28 dezembro 2009

Mais um ano em nossas Vidas - Por: Antonio paiva Rodrigues


Nota do Editor - ...E como diria o Millor Fernandes: "Menos um ano..."

A esperança do ser humano é normalmente um mundo de fantasias, com dias melhores, situação auspiciosa, objetivos concretizados com felicidade, saúde, e momentos feéricos, direcionados para o bem estar da família e de sua comunidade. Infelizmente, nem tudo almejado é alcançado. O viés, o azimute que nos levam ao desejo feliz tem uma conotação divina, o merecimento. São trezentos e sessenta e dias que se renovam com o passar do tempo recheados de esperanças, de planejamentos, de inspirações, que ao frigir dos ovos a concretização direciona-se para uns e para outros não. Se somos filhos de Deus qual o motivo dessa disparidade? O filho de Deus, Jesus Cristo esteve neste orbe para pregar o amor, o perdão, a caridade, a fraternidade e a sintonia entre irmãos. Mas nem sempre o amor corresponde à realidade e as demais sinonímias seguem a mesma dialética e o mesmo diapasão. Seria a influência do livre-arbítrio? Da ignorância, do orgulho, do egoísmo humano? Talvez sim ou não! Colocaríamos em primeiro lugar a imperfeição humana, que por sua formação ética, educacional tem o pêndulo variando pelos dois pólos do livre arbítrio.



Nas festas natalinas rogamos e pedimos ao Pai Maior e ao menino Jesus que nos proporcionasse um Natal prospero, onde a sintonia entre irmãos fosse imantada por uma luz brilhante abastecida pelo amor, mas infelizmente depois das festividades a mídia trás estatísticas deleterianas com muitos acidentes e mortes para infelicidades de muitas famílias. Será que o ser humano jamais irá imantar o bem e tornar o mundo mais humano? Parece-nos que não. A festividade que deveria ser plena de paz e de alegria no final se reveste num teatro de desespero, choro e tristezas. Muitas vidas ceifadas de jovens promissores, de famílias tradicionais e de muitos profissionais que teriam muitos serviços a prestar a humanidade, mas o exagero, o abuso e a imprudência transformaram um cenário que deveria ser de alegrias em escaninhos de tristezas.



Vem aí o dia da Confraternização Universal. Pelo menos devemos respeitar a sinonímia do dia. O ato de confraternizar será o ato de ligar, unir como irmãos; irmanar. Conviver ou tratar fraternalmente, ter os mesmos sentimentos, crenças ou idéias de outrem; dar, mais ou menos efusivamente, demonstração de confraternidade e tratar fraternalmente; demonstrar respeito ou carinho, etc. Que os acontecimentos tristes do Natal não se repitam na passagem de um ano para o outro. Almejamos que nossos pedidos sejam ouvidos, e cheguem aos ouvidos insensatos. Passa ano, entra ano, mas os exageros não diminuem. E no final da festa o balanço será trágico. Queríamos um Natal de luz e esperanças e uma Confraternização cheia de paz e felicidades, entretanto, o sofrimento somado as preocupações deveriam num passe mágico transforma-se no dia mais lindo da humanidade.



Está difícil de alcançarmos esse objetivo. O mundo Jovem nos facilita a alcançarmos a origem e como a semente foi plantada e regada. “O Dia da Confraternização Universal é comemorado em quase todo o mundo em 1º de janeiro. Nesse dia, as pessoas trocam votos de alegria, de paz e de felicidade para o ano que se inicia. Tradicionalmente há uma vigília na noite de 31 de dezembro, quando se comemora com muitas festas a passagem do ano. No Brasil, a chegada do ano-novo acontece em meio a simbologias diversas: a queima de fogos de artifício, o uso da cor branca nas vestimentas; na culinária, temos a presença de determinados alimentos como lentilha e romã, e pratos como rabanada, entre outros. Esses rituais têm o objetivo de trazer sorte para o ano que se inicia”. “No litoral, as pessoas têm o costume de dirigir-se às praias onde, em meio às comemorações, são feitas oferendas a Iemanjá, divindade que na umbanda - uma forma de culto religioso de origem afro-brasileira - é considerada a rainha do mar”. Várias crenças e costumes acontecem nesse dia.



O ano que se inicia é sempre acompanhado de várias manifestações, independentes de crenças, raças e classe social. Este dia têm uma origem como os demais. “Na maioria dos países do mundo, essa contagem regressiva é realizada na passagem de 31 de dezembro para 1º de janeiro. É o início de um novo ano, segundo o calendário gregoriano, instituído em 1582 d.C. pelo papa Gregório 13. De acordo com estudos astronômicos, um ano é o tempo que a Terra demora a girar em torno do sol. Este calendário é utilizado atualmente por todo o ocidente e é considerado oficial no mundo todo. Há culturas que celebram a passagem do ano em outras datas e estão em uma contagem muito maior do que o nosso 2008. É o caso dos chineses e dos judeus. Independente de quando acontece à passagem do ano, todas as nações celebram esse momento como uma saudação à vida e com desejos de fraternidade e paz para o próximo período. É apenas uma data, a vida continua da mesma maneira e nem as guerras deixam de acontecer somente porque o ano mudou. No entanto este dia serve para muitas pessoas como um incentivo para realizar mudanças de atitudes, a fim de viver melhor. Assim, diversos rituais são realizados, conforme a crença ou a cultura: soltar fogos, beber champagne, pular ondas, comer lentilha... cada um escolhe como vai marcar o novo ano. E como todos nós comemoramos e, juntos, criamos esperanças de uma vida melhor, esta data é chamada de Confraternização Universal. Esperamos que a violência e os - acidentes não escureçam o brilhantismo desta grande festa. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-DA ALOMERCE E DA AOUVIRCE

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