xmlns:fb='http://www.facebook.com/2008/fbml' xmlns:og="http://opengraphprotocol.org/schema/"> 11/01/2009 | Blog do Crato
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VÍDEO - ÚLTIMAS NOTÍCIAS - Prefeito do Crato é escolhido um dos melhores prefeitos do Ceará pela PPE Eventos, em Fortaleza. ( 09-11-2017 ).
Estamos de volta com as transmissões da TV Chapada do Araripe ( E agora, com alguns programas ao vivo ). Serão vários programas abordando temas diversos, como a realidade da nossa região, do Ceará e do mundo; Programas científicos, atualidade, entrevistas, e transmissão de eventos ao vivo. ( Veja o vídeo e compartilhe ). www.tvchapadadoararipe.com



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11 janeiro 2009

MATEMATICANDO - Com Dr Valdetário.


Os Três Irmãos.

O Matematicando anterior foi muito fácil. Este será um pouquinho mais elaborado. Um professor de Matemática tinha um aluno genial. Este aluno sabia que o professor tinha três filhos. Certa feita o aluno perguntou ao mestre quais as idades dos filhos do professor. Este, que adorava responder por meio de enigmas, disse-lhe apenas que o produto das idades dos seus três filhos era 36. Mas só com esta informação é impossível calcular as idades, professor – respondeu o sábio aluno. Sei, mas a soma das idades é igual ao número formado pelos dois últimos dígitos da placa do meu carro – diz o mestre. O aluno rapidamente saiu para olhar o número da placa do carro, mas voltou desolado - continuo na dúvida, professor. Então o mestre responde: o meu filho mais velho vive ligado no Blog do Crato. Só então o aluno respondeu: agora eu já sei as idades dos seus filhos. E acertou as idades. As perguntas são: Quais as idades dos filhos do professor? Qual é o número formado pelos dois últimos dígitos da placa do carro do professor? Adianto-lhes que não tem pegadinha. Todas as informações fornecidas pelo professor são relevantes. Ficarei no aguardo das suas respostas. Um grande abraço a todos.

Por: Valdetário.

Mais uma da "ÓIA" - Por: José Nilton Mariano Saraiva

Para prevenir equívocos, informamos que a matéria abaixo foi veiculada hoje (de 11.01.09), no site do Luis Nassif (só o título é de nossa autoria):

O plágio da Veja

O GVO, ou Global Voices é um site com jornalistas do mundo inteiro empenhados em apresentar visões alternativas à da grande mídia. No dia 29 de dezembro, Aysesha Saldanha escreveu uma reportagem sobre blogs palestinos descrevendo o clima em Gaza. (clique aqui)

Na edição de 5 de janeiro, a revista Veja publicou a reportagem “Blogueiros narram drama da guerra em Gaza”, chupando integralmente as informações do GVO. (clique aqui)
A matéria saiu assinada por um jornalista da Veja. Não foi dado crédito ao autor da pesquisa, menos ainda ao site GVO. Integrantes do GVO pedem que se divulgue esse episódio, de uma revista comercial de alta tiragem se apropriando do trabalho de voluntários.”

Fonte: www.luisnassif.com.br

"O Pequí nosso de cada dia..." por Pachelly Jamacaru


S
e você é cratense ou não é, faça como eu, congele aprox. 1.400 Pequis e tenha a sua mesa em média 3 a 4 pequis saborosos no baião, pequizada e outras iguarias! Seu moço, num é brincadeira não, cá pra nós, a sustância é boa e garantida, mesmo sem o selo INMETRO!!! Mas num vá se abestalhar e ficar aí testando a torto e a direita o efeito de uma pequizada não, viu sujeito? Outra coisa, agora é sério, atenção: Só num invente de querer exportar o danado para China, corre o risco de meu fi ser extraditado, julgado e condenado a 100 anos de abstinência, total e irrestrita, de comer Manzanas argentinas ou outras..., sem direito a fiança, se por sorte não tiver o..., “decapitado”, por provocar uma Big explosão demográfica no país dos olhinhos puxados! Eh eh eh! Fala sério, né gente! Aprendam a receita de uma boa pequizada de dar água na boca!
Para uma porção com 20 pequis você vai precisar de:

10 maxixes
10 quiabos
1 litro de leite
1 litro de água
sal
verdura a gosto

Para ter mais sabor ela usa panela de barro e fogão à lenha. Os pequis são colocados na água fervente. Quinze minutos depois coloque o machiche. Mais alguns minutos o quiabo, o leite e as verduras. Não esquecer o sal. O prato fica pronto em 40 minutos. Na mesa a pequizada pode ser acompanhada de outros pratos típicos do Nordeste como o baião de dois e a carne de sol.

Eis o nosso ouro!

Essa é de propósito, só pra nego ficar com água na boca! Dihelson que o diga!

Na casa que roi pequí, todo ano é um doidin! Panteleão diria assim: "É mentira Teta"?

Enquanto isso, lá em casa! Rs rs rs...


Fotos: Pachelly Jamacaru
"Direitos reservados"

Crato, Capital da Cultura tem um "POBREMA" logo na entrada...

Venha conhecer o novo monumento na entrada do crato !





[ Olha aí...Riquezas, que sempre foi com Z, escrita com S ]

Quem escreve riqueza com S, deve escrever POBREMA também...

Amigos,

Muitas vezes, cargos de responsabilidade, que deveriam ser ocupados por pessoas capacitadas, de alto conhecimento sobre a língua portuguêsa, são ocupados por pessoas digamos assim, para não magoar....incompetentes. Trago-vos hoje uma coisa absurda localizada logo na entrada da cidade que se diz "capital da cultura". Alguém do departamento que coloca as placas nas estradas, e que aqui não sei a quem responsabilizar, se o DERT ou outro órgão por isso, ao escrever "Visite as RiqueZas da Chapada do Araripe" escreveu RiqueSa com "S". Para alguns desinformados isso pode parecer até tolice, ou coisa menor, mas só para eles mesmos. Qual será o pensamento e a impressão dos nossos ilustres visitantes de outras plagas que por aqui passam, ao ver que nem mesmo na entrada da cidade o nosso idioma é respeitado...

Creio que em certas profissões, certas posições, ( como as pessoas que escrevem letreiros, placas e afins ), deveriam sempre ser ocupadas por pessoas de grande conhecimento da língua portuguêsa, a fim de se evitar essas barbáries. Alguns hão de achar que estamos fazendo tempestade em copo d´água, precisamente aquelas pessoas que não sabem dar valor à gramática nem à ortografia. Os iguais.

De modo que venho por meio desta, mui gentilmente pedir às autoridades competentes, que tratem de consertar mais esse erro ( além dos muitos que já existem nas próprias estradas). O nosso Crato não merece esse erro logo na entrada da cidade, vindo pelo lado de Juazeiro do Norte. Quem quiser, pode ir até lá conferir esse novo "monumento" ou escrever para o DERT.

Fotos: Dihelson Mendonça
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A arte circense, o circo e as cidades do nosso interior

Que saudade dos antigos circos que passaram céleres como uma flexa pela minha infância e juventude. Quantas recordações!... Lembro-me que a chegada do circo na minha cidade era um acontecimento festivo grandiloquente.Uma autêntica celebração de gente grande e da meninada.
Não imaginava nem de longe que aqueles anos seriam tão efêmeros. Uma pena que naquele tempo a sensação de eternidade fez com que não aproveitássemos com mais intensidade aquele nosso cotidiano de absoluta felicidade juvenil. Só agora é que nos damos conta da imensa exiguidade daqueles anos.

Saudade, saudade da alegria inconfundível do velho palhaço com suas brincadeiras arrancando da nossa tristeza o que nela havia de mais alegre e engraçado. Um deus buscando encontrar sorrisos nos semblantes das agruras sertanejas. Espetáculo circense. Sertão das artes, casimiro-coco da fantasia ambulante a carregar no seu bojo um universo de sonhos e sabedoria. Com lenitivo para uma vida inteira.

Saudade do mágico a que todos como por pura inocência imaginavam fazer parte da plêiade dos super-homens... Um ser que estava muito além da compreensão humana da nossa vila-cidadezinha aprazível, tranquila e hospitaleira.

- Não é mágica! Diziam os espectadores. ? Isso não passa de magnetismo.
- Uma 'naigadinha' de uma besta ilusão feita apenas para enganar a gente tola! Sentenciavam os mais ousados, tanto na língua quanto na idade.

E nós, pouco queríamos saber de onde estava tal verdade. Nada poderia ser mais importante do que aquele instante de absoluta felicidade. O circo nos era tudo. Isso para nós era o bastante. Dinheiro, cédulas novinhas pegavam fogo e viravam cinza para em seguida, bem ali na nossa frente novamente a mesma cédula ser reconstituída. Canecas derramavam água e moedas até cansar as nossas vistas. Homens engoliam tochas de fogo, quebravam lajedos nos peitos....Engoliam pregos enormes, espadas, andavam sobre brasa, em pernas de pau e em bicicletas de uma roda só. Tudo era incrível. Um constante desafio a tudo aquilo que chamávamos de impossível. Animais adestrados(coitados) também faziam sua cota de sensacionalismo. Mas os artistas de fato eram quem faziam a diferença. A condição humana nos impressionava justamente pela disposição em encarar o desafio de produzir felicidades e alegria para todos nós, esquecidos nas bibocas daquele mundo.

As baianas lindas e maravilhosas requebravam seus quadris sob o tablado e até lançavam seus olhares maliciosos, assim como seus lenços vermelhos e perfumados sobre os ombros dos adultos. E nós meninos morríamos de inveja querendo também ser grandes só para poder sonhar com aquelas belezuras nos assediando. Afagando nosso olhar e curiosidade com os seus seios robustos, coxas e nádegas em total exuberância. Amávamos todas elas do mesmo modo ousado, estravagante como desejávamos a manga mais madura situada no topo mais alto da copa da mangueira. Foram elas, as baiana-dançarinas os motivos dos nossos primeiros pensamentos indecentes para os padrões da época. De dia olhávamos os bichos, os macacos principalmente.... de noite, sorríamos com os palhaços, suspirávamos com os saltos rasantes dos trapezistas. E de quebra enamorávamos, confidenciando para nós mesmos, as dançarinas. Verdadeiras minas dos olhos de uma noite negra sem muitas novidades quando sem a presença do circo no nosso meio.
O circo era para todos nós o mundo que desejamos construir segundo as nossas utopias mais ingênuas e desafiadoras. O éden das nossas ilusões mais fantásticas e paradisíacas. A TV dos tempos modernos antecipada para toda uma geração de românticos provincianos vivenciando a vida possível naquele oco do mundo. A prova inconteste de que o homem era de fato, insuperável e o modelo de todas as coisas...

O circo nos fazia grandes pensadores de um mundo pós-moderno quase sem nenhum compromisso com o devir. Só não sabíamos que um dia, toda aquela fantasia pudesse ter um fim tão triste e melancólico como constatamos agora, soterrado que está por uma tecnologia descompromissada com a arte e a cultura; como sendo estas, a verdadeira identidade de um povo. O circo da alegria hoje se transformara num círculo de tristeza, sobretudo quando sei que jamais poderei mostrar e, tampouco dividir com os meus filhos, toda a maravilhosa e singular experiência contidas nas velhas matinês dos espetáculos das tardes de domingos. O circo agora é um imenso baú onde guardamos para sempre nossas recordações mais felizes e inesquecíveis. O circo é parte especial da minha vida em que forçosamente tive que deixar para trás, quase perdida, abandonada nas brumas dos anos da minha meninice. Coisas que por mais que eu me esforce hoje não conseguirei experimentar de novo com o mesmo sabor e ímpeto do passado.

O circo agora é apenas uma lembrança a martelar meu peito ressabiadamente. A certeza de que o tempo passou por mim como uma brisa. E que eu envelheci de verdade.
O circo era um acontecimento social dos mais importantes das nossas cidades interioranas, vivendo monotonamente o seu cotidiano de calmaria. O circo instigava paixões. Ajudava a melhorar nossa auto-estima, assim como a libido de toda uma juventude que já começava a aprender gostar dos valores da rebeldia ante os eflúvios de uma arte medieva, tosca e renascentista. O circo era uma festa. Um congraçamento entre ricos e pobres, pretos e brancos... Uma alegria sem par que só terminava quando víamos com pesar(quase como atualmente) sua empanada sendo derrubada sobre o chão de barro batido do nosso vazio urbano que a partir de então voltaria a experimentar de novo seu duradouro estágio de solidão profunda.... Dando espaço ao matagal onde nós caçavamos calango e fazíamos uma série de outras travessuras próprias daquela idade. Como seu teatro de comédia e melodrama o circo era, por assim dizer, nosso cinema de época, épico e poético. Toda e qualquer possibilidade do sonho e da utopia de viver residia unicamente sob aquela empanada. O circo nos fazia acreditar no mundo e na vida de uma forma diferente. O circo era uma dádiva de Deus enviada para aplacar as dores do mundo e o sofrimento dos homens. Com ele, chorávamos e sorríamos no mesmo nível de intensidade dos que se apaixonam e amam intensamente a arte de viver feliz.

Gritar palhaço pelas ruas e pelas bibocas da zona rural era o máximo:
- ?Pompéu, pompéu tua mãe morreu/ e a cabeça do palhaço o urubu comeu?... "Pipoca amedoim torrado/Carreguei tua mãe num carrinho quebrado".
"Eu vou ali e volto já/Vou comer maracujá/Ela tem, mas eu não digo/ Carrapato no umbigo.... E arrocha negrada! Mais um pouquinhooo... Mais um bucadinhoooo... iêaaaaa....."
- "Hoje tem espetáculo! tem sim senhor às 8 horas da noite! Tem sim senhor..."

A garganta da gurizada era o carro-de-som dos dias atuais e os amplificadores da daquela boa-nova para a nossa comunidade. Poucas palavras, sem nenhum ranço de apelação obscena ou duplo sentido que atentasse para a ética, moralidade e os bons costumes como diziam. Tempos idos que ainda hoje tanto ainda mexem com os nossos sentimentos e nossas reminiscências mais singelas e verdadeiras... O circo agora, além de não ser o mesmo por uma série de razões... Representa um pedaço do nosso passado que atravessando à duras penas os tenebrosos anos de tempestades conseguira chegar até nós com a sua saudade. É fato notório que a arte circense está morrendo. Por isso precisamos não apenas recordar simplesmente o memorial circense, mas sobretudo, lutar para sua preservação. Por tudo que o circo conseguiu proporcionar de bom e construtivo para toda uma imensa geração do passado recente; muito mais do que a TV tem conseguido fazer para a contemporaneidade. É urgente defendê-lo da extinção total numa luta sem trégua da memória contra o esquecimento. Viva o circo e que o circo viva para sempre no meio de nós, através dos nossos filhos.

Por: José Cícero da Silva (*) Professor, pesquisador, poeta e escritor.
Secretário de Cultura, Turismo e Desporto do Mun. de Aurora-CE

Entrevista sobre a situação em Israel

CaraEdna:

Agradeço-lhe pela sua carta.
Não penso que um Estado que mantém uma ocupação, cometendo cotidianamente crimes contra civis, merece ser convidado a alguma semana cultural, qualquer que seja ela. Isto é anti-cultural; é um ato bárbaro cinicamente camuflado em cultura. Isso manifesta um apoio a Israel, e também talvez à França, que apóia a ocupação. E eu não quero, eu, participar disso.

Saudações cordiais,
Aaron Shabtai

http://elsie-news.over-blog.com/article-16306939.html

FOLHA - Por que o senhor recusou o convite oficial para participar do Salão do Livro em Paris?

AHARON SHABTAI - Porque o que o governo de Israel faz hoje é uma verdadeira estratégia de massacre e limpeza étnica contra os palestinos. Acho que o mundo e a Europa deveriam ajudar a resolver o problema, boicotando Israel e pressionando o governo para que cumpra os acordos internacionais e para que reconheça os direitos dos palestinos. Este salão em Paris é uma propaganda pró-Israel, caucionada pelos governos francês e israelense.

FOLHA - O senhor não acha que, sendo uma manifestação cultural, o Salão do Livro de Paris e a literatura deveriam estar além dessas questões políticas?

SHABTAI - Não. Um dos princípios elementares da cultura é promover a paz e não matar pessoas. Não há sentido em falar em cultura quando pessoas estão sendo assassinadas. Muitas vezes, manifestações culturais como esta podem ser usadas para esconder os crimes que estão sendo cometidos. Esse evento em Paris não é um encontro de escritores. Ele será inaugurado pelo presidente de Israel e representantes do governo francês.

FOLHA - O senhor não considera que, entre os israelenses convidados, existam escritores que criticam e se opõe realmente à política de Israel?

SHABTAI - Não. Acho que nenhum escritor que conheça hoje a realidade de Israel possa ir a Paris e dizer que não colabora ou sustenta, de certa maneira, o governo. O sistema é muito inteligente e o governo quer criar a imagem de que Israel é um estado liberal, democrático. Então, muita gente com boas intenções cai nessa cilada e é manipulada pelo governo.

Obs.: copiado do blog do primo Everardo Norões
(http://www.ruadopadreingles.blogspot.com/).
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Enviado a Socorro Moreira

Futebol - Atualização - Por: Amilton Silva

Foi Dada a Largada no Futebol Cearense

Jogando no estádio Elzir Cabral na tarde de ontem (10), a equipe do Horizonte não tomou conhecimento, e aplicou uma goleada de 3 X 0 em cima do Ferroviário. Apoiado por mais de 3 mil torcedores, o Ferrão não conseguiu segurar o time do Horizonte que jogou uma excelente partida na sua estréia no certame cearense de 2009. O atacante Preto marcou dois gols e o meia Caio completou a goleada. O Ferroviário que teoricamente é candidato ao título, larga o campeonato com uma derrota,já o Horizonte que fez uma bela campanha no ano passado começa o certame como forte candidato ao título.A primeira rodada do Cearense 2009 será compleada hoje com todos os jogos programados para às 16h30. No Romeirão em Juazeiro do Norte, o Icasa estréia contra o Boa Viagem, onde é esperado um grande público, O Ceará enfrenta o Quixadá , no Junco, em Sobral, o Guarany recebe a visita do Maranguape e o Fortaleza recebe no seu estádio Alcides Santos a equipe do Itapipoca.

Campeonato Pernambucano 2009

O Campeonato Pernambucano de 2009, foi iniciado ontem (10), com o Sport goleando a equipe Acadêmica Vitória por 4 X 0 , O jogo foi realizado na Ilha do Retiro e os gols do sport foram marcados por Ciro 2 vezes, Fumaglli e Kássio.A Primeira rodada do pernambucano sera completada hoje com os seguinte jogos:

SERRANO X PORTO SETE DE SETEMBRO X SANTA CRUZ NAUTICO X CABENSE CENTRAL X SALGUEIRO YPIRANGA X PETROLINA

Por: Amilton Silva - Editor de Esportes do Blog do Crato

SNI investigou óvnis na ditadura


S
e hoje a impressão é que a ABIN (Agencia Brasileira de Inteligência) bisbilhota muita gente, nada se compara ao que se fazia nos tempos da ditadura militar (1964-1985). Ainda com o nome de SNI (Serviço Nacional de Informações), o serviço secreto foi caçar, veja só, até óvnis e ETs. Abaixo, um dos desenhos de uma suposta nave espacial vista nos céus do Pará em 1977. A gravura rudimentar faz parte de um documento “confidencial” do SNI e que foi liberado no final de dezembro último pelo governo brasileiro:

Esse desenho tosco é parte de um documento de 86 páginas, disponível na íntegra aqui neste blog. Para ter acesso, clique aqui. O interesse do governo brasileiro pela investigação de óvnis é antigo. Desde 1952, pelo menos, as Forças Armadas têm registros a respeito. Para ler todos os documentos liberados oficialmente pelo governo brasileiro, clique aqui. Todo esse material faz parte de duas reportagens na Folha de hoje, reproduzidas nos posts abaixo. Aqui, a primeira. E a segunda reportagem. A seguir, mais 4 pequenas ilustrações do relatório do SNI produzido em 1977 e 1978, depois que agentes secretos participaram parcialmente de uma missão da Aeronáutica na faixa litorânea entre o Pará e o Maranhão. A empreitada foi, talvez num ato de humor involuntário dos seus responsáveis, batizada de Operação Prato:

Se você quiser ver uma galeria de pequenos desenhos de óvnis preparados pela Aeronáutica no final dos anos 60, o UOL preparou um álbum de fotos. Para ver todos os mais de 60 desenhos (arquivo pesado, com mais de 40 Mb), acesse o documento completo aqui.

Toda essa documentação só veio a público graças a um esforço da CBU (Comissão Brasileira de Ufólogos). Os ufólogos exerceram um direito disponível para todos os cidadãos brasileiros: o acesso a informações públicas expresso na Constituição. Na prática, é claro, esse direito não existe assim de maneira tão tranquila. O pedido para ter acesso aos documentos sobre óvnis guardados pelas Forças Armadas foi realizado em 26 de dezembro de 2007. Só dez meses depois, em outubro de 2008, foram liberadas míseras 213 páginas. No final de dezembro, outras 86 páginas (o relatório do SNI sobre a tal Operação Prato no Pará e no Maranhão).

Dois comentários do blog:

1) Primeiro, é fascinante que as Forças Armadas brasileiras tenham dedicado tanto tempo e energia para esse tipo de atividade. E que o resultado, a julgar pelo que foi divulgado, seja perto do patético.

2) O segundo comentário é que os ufólogos prestaram um grande serviço ao país fazendo o requerimento de informações. Mostraram como existe uma profunda cultura do segredo dentro do governo brasileiro.

O que se pediu não foi acesso a documentos sobre o enriquecimento de urânio brasileiro ou a respeito de atos de tortura nos porões da ditadura. Os ufólogos queriam apenas conhecer que tipo de estudo e investigação há nas gavetas do governo sobre óvnis e ETs. Mesmo assim, passou-se mais de um ano e apenas uma parte infinitesimal foi divulgada. Pode parecer piada, mas até relatos sobre o episódio conhecido como o “ET de Varginha” o governo não libera.

O governo Lula está para enviar uma proposta de lei de acesso a informações públicas para o Congresso. A iniciativa deve ser aplaudida. Mas é necessário que essa legislação seja eficaz para forçar uma mudança de cultura dentro de todos os níveis da administração pública.

Um documento da Aeronáutica de 9 de setembro de 1990 (já estávamos em plena democracia, portanto), classificado de "confidencial", é um exemplo de como está entranhada no governo a aversão a dar publicidade aos documentos públicos. Nesse documento de 1990 eram detalhados os "procedimentos a serem adotados (...) em caso de avistamento de objetivo voador não-identificado". Depois das explicações técnicas sobre como coletar a descrição do óvni, o relatório é claro sobre como manter os dados longe do conhecimento público: "Havendo telefonemas de jornalistas ou curiosos solicitando informações responder que não está autorizado a fornecê-las".

Por Fernando Rodrigues

Fonte: Blog do fernando Rodrigues.

As Notícias da Semana no Cariri - Coluna Tarso Araújo - Jornal "O Povo"

DIFICULDADES
As primeiras dificuldades do prefeito Manoel Santana (PT), de Juazeiro do Norte ficarão evidentes com o passar dos dias e a chegada de fevereiro. Na Câmara Municipal, o presidente da Mesa Diretora, José de Amélia Júnior (PSL), pode ser um entrave, ou não, para as pretensões do petista. As negociações e o jogo de cintura podem determinar a relação entre executivo e legislativo na terra de padre Cícero.

FRÁGIL
O deputado estadual Sineval Roque (PSB) foi o grande derrotado na eleição da presidência da Mesa Diretora da Câmara do Crato. Com seis vereadores eleitos pela oposição, em um total de onze, ninguém esperava que dois vereadores votassem no candidato da situação, do PSDB, Francisco Hélder de Oliveira França. O resultado mostrou a fragilidade da articulação política do parlamentar Roque.

DÍVIDAS
O prefeito de Barbalha
José Leite (PT) está literalmente com as mãos na cabeça. Nada demais. Apenas umas dívidas deixadas pelo ex-prefeito Rommel Feijó (PTB), num total de R$ 8 milhões. INSS e Coelce são os principais credores. José Leite terá muito chão a percorrer, e muitas dívidas para negociar.

CRISE
Uma marcha contra o desemprego. Assim sindicalistas e lideranças comunitárias querem marcar o mês de fevereiro no Cariri. A marcha deve se dar em função de demissões que começam a acontecer em algumas fábricas em Crato e Juazeiro do Norte. Sindicalistas prevêem recessão vindo por aí.

MOVIMENTOS
No mês de fevereiro, a Central Única dos Movimentos Comunitários do Crato (Cemac) realizará evento com associações de moradores. O objetivo é avaliar as políticas públicas voltadas para saúde e habitação. Ainda, discutir a criação e instalação do fórum permanente municipal de políticas públicas no Cariri.

RESTAURAÇÃO
Um projeto que será bem recebido no Crato. A restauração de imagens sacras do Museu Histórico. A restauração será feita por Gabriella Federico, e custará aos cofres públicos R$ 200 mil. A verba será da Secretaria de Cultura do Estado.

DOCE IDÉIA
A primeira-dama do Crato, Mônica Araripe, ainda comemorando os números do Doce Natal, um dos mais importantes projetos socais da região. Cerca de 17 mil brinquedos foram distribuídos na festa de encerramento, no estádio Mirandão. O Doce Natal é feito sem gastar um centavo do poder público, participação de voluntários e doação de cidadãos e empresários cratenses.

DOUTORADO
O professor Evilásio Martins Vieira, do curso de educação física, da Universidade Regional do Cariri (Urca) está concluindo sua tese de doutorado em educação, feito na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A tese será sobre a “formação dos professores de educação física à luz do materialismo histórico-dialético”. A defesa se dará em 2011.

Fonte: Tarso Araújo.

Chico Soares - Por A. Morais

Hoje é Domingo, dia do nosso descanso sagrado, nada melhor do que começar com umas boas risadas. Chico Soares foi uma personalidade que marcou o Crato. Duvido que se encontre uma só pessoa que não admire, fale bem e sinta saudades do Chico. Fui seu amigo, nos tempos do Banco ele passava diariamente para tomar o seu cafezinho e aguardava o momento exato para contar uma crueza. Alguns anos depois nos encontrávamos na mercearia do Melito e lá sobravam lorotas e proezas. Vou contar algumas historinhas do Chico para o deleito dos amigos do Blog, de modo especial, para os que conheceram e tiveram a oportunidade de conviver com aquela figura simples, humilde, camarada e bem humorada.
Tomé, seu segundo filho, fugiu com uma filha do professor Alderico de Paula Damasceno. Nessa época a mulher não tinha a independência dos nossos dias, era protegida, uma virgem fraca e a sociedade não aceitava determinados procedimentos antes do véu, grinalda e igreja. O professor Alderico muito austero, moralista, procurou Chico para uma conversa. Foram a cima, foram a baixo, conversa vai, conversa vem e Chico calado. Diante do silencio do Chico o professor se exaltou e alterou o tom da voz. Então, o Chico, com toda calma do mundo olhou para o professor e disse: Já encontrei a solução! Alderico se acalmou, respirou fundo, e aguardou o desfecho: e o Chico completou: Eu sustento uma semana e você sustenta as outras três.
O Chico apareceu padecendo de uma dor no joelho. Procurou o Dr. Jose Ulisses e depois de uma boa conversa, foi aconselhado a tomar um medicamento e fazer uma dieta de bebida alcoólica. Recomendação em vã, saiu do consultório direto para o Bar do Alagoano para tomar uma fria. Ao se despedir do medico deixou um cheque em pagamento da consulta. Cinco dias depois o Dr. Jose Ulisses estava na Praça Siqueira Campos e o Chico chega se arrastando. O medico informa: Chico o seu cheque voltou: E Chico, é Doutor, a dor também voltou e dessa vez foi lancando.
Já no fim de seus dias, fazia uma boa caminhada. Saía do Seminário pela Avenida Thomaz Osterne de Alencar até a Cerâmica Norguaçu e retornava pelo centro. Um belo dia o seu filho Tomé estava no Sesi com uma turma de alunos e o Chico retornava da caminhada. Tomé se escondeu por trás de um poste e disse: Sai do meio da rua corno velho! Chico parou, se empertigou e como não viu ninguém gritou: corno é teu pai, filho de rapariga.
Por A. Morais



Foto do Dia e Previsão do Tempo.


Acima: Foto da nova Praça Siqueira Campos - Crato-CE

Previsão do Tempo para hoje, Domingo, 11 de Janeiro:


Foto: Dihelson Mendonça
Fonte: Site Climatempo

Turistas estrangeiros lotam praias cearenses


TERRA DO SOL

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Mar, sol e possibilidade de lazer em contato com a natureza são atrativos para os turistas internacionais virem ao Ceará. Na Praia do Cumbuco, em Caucaia, passeios de jumento e a cavalo são novidade para os visitantes (Foto: PATRÍCIA ARAÚJO)

Segundo estimativa da Secretaria de Turismo do Estado (Setur), 65 mil estrangeiros devem visitar o Ceará nesta alta estação

Caucaia. Italianos, holandeses, portugueses, alemães... Não importa a nacionalidade, os recortes do litoral cearense ficam repletos de turistas internacionais nesta época do ano. Seja pelo cabelo louro, pelos olhos claros ou, quando a aparência não é tão evidente, pela fala diferenciada, é fácil identificá-los nas dunas da Praia do Cumbuco, em Caucaia, nas pedras de Jericoacoara, em Jijoca, ou nas águas quentes de Canoa Quebrada, em Aracati, entre outros destinos do Estado.

De acordo com estimativa da Secretaria de Turismo do Estado (Setur), 65 mil estrangeiros devem visitar o Ceará nesta alta estação, que começou no último dia 15 de dezembro e vai até o Carnaval, em fevereiro. A estimativa é 4,8% superior aos 62 mil visitantes internacionais que passearam pelo território cearense entre o Natal de 2007 e o período momino de 2008. Belezas naturais, sol forte – em contraste com o rigoroso inverno no hemisfério norte – e bons ventos são alguns motivos que os trazem a estas paragens.

Em Caucaia, os “gringos” tomam conta das ruas do Cumbuco e aproveitam a praia local e as lagoas do Cauípe e do Banana para se refrescar. É o caso de um grupo de quatro casais italianos que fica na Região Metropolitana de Fortaleza até o próximo dia 14, depois de passarem quatro dias na Capital. Sempre que as finanças permitem, eles elegem um lugar do mundo para passar as férias. Depois de República Dominicana, Venezuela, Cuba e México, o Brasil foi escolhido pela primeira vez em 2009.

Sorriso no rosto

Entre os oito, estão os turistas Bruno Lucittini, 58, e Mauro Romanici, 54. Questionados sobre o porquê da escolha, não faltam motivos para a resposta. “Por causa do sol. Porque lá na Europa estamos com um frio de - 5° e 50cm de neve”, diz um. “Pela hospitalidade”. “Pelo sorriso no rosto”. “Pelo churrasco”, vão se revezando nas respostas, este último contestado por uma integrante da turma, segundo o qual na Itália se come muito melhor que aqui. Tudo às gargalhadas, numa esquina perto da praia.

Animação também entre uma família de suecos que veio passar 15 dias no Ceará. Nesta semana, eles estavam no Cumbuco, mas o objetivo, segundo Terese Enoksson, 32, é conhecer a maior variedade de locais possível. O convite para a viagem foi feito pelos sogros dela, que estiveram aqui em 2006. A satisfação foi tamanha que os dois voltaram, trazendo Terese, o marido e seus irmãos e filhos, em um total de oito pessoas. Para os suecos, a possibilidade de lazer em contato com a natureza, como um passeio a cavalo pela beira da praia, é um motivo para vir ao Ceará.

Bons preços

Clima e temperatura agradáveis e a simpatia do povo brasileiro também são elogiados. Na avaliação de Teresa, os preços cobrados aqui – para comida, hospedagem e opções de lazer, por exemplo – são relativamente baratos em relação aos cobrados na Suécia.

Enquanto uns vêm pela primeira vez, outros fazem de tudo para voltar sempre que podem. É o caso do alemão Axel Lesch, 44, que está no Ceará pela sexta vez. Na primeira, em 2000, veio com um amigo, que hoje mora no Cumbuco, onde é proprietário de um restaurante especializado em comida alemã no local. Questionado se pretende seguir os passos do compatriota, Lesch confessa que deseja um dia comprar uma casa para morar aqui.

Enquanto isso não acontece, o alemão solteiro aproveita a “sensação de liberdade” que o Ceará lhe proporciona, como ele mesmo define. Lesch alugou uma casa por duas semanas no Cumbuco, a um custo de R$ 60,00 por dia. Depois, segue para uma semana em Canoa Quebrada e Aracati. À parte o aluguel, ele estima que gastará cerca de R$ 1.500,00 em toda a viagem, valor que avalia como barato para um“ tour” de três semanas. A alta cotação do dólar em relação ao real é um fator favorável, segundo ele.

ÍCARO JOATHAN
Repórter

Fonte: Jornal Diário do Nordeste

Serra do Araripe - por : Claude Bloc

Foto de Claude Bloc

A luz parece dormir nos contornos da Serra do Araripe, entre a brisa e o sopro poético desta terra que acolhe e aninha meus sonhos...
O vale se estende longo e preguiçoso preenchendo de paz os vazios das encostas com o afeto manso de um final de tarde...
A sombra avança sobre os claros dessa aquarela onde verdes e ocres se tocam até encontrarem a suntuosa mescla de azuis e lilases no céu do entardecer...
Folhas se roçam, farfalham, bocejam à espera da noite... aves se calam... e a mata passa a cantar seus sons noturnos festejando a vida...
À noite se espalha. A serra, então, brinca de contar estrelas enquanto espera a lua, cheia de tanta saudade...

Texto de Claude Bloc

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