Exerceu funções na Secretaria de Educação, Ministério da Educação e Conselho Nacional de Educação e organizou a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Episcopal Latino Americano (Celam). De 1952 a 64 ocupou o posto de primeiro secretário-geral da CNBB e de 58 a 66 foi delegado do Brasil no Celam e seu vice-presidente. As duas entidades foram os instrumentos de apoio para a implantação de um modelo de Igreja progressista, que tinha como base a opção preferencial pelos pobres. Dom Helder recebeu a sagração episcopal em 20 de abril de 1952 sob o lema "In Manus Tuas", que indicaria toda sua vida entregue nas mãos de Deus. Logo depois tomou posse como bispo auxiliar do Rio de Janeiro. A promoção a arcebispo auxiliar do Rio de Janeiro chegou em 1955, quando estava com 46 anos. No dia 14 de março de 1964, foi indicado pelo papa Paulo VI para ocupar a Arquidiocese de Olinda e Recife, cujo titular, dom Carlos Coelho, falecera semanas antes. Por ocasião da nomeação, dom Helder, que se encontrava em Roma participando de uma reunião da Comissão Conciliar do Apostolado dos Leigos, declarou: "Volto de coração aberto a tudo e a todos, com sede de diálogo, na linha absoluta do Concílio Vaticano II". Esse concílio, realizado de 1962 a 1965, definiu, entre outras coisas, compromisso com as soluções dos problemas sociais e econômicos e fortaleceu a Igreja progressista. A imprensa estrangeira viu assim a nomeação: "Homem do papa Paulo VI no Recife". No Recife de 1964, as autoridades civis e militares receberam com satisfação a indicação do novo arcebispo. "Estou consciente do acerto da nomeação e grato pela futura presença de dom Helder, cujas qualidades todos conhecem", disse o vice-governador Paulo Guerra, no exercício da chefia do Executivo. O então comandante do 4º Exército, general Justino Alves Bastos, afirmou que "dos abraços afetuosos que aqui receberá, os primeiros, por certo, serão os meus". O prefeito do Recife, Pelópidas Silveira, falou do orgulho que a cidade sentia com a nomeação de dom Helder, lembrando "sua atuação em defesa dos princípios de justiça social". O governador Miguel Arraes, que se encontrava no Rio de Janeiro, em entrevista ao jornal Última Hora, disse que a indicação de dom Helder "traz grande alegria e satisfação aos pernambucanos". O vigário capitular Lamartine Soares - mais tarde seu bispo auxiliar e grande amigo - determinou que os sinos de todas as igrejas da Arquidiocese de Olinda e Recife repicassem festivamente às 6h, 12h e 15h, no domingo 15 de março, saudando o novo arcebispo.

NO RECIFE
- No dia 11 de abril de 1964, um sábado chuvoso, dom Helder desembarcou, às 15h30, no Aeroporto dos Guararapes, que se encontrava lotado. Dali, em carro aberto, seguiu para a Matriz de Santo Antonio, na Avenida Dantas Barreto, onde falou para milhares de pessoas, debaixo de chuva, antes de seguir para o Palácio dos Manguinhos, residência oficial do arcebispo, na Avenida Rui Barbosa, bairro das Graças. Em sua mensagem publicada na íntegra pelos jornais, dom Helder disse que era "um nordestino falando a nordestinos com os olhos postos no Brasil, na América Latina e no mundo. Um cristão dirigindo-se a cristãos, mas de coração aberto, ecumenicamente, para os homens de todos os credos e de todas as ideologias. Um bispo da Igreja Católica que, à imitação de Cristo, não vem ser servido, mas servir".

À multidão, afirmou também que, a exemplo de Cristo, devia ter um amor especial pelos pobres, velando, sobretudo, pela pobreza envergonhada e tentando evitar que a pobreza se resvale para a miséria. Disse que a pobreza pode, às vezes, ser um dom generosamente aceito ou até espontaneamente oferecido ao Rei, e que a miséria é alvitante porque fere a imagem de Deus. Antes de falar ao povo, o novo arcebispo pediu para não isolarem frases de seu discurso, por conta da situação política do momento - em 31 de março de 1964, os militares tomaram o poder, derrubando o presidente João Goulart e os governadores do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, e de Pernambuco, Miguel Arraes. "Só o conjunto da mensagem dá uma idéia exata da minha alma", justificou dom Helder.

POSSE COMO ARCEBISPO
- No dia 12 de abril ele tomou posse como 30º bispo e 6º arcebispo de Olinda e Recife, em cerimônia na secular Catedral da Sé, em Olinda. Três dias após a sua chegada, recebeu o título de cidadão pernambucano, conferido pela Assembléia Legislativa.
Em 27 de maio de 1969, sofreu um duro golpe: seu braço direito na arquidiocese, o jovem sacerdote Henrique Pereira Neto foi trucidado. O bárbaro assassinato - atribuído às forças de repressão, que tinham em dom Helder seu grande desafeto - revoltou a cidade e levou o arcebispo a se manifestar através de nota. Ele chamou a atenção das autoridades não somente para o esclarecimento do crime, mas também para o clima que levava as pessoas e grupos a agirem tão brutalmente. "Nem sabemos ao certo para quem apelar. Confiamos em Deus e na Justiça", desabafou.
Muita emoção no dia 8 de julho de 1980. Do papa João Paulo II, em visita ao Recife, dom Helder recebeu o título de "irmão dos pobres e meu irmão". Em 15 de agosto de 1981, importante momento: o cinqeentenário de sacerdócio. Do Vaticano, uma semana antes, o papa enviou mensagem elogiando dom Helder. "Todos sabem e reconhecem como a benignidade de Deus o acumulou de dotes, talento e piedade. Ornando com esses dotes, desde a tua promissora juventude até hoje, tens conseguido cumprir numerosas missões de inestimável valor", disse João Paulo II.

APOSENTADORIA - Ao completar 75 anos, em 1984, ele renunciou à Arquidiocese, que conduziu por 20 anos. Somente em julho, porém, deixou o cargo, após a posse do novo arcebispo, dom José Cardoso. Ao completar 80 anos, numa terça-feira de Carnaval, foi festejado pelo povo, autoridades e novamente pelo papa João Paulo II. O santo padre enviou mensagem desejando-lhe "graças e consolações divinas a fim de continuar, em serena longevidade, servindo aos irmãos, sobretudo aos que sofrem a pobreza". O tempo em que permaneceu na Arquidiocese, dom Helder desenvolveu uma linha de trabalho declaradamente em favor dos mais pobres e na defesa dos direitos humanos. Em sua gestão foram concebidos, por exemplo, o Encontro de Irmãos (grupos de pobres evangelizando pobres), a Operação Esperança (para atender as vítimas das enchentes) e a Comissão de Justiça e Paz (defensora de presos políticos e perseguidos pela ditadura militar).

Por: Jose Flávio Vieira

O Papel dos Municípios no Desenvolvimento Nacional - Por: Amadeu de Freitas

Já foi dito por muitos que a atual crise dos mercados financeiros confirmou a falência da idéia de “estado mínimo” defendida pelos neoliberais. Ficou demonstrada a necessidade da intervenção do Estado na economia não para socorrer empresas falidas por incompetência dos seus administradores, mas para planejar o desenvolvimento com equidade na distribuição dos bens e da riqueza produzidos. A avaliação de organismos internacionais como a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é de que o Brasil sofrerá menos com a crise, ou seja, não terá “forte desaceleração” da economia em virtude das medidas adotadas pelo Governo Brasileiro. A decisão do Brasil de realizar fortes investimentos públicos em projetos estruturantes com foco na geração de empregos são exemplos dessas medidas. Com esse entendimento de que a “mão invisível do mercado” não resolverá o problema do desenvolvimento com distribuição de renda e justiça social e que esse papel cabe ao Estado, faz-se necessário que as demais esferas da federação, Estados e Municípios planejem as economias regionais e locais para se somar ao esforço que o governo central vem realizando de desenvolvimento de um grande mercado consumidor interno e na América do Sul para se proteger dos impactos das crises da economia globalizada.

Essa reflexão é oportuna tendo em vista a extensão do Brasil e suas diferenças regionais de desenvolvimento. É preciso superar a idéia de pólos de desenvolvimento que concentravam os investimentos públicos em determinados centros regionais com total marginalização dos demais municípios. Os investimentos públicos estão dirigidos agora para o sentido de territórios de identidade, sejam os Territórios da Cidadania, sejam os Territórios Rurais. Essa estratégia de investimentos prioriza a pactuação e a articulação das políticas públicas.

Podemos concluir que cada município terá que ter sua estratégia de desenvolvimento articulada com um território que dialoga com os demais municípios participantes, em espaço público de pactuação dos interesses de governos e sociedade. Para que todos os municípios do Brasil sejam beneficiados pelas políticas de investimentos do projeto nacional de desenvolvimento requer um projeto local que contenha entre outras políticas a de desenvolvimento da economia local, pois o esforço do governo federal não será suficiente para dinamizar as economias locais sem esse projeto. Creio seja esse o grande desafio dos atuais governos municipais.

Amadeu de Freitas – Superintendente do INCRA no Ceará.

Ser Feliz Ou Ter Razão? - Por: Mônica Araripe


Oito da noite, numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo, bem como o caminho que ela consultou no mapa antes de sair. Ele conduz o carro. Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal-humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe, então, que estava errado. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ele ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ela diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite! Moral da História: Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: 'Quero ser feliz ou ter razão?' Outro pensamento parecido, diz o seguinte: 'Nunca se justifique. Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam. Pense com carinho nessa hstórinha, Talvez o mundo melhore, ... Eu já decidi... EU QUERO SER FELIZ e você?

Tenham um bom fim-de-semana!

Por: Mônica Araripe

Reunião Histórica aconteceu em Crato ! - Situação e Oposição Frente a Frente...


O
ntem às 15:00 aconteceu importante reunião no gabinete do prefeito municipal Samuel Araripe reunindo todos os vereadores ( inclusive os da oposição ), e todos os secretários de governo do município. Na reunião, inicialmente conduzida pelo próprio prefeito, foi feita uma explanação dos novos projetos que já estão em andamento para a cidade do Crato para o ano de 2009 e para os próximos 4 anos de governo, tais como: O Aterro Sanitário Consorciado, A Reforma na Encosta do Seminário, a Despoluição Sonora e Visual da Cidade, Investimentos no saneamento básico do município, além de outros projetos, alguns até cuja verba já se encontra liberada. Foi feito também um breve balanço das obras já realizadas pela administração.

Também foram divulgadas notícias valiosas e aguardadas pela população, como a construção do Centro de Convenções, cujas obras espera-se que comecem em cerca de 90 dias, dentre outras notícias que serão ainda apresentadas na íntegra em matéria a ser divulgada aqui no Blog do Crato feita pela repórter Elizângela Santos, que cobriu todo o evento. Foram apresentadas também aos convidados, 2 palestras sobre a temática do Aterro Sanitário Consorciado e a Usina de reciclagem do Lixo, onde tratou-se de apresentar sob parâmetros técnicos as grandes diferenças entre um mero "lixão" e um "Aterro Consorciado", este último sendo entendido como uma verdadeira estação de tratamento do lixo e que não fere o meio ambiente, ao contrário de um lixão, que é um depósito de lixo que quando em decomposição, produz substâncias que se infiltram no solo, poluindo os veios d´água subterrâneos. No dataShow foi apresentado um vídeo contento explanações de especialistas sobre o assunto e a empresa realizadora, a fim de dar ciência dos inúmeros benefícios que um aterro consorciado trará à região, bem como esclarecimentos às dúvidas dos presentes. A primeira palestra, brilhantemente conduzida pelo Dr. Nivaldo Soares, tratou dos aspectos ambientais da usina de reciclagem do lixo, enquanto a segunda, conduzida pelo presidente da Saaec, Dr. procópio, abordou as questões referentes à realização da obra em si, seu impacto no mercado de trabalho e outras dúvidas. O clima era de muita descontração, aonde os presentes fizeram inúmeras perguntas e propostas, mas manteve-se o caráter de seriedade e foco no assunto abordado. Ao final, os realizadores foram aplaudidos veementemente e saudados por alguns dos presentes à reunião.

Eis algumas fotos do evento:

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Todos os vereadores ( inclusive os da oposição estiveram presentes )

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Com o uso de um Data Show, foram apresentados projetos para 2009

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Os presentes participaram ativamente, com perguntas e propostas

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Pausas na reunião, para alguns momentos de descontração

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Espera-se que as pessoas de bem da cidade, de qualquer partido ou ideologia, possam dar as mãos com muita seriedade, responsabilidade e sobretudo, honestidade, quando o assunto for o bem-estar da população do Crato. Pois ao povo, não interessa que os seus líderes sejam de partido ou ideologia A ou B, mas que produzam para o município, e cumpram com seu dever para com a população, que deseja ver um Crato ressurgindo de um marasmo de mais de 25 anos. Creio que acertadamente, com esta reunião, os vereadores deixaram de lado as diferenças ideológicas e partiram para a realização de algo bom e útil à sociedade. O momento é mesmo de somar e agregar. E é isso que o povo do Crato espera dos seus eleitos: Trabalho e Seriedade. Falando sinceramente, parece mesmo que o Crato está finalmente amadurecendo e acordando para o trabalho, longe daquele sono profundo em que se mantêve por décadas conduzido por pessoas que visavam apenas imprimir o ser prefeito do Crato em seu próprio "Curriculum Vitae"... Parabéns aos realizadores !

Texto e Fotos: Dihelson Mendonça

De que adianta Previsão do Tempo ?

Parece mesmo que vale aquele velho adágio que diz: "Se a meteorologia diz que não vai chover, é melhor sair de guarda-chuva". O certo é que nos últimos dias, o site Climatempo tem errado feio na previsão do tmpo para o Crato. Todos os dias o Blog do Crato divulga a previsão do tempo para seus leitores. Ontem, por exemplo, a previsão era de que não iria chover no Crato, e o que aconteceu foi uma tremenda chuva no final de tarde, que quase atrapalhou a palestra sobre a despoluição da cidade! Mas msmo assim, estaremos divulgando a previsão do tempo segundo o Climatempo, afinal, é a maior fonte especializada na previsão do tempo do Brasil. Uma pena que nem sempre acerte...


Fonte: Climatempo

Internacional - Divulgada conversa de piloto

POUSO NO RIO

Todas as 155 pessoas sobreviveram ao pouso forçado; piloto parece calmo nas gravações (Foto: Reuters). Nova York. A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) divulgou ontem a gravação do último diálogo entre o piloto Chesley ´Sully´ Sullenberger e um controlador de vôo antes do pouso forçado no rio Hudson, em Nova York. Na gravação, Sullenberger conta ao controlador que o avião se colidiu com pássaros e que perdeu os motores. O controlador tenta, então, desviar o avião para o aeroporto de Teterboro, em Nova Jersey. ´Não podemos´, responde Sullenberger, calmo. O controlador pergunta que pista de pouso ele prefere e o piloto avisa que vai pousar no rio. “Vamos estar no Hudson”, diz. O controlador, sem acreditar no que ouviu, pede para Sullenberger repetir o que disse, mas a gravação se encerra. O vôo 1549, da US Airways, fez um pouso forçado no rio no dia 15 de janeiro após um choque com aves logo depois de decolar do aeroporto de La Guardia. Todos os 150 passageiros e 5 tripulantes sobreviveram ao acidente, graças à perícia do piloto.



Sullenberger recebeu uma homenagem em sua cidade natal, Danville, no Estado da Califórnia no último dia 15. Ele foi recebido na praça central de Danville por milhares de pessoas e pelo prefeito da cidade, Newell Arnerich. Na cerimônia de homenagem, o piloto recebeu a chave da cidade. Em uma declaração breve, Sullenberger agradeceu a ´incrível demonstração de apoio´.

Restos de aves

O Conselho Nacional de Segurança no Transporte (NTSB, sigla em inglês), que investiga o acidente, afirmou que foram encontrados restos de aves no motor esquerdo do avião. O material orgânico achado na turbina direita também tinha restos de aves, disse o Conselho. A turbina esquerda, que havia-se soltado do restante da aeronave, foi encontrada dias depois no leito do Hudson por equipes de mergulhadores e submetida a análise. Os restos materiais de aves no avião acidentado confirmam a versão do piloto de que o acidente aconteceu por causa de um choque com pássaros. ´Durante o vôo, as caixas-pretas não revelaram anomalias, ou falhas no funcionamento em nenhum dos dois motores até o momento em que o capitão informou sobre a colisão com aves´, disse o NTSB.

Fonte: Jornal Diário do Nordeste

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